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    Atriz de The 100 é presa após atacar namorado e chora na polícia

    14 de agosto de 2018 /

    Marie Avgeropoulos, atriz da série “The 100”, teve um surto de Bloodreina na vida real. O site TMZ descobriu que ela foi presa em Los Angeles na semana passada e responde a um processo por violência doméstica após atacar o namorado, em uma história bastante confusa. De acordo com o TMZ, a atriz canadense de 32 anos foi levada pelos policiais na madrugada do dia 5 de agosto depois que seu parceiro ligou para a polícia denunciando a agressão, ainda dentro do carro onde estavam. O homem tinha marcas no corpo e por isso a intérprete de Octavia Blake foi presa, embora ele tenha pedido que os policiais não a levassem. Segundo as fontes do site, Marie misturou remédios controlados que havia começado a tomar recentemente com vinho e ficou descontrolada. A intenção do rapaz ao ligar para a polícia teria sido parar com a confusão e não fazê-la ser presa. O namorado de Marie também é canadense e ambos não têm familiaridade com o sistema legal norte-americano. O próprio rapaz, que não teve a identidade revelada, pagou a fiança e não prestou queixa. Em sua mugshot (foto da ficha policial, acima), a atriz aparece chorando.

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  • Filme

    Intervenção: Novo filme policial do autor de Tropa de Elite começa a ser filmado

    9 de julho de 2018 /

    O novo filme do autor de “Tropa de Elite” começou a ser filmado no Rio. Chama-se “Intervenção” e desta vez o roteirista Rodrigo Pimentel, o ex-capitão da Polícia Militar que é coautor dos dois “Tropa de Elite” (2007 e 2010) e uma das inspirações para o personagem Capitão Nascimento, vai abordar o fracasso das UPPs. No lugar da truculência e a corrupção da polícia exploradas nos dois filmes dirigidos por José Padilha, a nova produção pretende denunciar as condições precárias a que foram submetidos os agentes do projeto de segurança pública, inaugurado em 2008 com a promessa de levar paz às comunidades. Com direção de Caio Cobra (em seu segundo filme na função, após o ainda inédito “Virando a Mesa”), “Intervenção” é estrelado por Marcos Palmeira (“Mandrake”), que raspou a cabeça para viver o Major Douglas, símbolo de uma polícia ciente de sua incapacidade de combater o tráfico. “Meu personagem é descrente. Já sabe que a UPP não vai dar certo, porque os políticos e a Justiça não estão interessados no assunto tanto quanto deveriam. Seu foco é preservar a corporação”, revelou Marcos Palmeira ao jornal O Globo, num intervalo das filmagens. Segundo a publicação, Pimentel montou sua trama após ouvir cerca de 200 relatos, em mais de 20 visitas a UPPs ao longo da última década. “O policial de UPP é um sobrevivente. Se ele tivesse recursos, equipamentos, rádios funcionando, colete, munição, helicóptero… ele conseguiria fazer frente ao tráfico. Mas não tem”, resume o roteirista. Já o diretor revelou que “o filme não tem mocinho nem bandido, mas pessoas em situação-limite”. A produção conta no set com a consultoria de policiais, alguns deles contratados para integrar o elenco, mas pretende evitar o maniqueísmo ao construir uma história com personagens de lados diferentes da situação. A trama acompanha Larissa (Bianca Comparato, da série “3%”, que assumiu o papel após Anitta ter recusado o convite por “conflitos de agenda”), uma policial militar recém-concursada, que vê no projeto de pacificação uma solução para a violência. Ela vive um conflito familiar com a irmã, Flávia (Dandara Mariana, da novela “A Força do Querer”), funcionária de uma ONG de direitos humanos que fiscaliza os abusos e erros da PM nas comunidades. A história do filme sofre uma reviravolta após uma apreensão de roubo de carga, quando uma troca de tiros mata um morador e um vídeo de toda a ação vai parar nas redes sociais. Larissa atribui a tragédia a um juiz que, dias antes, mandou soltar o traficante responsável pela ação criminosa. “Diante do cenário desolador, vendo seus colegas expostos e seu sonho ruir, a PM parte para uma vingança cega”, afirma a sinopse oficial enviada à imprensa. “Intervenção” será distribuído pela Paris Filmes e vai chegar aos cinemas já em 15 de novembro.

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  • Série

    The Sinner: Vídeos da 2ª temporada apresentam o novo mistério da série

    8 de julho de 2018 /

    O canal pago americano USA divulgou o pôster, duas fotos e dois novos vídeos da 2ª temporada de “The Sinner”. Um deles é um trailer bastante completo, que apresenta o novo mistério que precisará ser desvendado pelo detetive Harry Ambrose (Bill Pullman). O outro apresenta as cenas com comentários da atriz Jessica Biel, que estrelou a 1ª temporada e exercerá a função de produtora nos novos episódios. Ela também aparece numa das fotos de bastidores da produção. Veja abaixo. Na trama, ainda esgotado pela resolução do caso de Cora Tannetti (Jessica Biel), Ambrose é chamado de volta para sua cidade natal na zona rural de Nova York para investigar um crime perturbador: um garotinho de 13 anos de idade teria assassinado os próprios pais sem motivo aparente. Entretanto, sua investigação o leva diretamente para os mistérios obscuros da cidadezinha e o coloca contra aqueles que não vão medir suas ações para proteger esses segredos. A 2ª temporada terá uma nova protagonista feminina, vivida por Carrie Coon (das séries “The Leftovers” e “Fargo”). Trata-se de Vera, uma mulher misteriosa e formidável, que lidera a comunidade local e luta com toda a força para defender seus ideais, mas também para realizar seus próprios desejos. Além dela, Natalie Paul (série “The Deuce”) e Hannah Gross (série “Mindhunter”) também integram o novo arco dramático. A primeira interpreta Heather, uma detetive iniciante que acaba chamando Ambrose para investigar o duplo homicídio, enquanto a segunda vive Marin, a melhor amiga de Heather, que desapareceu misteriosamente da cidade anos atrás. A 2ª temporada estreia no canal USA no dia 1° de agosto e deve ser disponibilizada logo em seguida pela Netflix no Brasil. “The Sinner” se tornou frisson mundial após ganhar distribuição da plataforma de streaming.

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  • Filme

    Nicolas Cage busca vingança no trailer de Mandy

    27 de junho de 2018 /

    A RLJE Films divulgou o pôster e o trailer brutal de “Mandy”, um trash extremamente estilizado em que Nicolas Cage busca vingança. Mistura de “Mad Max” e “Massacre da Serra Elétrica”, a prévia traz Cage de machado e serra elétrica em punho para acertar as contas com uma gangue comandada por Linus Roache (série “Vikings”), responsável pelo rapto da personagem-título, vivida por Andrea Riseborough (“Oblivion”). O filme tem roteiro e direção de Panos Cosmatos (“Além do Arco-Iris Negro”), filho do célebre diretor de filmes de ação dos anos 1980 George P. Cosmatos (“Rambo II – A Missão”). Exibido no Festival de Sundance, encantou a crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para setembro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para o Brasil.

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  • Filme

    Vingança usa violência como arma de empoderamento

    23 de junho de 2018 /

    Existe um subgênero do terror conhecido como “rape and revenge”, que faz justamente o que a sua alcunha sugere: mostra cenas de estupro seguidas por uma sanguinolenta vingança. Voltado para o público masculino, este subgênero gerou nos últimos anos alguns produtos de gosto duvidoso, como a franquia “Doce Vingança”, e parecia não ter muito conteúdo a oferecer, a não ser àqueles que ainda aguentam ver mulheres sendo submetidas a situações de objetificação sexual e extrema violência. A produção francesa “Vingança” tinha tudo para ser mais um desses filmes, mas não é. E o motivo para isso é simples: é escrito e dirigido por uma mulher. Estreando aqui no comando de um longa-metragem, a cineasta francesa Coralie Fargeat também é responsável pelo roteiro, que acompanha Jen (a italiana Matilda Anna Ingrid Lutz, de “O Chamado 3”), uma jovem que viaja para um local isolado para passar alguns dias com Richard (o belga Kevin Janssens, da série “Vermist”), um homem casado com quem ela mantém um relacionamento. O sossego dos dois é interrompido pela presença de Stan (Vincent Colombe) e Dimitri (Guillaume Bouchède), identificados apenas como “associados” de Richard, que chegaram mais cedo para a caçada anual que eles fazem pelo deserto que cerca a casa. E não demora a acontecer aquilo que o nome deste subgênero sugere. Mas por mais que Fargeat nos leve para lugares conhecidos, o caminho utilizado é pouco viajado. Assim, se o início apresenta Jen como um objeto sexual – com closes constantes da bunda dela –, o objetivo não é explorar o corpo da atriz, mas dialogar com a percepção que o público masculino tem acerca desse tipo de filme. A cineasta mostra o que o público espera ver, apenas para subverter essa visão em seguida. Isso é mais notável na cena do estupro, na qual a diretora afasta a câmera ato em si para aproxima-la do personagem que assiste aquilo – sendo que ele é um reflexo do voyeurismo do próprio espectador. Aliás, é interessante perceber como o roteiro não desenvolve nenhum dos personagens. Em vez de diminuir o alcance da narrativa, tal escolha a amplia, pois cada uma daquelas pessoas se torna representações muito mais amplas do seu gênero. A proposta da realizadora é criar um microcosmo de uma realidade cada vez mais presente na nossa sociedade. Os homens, neste caso, representam todos os homens que já cometeram atos de violência contra as mulheres. E o oposto é verdadeiro. Isso justifica o fato de a protagonista parecer imortal, continuando viva mesmo após perder litros de sangue. Afinal, ela carrega consigo a força de todas as mulheres. A diretora se utiliza de simbolismos para dar corpo à sua obra. É bastante significativo, por exemplo, que a primeira vingança empreendida por Jen seja contra aquele que viu o ocorrido, mas não fez nada para impedir. E o castigo que ele recebe tem a ver com essa ideia do olhar. Também é notável como, em certo momento, a protagonista precisa retirar um objeto fálico de dentro de si – um galho – e como este é substituído pela imagem de uma águia, simbolizando a liberdade. Tudo isso faz parte da transformação pela qual ela passa ao longo da projeção. E embora ela apareça correndo pelo deserto vestindo apenas de calcinha e sutiã, essa imagem não tem o intuito de ser sedutora, mas empoderadora.

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  • Série

    Produção do filme Sai de Baixo já foi assaltada cinco vezes no Rio de Janeiro

    18 de junho de 2018 /

    A série de comédia “Sai de Baixo” tinha como cenário original um prédio do Largo do Arouche, região central – e não muito segura – de São Paulo, e era gravada no Teatro Procópio Ferreira, na famosa Rua Augusta. Porém, ao resolveram mudar a locação da trama para o filme atualmente em produção, levando os personagens para o Rio de Janeiro, os produtores acabaram demonstrando na prática a diferença de segurança entre as duas capitais. Pois as filmagens mal começaram e os problemas de segurança já são imensos. Em menos de um mês, cinco carros da produção do filme foram assaltados no Rio, sendo três deles a mão armada. A informação foi confirmada ao UOL pela assessoria de imprensa do filme. De acordo com a assessoria, foram roubados objetos pessoais, como celular, carteira e dinheiro. Ninguém ficou ferido. Nos três casos em que o assalto foi a mão armada, foram feitos registros de ocorrência. Os assaltos, no entanto, não prejudicaram o cronograma das filmagens. Aparentemente, isso faz parte das rotinas de produção no Rio de Janeiro. Para demonstrar que não se trata de ir ao lugar errado, os assaltos ocorreram em diversos lugares do Rio de Janeiro, como a Estrada Grajaú-Jacarepaguá, Linha Amarela e na Av. Washington Luis (perto de São João de Meriti). As filmagens de “Sai de Baixo” começaram no final de maio. O filme terá no elenco boa parte do elenco original, com Miguel Falabella, Marisa Orth, Aracy Balabanian e Tom Cavalcanti. Já Luis Gustavo, com problemas de saúde, e Claudia Jimenez, por vontade própria, não vão participar do filme. Cacau Protásio também estará no elenco interpretando uma empregada doméstica. O longa-metragem tem produção de Daniel Filho, um dos criadores do programa original, com roteiro e direção de Miguel Falabella.

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  • Série

    Trailer de The Sinner introduz o mistério da 2ª temporada

    16 de junho de 2018 /

    O canal pago americano USA divulgou seis fotos e o primeiro trailer completo da 2ª temporada de “The Sinner”. A prévia apresenta um novo mistério, que precisará ser desvendado pelo detetive Harry Ambrose (Bill Pullman). Após a resolução do caso de Cora Tannetti (Jessica Biel), Ambrose é chamado de volta para sua cidade natal na zona rural de Nova York para investigar um crime perturbador: um garotinho de 11 anos de idade teria assassinado os próprios pais sem motivo aparente. Entretanto, sua investigação o leva diretamente para os mistérios obscuros da cidadezinha e o coloca contra aqueles que não vão medir suas ações para proteger esses segredos. A 2ª temporada terá uma nova protagonista feminina, vivida por Carrie Coon (das séries “The Leftovers” e “Fargo”). Mas Jessica Biel continua ligada à atração, como produtora executiva. Por sinal, seu nome e sua função são exaltados no vídeo. Na 1ª temporada, ela viveu uma mãe de família que mata um homem inesperadamente, mas não sabe explicar porque tomou aquela atitude. Coon interpretará Vera, uma mulher misteriosa e formidável, que lidera a comunidade local e luta com toda a força para defender seus ideais, mas também para realizar seus próprios desejos. Além dela, Natalie Paul (série “The Deuce”) e Hannah Gross (série “Mindhunter”) também integram o novo arco dramático. A primeira foi escalada como Heather, uma detetive iniciante que acaba chamando Ambrose para investigar o duplo homicídio, enquanto a segunda será Marin, a melhor amiga de Heather, que desapareceu misteriosamente da cidade anos atrás. A 2ª temporada estreia no canal USA no dia 1° de agosto e deve ser disponibilizada logo em seguida pela Netflix no Brasil. “The Sinner” se tornou frisson mundial após ganhar distribuição da plataforma de streaming.

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    CEO da Netflix justifica renovação de 13 Reasons Why: “Ninguém é obrigado a assistir”

    8 de junho de 2018 /

    A renovação de “13 Reasons Why” para uma 3ª temporada causou controvérsia, e não apenas entre grupos conservadores que gostariam de ver a série sumir. Até fãs consideram que a história já acabou. Pois o CEO da Netflix, Reed Hastings, assumiu que a decisão foi movida pela audiência e repercussão da atração, independente de qualquer desdobramento seu conteúdo. Falando a acionistas durante uma reunião, Hastings disse: “’13 Reasons Why é muito popular e bem sucedida’. É conteúdo engajante mas também controverso. Ninguém é obrigado a assistir”. Entretanto, a 2ª temporada não teve inimigos apenas entre militantes de grupos de pressão. A queda de qualidade da série foi destacada pelas avaliações da crítica. Enquanto a 1ª temporada teve 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a 2ª despencou para 26%. Não é por acaso que a decisão de continuar a produzir a série está sendo questionada.

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  • Filme

    Jennifer Garner sente desejo de matar no primeiro trailer de Peppermint

    3 de junho de 2018 /

    A STX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Peppermint”, filme de ação estrelado por Jennifer Garner. Após vários anos se especializando em dramas e comédias românticas, a atriz volta ao gênero que a consagrou na série “Alias”, novamente às voltas com metralhadoras, tiroteios e complôs. A trama é basicamente um “Desejo de Matar” feminino. Após ver o marido e a filha serem assassinatos por gângsteres de um cartel de traficantes, e diante da falta de empenho da polícia e de um juiz corruptos, ela decide desaparecer, voltando após cinco anos de treinamento intenso determinada a se vingar de todos os envolvidos no caso. O roteiro, que também poderia ser a origem de um super-herói dos quadrinhos, foi escrito por Chad St. John. Por coincidência, ele também escreveu um curta do Justiceiro – “O Justiceiro: Roupa Suja” – , mas é mais conhecido pelo thriller genérico “Invasão a Londres”. A direção é do francês Pierre Morel, que assinou o “Busca Implacável” original, de 2008. E o elenco ainda inclui John Gallagher Jr. (“Rua Cloverfield, 10”), Annie Ilonzeh (“All Eyez on Me”), Richard Cabral (série “Lethal Weapon”), John Ortiz (“O Paradoxo Cloverfield”) e o rapper Method Man (série “The Deuce”). A estreia está marcada para 7 de setembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Homens armados tentam invadir residência de Stan Lee e são presos pela polícia

    2 de junho de 2018 /

    A polícia de Los Angeles prendeu dois homens armados no quintal da casa de Stan Lee, na noite de quinta-feira (31/5). “Policiais foram chamados para uma residência na altura do número 9100 da Oriole Way por volta das 7h30, após denúncia de um assalto”, disse o porta-voz da polícia. “Foi declarado que suspeitos faziam ameaças com uma arma”, completou o comunicado sucinto. Segundo o jornal Daily Mail, um dos suspeitos teria pedido dinheiro que o criador dos Vingadores, Homem-Aranha e X-Men estava supostamente devendo. A polícia recebeu a denúncia de um vizinho e mandou várias viaturas e até mesmo um helicóptero para o local. Ao serem detidos, os suspeitos ainda tentaram se livrar das armas, que foram recolhidas pela polícia. Um dos homens aparentemente tinha estado na propriedade no dia anterior. Mas, segundo testemunhas, Lee, que estava com o advogado e uma enfermeira, afirma não saber quem são os homens. Eles o surpreenderam na frente da casa. Esta não foi a primeira tentativa de invasão da residência neste ano. Em abril, um homem pulou o muro de Stan Lee e tentou entrar à força, sendo preso em flagrante. Aos 95 anos, Stan Lee tem sido notícia por motivos cada vez mais preocupantes. Ele está processando seu ex-empresário por fraude, desvio de milhões e abuso de idoso. O processo veio à tona após a revista The Hollywood Reporter denunciar que Stan Lee era abusado pela própria filha, com ajuda de um cuidador recentemente contratado, enquanto seu patrimônio estava sendo dilapidado. Atualmente, Lee conta com um patrimônio entre US$ 50 milhões e U$ 70 milhões – recebendo US$ 1 milhão da Marvel por ano.

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    Bruna Lombardi grava vídeo com a família após assalto armado em sua casa

    25 de maio de 2018 /

    A atriz Bruna Lombardi usou seu canal do Youtube para se manifestar sobre o assalto que aconteceu em sua casa, invadida por homens armados na manhã de quarta-feira (24/5). Ao lado do marido Carlos Alberto Riccelli e do filho, ela fez questão de demonstrar que todos estavam bem e agradeceu o apoio e a solidariedade recebida. Coube ao filho do casal de atores, Kim Riccelli, explicar que a casa da família foi invadida por assaltantes e ressaltar o sentimento de insegurança no momento da ação. “Você ter a sensação de não estar seguro na sua própria casa é um susto”, comentou. “O exemplo dessas pessoas vem de cima”, acrescentou Bruna. “Quando você vive num país em que os governantes – a elite – roubam sistematicamente grandes quantias, grandes fortunas, e roubam sem sequer arriscar suas próprias vidas, eu acho que a gente não pode reclamar da violência, a gente não pode reclamar dos que invadem nossas casas, porque eles têm o exemplo dos poderosos fazendo isso todos os dias, impunemente”. As declarações confirmam que a família estava em casa no momento do assalto, mas não sofreu nenhuma violência dos criminosos. “Aqui em casa eles só levaram bens materiais, graças a Deus ninguém sofreu nenhum tipo de violência. Num momento como esse temos a prova que os bens materiais não têm valor, perto do que realmente importa na vida da gente”, resumiu a atriz. O crime aconteceu por volta das 11 horas da manhã. A invasão foi flagrada em vídeo por um vizinho do casal, que alertou a polícia. No boletim de ocorrência, registrado no 34º Delegacia de Polícia de São Paulo, consta que “aproximadamente sete homens portando armas longas em três carros renderam o vigia, deixando-o por aproximadamente 30 minutos em um dos carros, enquanto entraram na casa e roubaram alguns pertences.”

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    Assaltantes invadem a casa de Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli

    24 de maio de 2018 /

    Assaltantes armados invadiram a casa de Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli, localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo, na manhã de quarta-feira (23/5). Os criminosos teriam usado três veículos na ação. O assalto foi confirmado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), mas não há informação sobre se o casal estava na residência no momento do crime. Os atores não fizeram comentários. Procurado pelo UOL, Riccelli disse que não iria falar, mas reforçou que a família passa bem. Um vizinho gravou a tentativa de assalto e essa gravação foi entregue à delegacia responsável pela investigação do caso. Foi ele quem, ao ver a movimentação, alertou a polícia. No boletim de ocorrência, registrado no 34º Delegacia de Polícia de São Paulo, consta que o assalto correu às 11h30 da manhã. “A polícia civil foi informada que aproximadamente sete homens portando armas longas em três carros renderam o vigia, deixando-o por aproximadamente 30 minutos em um dos carros, enquanto entraram na casa e roubaram alguns pertences.” A informação que chegou a circular, de que os bandidos haviam rendido o casal, não foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública, que ainda apura o crime. Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli estão juntos há 37 anos. Eles se conheceram quando estrelaram juntos a novela “Aritana”, produzida pela extinta TV Tupi, no ano de 1978. E além de continuarem casados, até hoje trabalham juntos. Os projetos mais recentes do casal também incluem o filho Kim Riccelli. Além de filmes, ele também estão envolvidos com a série “A Vida Secreta dos Casais” no canal pago HBO.

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  • Série

    Grupo conservador americano quer tirar 13 Reason Why do ar

    22 de maio de 2018 /

    A 2ª temporada de “13 Reasons Why” já desperta tanta polêmica quanto a 1ª. Se na estreia a controvérsia se concentrava na abordagem do suicídio juvenil, agora são cenas de um tiroteio em escola e um estupro violento que dividem opiniões. A reação se tornou tão exacerbada nos Estados Unidos que uma das associações conservadoras de maior capacidade de pressão do país, a Parents Television Council, engajou-se numa campanha para tirar a série do ar. A entidade formada por pais de formação religiosa católica, que defendem uma programação televisiva mais sadia – com menos tolerância a gays, sexo e violência – , considera a série “potencialmente nociva”. Para eles, “13 Reasons Why” é “uma bomba relógio para crianças e adolescentes” e por isso “precisa ser tirada do ar” com urgência, segundo afirma em seu site oficial. A trama que rende objeção gira em torno do personagem Tyler Down (Devin Druid). Vítima de bullying, o adolescente sofre um estupro violento e decide promover um massacre contra seus colegas da escola, a fictícia Liberty High School, evocando eventos que estão atualmente nos noticiários americanos. O pior não chega a se concretizar, mas a forma como aconteceu a resolução causou controvérsia por apresentar uma linha de ação perigosa durante uma situação do tipo. Especialistas protestaram contra a solução da série. “Quando alguém tem uma arma, você não fica com a pessoa e tenta tirar a arma dela. Você chama as autoridades”, afirmou a diretora clínica da Sociedade de Proteção contra o Suicídio Adolescente, Phyllis Alongi, ao canal americano NBC. Para chegar nesse ponto, o personagem passou por uma jornada terrível, que incluiu um estupro por um dos integrantes do time de baseball da escola, dentro de um banheiro. Repleta de violência física, a cena gerou comoção até entre os fãs da série, que a descreveram no Twitter como “traumatizante” e “perturbadora”. Por isso, a indicação de que o episódio conteria cenas que poderiam ser sensíveis para alguns foi considerada insuficiente. “Eu sei que há um aviso sobre o conteúdo do episódio 13 de ’13 reasons why’, mas nada, absolutamente nada, poderia ter me preparado para a cena com Tyler e Montgomery no banheiro”, escreveu um usuário do Twitter. No entanto, alguns fãs saíram em defesa da série. “O ponto de ’13 reasons why’ é conscientizar. É para ser desconfortável assistir. Não pule o último episódio da 2ª temporada. É porque é gráfico que ele precisa ser visto”, defendeu uma telespectadora no Twitter. No programa que discute a série, “13 Reasons Why: Beyond the Reasons”, realizado pelos próprios produtores da atração, o criador e showrunner Brian Yorkey defendeu a violência da cena com o conceito de “empatia radical”. Para ele, a cena era necessária para fazer com que o público sentisse empatia por alguém tão diferente. “Era importante para nós trazer o público um pouco para o lado do Tyler. Por mais brutal que essa cena seja de assistir, desafio alguém a assisti-la e não sentir pena por Tyler”, argumentou o showrunner, que também defendeu a decisão do personagem de tentar disparar contra os colegas. “Nós tínhamos um personagem que obviamente sofria bullying grave, sofria de isolamento social e pensava em uma escolha muito trágica em relação a esses sentimentos. Na 2ª temporada, nós estávamos interessados em continuar a seguir a jornada dele e tentar compreender seu estado de mente e de alma. Eu acho que vocês verão que, no balanço dos episódios, estávamos tentando entender o personagem de Tyler e como um jovem problemático pode ser levado a considerar esse tipo de escolha difícil”, declarou Yorkey. Vale considerar que a Netflix decidiu cancelar um evento de pré-estreia da série após um aluno abrir fogo contra os colegas da Santa Fe High School, deixando pelo menos dez mortos na sexta passada (18/5). O pai do jovem assassino revelou que o filho sofria bullying na escola. A tragédia aconteceu antes que a série pudesse ser levada a julgamento moral por incitá-la. Mas é mais fácil para conservadores atacar a cultura, de forma hipócrita, que exigir mudanças nas leis que facilitam a proliferação de armas nos Estados Unidos. As próximas eleições brasileiras também podem conduzir à Brasília candidatos que defendem a descriminalização do porte armado, aumentando a quantidade de armas nas ruas, que se tornariam disponíveis para massacres em escolas, genocídio de populações indígenas e outros assassinatos banais.

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