Chitãozinho e Xororó terão série biográfica no SBT
Chitãozinho e Xororó vão estrelar uma série biográfica no SBT. Segundo o colunista Flávio Ricco, do UOL, a atração terá mais de 20 episódios, prevista para estrear já no primeiro semestre do ano que vem. Apesar do cronograma acelerado, a série ainda não tem produtora amarrada. Três ou quatro estariam “conversadas”, de acordo com o colunista, para tocar esse projeto à frente. Apesar disso, a ideia é iniciar a produção ainda em janeiro. Segundo apurado, levar a história da sua carreira para a televisão era um antigo desejo da dupla, que já tem várias passagens pela emissora de Silvio Santos. Entre 1986 e 1988, eles até comandaram um programa de auditório no canal, criativamente chamado de “Programa Chitãozinho e Xororó”, e mais recentemente apresentaram o “Festival Sertanejo”, que acompanhava 14 cantores em busca do sonho de se tornar a nova voz sertaneja.
Camila Pitanga e Alexandre Borges foram os atores mais procurados no Google Brasil em 2016
O Google divulgou nesta quarta-feira (14/12) os termos mais pesquisados em sua plataforma brasileira em 2016. E nas categorias de atores e atrizes, os campeões nacionais foram Alexandre Borges e Camila Pitanga. Borges viveu o personagem Aparício em “Haja Coração”, mas também chamou atenção do público por conta da vida real, após se separar de Júlia Lemmertz em 2015 e aparecer em imagens que geraram polêmica. Já Camila foi a protagonista Maria Tereza da novela “Velho Chico”, par de Domingos Montagner, que acabou falecendo em setembro numa tragédia, ao se afogar nas águas no rio São Francisco durante uma folga das gravações. Ela estava junto com o ator e conseguiu se salvar. O 2º lugar entre as mulheres foi com Larissa Manoela, pelo sucesso de suas personagens Isabela e Manuela de “Cúmplices de um Resgate”, do SBT. Na sequência do Top 10, ficaram Mônica Iozzi, a ex-BBB Munik Nunes, a atriz francesa Marion Cotillard, Leona Cavalli, Pally Siqueira (namorada de Fábio Assunção), Cláudia Rodrigues, Luana Piovani e Mariana Rios. Entre os homens, o segundo nome mais buscado no Google Brasil foi o do americano Leonardo DiCaprio, que venceu o Oscar de Melhor Ator pela primeira vez em 2016, por seu papel em “O Regresso”. Também se destacaram galãs que tiveram ‘nudes’ vazados ou expuseram seus corpos em trabalhos, como Paulo Zulu (3º lugar na lista), Kleber Tolledo (6º) e o inglês Orlando Bloom (7º). O ranking possui ainda atores falecidos: o inglês Alan Rickman (4º), Guilherme Karan (5º) e o mexicano Rubén Aguirre (9º). Edson Celulari aparece em 8º lugar, após lutar contra um câncer e vencê-lo no fim do ano. E Renato Aragão fecha a lista, em 10º, pela notícia da volta de “Os Trapalhões” em 2017.
Estreias: Masha e o Urso ocupa os cinemas em semana marcada por opções populares
Os cinemas recebem 10 estreias nesta quinta (8/12), entre elas três ficções brasileiras, e a maioria destinada aos shoppings. A mais ampla, por mais estranho que possa soar, é um programa de TV. A série animada russa “Masha e o Urso” chega a 470 salas em parceria com a rede SBT e com participações especiais de Maisa Silva e Silvia Abravanel. As duas gravaram introduções inéditas para os episódios da série, que mostram as confusões de uma menina e de seu melhor amigo urso, sempre pronto a protegê-la. A segundo maior estreia é “Fallen”, projeto de franquia juvenil que, tudo indica, terá só o capítulo inicial. Romance sobrenatural ao estilo de “Crepúsculo”, acompanha uma adolescente que, ao chegar numa nova escola, apaixona-se por um jovem misterioso e descobre que alguns de seus novos colegas são anjos – literalmente. Os livros de Lauren Kate são best-sellers com fãs completamente apaixonados. Entretanto, a distribuidora responsável pelo lançamento nos EUA abriu falência e a produção caiu no limbo. Para piorar, o subgênero a que pertence passou a dar prejuízo nas bilheterias, o que deixou o longa um ano parado, antes de começar a ser exibido em lugares como Filipinas, Singapura e Botswana. Para se ter noção, o Brasil responde por seu maior lançamento mundial. E são “só” 410 salas. O lançamento nacional mais amplo também é baseado num best-seller com muitos fãs. Trata-se de “O Vendedor de Sonhos”, do guru da auto-ajuda Augusto Cury, sobre, claro, um guru falastrão que adora recitar frases feitas. Curiosamente, a premissa não é muito diferente do clássico americano “A Felicidade Não se Compra” (1946). O personagem de Dan Stulbach tem o suicídio impedido por um andarilho que vai ensiná-lo a valorizar a vida. No filme de Frank Capra, era um anjo. Há, porém, uma reviravolta na trama que acaba por afastar de vez quaisquer aspectos fantasiosos. A direção é de Jayme Monjardim, especialista em melodramas novelescos bem fotografados. Os outros dois títulos brasileiros são comédias. “Tamo Junto” segue a linha do besteirol de título genérico, em que todo mundo é meio bobo, e marca a estreia do roteirista da série “Vai que Cola” (Leandro Soares) como protagonista. Na trama, ao se separar de Fernanda Souza (ex-“Malhação” e uma das atrizes da TV Globo do elenco), ele vai experimentar a vida de solteiro, mas não por muito tempo, porque a bela Sophie Charlotte (novela “Babilônia”) cruza seu caminho com cara de final feliz, mesmo que ela esteja de casamento marcado. Fabio Porchat (“Vai que Dá Certo”) também está no elenco, assim como o próprio diretor Matheus Souza (“Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida”). Único filme nacional que saiu do último Festival de Gramado sem ganhar prêmio algum, chega a 331 salas. Também com elenco da Globo, “O Amor no Divã” chega em 43 salas. Terceira comédia nacional recente com “Divã” no título, a produção parece piloto de série, girando em torno de uma psicóloga (Zezé Polessa) especializada em terapias de casal, que trata de um casal em crise e até de seu marido, que costumava ser galã romântico e agora lida com a impotência (o tempo passa, Daniel Dantas). O casal do “episódio” é formado por Paulo Vilhena (ex-adolescente a caminho da calvice) e Fernanda Paes Leme (que por coincidência fez “Divã a 2”). O filme tem direção do ator Alexandre Reinecke (novela “As Pupilas do Senhor Reitor”), que passou pelo teatro antes de fazer esta estreia no cinema. Há ainda um besteirol americano, “A Última Ressaca do Ano”, com Jennifer Aniston (“Família do Bagulho”), Jason Bateman (“Quero Matar Meu Chefe”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), T.J. Miller (“Deadpool”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e grande elenco. Na história, um grupo de funcionários de uma empresa decide organizar uma grande festa de fim de ano contra a vontade da chefe e acaba descobrindo que o evento pode salvar seus empregos. Típico de besteirol, tudo dá errado, antes de tudo dar certo. Em 288 salas. O circuito limitado ainda traz um último lançamento de apelo popular: “Para Sempre”, drama cristão baseado na real batalha de um homem contra a leucemia, que tem suas características de telefilme ressaltadas pela exibição em cópias dubladas. Por fim, os três filmes de menor distribuição são para poucos, em mais de um sentido. Principal sugestão da Pipoca Moderna para esta semana, “Como Você É” venceu o Prêmio do Júri do último Festival de Sundance. Passado no início de 1990, o filme apresenta a relação entre três adolescentes, traçando o começo da amizade dos jovens até um desfecho trágico, por meio de uma reconstrução de relatos díspares desencadeados por uma investigação policial. “Como Você É” marca a estreia de Miles Joris-Peyrafitte como diretor de longas e é uma ampliação de seu curta “As a Friend” (2014), igualmente premiado. Os títulos originais dos dois trabalhos são frases da música “Come As You Are”, do Nirvana. O elenco reúne os jovens Charlie Heaton (o Jonathan Byers da série “Stranger Things”), Owen Campbell (o Jared Connors da série “The Americans”) e Amandla Stenberg (a Rue de “Jogos Vorazes”), além da sumida Mary Stuart Masterson, estrela de clássicos como “Alguém Muito Especial” (1986), “Tomates Verdes Fritos” (1991) e “Benny & Joon” (1992). Infelizmente, só chega em 12 salas. O outro drama indie da programação é “Michelle e Obama”. O romance sobre o início do namoro dos futuros presidente e primeira dama dos EUA é melhor do que a premissa sugere, tendo, inclusive, concorrido a prêmios. Abre em 29 telas. O circuito se completa com o relançamento de “Blow-Up”, de Michelangelo Antonioni, clássico mod que inclui show dos Yardbirds, Jane Birkin fazendo sua transição de modelo para atriz num ménage à trois, Vanessa Redgrave matadora, homenagem a Hitchcock, trilha de Herbie Hancock, fotografia de moda e mímicos! Vencedor do Festival de Cannes em 1967, chega em 17 telas em versão restaurada. Clique nos títulos dos filmes para ver o trailer de cada estreia.
Vúva de Domingos Montagner se emociona ao aceitar prêmio de Melhor Ator do marido
A viúva do ator Domingos Montagner se emocionou durante a cerimônia do Prêmio Extra de Televisão, que foi entregue na noite de terça (29/11), no Rio de Janeiro. Luciana Lima subiu ao palco para receber o troféu de Melhor Ator concedido ao marido por sua atuação como Santo na novela “Velho Chico”. Montagner foi eleito pelo público em votação na internet. O elenco de “Velho Chico”, que estava reunido no evento, também não segurou a emoção. Emocionada com o reconhecimento, ela disse que foi ao evento em homenagem ao marido e como forma de agradecer ao apoio que vem recebendo. O ator morreu em setembro após se afogar no rio São Francisco, onde a novela era gravada. “Peço desculpas pelas falas trêmulas, mas é muito emocionante estar aqui nessa noite, representando o Domingos. Não é fácil. É muito talento, é muita dedicação, é muito empenho, muito trabalho… São muitos anos de batalha. E é bom vir aqui e, aos poucos, ir reconhecendo o talento dele”, ela pontuou, contendo o choro, antes de acrescentar: “Domingos não foi só um grande ator, mas um pai dedicado e amoroso, um marido companheiro e um ótimo colega de trabalho. Esse reconhecimento, que veio do público, não veio só pela dedicação à arte e ao ofício. Ele era assim, desse jeito.” Luciana era casada com o ator desde 2001 e eles são pais de três filhos: Leo, Dante e Antonio. O Prêmio Extra de Televisão é realizado desde 1998 pelo jornal carioca Extra, premiando os melhores da televisão brasileira. A publicação pertence ao grupo Globo e tradicionalmente só premia atrações da rede Globo, como foi novamente o caso neste ano. Além de Montagner, foram premiados Adriana Esteves como Melhor Atriz por seu papel na minissérie “Justiça”, Selma Egrei como Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel como a vilã Encarnação em “Velho Chico”, Irandhir Santos como Melhor Ator Coadjuvante por viver Bento, também de “Velho Chico”. Mas apesar do domínio de “Velho Chico”, na hora de entregar o prêmio à melhor novela, o título anunciado foi… “Êta Mundo Bom!”. Veja a lista completa dos vencedores abaixo: Prêmio Extra de Televisão 2017 Melhor Ator Domingos Montagner (“Velho Chico”) Melhor Atriz Adriana Esteves (“Justiça”) Melhor Ator Coadjuvante Irandhir Santos (“Velho Chico”) Melhor Atriz Coadjuvante Selma Egrei (“Velho Chico”) Melhor Ator Mirim Gabriel Palhares (“Liberdade, Liberdade”) Revelação Masculina Lee Taylor (“Velho Chico”) Revelação Feminina Lucy Alves (“Velho Chico”) Melhor Apresentador Marcio Garcia (“Tamanho Família”) Melhor Série “Justiça” Melhor Programa Humorístico “Escolinha do Professor Raimundo” Melhor Novela “Êta Mundo Bom!” Melhor Programa de Competição “The Voice Kids”
Roteiros do Zorra podem ser vendidos para concorrentes do Emmy Internacional
A produção do programa humorístico “Zorra” vai aproveitar os contatos realizados durante a cerimônia de premiação do Emmy Internacional em Nova York, onde concorreu como Melhor Comédia, para vender seus roteiros no mercado internacional. Segundo o colunista Flávio Ricco, do UOL, os representantes dos humorísticos concorrentes no Emmy rasgaram elogios para o “Zorra” e quiseram saber se havia possibilidade de comprar os textos do programa brasileiro. Ainda de acordo com Ricco, a rede Globo avaliou esse interesse como algo muito positivo, já que pode marcar mais uma abertura internacional para seus produtos. No ano passado, a Globo vendeu os direitos de adaptação da série “Como Aproveitar o Fim do Mundo” para o remake “No Tomorrow”, da rede americana CW, a partir de contatos feitos justamente numa premiação do Emmy Internacional. Mas a produção não fez muito sucesso e está virtualmente cancelada. “Zorra” concorreu no Emmy com “Dix Pour Cent”, da França, “Puppet Nation ZA”, da África do Sul, e o vencedor “Hoff The Record”, do Reino Unido.
Verdades Secretas vence o Emmy Internacional como Melhor Novela
“Verdades Secretas” foi a melhor novela do mundo em 2016, na opinião da Academia Internacional das Artes & Ciências Televisivas. A produção da rede Globo venceu o Emmy Internacional de sua categoria, em cerimônia realizada na noite de segunda (21/11), em Nova York. Passada no mundo da moda, a trama de Walcyr Carrasco acompanhou sucessos e escândalos, especialmente o de uma modelo que se afunda no vício do crack. Pela interpretação de Larissa, a atriz Grazi Massafera disputou o Emmy de Melhor Atriz, mas acabou perdendo para a alemã Christiane Paul, pelo telefilme “Unterm Radar”. “‘Verdades secretas’ foi uma novela onde mergulhei profundamente, um trabalho feito com a alma”, afirmou Carrasco, que foi ao palco da premiação acompanhado das atrizes Camila Queiroz, Grazi Massafera, Guilhermina Guinle e Agatha Moreira, dos diretores-gerais André Felipe Binder e Natalia Grimberg, do diretor Allan Fiterman e da produtora de elenco Bruna Bueno. O autor destacou que a trama “foi uma novela inovadora, que trouxe assuntos polêmicos, como a prostituição no mundo da moda – o famoso book rosa – e a destruição humana causada pelo crack”. E concluiu: “Foi libertador escrevê-la. Em si só, uma viagem profunda ao meu interior como artista”. A Globo coleciona, agora, 15 estatuetas do Emmy Internacional, premiação mais importante da TV mundial. Em comunicado, Carlos Henrique Schroder, Diretor-Geral da Globo, exaltou o trabalho das equipes envolvidas e o histórico de sucesso da emissora na premiação. “Mais uma cerimônia do Emmy Internacional e a Globo fez bonito de novo. Outra vez, nosso talento, nossa qualidade e nossa criatividade foram reconhecidos no exterior. Levamos a estatueta de Melhor Novela, com ‘Verdades Secretas’. Também fizeram bonito os outros finalistas, que estão entre os melhores do mundo”. Além da disputa de Melhor Novela, a Globo apareceu em outras quatro categorias. Grazi Massafera disputava como Melhor Atriz, Alexandre Nero foi indicado a Melhor Ator por seu trabalho em “A Regra do Jogo”, “Zorra” estava na concorrida categoria de Melhor Comédia e “Os Experientes” na categoria de Telefilme/Minissérie. Uma produção da MTV, “Adotada”, completava a lista de programas brasileiros, na categoria de entretenimento sem roteiro. Entre os vencedores, produções da Alemanha e do Reino Unido dividiram a maioria dos prêmios, inclusive os principais. O troféu de Melhor Série de Drama ficou com o excelente trillher de espionagem “Deutschland 83”, passado na Berlim dividida da Guerra Fria, enquanto a britânica “Hoff the Record” venceu como Melhor Série de Comédia. O veterano ator Dustin Hoffman levou o prêmio de interpretação masculina por sua performance na produção britânica “Roald Dahl’s Esio Trot”, e a TV do Reino Unido ainda faturou o prêmio de Melhor Minissérie por “Capital”, estrelada por Toby Jones, que explora temas polêmicos como a divisão de classes e o temor causado pelos imigrantes. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Vencedores do Emmy Internacional 2016 Melhor Série de Drama Deutschland 83 – Alemanha Melhor Série de Comédia Hoff the Record – Reino Unido Melhor Minissérie ou Telefilme Capital – Reino Unido Melhor Novela Verdades Secretas – Brasil Melhor Ator Dustin Hoffman por Roald Dahl’s Esio Trot – Reino Unido Melhor Atriz Christiane Paul por Unterm Radar – Alemanha Melhor Documentário War of Lies – Alemanha Melhor Programa de Artes The Man Who Shot Hiroshima – Japão Melhor Entretenimento Sem Roteiro Allt För Sverige – Suécia Melhor Programa Americano em Língua Estrangeira Francisco, El Jesuita – Estados Unidos
Volta dos Trapalhões aos cinemas ganha primeiras fotos oficiais
A produção de “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” divulgou as primeiras fotos oficiais do filme, que registra a volta dos Trapalhões aos cinemas, após hiato de nada menos que 25 anos. O último filme em que Renato Aragão usou o nome Trapalhão tinha sido “Didi, o Cupido Trapalhão”, de 2003. Mas Trapalhões no plural não rendia título desde “Os Trapalhões e a Árvore da Juventude”, de 1991, derradeiro filme de Mussum e único dos “Trapalhões” sem Zacarias. No filme, Renato volta a se juntar com seu velho parceiro Dedé Santana. Os dois sobreviventes da trupe de humoristas ainda são acompanhados por Roberto Guilherme, outro saudoso membro do programa “Os Trapalhões”, mais lembrado como o Sargento Pincel. A eles se une uma nova geração de atores, como Letícia Colin, Alinne Moraes, Emílio Dantas, Maria Clara Gueiros, Livian Aragão, Rafael Vitti, Nelson Freitas, Marcos Frota e Dan Stulbach. A produção é baseada na versão musical de “Os Saltimbancos Trapalhões”, peça montada em 2014 com a participação do eterno Didi, que foi inspirada no filme homônimo dos “Trapalhões” de 1981. O detalhe é que o filme original já era uma adaptação do musical infantil “Os Saltimbancos” (1977), com canções de Chico Buarque, que, por sua vez, também era uma adaptação de um espetáculo italiano. A nova versão não chega a ser exatamente um remake, pois inclui nova história e até uma música inédita de Chico Buarque. O longa conta a história da trupe do Grande Circo Sumatra que, juntos, tentam reverter a crise financeira da companhia, provocada pela lei que proíbe a participação de animais em espetáculos. A trupe vai em busca de uma saída para a crise e Didi acredita – por meio de seus sonhos mirabolantes com animais falantes – que encontrarão a solução. Um novo show começa a ser criado, mas a ganância do Barão, a vigarice do Satã e o poder manipulador do prefeito da cidade podem colocar tudo a perder. Em comunicado, Renato Aragão afirmou que o longa vai resgatar a memória afetiva daqueles que acompanharam Os Trapalhões: “Esse filme vai atingir duas ou três gerações. O pai, o filho e o neto. O pai vai induzir o filho e ele mesmo, com certeza, vai ter aquele saudosismo de relembrar o primeiro filme ao assistir o segundo”. Dirigido por João Daniel Tikhomiroff (“Besouro”), “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” tem estreia marcada para 19 de janeiro.
Vila Sésamo vai ganhar filme do diretor de Uma Noite no Museu
O diretor Shawn Levy, responsável pela franquia “Uma Noite no Museu”, está produzindo uma versão cinematográfica do clássico programa infantil “Vila Sésamo”. Falando ao jornal inglês The Guardian, Levy revelou que o filme está na fase de tratamento do roteiro e o objetivo dos produtores é conseguir criar uma trama imaginativa e divertida envolvendo os marcantes personagens. “O desafio é honrar todos eles em uma produção para fazer as crianças se divertirem e também os adultos que os levarem aos cinemas”, declarou. Por enquanto, Levy está envolvido apenas como produtor para a Warner Bros. Ultimamente, ele vem se especializando na função, tendo lançado com sucesso a série “Stranger Things” e a sci-fi “A Chegada”, que estreia neste fim de semana nos EUA. A atração clássica, exibida desde 1969 na rede pública americana PBS, já somou mais de mil episódios. Mas recentemente, após dificuldades financeiras, viu-se forçada a procurar novo endereço, chegando ao HBO, onde, até hoje, segue a fórmula tradicional de juntar os fantoches de Jim Henson (“Os Muppets”) e Frank Oz (o eterno Yoda de “Star Wars”) com celebridades para divertir e ensinar crianças em idade pré-escolar.. Para quem não lembra, nos anos 1970 a série teve uma famosa versão brasileira, exibida pela Rede Globo em parceria com a TV Cultura, que além dos fantoches de Garibaldo, Gugu, Elmo e Beto, também incluía apresentação da jovem Sonia Braga. Uma nova versão do programa estreou no mês passado na TV Cultura e TV Brasil, rebatizada como “Sésamo” e sem o saudoso Garibaldo.
Remake de Os Trapalhões deverá barrar piadas politicamente incorretas
O remake de “Os Trapalhões” não deve fazer graça da suposta homossexulidade de Zacharias nem da raça de Mussum. Segundo o site F5, a Globo dará atenção especial à produção para evitar piadas que hoje em dia seriam consideradas preconceituosas Sem citar fontes, o site ainda diz que piadas clássicas seriam atualizadas. Por exemplo, em vez de Didi imitar Maria Bethânia, o remake traria o personagem imitando Luan Santana ou outro artista contemporâneo. O plano também seria abordar as redes sociais e o mundo moderno. Os textos ficarão a cargo de Mauro Wilson e Péricles Barros, que trabalharam na série “A Grande Família”, e contarão ainda com supervisão de Renato Aragão. Até o momento, apenas o novo intérprete de Didi, o personagem imortalizado por Renato Aragão, foi confirmado. Ele será vivido por Lucas Veloso, intérprete do bom-moço Lucas na novela “Velho Chico”. A Globo pretende estrear os primeiros 13 episódios de “Os Trapalhões” entre abril e junho.
The Walking Dead: Fotos revelam processo de maquiagem da morte brutal de Glenn
O produtor Greg Nicotero, que além de dirigir e produzir “The Walking Dead”, chefia o departamento de maquiagem da série, divulgou em seu perfil no Instagram algumas imagens do trabalho feito para deformar a cabeça de Steven Yeun na cena da morte de seu personagem, Glenn. É impressionante, como foi a materialização na série. Nicotero também foi responsável por dirigir o episódio e comentou seus bastidores num vídeo divulgado pelo canal pago americano AMC, que pode ser conferido logo abaixo. A violência das cenas impressionou grupos conservadores que ensaiaram um pedido de boicote, mas o resultado também liderou a audiência nos EUA e no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde o episódio de estreia da 7ª temporada, exibido no canal pago Fox, só foi menos visto que a programação da Globo.
The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada só teve menos audiência que a Globo no Brasil
A estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” foi o programa mais visto da noite de domingo (23/10) na TV paga brasileira. Segundo o Kantar Ibope, a atração registrou média de 3,25 pontos em sua faixa horária, das 23h30 à 0h30. Os números superaram, inclusive, a programação da TV aberta. Na verdade, a exibição da série no canal pago Fox ficou com o 2º lugar geral na audiência de seu horário, perdendo apenas para a Globo. Vale observar que esta audiência impressionante foi conseguida apesar de o país ter sido apontado como líder da pirataria mundial da estreia da série. A série também garantiu números impressionantes nos EUA. Segundo o instituto Nielsen, o episódio de estreia da temporada foi visto por mais de 17 milhões de espectadores e marcou 8.4 pontos no índice demográfico (o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes).
Nada Será como Antes: Beijo de Bruna Marquezine em Letícia Colin esquenta a internet
Há quem defenda que o beijo lésbico de Bruna Marquezine em Letícia Colin na série “Nada Será como Antes” foi mais quente que a cena vazada de sexo entre Bruna e Daniel de Oliveira. Tanto é assim que fãs de Bruna já trataram de espalhar o beijo pela internet. E ainda que tenha sido empurrado pelos diretores para fora das câmeras, o resultado é bem satisfatório. Confira as faíscas abaixo. O episódio com o beijo e a cena de sexo foi ao ar na noite de terça (18/10). E mostrou que os segundos anteriormente vazados foram tudo o que tinha de mais forte na série de época – uma produção de “classe”. Cenas mais intensas só na TV paga. #MeChamaDeBruna, por sinal, está pegando.
Lucas Veloso será o novo Didi no remake de Os Trapalhões
Didi vai ficar mais jovem. E mais bonito na nova versão de Os Trapalhões. O ator Lucas Veloso, intérprete do bom-moço Lucas na novela “Velho Chico”, foi escolhido pela Globo para interpretar o personagem eternizado por Renato Aragão, no remake que será produzido em 2017. Com apenas 19 anos, ele venceu uma disputa interna com Rodrigo Sant’Anna e terá agora a responsabilidade de reviver um ícone de humor brasileiro. Lucas Veloso é filho do humorista Francisco Jozenilton Veloso, o Shaolin, morto em janeiro último, após cinco anos sofrendo as consequências de um grave acidente de automóvel em Campina Grande, na Paraíba. Segundo o blog Noticias da TV, o ator foi eleito pela Globo porque, além de nordestino como Renato Aragão, é um excelente imitador. Ele chamou a atenção ao arremedar Silvio Santos em uma cena de “Velho Chico”, exibida em maio. Dias depois, no “Encontro com Fátima Bernardes”, cantou como Luiz Gonzaga (1912-1989). Atualmente, está em turnê no Nordeste com um show de humor em que canta, faz piadas e imita famosos. Veloso foi orientado pela Globo a não falar sobre seu trabalho em “Os Trapalhões” por enquanto. As informações sobre o remake do humorístico, exibido pela Globo entre 1977 e 1995, ainda são escassas. Há uma versão correndo na emissora de que Renato Aragão e Dedé Santana participarão do programa como eles mesmos. Outra diz que eles farão seus personagens, Didi e Dedé, e que serão tios dos novos Didi e Dedé. Por enquanto, só Lucas Veloso está certo na nova trupe. Os intérpretes de Mussum, Zacarias e Dedé ainda não foram escolhidos. O ex-CQC Rafael Cortez chegou a ser cotado para reviver Zacarias, mas já foi descartado. Mussunzinho também teria sido sondado para fazer o personagem do pai. O plano da Globo é ter uma faixa de programação aos domingos dedicada a releituras de programas que fizeram sucesso em suas cinco décadas de existência. Além do já existente remake de “Escolinha do Professor Raimundo” e do vindouro “Os Trapalhões”, a emissora irá produzir novos episódios de “Cassino do Chacrinha” e do “Sítio do Picapau Amarelo”. A direção do novo “Os Trapalhões” estará a cargo de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”). Embora “Os Trapalhões” tenham estourado na Globo nos anos 1970, o personagem Didi Mocó surgiu na primeira versão do programa, lançado em 1966, na extinta TV Excelsior, com o nome de “Adoráveis Trapalhões”. Os integrantes eram o cantor Wanderley Cardoso, o lutador de telecatch (luta livre) Ted Boy Marino, o cantor e ator Ivon Cury e o quase desconhecido cearense Renato Aragão. A formação clássica tomou forma na Record, sob o nome de “Os Insociáveis”, quando Dedé Santana e Antônio Carlos Gomes, o Mussum, juntou-se a Renato Aragão. Zacarias, o personagem de Mauro Faccio Gonçalves, chegou por último, quando o grupo já estava na Tupi e com o nome tradicional de “Os Trapalhões”. Em 1977, os humoristas se mudaram para a Globo. Seu programa de esquetes, exibida antes do “Fantástico”, foi um dos maiores sucessos do canal entre o final dos anos 1970 e praticamente todos os anos 1980, superando brigas entre os integrantes – eles se separaram por seis meses em 1983, e a morte de Zacarias (em 1990), até que o falecimento de Mussum (em 1994) encerrou sua produção. Mesmo assim, o sucesso era tanto que o programa continuou sendo repetido durante muitos anos. Vale lembrar que Renato Aragão e Dedé Santana retomarão seus papéis originais na volta da franquia aos cinemas, em “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, que estreia em 26 de janeiro.












