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  • Filme

    Trailer do novo filme de Rebel Wilson diverte com sátira de comédias românticas

    13 de novembro de 2018 /

    A Warner divulgou o divertido trailer de “Isn’t It Romantic?”, uma comédia romântica irônica estrelada por Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) e grande elenco. A prévia criativa mostra como a protagonista, que aprendeu desde criança que não é Julia Roberts em “Uma Linda Mulher”, leva uma pancada na cabeça e passa a ver o mundo de forma diferente. Não, ela não se torna romântica, mas o mundo inteiro à sua volta vira uma sucessão de clichês do gênero, com direito a declarações de amor de estranhos, melhor amigo gay, casa milionária e coreografias espontâneas que surgem do nada. A situação se revela um grande problema – e metalinguístico, ainda por cima – quando ela finalmente resolve transar com um bonitão, mas não consegue, porque cada iniciativa rende avanço de cena para a manhã seguinte, já que as comédias românticas são para menores, deixando-a sem sexo, frustrada e obcecada em repetir a tentativa. O grande elenco inclui Adam Devine (que também fez “A Escolha Perfeita”), Betty Gilpin (“GLOW”), Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Priyanka Chopra (“Baywatch”), Tom Ellis (“Lucifer”), Shyrley Rodriguez (“The Get Down”) e Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”). A história foi concebida por Erin Cardillo, criadora da série “Life Sentence”, e dirigida por Todd Strauss-Schulson, que está virando especialista em filmes irônicos de metalinguagem, após ser premiado pelo similar “Terror nos Bastidores” (Final Girls) em diversos festivais de cinema fantástico em 2015. A estreia está marcada para 14 de março no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Alita: Anjo de Combate ganha seu terceiro e melhor trailer legendado

    13 de novembro de 2018 /

    A Fox divulgou o pôster e o terceiro trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”. Melhor prévia até agora, o vídeo se concentra nos aspectos dramáticos da história, deixando as cenas de ação para o final. A estratégia confere maior humanidade para a personagem-título, ao mesmo tempo em que usufrui de grande aprimoramento nos efeitos visuais, que contrastam com a aparência caricata da introdução de Alita no primeiro trailer, revelado no ano passado. Apesar de manter a opção de retratar a protagonista ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes, além do esqueleto metálico, Alita está fisicamente mais parecida com sua intérprete, a jovem Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”). A opção estética dos olhos grandes dá à produção uma aparência de anime, replicando a característica mais marcante dos quadrinhos e animação japoneses desde Osamu Tezuka. E, como muitos sabem, o material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990. Entretanto, toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que ela perdeu suas memórias e passa a tratá-la como sua filha. Mas Alita demonstra ser uma expert em artes marciais e logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. No filme, o personagem interpretado por Christoph Waltz (“Django Livre”) se chama Dr. Dyson Ido. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia, que foi adiada pela terceira vez, está atualmente marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Roma: Filme de Afonso Cuarón que venceu o Festival de Veneza ganha impactante trailer legendado

    13 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, quatro fotos e o segundo trailer legendado de “Roma”, filme vencedor do Festival de Veneza 2018. O título não diz respeito à cidade italiana, mas a um bairro de classe média da Cidade do México, onde trabalha a protagonista, uma empregada doméstica. A prévia impactante mostra uma evolução dramática de momentos intimistas para cenas épicas de revolta popular, ao acompanhar a doméstica Cleo (a estreante Yalitza Aparicio), que testemunha as mudanças sociais e políticas no México durante os anos 1970. A trama filmada em preto e branco é baseada nas lembranças de infância do diretor Alfonso Cuarón, em seu primeiro filme após vencer o Oscar por “Gravidade” (2013). A sinopse oficial define o longa como “uma homenagem de Cuarón às mulheres que o criaram” e como o seu “projeto mais pessoal até hoje”. Cuarón não fazia um filme situado no México há 17 anos, desde “E Sua Mãe Também” (2001). “Roma” terá uma estreia em circuito limitado de cinemas – regra para disputar o Oscar – antes de chegar no serviço de streaming em todo o mundo, no dia 14 de dezembro.

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    Personagens de Homem-Aranha no Aranhaverso ganham pôsteres individuais

    13 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou novos pôsteres da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que destacam individualmente os diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha do filme. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função, após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Bichos de pelúcia zoam Buzz Lightyear em novo teaser de Toy Story 4

    13 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o segundo teaser de “Toy Story 4”, ainda sem legendas ou dublagem em português. O vídeo explora metalinguagem, ao trazer dois bichinhos de pelúcia repercutindo o teaser anterior de “Toy Story 4”, divulgado na segunda-feira (12/11). Entusiasmados, eles tentam imitar o bordão de Buzz Lightyear, mas dizem a frase errada. Quando Woody chega com Buzz para corrigi-los, eles zoam o astronauta de plástico, apontando que “Ao infinito e além” não faz sentido e só podia ser dito por alguém sem o menor conhecimento científico. Os dois personagens, que são prêmios num parque de diversões, devem integrar a nova história. Eles se chamam, apropriadamente, Ducky e Bunny (patinho e coelhinho) e aparecem dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele, que estrelaram juntos a série de comédia “Key and Peele” antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!” (2017). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.

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    Primeiro trailer legendado de Detetive Pikachu mostra pokémon falante com a voz de Deadpool

    12 de novembro de 2018 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Pokémon: Detetive Pikachu”. E apesar de o personagem-título ter a voz do Deadpool, a prévia revela que a premissa absurda pode funcionar no cinema. Um dos problemas que parece ter sido contornado é justamente o fato de que esse Pikachu fofichu e cinematográfico fala, para começar. O vídeo mostra que só o principal personagem humano e outros pokémons entendem o que ele diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Deadpool! Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título do filme, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. No filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o vídeo de pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Já o elenco destaca Ryan Reynolds (“Deadpool”) como a voz de Pikachu, Justice Smith (série “The Get Down”) como Tim, e ainda Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Kathryn Newton (série “Supernatural”), Ken Watanabe (“A Origem”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Karan Soni (também de “Deadpool”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. http://www.impawards.com/2019/pokemon_detective_pikachu_xlg.html

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  • Filme

    Toy Story 4 ganha primeiro teaser com introdução de novo personagem

    12 de novembro de 2018 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Toy Story 4”, a esperada continuação da saga de Woody, Buzz Lightyear e companhia. A prévia mostra uma ciranda aérea, em que os principais personagens se divertem de mãos dadas no ar, até que aparece Forky, um garfo com braços que não se considera “um brinquedo”, acabando com a harmonia. Por curiosidade, a música escolhida para embalar o momento alegre dos personagens é “Both Sides Now”, composição de Joni Mitchell, na gravação da cantora Judy Collins. Trata-se da mesma versão que encerra, de forma perturbadora, o terror “Hereditário”. Complexo isso. Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.

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  • Série

    Comédia adolescente Quase 18 pode virar série do YouTube Premium

    10 de novembro de 2018 /

    O YouTube Premium encomendou a produção do piloto de uma série baseada em “Quase 18” (The Edge of Seventeen), excelente comédia adolescente estrelada por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”) em 2016. A adaptação está sendo desenvolvida por Annabel Oakes, que escreveu episódios de “Awkward.” e “Atypical”, duas séries de temática complementar. Em comunicado, ela descreve o projeto como “uma subversão daquilo que é esperado em séries de adolescentes”. Considerada uma das melhores surpresas de 2016, “Quase 18” foi um apoteose de humor adolescente amargo, cínico e autodepreciativo, como nos bons clássicos de John Hughes dos anos 1980, representado por uma adolescente em crise eterna, vivida por Hailee Steinfeld. Desinteressante, sem muitas amizades ou atrativos, ela sofre por ter um irmão perfeito (Blake Jenner, da série “Glee”), que todos adoram, inclusive sua melhor amiga (Haley Lu Richardson, da série “Ravenswood”), que vira ex-amiga quando começa a namorá-lo. A partir daí, sentindo-se traída e abandonada, ela toma uma série de decisões que só pioram a situação. Sem ninguém com quem desabafar, só lhe resta conversar com o professor (Woody Harrelson, de “Jogos Vorazes”) que se vê forçado a lhe dar mais atenção que a própria mãe dela (Kyra Sedgwick, da série “Closer”). Primeiro filme dirigido por Kelly Fremon, que antes só tinha roteirizado a comédia “Recém-Formada” (2009), “Quase 18” recebeu elogios rasgados da crítica. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, foi uma das estreias mais bem cotadas de 2016 e provavelmente a melhor comédia sobre a vida no colegial (A.K.A. Ensino Médio) desde “A Mentira” (2010), com quem compartilha muitos temas. O piloto precisa ser aprovado para a adaptação do filme virar série. Relembre abaixo o trailer do filme.

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    Pôsteres reúnem todas as versões do Homem-Aranha em seu primeiro longa animado

    9 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou novos pôsteres da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” que juntam os diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha do filme. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função – após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Captive State: Distopia do diretor de Planeta dos Macacos ganha novo trailer

    9 de novembro de 2018 /

    A Focus Features divulgou um novo trailer de “Captive State”, que é tão vago quanto o primeiro. A prévia deixa claro que se trata de mais uma distopia sci-fi, aos moldes de “1984”, construída por invasores alienígenas pseudo-benevolentes, já vistos em séries como “V – A Invasão”, “Terra: Conflito Final” e “Childhood’s End” (baseada no romance clássico de Arthur C. Clarke, que é base de todas essas histórias). O vídeo mostra os Estados Unidos oficialmente sem crimes, pobreza ou desemprego. Mas essa utopia é contraposta à imagens que representam o oposto e ao aviso de que tudo é uma mentira. O paraíso é na verdade resultado de opressão, violência e tirania, administrado por imponentes naves espaciais que comandam os destinos do planeta. Apesar da premissa batida, existem expectativas devido à equipe envolvida. O cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”) assina a direção e também escreveu o roteiro ao lado de Erica Beeney (“O Nerd Vai à Guerra”). Para completar, o elenco inclui Vera Farmiga (“Bates Motel”), John Goodman (“Rua Cloverfield, 10”), James Ransone (“A Entidade”), D.B. Sweeney (“Sharp Objects”), Alan Ruck (série “The Exorcist”), Ashton Sanders (“Moonlight: Sob a Luz do Luar”) e Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”). “Captive State” estreia em 29 de março nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Trailer de Minha Vida em Marte repete fórmula das continuações brasileiras e leva história para os EUA

    9 de novembro de 2018 /

    A Downtown Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Minha Vida em Marte”, continuação de “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!” (2014). E dá tristeza ver que a trama desmonta tudo o que foi feito no primeiro filme para mostrar a personagem de Mônica Martelli novamente em busca de homem – sério, ainda que supostamente cômico. Essa reprise da mesma história é a explicação arranjada pelo roteiro para dar mais destaque ao amigo gay, vivido por Paulo Gustavo. Soa forçado, mas nem tanto quanto a viagem aos Estados Unidos que parece ser contratualmente obrigatória em toda continuação de comédia brasileira que se preze – repetindo “De Pernas pro Ar 2”, “Até que a Sorte nos Separe 2” e “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2”. Virou a fórmula-padrão. Com direção de Susana Garcia, irmã de Mônica, que estreia na função após ser co-roteirista do primeiro filme, “Minha Vida em Marte” ainda traz no elenco Marcos Palmeira, com quem Mônica tinha ficado na história original, além do português Ricardo Pereira (da novela “Deus Salve o Rei”), Heitor Martinez (“Os Dez Mandamentos”), Fiorella Mattheis (“Vai que Cola”) e a ubíqua Anitta (“Meus Quinze Anos”). A estreia está marcada para 27 de dezembro.

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  • Filme

    Missing Link: Nova animação de monstros do diretor de ParaNorman ganha primeiro trailer

    8 de novembro de 2018 /

    A produtora Laika divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Missing Link”, sua nova animação de stop-motion com temática de terror. “Missing Link” mostra a descoberta do Elo Perdido, popularmente conhecido como o monstro Pé Grande, por um explorador britânico que se surpreende pelos modos civilizados da criatura, que sabe falar e até escrever. Cansado de fugir da humanidade, o monstro pede ajuda ao famoso aventureiro para acompanhá-lo numa jornada ao outro lado do mundo, querendo encontrar o resto de sua família perdida, os abomináveis homens da neve, que vivem no vale lendário de Shangri-La. O elenco de dubladores originais destaca o comediante Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Pé-Grande e Hugh Jackman (“Logan”) como o explorador Sir Lionel Frost, além de Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), Matt Lucas (“Doctor Who”) e Stephen Fry (franquia “O Hobbit”). Roteiro e direção são de Chris Butler, que dirigiu “ParaNorman” (2012) e também trabalhou nas outras animações do estúdio, fazendo a animação de “Coraline e o Mundo Secreto” (2009) e o roteiro de “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016). Em comunicado, Butler descreveu o filme como “uma aventura épica com um espírito gentil e doce”, e diz que “Missing Link” é uma homenagem a um dos seus filmes favoritos, “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Ainda sem previsão de lançamento no Brasil, “Missing Link” chega aos cinemas americanos em 12 de abril.

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  • Filme

    Versão de Mogli dirigida por Andy Serkis ganha trailer legendado e data de estreia

    8 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional, fotos e o novo trailer legendado de “Mogli – Entre Dois Mundos” (Mowgli – Legend of the Jungle), o primeiro desde que a plataforma adquiriu a produção da Warner, que revela sua data de estreia. E já se nota uma mudança de estratégia. Enquanto os vídeos anteriores se dedicavam a demonstrar as diferenças técnicas e de tom entre este trabalho e o recente filme da Disney, lançado em 2016, a nova prévia toma outro rumo e enfatiza aspectos narrativos que distanciam os dois longas, deixando o novo parecendo uma continuação. A opção se torna ainda mais clara pela escolha do título nacional, que remete ao drama visualizado no trailer atual, com Mogli dividido entre a selva que o criou e a civilização que o acolheu. Um pouco como Tarzan. Ao negociar a produção com a Netflix, a Warner evitou a comparação difícil de sua obra com o filme da Disney, que estourou bilheterias e encantou público e crítica há apenas dois anos. O Mogli da Disney, com direção de Jon Favreau, fez tanto sucesso que terá, inclusive, uma continuação real nos cinemas. Já o Mogli que foi parar no streaming tem direção de Andy Serkis, o intérprete de César na franquia “Planeta dos Macacos”, que além ficar atrás das câmeras também dá vida, via captura de movimentos, ao urso Baloo (Balu). O elenco de vozes originais ainda incluiu grandes astros, como Christian Bale (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”), Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Peter Mullan (série “Ozark”) e Naomie Harris (“Moonlight”). O menino Mogli é interpretado por Rohan Chand (“A 100 Passos de um Sonho”) e o elenco humano ainda inclui Freida Pinto (“Planeta dos Macacos: A Origem”) e Matthew Rhys (série “The Americans”). A estreia vai acontecer em 7 de dezembro na Netflix.

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