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  • Série

    Veja a primeira cena da série derivada de “O Esquadrão Suicida”

    5 de outubro de 2021 /

    A HBO Max divulgou um trecho legendado de “Pacificador”, série do personagem vivido por John Cena em “O Esquadrão Suicida”. A prévia também traz de volta Jennifer Holland e Steve Agee (ambos de “Brightburn: Filho das Trevas”), agentes da ARGUS (a SHIELD da DC) em “O Esquadrão Suicida”, que precisam lidar com o vilão dedicado. A cena gira em torno do uniforme chamativo do Pacificador (Peacemaker, em inglês), que aparece fantasiado para um almoço informal com a equipe, e é ridicularizado por seus contatos do governo. A série também pode incluir aparições de outros membros da Força Tarefa X (o Esquadrão Suicida) e tem confirmada a presença do anti-herói Vigilante, que será vivido por Freddie Stroma (“Bridgerton”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”) e Annie Chang (“Shades of Blue”). A estreia vai acontecer em janeiro de 2022.

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  • Filme

    Ben Affleck revela ter recuperado prazer de viver Batman no filme “The Flash”

    4 de outubro de 2021 /

    Ben Affleck revelou ter gostado de voltar a viver Batman no filme do Flash, nova produção baseada nos quadrinhos da DC Comcs. O astro comentou que a experiência de ter rodado o longa estrelado por Ezra Miller ajudou a superar o trauma que passou a relacionar a vestir o uniforme do herói. “Foi uma maneira muito boa de revisitar isso, já que a experiência anterior tinha sido difícil”, disse Affleck, referindo-se à experiência traumática de trabalhar com o diretor Joss Whedon, acusado de abusos por Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, e até por Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, após assumir refilmagens de “Liga da Justiça”. “Desta vez foi realmente adorável. Realmente engraçado”, acrescentou o ator, que conversou com a revista Variety durante a première do filme “The Tender Bar”, de George Clooney, no qual tem o papel principal. “The Flash” será dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”) e voltará a trazer Ezra Miller no papel do super-herói mais rápido da DC. Affleck aproveitou para elogiar o colega de elenco. “Eu amo Ezra e ainda tive a chance de ver Jason Momoa, que estava no estúdio fazendo o novo filme do Aquaman”, acrescentou. A trama de “The Flash” envolverá o multiverso ou viagem no tempo, levando Flash a encontrar duas versões do Batman. Além da versão de “Liga da Justiça”, ele vai deparar com o Batman do futuro, vivido por ninguém menos que Michael Keaton – intérprete do homem-morcego nos filmes “Batman” (1989) e “Batman: O Retorno” (1992). O filme também vai introduzir uma nova Supergirl, interpretada Sasha Calle, a primeira intérprete latina da heroína. Fotos vazadas do set sugerem que não se trata da Supergirl mais conhecida dos quadrinhos e da TV, Kara Zor-El, a prima kryptoniana do Superman, mas sim de Lara Lane-Kent, a filha terráquea de Superman e Lois Lane, que apareceu na saga em quadrinhos “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”. A estreia de “The Flash” está marcada para novembro de 2022.

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  • Série

    Joel McHale revela ter entrado no elenco fixo de “Stargirl”

    4 de outubro de 2021 /

    O ator Joel McHale, protagonista de “Community”, entrou para uma nova série. Durante participação no programa “The Ellen Show”, ele confirmou que fará parte do elenco fixo da 3ª temporada de “Stargirl”. “Eu só estava fazendo algumas aparições em ‘Stargirl’, mas estarei no elenco regular da 3ª temporada. No primeiro episódio da 1ª temporada, meu personagem morre. Mas agora estou de volta! Então, segurem seus chapéus”, celebrou McHale. De fato, McHale apareceu em alguns dos episódios iniciais da série interpretando o Starman, membro da Sociedade da Justiça que supostamente teria sido morto pelos supervilões da Sociedade da Injustiça. Seu último pedido antes da aparente morte foi para seu assistente Pat Dugan (Luke Wilson) cuidar de seu bastão mágico até encontrar alguém digno de seus poderes. A premissa serve para introduzir a nova heroína que batiza a série. A partir do momento em que a enteada de Pat, Courtney Whitmore (Brec Bassinger), é “escolhida” pelo bastão para se tornar Stargirl, ela passa a acreditar que Starman é seu verdadeiro pai e seus novos poderes são sua herança. Mas, aos poucos, a série revela que a situação é mais complicada e que Starman não está realmente morto. Durante a participação no “The Ellen Show”, ele ainda elogiou o trabalho da “filha” na série. “Eu sou o Starman, mas Stargirl é interpretada por Brec Bassinger, que é uma estrela em ascensão. Cara, ela só tem 22 anos… Nessa idade, eu não conseguia fazer dinheiro suficiente para comprar roupas. Ela é ótima no que faz, junto com Luke Wilson e Amy Smart. Estou muito feliz por fazer parte disso, então agradeço a Geoff Johns que inventou a série”. Exibida na rede The CW nos EUA, a série chega ao Brasil pela plataforma HBO Max. Veja abaixo o bate-papo integral entre McHale e o apresentador convidado do “The Ellen Show”, Arsenio Hall. A conversa chega em “Stargirl” no fim do vídeo.

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  • Série

    Pôster de “Legends of Tomorrow” revela novo personagem de Matt Ryan

    2 de outubro de 2021 /

    A rede americana The CW divulgou o pôster da 7ª temporada de “Legends of Tomorrow”, que destaca a atmosfera dos anos 1920 com roupas da era do jazz, calhambeques e metralhadoras tommy gun, armas favoritas dos gângsteres durante a Lei Seca, além de revelar o novo visual de Matt Ryan. Após se despedir do papel de Constantine, ele voltará nos novos episódios com barba, óculos e um novo nome: Dr. Gwyn Davies. O novo personagem é um especialista em viagens no tempo, a quem os demais recorrerão para voltar ao futuro. Com estreia marcada para 13 de outubro nos EUA, apenas cinco semanas após a conclusão do sexto ano da produção, a série vai continuar exatamente do ponto em que parou, com os heróis perdidos em 1925 após a destruição da nave Waverider. O elenco principal contará novamente com Caity Lotz como Sara Lance, Tala Ashe como Zari Tarazi, Jes Macallan como Ava Sharpe, Olivia Swann como Astra Logue, Adam Tsekhman como Gary Green, Shayan Sobhian como Behrad Tarazi, Lisseth Chavez como Esperanza “Spooner” Cruz e Nick Zano como Nate Heywood. O detalhe é que Matt Ryan não é o único que aparece diferente no pôster. Há uma nova integrante feminina na imagem, que originalmente não possui corpo. A atriz Amy Louise Pemberton, que dubla o computador Gideon, passará a se materializar em carne e osso nos novos episódios. Já Dominic Purcell, que se despediu do papel de Mick Rory no final da 6ª temporada, não faz parte da arte e nem tem retorno confirmado nos próximos capítulos. Ele saiu da série xingando a produtora Warner Bros. Television nas redes sociais, no melhor estilo de seu personagem. “Legends of Tomorrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    “Shang-Chi” vira filme mais bem-sucedido da pandemia na América do Norte

    26 de setembro de 2021 /

    Líder das bilheterias pelo quarto fim de semana consecutivo, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” faturou mais US$ 13,3 milhões para atingir um total de US$ 196,5 milhões nos EUA e Canadá. A quantia transformou a produção da Marvel/Disney no filme mais bem-sucedido da pandemia no mercado norte-americano. O montante superou com folga a arrecadação de “Viúva Negra”, que liderava o ranking com US$ 183,4 milhões. Mas o filme de Scarlett Johansson continua na frente na soma mundial. “Shang-Chi” tem US$ 166,9 milhões no exterior, totalizando US$ 363,4 milhões em todo o mundo, contra US$ 378 milhões globais de “Viúva Negra”, que foi lançada simultaneamente na Disney+. O bloqueio do lançamento na China, que vetou a produção devido à opiniões do astro Simu Liu sobre o país, impediu o filme do herói antigamente conhecido como Mestre do Kung Fu de atingir maior faturamento internacional. Apesar do sucesso norte-americano, o longa nem de longe ameaça o domínio global de “Velozes & Furiosos 9”, maior blockbuster de 2021, com US$ 716,5 milhões de ingressos vendidos ao redor do mundo. Mas “Shang-Chi” demonstra ter fôlego para acrescentar ainda muitos milhões em sua conta. Neste fim de semana, sua bilheteria foi quase o dobro da obtida pelo segundo filme melhor colocado, o musical da Universal “Querido Evan Hansen”, que rendeu US$ 7,5 milhões. Principal estreia de sexta passada (24/9), a adaptação da Broadway amargou rejeição da crítica, atingindo apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes. O fracasso acontece num ano que experimenta excesso de lançamentos musicais, tanto nos cinemas quanto em streaming. Culpa de “La La Land”. A realidade das bilheterias tem demonstrado que o desempenho do filme de 2016 foi pontual e não um retorno à era de ouro dos musicais de Hollywood. Lançado poucos meses após o desastre de “Cats”, “Em um Bairro de Nova York”, adaptação da peça de Lin-Manuel Miranda, também chegou durante a pandemia e se saiu um pouco melhor, com um faturamento inicial de US$ 11,5 milhões, mas atingiu apenas US$ 29,8 milhões no mercado interno – ainda que com uma diferença: estreou simultaneamente na HBO Max. O desastre de “Querido Evan Hansen” deixa claro que aquilo que funciona no palco não tem garantia nas telas. A produção da Universal tentou repetir o fenômeno da montagem de 2016, premiada com seis troféus Tony (o Oscar do teatro), ao escalar o mesmo ator, Ben Platt, no papel principal. Só que, agora com 27 anos, ele foi ridicularizado por tentar passar por estudante do Ensino Médio na versão cinematográfica. O pódio das bilheterias norte-americanas se completa com “Free Guy – Assumindo o Controle”. A comédia fantasiosa estrelada por Ryan Reynolds faturou US$ 4,1 milhões em seu sétimo fim de semana, atingindo um total doméstico de US$ 114,1 milhões. Globalmente, o filme está com US$ 317,4 milhões graças à diferença feita pelo lançamento chinês, que responde por US$ 94 milhões da conta. O terror “A Lenda de Candyman” e o drama “Cry Macho – O Caminho para a Redenção”, estrelado e dirigido por Clint Eastwood, fecham o Top 5 com US$ 2,5 milhões e US$ 2,1 milhões de arrecadação no fim de semana, respectivamente.

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  • Série

    Trailer mostra heróis de “Legends of Tomorrow” perdidos na era do jazz

    21 de setembro de 2021 /

    “Legends of Tomorrow” terá seu menor hiato de todos. A rede The CW divulgou o trailer da 7ª temporada da série dos heróis viajantes do tempo, que vai estrear em 13 de outubro nos EUA, apenas cinco semanas após a conclusão do sexto ano da produção. Aproveitando a pouca distância entre as temporadas, a prévia mostra que a história vai continuar exatamente do ponto em que parou, com os heróis perdidos em 1925 após a destruição da nave Waverider. Embora seja provisória, a situação vai fazer com que Ava (Jes Macallan) se transforme literalmente numa melindrosa, desabando em choro com todo o visual da era do jazz a que tem direito. Também há cenas de perseguição de calhambeques e metralhadoras tommy gun, armas favoritas dos gângsteres durante a Lei Seca. O elenco principal contará novamente com Caity Lotz como Sara Lance, Tala Ashe como Zari Tarazi, Jes Macallan como Ava Sharpe, Olivia Swann como Astra Logue, Adam Tsekhman como Gary Green, Shayan Sobhian como Behrad Tarazi, Lisseth Chavez como Esperanza “Spooner” Cruz e Nick Zano como Nate Heywood. As novidades ficam por conta de mudanças em dois velhos conhecidos da série. Matt Ryan, que se despediu do papel de John Constantine, voltará como Dr. Gwyn Davies, um especialista em viagens no tempo, enquanto Amy Louise Pemberton, que dubla o computador Gideon, passará a se materializar em carne e osso. Já Dominic Purcell, que se despediu do papel de Mick Rory no final da 6ª temporada, não tem retorno confirmado nos próximos capítulos e saiu xingando a produtora Warner Bros. Television nas redes sociais, no melhor estilo de seu personagem. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    “Shang-Chi” segue no topo das bilheterias com US$ 320 milhões mundiais

    19 de setembro de 2021 /

    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve a liderança das bilheterias dos EUA e Canadá pelo terceiro fim de semana seguido. Ainda exibido em 4 mil cinemas, o filme da Marvel/Disney arrecadou US$ 21,7 milhões nos últimos três dias, elevando seus rendimentos a US$ 176,9 milhões no mercado doméstico. Com isso, “Shang-Chi” se tornou o segundo lançamento de maior bilheteria do ano na América do Norte, atrás apenas da “Viúva Negra”. Mas, ao contrário do filme estrelado por Scarlett Johansson, o longa com Simu Liu teve lançamento exclusivo nos cinemas e deve ultrapassar a bilheteria total de US$ 183 milhões de “Viúva Negra” até o próximo fim de semana. No mundo inteiro, a produção do herói antigamente conhecido como Mestre do Kung Fu arrecadou US$ 320,6 milhões até o momento (mais US$ 20,3 milhões vieram do exterior neste fim de semana), apesar de não ter sido lançado na China, maior mercado cinematográfico do mundo, por censura política. Outro lançamento da Disney ocupa o 2º lugar. “Free Guy – Assumindo o Controle” continua a mostrar fôlego em seu sexto final de semana, caindo apenas 7% em relação à semana passada. A comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds faturou mais US$ 5,2 milhões para tingir o total doméstico de US$ 108,5 milhões. Melhor que isso, o filme se tornou um fenômeno na China. Graças aos US$ 85,6 milhões vindos do mercado chinês, está prestes a cruzar os US$ 300 milhões mundiais. A principal estreia da semana, “Cry Macho”, do diretor Clint Eastwood, ficou em 3º lugar nos EUA, faturando US$ 4,5 milhões de 3,9 mil cinemas. O neo-western dividiu a crítica, com 52% de aprovação e se tornou o terceiro lançamento consecutivo da Warner a fracassar nas bilheterias domésticas, após “Maligno” e “Caminhos da Memória”. Todos estes títulos têm em comum o fato de terem sido lançados simultaneamente na HBO Max nos EUA. E o mesmo vai acontecer com o esperado “Duna”, que já começou a ser exibido (exclusivamente nos cinemas) em alguns países neste fim de semana. O lançamento internacional de “Duna” chegou ao todo, em 24 mercados, onde o filme assumiu o 1º lugar e rendeu US$ 36,8 milhões, um desempenho acima das expectativas para a superprodução dirigida por Denis Villeneuve. As melhores performances foram na Rússia (US$ 7,6 milhões), França (US$ 7,5 milhões) e Alemanha (US$ 4,9 milhões). A estreia da sci-fi no Brasil vai acontecer apenas em 21 de outubro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc

    Jennifer Aniston desabafa sobre reunião de “Friends”: “Foi brutal”

    17 de setembro de 2021 /

    A atriz Jennifer Aniston revelou que a reunião do elenco principal de “Friends”, no especial produzido para a HBO Max, desencadeou saudades, mas principalmente melancolia. Ela explicou a confusão de sentimentos numa entrevista cândida concedida ao colega Rob Lowe, no podcast “Literally!”, onde assumiu que reencontrar Courteney Cox, Matthew Perry, David Schwimmer, Lisa Kudrow e Matt LeBlanc no cenário original da série “foi brutal”. “A gente não sabia como seria. Quer dizer, a gente vinha ouvindo falar sobre essa ideia há tempos e sabíamos que as pessoas queriam isso — que os fãs realmente queriam uma reunião”, disse a atriz. “Na nossa cabeça, pensamos: ‘Vai ser bem divertido viajar no tempo’. Só que, na realidade, viajar no tempo é um tanto quanto difícil”. Ela contou que o primeiro choque veio ao encontrar os mesmos cenários usados nas gravações da série. “Eles tinham exatamente as mesmas coisas, até os produtos falsos que ficavam dentro das prateleiras e outras coisas pequenas que ficaram guardadas esse tempo todo”, detalhou. “E, de repente, ali está você de volta. Só que se passaram 16 anos… Muita coisa mudou para muitos de nós. Lá atrás, nós éramos jovens inocentes e meio que tínhamos toda a nossa vida à nossa frente, mesmo que estivéssemos devastados por dar adeus àqueles 10 anos em um trabalho que todos amávamos”, adicionou. “‘Friends’ trouxe tanta alegria para os fãs e para nós. Quero dizer, era como tomar uma pílula de felicidade diariamente. Então, voltar a esse lugar — é nostálgico de uma forma que também é um tanto de melancolia, sabe? Porque muito mudou”, continuou a atriz. “Nós seguimos por estradas diferentes, algumas fáceis e outras nem tanto, para cada um de nós. Foi brutal, e você não pode desligar essas emoções. Havia câmeras em todos os lugares, e eu não conseguia parar de chorar”, completou. A reunião de Friends está disponível na HBO Max desde a inauguração do serviço no Brasil, em 29 de junho. Escute abaixo a íntegra da conversa entre Aniston e Lowe no podcast.

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    “Matrix Resurrection” tem estreia adiada no Brasil

    16 de setembro de 2021 /

    A Warner alterou mais uma vez a data de estreia de “Matrix Resurrection” no Brasil. O lançamento vai acontecer agora em clima natalino, no dia 22 de dezembro, seis dias após a data anteriormente prevista. Ainda assim, o filme chegará aos cinemas brasileiros no mesmo dia da estreia nos EUA. O mais curioso é que a data cai numa quarta-feira. O estúdio não fez comunicado oficial sobre o adiamento por meio de assessoria de imprensa, mas a nova data já apareceu com destaque num comercial da produção feito para o mercado brasileiro. Veja abaixo. Escrito e dirigido por Lana Wachowski, cocriadora da franquia original, o filme traz de volta Keanu Reeves como Neo, Carrie-Anne Moss como Trinity, Jada Pinkett Smith como Niobe, Lambert Wilson como Merovingian e Daniel Bernhardt como o agente Johnson, além de Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como uma versão jovem de Morpheus. O elenco também inclui Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Priyanka Chopra (“Quantico”), Christina Ricci (“A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Vale lembrar que o filme, originalmente previsto para maio deste ano, também já esteve com estreia marcada para abril de 2022.

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  • Filme

    Novo filme de Clint Eastwood é principal estreia dos cinemas

    15 de setembro de 2021 /

    O grande lançamento da semana nos cinemas é “Cry Macho – O Caminho para a Redenção”, dirigido e estrelado por Clint Eastwood. O filme marca a volta do ator, atualmente com 91 anos de idade, aos papéis de cowboy que o consagraram na juventude. Com clima de faroeste moderno, a trama gira em torno de um ex-astro de rodeio que aceita o pedido de um antigo patrão para trazer o filho do homem para casa, afastando-o de sua mãe alcoólatra. Atravessando a zona rural do México em seu caminho de volta para o Texas, a dupla enfrenta uma jornada inesperadamente desafiadora, na qual o cavaleiro cansado do mundo tenta encontrar seu próprio senso de redenção ensinando ao menino o que significa ser um bom homem. Outro destaque é a estreia comercial de “Meu Nome É Bagdá”, que chegou a ter sessões especiais no começo da pandemia. O drama brasileiro conta a história de uma jovem de 16 anos (Grace Orsato) que é a única menina a frequentar a pista de skate de seu bairro. Mas, com sua atitude, abre caminho para outras. Dirigido por Caru Alves de Souza, foi premiado no Festival de Berlim do ano passado. “Meu Nome É Bagdá” venceu o Grand Prix da mostra Generation do Festival de Berlim, que no mesmo ano também premiou o mexicano “Los Lobos”, de Samuel Kishi, mais um drama impactante da programação da semana. A trama se concentra no cotidiano tedioso de duas crianças, que emigram para os Estados Unidos com sua a mãe, mas passam seus dias trancados em um pequeno apartamento esperando que ela volte do trabalho, com a esperança de visitarem juntos a Disneylândia. Para partir de vez o coração, há ainda um terceiro drama sobre crianças, “Filho-Mãe, da iraniana Mahnaz Mohammadi, que mostra como a sociedade conservadora (machista) do Irã força uma mãe a ter que decidir entre o filho e um novo marido. Menos empolgantes são os lançamentos que chegam em mais cinemas: “Mate ou Morra”, outro thriller com looping temporal, “Escape Room 2”, continuação de um terror que já não tinha empolgado em seu lançamento original, e uma tentativa esforçada de thriller nacional. Dirigido por Márcio Garcia, “Reação em Cadeia” tem boas ideias e reviravoltas, centrado num contador que descobre negociatas políticas, mas escorrega nas armadilhas dos clichês do gênero. Veja abaixo os trailers das sete estreias de cinema desta quinta-feira (16/9).     Cry Macho – O Caminho para a Redenção | EUA | Drama     Meu Nome É Bagdá | Brasil | Drama     Los Lobos | México | Drama     Filho-Mãe | Irã | Drama     Reação em Cadeia | Brasil | Ação     Mate ou Morra | EUA | Ação     Escape Room 2 – Tensão Máxima | EUA | Terror

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    Karol Conká inclui a Cuca na estreia em streaming de “O Esquadrão Suicida”

    13 de setembro de 2021 /

    A HBO Max produziu um comercial divertido com Karol Conká para o lançamento de “O Esquadrão Suicida” em streaming no Brasil. A rapper e ex-BBB 21 encarna uma versão tropical de Amanda Waller (Viola Davis) ao apresentar a dois executivos os membros do seu Esquadrão – que são os mesmos do filme. A piada vem só ao final, quando eles demonstram decepção, esperando uma novidade nacional, alguém que representasse o Brasil no elenco de vilões. É quando Karol dá sua melhor sugestão: ninguém menos do que a Cuca, de “O Sítio do Picapau Amarelo”. E tem um detalhe: “Ela já vem vacinada”, encerra Karol, fazendo referência a uma infame declaração antivacina de Bolsonaro sobre jacarés, que virou piada. Diferente dos EUA, onde “O Esquadrão Suicida” foi lançado simultaneamente nos cinemas e em streaming, a versão digital do filme chegou ao Brasil apenas no domingo (12/9), mas sem alarde. A baixa divulgação mais que justifica a escalação de Karol para avisar ao público nacional que um dos melhores filmes do ano já pode ser visto em casa. Vale lembrar que, apesar da brincadeira sobre falta de “alguém que represente o Brasil” na trama, o filme tem sim uma bela representante do cinema nacional em várias cenas: a atriz Alice Braga. Que, inclusive… spoiler. Veja o filme dirigido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) pra saber.

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    “Shang-Chi” ultrapassa US$ 250 milhões mundiais

    12 de setembro de 2021 /

    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve-se imbatível no topo das bilheterias dos EUA e Canadá em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 4,3 mil cinemas, o filme da Marvel/Disney arrecadou surpreendentes US$ 35,8 milhões nos últimos três dias, elevando seus rendimentos a US$ 145,6 milhões no mercado doméstico. O desempenho representa o maior segundo fim de semana de todo o período da pandemia, superando os US$ 25,8 milhões de “Viúva Negra”. A diferença de resultados dá razão à Scarlett Johansson em sua disputa contra a Disney. A atriz argumenta que o lançamento simultâneo em streaming prejudicou as bilheterias de seu longa, e a queda de arrecadação foi realmente dramática após a estreia. Já “Shang-Chi”, que é exclusivo dos cinemas, manteve uma arrecadação forte. O filme também se manteve em 1º lugar em vários países do mundo, incluindo o Brasil, Austrália, França, Alemanha, Coréia, Itália, México, Rússia, Espanha e Reino Unido. O sucesso do novo herói da Marvel é tão impressionante que precisou só de 10 dias, em plena pandemia, para cruzar os US$ 250 milhões mundiais. O montante internacional está em US$ 112 milhões, o que rende um total exato de US$ 257,6 milhões em todo o mundo. E isto sem o mercado chinês, que não deve receber “Shang-Chi” por censura política. Os números reforçam a decisão da Disney de encerrar sua experiência com o Premier Access, seu PVOD na Disney+, e voltar a realizar lançamentos apenas no cinema, ainda que com uma janela bem menor de exclusividade – 45 dias, em vez dos 90 de antes da pandemia. A Disney, por sinal, também ocupa o 2º lugar nas bilheterias norte-americanas. “Free Guy – Assumindo o Controle” continua a mostrar fôlego, ultrapassando a marca de US$ 100 milhões de faturamento doméstico neste domingo (12/9), com um cume de US$ 101,8 milhões até o momento. No mundo inteiro, o valor está em US$ 276,5 milhões graças ao lançamento na China, que já rendeu US$ 76,3 milhões até o momento. A principal estreia da semana, o terror “Maligno” da Warner, abriu apenas em 3º lugar, com US$ 5,57 milhões em 3,5 mil telas nos EUA. Disponibilizado também na HBO Max, o filme não teve o desempenho esperado, especialmente diante das críticas positivas que costumam impulsionar bilheterias de terror – teve 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Somando as arrecadações internacionais, chegou a US$ 15,1 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui outro terror, “A Lenda de Candyman”, com US$ 4,8 milhões em seu terceiro fim de semana para um total doméstico de US$ 48 milhões, e outra produção da Disney, “Jungle Cruise”, que fez US$ 2,4 milhões para um total doméstico de US$ 109,9 milhões após sete semanas nos cinemas.

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    Disney anuncia fim de lançamentos simultâneos em streaming, mas impõe derrota aos cinemas

    11 de setembro de 2021 /

    A Disney anunciou o fim de sua experiência com lançamentos híbridos. Após o processo de Scarlett Johansson contra a estreia simultânea de “Viúva Negra” nos cinemas e no Premier Acess (um PVOD) da Disney+, e do sucesso de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas bilheterias, os próximos filmes do estúdio serão lançados primeiro nos cinemas, antes de estarem disponíveis em streaming. Com isso, o filme de animação “Encanto” estreará nos cinemas no dia 24 de novembro e não aparecerá na plataforma Disney+ até 24 de dezembro. Todos os demais lançamentos previstos para 2021, como “O Último Duelo” de Ridley Scott, “Eternos” de Chloé Zhao e “Amor, Sublime Amor” de Steven Spielberg, terão ao menos 45 dias de exclusividade nas salas de cinema. O circuito exibidor dos EUA considerou a decisão uma vitória. Anteriormente, a Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) chegou a divulgar um comunicado agressivo contra a Disney, apontando que “Viúva Negra” teve uma queda de 67% de arrecadação em sua segunda semana em cartaz por não ser um lançamento exclusivo dos cinemas. Argumentos deste comunicado foram utilizados no processo movido por Johansson contra o estúdio. Mas a verdade é que os donos de cinemas, que se dizem felizes agora, perderam a disputa. E perderam muito. O anúncio da Disney consolida a janela de 45 dias de exibição e se segue à iniciativas anteriores da Warner e da Paramount no mesmo sentido. Antes da pandemia, porém, a exclusividade dos cinemas durava o dobro do tempo: 90 dias. Há anos, Hollywood tentava diminuir o tempo de exclusividade dos filmes nos cinemas, mas os exibidores nunca permitiram, ameaçando boicotar quem ousasse lançar em vídeo qualquer filme antes dos 90 dias tradicionais. No começo da pandemia, quando a Universal tirou “Trolls 2” do circuito cinematográfico norte-americano e celebrou um dos maiores faturamentos de VOD de todos os tempos, as grandes redes peitaram o estúdio com ameaças contra suas futuras produções. O tom mudou muito desde então e agora as redes comemoram cortar pela metade sua janela anteriormente intocável. Trata-se de uma vitória de Hollywood, que em dois anos – e com a ajuda da pandemia – mudou de forma radical sua relação com os donos de cinema. O lançamento de várias plataformas ligadas aos estúdios tirou do circuito cinematográfico seu poder de barganha, consolidando uma alternativa mais viável que as salas de exibição para levar conteúdo ao público. A troca de paradigma fragilizou a posição dos cinemas, que agora comemoram perder “apenas” metade de seu antigo poder.

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