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    Semana concorrida tem O Grinch, Chacrinha, Millennium e Operação Overlord nos cinemas

    8 de novembro de 2018 /

    A programação cinematográfica desta quinta (7/11) está concorridíssima. São quatro estreias com muita divulgação, que disputam espaço num mercado saturado. Três delas chegam aos cinemas brasileiros um dia antes dos Estados Unidos. A quarta é um grande título nacional. E cada uma atrapalha a distribuição da outra. Como resultado, nenhuma tem aquela estreia de blockbuster, em mais de mil telas. O que chega em mais salas tem pouco mais da metade desse alcance. Os demais dividem-se em 200 salas cada. O lançamento mais amplo é “O Grinch”, nova animação sobre a criatura que odeia o Natal. O personagem, que conta com dublagem original do inglês Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou a entonação baiana de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, que na verdade tem um bom coração, apesar de querer acabar com o Natal. Por sinal, a nova versão foi escrita pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, que chegam a sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). A crítica norte-americana achou melhor que o filme estrelado por Jim Carrey em 2000 – 63% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já o melhor passatempo, disparado, é “Operação Overlord”. Trata-se de um terror dos bons, com 90% no Rotten Tomatoes e elogios rasgados. Com roteiro de Billy Ray (“Jogos Vorazes”) e Mark L. Smith (“O Regresso”), e direção de Julius Avery (“Sangue Jovem”), o filme acompanha um grupo de soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial, que, ao invadir uma vila francesa ocupada por nazistas, depara-se com uma experiência de cientista louco: a transformação de soldados em mutantes deformados para lutar na guerra. A história sugere um filme B despretensioso e até é reminiscente de “O Exército das Trevas” (Frankenstein’s Army, 2013), mas o orçamento generoso e a direção que enfatiza o suspense e a tensão fazem toda a diferença. A produção é de J.J. Abrams (“Super 8”, “Star Wars: O Despertar da Força”), o Spielberg da atual geração. O terceiro título top americano é “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”. Repleto de cenas de ação, com explosões, tiroteios e perseguições motorizadas, o filme é um reboot acelerado da franquia “Millennium”, que, entretanto, não atinge o mesmo patamar de prestígio de “Os Homens Que Não Amavam As Mulheres” (2011), dirigido por David Fincher e indicado a cinco Oscars. Teve só 54% de aprovação. A trama leva em conta o filme anterior, mas não é uma continuação direta e ainda por cima troca todo o elenco. Difícil imaginar, mas Claire Foy, a intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, é quem vive a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, papel interpretado por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. Também é grande a transformação do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig se tornou difícil de identificar, após sofrer rejuvenescimento pela escalação do sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”). Mas o principal problema da produção é outro. Como se sabe, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre Blomkvist e Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, é o quarto livro. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a produzir a primeira versão hollywoodiana, mas, apesar de premiado e elogiado pela crítica, o remake de 2011 teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já era indicação de que o público-alvo tinha visto as adaptações suecas no cinema e o remake era só uma reprise. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que nunca foi filmado. E como também virou best-seller, reviveu o interesse da Sony nos personagens. Assim, o estúdio decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, continuações imediadas da trama adaptada no filme de Fincher, para evitar investir em novo remake. O responsável pela adaptação foram os roteiristas Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”), e a direção ficou a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”). Fechando as maiores distribuições, o principal lançamento nacional é “Chacrinha: O Velho Guerreiro”, cinebiografia do famoso apresentador da TV brasileira, que se divide entre o início da carreira de Abelardo Barbosa, quando é interpretado pelo comediante Eduardo Sterblitch, e o final, na pele de Stepan Nercessian. A parte agitada é encarnada por Nercessian, e traz o Velho Guerreiro mergulhado em polêmicas, enquanto é criticado por ser mulherengo, intransigente e surtado. Há cenas de piti, a briga com Boni (diretor da Globo) que levou à sua demissão e a crise no casamento por conta de seu caso com a cantora Clara Nunes – o que por muitos anos foi tratado como fofoca. Logicamente, este não é o fim, pois cinebiografias só terminam quando o personagem do título dá a volta por cima. No caso de Chacrinha, foi uma volta à TV. Além do filme, Nercessian também desempenhou o papel do apresentador nos palcos, em “Chacrinha, o Musical”, e num especial televisivo exibido pela rede Globo em setembro passado, em comemoração ao centenário de Abelardo Barbosa. E, por coincidência ou não, os dois intérpretes do personagem ainda trabalharam juntos nos filmes de “Os Penetras”, que foram dirigidos por Andrucha Waddington, responsável pela cinebiografia atual. Outro lançamento nacional tem destaque na programação. “Todas as Canções de Amor” marca a estreia na ficção da produtora e documentarista Joana Mariani (“A Imagem da Tolerância”) e segue a experiência recente de “Paraíso Perdido”, de usar músicas para contar sua história. Até compartilha um dos atores principais, Júlio Andrade, que volta a demonstrar seus talentos vocais na nova trama – e novamente acompanhado por cantores “de verdade”, desta vez Gilberto Gil. A trama reflete o relacionamento de dois casais que habitaram o mesmo apartamento em tempos distintos, tendo como ligação uma fita K7 com o nome do filme. Ela foi gravada pela personagem de Luiza Mariani (“Um Homem Só”) para o personagem de Júlio Andrade, mas não narra o romance quente do casal e sim o final do relacionamento, com hits famosos como “Baby” (interpretado por Gal Costa), “Codinome Beija-Flor” (Cazuza) e “Você Não Soube Me Amar” (Blitz). As canções evocam uma época em que não havia playlists e as fitas K7 eram o formato possível para se gravar uma coletânea para a pessoa amada. Esta fita sentimental acaba sendo descoberta, anos depois, por um novo casal formado por Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”) e Bruno Gagliasso (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”). Eles se mudam para o antigo apartamento do primeiro par e, assim que passam a tocar as músicas, também começam a refletir seu relacionamento. A cantora Maria Gadú assina a direção musical. Não acabou, mas o restante só chega onde existe “circuito de arte”. Todos têm qualidade, inclusive o terceiro drama brasileiro da programação, “Homem Livre”, primeiro longa de Alvaro Furloni, que envereda pelo suspense psicológico ao acompanhar a paranoia de um ex-presidiário famoso convertido em evangélico (Armando Babaioff, de “Prova de Coragem”). As demais obras de ficção são títulos de prestígio, vencedores de prêmios importantes. Mais intenso da lista, o suspense do italiano “A Garota da Neblina” premiou Donato Carrisi com o David Donatello (o Oscar italiano) de Melhor Diretor Estreante. Cheio de reviravoltas, acompanha a investigação do desaparecimento de uma adolescente numa comunidade rural pelo sempre excelente Toni Servillo (“A Grande Beleza”). O francês “A Prece” rendeu o prêmio de Melhor Ator a Anthony Bajon (“Rodin”) no Festival de Berlim. Ele vive um jovem viciado que entra num programa religioso para dependentes químicos, indo viver numa montanha onde só é permitido trabalhar e rezar. Mas acaba conhecendo uma garota. A obra tem o realismo de um documentário e direção de Cédric Kahn (“Vida Selvagem”). O mexicano “Museu” reencena um crime célebre e em vários pontos lembra o brasileiro “O Roubo da Taça”, mas não é uma comédia. A trama mostra como dois universitários roubaram tesouros históricos inestimáveis do Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México em 1985. Mas se o assalto foi surpreendentemente fácil, livrar-se das obras provou-se impossível. Gael Garcia Bernal (“Neruda”) é um dos assaltantes do filme de Alonso Ruizpalacios (“Güeros”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Berlim. Completam a programação três documentários, com maior destaque para um filme sobre a história do São Paulo Futebol Clube. Abaixo estão as sinopses oficiais e os trailers de todas as estreias da semana. O Grinch | EUA | Animação O Grinch é um ser verde que não suporta o Natal e, todo ano, precisa aturar que os habitantes da cidade vizinha de Quemlândia comemorem a data. Decidido a acabar com a festa, ele resolve invadir os lares dos vizinhos e roubar tudo o que está relacionado ao Natal. Operação Overlord | EUA | Terror Uma tropa de paraquedistas americanos é lançada atrás das linhas inimigas para uma missão crucial na 2ª Guerra Mundial. Mas, quando se aproximam do alvo, percebem que não é só uma simples operação militar e tem mais coisas acontecendo no lugar, que está ocupado por nazistas. Millennium: A Garota na Teia de Aranha | EUA | Suspense Estocolmo, Suécia. Graças às matérias escritas por Mikael Blomkvist (Sverrir Gudnason) para a revista Millennium, Lisbeth Salander (Claire Foy) ficou conhecida como uma espécie de anti-heroína, que ataca homens que agridem mulheres. Apesar da fama repentina, ela se mantém distante da mídia em geral e levando uma vida às escondidas. Um dia, Lisbeth é contratada por Balder (Stephen Merchant) para recuperar um programa de computador chamado Firefall, que dá ao usuário acesso a um imenso arsenal bélico. Balder criou o programa para o governo dos Estados Unidos, mas agora deseja deletá-lo por considerá-lo perigoso demais. Lisbeth aceita a tarefa e consegue roubá-lo da Agência de Segurança Nacional, mas não esperava que um outro grupo, os Aranhas, também estivesse interessado nele. Chacrinha – O Velho Guerreiro | Brasil | Drama A história de José Abelardo Barbosa (Stepan Nercessian) é narrada desde a época de sua juventude, quando fazia faculdade de medicina e larga tudo para se aventurar como locutor em uma rádio. Depois de então, o filme acompanha a transformação de sua vida e a crianção seu alter ego, Chacrinha, o velho guerreiro. Todas as Canções de Amor | Brasil | Drama Chico (Bruno Gagliasso) e Ana (Marina Ruy Barbosa) se mudam para um novo apartamento em São Paulo. Enquanto arrumam as coisas, ela acha um fita K7 e decide escutar. Trata-se de uma mixtape que Clarisse (Luiza Mariani) fez 20 anos antes para seu marido, Daniel (Julio Andrade). Os dois casais, apesar de distanciados pelo tempo, têm muito em comum. Homem Livre | Brasil | Drama Hélio Lotte já foi rodeado de fama e dinheiro, e esteve por muito tempo no centro dos holofotes. Hoje, livre da cadeia após anos preso por um crime brutal, o ex-ídolo do rock só tem uma intenção: ser esquecido. O que ele não imagina é que, ao se abrigar em uma pequena igreja evangélica, partes do seu passado voltarão à tona trazendo mais um acontecimento ruim. A Garota na Névoa | Itália | Suspense Em uma aldeia alpina no norte da Itália, o Detetive Vogel (Toni Servillo) é chamado para investigar o misterioso caso do desaparecimento de Anna Lou, uma menina de 15 anos de...

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    Intérpretes das Princesas da Disney se juntam na première de WiFi Ralph

    7 de novembro de 2018 /

    A Disney reuniu as intérpretes de suas Princesas Encantadas na première de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, animação repleta de personagens do estúdio. A reunião lembra que as Princesas que aparecem no filme são dubladas, em inglês, pelas mesmas vozes que as consagraram em suas animações clássicas. Antes disso, as atrizes só tinham se juntado na D23 Expo (a Comic-Con da Disney) do ano passado, quando anunciaram os planos da animação. O reencontro aconteceu no tapete vermelho do El Capitan, em Los Angeles, na noite de segunda (5/11). A primeira exibição do filme juntou Princesas de várias gerações: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Mandy Moore (Rapunzel) e Auli’i Cravalho (Moana), além de Kate Higgins, que substituiu a aposentada Mary Costa (Aurora) no filme, Jennifer Hale, no lugar da falecida Ilene Woods (Cinderela), e Pamela Ribon, que é roteirista de “WiFi Ralph” e teve a missão de substituir a voz que iniciou essa tradição, no lugar da falecida Adriana Caselotti (Branca de Neve). E, claro, Sarah Silverman, no melhor espírito de Vanellope, também aparece de penetra no meio delas. A festa só não foi completa porque faltaram quatro Princesas: Anika Noni Rose (Tiana), Kelly Macdonald (Merida), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Por sinal, vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Mas esta não é a única curiosidade. Como no filme, que mostra as Princesas pela primeira vez de moletons e trajes de descanso, uma das fotos revela que as atrizes trocaram os saltos atos das fotos do tapete vermelho por tênis confortáveis no interior do cinema. É a primeira da galeria abaixo. Compare. A desculpa narrativa para a reunião monárquica é uma viagem ao reino encantado da internet. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama aproveita para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, juntará pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos e apenas em 3 de janeiro de 2019 no Brasil.

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    Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 ganha primeiro trailer divertido com novo dublador

    7 de novembro de 2018 /

    A Illumination divulgou o pôster e o primeiro trailer da continuação de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. A divertida prévia acompanha um passeio do cão protagonista Max (voz original do humorista Patton Oswalt), que é levado por sua dona ao veterinário e pira ao encontrar outros animais estressados no local, cada um com uma crise comportamental diferente. Vale lembrar que Max era dublado originalmente por outro comediante americano, Louis C.K., que foi demitido da continuação após ser denunciado por abusos sexuais. O vídeo também dá a entender que a produtora irá liderar diversos trailers centrados no ponto de vista de pets diferentes. Fenômeno de bilheterias, o primeiro filme registrou o recorde de maior estreia de animação original na América do Norte e faturou US$ 875,4 milhões em todo o mundo. No Brasil, o longa foi exibido com dublagens de Danton Mello (“Vai que Dá Certo 2”), Tatá Werneck (“Vai que Cola”), Luis Miranda (“Que Horas Ela Volta?”) e Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”). Mas não foi divulgado se eles estão bisando seus papéis na continuação. “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2” repete diretor e roteirista, respectivamente Chris Renaud e Brian Lynch, e tem estreia prevista para 27 de junho no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Aquaman ganha coleção de pôsteres com os personagens do filme

    7 de novembro de 2018 /

    A Warner divulgou uma coleção de pôsteres de Aquaman, que destacam individualmente os personagens centrais do filme: Arthur Curry/Aquaman (Jason Momoa), Mera (Amber Heard), Orn/Mestre do Oceano (Patrick Wilson), Atlanna (Nicole Kidman), Vulko (Willem Dafoe), Rei Nereus (Dolph Lundgren) e Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II). Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), “Aquaman” tem estreia marcada para 13 de dezembro no Brasil.

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    Novo comercial de WiFi Ralph tem personagens de Zootopia, Moana, Toy Story, Ursinho Pooh e Branca de Neve

    6 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou novo comercial de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”. Ainda sem legendas ou dublagem nacional, a prévia destaca inúmeros personagens das animações da Disney. Além das princesas que tem sido destaque na divulgação, o novo vídeo inclui a raposa Nick Wilde, de “Zootopia”, o galo de “Moana”, Baymax, de “Operação Big Hero”, Buzz Lightyear, de “Toy Story”, e até personagens clássicos, como o anão Zangado, de “Branca de Neve”, o burro Bisonho do “Ursinho Pooh, Peter Pan e Sininho, etc. “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” será o primeiro filme da Disney a juntar personagens do estúdio com criações da Marvel, Lucasfilm e Pixar. Todos eles habitam a internet, onde os personagens vão parar, numa jogada de sinergia criativa. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” também tem um monte de dubladores famosos, desde as intérpretes originais das princesas da Disney até Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) como uma piloto de corridas radical, sem esquecer John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Sarah Silverman (“A Guerra dos Sexos”), respectivamente como Ralph e Vanellope. Tudo isso sai caro para o estúdio, apenas para ser desperdiçado nas versões disponibilizadas no exterior, que refazem as vozes dos personagens com dubladores locais. A estreia de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” acontece em 21 de novembro nos Estados Unidos e apenas em 3 de janeiro no Brasil.

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    The Ballad of Buster Scruggs: Comédia western dos irmãos Coen ganha segundo trailer e 13 fotos

    5 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou 13 fotos e o segundo trailer de “The Ballad of Buster Scruggs”, filme dirigido pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Ave, César!”), que venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2018. Ainda sem legendas, o vídeo também reforça que o lançamento vai chegar aos cinemas americanos uma semana antes do streaming. Originalmente planejado como uma série, o filme é uma antologia que reúne seis histórias independentes do Velho Oeste, todas conectadas ao personagem título Buster Scruggs, interpretado por Tim Blake Nelson (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”). A volta dos Coen ao western, após o sucesso de “Bravura Indômita” (2010), se dá em tom de sátira com uma comédia mordaz, que lida com os exageros dos mitos do Velho Oeste – inclusive os hollywoodianos, como o “cowboy cantor” – e inclui em seu elenco James Franco (“Artista do Desastre”), Liam Neeson (“Busca Implacável”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) e o músico Tom Waits (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). A estreia está marcada para 16 de novembro em streaming.

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    Aquaman terá première nacional na Comic Con Experience

    2 de novembro de 2018 /

    “Aquaman” vai chegar mais cedo no Brasil. O Instagram da Comic Con Experience (que por razão misteriosa é abreviada como CCXP) publicou um vídeo em que o ator Jason Momoa, intérprete do herói no cinema, anuncia uma première do filme no dia 7 de dezembro, durante o evento – que ele chama de “maior Comic Con do mundo”. Próximo filme de super-herói da DC Comics a chegar aos cinemas, “Aquaman” estreia no circuito brasileiro seis dias depois, em 13 de dezembro. Além de Jason Momoa no papel-título, o filme dirigido por James Wan (“Invocação do Mal”) também destaca em seu elenco Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”), Patrick Wilson (também de “Invocação do Mal”), Nicole Kidman (“Lion”), Willem Dafoe (“Projeto Flórida”), Yahya Abdul-Mateen II (da série “The Get Down”) e Temuera Morrison (“Lanterna Verde”). A CCXP acontece entre os dias 5 e 9 de dezembro, em São Paulo. Também estão confirmados no evento o ator Michael B. Jordan, Zachary Levi e o diretor M. Night Shyamalan. Visualizar esta foto no Instagram. @prideofgypsies passando na sua timeline para avisar que vai ter sessão exclusiva de Aquaman no painel da @wbpictures_br sexta-feira (07/12). Garanta seu ingresso para a #CCXP18. Link na bio! Uma publicação compartilhada por CCXP (@ccxpoficial) em 2 de Nov, 2018 às 12:08 PDT

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    Will Smith é transformado em pombo no primeiro trailer legendado de Um Espião Animal

    1 de novembro de 2018 /

    A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise), animação dublada em inglês por Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A prévia mostra uma versão animada de Will Smith como um superespião, dirigindo carrões, dando golpes certeiros e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pela metade do vídeo, ele é transformado num pombo por um adolescente (voz de Holland) numa cozinha comum. São cenas tão díspares que parecem vir de filmes distintos. A explicação deve ficar para outro trailer. “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. O elenco de dubladores originais ainda inclui Rashida Jones (“Te Peguei!”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Ben Mendelsohn (“O Destino de uma Nação”), Masi Oka (“Hawaii Five-0”) e DJ Khaled (“A Escolha Perfeita 3”). A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia está marcada para 25 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.

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    Bohemian Rhapsody é destaque entre estreias que dividem opiniões

    1 de novembro de 2018 /

    A programa de cinema desta quinta (1/11) está repleta de estreias amplas, algumas bastante esperadas e a maioria divisiva. A começar por “Bohemian Rhapsody”, que narra a trajetória da banda Queen, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, retratando a época com grande variedade de figurinos e penteados. A interpretação de Rami Malek (“Mr. Robot”) como Freddie Mercury é o grande destaque do longa, embora a versão chapa branca da biografia, produzida pelos músicos da banda, deixe as polêmicas de lado, em especial a vida desregrada do cantor, que o levou a se contaminar e morrer de Aids, e prefira destacar sua antiga relação heterossexual em vez do parceiro do final de sua vida. Em compensação, os fãs do Queen são servidos com um repertório clássico fantástico e recriações de shows marcantes da carreira da banda. Até com exagero. A certa altura, a impressão chega a ser de um documentário sobre o Live Aid, por exemplo. Não por acaso, o filme dividiu opiniões da crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas tem expectativa de grande bilheteria em sua estreia na América do Norte, que também acontece neste fim de semana. Com distribuição mais ampla, “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” chega ao Brasil ainda mais cedo, uma semana antes dos Estados Unidos e Canadá. Por coincidência, tanto este quanto o filme do Queen tiveram problemas de bastidores durante sua produção. No caso de “Bohemian Rhapsody”, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) sumiu na reta final das filmagens e acabou demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o trabalho foi completado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já a produção da Disney foi originalmente realizada por Lasse Hallstrom (“Um Porto Seguro”), mas, após a produção, o estúdio convocou Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) para refilmagens extensas. Assim, os dois compartilham os créditos da adaptação da fábula encantada de E.T.A. Hoffmann e do famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, realizada com grande elenco – Mackenzie Foy (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), Keira Knightley (“Anna Karenina”), Helen Mirren (“A Dama Dourada”), Morgan Freeman (“Truque de Mestre), etc. O detalhe é que nem esta solução emergencial impediu o filme de ser rejeitado pela crítica. Tem apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho da comédia “Johnny English 3.0” também está nesse nível, com 32%. A diferença é que já fracassou diante do público em sua estreia norte-americana, no fim de semana passado – embora tenha feito sucesso no Reino Unido, seu país de origem. No filme, Rowan Atkinson vive o espião mais atrapalhado do Reino Unido pela terceira vez e precisa lidar com uma autêntica Bond Girl, a ucraniana Olga Kurylenko, estrela de “007 – Quantum of Solace” (2008), que na trama se mostra fatal demais para o eterno Mr. Bean. A nova aventura, por sinal, repete a premissa de “007 – Operação Skyfall” (2012), quando um ataque cibernético revela a identidade de todos os agentes ativos na Grã-Bretanha, deixando Johnny English como a última esperança do serviço secreto. O plágio é mais ou menos oficial, já que o personagem foi criado pelos roteiristas Neal Purvis e Robert Wade, que escreveram todos os seis últimos filmes de James Bond. Bem-feitinho, mas também divisivo, o filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador” chega aos cinemas reforçando paralelos com o clima político atual do Brasil, com apologia à violência armada, atentado contra político, denúncias de corrupção e a sensação de revolta popular que conduziu o país para a extrema direita. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para ver mais imagens de políticos corruptos com copos de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Entretanto, são cenas que habitam noticiários reais. E entram na trama como combustível para o surgimento de um justiceiro fictício, que nada mais é que a corporificação da raiva dos eleitores que votaram em Bolsonaro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta generalizada da população. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem polariza opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. O último lançamento controverso da lista, “A Casa que Jack Construiu”, de Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”), recebeu vaias durante sua première no Festival de Cannes, ocasião em que pelo menos 100 pessoas abandonaram a sessão, revoltadas e enojadas. Mas enquanto parte da crítica o taxou como ofensivo, a outra parte aplaudiu, embora meio constrangida. Mais brutal que “O Anticristo” (2009), mas com estrutura narrativa similar a “Ninfomaníaca” (2013), o filme parte de uma confissão do Jack do título, um serial killer (vivido por Matt Dillon, da série “Wayward Pines”) que rememora assassinatos cometidos por mais de uma década para um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Há quem considere as cenas de violência explícita contra mulheres menos ofensivas que a narração pretensiosa do protagonista, que aborda temas metafísicos e estéticos, julgando-se profundo, num contraste com a banalidade com que ataca suas vítimas – Uma Thurman (“Kill Bill”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), etc. Para ele, os assassinatos são obras de arte. A crítica discordou da tese. O resultado são os mesmos 58% de aprovação de “Bohemiam Rhapsody”, o que significa que o filme tem seus momentos, mas passa longe de ser uma obra prima. Completa a programação um documentário sobre a cantora Elza Soares, em circuito limitado. Confira abaixo os trailers e as sinopses das estreias da semana. Bohemian Rhapsody | EUA | Drama Musical Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros Brian May (Gwilyn Lee), Roger Taylor (Ben Hardy) e John Deacon (Joseph Mazzello) mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos | EUA | Fantasia Clara (Mackenzie Foy), jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho (Morgan Freeman). Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino. Johnny English 3.0 | Reino Unido | Comédia Em sua nova aventura, Johnny English (Rowan Atkinson) é a última salvação do serviço secreto quando um ataque cibernético revela as identidades de todos os agentes do país. Tirado de sua aposentadoria, ele volta à ativa com a missão de achar o hacker por trás do ataque. Com poucas habilidades e métodos analógicos, Johnny English precisa superar os desafios do mundo tecnológico para fazer da missão um sucesso. O Doutrinador | Brasil | Ação Um vigilante mascarado surge para atacar a impunidade que permite que políticos e donos de empreiteiras enriqueçam às custas da miséria e do trabalho da população brasileira. A história do homem por trás do disfarce de “Doutrinador” envolve uma jornada pessoal de vingança na qual um agente traumatizado decide fazer justiça com as próprias mãos. A Casa que Jack Construiu | Dinamarca | Suspense Um dia, durante um encontro fortuito na estrada, o arquiteto Jack (Matt Dillon) mata uma mulher. Este evento provoca um prazer inesperado no personagem, que passa a assassinar dezenas de pessoas ao longo de doze anos. Devido ao descaso das autoridades e à indiferença dos habitantes locais, o criminoso não encontra dificuldade em planejar seus crimes, executá-los ao olhar de todos e guardar os cadáveres num grande frigorífico. Tempos mais tarde, ele compartilha os seus casos mais marcantes com o sábio Virgílio (Bruno Ganz) numa jornada rumo ao inferno. My Name Is Now, Elza Soares | Brasil | Documentário Elza Soares, ícone da música brasileira, numa saga que ultrapassa o tempo, espaço, perdas e sucessos. Elza e seu espelho, cara a cara, nua e crua, ao mesmo tempo frágil e forte, real e sobrenatural, uma fênix, que com a força da natureza transcende e canta gloriosamente.

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  • Filme

    Danilo Gentili é Caça-Fantasmas trash no trailer de Os Exterminadores do Além contra a Loira do Banheiro

    31 de outubro de 2018 /

    Danilo Gentili divulgou o trailer de seu novo filme, “Os Exterminadores do Além contra a Loira do Banheiro”. A prévia mostra como ele e os humoristas de seu programa noturno (Murilo Couto e Léo Lins) resolvem copiar a ideia de Caça-Fantasmas e recrutam Dani Calabreza, Antonio Tabet, Sikêra Júnior, Ratinho e dois atores mirins de “Carrossel” (Jean Paulo Campos e Mateus Ueta) para brincar de cinema. Com alguns vários milhões de dólares a menos que o original americano, mas com todo o sangue que produções infantis não costumam esguichar, os Caça-Toscos têm até carro personalizado para até o local onde há uma aparição de fantasma. A trama se passa numa escola, como o filme anterior de Gentilli, e novamente demonstra fixação pelo banheiro do local. Vá saber que traumas essa obsessão exorciza. De resto, há tombos, gritaria, palavrões, sustos e sangue para todo o lado. Mas é uma comédia, juram os envolvidos. Também foi divulgado o pôster da produção, que destaca a atriz Pietra Quintela (da novela “As Aventuras de Poliana”) como a “loira do banheiro” (aparição que habitaria basicamente banheiros de escolas públicas). “Os Exterminadores do Além contra a Loira do Banheiro” é o terceiro filme escrito por Gentili e o segundo em que ele trabalha com o diretor Fabrício Bittar, que dirigiu “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”. A nova comédia (com elenco) do SBT estreia em 29 de novembro, mas atenção: o lançamento é nos cinemas – embora existam mesmo rumores de que pode virar série.

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  • Filme

    Animação Asterix e o Segredo da Poção Mágica ganha novo trailer

    27 de outubro de 2018 /

    O estúdio francês SND divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Asterix e o Segredo da Poção Mágica”, nova animação baseada nos famosos personagens de René Goscinny e Albert Uderzo. Diferente das anteriores, trata-se de uma aventura inédita, sem existência prévia em quadrinhos. É a segunda trama de Asterix, Obelix e cia. criada especificamente para o cinema, mas vale lembrar que a anterior, “Os 12 Trabalhos de Asterix”, foi concebida pelos próprios autores dos quadrinhos, no já distante ano de 1976. A história foi escrita pelos codiretores do filme, Alexandre Astier e Louis Clichy. Os dois repetem a bem-sucedida parceria de “Astérix e o Domínio dos Deuses”, longa que retomou as animações de Asterix em 2014, introduzindo computação gráfica na estilização dos gauleses irredutíveis. Na nova aventura, Asterix e Obelix precisam cruzar a Gália para encontrar alguém digno dos conhecimentos de Panoramix, o velho druida da vila dos heróis, que ao sofrer um acidente percebe que precisa encontrar um discípulo capaz de continuar a fazer sua poção mágica. Mas claro que esta informação vai parar com os romanos, que resolvem aproveitar a possível falta de superforça dos gauleses com um novo ataque. O filme estreia em 5 de dezembro na França e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Teaser revela data de estreia da 3ª temporada de F Is for Family

    27 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser da 3ª temporada de “F Is for Family”, que revela, ainda sem legendas, a data de estreia dos novos episódios da série de animação adulta. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o o criador. O elenco de vozes também inclui Laura Dern (“A Culpa é das Estrelas”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin. Todos os episódios da 3ª temporada serão disponibilizados no dia 30 de novembro.

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  • Música

    Bohemian Rhapsody: Filme sobre a banda Queen ganha novo trailer e vídeo sobre seu legado

    26 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um novo trailer de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, e um vídeo em que diversos artistas atuais reverenciam seu legado. O trailer resume a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, além de abordar tópicos como a relação do cantor com sua família, a homossexualidade e sua relação complicada com a única mulher de sua vida. O vídeo também chama atenção por apresentar uma variedade de figurinos e penteados, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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