Após suspeita policial, Jussie Smollett tem cenas cortadas de Empire
A reviravolta na investigação do suposto ataque violento cometido contra o ator Jussie Smollett teve repercussão na produção da série “Empire”. Fontes dos sites TMZ e Deadline revelaram que cenas com participação do ator estão sendo cortadas, visando diminuir suas aparições nos próximos episódios. Segundo o site, algumas cenas que envolveriam Jamal Lyon, o personagem de Smollett, também foram reescritas para tirar o ator do set de “Empire” em Chicago, mesma cidade em que aconteceu o suposto ataque. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas desde então tudo mudou. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. A polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.
Reviravolta: Vítima de crime de ódio, ator de Empire vira suspeito de encenação
A polícia de Chicago estaria investigando o ator Jussie Smollett por suspeita de encenação do ataque racista e homofóbico que ele sofreu em janeiro. A informação teria vazado de fontes próximas às autoridades policiais da cidade para diversos veículos de imprensa. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens ao sair de um restaurante, em 29 de janeiro, que gritaram palavras racistas e homofóbicas, inclusive um slogan da eleição do presidente Trump, enrolaram uma corda em seu pescoço para simular um enforcamento, jogaram água sanitária para “clarear” sua pele e chutaram suas costelas quando ele caiu no chão. O ator da série “Empire” foi hospitalizado após a agressão e o caso ganhou grande repercussão. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas, que serão analisadas por peritos. Após interrogatório, eles foram liberados pelas autoridades, que divulgaram um comunicado pelas redes sociais. “Graças à novas evidências, resultantes dos interrogatórios de hoje, os indivíduos questionados pela polícia no caso ‘Empire’ foram soltos sem acusações e os detetives tem trabalho investigativo adicional para completar”, diz o texto, publicado no Twitter. A partir desse momento, o próprio Jussie Smollett teria se tornado suspeito. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. Ainda de acordo com o canal americano, os irmãos disseram a policiais que compraram a corda usada no pescoço de Smollett. Eles entregaram o recibo da compra como evidência. A polícia de Chicago afirmou que já entrou em contato com a equipe jurídica do ator para que ele possa dar depoimento. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, os advogados do ator, Todd S. Pugh e Victor P. Henderson, disseram que Smollett está “irritado e abalado” após se tornar suspeito de ter orquestrado seu próprio ataque. Na noite de sábado (16/2), os advogados emitiram uma declaração, em nome de Smollett, minimizando a amizade do ator com os irmãos e insistindo que seu cliente é uma vítima de crime de ódio. “Jussie Smollett está furioso e abalado com relatos recentes de que os perpetradores são pessoas com quem ele está familiarizado.” Eles também afirmaram que um dos homens era personal trainer de Smollett. A teoria que justificaria a simulação foi inicialmente rechaçada pela Fox. O ator teria encenado o ataque para evitar ser dispensado de “Empire”, após saber que seu personagem sairia da série. Os roteiristas de “Empire” negaram que havia planos para isso e a Fox emitiu um protesto. “A ideia de que Jussie Smollett foi, ou seria, excluído de ‘Empire’ é completamente ridícula”, manifestou-se a produção da série. “Ele continua sendo um participante fundamental nesta série de muito sucesso e continuamos a apoiá-lo.”
Novo filme de Liam Neeson é adiado no Brasil após entrevista polêmica
A desastrosa entrevista de Liam Neeson da semana passada, em que confessou já ter tido desejo “de matar um homem negro” após uma amiga ser estuprada, repercutiu no Brasil. Com estreia marcada para a próxima quinta-feira (14/2), o novo filme do ator, “Vingança a Sangue Frio”, teve seu lançamento nacional adiado para o dia 14 de março. A distribuidora citou nominalmente a “repercussão da entrevista” como uma das razões para a medida. “Com a repercussão da entrevista do ator Liam Neeson, a distribuidora optou pela alteração da data de lançamento. A mudança também visou privilegiar a estreia do nacional ‘Minha Fama de Mau’, que cresceu muito nas últimas semanas e chega aos cinemas nesta quinta, numa janela menos competitiva. ‘Vingança a Sangue Frio’ abriu nos Estados Unidos dentro das expectativas do mercado e será lançado no Brasil no dia 14 de março”, diz o comunicado da Paris Filmes. Entretanto, ao contrário do que afirma o comunicado, o filme sofreu forte impacto negativo nas bilheterias norte-americanas, após a confissão de Neeson. “Vingança a Sangue Frio” registrou uma das piores estreia da carreira do astro – a pior desde 2010 nos Estados Unidos. A declaração do ator de 66 anos foi feita durante a divulgação do filme, ao ser questionado pelo jornal britânico The Independent sobre uma possível identificação com seu personagem, um homem buscando vingança pela morte de seu filho. Neeson, então, revelou que, na juventude, chegou a passar uma semana andando pelas ruas com um bastão a procura de um homem negro para matar depois que uma mulher próxima a ele foi estuprada por alguém que ela disse ser negro. “Ela lidou com a situação do estupro de forma extraordinária”, disse Neeson sobre o episódio. “Mas minha reação imediata foi: ela sabia quem era? Não. Qual era a cor dele? Ela disse que era uma pessoa negra. Eu subia e descia as ruas com um bastão, na esperança de esbarrar com alguém. Tenho vergonha de contar isso hoje, mas fiz por talvez uma semana, esperando que algum negro desgraçado saísse de um pub e arrumasse confusão comigo por qualquer motivo, sabe? Para que eu pudesse matá-lo.” A confissão gerou críticas e acusações de racismo. O ator foi ao programa televisivo “Good Morning America”, apresentado por Robin Roberts, que é negra, para respondê-las. “Realmente fiquei chocado por esse desejo primal que tive. Procurei ajuda. Procurei um padre, me confessei, eu era muito católico. Eu tinha dois grandes amigos com quem conversei para me livrar disso. Eu não sou racista, isso foi há quase 40 anos”, afirmou, acrescentando que teria a mesma reação se a mulher tivesse respondido que o homem era branco. Neeson ainda ressaltou que contou o episódio como uma parábola sobre a inutilidade de buscar vingança, lembrando que ele cresceu em meio aos conflitos na Irlanda do Norte. A maior ironia sobre os problemas que isso trouxe ao longa, remake do suspense nórdico “O Cidadão do Ano” (2014), é que “Vingança a Sangue Frio” foi considerado um dos melhores thrillers da fase vingativa de Neeson – isto é, desde “Busca Implacável” (2008) – , com 74% de aprovação na média da crítica computada pelo site Rotten Tomatoes.
Confissão racista resulta numa das piores bilheterias de estreia de Liam Neeson
A desastrosa entrevista de Liam Neeson da semana passada, em que confessou já ter tido desejo “de matar um homem negro” após uma amiga ser estuprada, teve impacto negativo nas bilheterias do novo filme do ator. “Vingança a Sangue Frio” registrou a pior estreia do astro desde 2010. O filme arrecadou apenas US$ 10,8 milhões durante o fim de semana nos Estados Unidos e Canadá, o que só supera a estreia de “72 Horas”, que Neeson estrelou ao lado de Russell Crowe e fez US$ 6,5 milhões há nove anos. A declaração do ator de 66 anos foi feita durante a divulgação de “Vingança a Sangue Frio”, seu novo épico de ação em que interpreta um homem buscando vingança pela morte de seu filho. A ironia é que o longa, remake do suspense nórdico “O Cidadão do Ano” (2014), foi considerado um dos melhores thrillers da fase vingativa de Neeson – isto é, desde “Busca Implacável” (2008) – , com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Vingança a Sangue Frio” estreia na quinta-feira (14/2) nos cinemas brasileiros.
Tapete vermelho do novo filme de Liam Neeson é cancelado após declarações polêmicas do ator
O tapete vermelho de “Vingança a Sangue Frio” em Nova York foi cancelado pela Lionsgate, após as declarações polêmicas de Liam Neeson no começo desta semana. O ator afirmou, em entrevista para o jornal britânico The Independent, que já tinha pensado em “matar um homem negro” para se vingar do estupro de uma amiga. Não um homem específico, mas qualquer negro que encontrasse. Isto teria ocorrido há 40 anos. A confissão aconteceu em meio à promoção de “Vingança a Sangue Frio”, em que Neeson interpreta um homem buscando vingança pela morte de seu filho. Uma fonte da Lionsgate disse ao site Deadline que o evento de Nova York não seria apropriado “sob as circunstâncias”. Apesar disso, a première no Loews Lincoln Square continua marcada. Apenas não terá participação do elenco. O estúdio também decidiu manter o lançamento amplo do filme, que chega aos cinemas americanos na sexta (8/2) e nos cinemas brasileiros na próxima seguinte. A polêmica também levou o ator à TV americana na manhã de terça (5/2) para se defender. “Não sou racista”, declarou em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Neeson confirmou a história que contou à imprensa britânica, sobre seu próprio relacionamento com a vingança. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou o ator na entrevista original, dizendo que “conseguia entender” o instinto de vingança de seu personagem no filme. Mas alegou que teria agido da mesma forma se o agressor fosse branco. “Se ela tivesse dito que havia sido [estuprada por] um irlandês, um escocês, um britânico ou um lituano, eu teria, sei que teria, a mesma reação. Estava tentando ser honrado, defender minha amiga querida de uma forma terrivelmente medieval.” O ator declarou que poderia ter matado alguém se tivesse a chance, e isso sacudiu suas crenças. “Isso me chocou e me machucou. Procurei ajuda”, contou, revelando ter buscado um padre. Ele disse ter se confessado e passado a fazer caminhadas de duas horas por dia para tentar superar sua raiva. O astro de “Busca Implacável” afirmou ainda que sua intenção ao fazer tais comentários era iniciar um debate mais amplo sobre racismo. Questionado sobre o que desejava que as pessoas aprendessem com sua experiência, ele disse: “A conversar. A se abrir. Todos fingimos que somos todos politicamente corretos neste país. No meu também [Irlanda do Norte]. Às vezes, você arranha a superfície e descobre esse racismo e fanatismo que estão lá”.
Após polêmica, Liam Neeson declara que não é racista
A confissão de Liam Neeson sobre seu desejo de matar um negro, qualquer negro, após uma amiga ter sido estuprada há 40 anos, causou muita polêmica e levou o ator a se defender. Ele negou ser racista na manhã desta terça-feira (5/2), em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC. “Não sou racista”, declarou, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Neeson confirmou a história que contou à imprensa britânica, quando disse ter percorrido “deliberadamente áreas frequentadas por negros da cidade, procurando ser provocado para que pudesse reagir com violência física”. “Fiz isso talvez quatro ou cinco vezes”, acrescentou. Mas alegou que teria agido da mesma forma se o agressor fosse branco. “Se ela tivesse dito que havia sido [estuprada por] um irlandês, um escocês, um britânico ou um lituano, eu teria, sei que teria, a mesma reação. Estava tentando ser honrado, defender minha amiga querida de uma forma terrivelmente medieval.” O ator declarou que poderia ter matado alguém se tivesse a chance, e isso sacudiu suas crenças. “Isso me chocou e me machucou. Procurei ajuda”, contou, revelando ter buscado um padre. Ele disse ter se confessado e passado a fazer caminhadas de duas horas por dia para tentar superar sua raiva. O astro de “Busca Implacável” afirmou ainda que sua intenção ao fazer tais comentários era iniciar um debate mais amplo sobre racismo. Questionado sobre o que desejava que as pessoas aprendessem com sua experiência, ele disse: “A conversar. A se abrir. Todos fingimos que somos todos politicamente corretos neste país. No meu também [Irlanda do Norte]. Às vezes, você arranha a superfície e descobre esse racismo e fanatismo que estão lá”. Veja a nova entrevista abaixo. O assunto veio originalmente à tona por conta da divulgação de “Vingança a Sangue Frio”, novo filme de ação estrelado por Neeson, que estreia na sexta-feira (8/2) nos Estados Unidos e na próxima semana (14/2) no Brasil.
Liam Neeson faz revelação polêmica sobre seu passado violento e racista
O ator Liam Neeson virou um dos tópicos mais comentados do Twitter no começo da semana, graças a uma entrevista ao jornal britânico The Independent, em que admitiu já ter sentido desejo real de matar… um negro. E não ficou na vontade. Ele se armou com um cassetete e foi para a rua procurar o primeiro negro que encontrasse para encher de porrada. A história aconteceu em sua juventude e ele afirma não ter o menor orgulho dela. Ao contrário, o fato o enche de vergonha. E foi a primeira vez que ele a contou na vida. Promovendo o filme “Vingança a Sangue Frio”, seu novo thriller de ação, em que interpreta um homem em busca de vingança pela morte de seu filho, Neeson puxou, por conta própria, paralelos em sua vida real. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou Neeson, dizendo que “conseguia entender” o desejo de vingança de seu personagem. Foi quando o ator contou que, certa vez, voltou para sua casa em Londres após uma viagem e descobriu que uma de suas melhores amigas havia sido estuprada. “Ela lidou com tudo de forma extraordinária, foi muito forte”, comentou. “Mas minha reação imediata foi… Eu perguntei se ela sabia quem foi, e ela disse que não. Perguntei se era alguém branco ou negro, e ela disse negro”, continuou Neeson. “Eu fui para a rua com um cassetete, esperando que alguém me abordasse”. “Eu sinto vergonha de dizer isso hoje em dia. Eu fiquei andando pela rua todas as noites por uma ou duas semanas, esperando que algum negro viesse para cima de mim ou algo assim. Para que eu pudesse… mata-lo”, completou. “Eu nunca disse isso para a minha amiga. Ela me perguntava: ‘Onde você está indo?’. E eu dizia que ia dar uma volta. Ela perguntava se havia algo errado, e eu dizia que não”, disse ainda. “Foi horrível, horrível, horrível que eu tenha feito isso”, confessou o ator. “Eu nunca admiti isso para ninguém, e agora estou falando para um jornalista. Deus me perdoe”. Ele ainda mencionou que cresceu na Irlanda do Norte, na época dos conflitos violentos contra militares britânicos, e que isso alimentou seu impulso para a vingança. Mas que ele aprendeu que isso “só leva a mais vingança, a mais mortes e a Irlanda do Norte é a prova disso”. A repercussão foi enorme.
Jussie Smollett aparece em público pela primeira vez após agressão e se diz o “Tupac gay”
O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, fez sua primeira aparição pública após sofrer um ataque racista e homofóbico que o deixou hospitalizado. O retorno aconteceu em um show em Los Angeles, que estava marcado antes da agressão. Além de assegurar ao público que estava bem, o artista de 36 anos referiu-se a si mesmo como o “Tupac gay”, em tom de brincadeira. “Ainda não estou totalmente recuperado, mas vou me recuperar e me manter firme com vocês”, disse ele. “Eu tinha que estar aqui hoje. Não podia deixar aqueles filhos da p*** vencerem. Eu sempre vou lutar pelo amor, e espero que vocês lutem comigo”. Smollett então contou que não facilitou para os agressores: “Acima de tudo, eu briguei de volta. Eu sou o Tupac gay”. Antes do ator e cantor subir ao palco, seus irmãos Jurnee, Jazz, Jake, Jocqui e Joel subiram ao palco para homenageá-lo. Joel, o mais velho, revelou que havia pedido ao irmão para não se apresentar. “Eu queria sinceramente que ele ficasse fora dos holofotes até se recuperar. Mas após muito debate, muita discussão e muitas lágrimas, minha família e eu percebemos que esta noite é parte importante da recuperação de Jussie. Ele é um lutador desde pequeno. Ele enfrentou os agressores dele e continua a lutar”. “Jussie é um verdadeiro artista, é como ele respira”, continuou Joel. “Mas acima de tudo, ele é a epítome do amor. Então, em nome da família Smollett, estamos muito orgulhosos do nosso irmão hoje e estamos aqui com vocês hoje para dar a ele confiança e apoio enquanto ele compartilha sua música, sua alma e seu amor para tornar este mundo um lugar melhor e não se curvar ao ódio”. O astro da série “Empire” foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, chutaram suas costelas, jogaram alvejante sobre sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Jussie Smollett revela estar bem e espera por justiça após sofrer ataque violento
O ator Jussie Smollett, vítima de um ataque violento durante a semana em Chicago, pronunciou-se sobre a agressão com uma declaração oficial à imprensa, em que revela estar passando bem e espera por justiça. “Deixa eu começar dizendo que estou bem. Meu corpo está forte, mas minha alma está mais forte ainda. Mais importante, eu preciso dizer obrigado. A quantidade de amor e apoio que eu tenho recebido significa mais para mim do que eu poderei expressar”, escreveu Smollett. “Eu estou trabalhando lado a lado com as autoridades, e tenho sido 100% factual e consistente em todos os níveis [sobre o acontecido]. Apesar das minhas preocupações e frustrações com alguns detalhes incorretos que foram divulgados, eu ainda acho que a justiça vai ser feita”, continuou. Astro da série “Empire”, Smollett foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, jogaram uma substância contra sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Cartas com ameaças de morte contra ator de Empire foram enviadas à Fox
O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou Jussie Smollett, astro da série “Empire”, deve ser considerado oficialmente crime de ódio após a descoberta de ameaças anônimas de morte contra o ator, enviadas na semana passada pelo correio para a afiliada da Fox em Chicago Os sites That Grape Juice e TMZ fotografaram uma das mensagens, composta por letras cortadas de revistas, que diz simplesmente: “Você vai morrer preto viado”. Veja abaixo. O envelope, escrito em tinta vermelha, ainda contém a expressão MAGA, abreviatura de “Make America Great Again”, slogan da campanha de Donald Trump, que foi gritado pelos agressores do ator. Jussie Smollett foi atacado ao sair de um restaurante, sofrendo agressões, enforcamento e ainda teve uma substância jogada contra seu corpo. Os criminosos são dois homens que, durante a violência, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. Ele se encontra em tratamento em um hospital da cidade, onde “Empire” é gravada. Na série da Fox, Smollett interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público. Ao ser considerado crime ódio, a investigação do caso deve passar para a jurisdição do FBI, a polícia federal americana. A rede CNN tentou obter uma declaração oficial do FBI sobre o status em que se encontrava o caso, mas a resposta foi “sem comentários”.
Fox e criadores de Empire condenam ataque que deixou ator da série no hospital
O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou o ator Jussie Smollett, astro da série “Empire”, teve grande repercussão em Hollywood. Ele foi agredido, enforcado e teve uma substância jogada contra seu corpo ao sair de um restaurante de Chicago. Os criminosos são dois homens que, durante o ataque, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. O roteirista Danny Strong, cocriador de “Empire”, foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais. “Estou profundamente horrorizado e entristecido com os ataques racistas e homofóbicos contra o Jussie Smollett. Ele é uma alma gentil e profundamente talentosa que eu respeito com todo o meu coração. O terror do racismo e da homofobia não tem lugar na nossa sociedade”, ele postou no Twitter. O outro criador da série, o cineasta Lee Daniels postou um poderoso e comovente vídeo no Instagram, expressando seu amor por Smollett e sua ira com os homens que o colocaram no hospital. “É apenas mais um dia fudid* na América”, ele conclui, no final de sua mensagem bruta e forte. “Demorei um minuto para vir à mídia social refletir sobre isso porque, Jussie, você é meu filho. Você não merecia, nem ninguém merece, ter um laço colocado em volta do seu pescoço, ter água sanitária jogada em cima de você, ouvir que tem que morrer porque é um negro viado, ou que quer que eles tenham dito a você. Você é melhor que isso. Nós somos melhores que isso. A América é melhor que isso. Começa em casa. Nós temos que amar uns aos outros, independentemente da orientação sexual que temos. Porque isso mostra que estamos juntos em uma frente unida, e nenhum fetiche racista pode levar alguém a fazer as coisas que eles fizeram com você. Mantenha sua cabeça erguida, Jussie. Estou contigo. Eu estarei aí em um minuto, porque é apenas mais um dia fudid* na América”, Daniels desabafou, a caminho do hospital. Veja a íntegra do vídeo abaixo. A própria rede Fox se posicionou indignada, em comunicado emitido aos meios de comunicação. “Estamos profundamente entristecidos e indignados ao saber que um membro da nossa família ‘Empire’, Jussie Smollett, foi violentamente atacado ontem à noite. Enviamos nosso amor a Jussie, que é resiliente e forte, e trabalharemos com as forças da lei para levar esses responsáveis à justiça. Todo o estúdio, rede e equipe de produção estão unidos contra o ato desprezível de violência e ódio – especialmente contra um dos nossos próprios integrantes”, diz a declaração da 20th Century Fox Television e da Fox Entertainment. A série é gravada em Chicago, onde aconteceu o ataque. Visualizar esta foto no Instagram. We got this @jussiesmollett ????? Uma publicação compartilhada por Lee Daniels (@theoriginalbigdaddy) em 29 de Jan, 2019 às 10:55 PST …whoever did this, do not forget that you are nothing but hate filled cowards while Jussie’s talent and activism will continue to shine a bright light on to the world for decades to come. — Danny Strong (@Dannystrong) January 29, 2019
Ator da série Empire diz ter sido espancado e enforcado em crime de ódio nos Estados Unidos
O ator da série “Empire” Jussie Smollett teria sido atacado na madrugada desta terça-feira (29/1) em Chicago, num ato de violência que a polícia está chamando de crime de ódio. O ator de 36 anos estava saindo de um restaurante quando dois homens teriam começado a gritar insultos racistas e homofóbicos contra ele. Em seguida, os criminosos atacaram Smollett, socando-o antes de derramar uma substância química desconhecida sobre ele, segundo a polícia. Durante o ataque, um dos suspeitos ainda enrolou uma corda no pescoço de Smollett para enforcá-lo, como a Ku Klux Klan costumava fazer durante o período em que assassinava negros com impunidade. “Dada a gravidade das alegações, estamos levando essa investigação muito a sério e tratando-a como um possível crime de ódio”, disse a polícia de Chicago em comunicado. Smollett encontra-se hospitalizado por seus ferimentos. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
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