Drone tarado e assassino ataca casal em trailer de comédia de terror
Os cineastas responsáveis pela cultuada comédia de terror “Zombeavers – Terror no Lago” (2014) divulgaram o trailer de seu novo trash, que mergulha no lado negro da tecnologia dos drones. “The Drone” acompanha um jovem casal perseguido por um drone controlado remotamente, que parece ter consciência própria – a consciência de um serial killer tarado e demente. Dirigido por Jordan Rubin, que também divide o roteiro com os irmãos Jon e Al Kaplan, todos de “Zombeavers”, o filme traz em seu elenco John Brotherton (“Fuller House”) e Alex Essoe (“Midnighters”) como os infelizes recém-casados que viram alvo do drone voador homicida. Produzido pelo cineasta Timur Bekmambetov (“Ben-Hur”) via sua produtora Bazelevs (que também produziu os sucessos de horror “Buscando…”, “Unfriended: Dark Web” e “Hardcore: Missão Extrema”), “The Drone” fará sua estréia mundial no final de janeiro no festival Slamdance. O filme ainda não tem previsão de lançamento comercial.
Novo trailer de A Morte te dá Parabéns 2 volta a colocar Jessica Rothe em looping temporal
A Universal divulgou o segundo trailer de “A Morte te dá Parabéns 2”, que revela que o looping temporal da personagem de Jessica Rothe não acabou, como ela imaginava ao final do primeiro filme. Os dias voltam a se repetir em todos os detalhes, mas desta vez o serial killer com máscara de bebê tem outro alvo em vez dela: os amigos dela. E para impedir que eles sejam assassinados, a protagonista tem que morrer várias vezes para retroceder o tempo e tentar deter o psicopata mascarado. “A Morte te dá Parabéns” foi um sucesso de bilheteria em seu gênero, arrecadando quase US$ 123 milhões em todo o mundo. A sequência volta a ser dirigida por Christopher Landon, que desta vez também assume a função de roteirista (que pertenceu ao escritor de quadrinhos Scott Lobdell no primeiro longa). Além de Jessica Rothe, todo o elenco central retorna na continuação, incluindo Israel Broussard, Ruby Modine, Phi Vu, Charles Aitken e Rachel Matthews. A estreia está marcada para 21 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
WiFi Ralph é a primeira grande estreia de 2019 nos cinemas
Principal estreia da semana, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” é uma animação divertida, mas também uma piada pronta. Ao levar dois meses para chegar ao Brasil, serve para demonstrar a lentidão do mercado brasileiro, quase tão devagar quanto a internet nacional, que não precisa de Ralph para quebrar. Maior sucesso original dos estúdios Disney em 2018, “WiFi Ralph” desembarca nos cinemas locais após fazer mais de US$ 350 milhões em todo o mundo. E com 88% de aprovação das críticas publicadas em idioma inglês, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. A trama parte da premissa de “Toy Story 3”, ao mostrar a obsolescência dos velhos games em que Ralph e Vanellope habitam. Com os equipamentos quebrados ou em eterna manutenção, os dois acabam migrando para outro mundo – dos games online, por meio do wi-fi. O mais interessante é como, a partir daí, o desenho passa a comunicar diferentes intertextos. Por um lado, serve de introdução à forma como a internet funciona, ilustrando, de forma acessível para as crianças, nunces complexos da tecnologia online. Por outro, assim como os spammers que não param de anunciar produtos para os protagonistas, trata-se também de um empreendimento de sinergia comercial para a Disney. Não faltam referências às franquias do próprio estúdio, como as princesas da Disney, que se destacam tanto na história que podem germinar sua própria animação – uma espécie de Vingadores de princesas. “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” também é o primeiro filme a misturar personagens da Disney, Pixar, Lucasfilm e Marvel. E se a franquia continuar, podem esperar o terceiro longa passado no país das maravilhas do streaming, um lugar mágico chamado Disney+ (Disney Plus). Cinismo à parte, vale a pena ver com as crianças, que nem vão ligar para a falta de todos aqueles astros famosos da dublagem original – desde as intérpretes originais das princesas da Disney até Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) como uma piloto de corridas radical, sem esquecer John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Sarah Silverman (“A Guerra dos Sexos”), respectivamente como Ralph e Vanellope. Estas participações custaram uma fortuna para o estúdio, mas foram prontamente substituídos por profissionais assalariados da dublagem nacional. O principal concorrente da superprodução da Disney é outro desenho animado. “Dragon Ball Super Broly – O Filme” apela aos fãs da série em que se baseia. E oferece exatamente um episódio vitaminado da atração televisiva, contando uma história antiga com a mesma animação tosca, que pouco evoluiu desde anos 1990 – num contraste com a trama, baseada na “evolução” dos personagens. No circuito limitado, o destaque é “Lizzy”, suspense indie que reimagina um dos assassinatos mais brutais dos Estados Unidos, ao apresentar uma versão lésbica de Lizzie Borden, jovem acusada de matar os próprios pais à machadas no final do século 19. Chloë Sevigny (série “Bloodline”) vive a personagem-título, que nesta versão é uma mulher que busca se libertar do pai dominador e agressivo. Ela encontra uma cúmplice na empregada da família, Bridget Sullivan (Kristen Stewart, de “Personal Shopper”), que sofre assédio de seu pai, enquanto sua mãe finge não ver. A identificação das duas vira romance e, a partir daí, tudo transcorre para o desfecho trágico que marcou a história dos crimes americanos. Apesar de o roteiro ser creditado ao iniciante Bryce Kass, a teoria do relacionamento lésbico entre Lizzie e Bridget foi formulada originalmente pelo escritor Ed McBain em seu romance de 1984, que também se chamava apenas “Lizzie”. O caso real se tornou o primeiro julgamento midiático dos Estados Unidos e seu veredito rende discussões e teorias até hoje, já que deixou em aberto a identidade do verdadeiro(a) assassino(a). Mesmo inocentada, Lizzie Borden acabou virando lenda urbana e entrou na cultura pop, tendo rendido várias músicas, filmes e séries. Para fãs de filmes “de arte”, a dica é o francês “A Nossa Espera”, que venceu prêmios em sua jornada por festivais internacionais secundários, como Torino e Hamburgo. Profundamente humano, diferencia-se de outros filmes sobre a luta cotidiana por melhores condições de vida por não apostar em soluções sentimentais ou lições de moral. Cinéfilos mais devotados também devem conferir o tunisiano “Meu Querido Filho”, que parece ser um melodrama de família aflita pela doença comum de um filho, mas esconde em suas entranhas uma metáfora sobre doença muito mais séria: o extremismo. De resto, há também um terror alemão gravado de forma amadora para justificar uma trama ao estilo de “A Bruxa de Blair”. Veja os trailers e as sinopses abaixo. WiFi Ralph: Quebrando a Internet | EUA | Animação Ralph, o mais famoso vilão dos videogames, e Vanellope, sua companheira atrapalhada, iniciam mais uma arriscada aventura. Após a gloriosa vitória no Fliperama Litwak, a dupla viaja para a world wide web, no universo expansivo e desconhecido da internet. Dessa vez, a missão é achar uma peça reserva para salvar o videogame Corrida Doce, de Vanellope. Para isso, eles contam com a ajuda dos “cidadãos da Internet” e de Yess, a alma por trás do “Buzzztube”, um famoso website que dita tendências. Dragon Ball Super Broly – O Filme | Japão | Animação Apesar da Terra estar em um período de calmaria, Goku se recusa a parar de treinar constantemente – ele quer estar pronto para quando uma nova ameaça surgir. O que ele não imaginava era que seu novo inimigo seria Broly, um poderoso super saiyajin sedento por vingança, que deseja destruir todos que encontrar pela frente. Lizzie | EUA | Suspense 1892, em plena Era Vitoriana. Lizzie Borden (Chloë Sevigny) é uma mulher solteira que ainda vive sob a rigidez de seu pai, Andrew (Jamey Sheridan), por mais que tenha atitudes consideradas ousadas para a época. Tal situação vive provocando atritos entre pai e filha, ampliados pelo frágil estado de saúde dela. Menosprezada como filha e como mulher, Lizzie aos poucos se aproxima de Bridget Sullivan (Kristen Stewart), uma jovem criada que trabalha há pouco tempo para a família. O Manicômio | Alemanha | Terror Um grupo de youtubers entra ilegalmente na área de cirurgia (supostamente assombrada) em um manicômio abandonado para um desafio de 24 horas, com a esperança de viralizar o vídeo e conseguirem mais seguidores. Porém, não demora muito para eles descobrirem que não estão sozinhos e não são bem-vindos ali. O desafio, na verdade, é o da sobrevivência. A Nossa Espera | França | Drama Olivier (Romain Duris) é o politizado funcionário de uma fábrica, onde volta e meia bate de frente com seus superiores para defender os colegas de trabalho. Um dia, ele é surpreendido com o súbito desaparecimento de sua esposa, Laura (Lucie Debay). Sem saber o que aconteceu nem para onde ela foi, Olivier precisa conciliar o trabalho com a criação de seus dois filhos, Elliot (Basile Grunberger) e Rose (Lena Girard Voss). Meu Querido Filho | Tunísia | Drama Riadh (Mohamed Dhrif) está prestes a se aposentar como motorista no porto de Túnis. Com Nazli (Mouna Mejri), ele forma um casal unido em torno de seu único filho, Sami (Zakaria Ben Ayyed). As repetidas enxaquecas dele preocupam seus pais e no momento em que Riadh acha que seu filho está melhor, ele desaparece.
Dumbo entra o Ano Novo voando em novo teaser do remake live-action
A Disney divulgou um novo teaser do remake live-action de “Dumbo” em suas redes sociais. A prévia celebra o Ano Novo como um período para se voar mais alto, numa relação com a trama do elefantinho voador. “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como bebê elefante de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o elefantinho para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas”, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio em 2010. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Don’t just fly, soar into 2019. #HappyNewYear! #Dumbo #NewYearsEve pic.twitter.com/IWl4saJcmv — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) 31 de dezembro de 2018
Ryan Reynolds revela imagem de captura facial de sua interpretação de Pikachu
O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) compartilhou em seu Instagram um foto do processo de captura de movimento para viver Pikachu no filme “Pokémon: Detetive Pikachu”. A imagem revela que, além de dublar o monstrinho, ele também vai emprestar suas expressões faciais para o personagem. “Você é adorável! Você é adorável! Você é adorável!”, ele escreveu ao lado da imagem. O filme é a adaptação de um game da Nintendo, que em inglês se chama “Great Detective Pikachu”. E é bem diferente dos desenhos que os fãs conhecem. Para começar, jogo e filme mostram Pikachu com um chapeuzinho de Sherlock Holmes para deixar claro que ele é um detetive – o público não saberia sem o chapéu, imagina-se. Mas a maior diferença é que o Pikachu fala na produção de cinema. Ou melhor, sua fala é entendida como uma conversa normal por outros pokémons e por um humano em particular, um jovem americano chamado Tim Goodman. Para o resto do mundo, porém, tudo o que ele diz continua a ser entendido como repetições do mesmo palavrão – pika-pika-pika. Graças a sua capacidade única para entendê-lo, Goodman se alia ao Detetive Pikachu para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Já o elenco destaca, além de Ryan Reynolds como a voz de Pikachu, o ator Justice Smith (série “The Get Down”) como Tim, e ainda Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Kathryn Newton (série “Supernatural”), Ken Watanabe (“A Origem”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Karan Soni (também de “Deadpool”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Pokémon: Detetive Pikachu | Monstrinhos celebram Natal com anjo de neve em novas imagens As expressões do ator são refletidas no personagem por um sistema de pontos digitais. Confira abaixo! >> CONTINUA APÓS PUBLICIDADE O elenco do live-action do jogo homônimo inspirado no universo de Pokémon conta com Ryan Reynolds (como a voz de Pikachu), Justice Smith, Ken Watanabe e Kathryn Newton. A história seguirá um falante Pikachu, que ama café e solucionar problemas. Visualizar esta foto no Instagram. YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE Uma publicação compartilhada por @ rynrenolds em 30 de Dez, 2018 às 11:11 PST
Kéfera Buchmann canta música ruim e tem a melhor memória do mundo em vídeos de Eu Sou Mais Eu
A Imagem Filmes divulgou dois novos vídeos de “Eu Sou Mais Eu”, comédia brasileira de viagem no tempo estrelada por Kéfera Buchmann (“É Fada”), que pede para o público acreditar em coisas impossíveis. Um deles é acompanhado por uma música muito ruim que, segundo a sinopse, é hit da personagem da atriz. O outro mostra uma briga generalizada durante um jogo, predita em detalhes pela viajante do futuro – que deve ter a melhor memória do mundo, tamanho o exagero de sua precisão na cena. Sessão da Tarde assumida, a trama juvenil sem pé nem cabeça mostra Kéfera como uma cantora famosa e arrogante que, ao ser traumatizada pelo encontro com uma fã assustadora, acorda em 2004, tendo que viver novamente sua vida como uma adolescente perdedora. Por coincidência ou não, 2004 foi o ano de lançamento do hollywoodiano “De Repente 30”, em que uma adolescente virava adulta. Mas a trama de “Eu Sou Mais Eu” não se resume à inversão etária. Há o artifício de viagem no tempo mágica, que é o mesmo usado em “Peggy Sue, seu Passado a Espera” (1986), e principalmente um tom de fábula dickensiana que prevalece na trama moralista. Afinal, a fã com poderes mágicos que pretende dar uma lição de humildade na celebridade rabugenta age exatamente como um fantasma de natais passados diante do velho Scrooge. O roteiro é do pau-pra-toda-obra L.G. Bayão, que produz em ritmo de fábrica para católicos (“Irmã Dulce”), espíritas (“Kardec”) e seguidores de auto-ajuda (“O Vendedor de Sonhos”), e vai do terror (“Motorrad”) ao filme infantil (“Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano”) sem distinção – foram cinco roteiros filmados só no ano passado! – em parceria com Angélica Lopes, das comédias “Divórcio” e “Uma Loucura de Mulher”. A direção é de Pedro Amorim (também de “Divórcio”) e o elenco ainda destaca João Côrtes (“O Segredo de Davi”) e Giovanna Lancellotti (“Tudo por um Pop Star”) como personagens de filme adolescente americano – o nerd e a bullynadora. Detalhe curioso é que o filme ia se chamar “De Novo Não!”. Alguém reparou na piada pronta e sugeriu mudar. A estreia está marcada para 24 de janeiro.
Como Treinar seu Dragão 3: Banguela atrapalha o Ano Novo de Nova York em novo comercial
Este ano, não vai ter a tradicional decida da bola no centro de Times Square, durante as celebrações da passagem de Ano Novo em Nova York. A Universal divulgou um novo comercial de “Como Treinar seu Dragão 3” que mostra o dragão Banguela invadiu o mundo real para roubar e brincar com a célebre bola nova-iorquina, como se fosse um pet. Um pet que solta chamas, o que faz a polícia decidir deixá-lo se divertir. Já é o segundo vídeo da campanha de divulgação que esquece o filme para privilegiar interações de Banguela com pessoas reais. No primeiro, o dragão contracenou com Kit Harington, numa brincadeira com “Game of Thornes”. O ator, claro, faz parte do elenco de dubladores originais da animação, mas não é o protagonista. Quem lidera o elenco de dubladores originais é Jay Baruchel (“É o Fim”) como voz de Soluço e America Ferrera (série “Superstore”) como Astrid. Outras vozes em inglês incluem T.J. Miller (“Deadpool 2”), Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hill (“Anjos da Lei”), Gerard Butler (“Covil de Ladrões”) e Cate Blanchett (“Oito Mulheres e um Segredo”). “Como Treinar o Seu Dragão 3” é novamente dirigido por Dean DeBlois e tem estreia marcada para 17 de janeiro no Brasil, um mês antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer dublado de A Última Gargalhada junta comediantes veteranos
A Netflix divulgou o trailer dublado do filme de comédia “A Última Gargalhada”, que junta dois atores veteranos, Richard Dreyfuss (vencedor do Oscar em 1978 por “A Garota do Adeus”) e Chevy Chase (da franquia dos anos 1980 “Férias Frustradas”). No filme, eles vivem, respectivamente, um humorista aposentado e seu ex-empresário, que se reencontram em uma casa de repouso após 50 anos e resolvem abandonar a aposentadoria, embarcando numa turnê de shows de humor. E isto é tudo o que parece acontecer no filme pela prévia, que fica ainda mais convencional com a dublagem em português. Roteiro e direção são de Greg Pritikin (“Dummy: Um Amor Diferente”), e o elenco conta ainda com Andie MacDowell (“Três Casamentos e um Funeral”) e Kate Micucci (“Another Period”). “A Última Gargalhada” chega na plataforma de streaming em 11 de janeiro.
Hellboy ganha segundo pôster animado
A Imagem Filmes divulgou um pôster animado inédito de “Hellboy” nas redes sociais, com direito a legenda com palavrão. O cartaz é diferente da imagem animada divulgada pela Lionsgate nos Estados Unidos, mas também destaca o protagonista, agora vivido por David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”), com a espada Excalibur em punho. O novo filme adapta a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, que introduz a ameaça de Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – e, segundo a lenda arthuriana, amante de Merlin. O papel é desempenhado por Milla Jovovich (da franquia “Resident Evil”). Escrito por Andrew Cosby (criador da série “Eureka”) e dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda inclui em seu elenco Ian McShane (série “American Gods”), Sasha Lane (“American Honey”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), Sophie Okonedo (“Depois da Terra”) e Kristina Klebe (“Halloween – O Início”). A estreia está marcada para 11 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. A besta do apocalipse, o matador de gigantes, bruxas, fadas e monstros enormes saídos da p*ta que pariu, está de volta! ? #Hellboy chega aos cinemas em 11 de abril. Uma publicação compartilhada por Imagem Filmes (@imagemfilmes) em 28 de Dez, 2018 às 10:03 PST
Público estaria abandonando as sessões de Holmes & Watson nos Estados Unidos
A comédia “Holmes & Watson” conseguiu subir sua aprovação no site Rotten Tomatoes. Após estrear com 0% no Natal, chegou na sexta (28/12) com 7%. Mas isto não é um grande refresco, considerando sua rejeição pelo público. Fracasso abissal de bilheteria, o longa abriu em 4º lugar e já caiu para 7º em quatro dias em cartaz na América do Norte. O mais impressionante é que as pessoas têm abandonado os cinemas antes do final do filme. Uma amostragem de comentários no Twitter revela que o público tem achado “Holmes & Watson” tão ruim que muitos preferem desistir de ver a projeção completa. “Minha irmã, o namorado dela e eu acabamos de ir assistir Holmes & Watson… Saímos de lá após uma hora. É muito ruim”, escreveu uma internauta. “’Holmes & Watson’ se tornou o primeiro filme que me fez sair do cinema após apenas 30 minutos”, acrescentou outro. “’Holmes & Watson’ é o pior filme que já assisti. Saí do cinema”, reclamou mais um. São muitas queixas e afirmações de abandono do filme, como pode ser ver pelos tuítes originais abaixo. O filme volta a reunir Will Ferrell e John C. Reilly, intérpretes dos personagens do título, 12 anos depois da estreia da parceria em “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e uma década completa após o grande sucesso de “Quase Irmãos” (2008). Combinação de paródia e pastelão reminiscente das comédias de Mel Brooks, a trama traz um Sherlock Holmes (Ferrell) completamente atrapalhado, que tem um parceiro à altura no inepto Dr. Watson (Reilly). Quando um crime é cometido no palácio de Buckingham, Sherlock Holmes é o único detetive capaz de desvendar o mistério antes do vilão Moriarty atacar a Rainha Vitória. Mas um detalhe é capaz de dificultar sua investigação: o crush de Watson pela monarca britânica. Roteiro e direção são de Etan Cohen, que dirigiu Ferrell em outro fiasco de crítica: a comedia “O Durão” (28% em 2015). Não há previsão para a estreia no Brasil. Perfect day to go to movie…just don’t see new Will Farrell film…Holmes & Watson. Horrible!! I have only walked out of two movies in my life. Nothing funny about it!! — Jean Daul (@DaulJean) December 27, 2018 @Will___Ferrell Holmes & Watson was the worst movie I have ever watched. I walked out of the cinema. Sort your shit out — Levi Krahe (@levikrahe) December 28, 2018 Today Holmes & Watson became the first film I’ve ever walked out of a cinema when only 30 minutes into a film. 1/5. Crushed. — Anna Pridgeon (@AnnaPridgeon) December 27, 2018 my sister, her bf and I just went to see Holmes & Watson…we walked out after an hour… it’s so bad. — ????? ‡ ? (@blueveinblues) December 25, 2018 Literally never walked out of a movie before but after witnessing the first 30 minutes of Holmes & Watson, I’m convinced Will Ferrell and John C. Reilly should never be allowed to work again — Louise Orr (@LouiseFOrr) December 27, 2018 So. Bad. And stepbrothers is one of my favorite movies so my disappointment says a lot — Louise Orr (@LouiseFOrr) December 27, 2018
Piercing: Mia Wasikowska tortura psicopata amador em trailer de suspense
A Memento Films divulgou o novo trailer para maiores de “Piercing”, suspense perturbador estrelada por Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). Na prévia, ela interpreta uma prostituta disposta a virar vítima voluntária de um psicopata amador. Mas antes que ele possa realizar suas fantasias, ela inesperadamente inverte a situação, com requintes de sadismo e humor negro. O filme é baseado no cultuado romance homônimo de Ryû Murakami, dos célebres “Tóquio em Decadência” e “Audition”, e é possível identificar os elementos sadomasoquistas característicos das duas obras na nova adaptação. Roteiro e direção são de Nicolas Pesce, responsável pelo elogiado terror “Os Olhos da Minha Mãe”. A trama gira em torno de Reed (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”), que decide alugar um quarto de hotel a fim de matar uma prostituta, para que possa, depois disso, retornar à sua vida normal. O problema é que a prostituta (Mia Wasikowska) tem outros planos para ele. O elenco também destaca a espanhola Laia Costa (“Victoria”), como incentivadora dos planos degenerados. Premiado no Festival de Neuchâtel, na Suiça, e bastante elogiado em sua passagem pelo Festival de Sundance, quando obteve 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Piercing” estreia em 1 de fevereiro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Mega Time Squad: Divertida comédia neozelandesa de viagem no tempo ganha trailers
A Dark Side Films divulgou o pôster e os divertidos trailers de “Mega Time Squad”, comédia sci-fi neozelandesa que atingiu 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, após arrancar gargalhadas no festival Toronto After Dark. A trama acompanha um assaltante pouco esperto, que rouba uma antiga pulseira chinesa de uma loja de antiguidades numa cidadezinha neo-zelandesa. Quando sua vida corre risco, ele percebe que a relíquia possui o poder de transportá-lo magicamente de volta no tempo. Mas a cada salto de tempo, o ladrão idiota faz aquilo que todo mundo sabe que não se pode fazer numa viagem no tempo: encontrar a si mesmo. Não apenas isso: ele resolve formar uma gangue com suas diferentes versões, criadas toda vez que volta ao passado e aparece diante de si mesmo. “Mega Time Squad” foi escrita e dirigida por Tim van Dammen, que trabalhou nos efeitos visuais da comédia de terror heavy metal “Deathgasm” (2015). O elenco destaca Anton Tennet (“Ozzy”) como o ladrão viajante do tempo, além de Jonny Brugh (“O que Fazemos nas Sombras”), Hetty Gaskell-Hahn (“Shortland Street”), Arlo Gibson (“Step Dave”) e Morgan Albrecht (“Penny Black”). “Mega Time Squad” estreia nos Estados Unidos em 15 de fevereiro e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Elle Fanning vira caloura de reality musical no primeiro trailer completo de Teen Spirit
A Bleeker Street divulgou o primeiro trailer completo de “Teen Spirit”, drama indie em que Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) vive uma aspirante a cantora pop. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. A música que ela canta no trailer é “Dancing on My Own”, da cantora sueca Robyn. E o trailer avisa que ela também vai cantar músicas de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. Além de Fanning e Buric, o elenco ainda destaca Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Elizabeth Berrington (“Na Mira do Chefe”). O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). Max é filho do premiado cineasta Anthony Minghella, vencedor do Oscar por “O Paciente Inglês” (1996), que, por sinal, nasceu na Ilha de Wight. A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.












