Stan Lee (1922 – 2018)
Morreu Stan Lee, o lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-se como blockbusters de Hollywood. Ele tinha 95 anos e morreu na manhã dessa segunda (12/11), no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, após um período conturbado em sua vida. Nascido Stanley Martin Lieber em 28 de dezembro de 1922, filho de um imigrante romeno que se estabeleceu em Nova York, o futuro escritor conseguiu seu primeiro emprego aos 17 anos na empresa do tio, a Timely Comics, que se tornaria a Marvel, e escreveu sua primeira história em quadrinhos dois anos depois. Eram duas páginas apenas, usadas para preencher a terceira edição do “Capitão América”. Ao assinar o texto, virou pela primeira vez Stan Lee. Nesta mesma época, com 19 anos, foi nomeado diretor interino pelo fundador da Timely, o tio Martin Goodman, quando o editor anterior se demitiu. O trabalho foi interrompido brevemente em 1942, devido à guerra, após Stan se alistar no exército, onde escreveu manuais e filmes como parte de um grupo criativo que incluía o cineasta Frank Capra. Mas após o conflito mundial, ele retornou ao posto na Timely, permanecendo como editor por décadas, inclusive na transição da empresa para a Marvel. Sob seu comando, a editora retomou a publicação dos super-heróis, interrompida após a guerra, com a primeira criação importante de Stan Lee no gênero, o Quarteto Fantástico, em 1961. A editora também mudou o nome para Marvel, que era o título de uma publicação de super-heróis que a Timely lançara em 1939. Stan trabalhou com o veterano Jack Kirby, desenhista do maior herói da Timely, o Capitão América, para dar vida às primeiras criações da Marvel. Depois do Quarteto Fantástico, vieram o Hulk, Thor, Homem-Formiga, Homem de Ferro, X-Men, Pantera Negra, Surfista Prateado, cada um com sua própria publicação, o que demandava mais páginas que Jack Kirby dava conta de desenhar. E, assim, novos gênios foram incorporados ao time, como Steve Ditko, que desenhou o Homem-Aranha e Doutor Estranho, o veterano Bill Everett, criador do Príncipe Submarino, que assumiu o Demolidor, etc. Seguindo o exemplo da Liga da Justiça da DC Comics, a maioria dos heróis foi reunida numa única publicação: os Vingadores, em 1963, que também trouxe de volta o Capitão América, novamente desenhado por Kirby. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Todos os personagens fizeram sucesso. Alguns mais que outros. E geralmente muito mais que os heróis da rival DC Comics. O que levou a disputas pelos créditos de suas autorias. Lee, Ditko e Kirby tiveram brigas amargas, mas, após anos de disputas judiciais, os desenhistas passaram a ser considerados tão criadores dos personagens quanto Lee. “Eu não quero que ninguém pense que eu tratei Kirby ou Ditko injustamente”, disse ele à revista Playboy em abril de 2014. “Acho que tivemos um relacionamento maravilhoso. O talento deles era incrível. Mas as coisas que eles queriam não estavam em meu poder para dar a eles.” Não estava em seu poder, por exemplo, retornar os desenhos originais para os artistas ou lhes pagar royalties. Nem o próprio Lee jamais recebeu direitos autorais pela exploração em filmes ou séries dos super-heróis que concebeu. Entretanto, como política da Marvel, ele tinha um salário vitalício, que os demais não recebiam. A importância de Stan Lee não se “limitou” à criação da era Marvel dos quadrinhos. Ele também ajudou a criar a comunidade geek, ao passar a publicar as cartas dos leitores nas páginas dos quadrinhos, interagindo com eles de forma como nunca tinha sido feita antes, discutindo enredos e fazendo pequenas revelações sobre os rumos das tramas e futuros projetos. Esse costume gerou uma de suas principais marcas, a exclamação “Excelsior”, com que costumava pontuar suas respostas. Sua influência foi além disto, ao se posicionar factualmente contra a censura aos quadrinhos e contra o preconceito de que eram apenas para crianças. Em 1971, ele cometeu a ousadia de publicar uma história sobre o vício em drogas. Na época, as revistas eram sujeitas à inclusão do selo do Código de Ética, que atestava que não possuíam conteúdo impróprio para menores de 13 anos. Revistas que não tivessem o código tinham dificuldades de distribuição, pois costumavam ser rejeitadas pelas bancas – foi o que levou a editora especialista em terror, EC Comics, à falência após a campanha conservadora que criou o Código duas décadas antes. Pois Stan Lee escreveu, editou e comprou briga para distribuir uma revista do Homem-Aranha em que o melhor amigo do herói, Harry Osborn, aparecia se drogando. A edição chegou às bandas sem o “selo de aprovação”, mas os jornaleiros não a devolveram, porque era do Homem-Aranha, e ela vendeu horrores, dando início a um movimento para “relaxar” as regras e, finalmente, na década seguinte, abolir completamente o Código de Ética que forçava quadrinhos a permanecerem infantis. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 1972, Lee foi nomeado publisher e passou as rédeas editoriais da Marvel para Roy Thomas, virando, a partir daí, uma espécie de garoto-propaganda da empresa. Ele se mudou para Los Angeles em 1980 para montar um estúdio de animação e construir relacionamentos em Hollywood para a Marvel, após a editora licenciar personagens para séries animadas e live action no passado. Lee também conseguiu sucesso nessa área, com diversas novas produções. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV. Os filmes da Marvel, liderados pelos bilhões arrecadados por “Os Vingadores”, finalmente deram a Stan Lee status de celebridade. Entretanto, quando deveria estar aproveitando as glórias, ele entrou no período mais confuso de sua vida. A partir de julho do ano passado, com a morte de sua esposa Joan, que foi sua companheira por 69 anos, o criador da Marvel se envolveu em vários processos contra antigos sócios e denúncias de abusos de idoso por parte das pessoas ao seu redor. Ele processou executivos da POW! Entertainment – uma empresa que fundou em 2001 para desenvolver propriedades de filmes, TV e videogames – buscando compensações de US$ 1 bilhão por fraude, apenas para desistir do processo abruptamente semanas depois. Também processou seu ex-empresário e entrou com uma ordem de restrição contra um homem que estava lidando com seus negócios, denunciou o desaparecimento misterioso de milhões de dólares de sua conta e, em junho de 2018, foi revelado que o Departamento de Polícia de Los Angeles investigava relatos de abuso de idosos a que ele teria sido submetido. “Stan Lee era tão extraordinário quanto os personagens que ele criou. Um super-herói autêntico para os fãs da Marvel ao redor do mundo, Stan tinha o poder de inspirar, entreter e conectar. A escala de sua imaginação só era superada pelo tamanho de seu coração”, disse o CEO da Disney, Bob Iger, em comunicado. Ele foi acompanhando por Kevin Feige, presidente dos estúdios de cinema da Marvel, que elogiou o legado de Lee. “Ninguém teve mais impacto na minha carreira e em tudo o que fazemos na Marvel Studios do que em Stan Lee. Stan deixa um legado extraordinário que sobreviverá a todos nós. Nossos pensamentos estão com sua filha, sua família e os milhões de fãs que foram tocados pela genialidade, carisma e coração. Excelsior!” Até o Twitter oficial da DC Comics se rendeu ao talento de Lee, evocado pela empresa de quem foi rival por muitas décadas. “Ele mudou a forma como olhamos os heróis e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével”, escreveu a DC. “Seu entusiasmo contagiante nos lembrava por que todos nós nos apaixonamos por essas histórias em primeiro lugar. Excelsior, Stan.”
Jaimie Alexander indica que pode voltar a viver a deusa Sif na série de Loki
A atriz Jaimie Alexander, estrela da série “Blindspot” e que viveu a heroína Sif nos dois primeiros filmes de Thor, publicou um post no Twitter que sugere seu retorno ao papel da deusa nórdica. Ela postou uma foto de Sif, acompanhada pela legenda “humor de hoje”, após Tom Hiddleston confirmar que estrelaria uma série como o vilão Loki na nova plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Não há maiores informações sobre a produção, que até agora só anunciou a participação de Hiddleston, retomando o papel que desempenhou nos filmes de Thor e dos Vingadores. A última vez que Loki apareceu no cinema foi em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018), sendo assassinado por Thanos. Já Sif escapou da morte certa em “Thor: Ragnarok” (2017) por incompatibilidade de agenda. O filme eliminou vários coadjuvantes da franquia do Deus do Trovão nas mãos de Hela, a Deusa da Morte. Mas Sif não apareceu em cena, porque Jaimie Alexander estava gravando “Blindspot”. Caso ela realmente participe da série de Loki, o destino de sua personagem pode finalmente ganhar uma explicação. Além de coadjuvar em “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), a atriz também interpretou Sif em dois episódios da série “Agents of SHIELD”. Rumores indicam que o orçamento previsto para a nova série seria semelhante aos dos filmes dos super-heróis. E, para completar, ela não está sendo desenvolvida pelo departamento televisivo da Marvel. Esta e outras atrações derivadas dos Vingadores serão produzidas por Kevin Feige, o presidente do estúdio de cinema e mentor do universo cinematográfico da Marvel. Nos próximos dias, a Disney deve dar mais informações sobre este projeto, que segue sem previsão de estreia. Today’s mood…. pic.twitter.com/xo7VK06rfN — Jaimie Alexander (@JaimieAlexander) November 9, 2018
Chris Hemsworth e Tessa Thompson estão nas refilmagens de Vingadores 4
Imagens publicadas nas redes sociais indicam que Chris Hemsworth e Tessa Thompson trocaram temporariamente o set de “Homens de Preto”, em Londres, pelas refilmagens de “Vingadores 4”, em Atlanta. Tessa publicou um Stories de sua saída de Londres, num jatinho particular, acompanhada de Hemsworth e do dublê de Thor, Bobby Holland Hanton. E o dublê, por sua vez, completou com um Stories da chegada em Atlanta. Veja abaixo. O mais interessante desse voo é a confirmação de que a heroína Valquíria, personagem de Tessa Thompson, vai aparecer no novo filme dos vingadores, após ter sua ausência sentida em “Vigadores: Guerra Infinita” – especialmente por aquele filme ter começado como uma continuação direta de “Thor: Ragnarok”. Novamente dirigido pelos irmãos Russo (de “Guerra Infinita”), “Vingadores 4” estreia em 2 de maio de 2019.
Agents of SHIELD é renovada para a 6ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Agents of SHIELD” para sua 6ª temporada. A série tem prestígio por ser a primeira produção televisiva da Marvel, após o sucesso do universo cinematográfico dos heróis de quadrinhos. Ela também é a série de maior conexão com os filmes da Marvel, refletindo em sua trama eventos importantes, como a ascensão da HIDRA em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e até a destruição causada por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018). Apesar disso, não tem audiência de blockbuster. Muito antes pelo contrário. A 5ª temporada, que se encerra na sexta-feira (18/5) nos Estados Unidos, foi assistida em média por 2 milhões de telespectadores ao vivo, rendendo apenas 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Assim, ao estender sua produção mais um ano, a ABC condiciou o retorno à diminuição de episódios da próxima temporada. O próximo arco da série terá 13 capítulos, em vez dos 22 das temporadas anteriores. A renovação também reflete o anúncio de que um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), será visto no cinema. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará a aparecer num filme, “Capitã Marvel”, previsto para março de 2019, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva. Caso “Blindspot” fosse cancelada, também havia rumores do ressurgimento da deusa Sif na série. Interpretada pela atriz Jaimie Alexander, Sif apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, após se destacar nos dois primeiros filmes de “Thor”. Mas ao entrar em “Blindspot”, a agenda de gravações da série acabou impossibilitando a atriz de retornar ao universo Marvel. Ninguém sabe seu destino após ela faltar a dois apocalipses, em “Thor: Ragnarok” e “Vingadores: Guerra Infinita”. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita
Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.
Marvel lança coleção de pôsteres de super-heróis para comemorar uma década de cinema
O Marvel Studios divulgou uma coleção de pôsteres para comemorar os 10 anos de sua história de sucesso. As artes destacam alguns dos heróis da produtora. Um dos cartazes é uma montagem com diversos personagens, enquanto as demais trazem individualmente Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Hulk (Mark Ruffalo), Thor (Chris Hemsworth), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Gamora (Zoe Saldana), Groot (Vin Diesel) e Pantera Negra (Chadwick Boseman). Desde que se estabeleceu como um estúdio, a Marvel já contabiliza 18 longas de super-heróis dos quadrinhos, e passou a ser referenciada pelos concorrentes pela capacidade de compartilhar um rico universo de histórias e personagens. Juntos, os filmes lançados pela companhia ao longo da última década já renderam mais de US$ 14 bilhões em bilheteria. Vale lembrar que a Disney comprou a Marvel (incluindo a editora de quadrinhos) por US$ 4 bilhões em 2009.
Vingadores: Guerra Infinita vai começar logo após cena final de Thor: Ragnarok
Os diretores Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”) revelaram como “Vingadores: Guerra Infinita” se conecta com “Thor: Ragnarok”. Em entrevista ao site ComicBook, a dupla contou que o filme começará logo após a cena final do último lançamento da Marvel, e encontrará Thor em uma situação delicada. “Nós estamos pegando a história dele [Thor], logo após o final de ‘Thor: Ragnarok’, e no final daquele filme, como qualquer fã sabe, o planeta dele, Asgard, foi destruído, e então o personagem está em um novo território” explicou Anthony Russo. Para o diretor, isto oferece uma oportunidade de “transformação radical” no personagem, e ele “estará evoluindo de um modo que não pode mais voltar atrás”. Filme mais esperado de 2018, o terceiro “Vingadores” deve reunir quase todos os heróis que já apareceram nas produções da Marvel para enfrentar a ameaça de Thanos (Josh Brolin). Com direção dos irmãos Russo, a estreia está marcada para 26 de abril no Brasil.
Star Wars: Os Últimos Jedi estreia com segunda maior bilheteria da história na América do Norte
“Star Wars: Os Últimos Jedi” mostrou sua força nas bilheterias, ao estrear com impressionantes US$ 220M (milhões) de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá. O valor fez Hollywood balançar tanto quando a compra da Fox pela Disney e só não supera uma única estreia em todos os tempos: “Star Wars: O Despertar da Força”, justamente o filme anterior da franquia, que destruiu recordes ao abrir com US$ 238M em dezembro de 2015. Vale a pena dar mais contexto ao feito. Para se ter ideia, em três dias o filme faturou mais que “Liga da Justiça” em um mês inteiro no mercado norte-americano – lançada em 17 de novembro, a produção de super-heróis atingiu US$ 219,4M neste fim de semana. A segunda maior bilheteria de estreia a história foi acompanhada por críticas elogiosíssimas, que renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de uma nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público de cinema dos Estados Unidos. No mercado internacional, o filme da Lucasfilm/Disney fez mais US$ 230M, o que totalizou seu lançamento em US$ 450M em todo o mundo. Aparentemente, só a Fox não acreditava na força da franquia. Mas esta é uma das lições que o estúdio vai aprender em breve, após a ressaca de sua compra pelo rival. Demissões são esperadas ao final da fusão, e alguns executivos podem ter entrado na lista após a ideia genial que resultou no desempenho da animação “O Touro Ferdinando”. A Disney jamais permitiria que um de seus desenhos com potencial de blockbuster fosse lançado no mesmo dia de um “Star Wars”. Contrariando o bom senso, a Fox praticamente queimou o novo trabalho de Carlos Saldanha. Distribuído sob a sombra de “Os Últimos Jedi”, “O Touro Ferdinando” registrou a pior abertura da carreira do diretor brasileiro, com US$ 13,3M, basicamente 6% do que fez o novo “Star Wars”. Até então, “Robôs” representava a estreia mais fraca de Saldanha, com US$ 36M em 2005. O pior é que a Fox já sabia que isso aconteceria. Em 2015, o estúdio também queimou um sucesso em potencial com um lançamento no mesmo fim de semana de “Star Wars: O Despertar da Força”. O fracasso de “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que abriu com US$ 14,3M, acabou com a franquia dos esquilinhos cantores. “O Touro Ferdinando” foi aprovado pela crítica, com 76% no Rotten Tomatoes, e estreia no Brasil com quase um mês de distância de “Star Wars”, em 11 de janeiro. Outra animação completa o Top 3. Trata-se de “Viva – A Vida É uma Festa”, que a Disney lançou nos Estados Unidos um mês antes de “Star Wars”, e que caiu para o 3ª lugar após ficar três semanas na liderança das bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para 4 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 220M Total EUA: US$ 220M Total Mundo: US$ 450M 2. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 19,5M 3. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 150,8M Total Mundo: US$ 448,2M 4. Extraordinário Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 109,2M Total Mundo: US$ 153,6M 5. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 219,4M Total Mundo: US$ 633,9M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 96,5M Total Mundo: US$ 157,5M 7. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA: US$ 306,3M Total Mundo: US$ 841,7M 8. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 97,2M Total Mundo: US$ 297,9M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA: US$ 25,9M Total Mundo: US$ 25,9M
Viva – A Vida É uma Festa lidera bilheterias da América do Norte pela terceira semana
A nova animação da Pixar, batizada como “Viva – A Vida É uma Festa” para sua estreia em janeiro no Brasil, manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pela terceira e última semana consecutiva. A calmaria que proporcionou esta conquista vai acabar nos próximos dias, com a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Sem nenhum grande lançamento pela frente, “Coco”, ou melhor “Viva – A Vida É uma Festa” comandou as bilheterias com uma das mais baixas arrecadações de um líder do ranking deste ano, faturando US$ 18,3M (milhões) nos últimos três dias. Com isso, o filme atingiu US$ 135,5M nos Estados Unidos e Canadá. Em todo o mundo, já são US$ 389,5M. O resto do Top 3 também permaneceu inalterado, com “Liga da Justiça” cruzando a marca total de US$ 212M no mercado doméstico e “Extraordinário” atingindo US$ 100,3M. A maior novidade ficou por conta do desempenho de “O Artista do Desastre”. Críticas positivas e prêmios conquistados por James Franco, por sua interpretação no papel-título, ajudaram a produção indie a tomar o 4º lugar. Dirigido e estrelado por Franco, “O Artista do Desastre” faturou US$ 6,46M e atingiu 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Detalhe: mesmo com a ampliação de sua presença no circuito limitado, o filme tem a menor distribuição de todo o Top 10, em cartaz em cerca de 800 salas, o que torna sua presença na parte de cima do ranking bastante significativa. A estreia está marcada para 25 de janeiro no Brasil. “Thor: Ragnarok” fecha o Top 5 registrando outra marca expressiva. Com os ingressos vendidos no fim de semana, a produção da Marvel se tornou o sexto lançamento de 2017 a faturar mais de US$ 300M no mercado doméstico. A arrecadação mundial do filme do super-herói está em US$ 833,1M, a sétima maior entre as produções deste ano. Confira abaixo os números dos 10 filmes de maior arrecadação no fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 18,3M Total EUA: US$ 135,5M Total Mundo: US$ 389,5M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA: US$ 212M Total Mundo: US$ 613,3M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA: US$ 100,3M Total Mundo: US$ 129,6M 4. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 6,46M Total EUA: US$ 8M Total Mundo: US$ 9,7M 5. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA: US$ 301,1M Total Mundo: US$ 833,1M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 6M Total EUA: US$ 91,1M Total Mundo: US$ 142,3M 7. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA: US$ 92,7M Total Mundo: US$ 274,7M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 21,3M Total Mundo: US$ 21,3M 9. Just Getting Started Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 18,3M Total Mundo: US$ 18,3M
Viva – A Vida É uma Festa mantém liderança nas bilheterias da América do Norte
Sem nenhum grande lançamento para enfrentar, o novo longa animado da Pixar, que no mundo inteiro se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, manteve o 1º lugar pela segunda semana consecutiva nos Estados Unidos e Canadá. O filme faturou mais US$ 26,1M (milhões). Assim, chegou a US$ 108,6M no mercado doméstico e já se aproxima dos US$ 300M em todo o mundo, graças a recorde de arrecadação no México e a uma recepção muito positiva do público e da crítica. “Viva – A Vida É uma Festa” tirou nota máxima no CinemaScore: A+, apurada junto aos espectadores dos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. E a nota da crítica também foi bastante elevada: 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, subindo 1% desde a semana passada. O público brasileiro, porém, terá que esperar até 2018 para ver a animação. A estreia está marcada apenas para 4 de janeiro nos cinemas nacionais. O resto do Top 5 também se manteve inalterado, trazendo “Liga da Justiça” (2º) “Extraordinário” (3º) “Thor: Ragnarok” (4º) e “Pai em Dose Dupla” (5º). As mudanças no ranking norte-americano só aparecem a partir do destaque obtido pelas produções indies “Lady Bird” (7º) e “Três Anúncios para um Crime” (8º). A repercussão positiva de “Lady Bird”, que foi eleito o melhor filme do ano pela crítica de Nova York e bateu recorde de aprovação no site Rotten Tomatoes, encorajou a distribuidora a aumentar sua exposição, fazendo a comédia finalmente chegar a mais de mil salas. Com isso, sua arrecadação atingiu US$ 4,5M nos últimos três dias e um total de US$ 17M no mercado doméstico. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Para juntar injúria ao descaso, o filme ganhou um subtítulo daqueles. Será chamado de “Lady Bird – É Hora de Voar”. “Três Anúncios para um Crime”, vencedor do Festival de Toronto, está em 300 salas a mais que “Lady Bird”. Mesmo assim, faturou os mesmos US$ 4,5M nos últimos três dias e somou US$ 13,6M no mercado doméstico. Tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e sua estreia nacional também vai demorar. Está marcada somente para fevereiro. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes mais assistidos do fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 26,1M Total EUA: US$ 108,6M Total Mundo: US$ 279,9M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA: US$ 197,3M Total Mundo: US$ 567,4M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 100,2M 4. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 9,6M Total EUA: US$ 291,4M Total Mundo: US$ 816,4M 5. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA: US$ 82,8M Total Mundo: US$ 116,8M 6. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 84,7M Total Mundo: US$ 210,9M 7. Lady Bird Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 17M 8. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 13,6M Total Mundo: US$ 13,6M 9. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 4M Total EUA: US$ 27,2M Total Mundo: US$ 29M 10. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 64,M Total Mundo: US$ 97,8M
Viva – A Vida É uma Festa derrota Liga da Justiça e lidera bilheterias da América do Norte
A Pixar tem um novo sucesso nas bilheterias. Após quebrar recordes no México, o novo longa animado do estúdio, que se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, enfrentando pouca resistência da “Liga da Justiça”. O filme faturou US$ 49M (milhões) no fim de semana, mas contando os cinco dias do feriadão de Ação de Graças chegou a US$ 71,1M, acima das expectativas, tendo em vista a competição do filme de super-heróis. O valor é a quarta maior abertura de Ação de Graças de todos os tempos, atrás apenas de produções da própria Pixar e de sua proprietária Disney – “Toy Story 2” (1999), “Frozen” (2013) e “Moana” (2016). O faturamento refletiu diretamente a aprovação do público. “Viva – A Vida É uma Festa” tirou nota máxima no CinemaScore: A+, apurada junto aos espectadores dos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. A positividade em torno de “Viva – A Vida É Uma Festa” acabou sendo um grande contraponto às más notícias da semana passada, quando a Pixar foi abalada por denúncias de assédio contra seu fundador, que se afastou da companhia. Não há como negar que havia muito receio na Disney, tanto pela proximidade do escândalo quanto pela temática do desenho, centrado em personagens e na cultura do México. A trama conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”), transformou temas mexicanos numa história de apelo universal, que ressoou em todo o mundo, atingindo faturamento global de US$ 153,3M. Mas no México foi muito mais bem-sucedido que o imaginado, virando um fenômeno. Com arrecadação de US$ 53,4M, “Viva” já é a maior bilheteria de todos os tempos no país. O público brasileiro, porém, terá que esperar até 2018 para ver a animação. A estreia está marcada apenas para 4 de janeiro nos cinemas nacionais. Com o sucesso de “Viva”, “Liga da Justiça” acabou caindo para o 2º lugar em seu segundo fim de semana em cartaz. Fez US$ 40,7M no fim de semana, chegando a US$ 60M no feriadão. Assim, o acumulado doméstico de dez dias está em US$ 171,5M, o pior desempenho de um filme do universo compartilhado da DC Comics. Como comparação, “Mulher Maravilha” fez US$ 203M em seus primeiros dez dias na América do Norte. A boa notícia para a Warner é que o filme arrebentou na China, onde foi promovido até com pôsteres piratas, em que os heróis da DC se impunham sobre cadáveres da Marvel. Em todo o mundo, “Liga da Justiça” respira com US$ 481,3M. O Top 3 também continua a registrar a boa vendagem de “Extraordinário”. O filme anti-bullying, que traz Sonia Braga em seu elenco, já faturou US$ 69,4M no mercado doméstico, antes de chegar aos demais países. A estreia no Brasil está marcada para 7 de dezembro. Mas impressionante mesmo é “Thor: Ragnarok”, que continua vendendo muitos ingressos em 4º lugar. Até o próximo fim de semana, a produção da Marvel deverá cruzar a marca de US$ 800M de arrecadação mundial. Para completar, um recorde foi quebrado por um lançamento limitado, logo abaixo do Top 10. O romance gay “Me Chame por Seu Nome”, que vem se destacando nas indicações aos prêmios de final de ano, estreou na sexta (24/11) em apenas quatro salas, e mesmo assim apareceu em 13º lugar no ranking, com US$ 404,8 mil de bilheteria. A média de US$ 101 mil por sala é a maior já registrada por qualquer filme neste ano nos Estados Unidos. “Me Chame por Seu Nome” estreia no Brasil apenas em 18 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 49M Total EUA: US$ 71,1M Total Mundo: US$ 153,3M 2. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 40,7M Total EUA: US$ 171,5M Total Mundo: US$ 481,3M 3. Extraordinário Fim de semana: US$ 22,3M Total EUA: US$ 69,4M Total Mundo: US$ 70,3M 4. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 277,4M Total Mundo: US$ 790M 5. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA: US$ 72,6M Total Mundo: US$ 73,6M 6. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13M Total EUA: US$ 74,2M Total Mundo: US$ 175,3M 7. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 22M Total Mundo: US$ 22,7M 8. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 5M Total EUA: US$ 59,7M Total Mundo: US$ 92,8M 9. Roman J. Israel, Esq. Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 6,2M 10. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M
Diretor de Thor: Ragnarok agradece cartaz de Liga da Justiça por “promover” Thor
Taika Waititi não resistiu. O diretor de “Thor: Ragnarok” foi ao Twitter destacar e agradecer uma gafe do marketing de “Liga da Justiça”. É que a diagramação do texto do cartaz forma a palavra “Thor”. “Não sei de que forma comentar isso, além de… Obrigado?” O marketing de “Liga da Justiça” foi realmente cego, ignorando Superman em toda a promoção do filme, enquanto a imprensa inteira já antecipava o debate do bigode do ator Henry Cavill. Com a expectativa de marcar época, o filme estreou no fim de semana com a pior arrecadação entre os cinco lançamentos do universo cinematográfico da DC na América do Norte, apesar de liderar as bilheterias. I mean, I don't know how else to comment on this other than… Thanks??#SupportEachOther #SubliminalLove #ThorRagnarok #JLAssemble #Crossover #skuxlife @bradwinderbaum pic.twitter.com/Tl2Kp79ZHk — Taika Waititi (@TaikaWaititi) 21 de novembro de 2017
Liga da Justiça estreia em 1º lugar, mas é maior fracasso do universo DC na América do Norte
“Liga da Justiça” abriu em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, faturando US$ 96M (milhões) em seu fim de semana de estreia. Números imponentes. Mas com um porém ainda maior: os US$ 300 milhões estimados de seu orçamento de produção. Ainda entusiasmados pelo bom resultado de “Mulher-Maravilha”, o público americano foi em massa assistir às pré-estreias e ao primeiro dia de exibição da nova produção de super-heróis da Warner Bros, o que jogou suas estimativas de faturamento para a casa dos US$ 120 milhões. Entretanto, o ímpeto diminuiu no sábado. As vendas de ingresso caíram e o filme, inesperadamente, não conseguiu ultrapassar os US$ 100 milhões. Por “coincidência”, a avaliação do site Rotten Tomatoes só foi liberada na véspera da estreia – de forma controversa – , e a nota foi péssima, oscilando entre 38 e 40% de aprovação. As críticas negativas contribuíram para arrefecer o entusiasmo do público. Ao final, o primeiro filme a juntar os maiores heróis da DC Comics estreou abaixo do longa individual da Mulher-Maravilha. O lançamento da heroína abriu com US$ 103M em junho, na América do Norte. Ainda mais significativo é seu desempenho diante da estreia de “Batman vs. Superman”, que estabeleceu a premissa do universo compartilhado da DC Comics – ao introduzir Mulher-Maravilha e apresentar rapidamente os demais integrantes da futura Liga da Justiça. O borrão sombrio de Zack Snyder abriu com US$ 166M no ano passado. Mas desabou em sua segunda semana, após ser execrado pela crítica – e terminou sua trajetória com quatro prêmios no troféu Framboesas de Ouro, anualmente concebidos aos piores trabalhos do cinema hollywoodiano. Considerando que “Esquadrão Suicida” fez US$ 133M e até “O Homem de Aço” começou com US$ 113M, os números definem “Liga da Justiça” não como o carro-chefe do universo compartilhado da DC Comics, como planejava a Warner, mas como seu maior fracasso. Para chegar em números mais baixos, é preciso lembrar o estado em que estavam as adaptações de quadrinhos há duas décadas, época de “Batman e Robin”, que levaram até “Batman Begins” a ser encarado com desconfiança – e uma bilheteria inicial de apenas US$ 48,7M há 12 anos. Superada esta fase, só “Liga da Justiça” faturou menos de US$ 100M para o catálogo da DC. Para cutucar com vara curta, vale lembrar que “Os Vingadores”, primeira produção a juntar os super-heróis da Marvel, fez mais que o dobro em sua estreia, estabelecendo a arrecadação recorde de US$ 204,7M em 2012 – e a continuação não ficou muito atrás, com US$ 191,3M em 2015. A briga de DC vs. Marvel quase ofuscou os demais lançamentos da semana. Mas é digno de nota o desempenho de “Extraordinário”, que se acomodou no 2º lugar. A história anti-bullying do menino deformado que encontra apoio para superar as dificuldades da vida escolar agradou em cheio, com 82% de aprovação da crítica. A arrecadação de US$ 27M ficou, inclusive, acima das expectativas do mercado, diante da concorrência dos blockbusters dos super-heróis valentões. A estreia no Brasil vai acontecer em 7 de dezembro. Com isso, “Thor: Ragnarok” perdeu duas posições, caindo para 3º lugar após duas semanas no topo. O longa tinha aberto com US$ 122,7M e já tem US$ 247,3M em bilheteria doméstica. Com um detalhe a mais para se vangloriar: custou 60% do preço da “Liga da Justiça”. Abaixo no ranking, a animação “A Estrela de Belém” implodiu com US$ 10M. História do nascimento de Jesus com bichos falantes, o filme foi aprovado pela crítica americana, com 62% no Rotten Tomatoes, e traz sua presepada ao Brasil em 30 de novembro. Destaca-se, ainda, o fenômeno registrado nas exibições limitadas de “Lady Bird” e “Três Anúncios para um Crime”. O sucesso de “Lady Bird” na semana passada fez o filme dobrar a quantidade de telas, chegando em 238 salas. “Três Anúncios para um Crime” está em 53. E ambos se destacam no Top 10 à frente de títulos em cartaz em mais de mil salas. Na verdade, só “Liga da Justiça” faturou mais que os dois por sala neste fim de semana na América do Norte. Mas o público brasileiro só vai vê-los em 2018, após a confirmação de suas indicações para o Oscar. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 96M Total EUA: US$ 96M Total Mundo: US$ 281,5M 2. Extraordinário Fim de semana: US$ 27M Total EUA: US$ 27M Total Mundo: US$ 27M 3. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 21,7M Total EUA: US$ 247,3M Total Mundo: US$ 738M 4. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 14,85M Total EUA: US$ 50,5M Total Mundo: US$ 51M 5. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 51,7M Total Mundo: US$ 148,2M 6. A Estrela de Belém Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 7. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA: US$ 50,9M Total Mundo: US$ 77,5M 8. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 4,7M Total Mundo: US$ 4,7M 9. Três Anúncios para um Crime Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 1,5M Total Mundo: US$ 1,5M 10. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 1M Total EUA: US$ 36,4M Total Mundo: US$ 88,8M











