Capitã Marvel aparece no novo pôster e trailer legendado de Vingadores: Ultimato
A Marvel liberou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Vingadores: Ultimato”, que finalmente incluem a Capitã Marvel (Brie Larson) entre o grupo de super-heróis. Mesmo com a certeza de sua participação, o estúdio esperou a estreia do filme solo da personagem para incluí-la na divulgação. Entretanto, ela aparece apenas ao final do vídeo, brevemente, sem demonstrar superpoder ou dizer uma palavra sequer. Mas seu olhar é o suficiente para impressionar Thor (Chris Hemsworth). Assim como a presença muda e inerte da Capitã Marvel, a narrativa transmitida pelo trailer explora a expectativa dos fãs sem dizer ou revelar muito. Entre os detalhes que mais chamam a atenção estão a volta de Clint Barton/Gavião/Ronin (Jeremy Renner), os muitos penteados de Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson), os novos uniformes dos heróis e o destino de Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.). Após aparecer perdido no espaço, ele se junta aos demais Vingadores na cena de marcha, em que eles envergam seus belos uniformes especiais para (provavelmente) viajar ao Reino Quântico. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” vai chegar mais cedo nos cinemas brasileiros: em 25 de abril, uma semana antes do previsto.
Arte oficial de Vingadores: Ultimato revela novos uniformes dos heróis
A primeira imagem oficial em boa definição dos heróis de “Vingadores: Ultimato” foi divulgada. Mas não pela Marvel. Veio de um parceiro comercial. Uma marca de pipocas foi a responsável por revelar a arte, que mostra o sexteto original com o visual de “Vingadores: Ultimato”. Lá estão Thor (Chris Hemsworth) com o machado Stormbreaker, o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e o Capitão América (Chris Evans) com trajes que parecem combinar visuais dos filmes anteriores, Viúva Negra (Scarlett Johansson) novamente ruiva, além de usar uma espécie de disco no seu pulso esquerdo, o Hulk (Mark Ruffalo) uniformizado e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) todo de preto, rebatizado como Ronin. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo chega aos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Sinopse oficial de Vingadores: Ultimato fala em consequências para os heróis
A Disney revelou nesta quinta-feira (7/2) a sinopse oficial de “Vingadores: Ultimato”. Ela apareceu pela primeira vez no site australiano do estúdio. “Após os devastadores eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (2018), o universo está em ruínas devido aos esforços do Titã Louco, Thanos. Com a ajuda de seus aliados remanescentes, os Vingadores precisam se unir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importando as consequências”, diz o texto. Os “devastadores eventos” foram, claro, a dizimação de metade da população do universo num estalar de dedos de Thanos, após o vilão vencer os heróis e reunir as seis Joias do Infinito. Já as “consequências” podem estar relacionadas ao final do contrato dos principais atores do universo Marvel, o que gera aflição e teorias de fãs sobre o destino dos heróis remanescentes, como Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo) e Viúva Negra (Scarlett Johnasson). Eles contarão com os reforços do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Homem-Formiga (Paul Rudd) e Capitã Marvel (Brie Larson) para reverter os feitos do vilão e trazer de volta os heróis mortos. Entre os heróis que “viraram poeira” neste evento catastrófico estão Homem-Aranha (Tom Holland), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Soldado Invernal (Sebastian Stan) e muitos outros. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo chega aos cinemas em 25 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Comercial de Vingadores: Ultimato origina nova teoria de fãs confundida com notícia
Os marvetes ganharam combustível para uma nova teoria, após o lançamento do comercial de “Vingadores: Ultimato” no Super Bowl. Uma cena com espaço em branco entre os personagens atiçou a imaginação geek, levando à conclusão de que o vídeo apagou uma personagem para não revelar um segredo. É a Capitã Marvel, juram no Twitter e no Reddit. Como se a presença da personagem fosse, realmente, um segredo. Tipo a ausência de Superman no marketing de “Liga da Justiça”. Com milhares de cenas disponíveis para inclusão nos 30 segundos do comercial, é preciso mesmo um enorme esforço mental para imaginar que os produtores selecionaram um trecho específico de meio segundo apenas para “apagar a Capitã Marvel” dele. E olha que esforço mental não é exatamente o que demonstra esta e as demais teorias que saltam da boca dos fãs para a imprensa, contrabandeadas como “notícias”. Às vezes, um espaço em branco é apenas um espaço em branco, diria Freud. Outras vezes, é um personagem criado por computação gráfica que ainda não foi inserido, como o Rocket que aparece logo na cena seguinte junto aos demais personagens da cena “misteriosa”. Outras vezes, o “vazio existencial” é alguém que, por problemas de agenda, não pôde estar presente naquele dia de filmagem e será inserido posteriormente na edição. Algo muito mais comum do que a maioria imagina, nesses dias de efeitos digitais. Vale lembrar que “Vingadores: Ultimato” ainda está em fase de edição e alguns elementos ainda não foram finalizados. Quando a cena ressurgir em outro comercial, mais adiante, com a “revelação” da personagem misteriosa, provavelmente vai causar menos espanto que os geeks de plantão imaginam. Afinal, esse mistério sugere apenas um corte não finalizado, que deve se materializar na pós-produção como uma sequência trivial do filme. Felizmente, essas teorias toscas – e
Capitão América lidera super-heróis no comercial legendado de Vingadores: Ultimato
A Marvel divulgou um novo comercial legendado de “Vingadores: Ultimato”. Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, mostra o Capitão América (Chris Evans) assumindo a liderança do grupo de super-heróis sobrevivente do massacre de Thanos, enquanto Homem de Ferro (Robert Downey Jr) e Nebula (Karen Gillan) lutam contra problemas tecnológicos de sua nave espacial, à deriva no espaço. A prévia também revela o clima desolador que tomou conto do mundo após metade da humanidade desaparecer. E apesar do discurso motivador do Capitão América, até os heróis parecem deprimidos. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” vai chegar mais cedo nos cinemas brasileiros: em 25 de abril, uma semana antes do previsto.
Boatos sugerem que Lady Sif também vai ganhar uma série na Disney+
Um novo rumor envolvendo uma produção da Marvel para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) ganhou força neste fim de semana. Impulsionado por uma “fonte” do site Discussing Film, o boato afirma estar em andamento o projeto de uma série focada na Lady Sif, deusa nórdica interpretada por Jamie Alexander nos dois primeiros filmes de Thor. Nem a Disney nem a Marvel confirmaram a produção. Mas vale lembrar que todas as séries da Marvel em desenvolvimento para a Disney+ (Disney Plus) vieram à tona, primeiro, como rumor. A única atração oficialmente confirmada é uma série de Loki estrelada por Tom Hiddleston, mas outra série que reúne Visão e Feiticeira Escarlate está efetivamente em produção. Além destas, uma terceira produção, reunindo O Soldado Universal e o Falcão, também faria parte dos planos de streaming da Disney. Atualmente, Jamie Alexander estrela a série “Blindspot”, que está na 4ª temporada na rede NBC. E só sobreviveu à matança de “Thor: Ragnarok” por não ter conseguido folga nas gravações do programa para participar do filme. Sorte dela. Um detalhe curioso é que ela publicou um post no Twitter, em novembro, que sugeria seu retorno ao papel da guerreira de Asgard. Ela postou uma foto de Sif, acompanhada pela legenda “humor de hoje”, após Tom Hiddleston confirmar que estrelaria a série o vilão Loki. Na ocasião, surgiram especulações de que ela apareceria na série de Loki, o que ajudaria a explicar a ausência de sua personagem na briga contra Hela, a Deusa da Morte em Asgard. Além de coadjuvar em “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), a atriz também interpretou Sif em dois episódios da série “Agents of SHIELD”. Rumores indicam que o orçamento previsto para as novas séries do Disney+ (Disney Plus) seria semelhante aos dos filmes dos super-heróis e teriam produção de Kevin Feige, o presidente do estúdio de cinema e mentor do universo cinematográfico da Marvel.
Vingadores: Ultimato vai estrear uma semana antes em todo o mundo
Além de representar a “versão DC” (triste e sombria) de um trailer dos super-heróis da Marvel e revelar o título oficial da produção, a primeira prévia de “Vingadores: Ultimato” trouxe uma nova data de estreia do filme. A antecipação em um semana não foi exclusiva do Brasil. A ideia é fazer um lançamento praticamente simultâneo em todo o mundo, algo já experimentado com “Vingadores: Guerra Infinita” e que, naquela ocasião, conseguiu eliminar a proliferação de pirataria em países que poderiam ter que esperar mais para ver o filme. Além disso, a antecipação cria maior espaço entre “Vingadores: Ultimato” e a batalha pelo público infantil prevista para o dia 10 de maio, quando estreiam nos Estados Unidos os filmes “Pokémon: Detetive Pikachu” e “Uglydolls”. E vale lembrar que “Vingadores: Guerra Infinita” também foi lançado na última semana de abril em 2018, data em que arrebentou nas bilheterias. A coincidência pode parecer superstição. Mas é estratégia. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Saiu o primeiro trailer legendado de Vingadores 4… ou melhor, Vingadores: Ultimato!
A Marvel divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Vingadores 4”, que também revela o nome oficial e a nova data de estreia da produção. A prévia de “Vingadores: Ultimato” (tradução do original “Avengers: End Game”) mostra os heróis em clima de derrota, com Tony Stark/Homem de Ferro vagando no espaço, à espera da morte, Steve Rogers/Capitão América e Natasha Romanoff/Viúva Negra relutando contra a aceitação do desaparecimento de metade da população mundial, tendo como alívio apenas a constatação de que Clint Barton/Gavião Arqueiro está vivo e com novo visual, enquanto Bruce Banner/Hulk, Thor e Nebula expressam luto. Até que a esperança bate à sua porta, literalmente, na forma de Scott Lang/Homem-Formiga, um dos desaparecidos após o estalar de dedos de Thanos, vivinho e pronto para dar início à reviravolta. A narrativa transmitida pelo trailer é simplesmente empolgante. Mas o título original, “End Game”, deve preocupar os fãs, considerando que o filme marca o final de contrato da maioria dos atores enfatizados no vídeo, como Robert Downey Jr (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Hulk), Jeremy Renner (Gavião – ou seria Ronin nesse retorno?) e Scarlett Johansson (Viúva Negra), se bem que a última renegocia sua volta num filme solo. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” vai chegar mais cedo nos cinemas brasileiros: em 25 de abril, uma semana antes do previsto.
Stan Lee (1922 – 2018)
Morreu Stan Lee, o lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-se como blockbusters de Hollywood. Ele tinha 95 anos e morreu na manhã dessa segunda (12/11), no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, após um período conturbado em sua vida. Nascido Stanley Martin Lieber em 28 de dezembro de 1922, filho de um imigrante romeno que se estabeleceu em Nova York, o futuro escritor conseguiu seu primeiro emprego aos 17 anos na empresa do tio, a Timely Comics, que se tornaria a Marvel, e escreveu sua primeira história em quadrinhos dois anos depois. Eram duas páginas apenas, usadas para preencher a terceira edição do “Capitão América”. Ao assinar o texto, virou pela primeira vez Stan Lee. Nesta mesma época, com 19 anos, foi nomeado diretor interino pelo fundador da Timely, o tio Martin Goodman, quando o editor anterior se demitiu. O trabalho foi interrompido brevemente em 1942, devido à guerra, após Stan se alistar no exército, onde escreveu manuais e filmes como parte de um grupo criativo que incluía o cineasta Frank Capra. Mas após o conflito mundial, ele retornou ao posto na Timely, permanecendo como editor por décadas, inclusive na transição da empresa para a Marvel. Sob seu comando, a editora retomou a publicação dos super-heróis, interrompida após a guerra, com a primeira criação importante de Stan Lee no gênero, o Quarteto Fantástico, em 1961. A editora também mudou o nome para Marvel, que era o título de uma publicação de super-heróis que a Timely lançara em 1939. Stan trabalhou com o veterano Jack Kirby, desenhista do maior herói da Timely, o Capitão América, para dar vida às primeiras criações da Marvel. Depois do Quarteto Fantástico, vieram o Hulk, Thor, Homem-Formiga, Homem de Ferro, X-Men, Pantera Negra, Surfista Prateado, cada um com sua própria publicação, o que demandava mais páginas que Jack Kirby dava conta de desenhar. E, assim, novos gênios foram incorporados ao time, como Steve Ditko, que desenhou o Homem-Aranha e Doutor Estranho, o veterano Bill Everett, criador do Príncipe Submarino, que assumiu o Demolidor, etc. Seguindo o exemplo da Liga da Justiça da DC Comics, a maioria dos heróis foi reunida numa única publicação: os Vingadores, em 1963, que também trouxe de volta o Capitão América, novamente desenhado por Kirby. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Todos os personagens fizeram sucesso. Alguns mais que outros. E geralmente muito mais que os heróis da rival DC Comics. O que levou a disputas pelos créditos de suas autorias. Lee, Ditko e Kirby tiveram brigas amargas, mas, após anos de disputas judiciais, os desenhistas passaram a ser considerados tão criadores dos personagens quanto Lee. “Eu não quero que ninguém pense que eu tratei Kirby ou Ditko injustamente”, disse ele à revista Playboy em abril de 2014. “Acho que tivemos um relacionamento maravilhoso. O talento deles era incrível. Mas as coisas que eles queriam não estavam em meu poder para dar a eles.” Não estava em seu poder, por exemplo, retornar os desenhos originais para os artistas ou lhes pagar royalties. Nem o próprio Lee jamais recebeu direitos autorais pela exploração em filmes ou séries dos super-heróis que concebeu. Entretanto, como política da Marvel, ele tinha um salário vitalício, que os demais não recebiam. A importância de Stan Lee não se “limitou” à criação da era Marvel dos quadrinhos. Ele também ajudou a criar a comunidade geek, ao passar a publicar as cartas dos leitores nas páginas dos quadrinhos, interagindo com eles de forma como nunca tinha sido feita antes, discutindo enredos e fazendo pequenas revelações sobre os rumos das tramas e futuros projetos. Esse costume gerou uma de suas principais marcas, a exclamação “Excelsior”, com que costumava pontuar suas respostas. Sua influência foi além disto, ao se posicionar factualmente contra a censura aos quadrinhos e contra o preconceito de que eram apenas para crianças. Em 1971, ele cometeu a ousadia de publicar uma história sobre o vício em drogas. Na época, as revistas eram sujeitas à inclusão do selo do Código de Ética, que atestava que não possuíam conteúdo impróprio para menores de 13 anos. Revistas que não tivessem o código tinham dificuldades de distribuição, pois costumavam ser rejeitadas pelas bancas – foi o que levou a editora especialista em terror, EC Comics, à falência após a campanha conservadora que criou o Código duas décadas antes. Pois Stan Lee escreveu, editou e comprou briga para distribuir uma revista do Homem-Aranha em que o melhor amigo do herói, Harry Osborn, aparecia se drogando. A edição chegou às bandas sem o “selo de aprovação”, mas os jornaleiros não a devolveram, porque era do Homem-Aranha, e ela vendeu horrores, dando início a um movimento para “relaxar” as regras e, finalmente, na década seguinte, abolir completamente o Código de Ética que forçava quadrinhos a permanecerem infantis. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 1972, Lee foi nomeado publisher e passou as rédeas editoriais da Marvel para Roy Thomas, virando, a partir daí, uma espécie de garoto-propaganda da empresa. Ele se mudou para Los Angeles em 1980 para montar um estúdio de animação e construir relacionamentos em Hollywood para a Marvel, após a editora licenciar personagens para séries animadas e live action no passado. Lee também conseguiu sucesso nessa área, com diversas novas produções. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV. Os filmes da Marvel, liderados pelos bilhões arrecadados por “Os Vingadores”, finalmente deram a Stan Lee status de celebridade. Entretanto, quando deveria estar aproveitando as glórias, ele entrou no período mais confuso de sua vida. A partir de julho do ano passado, com a morte de sua esposa Joan, que foi sua companheira por 69 anos, o criador da Marvel se envolveu em vários processos contra antigos sócios e denúncias de abusos de idoso por parte das pessoas ao seu redor. Ele processou executivos da POW! Entertainment – uma empresa que fundou em 2001 para desenvolver propriedades de filmes, TV e videogames – buscando compensações de US$ 1 bilhão por fraude, apenas para desistir do processo abruptamente semanas depois. Também processou seu ex-empresário e entrou com uma ordem de restrição contra um homem que estava lidando com seus negócios, denunciou o desaparecimento misterioso de milhões de dólares de sua conta e, em junho de 2018, foi revelado que o Departamento de Polícia de Los Angeles investigava relatos de abuso de idosos a que ele teria sido submetido. “Stan Lee era tão extraordinário quanto os personagens que ele criou. Um super-herói autêntico para os fãs da Marvel ao redor do mundo, Stan tinha o poder de inspirar, entreter e conectar. A escala de sua imaginação só era superada pelo tamanho de seu coração”, disse o CEO da Disney, Bob Iger, em comunicado. Ele foi acompanhando por Kevin Feige, presidente dos estúdios de cinema da Marvel, que elogiou o legado de Lee. “Ninguém teve mais impacto na minha carreira e em tudo o que fazemos na Marvel Studios do que em Stan Lee. Stan deixa um legado extraordinário que sobreviverá a todos nós. Nossos pensamentos estão com sua filha, sua família e os milhões de fãs que foram tocados pela genialidade, carisma e coração. Excelsior!” Até o Twitter oficial da DC Comics se rendeu ao talento de Lee, evocado pela empresa de quem foi rival por muitas décadas. “Ele mudou a forma como olhamos os heróis e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével”, escreveu a DC. “Seu entusiasmo contagiante nos lembrava por que todos nós nos apaixonamos por essas histórias em primeiro lugar. Excelsior, Stan.”
Jaimie Alexander indica que pode voltar a viver a deusa Sif na série de Loki
A atriz Jaimie Alexander, estrela da série “Blindspot” e que viveu a heroína Sif nos dois primeiros filmes de Thor, publicou um post no Twitter que sugere seu retorno ao papel da deusa nórdica. Ela postou uma foto de Sif, acompanhada pela legenda “humor de hoje”, após Tom Hiddleston confirmar que estrelaria uma série como o vilão Loki na nova plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Não há maiores informações sobre a produção, que até agora só anunciou a participação de Hiddleston, retomando o papel que desempenhou nos filmes de Thor e dos Vingadores. A última vez que Loki apareceu no cinema foi em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018), sendo assassinado por Thanos. Já Sif escapou da morte certa em “Thor: Ragnarok” (2017) por incompatibilidade de agenda. O filme eliminou vários coadjuvantes da franquia do Deus do Trovão nas mãos de Hela, a Deusa da Morte. Mas Sif não apareceu em cena, porque Jaimie Alexander estava gravando “Blindspot”. Caso ela realmente participe da série de Loki, o destino de sua personagem pode finalmente ganhar uma explicação. Além de coadjuvar em “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), a atriz também interpretou Sif em dois episódios da série “Agents of SHIELD”. Rumores indicam que o orçamento previsto para a nova série seria semelhante aos dos filmes dos super-heróis. E, para completar, ela não está sendo desenvolvida pelo departamento televisivo da Marvel. Esta e outras atrações derivadas dos Vingadores serão produzidas por Kevin Feige, o presidente do estúdio de cinema e mentor do universo cinematográfico da Marvel. Nos próximos dias, a Disney deve dar mais informações sobre este projeto, que segue sem previsão de estreia. Today’s mood…. pic.twitter.com/xo7VK06rfN — Jaimie Alexander (@JaimieAlexander) November 9, 2018
Chris Hemsworth e Tessa Thompson estão nas refilmagens de Vingadores 4
Imagens publicadas nas redes sociais indicam que Chris Hemsworth e Tessa Thompson trocaram temporariamente o set de “Homens de Preto”, em Londres, pelas refilmagens de “Vingadores 4”, em Atlanta. Tessa publicou um Stories de sua saída de Londres, num jatinho particular, acompanhada de Hemsworth e do dublê de Thor, Bobby Holland Hanton. E o dublê, por sua vez, completou com um Stories da chegada em Atlanta. Veja abaixo. O mais interessante desse voo é a confirmação de que a heroína Valquíria, personagem de Tessa Thompson, vai aparecer no novo filme dos vingadores, após ter sua ausência sentida em “Vigadores: Guerra Infinita” – especialmente por aquele filme ter começado como uma continuação direta de “Thor: Ragnarok”. Novamente dirigido pelos irmãos Russo (de “Guerra Infinita”), “Vingadores 4” estreia em 2 de maio de 2019.
Agents of SHIELD é renovada para a 6ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Agents of SHIELD” para sua 6ª temporada. A série tem prestígio por ser a primeira produção televisiva da Marvel, após o sucesso do universo cinematográfico dos heróis de quadrinhos. Ela também é a série de maior conexão com os filmes da Marvel, refletindo em sua trama eventos importantes, como a ascensão da HIDRA em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e até a destruição causada por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018). Apesar disso, não tem audiência de blockbuster. Muito antes pelo contrário. A 5ª temporada, que se encerra na sexta-feira (18/5) nos Estados Unidos, foi assistida em média por 2 milhões de telespectadores ao vivo, rendendo apenas 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Assim, ao estender sua produção mais um ano, a ABC condiciou o retorno à diminuição de episódios da próxima temporada. O próximo arco da série terá 13 capítulos, em vez dos 22 das temporadas anteriores. A renovação também reflete o anúncio de que um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), será visto no cinema. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará a aparecer num filme, “Capitã Marvel”, previsto para março de 2019, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva. Caso “Blindspot” fosse cancelada, também havia rumores do ressurgimento da deusa Sif na série. Interpretada pela atriz Jaimie Alexander, Sif apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, após se destacar nos dois primeiros filmes de “Thor”. Mas ao entrar em “Blindspot”, a agenda de gravações da série acabou impossibilitando a atriz de retornar ao universo Marvel. Ninguém sabe seu destino após ela faltar a dois apocalipses, em “Thor: Ragnarok” e “Vingadores: Guerra Infinita”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita
Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.










