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    Vídeo mostra bastidores de música inédita de Taylor Swift e Andrew Lloyd Webber para Cats

    25 de outubro de 2019 /

    A cantora Taylor Swift e o célebre compositor de musicais Andrew Lloyd Webber fizeram uma parceria inusitada para a criação de uma nova música. Ela fará parte da trilha da adaptação cinematográfica do musical “Cats”, espetáculo teatral originalmente musicado por Webber, e a Universal divulgou um vídeo dos bastidores das gravações. Veja abaixo. Curiosamente, a nova canção, intitulada “Beautiful Ghosts”, não será interpretada no filme por Taylor, mas pela bailarina Francesca Hayward. Mas a popstar, que interpreta a gata Bombalurina na tela, também gravou uma versão da faixa, que será reproduzida durante os créditos finais do filme. “Na primeira vez que li o roteiro, a primeira coisa que eu disse foi: ‘Precisamos ter uma música para Victoria'”, diz Lloyd Webber no vídeo, acrescentando que a nova canção foi incrivelmente importante e parte central do filme. “Cats” conta com um elenco de estrelas, incluindo Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”), Ian McKellen (“O Hobbit”), Idris Elba (“A Torre Negra”), Judi Dench (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Ray Winstone (“O Franco-Atirador”) e o cantor Jason Derulo em seu primeiro filme, além de diversos dançarinos de diferentes estilos – de hip-hop a balé. A protagonista Francesca Hayward é, por sinal, a prima ballerina do Royal Ballet, de Londres, que também faz sua estreia como atriz de cinema. Composto por Andrew Lloyd Webber a partir da coleção de poemas escritas por T.S. Eliot, “Cats” conta a história dos gatos jellicle (palavra que só eles sabem o seu significado), que se reúnem uma vez ao ano para decidir quem deve ir para um lugar melhor. O espetáculo estreou no West End londrino em 1981 e teve longa temporada de sucesso na Broadway, entre 1987 e 2006. Já a versão de cinema, dirigida por Tom Hooper (de “Os Miseráveis”, outro filme baseado em musical de sucesso), vai chegar às telas em 26 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Jane Fonda é presa pela terceira vez, agora com Ted Danson

    25 de outubro de 2019 /

    A atriz Jane Fonda (“Grace & Frankie”) foi presa pela terceira semana consecutiva ao protestar contra as mudanças climáticas na frente do Capitólio dos Estados Unidos. Desta vez, ela estava acompanhada em seu grupo pelo ator Ted Danson (de “The Good Place”). Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o ator sendo algemado e levado pelas autoridades. Veja abaixo. Os atores estavam protestando com o grupo Oil Change International, exigindo mudanças nas políticas norte-americanas de preservação do meio-ambiente. Fonda prometeu comparecer todas as sextas-feiras ao Capitólio até que atitudes sejam tomadas pelo governo. He did it, folks. Ted Danson arrested by the capitol police. pic.twitter.com/tD7lvzgpjF — Hannah Jewell (@hcjewell) October 25, 2019

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Stephen Amell grava vídeo para comemorar final da superprodução

    25 de outubro de 2019 /

    O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde em “Arrow”, gravou um vídeo para marcar o encerramento de sua participação nas filmagens de “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover deste ano das séries do Arrowverso. Nele, agradece e também se despede de seus colegas de elenco, já que a série “Arrow” vai acabar logo após o crossover, e deixa um recado para os fãs sobre as gravações: “Acho que é provavelmente uma das coisas mais legais sobre quadrinhos já produzidas para a TV. Isso deixa meu coração feliz”. Além dele, a atriz Caity Lotz, que vive Sara Lance/Canário Branco em “Legends of Tomorrow”, também postou uma homenagem à última vez em que atuou com o colega. Confira abaixo. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Além das séries do Arrowverso, a trama também fará crossovers com séries clássicas da DC Comics, como “Batman” de 1966 e “Smallville”. Ainda não há previsão para a exibição de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stephen Amell (@stephenamell) em 22 de Out, 2019 às 10:15 PDT Ver essa foto no Instagram Today is the last day of filming for the 5 show crossover, and this might have been the last scene @stephenamell and I do together. I look really happy here but it’s bitter sweet. Going to miss #arrow but luckily we still have #legendsoftomorrow #theflash #supergirl and #batwoman Uma publicação compartilhada por CAITY LOTZ (@caitylotz) em 24 de Out, 2019 às 10:36 PDT

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  • Série

    Modern Love: Série romântica da Amazon é renovada para sua 2ª temporada

    25 de outubro de 2019 /

    O Amazon Prime Video anunciou a encomenda de uma 2ª temporada da série de “Modern Love”. Além da renovação, o estúdio Amazon firmou um contrato para desenvolvimento de novas produções com o cineasta John Carney (“Sing Street”), escritor, diretor e produtor executivo da atração. A série, que estreou globalmente no Prime Video em 18 de outubro, é uma antologia de histórias românticas que chama atenção por seu elenco hollywoodiano, encabeçado por Anne Hathaway (“Interestelar”). O projeto de “Modern Love” é baseado na famosa coluna homônima do jornal The New York Times, que trata de casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento é bem diverso, sem personagens fixos. Cada capítulo conta uma história romântica diferente inspirada por situação real, interpretada por astros de Hollywood num elenco rotativo. Outros atores do superelenco da 1ª temporada são Tina Fey (“30 Rock”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). “Desde sua estreia, na semana passada, a reação dos espectadores à série ‘Modern Love’ tem sido incrível. É um programa com muita emoção e calor – todos os episódios tocam o coração de uma maneira diferente”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios, em comunicado. “Estamos animados por poderemos levar aos nossos espectadores globais do Prime Video ainda mais das belas histórias de romance, amizade e família de ‘Modern Love'”. “Ter a aprovação para prosseguir com ‘Modern Love’ é uma grande oportunidade para continuarmos contando histórias de amor, enquanto abrimos a série para novas cidades e mundos. As possibilidades são realmente infinitas”, completou Carney. Veja abaixo o trailer original da série.

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    The Aeronauts ganha mais um trailer de tirar o fôlego

    25 de outubro de 2019 /

    A Amazon divulgou novos pôsteres e trailer de “The Aeronauts”, aventura de época que volta a juntar os atores Eddie Redmayne e Felicity Jones após a parceria bem-sucedida de “A Teoria de Tudo” (2014). A prévia é de tirar o fôlego, tanto pela fotografia belíssima, a interpretação (de Jones, em particular) e as cenas de tensão sobre os céus da Inglaterra vitoriana. Baseada em fatos reais, a produção inglesa conta a história de um casal que desafiou a gravidade no século 19, em voo pioneiro num balão movido a ar quente. Redmayne vive o cientista James Glaisher, que queria provar a plausibilidade de uma nova ciência, a meteorologia, em sua capacidade de prever mudanças climáticas, e Jones interpreta a piloto Amelia Wren, que desafiou o machismo vitoriano para se tornar a única pessoa capaz de conduzir Glaisher em sua missão, e ir mais alto que nenhum homem jamais tinha ido num balão. Além da reconstituição de época, a trama explora o clima de aventura e toda a tensão da viagem de balão, que encontra beleza nas alturas, mas também a fúria de tempestades, mostrando a fragilidade do empreendimento voador. O roteiro foi escrito por Jack Thorne (“Extraordinário”) e a direção é de Tom Harper (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”). O longa teve première no Festival de Toronto, onde foi elogiadíssimo, conquistando 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e muitas recomendações para que o público vá assisti-lo nos cinemas – de preferência, em telas IMAX. Apesar disso, enfrenta boicote das grandes redes de cinema, porque, após lançamento limitado em novembro no Reino Unido e dezembro nos EUA, será disponibilizado rapidamente na plataforma da Amazon. Por sinal, “The Aeronauts” não deve passar nos cinemas brasileiros, chegando aqui diretamente em streaming.

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  • Filme

    Lizzie McGuire: Revival da série clássica da Disney confirma volta do elenco original

    24 de outubro de 2019 /

    A Disney confirmou o retorno de toda a família de Lizzie McGuire na produção que vai reviver a série clássica de seu canal. Os atores Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltarão a viver os parentes da personagem de Hilary Duff no revival em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Hilary divulgou uma foto do reencontro em seu Instagram para marcar a ocasião – já revelando o set de gravações. Veja abaixo. A nova atração vai continuar as histórias da personagem-título, que tinha 14 anos quando a série foi lançada no Disney Channel em 2001, e voltará às telas com mais de 30 anos de idade. A criadora da produção original, Terri Minsky, está à frente do projeto, que mostrará Lizzie morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras da garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação vai manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sinceros” sobre as situações da protagonista adulta. ‘Estamos incrivelmente animados em trazer de volta uma das séries mais populares do Disney Channel em todos os tempos, além de alguns rostos amados e familiares”, disse Ricky Strauss, presidente de conteúdo e marketing da Disney+ (Disney Plus) em comunicado. “Com [a criadora da série original] Terri Minsky no comando e Hilary, Hallie, Robert e Jake de volta depois de todos esses anos, é uma honra receber a família McGuire na família Disney+ (Disney Plus)”. “Assim como não há Lizzie McGuire sem Hilary Duff, não há família McGuire sem Hallie, Robert e Jake”, acrescentou Gary Marsh, presidente e diretor de criação da Disney Channels Worldwide. “A série original ocupa um lugar especial no coração de muitos, e mal podemos esperar para apresentar aos fãs, antigos e novos, uma Lizzie mais velha, mais sábia e ainda perfeitamente imperfeita.” Ainda não há informações sobre quais outros ex-membros do elenco, incluindo os melhores amigos Gordo (Adam Lamberg) e/ ou Miranda (LaLaine), podem aparecer no revival, mas se esse anúncio de elenco for uma indicação, a Disney+ (Disney Plus) está fazendo o possível para dar fãs tudo (e todos) que eles querem. O revival ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram ? we are standing in what will soon be the McGuire living room. What’s up fam. We doin this #lizziemcguire #disneyplus Uma publicação compartilhada por Hilary Duff (@hilaryduff) em 24 de Out, 2019 às 2:18 PDT

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  • Série

    Evil: Nova série do astro de Luke Cage é renovada para sua 2ª temporada

    24 de outubro de 2019 /

    A rede CBS renovou “Evil”, série de terror estrelada por Mike Colter (o “Luke Cage”), para sua 2ª temporada. Trata-se da primeira renovação de uma produção live-action lançada na fall season americana, após a encomenda da 2ª temporada da animação “Bless the Hearts”. A renovação foi anunciada após a exibição de quatro episódios da série, que vem mantendo média de 4 milhões de telespectadores ao vivo e 0,6 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Detalhe: o quarto capítulo registrou aumento no índice, com 0,7 de audiência qualificada. “Essa nova série fantástica atraiu uma base apaixonada de telespectadores e classificações consistentes, ao mesmo tempo em que conta histórias divertidas, inclusivas e relevantes a cada semana”, disse Kelly Kahl, presidente de entretenimento da CBS, em comunicado. “Ela começou bem e ainda está sendo descoberta nas muitas opções de reproduções disponíveis hoje em dia para nossos telespectadores”. Apesar da renovação, a 1ª temporada consistirá apenas dos 13 episódios inicialmente encomendados, sem os chamados “back nine” (os nove episódios que elevam o total para 22 episódios, praxe da TV aberta). No mesmo anúncio, o canal revelou ter encomendado capítulos extras para “Carol’s Second Act”, “All Rise”, “Bob Hearts Abishola” e “The Unicorn”, aumentando suas temporadas inaugurais sem renová-las. “Evil” é uma criação do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”. A trama acompanha um funcionário da Igreja Católica, encarregado de investigar casos de possessões, que pede ajuda a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter vive o homem da Igreja e a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga. O elenco também destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como assistente do personagem de Colter. Além deles, a produção traz Michael Emerson (“Person of Interest”) no papel de Townsend, especialista da defesa em um caso de assassinato em massa que pode ser um agente do Mal. Outros coadjuvantes incluem a adolescente Brooklyn Shuck (“Rise”) e a menina Skylar Gray (“Married”). A exibição da série no Brasil está programada para a plataforma Globoplay. Veja o trailer da atração abaixo.

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  • Série

    Manto e Adaga é cancelada e aumenta crise da Marvel Television

    24 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano Freeform cancelou “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger) após duas temporadas. Os últimos episódios foram exibidos em maio deste ano, mas os dois heróis do título ainda vão aparecer pela última vez num crossover inédito com a série “Fugitivos” (Runaways), que retorna em dezembro para sua 3ª temporada na plataforma Hulu. “Estamos muito orgulhosos de ‘Manto e Adaga’ e das histórias pioneiras contadas nesta série”, afirmou a Freeform em comunicado. “Também somos gratos aos atores Oliva Holt e Aubrey Joseph por dar vida a esses personagens amados, e ao showrunner Joe Pokaski por sua visão. Gostaríamos de agradecer aos nossos parceiros da Marvel Television por duas maravilhosas temporadas e esperamos poder encontrar outro projeto juntos”, completa o texto. O cancelamento é praticamente a pá de cal na administração atual da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que estão sendo absorvidos numa nova estrutura sob o guarda-chuvas da Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel foi anunciada na semana passada. A informação sobre o fim de “Manto e Adaga”, por sinal, já devia ser conhecida pelos executivos da Disney na época – a Freeform é um canal do mesmo grupo de mídia. E pode ter contribuído para a decisão de mudar tudo. Por conta disso, há fortes boatos de que Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, vai sair da empresa em novembro. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix, que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, atualmente a Marvel Television tem apenas duas atrações no ar. E uma delas, “Agents of SHIELD”, vai acabar em 2020. A outra é “Fugitivos”. O estúdio ainda desenvolvia “Novos Guerreiros” e “Motoqueiro Fantasma”, que foram canceladas em fase de pré-produção, aumentando a crise na empresa. Entre projetos futuros, há apenas animações e “Helstrom”, uma série sobre o “Filho de Satã”, para a Hulu. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel. As séries anunciadas para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já estavam sendo produzidas por Kevin Feige. Agora, ele assumirá oficialmente o comando de todas as séries, coordenando as divisões da Marvel Television e Marvel Family Entertainment (responsável pelos desenhos da empresa). A transferência dessas duas divisões para a Marvel Studios representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado, ao lado de Loeb, como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis da Marvel. A Marvel Studios já era uma unidade independente da Marvel Entertainment, organizada sob a Walt Disney Studios desde que Feige ameaçou se demitir, caso Perlmutter prevalesse em sua vontade de impedir a produção dos filmes de “Pantera Negra” e “Capitão Marvel”. O sucesso desses filmes, feitos contra a vontade da Marvel Entertainment, fortaleceu Feige na Disney e diminuiu a influência de Perlmutter nas adaptações de quadrinhos. Agora, esse distanciamento se estabelece também na televisão.

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    Cineastas Vingadores: Coppola, Amodóvar e Meirelles se juntam a Scorsese contra os super-heróis

    24 de outubro de 2019 /

    Os cineastas tradicionais abriram guerra contra os filmes de super-heróis. A deixa de Martin Scorsese (“Os Bons Companheiros”), que disse que os filmes da Marvel “não são cinema”, mas parques temáticos, foi repercutida por Francis Ford Coppola, ironicamente criador de uma franquia temática (“O Poderoso Chefão”), comentada por Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”) e reforçada por Pedro Almodóvar (“Dor e Glória”). Meirelles foi o mais honesto, ao dizer que não se interessa pelo gênero porque lhe dá sono. “Eu sei que eles são grandes, mas eu não os assisto”, disse o diretor brasileiro à revista The Hollywood Reporter. “Quero dizer, eu gosto da técnica, às vezes assisto fragmentos e trailers e todo o VFX (efeitos visuais) e a produção são realmente espetaculares, há pessoas de primeira classe envolvidas. Mas não consigo me envolver com a história, fico com sono. Às vezes eu assisto no cinema e depois de meia hora estou com sono. São muito opressivos. Não me interessam em nada”, afirmou. Já Coppola extrapolou, num discurso durante o recebimento do prêmio Lumière, na França, chamando as produções de “desprezíveis”. “Quando Martin Scorsese diz que os filmes da Marvel não são cinema, ele está certo, pois esperamos aprender algo do cinema, esperamos ganhar alguma coisa, alguma clareza, algum conhecimento, alguma inspiração. Eu não sei se alguém ganha alguma coisa de ver o mesmo filme de novo e de novo. Martin pegou leve ao dizer que os filmes da Marvel não são cinema, pois eu os acho desprezíveis”, comentou. Por fim, Almodóvar chamou os filmes da Marvel de assexuados, dizendo que os heróis parecem “castrados” por não se relacionarem intimamente no decorrer das histórias. “Aqui nos Estados Unidos, talvez exista uma autocensura que não permite que os roteiristas escrevam sobre outros tipos de histórias. Existem muitos, muitos filmes sobre super-heróis. E a sexualidade não existe para super-heróis. Eles são castrados”, afirmou o cineasta espanhol. A afirmação parece sugerir que todos os filmes deveriam ter sexo – algo meio europeu e meio bobo. Mas a verdade é que “Deadpool”, um filme de super-herói, e sua continuação “Deadpool 2” têm várias cenas de sexo do herói com sua namorada. O problema desses cineastas com os filmes de super-heróis, porém, é outro. “Pantera Negra”, por exemplo, não só foi considerado cinema como o oposto de desprezível para a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, tornando-se o primeiro lançamento do gênero indicado ao Oscar de Melhor Filme neste ano. Isso representa uma ameaça. Com a Academia abraçando os filmes de super-heróis, os diretores tradicionalmente acostumados com a adulação de seus pares veem diminuir sua condição de eternos favoritos a prêmios em seu próprio quintal. Não apenas isso. “Coringa” venceu o Festival de Veneza, reduto tradicional do cinema de arte. E agora os cineastas veteranos encaram a possibilidade concreta de a adaptação de quadrinhos de Todd Phillips disputar o Oscar 2020 como favorito contra, vejam só, os novos filmes de Scorsese e Almodóvar. A tática, portanto, é desqualificar o gênero como um todo para desacreditar o rival.

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    Stephen King decide transformar sua casa em retiro para escritores

    24 de outubro de 2019 /

    O escritor Stephen King decidiu transformar sua casa em Bangor, no Maine (EUA), em um retiro para escritores e pesquisadores. King e sua mulher, Tabitha, receberam a aprovação do município para transformar sua área residencial em uma organização sem fins lucrativos, permitindo visitas a arquivos sobre seu trabalho enquanto a casa ao lado será convertida em uma “pensão”. “Estamos no começo do planejamento do retiro dos escritores, fornecendo moradia para até cinco escritores na residência por vez. A mudança de zoneamento foi o primeiro passo. Mas ainda estamos a um ou dois anos de distância de um retiro operacional”, contou King em sua página no Facebook. “Os arquivos anteriormente mantidos na Universidade do Maine estarão acessíveis apenas a visitas restritas mediante agendamento. Não haverá museu e nada será aberto ao público, mas os arquivos estarão disponíveis para professores e pesquisadores”. A localização da residência de King não é segredo, com fãs sempre tirando fotos em frente aos portões de casa. Agora, ele quer que os fãs mais sérios, que também aspiram virar escritores ou estudar sua obra mais a fundo, sejam bem-vindos para fazer isso a seu lado. Desde que, claro, não se revelem Annie Wilkes enrustidas – a personagem obcecada pelo escritor de “Louca Obsessão”, que atualmente está sendo vivida por Lizzy Caplan na 2ª temporada de “Castle Rock”. Além de morar na cidade há várias décadas, King baseou seus livros na região, criando cidades fictícias do Maine para contar histórias que poderiam ter acontecido no seu vizinho ou no seu próprio porão. “A família King foi maravilhosa para a cidade de Bangor ao longo do tempo e doou literalmente milhões de dólares para várias causas na comunidade”, compartilhou o vereador Ben Sprague em comunicado. “Preservar seu legado aqui em Bangor é importante para esta comunidade.”

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    Patty Jenkins confirma que Pedro Pascal vai viver Maxwell Lord em Mulher-Maravilha 1984

    24 de outubro de 2019 /

    A cineasta Patty Jenkins revelou oficialmente o papel de Pedro Pascal (“Narcos”) em “Mulher-Maravilha 1984”. Apesar de apontado como vilão do filme, o personagem estava sendo mantido em relativo segredo. Mas diversos blogs geeks já tinham matado a charada. Jenkins confirmou, em post no Twitter, que o ator chileno irá interpretar Maxwell “Max” Lord. Veja abaixo A interpretação do personagem por Pascal era especulada pelos fãs desde que a primeira imagem dele no filme foi divulgada pela diretora, em julho de 2018. Maxwell Lord é um magnata das comunicações criado em 1987 por Keith Giffen, J. M. DeMatteis e Kevin Maguire na divertida fase da “Liga da Justiça” do final dos anos 1980. O personagem surgiu como um milionário bem-intencionado, responsável por recrutar uma nova – e inepta – Liga da Justiça logo após o reboot de “Crise nas Infinitas Terras”. A ideia não era original, tendo em vista o precedente do hoje obscuro Loren Jupiter e os Titãs em 1970. Assim, a história sofreu reviravolta, revelando que, na verdade, Lord era um meta-humano com a capacidade mental de influenciar as pessoas e não tinha nada de bem-intencionado. Ao descobrir sua conspiração, a Mulher-Maravilha acabou sendo responsável por sua morte nos quadrinhos, em 2005, durante o arco do “Projeto OMAC”. Morte nos quadrinhos? Claro que não: ele já melhorou de “saúde” numa das crises dos infinitos reboots da DC. O personagem também já teve uma versão em carne e osso, vivida por Peter Facinelli na 1ª temporada de “Supergirl”. Este Maxwell Lord era dono de uma empresa tecnológica e acabou “esquecido” quando a série se mudou da rede CBS para a CW, simplesmente sumindo da trama sem maiores explicações, após ser estabelecido como grande antagonista da heroína. Poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” foram revelados até o momento, além do fato de a trama se passar em 1984, trazer de volta Gal Gadot como a heroína, Chris Pine como Steve Trevor e incluir a atriz Kristen Wiig como a vilã Mulher-Leopardo. A estreia está marcada apenas para junho de 2020, mas Patty Jenkins e Gal Gadot virão divulgar o filme na Comic Con Experience (CCXP). Elas foram confirmadas pela organização do evento, que vai acontecer em dezembro em São Paulo. Well hello… Max. #WW1984 pic.twitter.com/BgWsjyJixw — Patty Jenkins (@PattyJenks) October 24, 2019 Can't…Stop… Watching… @PedroPascal1 !!! #WW84 pic.twitter.com/6s7YdkGQNL — Patty Jenkins (@PattyJenks) July 30, 2018

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  • Filme

    Clássico infantil Abacadabra vai ganhar sequência na Disney+ (Disney Plus)

    24 de outubro de 2019 /

    O clássico de fantasia “Abracadabra” (Hocus Pocus), lançado em 1993 pela Disney, vai ganhar sua esperada sequência. Mas não nos cinemas. Um roteiro da produção foi encomendado pela plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A produtora-roteirista Jen D’Angelo (das séries “Workaholics” e “Happy Together”) vai escrever o longa, que tem a missão de voltar a reunir o elenco original. O filme de 1993 foi protagonizada por Bette Midler (“Quando Me Apaixono”), Sarah Jessica Parker (“Sex and the City”) e Kathy Najimy (“Ela Dança, Eu Danço 3”), sob direção de Kenny Ortega (“Os Descendentes”), e se tornou um grande sucesso infantil da Disney. Uma curiosidade é que há anos as estrelas fazem campanha para a Disney produzir uma continuação. As atrizes viviam três bruxas do século 17, que chegam ao presente após seus espíritos serem invocados no Halloween. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir sua juventude e imortalidade. Porém, três crianças e um gato falante atrapalham seus planos. A encomenda da continuação provavelmente sepultou os planos de um remake, que estava sendo escrito por Scarlett Lacey (roteirista da série “The Royals”) para o Disney Channel. Ainda não há previsão de lançamento para a sequência.

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  • Série

    CW encomenda piloto de série derivada de The 100

    24 de outubro de 2019 /

    A série “The 100” vai acabar na próxima temporada, mas deve ganhar um spin-off. A rede americana The CW encomendou um “backdoor pilot” para ser plantado na reta final da atração. O jargão se refere a um piloto que funciona como episódio normal, mas serve para introduzir personagens e tramas visando desenvolvimento de série derivada. O piloto plantado será um episódio de flashback, que vai mostrar como o mundo encarou o apocalipse nuclear que dizimou a maior parte da população da Terra e como os sobreviventes tentaram criar uma nova civilização. Caso vire série, a trama vai se passar 97 anos antes da história de “The 100” e, portanto, não deve aproveitar os integrantes do elenco original. Criador de “The 100”, Jason Rothenberg será roteirista e produtor executivo do piloto – e provável série. Ao contrário de “The 100”, que tem como base os livros de ficção científica de Kass Morgan, o spin-off será uma história completamente original. A 7ª e última temporada de “The 100” será exibida em 2020, em data ainda não confirmada.

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