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  • Série

    Nova série derivada de The Walking Dead define primeiros protagonistas

    10 de julho de 2019 /

    A produção do novo spin-off da franquia “The Walking Dead”, que foi oficializado pelo canal pago americano AMC em abril, anunciou seus primeiros protagonistas. A terceira série passada durante o apocalipse zumbi vai se focar na primeira geração de jovens e crianças que cresceram após a infestação. A atriz Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”) interpretará a mais velha das personagens principais da série. Apesar de ter 23 anos, ela será uma adolescente carismática e engraçada, que só segue as próprias regras e gosta de viver no presente. Com 15 anos, Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”) viverá um garoto amigável e intelectual, que também é faixa preta em karatê. O trio inicial é fechado por Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), de 19 anos, no papel de um jovem tímido que passa a maior parte do seu tempo sozinho, assustando as outras crianças à sua volta. A produção ainda busca uma atriz para viver uma quarta personagem. Sem título definido, a nova série derivada de “The Walking Dead” foi criada por dois veteranos da franquia, os roteiristas-produtores Scott Gimple e Matt Negrette. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve ser lançada em 2020, alternando-se na programação do AMC com “The Walking Dead” e “Fear the Walking Dead”.

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  • Etc

    Criador de The Walking Dead revela que pretendia acabar a história na chegada à Alexandria

    3 de julho de 2019 /

    O escritor Robert Kirkman, criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, compartilhou com seus leitores os planos originais para o final da saga dos zumbis. Caso levasse adiante esse planejamento, a publicação teria acabado bem antes desta quarta-feira (3/7), quando a última edição (de número 193) começou a circular nas comic shops dos Estados Unidos. Muitos anos antes, na verdade, com a chegada do grupo de sobreviventes liderado por Rick Grimes à cidade de Alexandria – o que aconteceu ao final da 5ª temporada da versão televisiva da história. “O grande enredo de ‘Sem Saída’ termina com Rick proclamando que Alexandria era um local pelo qual valia a pena lutar, que eles poderiam deixar de mudar de lugar para lugar… Tinham que ficar, criar raízes e começar a construir a partir dali. Os dias de nômade ficariam para trás. Bem, por anos… esse era o plano para… o fim”, ele escreveu nas páginas da edição. Entretanto, o desfecho não seria exatamente feliz, como o que o escritor acabou descrevendo ao encerrar a saga. “Rick faria sua proclamação, e a fala terminaria com um grande zoom no rosto dele, você viraria a página e o rosto de Rick estaria igual, mas seria uma estátua… Então você se afastaria e veria a estátua completa com algumas vinhas crescendo na base, com rachaduras se formando e perceberia que aquilo é bem velho. Continuaríamos nos afastando até vermos que a estátua estava em Alexandria, no mesmo lugar em que ele fez seu discurso, mas o local estava diferente. Estava velho e precário, com janelas quebradas e portas faltando. Continuaríamos nos afastando até um zumbi aparecer e então outro… Aí veríamos que Rick os trouxe para Alexandria, se manifestou sobre reconstruir a civilização e conseguiu a ponto de construírem uma estátua em sua homenagem… Mas, no fim, os mortos venceram, sociedade desmoronou novamente e de vez… E seria isso.” Kirkman avalia que um final tão sombrio não faria justiça aos personagens e à sua história de sobrevivência. “Seria um fim terrível. Sombrio, triste… Perdendo todo o sentido da história. O que posso dizer… Eu era jovem e a maioria dos finais que escrevi eram assim… Bem sombrios. Então, esse final, em retrospectiva, era vergonhosamente ruim. Mas mais que isso, eu ainda não estava pronto para terminar essa história. Não por um bom tempo.” Ele acrescentou que continuar a escrever “The Walking Dead” foi a melhor decisão que poderia ter tomado na ocasião, lembrando como a história melhorou nos capítulos seguintes, com a introdução de personagens icônicos e eventos que marcaram os quadrinhos – e a série. “Pense sobre como as coisas seriam se eu tivesse concluído a história ali… Sem Negan, Ezekiel, Guerra Total, sem salto temporal, sem Magna, sem Sussurradores…” Atualmente, a série baseada nos quadrinhos de Kirkman está na altura da edição 144 da saga, no começo da Guerra dos Sussurradores, que se encerrou no número 162. “The Walking Dead” chega a sua 10ª temporada em outubro.

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  • Etc,  Série

    The Walking Dead é oficialmente cancelada… em quadrinhos

    2 de julho de 2019 /

    A história de “The Walking Dead” chegou ao fim. A revista em quadrinhos que acompanhava as desventuras dos sobreviventes do apocalipse zumbi foi cancelada por seu próprio criador. Robert Kirkman resolveu encerrar a publicação na edição 193, que chega às bancas dos Estados Unidos nessa quarta-feira (3/7). A decisão, sem aviso prévio, foi uma surpresa para os leitores, que chegaram a duvidar quando a notícia chegou na internet, por meio do vazamento do texto de despedida de Kirkman, incluído na edição. O fim abrupto mantém a tradição de choque que acompanha “The Walking Dead” desde seu lançamento em 2003. A história sempre se diferenciou por matar personagens favoritos dos fãs e vai acabar numa edição especial com 70 páginas, concebida como epílogo, um mês depois de Kirkman matar seu protagonista, Rick Grimes. Para Kirkman, a morte de Rick se confunde com o fim da publicação, já que a história refletiu o ponto de vista do ex-xerife desde o primeiro exemplar. Em seu texto, ele escreveu que “The Walking Dead” foi uma jornada “de Shane até Rick”, lembrando que, ao menos nos quadrinhos, Shane foi o primeiro e Rick o último a morrer. “Eu odeio saber o que está vindo agora”, Kirkman escreveu nas páginas finais da edição. “Como um fã, odeio perceber quando a história do filme está no terceiro ato e ele está acabando. Eu odeio contar comerciais e saber que a série está no fim. Eu odeio o sentimento de quando você sabe que está chegando ao fim de um livro. Alguns dos melhores episódios de ‘Game of Thrones’ são tão envolventes que você não sabe se viu 15 ou 50 minutos dele e quando o fim chega, você fica chocado”, continua o criador. “Eu amo filmes longos por essa razão. Você perde a noção do tempo porque está convencido de que estará lá por muito tempo, mas a história se move e quando começa a terminar… você não acredita que já acabou. Surpresa, a revista em quadrinhos terminou! Tudo que eu fiz, tudo que um criador pode fazer é contar histórias que nos divirtam e esperar que o público se sinta da mesma maneira. Foi tudo que eu fiz e pareceu funcionar na maior parte do tempo”, anunciou Kirkman. “The Walking Dead sempre foi construída na surpresa”, acrescentou o escritor. “Estranhamente, por mais inseguro que eu esteja em terminar a história, sinto-me confiante em como a acabei. Eu venho construindo isso há anos, e é bom terminar com uma nota tão feliz. Saber que tudo o que esses personagens viveram significou alguma coisa. Ver que Michonne conseguiu encontrar sua filha, encontrar a paz em sua vida, e até ter um neto … isso é bom. Que o mundo está consertado… e em paz, o que de certa forma é ainda melhor do que antes… isso é significativo. E ver Carl naquela cadeira de balanço, lendo feliz para sua filha, sabendo que é a vida que Rick queria que ele tivesse … isso me deixa feliz”. Assim, apesar de todas as mortes brutais ao longo de sua narrativa, “The Walking Dead” termina com um final feliz. E com um final que não poderá ser replicado na série televisiva, que desnecessariamente incluiu a morte de Carl, o filho de Rick, em sua 8ª temporada. Em compensação, Judith, morta nos quadrinhos, segue viva na série. Atualmente, a atração televisiva está na altura da edição 144, no começo da Guerra dos Sussurradores, que se encerrou no número 162 dos quadrinhos. Bem mais curta que a guerra contra os Salvadores, a nova batalha deve incluir novas mortes chocantes, mas, curiosamente, a perda mais importante registrada nas páginas da história original já está morta desde a 3ª temporada da série – Andrea. “The Walking Dead” chega a sua 10ª temporada em outubro.

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  • Filme

    Danny Boyle revela planos de filmar Extermínio 3

    24 de junho de 2019 /

    O diretor britânico Danny Boyle contou que existem planos para retomar a franquia de zumbis “Extermínio” com um terceiro filme. Em entrevista ao jornal The Independent, ele comentou que teve uma conversa com o roteirista original, Alex Garland, que rendeu uma “ideia maravilhosa” para continuar a história. “Alex Garland e eu tivemos uma ideia maravilhosa para o terceiro filme. É realmente boa”, disse o diretor. “O filme original inspirou um tipo de ressurreição dos dramas envolvendo zumbis e não faz referência a nada disso. Não parece estagnado. Ele [Alex Garland] está concentrado na direção de seu próprio filme no momento, então estamos no limbo por enquanto, mas nunca se sabe”, completou o diretor. O “Extermínio” original, lançado em 2002, foi responsável pela renovação do interesse em histórias de zumbis. Não apenas no cinema. Os primeiros minutos do longa foram basicamente “refletidos” na primeira edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”, lançada um anos depois com a mesma premissa, ao mostrar um protagonista que desperta num hospital sem saber do apocalipse zumbi. O longa ganhou uma boa continuação em 2007, escrita e dirigida pelo espanhol Juan Carlos Fresnadillo, com Boyle e Garland atuando como produtores. Atualmente, Boyle divulga o lançamento de seu novo filme, o musical “Yesterday”, com estreia marcada para agosto no Brasil, e Garland prepara seu terceiro longa como diretor, a adaptação do game “Halo”, além de sua primeira série, “Devs”. Relembre abaixo o trailer do primeiro “Extermínio”.

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  • Etc,  Série

    Criador de The Walking Dead mata Rick nos quadrinhos

    5 de junho de 2019 /

    O título é spoiler, mas não há outra forma de lidar com o fato de que Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, resolveu matar o protagonista Rick Grimes. O personagem, que está vivo na TV – embora “desaparecido” – , foi assassinado na revista em quadrinhos pelo filho de uma rival, que ele depôs no comando de uma comunidade que ainda não apareceu na série. Os detalhes a seguir incluem mais spoilers. A morte de Rick aconteceu em duas partes. O primeiro tiro foi disparado no final da edição 191 pelo jovem Sebastian. E ele continuou atirando até matar Rick na edição 192. O desfecho acompanha sua transformação em zumbi e o fim definitivo nas mãos de Carl, o filho do personagem, que continua vivo nos quadrinhos – ao contrário da série, onde morreu na 8ª temporada. A edição mensal de “The Walking Dead” saiu sem muito alarde e sem revelar o conteúdo na capa. Mas Kirkman pretende relançar o exemplar com uma nova capa em julho, com o rosto do protagonista e os dizeres “Rick Grimes, 2003-2019”. Apesar de impactante, esta revelação não deve preocupar quem acompanha a série do canal pago Fox, pois a trajetória de Rick não segue mais a narrativa dos quadrinhos – voou para outro ponto do universo lucrativo dos mortos-vivos. Nem Carl está entre os sobreviventes de Alexandria para lhe dar o tiro de misericórdia. Cada vez mais distante dos quadrinhos, a série televisiva já não reflete fielmente a história de Kirkman, embora algumas tramas ainda sejam recicladas para situar a produção no mundo descrito pela publicação.

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  • Série

    Morgan e Alicia são cercados por zumbis em cena inédita de Fear the Walking Dead

    27 de maio de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou uma cena da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que estreia no próximo domingo (2/5) nos Estados Unidos. A prévia mostra Morgan (Lennie James) e Alicia (Alycia Debnam-Carey) cercados por zumbis, em meio ao que parece ser um acidente de avião. Ainda há chamas e Alicia está ferida e desmotivada, enquanto Morgan insiste que eles vão conseguir sair daquela situação. Além do conhecido elenco central, a 5ª temporada incluirá novos personagens, vividos por Bailey Gavulic (“No Place in This World”), Ethan Suess (visto num episódio de “Scorpion”) e Cooper Dodson (que apareceu em seis episódios da 7ª temporada de “American Horror Story”). Eles são bem jovens, com 21, 15 e 13 anos, respectivamente. Os episódios também contarão com a volta de Daniel Salazar (Ruben Blades) e o reencontro entre Morgan (Lennie James) e Dwight (Austin Amelio). Os dois se viram pela última vez no final da 8ª temporada de “The Walking Dead”, quando cada um embarcou em sua própria jornada. A série também é exibida no Brasil pelo canal AMC, que programou os novos capítulos para 17 de junho, 15 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Os Mortos Não Morrem: Filme de zumbis que abriu o Festival de Cannes ganha novo trailer

    18 de maio de 2019 /

    A Focus Features divulgou uma coleção de pôsteres e o segundo trailer de “Os Mortos Não Morrem” (The Dead Don’t Die), o filme de zumbis de Jim Jarmusch que abriu o Festival de Cannes deste ano. Depois de filmar vampiros em “Amantes Eternos” (2013), o veterano cineasta indie aprofunda sua fase horrorosa com zumbis, que saem dos cemitérios e necrotérios para atacar uma cidadezinha indefesa. O vídeo chega a lembrar “Zumbilândia” em suas lições sobre como matar quem já está morto. O elenco reúne diversos atores com quem Jarmusch trabalhou ao longo dos anos. Bill Murray (“Flores Partidas”), Adam Driver (“Paterson”) e Chloë Sevigny (também de “Flores Partidas”) vivem os policiais que precisam lidar com a situação, enquanto Tilda Swinton (“Amantes Eternos”) emula Michonne, como uma espadachim pronta para usar sua técnica samurai em mortos-vivos. O elenco ainda destaca Selena Gomez como uma adolescente em apuros e Iggy Pop como um dos zumbis canibais, o rapper RZA (do Wu Tang Clan) e até o cantor Tom Waits, que Jarmusch dirigiu no começo da carreira (em “Daunbailó”, de 1986). A estreia comercial está marcada para 14 de junho nos Estados Unidos e um mês depois, em 11 de julho, no Brasil.

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  • Filme

    Zumbis abrem Festival de Cannes de baixas expectativas

    15 de maio de 2019 /

    Não deixa de ser sintomático que o Festival de Cannes tenha sido aberto na noite de quarta (14/5) por zumbis, após barrar a Netflix e seus filmes de prestígio, dignos de Oscar, como se viu em relação a “Roma” – vencedor do Festival de Veneza. “Os Mortos Não Morrem’ (The Dead Don’t Die), de Jim Jarmusch, é um filme assumidamente trash, que concorre à Palma de Ouro com Iggy Pop no papel de zumbi e um elenco repleto de estrelas – Adam Driver, Tilda Swinton, Bill Murray, Chloë Sevigny, Steve Buscemi, Selena Gomez, Tom Waits e outros que, pelo menos, dão ao tapete vermelho do festival a ilusão de glamour hollywoodiano. A trama não se preocupa com lógica, os personagens são clichês e Jarmusch ainda assumiu, em entrevista coletiva no evento, ter se inspirado em George A. Romero, o criador dos zumbis modernos, cujos filmes originais jamais foram tratados com a mesma reverência por Cannes. Por sinal, que entrevista coletiva desanimada! A crítica ficou dividida. “Como é um filme de zumbi de Jim Jarmusch? Exatamente como você esperaria: uma comédia de mortos-vivos irônica e hipster que visualiza o apocalipse de forma blasé e autoconsciente. ‘Os Mortos Não Morrem’ quer ser uma comédia macabra de ponta, mas a verdade é que está atrás da curva da cultura pop. Por isso é tão decepcionante”, tascou a revista Variety. Agora, a imprensa torce para não se decepcionar com “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar, “Sorry We Missed You”, do britânico Ken Loach, e “A Hidden Life”, de Terrence Malick. A lista inclui ainda “Frankie”, de Ira Sachs, “Le Jeune Ahmed”, dos irmãos Dardenne, “Matthias and Maxime”, de Xavier Dolan, “Oh Mercy”, de Arnaud Desplechin, “O Traidor”, coprodução brasileira dirigida pelo italiano Marco Bellocchio. São filmes de cineastas óbvios, que estão sempre em Cannes, como se sua inclusão fosse obrigatória ou resultado de piloto automático. O flerte com o tédio só é interrompido pela expectativa da première de “Era uma Vez em Hollywood”, o novo lançamento de Quentin Tarantino. Uma inclusão de última hora. E pela perspectiva embutida nas premières de “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, “Parasite”, de Bong Joon-ho, “Portrait de la Jeune Fille en Feu”, de Céline Sciamma, e “It Must Be Heaven”, de Elia Suleiman, representantes da nova geração. Cannes encontra-se numa encruzilhada em sua cruzada contra o streaming, mas não se deve descartar a possibilidade de surpresas. Se parece haver poucas novidades sob o sol da Riviera Francesa, o escuro do cinema sempre pode reverter as baixas expectativas inauguradas por zumbis que fazem rir.

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  • Série

    Whiskey Cavalier é cancelada e Lauren Cohan deve voltar a Walking Dead

    12 de maio de 2019 /

    A rede americana ABC anunciou o cancelamento de “Whiskey Cavalier” em sua 1ª temporada. A decisão foi tomada antes do final da exibição dos episódios produzidos, restando dois capítulos para a conclusão da série. “Whiskey Cavalier começou com grande audiência e expectativa, com 4,7 milhões de espectadores ao vivo, mas não conseguiu sustentar o público inicial, perdendo metade dos telespectadores ao longo da temporada. Seu episódio mais recente, exibido na quarta (8/5), foi visto por 2,4 milhões e marcou 0,4 ponto na demo. Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. O ator Scott Foley (o Jake de “Scandal”) comentou o cancelamento por meio de um vídeo no Instagram, em que se dirigiu aos fãs, acompanhado de sua esposa Marika Dominczyk, que também atuava na série. Veja abaixo. Na comédia de ação criada por Dave Hemingson – que não tinha nenhum piloto aprovado desde “Kitchen Confidential” em 2005, também cancelada na 1ª temporada – , Scott Foley dividia o protagonismo com Lauren Cohen (a Maggie de “The Walking Dead”). Os dois encarnavam uma espécie de Sr. e Sra. Smith, rivais de diferentes agências do governo, que ao competirem entre si para resolver o mesmo caso inspiram a formação de uma equipe multi-agências, que juntava os dois agentes para lidar com ameaças contra o mundo – embora a maior ameaça que precisassem enfrentar fosse a dificuldade de lidar um com o outro. O fim de “Whiskey Cavalier”, porém, é uma boa notícia para os fãs de “The Walking Dead”, pois Lauren Cohan ficou com sua agenda livre para retornar à série. A aposta dos produtores da atração de zumbis, que prefiram esperar para ver, sem “matar” a personagem da atriz, acabou compensando. A intérprete de Maggie já vinha conversando com a equipe de “The Walking Dead” sobre seu retorno, conforme revelou no mês passado. “Jamais senti como se tivesse ficado no passado. É uma coisa muito estranha, mas penso em Maggie o tempo todo. Ela está sempre dentro de mim. Em parte, porque sei que a história está inacabada. Converso o tempo todo com os produtores”, contou, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. “Definitivamente, há muitas maneiras interessantes de retornar. Ainda faço parte desse universo. E não acabou. Então, para mim, é empolgante. Fico muito animada ao falar dessas diferentes possibilidades”, acrescentou. Visualizar esta foto no Instagram. Thanks to all who watched and enjoyed and believed in our show. RIP #whiskeycavalier Uma publicação compartilhada por Scott Foley (@scottkfoley) em 12 de Mai, 2019 às 11:07 PDT

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  • Série

    Teaser e pôster reúnem elenco da 5ª temporada de Fear the Walking Dead

    8 de maio de 2019 /

    A produtora Skybound, de Robert Kirkman, divulgou o pôster e um novo teaser da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que mostram a disposição do elenco central para enfrentar zumbis. Os novos episódios também contarão com a volta de Daniel Salazar (Ruben Blades) e o reencontro entre Morgan (Lennie James) e Dwight (Austin Amelio). Os dois se viram pela última vez no final da 8ª temporada de “The Walking Dead”, quando cada um embarcou em sua própria jornada. A 5ª temporada de “Fear the Walking Dead” estreia em 2 de junho nos Estados Unidos. A série também é exibida no Brasil pelo canal AMC, que programou os novos capítulos para 17 de junho, 15 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Walking Dead: Norman Reedus revela início das gravações da 10ª temporada

    6 de maio de 2019 /

    As gravações da 10ª temporada de “The Walking Dead” já começaram. A informação foi compartilhada pelo ator Norman Reedus, intérprete de Daryl, que divulgou em seu Instagram uma foto de bastidores do primeiro dia no set de Atlanta. A imagem traz os assentos de Daryl e Carol (Melissa McBride), que voltam a contracenar nos novos capítulos, após a mudança de ambos para a mesma comunidade. A produção deve durar até o segundo semestre. Ainda não há previsão para a estreia da 10ª temporada, mas geralmente o canal pago AMC reserva o mês de outubro para a série. Os próximos capítulos marcarão a despedida de outro personagem central da trama. Michonne, interpretada por Danai Gurira, terá participação diminuída até sair da história, como aconteceu com Rick (Andrew Lincoln) e Maggie (Lauren Cohan) na temporada passada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox. Visualizar esta foto no Instagram. Day 1 ? Uma publicação compartilhada por norman reedus (@bigbaldhead) em 6 de Mai, 2019 às 8:31 PDT

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  • Série

    Meu Namorado É um Zumbi vai virar série

    3 de maio de 2019 /

    A Lionsgate fechou um contrato com a recém-criada produtora do diretor Jonathan Levine para desenvolver projetos exclusivos, e a primeira encomenda anunciada é uma série baseada no filme “Meu Namorado É um Zumbi”, dirigido por Levine. A comédia romântica sobrenatural de 2013 é, na verdade, baseada no livro “Sangue Quente”, de Isaac Marion. Tanto livro quanto filme tem o mesmo título original em inglês, “Warm Bodies”. A trama se passa anos após o apocalipse zumbi, quando os mortos-vivos começam a adquirir maior consciência, o que leva um jovem zumbi a se sentir atraído por uma adolescente humana. Contra todas as expectativas, os dois acabam desenvolvendo um relacionamento. Além da história adaptada no filme, Isaac Marion escreveu mais três livros da saga do zumbi R – um prólogo e duas continuações. Caso o projeto encontre canal, esse material deve ser usado no desenvolvimento dos episódios. A produtora de Levine foi batizada de Megamix. Trata-se de uma sociedade com a produtora Gillian Bohrer, com quem o diretor trabalhou, justamente, em “Meu Namorado É um Zumbi”. Ela é ex-executiva da própria Lionsgate e da produtora recém-extinta (pela Disney) Fox 2000.

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  • Série

    Santa Clarita Diet é cancelada após três temporadas

    27 de abril de 2019 /

    A Netflix cancelou “Santa Clarita Diet”, a série de comédia em que Drew Barrymore era uma mãe suburbana zumbi, um mês depois da estreia de sua 3ª temporada. O cancelamento confirma uma padrão adotado pela plataforma, que faz com que a duração de suas séries seja de três temporadas. São raras as produções que conseguem renovação para o quarto ano de produção no serviço de streaming. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” acompanhava um casal de corretores imobiliários que tem sua vida suburbana perfeita colocada em cheque por um vírus zumbi. Quando a mulher começa a manifestar desejos carnais, em mais de um sentido, o marido se esforça para manter as aparências. O elenco incluía Timothy Olyphant (série “Justified”) como o marido de Barrymore, Liv Hewson (série “Dramaworld”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que quer fazer parte da família. O cancelamento foi confirmado em um comunicado. “Tal como o nosso público, apostamos tudo em Sheila e Joel. O relacionamento deles, diante de uma incrível adversidade, foi inspirador de se criar e de assistir. E, na maior parte do tempo, eles eram engraçados, o que é importante em uma comédia”, escreveram Victor Fresco e a produtora Tracy Katsky na despedida. “Sentiremos falta da série, mas estamos orgulhosos do trabalho que fizemos e sempre apreciaremos o amor e o entusiasmo que sentimos em nosso público. Se dependesse deles, Sheila e Joel continuariam por mais 10 mil anos”, finalizaram. A Netflix também divulgou um comunicado oficial de cancelamento da série em que agradeceu aos criadores e exaltou a criatividade da série.

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