Continuação de Animais Fantásticos ganha mais de 20 fotos
A Warner divulgou 21 fotos de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, segundo prólogo das aventuras de “Harry Potter”. As imagens registram diversos personagens vistos no primeiro filme, “Animais Fantásticos e Onde Vivem”, mas também destaca a versão mais jovem do professor Alvo Dumbledore, interpretada por Jude Law, que vai fazer sua estreia na continuação. Mas ele não será o único personagem conhecido que ganhará versão rejuvenescida. Uma das imagens o mostra ao lado do ator Joshua Shea (da série “The Royals”) encarnando uma versão adolescente de Newt Scamander, herói de “Animais Fantásticos” interpretado por Eddie Redmayne na versão adulta. A foto sugere um flashback que deve revelar porque o magizoologista foi expulso de Hogwarts. O primeiro filme mencionou que Dumbledore foi o único a defender Newt após “um incidente com uma criatura mágica”. “Os Crimes de Grindelwald” é o segundo de planejados cinco filmes da saga “Animais Fantásticos”, todos escritos por J.K. Rowling, a criadora do universo “Harry Potter”. David Yates, que dirige todos os filmes da saga desde “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007), também retorna à sua função. A estreia está marcada para 15 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Série Rick and Morty vai lançar disco de sua trilha sonora
O Adult Swim, bloco adulto do canal pago Cartoon Network, anunciou o lançamento de um disco com a trilha sonora da série animada “Rick and Morty”. Em parceria com a gravadora Sub Pop, o disco deve sair em 28 de setembro e, segundo informação do site NME, além de versão digital, também será lançada em vinil, CD e até em fita cassete como álbum duplo. Com 26 faixas no total, o disco terá composições de Ryan Elder, que cria os temas incidentais da série, e algumas músicas de bandas veteranas da cena indie, como Mazzy Star, Belly, Blonde Redhead e Chaos Chaos, além de músicas inéditas de clipping. e Chad VanGaalen – obviamente contratados da Sup Pop. O projeto segue os planos de lançamento do primeiro festival de rock do canal pago Adult Swim, que vai misturar música e animação em Los Angeles durante o mês de outubro. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, e já tem impacto na cultura pop, após inspirar um clipe da dupla de rap Run the Jewels. Confira abaixo a tracklist completa do álbum. 1. Rick and Morty Theme Song 2. Jerry’s Rick 3. The Small Intestine Song 4. The Flu Hatin’ Rap 5. African Dream Pop 6. Mazzy Star – “Look on Down From the Bridge” 7. The Rick Dance 8. Goodbye Moonmen 9. Summer and Tinkles 10. Chaos Chaos – “Do You Feel It” 11. Unity Says Goodbye 12. Get Schwifty (C-131) 13. Raised Up (C-131) 14. clipping. – “Stab Him in the Throat” 15. Help Me I’m Gonna Die 16. Let Me Out 17. Chaos Chaos – “Memories” 18. Chad VanGaalen – “Stuttering Light” 19. Alien Jazz Rap 20. Blonde Redhead – “For the Damaged Coda” 21. Fathers and Daughters 22. Belly – “Seal My Fate” 23. Chaos Chaos – “Terryfold” 24. Tales From the Citadel 25. Rick and Morty Score Medley 26. Human Music
Glass: Samuel L. Jackson, Bruce Wills e James McAvoy se encontram nas fotos da sequência de Fragmentado
A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos de “Glass”, crossover de “Fragmentado” (2016) com o clássico “Corpo Fechado” (2000), com os três astros principais dos dois filmes, James McAvoy, Samuel L. Jackson e Bruce Willis. Uma das fotos reúne o trio e é reminiscente do primeiro pôster divulgado. Eles parecem estar num hospício, diante de uma psiquiatra vivida por Sarah Paulson (da série “American Horror Story”). Para completar, uma foto de bastidores também registra o diretor M. Night Shyamalan. Além deles, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard (ambos de “Corpo Fechado”) também retornam. O lançamento está marcado para 17 janeiro no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
Joaquin Phoenix diz que é “assustador” interpretar o Coringa no cinema
Após ser confirmado como intérprete do Coringa no primeiro filme solo do personagem, o ator Joaquin Phoenix finalmente abordou o projeto numa entrevista. Falando ao site Collider, ele confessou que o papel assusta, principalmente por causa do mundo criado pelo diretor Todd Phillips para a origem do personagem. “Parece único, é um mundo próprio de certa forma, e isso, de certa maneira, me assusta pra cara*ho. Talvez seja algo que vá assustar o público também”, disse. Curiosamente, o que teria motivado o ator a participar do filme foi a oportunidade de trabalhar com o diretor Todd Phillips, mentor do projeto, que só fez comédias de tom besteirol em toda a carreira, como a trilogia “Se Beber Não Case”. Phillips também assina o roteiro em parceria com Scott Silver (“O Vencedor”). A história será situada nos anos 1980 e o filme se aproximará mais de um suspense do que um filme de super-herói. “Eu não diria que se trata de um filme de super-herói ou um filme de estúdio. Me parece único e acredito que, mais importante do que tudo, Todd está dando tudo para este projeto”, acrescentou o ator. Phoenix ainda contou que teve uma ideia semelhante ao que a Warner pretende realizar há alguns anos. Na época, ele considerava pouco provável que um projeto assim pudesse ser focado no Coringa. “Há três ou quatro anos, liguei para o meu agente e disse ‘por que eles não pegam um desses personagens e fazem um filme de baixo orçamento sobre ele, um estudo de personagem? Por que não pegam um dos vilões?’. E pensei ‘não dá para ser o Coringa, porque já foi feito’. Então, estava tentando pensar em outros personagens e ele disse ‘vou marcar uma reunião geral com a Warner Bros’. Respondi que não iria. Então, esqueci completamente sobre isso e, então, ouvi essa ideia. Fiquei pensando: ‘isso é tão emocionante, esse é o tipo de experiência que queria ter em um filme com um personagem dos quadrinhos’. Senti que poderia render algo interessante nas telas.” As filmagens vão começar em setembro, mas o filme ainda não tem título ou previsão de estreia.
Caio Blat filma pela primeira vez com o filho mais velho
O ator Caio Blat vai contracenar pela primeira vez com seu filho mais velho, Antonio, de 15 anos, no cinema. O ator compartilhou bastidores da produção de título longo e acadêmico, “Paulo de Tarso e a História do Cristianismo Primitivo Segundo o Espiritismo”. Nelas, os dois aparecem juntos e caracterizados para dar vida a personagens no docudrama espírita. O filme marcará a estreia do adolescente na atuação. O projeto é realmente de família, já que a atriz Ana Ariel, ex-mulher de Caio e mãe de Antonio, também participa das filmagens. Ana e Caio foram casados por três anos, entre 2001 e 2004. Após a separação, o ator teve pouco contato com o filho, com quem voltou a falar em março deste ano. Na ocasião, Blat publicou uma foto ao lado de Antonio e escreveu nas redes sociais: “Um cara muito especial tá de volta na minha vida, para minha maior alegria! E acaba de completar 15 anos! Parabéns, Antonio, filhote e amigo. Deus te proteja sempre!” “Paulo de Tarso e a História do Cristianismo Primitivo Segundo o Espiritismo” tem estreia prevista para o segundo semestre.
Big Bang Theory consegue uma indicação ao Emmy 2018 após o anúncio oficial
A série “Big Bang Theory” conseguiu uma inclusão de última hora na disputa do Emmy 2018. Foi, tipo, Bazinga! A Academia da Televisão confirmou que o episódio “The Bow Tie Simmetry”, que mostra o casamento de Sheldon e Amy, vai disputar a categoria Melhor Direção em Série de Comédia. Mark Cendrowski assina a direção do episódio, que encerrou a 11ª temporada da série nos Estados Unidos, em 10 de maio. Assim, a categoria terá uma indicação a mais – sete – em relação às demais. A inclusão foi consequência de uma sondagem da revista The Hollywood Reporter, que questionou o desrespeito a uma nova regra para indicações, adotada pela Academia de Televisão desde o ano passado. Na categoria de Melhor Direção, pelo menos um dos episódios indicados tem de ser gravado em “multicamera”, método utilizado para captação de imagens em estúdio, diante de uma plateia, o caso de “Big Bang Theory”. São usadas muitas câmeras para captar as cenas de vários ângulos e não ser preciso repeti-las para pegar detalhes específicos, porque isso prejudicaria a reação da plateia – as gargalhadas que se ouvem ao fundo. Entretanto, todos os concorrentes originalmente indicados foram gravados em “single-camera”. Ou seja, com uma câmera, o que identifica produções rodadas longe de platéia, onde os diretores podem parar cenas e repeti-las para mudar ângulos, pegar closes, etc. Por isso, “Big Bang Theory” foi incluída. Mark Cendrowki concorrerá com Donald Glover por “Atlanta”, Hiro Murai também de “Atlanta”, Bill Hader por “Barry”, Jesse Peretz por “GLOW”, Mike Judge por “Sillicon Valley” e Amy Sherman-Palladino por “The Marvelous Mrs. Maisel”. “Big Bang Theory” é a única sitcom convencional da lista. E no fundo é isto o que significa esta diferenciação de multicam e single-cam, termos que faziam sentido quando quase todas as comédias eram gravadas diante de plateias. Hoje, há cada vez menos produções assim na televisão.
Nova animação de O Grinch ganha trailer com dublagem nacional de Lázaro Ramos
A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer de “O Grinch”, animação sobre a criatura que odeia o Natal. E voz nacional do protagonista tem sotaque baiano. O personagem, que conta com dublagem original de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou entonação de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, mas também um pouco do azar do Coiote (de “Papa-Léguas”), conforme o Grinch se mostra a maior vítima de seus próprios planos. A nova versão foi escrita, claro, pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, em sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo mostra momento do acidente de scooter de George Clooney
Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento do acidente de scooter de George Clooney na ilha da Sardenha, na Itália. O vídeo, divulgado pelo jornal italiano Corriere della Sera, mostra o ator colidindo de frente com uma caminhonete que para na contra-mão. Ele é jogado para cima e acaba caindo no chão, bem longe de seu veículo. Clooney, de 57 anos, havia acabado de deixar seu hotel em sua scooter para ir ao set de gravações da minissérie “Catch 22”. Especula-se que o ator estivesse dirigindo a uma velocidade de 95 Km/h no instante do choque. Ele chegou a ser internado em um hospital local, mas já teve alta. “Segundo a polícia, às 8h da manhã, George Clooney estava andando em sua scooter na rodovia em direção à Olbia. O carro não respeitou a faixa e bateu nele. O motorista do carro chamou uma ambulância. A ressonância deu negativa e ele não teve lesões sérias”, informou a NBC News. Além de atuar, Clooney produz e estrela “Catch-22”, adaptação do famoso romance “Ardil-22” (1961) de Joseph Heller, que acompanha alguns pilotos americanos na ilha de Pianosa (Itália) durante a 2ª Guerra Mundial. Já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols, a nova versão do clássico pacifista foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). O elenco também inclui Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista.
Jojo Todynho reúne de Thammy Miranda a Rita Cadillac em novo clipe
A artista antigamente conhecida como Jojo Todynho lançou um novo clipe e uma nova frase para seu arsenal de bordões. Depois do fenômeno “Que Tiro Foi Esse”, ela emplacou “Arrasou Viado” entre os vídeos mais vistos do YouTube nacional. Um detalhe curioso é que produção foi disponibilizada sob o nome de uma nova artista, que é a mesma, com outro nome: Jojo Maronttinni. A música é uma composição de Anitta – em parceria com o DJ Batata, que fez “Que Tiro Foi Esse”. E repete o refrão até furar os tímpanos dos ouvintes. Já o clipe dirigido e produzido por Augusto Wyss (WYSSBRAZIL) lembra um comercial de programa de auditório, em que várias celebridades da sopa de letrinhas (LGBTQI+) se alternam no cenário com plateia, rebolando como se estivessem no Chacrinha. Com direito a ex-Chacrete na lista de convidados. Entre as caras e bocas estão Thammy Miranda, David Brazil, Carol Marra, Narcisa Tamborindeguy, Leo Áquila e Rita Cadillac. E há também membros da ONG “Mães pela Diversidade”, entre placas com palavras de ordem LGBTQIA+. “Todo mundo sabe do meu carinho e respeito pelo movimento LGBT. ‘Arrasou Viado’ é uma expressão que a gente fala no dia a dia, positiva, pra cima, otimista e o que a gente precisa agora é acreditar no amor, na felicidade e buscar o respeito pelo próximo, a tolerância”, ela explicou durante a divulgação da faixa. Sobre a patrulha das recalcadas, que quer monopolizar os “viados” da música pop e já tentou colocar Nego do Borel no paredão por um vídeo de proposta similar, a funkeira diz não se preocupar. “Eu não sou do tipo que liga pra nenhum tipo de critica, e muito menos as maldosas! Eu sou ligada em gente do bem, em energia positiva, no lado bom da vida. Eu curto bons conselhos, de quem me ama e me quer bem. O resto… o nome já diz, é resto!”, disparou.
Cineasta australiana vai dirigir o filme da Viúva Negra
A Marvel definiu a diretora do filme solo da Viúva Negra. A revista The Hollywood Reporter apurou – e vários sites confirmaram – que a escolhida foi Cate Shortland, cineasta australiana responsável pelos premiados “Somersault” (2004), “Lore” (2012) e “A Síndrome de Berlin” (2017). Ela estava na lista de favoritas que vinham sendo mencionadas pela imprensa, mas o THR afirma que Kevin Feige chegou a considerar 70 cineastas para o cargo. Contratar uma cineasta feminina era prioridade, mas num determinado momento o estúdio chegou a listar diretores masculinos. Shortland é tão indie que nem tem representação de agência. Mas tinha um fã com poder de definição: Scarlett Johansson, que pressionou por sua escolha. A atriz adora “Lore”, um drama aclamado pela crítica sobre uma jovem que conduz seus irmãos menores em fuga para a casa dos avôs quando as forças aliadas avançam sobre a Alemanha. O roteiro está sendo escrito por Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”). Rumores sugerem que o longa pode ser um prelúdio, passado antes do primeiro de “Os Vingadores” (2012), e incluir o Soldado Invernal (vivido por Sebastian Stan) na história. Caso isso se confirme, seria o quinto filme consecutivo em que Johansson e Stan contracenariam na Marvel. Até o momento, porém, a Marvel ainda não anunciou oficialmente a produção.
Saoirse Ronan e Margot Robbie são rivais no trailer do filme sobre a Rainha da Escócia
A Focus Features divulgou fotos oficiais, pôsteres e o primeiro trailer do drama histórico “Mary Queen of Scots”, que trazem Saoirse Ronan (“Brooklyn”) como Mary Stewart, a Rainha da Escócia, e Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como Elizabeth I, a Rainha da Inglaterra. A prévia impacta com aparência de épico, ao encenar a frustrada tentativa de golpe de Mary, no século 16, contra sua prima Elizabeth, tendo como pano de fundo a disputa entre católicos e protestantes pelo trono da Inglaterra. Esta história já foi bastante filmada. A primeira versão de cinema é do século 19, mas a dramatização mais famosa é relativamente recente: “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971), com Vanessa Redgrave e Glenda Jackson. A disputa entre as primas também foi contada na série “Reign”, encerrada no ano passado. O roteiro da nova versão é de Beau Willimon (criador da série “House of Cards”) e a direção está a cargo de Josie Rourke, especialista em filmagens de peças teatrais. “Mary Queen of Scots” chega aos cinemas americanos em 7 de dezembro, visando espaço na temporada de premiações, e apenas 40 dias depois, em 17 janeiro, no Brasil.
Peter Dinklage bate recorde de indicações no Emmy
O ator Peter Dinklage, intérprete de Tyrion Lannister na série “Game of Thrones”, emplacou sua sétima indicação ao Emmy na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática. E se trata de um feito recorde, que faz do ator o mais indicado da categoria na História da premiação. Ele já liderava a categoria, mas em empate com outros astros. Agora, deixou para trás Will Geer (por “Os Waltons”), Jimmy Smits (“LA Law”), Ed Begley Jr. (“St. Elsewhere”) e Bruce Weitz (“Chumbo Grosso/Hill Street Blues”), que atingiram seis nomeações. Se Dinklage vencer, ele empatará com Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o Ator Coadjuvante de Série Dramática mais premiado do Emmy. Mas, para isso, precisará superar seu próprio irmão em “Game of Thrones”. O dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau, que vive Jaime Lannister, também disputa o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática. A família Lannister também teve outro integrante indicado. Lena Headey, que interpreta a irmã dos dois, Cersei Lannister, disputará o Emmy na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática. Espera-se que a supremacia dos Lannisters não seja mau agouro para os Starks, cujos intérpretes passaram em branco na premiação. Por sinal, “Game of Thrones” liderou a lista de indicações do Emmy 2018, divulgada pela Academia da Televisão durante a manhã de quinta (12/7), em Los Angeles.
Netflix lidera indicações do Emmy pela primeira vez, mudando o perfil da “televisão”
O Emmy 2018 entrou para a História pelo reconhecimento dado pela Academia de Televisão dos Estados Unidos a um novo tipo de programação de TV, que pode ser assistida por dispositivos móveis ou no computador, e não mais exclusivamente num aparelho televisor. Produções de plataformas de streaming tiveram desempenho surpreendente entre as indicações, reveladas na quinta-feira (12/7). Pela primeira vez, a Netflix liderou a lista de “emissoras” com a maior quantidade de programas indicados, acabando com um domínio de 17 anos da HBO na liderança das nomeações. A plataforma foi nomeada 112 vezes, quatro a mais que a antiga campeã. Ao se estabelecer como o parâmetro de qualidade da TV norte-americana no começo do século 21, a HBO encabeçou uma troca entre padrões televisivos, deixando para trás as produções feitas para a TV aberta, que se tornaram convencionais diante da ousadia das séries da TV paga. E com a HBO vieram Showtime, FX, AMC, Starz e outros canais por assinatura, que completaram a troca da guarda. Até que as próprias redes começaram a imitar a programação premiada, com produções mais cinematográficas e temáticas mais complexas que o “caso da semana”. No Emmy 2018, entretanto, apesar de a HBO produzir as duas atrações com a maior quantidade de indicações (“Game of Thrones” e “Westworld”), está claro que o paradigma começa a mudar. Agora é a Netflix que lidera uma nova renovação na forma como se faz televisão. Os destaques da plataforma no Emmy foram as séries dramáticas “The Crown” (13 indicações) “Stranger Things” (12), “Godless” (12), “GLOW” (10), “Black Mirror” (7) e “Ozark” (5). Após a Netflix, o Hulu foi o serviço de streaming que mais se destacou com 27 indicações, 20 delas para “The Handmaid’s Tale” – que na contagem geral foi o quarto programa com o maior número de nomeações e a atração de streaming que disputa a maior quantidade de categorias. A Amazon, por sua vez, emplacou 22 indicações, puxadas pelas 14 de “The Marvelous Mrs. Maisel”. A concentração em poucos título de Hulu e Amazon contrastam com a variedade da Netflix, que multiplica sua programação sem parar, empilhando quantidade na busca de qualidade. Não é por acaso que a Amazon resolveu abrir o talão de cheques e passar a encomendar diversas séries novas. O diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, enfatizou este ponto em sua declaração após a divulgação da lista da Academia, dizendo: “Estamos particularmente entusiasmados em ver a amplitude de nossa programação celebrada com indicações espalhadas por 40 títulos novos e recorrentes que mostram nossa variada e expansiva grade – comédias, dramas, filmes, séries limitadas, documentário, variedade, animação e reality shows”. A HBO seguiu o mesmo tom em sua declaração – “A HBO está muito satisfeita com suas 108 indicações, especialmente pela ampla gama em tantas categorias” – sugerindo que está muito consciente da batalha que precisará travar por essa amplitude. O dado é especialmente significativo por ecoar o primeiro discurso de John Stankey, novo chefe da Warner Media, sobre o futuro da HBO, que deve aumentar o volume de sua programação original, buscar uma audiência maior e enfrentar a guerra por espaço no admirável mundo novo que o Emmy 2018 agora oficializou. Quem acha que vive na era do pico da TV (peak TV) vai se surpreender com o desdobramento do sucesso da Netflix. Aguardem o Emmy 2020, com os primeiros produtos das plataformas da Apple, Disney, YouTube Premium e Facebook…












