Fotos revelam participação do Flash dos anos 1990 no crossover Elseworlds
O ator Stephen Amell postou nas redes sociais novas fotos reveladoras do crossover “Elseworlds”. As imagens revelam a participação do ator John Wesley Shipp, que volta a trajar o uniforme clássico do Flash dos anos 1990. Para quem não lembra, Shipp interpretou o Flash na primeira série do herói, que durou só uma temporada em 1990. Ele também tem participação recorrente na nova série “The Flash”, na qual já viveu o pai de Barry Allen (Grant Gustin) e o Flash de Terra 3, Jay Garrick. Mas é a primeira vez que aparece com o uniforme clássico do Flash original. Curiosamente, ele posa ao lado da versão do Flash vivida por Stephen Amell, que no crossover troca de lugar com o intérprete habitual do personagem. Por sinal, uma das imagens também mostra Grant Gustin como Arqueiro Verde, completando a troca entre os heróis. A troca de identidades reflete o título “Elseworlds”, que é o mesmo de um selo da DC Comics para histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já está adaptando uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. E é curioso observar que só Melissa Benoist continua como Supergirl em todas as fotos dos bastidores. O crossover de “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As três séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner. Visualizar esta foto no Instagram. Who said you should never meet your heroes? Uma publicação compartilhada por Stephen Amell (@stephenamell) em 22 de Out, 2018 às 7:31 PDT Visualizar esta foto no Instagram. ???? Uma publicação compartilhada por Stephen Amell (@stephenamell) em 22 de Out, 2018 às 4:11 PDT
Foto revela visual de Bane na série Gotham
Vazou a primeira foto do ator Shane West (“Nikita”, “Salem”) na temporada final de “Gotham”. E a imagem do set não deixa dúvidas sobre quem ele interpreta: ninguém menos que o vilão Bane. Oficialmente, seu papel foi anunciado como Eduardo Dorrance, um antigo amigo de Jim Gordon (Ben McKenzie). Os dois perderam contato após Gordon dar baixa no exército, mas Dorrance retorna a Gotham, isolada por atentados terroristas, dizendo trazer uma equipe de soldados de elite para ajudar Gordon a restaurar a ordem na “Terra de Ninguém”. Só que não demora para Gordon perceber que as verdadeiras intenções de Dorrance são muito mais sombrias e malignas do que ele poderia imaginar. Nos quadrinhos da DC Comics há um personagem com o mesmo sobrenome, Sir Edmund Dorrance, também referenciado como Rei Cobra (King Snake), que é pai de ninguém menos que Bane. Por isso, havia dúvida sobre se Eduardo seria introduzido como o Rei Cobra ou próprio Bane, que raramente tem seu nome real apresentado nos quadrinhos. Mas sempre fez mais sentido para “Gotham” encerrar sua produção com a revelação de um personagem icônico da trajetória de Batman. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Como a série vai acabar, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. A 5ª temporada ainda não teve sua data de estreia anunciada. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Warner adia lançamento da continuação de Mulher-Maravilha para 2020
A Warner anunciou o adiamento do filme “Mulher-Maravilha 1984”. A continuação do primeiro longa da Mulher-Maravilha teve sua estreia adiada em sete meses. Originalmente marcada para 1º de novembro de 2019 nos EUA, o filme agora chegará nos cinemas norte-americanos em 5 de junho de 2020, no auge da temporada de verão local. A data já se encontrava reservada para um filme sem título da DC Comics, possivelmente “The Flash”, que a Warner confirmou, na semana passada, que só deve chegar em 2021. Esta mudança é aludida pela atriz Gal Gadot, que fez o anúncio da nova data no Twitter. “Super animada de anunciar que, graças a uma mudança no cenário, pudemos colocar Mulher-Maravilha de volta em seu lugar de direito”, escreveu a atriz, antes de confirmar o novo dia do lançamento. Gal Gadot voltará a viver Mulher-Maravilha, que desta vez enfrentará a vilã Mulher-Leopardo, interpretada por Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”). Chris Pine também está de volta ao elenco e a direção é novamente de Patty Jenkins. Com o adiamento, a DC Comics terá apenas dois longas nos cinemas em 2019, “Shazam!” e “Coringa”, contra cinco da Marvel, “Capitão Marvel”, “Vingadores 4”, “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A previsão de estreia brasileira de “Mulher-Maravilha 1984” ainda não foi confirmada. Super excited to announce that, thanks to the changing landscape, we are able to put Wonder Woman back to its rightful home. June 5, 2020. Be there or be square!!! ✨?♀️✨ pic.twitter.com/Wj8ORUQLdg — Gal Gadot (@GalGadot) 22 de outubro de 2018
Fotos do set confirmam troca de identidade entre intérpretes de Flash e Arqueiro Verde no crossover Elseworlds
Os paparazzi flagraram as gravações do crossover de “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, que estão acontecendo no Canadá. E as imagens refletem a troca de papéis entre os intérpretes de Flash e Arqueiro Verde, que tinha sido apresentada no pôster do evento, intitulado “Elseworlds”. Elas mostram o ator Stephen Amell, protagonista de “Arrow”, vestido como Flash, e Grant Gustin, protagonista de “The Flash”, no traje do Arqueiro Verde. Os dois aparecem ao lado também dos superprimos Supergirl e Superman, vividos por Melissa Benoist e Tyler Hoechlin. A troca de identidades reflete o título “Elseworlds”, que é o mesmo de um selo da DC Comics para histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já está adaptando uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. O crossover vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Halloween massacra concorrência com recordes de bilheteria na América do Norte
O novo “Halloween” massacrou a concorrência nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, com uma arrecadação de US$ 77,5 milhões em seus três primeiros dias de exibição. O valor faz até sangrar alguns recordes. Para começar, trata-se da maior estreia dos 40 anos da franquia. Também é a maior arrecadação de abertura de uma produção da Blumhouse Pictures, estúdio especializado em terror que lançou, entre outros sucessos, “Atividade Paranormal”, “Fragmentado” e “Corra!”. A bilheteria ainda representa a maior abertura de um filme estrelado pela atriz Jamie Lee Curtis, melhor estreia de um terror estrelado por qualquer mulher e o melhor lançamento de um filme de qualquer gênero protagonizado por uma mulher com mais de 50 anos de idade. Tem mais: é a segunda maior estreia já registrada no mês de outubro na América do Norte – atrás apenas dos US$ 80 milhões de “Venom”, lançado há três semanas. Mais impressionante que isso: é a segunda maior abertura de terror de todos os tempos – perde só para os US$ 123,4 milhões de “It: A Coisa”. O desempenho internacional não foi tão voraz – US$ 14,3 milhões em 23 países – , levando a bilheteria total do filme a US$ 91,8 milhões. Mas os principais mercados ainda não começaram sua exibição. No Brasil, a estreia está marcada para a próxima quinta (26/7), a poucos dias da data em que se comemora o Halloween. Vale observar que o novo “Halloween” foi produzido por apenas US$ 10 milhões, menos do que deve ter sido investido em publicidade para sua divulgação. Isto significa que, três dias após entrar em cartaz, o filme já está dando lucro. E a fortuna só tende a aumentar. O que deve manter o psicopata Michael Myers à solta para mais sequências, além de voltar a chamar atenção para projetos similares que estão no limbo, como o revival de “Sexta-Feira 13”. Entre os diversos detalhes da produção, um fato específico merece ser louvado nesse sucesso: o envolvimento do criador do filme original, o cineasta e músico John Carpenter, que não foi só um nome listado no projeto, mas compositor da trilha sonora da nova continuação. Dirigido por David Gordon Green, o novo “Halloween” é uma sequência direta do filme clássico comandado por Carpenter em 1978, e ignora todos os longas intermediários. A crítica norte-americana também respondeu positivamente, rendendo 80% de aprovação ao filme na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. A popularidade de “Halloween” desalojou “Venom” do 1º lugar, fazendo-o cair duas posições. Mas o êxito de “Venom” já está consolidado, graças ao mercado internacional, que o filme da Sony segue liderando. A adaptação dos quadrinhos já soma US$ 461,8 milhões em todo o mundo. Em meio a esta disputa de facadas e dentadas, “Nasce uma Estrela” permaneceu imperturbável em seu 2º lugar. O musical estrelado por Lady Gaga também atingiu sucesso mundial, tendo cruzado a marca de US$ 200 milhões neste fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Halloween Fim de semana: US$ 77,5m Total EUA e Canadá: 77,5m Total Mundo: US$ 91,8m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 19,3m Total EUA e Canadá: US$ 126,3m Total Mundo: US$ 201m 3. Venom Fim de semana: US$ 18,1m Total EUA e Canadá: US$ 171,1m Total Mundo: US$ 461,8m 4. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 9,7m Total EUA e Canadá: US$ 28,8m Total Mundo: US$ 39,9m 5. O Primeiro Homem Fim de semana: US$ 8,5m Total EUA e Canadá: US$ 29,9m Total Mundo: US$ 55,4m 6. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 7,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,6m Total Mundo: US$ 10,6m 7. PéPequeno Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 66,3m Total Mundo: US$ 137,1m 8. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 66,9m Total Mundo: US$ 84,48m 9. Maus Momentos no Hotel Royale Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 13,3m Total Mundo: US$ 21,4m 10. The Old Man and the Gun Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 4,2m Total Mundo: US$ 4,2m
Cantora Paloma Faith será a vilã da série sobre a juventude do mordomo Alfred
A cantora britânica Paloma Faith vai viver a vilã da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. Faith interpretará Bet Sykes, descrita como uma “vilã espirituosa, sádica e de língua afiada” e que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas Wayne – o futuro pai de Bruce Wayne, o Batman. Os interpretes de Alfred e Thomas Wayne também já foram definidos. Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) foi escalado no papel-título e Ben Aldridge (“Reign”) viverá o jovem milionário. São todos atores britânicos. A série está sendo desenvolvida para o canal pago Epix por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. A série não será relacionada diretamente ao universo de “Gotham”, onde o personagem é vivido pelo ator Sean Pertwee. As gravações da 1ª temporada, que terá dez episódios, começam na segunda-feira (22/10) em Londres. Ainda não há previsão para a estreia.
Quadrinhos do Sexteto Secreto podem virar nova série da DC Comics
A DC Comics continua a expandir seu universo na televisão. A rede CBS, que exibiu a 1ª temporada de “Supergirl”, encomendou um roteiro baseado nos quadrinhos do Sexteto Secreto. A trama segue seis estranhos moralmente ambíguos, cada um com suas próprias especialidades únicas e seus passados secretos. Eles são reunidos por uma figura enigmática que os chantageia para trabalhar em equipe a fim de expor a corrupção da elite corporativa e política. Introduzido pela primeira vez nos quadrinhos em uma minissérie de 7 edições entre 1968 e 1969 por E. Nelson Bridwell e Frank Springer, o Sexteto Secreto já teve duas outras versões distintas, com um relançamento nos anos 1980 e uma recriação completa a partir de 2005. Foi nesta terceira versão, escrita por Gail Simone, que os supervilões entraram na trama e a premissa se tornou mais similar ao Esquadrão Suicida. A diferença é que os vilões que se reúnem nesse grupo estão soltos e não tem compromisso nenhum em fazer boas ações. Para se ter ideia, personagens como Charada e Lex Luthor já comandaram o time, que teve formações com Bane, Arlequina, Pistoleiro, Chapeleiro Maluco, Vandal Savage e Pinguim. O Sexteto Secreto e o Esquadrão Suicida, por sinal, já se enfrentaram em 2010. A produção será a primeira a trazer para a TV a nova tendência das produções de cinema da DC Comics, que, com o filme do Coringa e a participação da Arlequina nas Aves de Rapina, tem dado mais ênfase aos vilões dos quadrinhos. O desenvolvimento de “Secret Six” (título original) está a cargo de Rick Muirragui, produtor-roteirista de “Suits”, que vai trabalhar na série com os produtores Bill Lawrence (criador de “Cougar Town” e “Scrubs”) e Jeff Ingold (“Life Sentence”). O projeto vai entrar agora em fase de escalação de elenco para seu piloto, que precisará ser aprovado pela emissora para virar série. Veja abaixo capas das três fases diferentes do Sexteto Secreto.
Finn Jones posta foto em solidariedade ao cancelamento de Luke Cage
O ator Finn Jones, protagonista de “Punho de Ferro”, série cancelada na semana passada, reagiu ao novo cancelamento da Netflix, agora da série “Luke Cage”, publicando uma foto de solidariedade em seu Instagram. A imagem mostra um close do punho de Jones encontrando a mão de Mike Colter, intérprete de Luke Cage. Não há legendas. A coincidência do cancelamento de ambas as séries tem feito os fãs se agarrarem à esperança de que os personagens serão reunidos numa nova atração, como aconteceu nos quadrinhos. Após o cancelamento da revista do “Punho de Ferro”, o herói passou a aparecer nas páginas de “Luke Cage” e, em poucos números, a publicação foi rebatizada com o nome dos dois heróis. A parceria também ficou conhecida como “Heróis de Aluguel” (Heroes for Hire), devido ao negócio que eles decidem abrir para ganhar dinheiro enquanto combatem criminosos. E Luke Cage chegou a realizar trabalhos de proteção por encomenda na 2ª temporada de sua série. Oficialmente, não há nenhuma posição da Netflix ou da Marvel a respeito de algum tipo de resgate dos personagens, que poderiam, hipoteticamente, ressurgir no novo serviço de streaming da Disney, previsto para 2019. Visualizar esta foto no Instagram. ??❤️?? Uma publicação compartilhada por Finn J (@finnjones) em 19 de Out, 2018 às 8:02 PDT
Novas fotos de Aquaman destacam personagens de Willem Dafoe e Patrick Wilson
O diretor James Wan (“Invocação do Mal”) divulgou duas fotos inéditas de “Aquaman” em seu Twitter, revelando pela primeira vez o visual de Vulko, o personagem de Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) no filme, além de Orn, o maligno Mestre dos Oceanos vivido por Patrick Wilson (também de “Invocação do Mal”), “cavalgando” um tilossauro, réptil marinho pré-histórico. O elenco da produção também inclui Jason Momoa no papel-título, Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) como Mera, Yahya Abdul-Mateen II (da série “The Get Down”) na armadura do vilão Arraia Negra (também chamado de Manta Negra em algumas traduções nacionais), Nicole Kidman (“Lion”) como a rainha Atlanna e Temuera Morrison (“Lanterna Verde”) como o pai do herói, Thomas Curry. “Aquaman” é o próximo filme de super-herói da DC Comics a chegar aos cinemas, com estreia marcada para 13 de dezembro no Brasil.
Netflix cancela a série Luke Cage após duas temporadas
A Netflix cancelou sua segunda série da Marvel. “Infelizmente, ‘Luke Cage’ não vai retornar para uma 3ª temporada”, afirmaram a Netflix e a Marvel numa declaração conjunta. “Todos na Marvel Television e na Netflix são gratos à dedicação do showrunner, dos roteiristas, elenco e equipe que deram vida ao herói do Harlem nas últimas duas temporadas. E também a todos os fãs que apoiaram a série”. O cancelamento acontece uma semana após o anúncio de que a série “Punho de Ferro” não seria mais produzida na Netflix. Desde então, fãs iniciaram uma caminha ruidosa nas redes sociais, com a hashtage #SaveIronFist (Salvem Punho de Ferro) e uma petição online, que já foi assinada por 28 mil pessoas. Apesar da lamentação, ainda havia a expectativa de que os personagens de “Punho de Ferro” continuassem aparecendo em “Luke Cage”, após a revista Entertainment Weekly afirmar que eles continuariam a existir no universo das séries da Marvel. Se esse caminho ficou inviável, por outro lado, o cancelamento de ambas as séries pode originar uma recombinação que as junte numa nova atração, já que os dois super-heróis do título já compartilharam uma publicação da Marvel. Esta é a versão esperançosa da notícia. O fato é que os dois cancelamentos consecutivos podem ter consequências maiores para o negócio entre a Marvel e a Netflix. “Demolidor” acaba de estrear sua 3ª temporada nesta sexta (20/10), “Jessica Jones” gravou os episódios de sua 3ª temporada, mas de forma suspeita viu sua criadora e showrunner sair para outros projetos, e a 2ª temporada de “Justiceiro” também está pronta. E não há nenhuma garantia de que estas séries irão continuar após os episódios já produzidos. O site Deadline apurou que o problema de “Luke Cage” foi isolado e sem relação contratual com a Disney: as boas e velhas diferenças criativas. A Netflix teria rejeitado os roteiros da 3ª temporada. Supostamente, houve um desentendimento entre a plataforma e o showrunner Cheo Hodari Coker, que pode até ter resultado em demissão, ainda segundo o site, levando ao cancelamento. A verdade é que há muitos detalhes dos bastidores dos dois cancelamentos que não vieram à público. E entre eles pode estar uma renegociação entre a Netflix e a Disney, que poderia estar querendo recuperar os títulos da Marvel e relançá-los em seu serviço de streaming. A repercussão do cancelamento de “Luke Cage” deve começar a ser sentida ao longo do fim de semana.
O Doutrinador: Filme de super-herói do Brasil atual ganha novo trailer
A Downtown Filmes divulgou um novo trailer do filme do super-herói brasileiro “O Doutrinador”. A prévia reforça paralelos com o clima político atual do Brasil, com apologia à violência armada, atentado contra político, denúncias de corrupção e a sensação de revolta popular que conduz o país para a extrema direita. Quem achou “O Mecanismo” caricato pode se preparar para ver mais imagens de políticos corruptos com copos de whisky, membros do judiciário que engavetam processos de corrupção e empresários que carregam malas de dinheiro. Entretanto, são cenas que habitam noticiários reais. E entram na trama como combustível para o surgimento de um justiceiro fictício, que nada mais é que a corporificação da raiva dos eleitores que votam em Bolsonaro. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador foi originalmente concebido em 2008 pelo quadrinista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta generalizada da população. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do recém-lançado “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia deveria acontecer originalmente em plenas eleições presidenciais, mas foi adiada para depois do resultado e agora acontecerá em 1 de novembro.
Tom Holland veste novo uniforme do Homem-Aranha no programa de TV de Jimmy Kimmel
O ator Tom Holland fez uma rápida aparição como Homem-Aranha no talk show de Jimmy Kimmel na noite de quinta-feira (18/10), apresentando oficialmente seu novo traje preto e vermelho para o público da televisão. O uniforme já tinha sido bastante difundido em fotos e vídeos de paparazzi, durante as filmagens finais de “Homem-Aranha: Longe de Casa” em Nova York. Portanto, não foi mais um spoiler protagonizado por ator. Mas houve uma brincadeira de Kimmel, que tentou tirar uma explicação de Holland a respeito de como ele poderia estar fazendo um novo filme do Homem-Aranha se o herói tinha sido apagado da existência por Thanos no final de “Vingadores: Guerra Infinitas”. Esta foi a deixa para o astro fantasiado sair pulando de cena, com a desculpa de precisar resolver um crime urgente, e sair sem dar resposta. Obviamente, a morte do Homem-Aranha e diversos heróis da Marvel será revertida em “Vingadores 4”, algo que todos sabem, mas que os atores não têm autorização para confirmar. Novamente escrito pelos roteiristas Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho de 2019 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trilha de Homem-Aranha no Aranhaverso ganha clipe com música de Post Malone
A animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” ganhou um clipe musical. Trata-se do primeiro single de sua trilha sonora, “Sunflower”, gravada por Post Malone e Swan Lee – que repetem a parceria de “Spoil My Night”. O vídeo traz cenas da animação embaladas pela música, mas também têm sequências em que Miles Morales cantarola a letra. O que causa um certo desconforto. Afinal, o primeiro Homem-Aranha negro dos quadrinhos deveria ter um uma trilha mais politicamente correta que o pop de um “rapper” branco. Imagine se Post Malone fosse escolhido para encabeçar a trilha de “Pantera Negra”? Fica a dica: o intérprete de Miles Morales na série animada “Ultimate Homem-Aranha” é ninguém menos que Donald Glover. Que os fãs de rap conhecem como Childish Bambino. Alguém que faria uma trilha perfeita para a produção. A Sony ainda não revelou quem assina as demais faixas da trilha sonora. Em comunicado oficial, o estúdio/gravadora afirma que a trilha do filme é “uma antologia musical contemporânea”, que visa abraçar diversos gêneros, como hip-hop, pop e música latina. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem estreia prevista para 10 de janeiro no Brasil, mas a trilha sai um mês antes, em 14 de dezembro, junto com o lançamento do filme nos Estados Unidos.












