“O Poderoso Chefinho 2” terá lançamento simultâneo em streaming
A nova animação da Universal, “O Poderoso Chefinho 2: Negócios de Família”, será o primeiro lançamento do estúdio a chegar simultaneamente aos cinemas e ao streaming nos EUA. Com a iniciativa, a Universal repete tática já empregada pelas concorrentes Disney e Warner. O negócio, por sinal, é parecido com a prática da Disney+, que cobra um preço extra dos assinantes para assistir a lançamentos selecionados de cinema em casa. “O Poderoso Chefinho 2” será disponibilizado por um valor adicional “premium” na plataforma Peacock, ainda inédita – e sem previsão de chegar – no Brasil. Com a decisão, a Universal adiantou a estreia do filme para 2 de julho, dois meses antes da data prevista para os cinemas. Não há informações se isso afetará a estratégia nacional. O filme está marcado para novembro nos cinemas brasileiros. “O Poderoso Chefinho 2” é novamente dirigido por Tom McGrath, que assinou o primeiro longa, e volta a trazer a voz de Alec Baldwin como Ted, o bebê chefinho, na versão original em inglês. Por outro lado, houve mudanças no intérprete de Tim, o irmão mais velho. James Marsden (“Sonic – O Filme”) substituiu Tobey Maguire e Miles Bakshi, que dublavam o personagem no primeiro filme. Para completar, a produção ainda vai introduzir Amy Sedaris (“The Mandalorian”) como a nova bebê da história – Tina, a filha de Tim. É que a continuação do desenho de 2017 vai encontrar os personagens originais adultos. Mas não por muito tempo. A filha de Tim logo transforma os irmãos birrentos novamente em crianças para os três se juntarem nos “negócios da família” – isto é, espionagem infantil – e, de quebra, enfrentar bebês ninja perigosos.
Apple TV+ vai lançar sci-fi estrelada por Tom Hanks
A Apple TV+ vai lançar um segundo filme de Tom Hanks, após tirar dos cinemas o longa de guerra “Greyhound”, da Sony. A nova produção deveria estrear em agosto em tela grande com o título de “BIOS”, mas agora só deve chegar em streaming no final do ano e com o nome de “Finch”. A produção é da Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, em parceria com a Universal Pictures, e tem direção de Miguel Sapochnik, premiado com o Emmy por seu trabalho monumental na série “Game of Thrones”. No filme, um homem, um robô e um cachorro formam uma família improvável, enquanto o homem tenta garantir que seu amado companheiro canino seja cuidado após sua partida. Hanks vive o protagonista Finch, um engenheiro de robótica e um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico que transformou o mundo num deserto. Vivendo em um abrigo subterrâneo há uma década, ele construiu um mundo próprio que divide com seu cachorro Goodyear. Ele cria um robô (dublado por Caleb Landry Jones, de “Corra!”) para cuidar de Goodyear quando ele não puder mais. Enquanto o trio embarca em uma jornada perigosa em um desolado Oeste americano, Finch se esforça para mostrar à sua criação a alegria e a maravilha do que significa estar vivo. O longa tem produção de Robert Zemeckis, que curiosamente já dirigiu Hanks em situação parecida, como um náufrago isolado que tinha apenas a companhia de uma bola que batizou de Wilson, em “Náufrago” (2000). Tanto Wilson como Goodyear são marcas comerciais. Hanks não tem tido sorte com lançamentos nos cinemas. “Finch” é seu quarto filme consecutivo que vai parar em streaming devido à pandemia. Além de “Greyhound”, disponibilizado na própria Apple TV+, ele teve “Relatos do Mundo” negociado para a Netflix no mercado internacional e o vindouro “Pinóquio”, no qual interpreta Gepeto, reprogramado para a Disney+.
Atriz de “Lucifer” vai escrever continuação de “47 Ronins”
A atriz Aimee Garcia, que vive a investigadora forense Ella Lopez em “Lucifer”, vai escrever a continuação do filme de samurais “47 Ronins”, estrelado por Keanu Reeves em 2013, em parceria com a ex-campeã de luta-livre AJ Mendez. A coprodução da Universal Pictures e da 1440 Entertainment será dirigida por outro ator: Ron Yuan, de “Mulan”, que também é coordenador de dublês. “AJ e eu estamos ansiosas para escrever um filme de ação diversificado e inclusivo”, disse Garcia, em comunicado. “A visão do diretor Ron Yuan de misturar artes marciais, terror, cyberpunk e ação foi inspiradora e gostaríamos de agradecer à equipe do 1440 por nos apoiar”. O filme original foi dirigido por Carl Rinsch (seu único longa) e escrito por Chris Morgan (da franquia “Velozes e Furiosos”) e Hossein Amini (“Drive”). Orçado em US$ 175 milhões, arrecadou US$ 151 milhões em todo o mundo e deu grande prejuízo. Não está claro como a continuação será relacionada ao longa anterior, por sua vez baseado num clássico do cinema japonês sobre um grupo de samurais do século 18, que resolveu vingar a morte de seu mestre e acabou derrotado por um shogun impiedoso. A produção vai marcar a estreia de Aimee Garcia e AJ Mendez como roteiristas de cinema, após as duas desenvolverem juntas a adaptação para os quadrinhos da série “GLOW”, da Netflix. Elas criaram juntas uma produtora de mídia, Scrappy Heart, e também estão assinando novas histórias da Mulher-Maravilha, que começarão a ser publicadas em julho pela editora americana DC Comics. Relembre abaixo o trailer de “47 Ronins”.
Vin Diesel vai estrelar e produzir filme baseado em brinquedo
Vin Diesel vai estrelar e produzir um filme inspirado no brinquedo “Rock ‘Em Sock ‘Em Robots” para a Universal, mesmo estúdio da franquia “Velozes e Furiosos”. Rock ‘Em Sock é um brinquedo antigo lançado em 1964, que consiste numa luta entre dois robôs manipulados por dois jogadores num pequeno ringue de plástico. Trata-se de um ancestral (quase pré-histórico) do “Mortal Kombat” e “Street Fighter”, feito numa era anterior aos consoles de games. Os personagens do jogo já apareceram no cinema, nas animações “Toy Story 2” (1999) e “Os Incríveis” (2004), ambas da Pixar. Além disso, a trama de “Gigantes de Aço” (2011), com Hugh Jackman, pode ser considerada uma ampliação da luta dos robôs de plásticos, transformada em superprodução. O roteiro da versão oficial é de Ryan Engle, responsável pela adaptação de outro jogo antigo, “Rampage: Destruição Total”, que foi estrelado por um parceiro de Diesel na franquia “Velozes e Furiosos”, Dwayne Johnson, em 2018. A trama vai acompanhar um pai e um filho que criam uma ligação improvável com uma máquina de guerra avançada. Ainda não há previsão de estreia.
Diretor de “Lego Batman” negocia filmar história do capanga de Drácula
O diretor Chris McKay, de “Lego Batman: O Filme” e da série “Frango Robô”, está em negociações para dirigir e coproduzir uma nova adaptação do catálogo de monstros clássicos da Universal Pictures. Trata-se de “Renfield”, produção sobre um dos mais conhecidos capangas de Drácula. Embora o personagem nunca tenha ganhado um filme próprio, Renfield marcou época graças à performance de Dwight Frye, que encarnou o engolidor de insetos em cenas memoráveis da primeira adaptação oficial do vampiro criado por Bram Stoker, lançada nos cinemas pela Universal em 1931. O personagem também foi vivido pelo cantor Tom Waits na versão dirigida por Francis Ford Coppola em 1992. “Renfield” será baseado em uma história original de Robert Kirkman, o criador de “The Walking Dead”, e foi roteirizado por Ryan Ridley, escritor de vários episódios da série animada “Rick and Morty”. A produtora Skybound Entertainment, de Kirkman, assina a coprodução do longa. O filme está em desenvolvimento desde 2019 e já teve Dexter Fletcher (“Rocketman”) em negociações para assumir sua direção. Na ocasião, o projeto foi descrito como um mockumentary (documentário falso), mostrando como Renfield descobre que está num relacionamento ruim e co-dependente com Drácula. A premissa lembra o tom de “O Que Fazemos nas Sombras” (2014), falso documentário de vampiros de Taika Waititi. Ainda não há previsão de estreia. Chris McKay atualmente trabalha na pós-produção de “The Tomorrow War”, filme sobre invasão de alienígenas estrelado por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), que será lançado em 2 de julho na Amazon.
Elenco de Josie e as Gatinhas comemora 20 anos do filme
Primeira adaptação live-action dos quadrinhos da Archie Comics, “Josie e as Gatinhas” foi lançado nos cinemas em 2001, quando o mundo ainda não estava pronto para ver uma versão sexy, empoderada e punk pop dos personagens da fictícia cidade de Riverdale. O tempo fez toda a diferença e o que o filme antecipou há 20 anos agora faz parte da programação habitual da televisão. Pouco apreciada em sua época, a sátira da indústria pop acabou virando cult e neste domingo (11/4) completou 20 anos, com direito a comemoração da Universal Pictures, que promoveu a reunião das três atrizes principais para falar da produção. Rachael Leigh Cook (Josie), Rosario Dawson (Valerie) e Tara Reid (Melody) se juntaram por Zoom para relembrar o quanto se divertiram no set e, principalmente, como o filme envelheceu bem. De fato, com a mudança de perspectiva do público e da crítica, “Josie e as Gatinhas” é o tipo de produção que faz mais sentido em 2021 que em sua época original. “Fico emocionada em ver que as pessoas continuam a assistir nosso filme e que ele só ganhou força com o passar dos anos”, disse Cook sobre o filme. “Isso é incrivelmente legal.” No bate-papo, Dawson concordou que o filme estava “à frente de seu tempo”, acrescentando: “Você assiste agora e ele ressoa muito com o momento em que estamos, mas, na época, acho que era difícil para as pessoas apreciarem totalmente sua sátira”. Ela deu ao filme dirigido por Harry Elfont e Deborah Kaplan a leitura feminista que ele merece, observando que “cena após cena após cena, nada era sobre a importância dos homens em nossas vidas” e sim sobre “sobre nós, nossos sonhos, nossas paixões e nossos talentos. E os homens apareciam super apoiadores dessas mulheres, e querendo vê-las brilhar, crescer e se maravilhar com isso. Existem tantos níveis no filme que são realmente profundos.” Reid, por sua vez, aproveitou para lembrar que elas próprias tocaram seus instrumentos no filme, o que fez com que, durante as cenas de shows, se sentisse “uma estrela do rock”. Ao final, Cook celebrou a amizade com as duas gatinhas. “Eu sei que levamos vidas diferentes agora, mas eu tenho vocês para sempre. Vocês podem me ligar a qualquer hora… Vou tirá-las da cadeia, vou levá-las ao aeroporto…” Para quem não lembra, “Josie e as Gatinhas” também teve duas famosas séries animadas da Hanna-Barbera nos anos 1970. Veja abaixo o vídeo do reencontro das atrizes e o trailer do filme de 2001, disponível no Brasil em várias plataformas de locação digital.
Steven Yeun negocia estrelar novo terror do diretor de “Corra!”
O ator Steven Yeun, indicado ao Oscar 2021 por “Minari”, está em negociações para estrelar o próximo filme de terror de Jordan Peele na Universal. Ele deve se juntar ao também indicado ao Oscar Daniel Kaluuya (“Judas e o Messias Negro”) e Keke Palmer (“Scream Queens”) no longa ainda sem título do diretor de “Corra!” e “Nós”. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas Peele será responsável por escrever e dirigir, encerrando o hiato de filmagens desde “Nós” (2019), seu longa anterior. Nos últimos dois anos, o cineasta vinha se dedicando exclusivamente ao trabalho de produtor de séries e filmes. A estreia está marcada para julho de 2022.
Universal adia estreias de Velozes e Furiosos 9 e Minions 2
A Universal Pictures adiou a estreia mundial de “Velozes e Furiosos 9” em um mês e, num movimento mais radical, atrasou a animação “Minions 2: A Origem de Gru” em um ano. Ambos os filmes deveriam ter estreado no ano passado, mas sofreram sucessivos adiamentos devido à pandemia de covid-19. Este é o terceiro adiamento de “Velozes & Furiosos 9”, que estava previsto para novembro, passou para abril, sofreu reagendamento para 28 de maio e agora deve chegar aos cinemas norte-americanos em 25 de junho. O primeiro trailer do filme foi apresentado em janeiro de 2020. “Minions 2: A Origem de Gru” sofreu seu segundo adiamento. A Universal lançou seu primeiro trailer em fevereiro de 2020, já com dublagem nacional de Leandro Hassum. O filme deveria ter estreado em junho de 2020, foi atrasado para julho de 2021 e agora é esperado em julho de 2022.
CEO da Disney confirma: cinemas não voltarão ao que eram
Menos de uma semana após a ViacomCBS anunciar que a janela cinematográfica de 90 dias tinha acabado, apresentando sua plataforma Paramount+ com a promessa de lançar seus filmes em streaming após 45 dias de exibição nos cinemas, a Disney confirmou que o circuito não voltará mesmo a ser o que era antes da pandemia. Em uma conferência de investimento virtual organizada pela empresa financeira Morgan Stanley, o CEO da Disney, Bob Chapek, apontou que a empresa também estuda diminuir o período de exclusividade dos cinemas, quando seus filmes voltarem a ser exibidos primeiro em tela grande. “O consumidor provavelmente está mais impaciente do que nunca”, disse ele sobre as mudanças no mercado durante a covid-19, “principalmente porque agora eles tiveram o luxo de passar um ano inteiro recebendo títulos em casa praticamente quando quiseram. Portanto, não tenho certeza se há um retorno”. Ele acrescentou que os espectadores não “terão muita tolerância para esperar por meses que um título saia dos cinemas”, enquanto “apenas fica lá, juntando poeira”, antes de migrar para o streaming ou outras janelas. Vale lembrar que o estúdio que começou a encolher a janela cinematográfica foi a Universal, ao lançar seus filmes em VOD (locação digital) após 17 dias (três fins de semana) em cartaz. Mas na ocasião, justificou a decisão com a necessidade de fazer caixa na pandemia, afirmando que se tratava de medida provisória. Os 45 dias anunciados pela Paramount na semana passada seriam permanentes. Chapek não mencionou um número específico de dias de exclusividade dos cinemas como o CEO da ViacomCBS, Robert Bakish. Mas quando a Disney, que controla cerca de metade do mercado e lançou os maiores sucessos de bilheteria dos últimos anos, aponta que pretende alterar o tempo em que os cinemas terão primazia, as mudanças se tornam inevitáveis. “Mas certamente não queremos fazer nada radical como cortar totalmente a exibição cinematográfica”, acrescentou o CEO da Disney, ponderando que a solução possa ser um caminho intermediário. Uma alternativa seria o que a Disney vem chamando de “Premier Access”: disponibilizar em streaming filmes que estreiam nos cinemas a um preço extremamente elevado, de modo a manter o circuito cinematográfico competitivo, mas também oferecer uma alternativa de conforto para quem quiser pagar mais para assistir aos títulos em casa. A animação “Raya e o Último Dragão” será lançado por esse método na próxima sexta (5/3), custando US$ 30 para assinantes do Disney+ nos EUA e R$ 69,90 no Brasil (mais a assinatura mensal do serviço!). Janela menor ou lançamento “premium” simultâneo em streaming, o fato é que o circuito cinematográfico será profundamente alterado ao final da pandemia.
George Clooney e Julia Roberts vão estrelar comédia romântica
George Clooney e Julia Roberts vão estrelar sua primeira comédia romântica juntos. Os dois foram anunciados como protagonistas de “Ticket to Paradise”. A produção da Universal Pictures também marcará o reencontro dos atores como casal cinematográfico, 20 anos depois de “Doze Homens e um Segredo”. E, curiosamente, na nova trama voltarão a viver divorciados. O filme contará a história de um ex-casal que parte para Bali para impedir que sua filha comete o mesmo erro que os dois cometeram 25 anos atrás. “Ticket to Paradise” tem roteiro e direção de Ol Parker (“Mamma Mia!”), e ainda não possui previsão de estreia. Além de “Doze Homens e um Segredo” (2001), George Clooney e Julia Roberts também trabalharam juntos na continuação do filme de Steven Soderbergh, “Doze Homens e Outro Segredo” (2004), e, mais recentemente, em “Jogo do Dinheiro” (2016), de Jodie Foster.
Daniel Kaluuya vai voltar a estrelar terror do diretor de Corra!
Jordan Peele começou a definir o elenco de seu terceiro terror. O diretor vai reprisar sua parceria com Daniel Kaluuya após sua estreia em “Corra!” (2017) e contará com Keke Palmer (“Scream Queens”) como protagonista feminina. Os detalhes do projeto estão sendo mantidos em sigilo, inclusive o título do filme, mas Peele será responsável por escrever e dirigir, encerrando o hiato de filmagens desde “Nós” (2019), seu longa anterior. Nos últimos dois anos, ele vinha se dedicando exclusivamente ao trabalho de produtor de séries e filmes. Embora pouco se saiba sobre a obra, a produção manterá o cineasta no gênero terror, será distribuída pela Universal Pictures e já tem previsão de estreia: em 22 de julho de 2022. “Corra!” representou o cartão de visitas de Kaluuya em Hollywood. O ator britânico foi indicada ao Oscar por seu desempenho naquele filme. Neste ano, ele retomou os elogios da crítica e o reconhecimento da indústria com indicações ao Globo de Ouro, Critics Choice e SAG Awards por seu papel como o ativista Fred Hampton no filme “Judas e o Messias Negro”.
Anônimo: Comercial traz Bob Odenkirk como pai de família e matador profissional
A Universal Pictures divulgou o comercial de “Anônimo” (Nobody) exibido no intervalo do Super Bowl (a final do campeonato de futebol americano) nos EUA. O thriller de ação do criador de “John Wick” traz Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) como um pai de família, que ao ter a casa invadida por assaltantes revela suas habilidades secretas como matador profissional. Ou, como ele chama: de “auditor”. Por 12 anos, o aparente homem comum e anônimo trabalhou para pessoas perigosas, mas deixou tudo para trás ao se casar. Com a família ameaçada, ele demonstra porque poucos lembravam de seu passado – ele matou a maioria. A história do personagem chega a lembrar a trajetória original de John Wick nos filmes estrelados por Keanu Reeves. Não por acaso, o roteirista de “Anônimo” é justamente o responsável pela trilogia de “John Wick”, Derek Kolstad. A direção, por sua vez, está a cargo do russo Ilya Naishuller (“Hardcore: Missão Extrema”) e o elenco ainda inclui Connie Nielsen (“Mulher-Maravilha”), Gage Munroe (“A Cabana”), Aleksey Serebryakov (“Leviatã”), RZA (“Os Mortos Não Morrem”) e Christopher Lloyd (“De Volta para o Futuro”). Originalmente previsto para fevereiro, o filme foi adiado para 2 abril e, devido às cenas de violência, será exibido com classificação “R” (para maiores) nos EUA. No Brasil, a estreia está marcado para 1 de abril.
Diretora de Nomadland vai filmar nova versão de Drácula para a Universal
Os dias de cinema independente de Chloé Zhao estão definitivamente no passado. Antes mesmo de vencer os festivais de Veneza e Toronto com “Nomadland”, a cineasta chinesa, radicada nos EUA, já tinha filmado “Eternos”, superprodução da Marvel. Ela agora fechou contrato para dirigir uma nova versão de “Drácula” para a Universal. “As lentes singulares de Chloé iluminam histórias de pessoas esquecidas e incompreendidas”, disse Peter Cramer, presidente da Universal Pictures, em comunicado sobre o projeto. “Estamos entusiasmados em trabalhar com ela enquanto ela reimagina um dos personagens outsider mais icônicos já criados.” “Sempre fui fascinada por vampiros e pelo conceito do Outro que eles personificam”, disse Zhao, no mesmo comunicado. “Estou muito animada para trabalhar com Donna, Peter e a equipe da Universal para reimaginar um personagem tão querido.” Zhao vai escrever, dirigir e produzir o filme por meio de sua produtora Highwayman. O mais curioso, porém, é que esse novo “Drácula” está sendo descrito pelas publicações americanas como um western de ficção científica futurista…












