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    Olhar Indiscreto: Netflix revela elenco de nova série brasileira

    30 de setembro de 2021 /

    A Netflix revelou a primeira foto com o elenco de “Olhar Indiscreto”, uma nova série brasileira protagonizada por Débora Nascimento (“Pacificado”), Emanuelle Araújo (“Samantha!”), Nikolas Antunes (“A Vida Invisível”) e o português Ângelo Rodrigues (“Golpe de Sorte”). A produção será um suspense psicológico, em que Débora Nascimento vive uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. A trama vai girar em torno Miranda (Nascimento), que gosta de espiar pela janela a vida de Cléo (Emanuelle Araújo), uma prostituta de luxo e moradora que mora no prédio da frente. Quando Cléo bate à sua porta e pede para Miranda cuidar de seu cachorro enquanto faz uma viagem, a vida da hacker muda para sempre e ela conhece o homem dos seus sonhos. No entanto, nada é exatamente o que parece. O título entrega de cara a inspiração em “Janela Indiscreta”, mas a sinopse sugere mais Brian De Palma que Hitchcock no desenvolvimento da história. Escrita por Marcela Citterio e com direção de Fabrizia Pinto e Letícia Veiga, “Olhar Indiscreto” estreia na Netflix em 2022. Fechem as cortinas, minha nova série brasileira Olhar Indiscreto vem aí. 👀 Nesse thriller psicológico, uma hacker tem como rotina observar a vida da vizinha pela janela. O elenco conta com Débora Nascimento, Emanuelle Araújo, Nikolas Antunes e Ângelo Rodrigues. Estreia em 2022. pic.twitter.com/A3XWpJBuJe — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 30, 2021

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  • Filme

    Encanto: Trailer apresenta família mágica da nova animação da Disney

    30 de setembro de 2021 /

    A Disney divulgou mais um pôster nacional e o primeiro trailer completo de sua nova animação, “Encanto”, concebida pelo compositor Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro em Nova York”). A prévia apresenta os Madrigal, uma família extraordinária que mora nas montanhas da Colômbia, numa região mágica conhecida como Encanto. Neste lugar, os integrantes da família foram abençoadas com um dom único, desde superforça até o poder de curar. Todas, exceto Mirabel. O vídeo explora sua frustração por não ser especial, até que a magia que cerca Encanto começa a entrar em colapso, fazendo com que Mirabel perceba que ela, a única Madrigal sem poderes mágicos, pode ser a última esperança de sua família excepcional. O filme destaca a atriz Stephanie Beatriz (de “Brooklyn Nine-Nine”) como a dubladora original da protagonista e vários astros latinos como as vozes de sua família, incluindo Diane Guerrero (“Patrulha do Destino”), John Leguizamo (“Bloodline”), Wilmer Valderrama (“NCIS”), Angie Cepeda (“Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”), Rhenzy Feliz (“Fugitivos da Marvel”/Runaways) e Ravi Cabot-Conyers (“#BlackAF”). A direção está a cargo de Byron Howard e Jared Bush, co-diretores de “Zootopia”, em parceria com Charise Castro Smith – que faz sua estreia na função após uma carreira como roteirista de séries (de “Devious Maids” à “Maldição da Residência Hill”). Além disso, Bush e Castro Smith também assinam o roteiro com Miranda. A estreia está marcada para novembro nos cinemas. Veja o trailer abaixo em duas versões: dublada em português e legendada.

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  • Série

    Ellen Pompeo assume chilique com Denzel Washington nos bastidores de “Grey’s Anatomy”

    30 de setembro de 2021 /

    Ellen Pompeo parece gostar de alimentar a fama de diva que circula nos bastidores de “Grey’s Anatomy”. Ao mesmo tempo em que não param de surgir rumores sobre ela ser responsável por demissões no elenco e climão nas gravações, a atriz espontaneamente resolveu contar que já deu chilique contra Denzel Washington durante a gravação de um episódio dirigido pelo ator e diretor. O sincericídio aconteceu num dos episódios do seu novo podcast, “Tell Me with Ellen Pompeo”. Durante uma conversa com o ex-colega de elenco Patrick Dempsey, ela falou sobre a briga nos bastidores da série. Tudo começou quando Patrick perguntou como foi ter Denzel como diretor convidado do programa em 2016, uma temporada após seu personagem morrer na série. Depois de contar que Denzel foi recrutado de “surpresa”, na esperança de manter a atriz interessada depois de tantos anos na série e da saída de tantos intérpretes, ela começou a criticá-lo. “Ele veio três semanas antes para que pudesse se atualizar, porque Denzel não assiste muito à TV, ele provavelmente nunca viu o programa. Ele fez a série porque sua esposa é uma grande fã. Eu acho que ele viu como um bom exercício para entrar e dirigir algo rápido”, disse ela. E daí reclamou da suposta falta de experiência do Denzel. “Denzel é uma estrela de cinema, certo? Ele não sabe sobre dirigir TV”, reclamou. Isto resultou num confronto durante a direção de uma cena, em que a personagem da atriz, Meredith Grey, era abordada por um homem que quebrou sua mandíbula para pedir desculpas. “Ele se desculpou comigo, mas bem baixinho. Ele fez a escolha de falar assim. E eu estava chateada por ter que sentar lá e ouvir este pedido de desculpas. E ele não estava olhando para mim. E eu gritei com ele! Eu disse, ‘Olhe para mim! Quando você se desculpar, olhe para mim!’ E isso não estava no diálogo”, lembrou ela. Ellen contou que isso não agradou o diretor. “Denzel se enfureceu. Ele estava tipo, ‘Eu sou o diretor! Não diga a ele o que fazer!’. Eu estava tipo, ‘Escute, filho da p*ta, esta é a minha série. Este é o meu set! Com quem você está falando? Você mal sabe onde fica o banheiro!'”, disse ela. Percebendo como soava, Ellen tentou jogar panos quentes, dizendo que, mesmo com a briga, tinha muito respeito por Denzel. “Eu tenho o maior respeito por ele como ator, como diretor, como tudo, mas nós fomos lá um dia. E então a esposa dele veio me visitar, e eu não estava falando com ele. Estava com raiva dele. E eu disse a sua esposa, eu pensei, ‘Sim, ele gritou comigo hoje. Eu não estou bem com ele, não estou olhando para ele e não estou falando com ele. Mas ficamos bem depois disso. Ele é apenas um dos melhores que já fez isso”, disse a atriz.

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  • Etc

    Autores comentam cancelamento de “Malhação”: “Nosso sonho continua”

    30 de setembro de 2021 /

    Os irmãos Eduardo e Marcos Carvalho, que seriam os autores responsáveis pela nova temporada de “Malhação”, decidiram comentar o cancelamento da atração na Globo, após o início da sua produção. Ao lado de uma foto, em que aparecem comemorando os prêmios que conquistaram com o curta “Chico”, ponderaram que não iam se manifestar publicamente sobre a notícia do cancelamento de “Malhação”, “mas mudamos de ideia”. “Há três anos, antes mesmo de definirmos sobre o que seria a história, traçamos uma premissa: precisamos nos ver nela. Queríamos olhar pelo portão, ver as pessoas subindo o morro e pensar: nossos personagens, com seus dramas, poderiam estar subindo essa ladeira. Apresentar isso para milhões virou nosso sonho”, escreveram. “Mas a vida é desafio e nosso sonho continua”, acrescentaram. “Um sonho que não é só de nós dois, nem só da equipe, nem só do elenco. Sonho dos que vieram antes de nós e nos abriram caminho. Sonho de Ruthes e Otelos. Sonho de Zezés e Miltons. E de milhões de brasileiros. O sonho da tela da TV ser menos janela e mais espelho. Menos janela pra um Brasil de bairro nobre de Rio ou São Paulo e com cor de Suíça. E mais espelho de nós mesmos, do Brasil real. Um Brasilzão grande e complexo. Cheio de dor e alegria, miséria e irreverência. E cor. Muitas. Todas”. “Não temos a pretensão de herdar o anel de bamba dos gigantes que vieram antes de nós. Mas, assim como tantos outros, assumimos a responsabilidade de atender ao pedido final de muitas e muitas gerações: a de não deixar nosso samba morrer. Nem nossos sonhos”, continuaram. “E a foto da sarrada com os prêmios que recebemos em Brasília pelo filme ‘Chico’ é pra lembrar que a favela é potência e magia. Que não importa onde tá a linha de chegada, nós passaremos por ela. Melhor: por cima dela, sarrando. Nós, os que já vieram antes e os milhares que também são responsáveis por estarmos aqui. Juntos. Sempre”, conclui o texto. Eduardo e Marcos são gêmeos do Morro do Salgueiro, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. Os dois se formaram em Cinema na Pontifícia Universidade Católica e produziram diversos curtas-metragens. Com “Chico”, venceram o Troféu Candango de melhor direção no Festival de Brasília de 2017. A 28ª temporada da agora cancelada “Malhação” pretendia ser a mais diversificada de todas, com 70% de atores negros – o contrário do habitual. Acompanhando o sucesso de séries de temáticas sociais realistas, como “Sob Pressão” e especialmente “Segunda Chamada”, a trama iria trocar a Zona Sul pelo Norte do Rio e se passar numa escola considerada a pior da cidade. A trama mostraria a união dos alunos para impedir que ela fosse fechada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcos Carvalho (@marcos_carvalhovski)

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    “007 – Sem Tempo para Morrer” é a principal estreia nos cinemas

    30 de setembro de 2021 /

    A estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer” nesta quinta (30/9) encerra uma longa espera. Três vezes adiado pela pandemia, o 25º lançamento da franquia oficial do agente secreto deixou passar seis anos desde “007 Contra Spectre” e só fez crescer a expectativa para a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond. Com o retorno de vários personagens dos filmes anteriores, sua história tenta dar uma conclusão em ritmo acelerado à trajetória iniciada em 2006 com “Cassino Royale”. No processo, consagra Craig como o mais sentimental dos intérpretes do personagem, sem abrir mão das cenas de ação mirabolantes, o vilão de gibi e as Bond girls boas de briga que caracterizam a franquia. Com a diferença que agora uma das supostas Bond girls também é uma 007. Sinal dos tempos. E do fim de uma era. O circuito comercial também recebe “Ainbo – A Guerreira da Amazônia”, uma animação peruana-holandesa com diretor alemão (Richard Claus, de “Meu Amigo Vampiro”) sobre uma indiazinha em luta pela preservação da floresta amazônica. E, sem maiores avisos, várias telas serão ocupadas pela pré-estreia de “Venom: Tempo de Carnificina”, que oficialmente só chega aos cinemas na semana que vem. Já o circuito alternativo, cada vez menor no país, recebe três dramas e dois documentários num punhado de salas com horários limitados. O principal título é o alemão “Meu Fim. Seu Começo”, estreia de Mariko Minoguchi na direção, que explora o sentimento do déjà vu e fez sucesso no circuito dos festivais internacionais. Cinéfilos podem se interessar ainda por “DNA”, quinto longa dirigido pela atriz Maïwenn (do ótimo “Polissia”), que tem o tema da busca pela identidade e foi indicado a quatro troféus César (o Oscar francês). Os demais lançamentos são brasileiros, incluindo a volta de Sergio Rezende ao cinema, cinco anos depois de “Em Nome da Lei”, num melodrama romântico: “O Jardim Secreto de Mariana”, escrito em parceria com sua filha Maria Rezende. Confira abaixo a relação completa das estreias da semana com seus respectivos trailers.     007 – Sem Tempo para Morrer | Reino Unido | Ação     Ainbo – A Guerreira da Amazônia | Peru, Holanda | Animação     Meu Fim. Seu Começo | Alemanha | Drama     DNA | França, Argélia | Drama     O Jardim Secreto de Mariana | Brasil | Drama     Bravos Valentes | Brasil | Documentário     Zimba | Brasil | Documentário

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    Britney Spears vai às nuvens para comemorar fim da tutoria do pai

    29 de setembro de 2021 /

    Britney Spears comemorou o fim da tutela de seu pai nesta quarta (29/9) pilotando um avião. Após a decisão judicial que livrou a cantora do controle do pai após 13 anos, ela postou um vídeo no Instagram em que foi literalmente às nuvens. No vídeo, ela aparece na cabine de um pequeno avião recebendo instruções de um piloto, enquanto aprende a pilotar. “Na nuvem 9 agora. Primeira vez voando em um avião e pela primeira vez em um avião a hélice. Nossa, eu estava com medo”, escreveu Britney, prometendo mais imagens para breve. O post foi feito poucas horas após o Tribunal Superior de Los Angeles remover Jamie Spears da tutela da cantora, situação originalmente definida numa audiência de 10 minutos em 2008, após Britney ser internada numa clínica de reabilitação. À frente da fortuna da artista, Jamie teria ficado milionário, controlando os compromissos profissionais e vida pessoal da filha com a desculpa de que ela não teria condições mentais para assumir qualquer responsabilidade. Vale observar que, apesar de submetida à tutoria judicial, a natureza do estado mental de Britney nunca foi revelada. O fim dessa situação aconteceu de forma acelerada, após vários desdobramentos midiáticos nos últimos três meses, entre testemunhos chocantes, denúncias de documentário e até um noivado da cantora. O ponto culminante da batalha legal foi a ida de Britney ao tribunal em junho, quando denunciou o próprio pai por situação análoga à escravidão. Na ocasião, a juíza não se comoveu e mandou manter tudo como estava. Mas Britney conseguiu fazer prevalecer seu desejo de trocar o defensor indicado pela corte há 13 anos por um advogado de sua própria escolha. E o novo advogado trocou o ritmo devagar quase parando dos últimos 13 anos para uma resolução em três meses da mudança buscada pela artista. Com pressão na mídia, Jaime chegou a anunciar sua disposição de desistir da tutela da filha, mas apenas após uma lenta transição e com pagamento de despesas milionárias. Até que, na última sexta (24/9), o documentário “Controlling Britney Spears” trouxe à tona a vigilância constante, com escutas no quarto da artista e espionagem de suas ligações, levada adiante pelo pai. As revelações foram incluídas na petição de Matthew Rosengart, o atual advogado da cantora, para pedir o afastamento imediato de Jamie Spears, acusado de “cruzar linhas incomensuráveis” ao monitorar os telefonemas, emails e mensagens de texto da filha, incluindo mensagens de seu advogado anterior, e ao plantar um artefato de escuta em seu quarto. A audiência desta quarta pegou fogo, numa discussão entre Rosengart e a advogada de Jamie, Vivian Thoreen, que queria debater todas as questões pendentes antes de encerrar a tutela. Rosengart, entretanto, disse que a suspensão imediata de Jamie era a prioridade e outra audiência poderia ser marcada nas próximas semanas para encerrar formalmente a tutela. Ao ouvir os argumentos, a juíza Brenda Penny suspendeu Jamie como tutor de Britney. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza ao proferir sua decisão. O anúncio levou ao êxtase a multidão reunida do lado de fora do Tribunal no centro de Los Angeles, com faixas estampando o slogan #FreeBritney, e imediatamente encheu as redes sociais de comentários sobre o dia histórico de Britney Spears. O novo post de Britney também recebeu vários comentários na linha de “livre para voar” e “livre como um passarinho”, como comemoração dos fãs. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)

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    “La Brea” tem maior estreia da temporada nos EUA

    29 de setembro de 2021 /

    A NBC comemorou a estreia notável de sua nova série de ficção científica “La Brea” na noite de terça (28/9) nos EUA. A série foi vista ao vivo por 6,3 milhões de espectadores e marcou 0,7 ponto na demo prioritária dos anunciantes, de acordo com os números disponibilizados pela consultoria da Nielsen. “La Brea” conseguiu manter quase todo o público do final de “The Voice” (7 milhões ao vivo), que foi exibido antes de sua transmissão. E ainda ofuscou duas outras séries novas, “Our Kind of People” (1,48 milhões na Fox) e “FBI: International” (5,86 milhões na CBS), que perderam público em sua segunda semana de exibição. Em sua estreia, “FBI: International” tinha atingido praticamente a mesma audiência ao vivo de “La Brea”, mas marcou apenas 0,55 ponto na demo. A crítica, por outro lado, achou a premissa e a realização péssimas, registrando apenas 14% de aprovação para a nova série no site Rotten Tomatoes. Por isso, é importante verificar se o público vai continuar sintonizando a atração nas próximas semanas, ou se afastar devido à suposta falta de qualidade. Concebida como uma mistura de filmes de catástrofe e aventura clássica de Júlio Verne, “La Brea” começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles. As pessoas que caem em seu interior vão parar no centro da Terra, onde encontram criaturas inesperadas. Enquanto o resto do mundo tenta entender o que aconteceu, uma família é separada pelo desastre e busca uma forma de se reencontrar. Primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), “La Brea” reúne em seu elenco Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno/The Night Shift”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os novatos Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair. A série ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Veja o trailer da estreia abaixo.

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    Série “All Rise” é resgatada pelo streaming

    29 de setembro de 2021 /

    O canal pago OWN e as plataformas HBO Max e Hulu se juntaram para resgatar a série jurídica “All Rise”, que tinha sido cancelada em maio, ao final de sua 2ª temporada na rede CBS. A 3ª temporada será exibida no canal televisivo de Oprah Winfrey e depois disponibilizado em streaming. A maior parte do elenco original vai retornar nos novos episódios, após negociarem aumento de salários. Isto inclui a protagonista Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”) e vários coadjuvantes. Mas Marg Helgenberger (da série clássica “CSI”) ficará de fora por ter se comprometido com outra produção televisiva – “Getaway”, da rede NBC. A série traz Simone Missick como Lola Carmichael, uma juíza novata que muda sua percepção de justiça ao assumir seu atual cargo. Ex-promotora distrital, ela descobre o jogo de interesses políticos que acompanham os julgamentos e tenta se manter isenta diante dos esforços de promotores, defensores públicos, policiais e até outros juízes para influenciar suas decisões. Criada por Greg Spottiswood (das também efêmeras “King” e “Remedy”), a série passou por problemas de bastidores, culminando na demissão do criador e showrunner em março passado após denúncias sobre seu comportamento na sala de roteiristas. Apesar da tensão atrás das câmeras, a produção mantinha um bom público de 4 milhões de espectadores ao vivo em seus últimos episódios exibidos.

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    Trailer mostra mudança de protagonista na série “Love Life”

    29 de setembro de 2021 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Love Life”, primeira série original da plataforma. Inaugurada em maio de 2020, em plena pandemia, a HBO Max chegou nos EUA com apenas “Love Life” de novidade. E a atração foi renovada quinze dias após o seu lançamento. Antologia romântica, a série destacou Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) em seu primeiro arco, mas a ideia é trocar de protagonista a cada temporada. Por isso, o trailer agora destaca as dificuldades da vida amorosa de um novo personagem, vivido por William Jackson Harper (o Chidi de “The Good Place”). Apesar disso, Kendrick não saiu completamente de cena. Ela é vista brevemente na prévia, conversando com Harper. Uma forma de conectar as temporadas foi garantir participação especial da atriz no segundo ano, além de manter a trama em Nova York para as histórias se cruzarem. Criada por Sam Boyd, roteirista do similar “Em um Relacionamento Sério” (2018), a série tem produção do cineasta Paul Feig (“Caça-Fantasmas”) e estreia seus novos episódios em 28 de outubro.

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    Filha de Johnny Depp vai estrelar série criada por The Weeknd

    29 de setembro de 2021 /

    Lily-Rose Depp, filha dos astros Johnny Depp e Vanessa Paradis, vai estrelar sua primeira série. Ela entrou no elenco de “The Idol”, produção da HBO co-criada pelo cantor Abel Tesfaye, mais conhecido pelo nome artístico de The Weeknd, e pelo cineasta Sam Levinson, criador de “Euphoria”. A atriz deve viver a protagonista da trama, uma cantora pop que começa um romance com o enigmático dono de um clube de Los Angeles, sem saber que ele é o líder de uma seita secreta. Este segundo papel seria vivido pelo próprio The Weeknd. Com mais de uma dezena de filmes no currículo, a jovem Depp tem atualmente 22 anos e, fluente em inglês (língua do pai) e francês (língua da mãe), já foi indicada duas vezes ao prestigioso César (o Oscar francês) por seus papéis em “A Dançarina” (2016) e “Um Homem Fiel” (2018). O lançamento mais recente da atriz, a sci-fi “Viajantes”, pode ser visto na Amazon Prime Video e em plataformas de VOD. Até o fim do ano, ela ainda estará no terror “Silent Night”, elogiadíssimo ao passar no recente Festival de Toronto, e no drama “Wolf”. “The Idol” ainda não tem previsão de estreia.

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    Ridley Scott diz que continuação de “Gladiador” será seu próximo filme

    29 de setembro de 2021 /

    O cineasta Ridley Scott confirmou seus planos de dirigir uma continuação de “Gladiador” (2000), longa vencedor de cinco Oscars, inclusive o de Melhor Filme. O projeto foi anunciado em 2017, mas, segundo Scott, ainda está sendo escrito. “O próximo ‘Gladiador’ já está sendo escrito neste momento. Quando eu terminar o filme de Napoleão, o roteiro estará pronto para começarmos as gravações”, ele contou à revista Empire. O “filme de Napoleão” é “Kitbag”, cinebiografia de Napoleão Bonaparte em que o diretor está trabalhando atualmente, que voltará a juntá-lo com o ator Joaquin Phoenix após, justamente, “Gladiador”. As filmagens devem ocupar Scott por boa parte de 2022. Quando mencionou o projeto da continuação há alguns anos, o cineasta revelou que o novo longa não deve ressuscitar Maximus, o general gladiador vivido por Russell Crowe, que venceu o Oscar de Melhor Ator por sua performance. Nem mostrar sua juventude, num prólogo. Em vez disso, a trama acompanharia Lucius, fiho de Lucilla (Connie Nielsen) e sobrinho de Commodus (Joaquin Phoenix), que é salvo por Maximus no filme original. Peter Craig, que escreveu as duas partes de “Jogos Vorazes: A Esperança”, está desenvolvendo o roteiro. E Ridley Scott pretende voltar à cadeira de diretor para comandar as filmagens.

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    Britney Spears se livra da tutoria do pai em reviravolta na Justiça

    29 de setembro de 2021 /

    Após 13 anos controlando a vida da filha, Jamie Spears não é mais tutor de Britney Spears. A decisão foi tomada em audiência no Tribunal Superior de Los Angeles na tarde desta quarta (29/9). A juíza Brenda Penny, que tinha concedido poucas vitórias para Britney desde o começo da disputa legal, finalmente mudou de posição, removendo Jamie Spears da tutela, situação originalmente definida numa audiência de 10 minutos em 2008, após a cantora ser internada numa clínica de reabilitação. À frente da fortuna de Britney, Jamie teria ficado milionário, controlando os compromissos profissionais e vida pessoal da filha com a desculpa de que ela não teria condições mentais para assumir qualquer responsabilidade. Vale observar que, apesar de submetida à tutoria judicial, a natureza do estado mental de Britney nunca foi revelada. O fim dessa situação aconteceu de forma acelerada, após vários desdobramentos midiáticos nos últimos três meses, entre testemunhos chocantes, denúncias de documentário e até um noivado da cantora. O ponto culminante da batalha legal foi a ida de Britney ao tribunal em junho, quando ele denunciou o próprio pai por situação análoga à escravidão. Na ocasião, a juíza não se comoveu e mandou manter tudo como estava. Mas Britney conseguiu fazer prevalecer seu desejo de trocar o defensor indicado pela corte há 13 anos por um advogado de sua própria escolha. E o novo advogado trocou o ritmo devagar quase parando dos últimos 13 anos para uma resolução em três meses da mudança buscada pela artista. Com pressão na mídia, Jaime chegou a anunciar sua disposição de desistir da tutela da filha, mas apenas após uma lenta transição e com pagamento de despesas milionárias. Até que, na última sexta (24/9), o documentário “Controlling Britney Spears” trouxe à tona a vigilância constante, com escutas no quarto da artista e espionagem de suas ligações, levada adiante pelo pai. As revelações foram incluídas na petição de Mathew Rosengart, o atual advogado da cantora, para pedir o afastamento imediato de Jamie Spears, acusado de “cruzar linhas incomensuráveis” ao monitorar os telefonemas, emails e mensagens de texto da filha, incluindo mensagens de seu advogado anterior, e ao plantar um artefato de escuta em seu quarto. A audiência desta quarta pegou fogo, numa discussão entre Rosengart e a advogada de Jamie, Vivian Thoreen, que queria debater todas as questões pendentes antes de encerrar a tutela. Rosengart, entretanto, disse que a suspensão imediata de Jamie era a prioridade e outra audiência poderia ser marcada nas próximas semanas para encerrar formalmente a tutela. Ao ouvir os argumentos, Penny suspendeu Jamie como tutor de Britney. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza ao proferir sua decisão. Ela aprovou o contador John Zabel como sucessor do pai da artista. Uma nova audiência será marcada para as questões pendentes e retirada total da tutela de Jamie. O anúncio levou ao êxtase a multidão reunida do lado de fora do Tribunal no centro de Los Angeles, com faixas estampando o slogan #FreeBritney, e imediatamente encheu as redes sociais de comentários sobre o dia histórico de Britney Spears.

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    Tommy Kirk (1941-2021)

    29 de setembro de 2021 /

    O ex-astro mirim Tommy Kirk, um dos maiores ídolos das produções da Disney nas décadas de 1950 e 1960, morreu na noite de terça (28/9) aos 89 anos. A causa da morte não foi revelada. Ele era gay e vivia sozinho, após romper os laços com a família por sua orientação sexual, mas mantinha amizade próxima com a ex-colega Beverly Washburn, com quem contracenou em seu primeiro sucesso de cinema, “O Meu Melhor Companheiro”, de 1957. Os dois se conheceram crianças e nunca se afastaram. Eram, de fato, vizinhos e foi ela quem comunicou sua morte. Em uma entrevista de 1993 à revista Filmfax, Kirk contou que percebeu que era gay aos 17 anos e que isso quase destruiu sua carreira. “Disney era um estúdio de cinema familiar e eu deveria ser o protagonista jovem de seus principais filmes. Depois que descobriram que eu estava envolvido com outro homem, foi o fim da minha trajetória com a Disney. ” “Eu considero minha adolescência como sendo desesperadamente infeliz”, disse Kirk na entrevista. “Eu sabia que era gay, mas não tinha como expressar meus sentimentos. Era muito difícil conhecer pessoas e, naquela época, não havia lugar para ir para se socializar. Foi só no início dos anos 1960 que comecei a ouvir falar de lugares onde os gays se reuniam. Aquele estilo de vida não era reconhecido e eu me sentia muito, muito sozinho. Oh, eu tive alguns encontros breves e muito apaixonados quando adolescente, eu tive alguns casos, mas eles sempre foram clandestinos, coisas do tipo beco sem saída. Éramos desesperados e miseráveis”, desabafou. “Quando eu tinha cerca de 17 ou 18 anos, finalmente admiti para mim mesmo que era isso mesmo, eu não iria mudar. Não sabia quais seriam as consequências, mas tinha a sensação definitiva de que isso destruiria minha carreira na Disney e talvez toda minha carreira de ator. Tudo iria acabar.” A carreira de Tommy Kirk começou de forma impactante em 1956, quando foi escalado, aos 15 anos de idade, como Joe Hardy na adaptação da Disney para os personagens dos livros de mistérios juvenis “Os Hardy Boys”. A trama seriada de “The Hardy Boys: The Mystery of the Applegate Treasure” era exibida como um segmento da versão clássica do “Clube do Mickey”, e seus episódios com tesouros enterrados, pistas misteriosas e esqueletos fizeram tanto sucesso que foram seguidos por uma 2ª temporada, “The Hardy Boys: The Mystery of the Ghost Farm”. A repercussão positiva animou o estúdio a escalar o jovem em seu primeiro longa-metragem. Com direção de Robert Stevenson, que ainda faria os blockbusters “Mary Poppins” e “Se Meu Fusca Falasse” nos anos 1960, “O Meu Melhor Companheiro” marcou a transformação do então adolescente de 16 anos em ícone da Disney. A história do menino que resgatava um vira-latas que parecia não prestar para nada, mas se torna inestimável para uma família no campo, foi uma das maiores bilheterias de cinema de 1957. A Disney tratou de juntar o menino com mais um cachorro em seu filme seguinte, “Felpudo, o Cão Feiticeiro” (1959), mas teve (ainda) mais sucesso com o terceiro lançamento, “A Cidadela dos Robinson”, aventura clássica dirigida por outro mestre, Ken Annakin. A história da família de náufragos que enfrentava piratas numa ilha deserta também marcou época por ser o primeiro filme com personagem queer da Disney, a menina Roberta (Janet Munro), que disfarçava sua identidade para passar por um menino. Kirk também apareceu em “O Fantástico Super-Homem” (1961) e “O Fabuloso Criador de Encrencas” (1963), em que Fred MacMurray deu vida ao professor aloprado Ned Brainard, um inventor atrapalhado que sempre criava problemas. Os dois filmes marcaram novas parcerias com o diretor Robert Stevenson, que em seguida escalou Kirk em seu primeiro papel de protagonista adolescente, “As Desventuras de Merlin Jones” (1964). Foi outro sucesso, que teve continuação em “O Maravilhoso Homem que Voou” (1965), último filme do ator na Disney. Os filmes de Merlin Jones fizeram esforço para estabelecer Annette Funicello como par romântico de Kirk. Os dois começaram a atuar juntos no musical infantil “Uma Aventura na Terra dos Brinquedos”, em 1961, e ao chegarem à puberdade chegaram a encenar cenas mais picantes em “Ele, Ela e o Pijama” (1964), o primeiro lançamento “adulto” do ator fora da Disney. Ao contrário do que Kirk imaginava, o rompimento com a Disney não foi o fim de sua carreira. Funicello o trouxe para a franquia da Turma da Praia. Depois de “Ele, Ela e o Pijama”, que tinha conexão distante com o universo dos surfistas pela participação da gangue dos motoqueiros liderada por Eric Von Zipper (o impagável Harvey Lembeck), Kirk permaneceu naquele universo para estrelar “Fantasma de Biquini” (1966), novamente com Lembeck, “O Mundos dos Biquínis” (1967), terror da Turma da Praia com Boris Karloff (o primeiro “Frankenstein”), e a aventura caiçara “Catalina Caper” (1967). O ator ainda estrelou filmes trash de sci-fi que acabaram se tornando cultuados, como “A Cidade dos Gigantes” (1965), ao lado dos então jovens Ron Howard e Beau Bridges, e “Mars Needs Women” (1968), com a eterna Batgirl Yvonne Craig. Ainda enfrentou o supervilão Dr. Goldfoot no terceiro filme do personagem vivido por Vincent Price, “The Wild Weird World of Dr. Goldfoot”, substituindo o astro da Turma da Praia Frankie Avalon no pastiche de 007, sem esquecer sua tentativa de ser veloz e furioso no filme de corridas “Rivais no Volante” (1967). De fato, boa parte da filmografia de Kirk nos anos 1960 poderia ser descrita, de uma forma ou outra, como cult movies. Mas nem todas as produções trash em que ele se meteu deram certo. Depois de um par de terrores muito, mas muito ruins, “Blood of Ghastly Horror” (1967) e “It’s Alive” (1969), ele finalmente empacou. Ele fez só dois longas na década de 1970 e, depois disso, só voltou aos cinemas em 1995 na comédia sci-fi “Altas Confusões”, remake satírico do clássico “A Mulher de 15 Metros” (1958). Após mais um punhado de terrores lançados direto em vídeo, o ator encerrou a carreira em 2001 com um filme de vampiro, “The Education of a Vampire” (2001). Em 2006, a Disney finalmente demostrou ter superado o preconceito para reconhecer a importância de Kirk para a História do estúdio. Ele e Tim Considine, os dois intérpretes dos irmãos Hardy na série dos anos 1950, foram saudados como Disney Legends, uma honra concedida a poucos artistas por suas contribuições extraordinárias para a The Walt Disney Company. Na cerimônia, Kirk desejou, para sua posteridade, “ser lembrado por meu trabalho na Disney, como ‘O Meu Melhor Companheiro’ e ‘A Cidadela dos Robinson'”. E contou como se sentiu orgulhoso no dia em que Walt Disney o apresentou para a famosa colunista de fofocas Hedda Hopper como seu amuleto da sorte. Tommy Kirk foi um dos maiores campeões de bilheteria da Disney, antes de ser descartado pelo estúdio por homofobia. “O Meu Melhor Companheiro” foi selecionado para preservação por inestimável importância histórica e cultural no Registro Nacional de Filmes dos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso em 2019.

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