Remake de Brinquedo Assassino ganha primeiro teaser
A Orion Pictures divulgou o primeiro teaser do remake de “Brinquedo Assassino”. O vídeo é uma espécie de comercial da empresa de brinquedos Kaslan, com uma declaração de seu próprio fundador, Henry Kaslan (na verdade, o ator Tim Matheson), declarando-se “comprometido em criar novas tecnologias que tenham um impacto positivo” no mundo. Para isso, desenvolve “o melhor e mais interativo brinquedo do mercado”. Trata-se do boneco Buddi, que o fundador da empresa apresenta com a sinistra frase: “Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo”. Sim, é Chucky. E, ao final, o vídeo anuncia o lançamento para sexta-feira (8/2). Nesta data, será divulgado o primeiro trailer do filme. Como se trata de um remake, o boneco assassino vai ter nova história de origem – diferente, segundo entrevistas – e aparecer novinho em folha – e não mais deformado pelo tempo – , com os cabelos ruivos e sardas na bochecha que enganam quem gosta. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia. A trama vai trazer Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), sem saber de sua natureza sinistra. E o elenco também inclui Brian Tyree Henry (“Atlanta”). Apesar desse filme, a história do Chucky original vai continuar a ser contada, agora numa série escrita e produzida por seu criador, o roteirista e diretor Don Mancini. A estreia do remake de “Brinquedo Assassino” está marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Nós: Novo terror do diretor de Corra! ganha comercial arrepiante
A Universal divulgou o comercial arrepiante de “Nós” (Us) que foi exibido durante o intervalo do Super Bowl na TV americana. A prévia do novo filme de terror do diretor e roteirista Jordan Peele (“Corra!”) é repleta de imagens perturbadoras e apresenta seu tema a partir de uma série de coincidências, que incomodam a protagonista. O longa vai contar a velha história da viagem de fim de semana que acaba mal, mas de forma bastante inesperada. Na trama, um casal leva os filhos para um passeio no litoral, esperando curtir um momento em família. A tranquilidade da viagem é interrompida quando visitantes não convidados aparecem, instaurando o caos. O detalhe é que os visitantes são eles mesmos (“nós”) em versões distorcidas, sobrenaturais e sedentas por sangue. O elenco destaca Lupita Nyong’o e Winston Duke (ambos de “Pantera Negra”) como os pais, além de Elizabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Anna Diop (“Titãs”), Tim Heidecker (“Homem-Formiga e a Vespa”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”) e o estreante Duke Nicholson, neto do lendário ator Jack Nicholson (“O Iluminado”). A estreia no Brasil foi marcada para 21 de março, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Vidro se mantém no topo das bilheterias da América do Norte pela terceira semana consecutiva
Por conta do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, os cinemas dos Estados Unidos e do Canadá tiveram uma das piores bilheterias dos últimos tempos, com o melhor faturamento abaixo dos US$ 10 milhões. Enfrentando apenas um lançamento inédito no fim de semana, “Vidro” conseguiu se manter em 1º lugar pela terceira vez consecutiva. Responsável pela maior arrecadação, fez somente US$ 9,5M (milhões), mas está prestes a ultrapassar os US$ 200M em todo o mundo. É mais um sucesso da carreira do diretor M. Night Shyamalan, que bancou por conta própria o orçamento de US$ 23M e terá retorno considerável com seu investimento. A dramédia “Amigos para Sempre”, remake do sucesso francês “Intocáveis” (2011), também repetiu o 2º lugar, mas sua arrecadação internacional é um desastre. Sinal óbvio de que, hoje em dia, só americano vê remake americano. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. A estreia da semana, por sinal, foi outro remake. “Miss Bala” trouxe Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) no papel que Stephanie Sigma desempenhou no original mexicano de 2011. Sem o diretor Gerardo Naranja, que depois comandou episódios tensos da série “Narcos”, “Miss Bala” implodiu em sua reprise em inglês com bilheteria de US$ 6,5M. Os fracassos dos remakes são cada vez mais óbvios. Mas Hollywood continua pagando para refilmar o que o resto do mundo já viu quando era original, assim como continua pagando direitos de videogames que nunca fazem sucesso ao virar filme. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 198,9M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA e Canadá: US$ 75,5M Total Mundo: US$ 81,6M 3. Miss Bala Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,7M Total Mundo: US$ 6,7M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 323,5M Total Mundo: US$ 1,1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 175,2M Total Mundo: US$ 347,2M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 55,8M Total Mundo: US$ 81,3M 7. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 16,7M 8. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 35,9M Total Mundo: US$ 50,9M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA e Canadá: US$ 52M Total Mundo: US$ US$ 96M 10. They Shall Not Grow Old Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 10,7M Total Mundo: US$ 10,7M
Dick Miller (1928 – 2019)
O ator Dick Miller, que ficou conhecido por atuar em filmes cultuados dos cineastas Roger Corman e Joe Dante, morreu nesta quarta-feira (30/1) aos 90 anos, em Toluca Lake, na Califórnia. Com longa carreira no cinema, ele foi lançado por Corman, o lendário rei dos filmes B, durante os anos 1950. Reza a lenda que Miller procurou Corman para tentar emplacar um roteiro. Mas o cineasta respondeu que não precisava de roteiros e sim de atores. E assim o roteirista sem dinheiro Richard Miller virou Dick Miller, o ator de salário mínimo. De cara, ele estrelou dois westerns de Corman, “Pistoleiro Solitário” (1955) e “A Lei dos Brutos” (1956), antes de entrar nos clássicos de sci-fi e terror baratos que tornaram o nome do diretor mundialmente conhecido, como “O Conquistador do Mundo” (1956), “O Emissário de Outro Mundo” (1957), “Um Balde de Sangue” (1959), “A Loja dos Horrores” (1960), “Obsessão Macabra” (1962), “Sombras do Terror” (1963) e “O Homem dos Olhos de Raio-X” (1963), entre muitos outros. Ele também apareceu nos filmes de surfistas, motoqueiros e hippies da época, entre eles os cultuadíssimos “Os Anjos Selvagens” (1966) e “Viagem ao Mundo da Alucinação” (The Trip, 1967), ambos estrelados por Peter Fonda e dirigidos por Corman. O sucesso dos filmes baratos do diretor acabaram criando uma comunidade. Corman passou a contratar aspirantes a cineastas para transformar sua produtora numa potência, lançando mais filmes que qualquer outro estúdio de Hollywood, e isso fez com que Miller trabalhasse com Paul Bartel (em “Corrida da Morte – Ano 2000”), Jonathan Demme (em “Loucura da Mamãe”) e principalmente Joe Dante. Miller e Dante ficaram amigos desde que fizeram “Hollywood Boulevard” (1976) para Corman e essa amizade rendeu uma colaboração duradoura e cheia de clássicos, como “Piranha” (1978), “Grito de Horror” (1981), “Gremlins” (1985) e muito mais. Na verdade, todos os filmes de Dante tiveram participação do ator, até o recente “Enterrando Minha Ex” (2014). Querido pela comunidade cinematográfica, Miller também trabalhou com os mestres Martin Scorsese (“New York, New York” e “Depois das Horas”), Steven Spielberg (“1941”), Samuel Fuller (“Cão Branco”), Robert Zemeckis (“Febre de Juventude”, “Carros Usados”) e James Cameron (“O Exterminador do Futuro”). Ao atuar por sete décadas e aparecer em mais de 100 lançamentos, muitos deles reprisados até hoje na TV, tornou-se um dos rostos mais conhecidos de Hollywood. Por outro lado, por sempre interpretar papéis secundários, acabou não tendo uma projeção à altura da sua filmografia. Mas ele era reconhecido, sim, como apontou um documentário de 2014, que chamava atenção para o fato de todos já terem visto “That Guy Dick Miller” (aquele cara Dick Miller) em algum filme na vida. E ele ainda brincou com isso para batizar sua biografia de “You Don’t Know Me, But You Love Me” (você não me conhece, mas me ama). Ainda ativo, Miller tinha recém-finalizado o terror “Hanukkah”, que celebrava uma curiosidade de sua filmografia: era o sétimo filme em que o ator interpretava um personagem chamado Walter Paisley, costume inaugurado por Corman há 60 anos, em “Um Balde de Sangue”. No Twitter, o diretor Joe Dante lamentou a morte do grande parceiro. “Estou devastado em dizer que um dos meus melhores amigos e um dos meus colaboradores mais valiosos morreu”, escreveu. “Eu cresci assistindo Dick Miller em filmes dos anos 1950 e fiquei emocionado em tê-lo no meu primeiro filme”, disse. “Nós nos divertimos muito juntos e todo roteiro que eu escrevia tinha em mente um papel para o Dick – não apenas porque ele era meu amigo, mas porque eu amava vê-lo atuando! Ele deixa mais de 100 atuações, uma biografia e um documentário – nada mal para um cara que não gostava de personagens principais”, completou Dante.
Clássico de terror de Stephen King vai virar série do diretor de A Culpa É das Estrelas
O fim do mundo está chegando ao CBS All Access. A plataforma americana de streaming vai adaptar o best-seller “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King, numa série limitada de 10 episódios. O projeto da adaptação estava sendo desenvolvido para o cinema, mas se arrastava há vários anos, devido às dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, num filme de duas horas. O diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), que estava à frente da versão cinematográfica, chegou a propor uma franquia com quatro filmes. Com o fracasso de distopias apocalípticas recentes, pareceu mais lógico transformar a ideia numa série. O próprio Boone vai adaptar o roteiro em que estava trabalhando para o formato da série, em parceria com Ben Cavell (roteirista das séries “Justified” e “Homeland”). Além disso, ele também dirigirá episódios da série. Fã assumido de King, o diretor chegou a afirmar ter se inspirado no clima dos livros do escritor para dirigir “Os Novos Mutantes”, filme de super-heróis da Fox, que deve ser lançado em agosto – salvo novos imprevistos. Ele também está à frente de mais três adaptações de Stephen King, “O Talismã”, publicado em 1983, “Lisey’s Story”, de 2006, e “Revival”, de 2014. “Eu li ‘The Stand’ debaixo da minha cama quando eu tinha 12 anos, e meus pais batistas queimaram o livro em nossa lareira após descobrirem”, disse Boone, no comunicado sobre o projeto. “Encantado com a obra, eu escrevi uma carta a King para professar meu amor por seu trabalho. Várias semanas depois, cheguei em casa e encontrei uma caixa que tinha chegado do Maine, e lá dentro havia vários livros, cada um com uma bela anotação do próprio deus, que me encorajou a escrever e me agradeceu por ser fã. Meus pais, genuinamente sensibilizados pela gentileza e generosidade de King, lamentaram terem proibido seus livros naquele mesmo dia. Eu agradeci incluindo uma participação especial de King no meu primeiro filme (“Ligados Pelo Amor”, de 2012) e tenho trabalhado para trazer ‘The Stand’ à vida por cinco anos. Encontrei parceiros incríveis na CBS All Access e em Ben Cavell. Juntamente com Stephen King e seu filho Owen King, planejamos trazer-lhes a melhor versão da obra-prima de King.” Stephen King abençoou a adaptação, dando seu apoio no comunicado. “Estou empolgado e muito contente que ‘The Stand’ tenha uma nova vida nesta excitante nova plataforma”, disse sobre a série. “As pessoas envolvidas são homens e mulheres que sabem exatamente o que estão fazendo; os roteiros são dinamite. O resultado parece ser algo memorável e emocionante. Acredito que isso levará os espectadores a um mundo que eles esperam que nunca aconteça.” Publicado em 1978, o romance de 1,1 mil páginas é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A trama acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório e a luta pela sobrevivência dos poucos que escapam do apocalipse, apenas para descobrir que o Anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Ainda não há previsão de estreia para a série.
Zack Snyder vai dirigir superprodução de zumbis para a Netflix
O diretor Zack Snyder, afastado do cinema desde que se desligou de “Liga da Justiça” em 2017, devido a uma tragédia pessoal, fechou contrato para voltar a dirigir um filme. E será uma produção para a Netflix. Intitulado “Army of the Dead”, o trabalho também representa um retorno às origens, já que levará Snyder de volta ao apocalipse zumbi, 15 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”, já que se passa em Las Vegas e acompanha um homem que reúne um grupo de mercenários para realizar o maior assalto já tentado. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O projeto estava acumulando poeira desde 2007, na Warner, e deveria ter sido dirigido por Snyder logo após “300” (2006). Sem esquecê-lo, o diretor conseguiu convencer a Netflix a bancar sua produção, orçada, segundo o site The Hollywood Reporter, em respeitáveis US$ 90 milhões – orçamento de filme de super-heróis e não de zumbis. A história é do próprio Snyder, mas foi roteirizada por Joby Harold, do infame “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Além de dirigir, Snyder também vai assinar a produção com sua esposa, Deborah Snyder. Ainda não há cronograma de produção ou previsão de estreia.
Guillermo del Toro desenvolve novo terror com a diretora de Babadook
O cineasta mexicano Guillermo del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água” (2017), está desenvolvendo um filme de terror com a diretora australiana Jennifer Kent, responsável por “O Babadook” (2014), um dos melhores exemplares do terror moderno. A novidade foi compartilhada por Kent, em entrevista ao site Bloody Disgusting, sem entrar em detalhes sobre o projeto. “Olha, estamos fazendo algo. Não estou escondendo o jogo, mas não sei se posso falar sobre isso. É algo assustador e eu admiro muito ele [Guillermo] e o seu trabalho”, disse Kent. “Eu o considero um verdadeiro artista, então estou muito animada. Mas ainda estamos nos estágios iniciais do projeto”, acrescentou. O filme mais recente da diretora, “The Nightingale”, teve première no fim de semana no Festival de Sundance, arrancando 85% de aprovação da crítica americana. Estrelado pela italiana Aisling Franciosi (Lyanna Stark em “Game of Thrones”) e pelo inglês Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), o longa ainda não possui previsão de estreia comercial.
Rosario Dawson entra na continuação de Zumbilândia
A atriz Rosario Dawson (“Luke Cage”) entrou na continuação da comédia de terror “Zumbilândia”. Ela será uma das novas sobreviventes do apocalipse zumbi, ao lado dos novatos Zoey Deutch (“Artista do Desastre”) e Avan Jogia (“Ghost Wars”), que cruzarão o caminho do quarteto do filme original: Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin. Desde a estreia do original, os astros da produção ficaram bem mais famosos do que já eram, mas continuaram guardando carinho especial por seus personagens. Por isso, não foi difícil convencê-los a voltar a seus papéis com nomes de cidades americanas – Wichita, Tallahassee, Columbus e Little Rock, respectivamente. Além disso, eles teriam adorado o novo roteiro. O roteiro, por sinal, já circula há bastante tempo. De fato, Paul Wernick e Rhett Reese mencionam a história da continuação há alguns anos, mas foi preciso estourarem com dois filmes de “Deadpool” para suas páginas serem resgatadas da pilha de projetos esquecidos pelos executivos da Sony. Para aumentar ainda mais o interesse, o diretor Ruben Fleischer também entrou em alta no estúdio, após a bilheteria surpreendente de “Venom”. “Zumbilândia 2” vai começar a ser filmado nesta semana. E toda a produção deve estar finalizada até outubro, quando a Sony pretende lançar o filme, aproveitando o Halloween e o aniversário de dez anos da estreia do primeiro “Zumbilândia”.
Série do brinquedo assassino Chucky será produzida pelo canal Syfy
O canal pago americano Syfy adquiriu os direitos da série da franquia “Brinquedo Assassino” e encomendou a produção de seu piloto. Em desenvolvimento há um ano, a versão seriada de “Child’s Play” (título original) foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro de “Brinquedo Assassino” há 30 anos e desde então explora sem parar o boneco Chucky, tendo escrito todas as seis continuações e ainda dirigiu os três últimos longas do monstro de plástico. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia, e Nick Antosca, da recentemente cancelada “Channel Zero”. “Há muito tempo eu desejo trazer Chucky para a televisão, e a Syfy é a emissora perfeita para nós. A série trará uma abordagem inovadora para a franquia, permitindo que exploremos o personagem de Chucky com a profundidade que só poderia existir na televisão”, comentou Mancini, em comunicado sobre o projeto. Em entrevista para o site Bloody Disgusting, o roteirista-diretor ainda afirmou que a série foi “deliberadamente configurada no final do último filme”, acrescentando que o “tom é sombrio e perturbador”. A série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, e servirá de contraponto ao remake atualmente em produção para os cinemas. A nova versão cinematográfica de “Brinquedo Assassino” será a primeira sem envolvimento de Mancini e tem estreia marcada para 20 de junho.
Jeffrey Dean Morgan volta a Supernatural em fotos do episódio 300 da série
A rede CW divulgou 17 fotos do episódio 300 da série “Supernatural”, que terá participação especial de Jeffrey Dean Morgan (o Negan de “The Walking Dead”), retomando seu papel de John Winchester, o pai de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles). O ator viveu o pai dos irmãos Winchester ao longo de 12 episódios nas primeiras temporadas de “Supernatural”. Sua última aparição foi na season finale da 2ª temporada, em 2007. Depois disso, ele ainda fez uma participação vocal, gravando sua voz para um capítulo da 3ª temporada. Mas sempre disse que toparia voltar, tendo virado grande amigo de Jensen Ackles durante a produção. Não por acaso, Dean já apareceu com Lucille, o bastão de Negan, em “Supernatural”, brincando que era uma antiga arma do pai. Além de Jeffrey Dean Morgan, as fotos também revelam a participação de Kurt Fuller como o anjo Zachariah, morto na 5ª temporada. Intitulado “Lebanon”, o episódio especial vai ao ar em 7 de fevereiro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Veja os primeiros minutos da volta de The Walking Dead
O canal pago AMC divulgou os primeiros minutos de “Adaptation”, episódio que retoma a 9ª temporada de “The Walking Dead”. A prévia é uma sequência imediata do episódio anterior, mostrando o cadáver de Jesus (Tom Payne) e o cerco de zumbis e sussurradores, que atacam Daryl (Norman Reedus), Michonne (Danai Gurira), Aaron (Ross Marquand), Eugene (Josh McDermitt) e as novatas Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura) num cemitério coberto por neblina. Trajando peles dos mortos-vivos, os sussurradores caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de zumbis em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. E eles serão os grandes vilões da temporada. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar em 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Stan Against Evil é cancelada na 3ª temporada
O canal pago americano IFC cancelou a comédia de terror “Stan Against Evil” após sua 3ª temporada. O cancelamento foi revelado pelo criador Dana Gould em seu podcast, apesar da série ser uma das mais vistas do canal. A atração girava em torno de Stan Miller, ex-xerife de uma cidadezinha do interior, forçado a se aposentar contra a vontade após ficar viúvo. Mesmo tendo dificuldades em aceitar sua substituta Evie Barret, a bela e durona nova xerife da cidade, eles acabam formando uma aliança improvável quando percebem que a tranquilidade do local é interrompida por uma praga de demônios. Isto porque o município foi erguido sobre as cinzas do local de execução de dezenas de bruxas no século 17. O tom de “Stan Against Evil” lembrava muito “Ash vs. Evil Dead”, com bruxas no lugar dos demônios. Mas era bem menos gosmenta e muito mais politicamente incorreta. O elenco era encabeçado por John C. McGinley (o eterno Dr. Perry Cox de “Scrubs”) e Janet Varney (que, além de atuar em “You’re the Worst”, foi a dubladora original da protagonista de “Avatar: A Lenda de Korra”), e ainda incluía Deborah Baker Jr. (série “The Great Indoors”) e Nate Mooney (série “American Odyssey”). A 3ª temporada terminou em novembro e desde então os fãs aguardavam notícias. Que, infelizmente, não foram as esperadas.
Vidro aguenta as pedradas e lidera bilheteria dos EUA pelo segundo fim de semana
“Vidro” não se estilhaçou e manteve a liderança da bilheteria em seu segundo fim de semana de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O longa arrecadou US$ 19 milhões entre sexta e domingo (27/1), chegando ao total de US$ 73M (milhões) no mercado doméstico. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, significa que a produção já é lucrativa. O que é uma boa notícia para o diretor Night M. Shyamalan, pois todo o filme foi financiado por ele mesmo, aguentando pedradas sem misericórdia da crítica, com apenas 36% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Em 2º lugar, a dramédia “Amigos para Sempre”, remake americano de “Intocáveis”, também manteve a mesma posição da semana anterior. O longa estrelado por Kevin Hart faturou mais US$ 12 milhões para atingir US$ 63,1M na América do Norte, mas ainda não cobriu seu orçamento, estimado em US$ 37,5 milhões, e vai precisar do público internacional para empatar as despesas. E aí reside o problema, já que esta é a terceira versão da mesma história e o original foi um maiores sucessos mundiais recentes do cinema francês entre o público que lê legendas. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. Surpresa da semana passada, “Dragon Ball Super: Broly” desabou para o 10º lugar do ranking norte-americano, após abrir em 3º. Com isso, “Aquaman” voltou ao Top 3. O longa do super-herói marinho fez mais US$ 7,3M, que o ajudou a atingir US$ 1,09B mundiais e bater o recorde de arrecadação de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), virando a adaptação de maior bilheteria da DC Comics em todos os tempos. As más notícias começam em 4º lugar, pois as estreias de sexta (25/1) não tiveram um desempenho tão bom. “O Menino Que Queria Ser Rei”, versão infantil da lenda do Rei Arthur passada nos dias de hoje, fez apenas US$ 7,2 milhões em seu 1º fim de semana. A crítica aprovou, com 86% no Rotten Tomatoes, mas o longa protagonizado pelo filho de Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”) vai precisar fazer mágica no exterior. O lançamento no Brasil acontece na quinta (31/1). Já “Calmaria” foi por água abaixo, abrindo em 8º lugar com apenas US$ 4,8M. Trata-se de recorde negativo para Anne Hathaway: pior bilheteria de estreia da carreira da atriz. O noir tropical, que também é estrelado por Matthew McConaughey (que já fez coisa pior), também foi torpedeado pela crítica, afundando com 22% de aprovação. Chega nos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 73,5M Total Mundo: US$ 162,6M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 63,1M Total Mundo: US$ 69,2M 3. Aquaman Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 316,5M Total Mundo: US$ 1B 4. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 10,4M 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 169M Total Mundo: US$ 338,1M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA e Canadá: US$ 49M Total Mundo: US$ 59,3M 7. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,8M Total Mundo: US$ 41,3M 8. Calmaria Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 4,8M Total Mundo: US$ 4,8M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ US$ 76,4M 10. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 28,9M Total Mundo: US$ 98,8M








