Chloe Bennet revela novo visual de Quake na 6ª temporada de Agents of SHIELD
A atriz Chloe Bennet revelou em seu Twitter o novo visual da sua personagem Quake na 6ª temporada de “Agents of SHIELD”. Ainda não há informações sobre a trama da temporada, que será menor que as anteriores, com apenas 13 episódios, e começará mais tarde, apenas em julho nos Estados Unidos. Como a série é a que mais tem relação com o universo cinematográfico da Marvel, o adiamento pode ser consequência de eventos do filme “Vingadores 4”, que estreia dois meses antes. Vale lembrar que, nos últimos episódios exibidos, “Agents of SHIELD” refletiu a chegada de Thanos na Terra, situando-se na época de “Vingadores: Guerra Infinita”. De todo modo, os fãs poderão rever um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), já em março. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará às telas grandes em “Capitã Marvel”, previsto para março, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva, que já se encontra renovada para seu sétimo ano. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. New exclusive Quake look. Come at me bad guys. @AgentsofSHIELD @Marvel pic.twitter.com/kCaXX578sw — Chloe Bennet (@chloebennet) November 17, 2018
Melhor série animada de super-heróis, Justiça Jovem ganha teaser e data de estreia da 3ª temporada
A plataforma DC Universe divulgou um teaser da nova animação “Young Justice: Outsiders”, que serve como 3ª temporada da ótima série animada da Justiça Jovem. A prévia revela a data de estreia e destaca Apokolips, o planeta natal do supervilão Darkseid. Além disso, o subtítulo Outsiders antecipa a introdução de outro grupo de heróis, conhecido no Brasil como Renegados – e que durante um período foi uma espécie de spin-off dos Titãs, liderado por Asa Noturna. O personagem faz parte da história, assim como outros Titãs clássicos e o grupo da Justiça Jovem, espécie de Titãs mirins. Oficialmente, a série ia reunir os Titãs clássicos Robin, Kid Flash, Arsenal (ex-Ricardito) e Mutano (Beast Boy), os justiceiros jovens Garota Maravilha (Wonder Girl), Besouro Azul (Blue Beetle) e Flechete (Arrowette), e três novidades: Super-Choque (Static), Salteadora (Spoiler) e Traci 13 (Thirteen). Mas os pôsteres divulgados também incluíram as participações de Superboy, Aqualad, Asa Noturna, Artemis (em novo uniforme) e dos novatos Geoforça, Forrageador (Forager, num visual mais insectóide), Halo, Metamorfo e Katana – os cinco últimos compõem os Renegados. A produção está a cargo dos responsáveis pela série original, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E a estreia vai acontecer em 4 de janeiro na plataforma de streaming da DC.
Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis da DC Comics ganha pôster inspirado em quadrinhos
A rede CW divulgou um novo pôster de “Elseworlds”, crossover envolvendo as séries de super-heróis do Arrowverso, batizado com o nome de uma linha editorial da DC Comics dedicada a histórias sobre universos e realidades alternativos. O cartaz é ilustrado como capa de uma publicação da DC Comics por Amy Reeder, que já desenhou quadrinhos de Batwoman e Supergirl, duas das personagens que aparecem na arte. A imagem destaca Arqueiro Verde e Flash se enfrentando, enquanto as duas heroínas citadas e Superman voam para impedi-los. Ao fundo, é possível ver o Monitor observando tudo, enquanto um novo vilão, Dr. John Deegan, ri mais que o Coringa no plano inferior. Por curiosidade, o nome do último personagem só apareceu uma vez nos quadrinhos, numa história de Batman. Foi em 1941, quando ele foi recrutado como capanga pelo Coringa – e morreu nesta única aparição. Mas a descrição oficial da DC parece transformá-lo no equivalente ao Dr. Hugo Strange de “Gotham”. “Ele é um médico do Asilo Arkham para os Criminosos Insanos de Gotham City, mas pode ser mais louco do que os presos que ele trata. Suas maquinações vão atrair Arqueiro Verde, Flash e Supergirl para Gotham City”, diz a sinopse. O vilão será interpretado por Jeremy Davies (das séries “Lost” e “Justified”), que não é novato nas adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Ele interpretou Ritchie Simpson na série “Constantine” e reprisou o papel como dublador na animação “Liga da Justiça Sombria”, lançada no ano passado. A história também introduz a heroína Batwoman, que será vivida por Ruby Rose (“Megatubarão”) e encontrará o Arqueiro Verde (Stephen Amell), Flash (Grant Gustin) e Supergirl (Melissa Benoist) em Gotham City. O grupo de heróis do novo crossover também inclui a volta de Tyler Hoechlin ao papel de Superman, que ele já desempenhou na série “Supergirl”, e desta vez ele virá acompanhado por Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter Lois Lane – outra estreante no Arrowverso. Para completar a lista do cartaz, a presença do Monitor (interpretado por LaMonica Garrett, de “Designated Survivor”) é a mais complexa de todas. Descrito pelos responsáveis pelo crossover como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama, o personagem foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez numa das histórias mais conhecidas dos quadrinhos. O Monitor teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso de todos os tempos, concebido para materializar o primeiro reboot dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nas páginas do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da DC, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recriava uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todos os universos paralelos, reunindo alguns poucos sobreviventes de outras dimensões na única Terra sobrevivente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime), evento tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança de outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. Ao viajar no tempo até o big bang, o homem chamado Kronas foi responsável por criar o Multiverso, dando origem também a duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simbolizava o encantamento com a criação original, o segundo visava sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para evitar a destruição que ficou conhecida como “Crise nas Infinitas Terras”, o Monitor precisa recrutar todos os super-heróis do Multiverso, que unem forças e fazem sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A história ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – mas, alguns reboots depois, também voltaram à ativa nas publicações da DC. Há grande probabilidade de os produtores estarem apenas plantando a semente de “Crise nas Infinitas Terras” no novo crossover, que, convenhamos, teria este nome se fosse realmente adaptar a história clássica. Isso significa que o próximo crossover pode já ter sido determinado: um megaevento como nunca se viu antes na TV. Dividido em três episódios, “Elsworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.
Agents of SHIELD é renovada para a 7ª temporada com meio ano de antecipação
A rede ABC anunciou a renovação da série “Agents of SHIELD” para a 7ª temporada com grande antecipação: nada menos que sete meses antes da estreia da 6ª temporada, prevista apenas para julho de 2019. Os fãs chegaram a temer pelo destino da atração, após o anúncio de que ela voltaria menor e bem mais tarde, após o encerramento de sua temporada mais criativa, em maio passado. Mas a série tem prestígio por ser a primeira produção televisiva da Marvel na carona do sucesso do universo cinematográfico dos heróis de quadrinhos. Ela também é a série de maior conexão com os filmes da Marvel, refletindo em sua trama eventos importantes, como a ascensão da HIDRA em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e até a destruição causada por Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita” (2018). Apesar disso, não tem audiência de blockbuster. Muito antes pelo contrário. A 5ª temporada foi assistida em média por 2 milhões de telespectadores ao vivo, rendendo apenas 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por conta disso, a ABC decidiu diminuir o investimento, encomendando apenas 13 capítulos para o sexto ano, em vez dos 22 das temporadas anteriores. A 7ª temporada também terá 13 episódios, mas não foi revelado se sua produção encerrará a série. A renovação acontece após o anúncio de que um personagem da série, o Agente Coulson (vivido por Clark Gregg), voltará a ser visto no cinema. “Agents of SHIELD” foi criada em torno de Coulson, após ele ser dado como morto no primeiro filme de “Os Vingadores” (2012). Agora, ele voltará às telas grandes em “Capitã Marvel”, previsto para março, e sua participação pode ajudar a atrair público para a atração televisiva. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Astro de Two and a Half Men será o vilão Lex Luthor na série Supergirl
O ator Jon Cryer, premiado com o Emmy pelo papel de Alan Harper em “Two and a Half Men”, confirmou nas redes sociais que vai interpretar o supervilão Lex Luthor na série “Supergirl”. Ele publicou um tuíte comemorando o papel e o fato de seu novo visual careca vir a calhar. “Eu estou muito animado com isso. Finalmente a minha foto no perfil se justifica”, escreveu, linkando o comunicado oficial do papel. Veja abaixo. A informação foi antecipada pelos produtores de “Supergirl”, que lembraram um fato curioso da carreira do ator. Quando era adolescente, ele viveu Lenny, sobrinho de Lex Luthor, no filme “Superman IV – Em Busca da Paz”, de 1987. “Nós somos grandes fãs de Jon Cryer e ele logo se tornou o nosso ator perfeito para interpretar o icônico papel de Lex Luthor. Jon é super talentoso, e o fato de ter interpretado Lenny Luthor em “Superman IV” adiciona uma camada extra à sua escalação”, disseram Robert Royner e Jessica Queller, produtores-executivos da série, no comunicado da rede CW. A dupla tinha revelado que Luthor apareceria na série em outubro passado. Na época, dissera que estavam ansiosos “para vê-lo enfrentar não só a Supergirl, mas também sua irmã, Lena Luthor”. Interpretada por Katie McGrath (a Morgana de “Merlin”), Lena Luthor entrou na 2ª temporada e logo se firmou como antítese do irmão, tornando-se a melhor amiga de Kara Danvers, a identidade civil de Supergirl (vivida por Melissa Benoist). Sua chegada também fez o nome de Lex Luthor ser citado à exaustão. Mas todas as referências aludiam ao fato de que ele estava preso e distante. Mesmo assim, a influência do vilão invadiu a trama por meio de suas invenções, pela determinação de sua mãe Lilliam Luthor (Brenda Strong, de “Desperate Housewives”) de manter viva a luta do filho contra a presença de alienígenas (como Supergirl) na Terra e, na atual temporada, pela chegada de dois capangas de Lex, os irmãos Otis (Robert Baker, de “The Originals”) e Mercy Graves (Rhona Mitra, de “The Last Ship”). Cryer vai aparecer como Luthor no 15º episódio da atual temporada, ainda sem data para ir ao ar. A partir daí, será um personagem recorrente da série. “Supergirl” está em sua 4ª temporada, que pode ser vista no Brasil pelo canal pago Warner. Finally, my profile picture pays off! https://t.co/k2EUVrFK4u — Jon Cryer (@MrJonCryer) 16 de novembro de 2018
Filme das Aves de Rapina escala atriz de 12 anos para viver a heroína Cassandra Cain
A produção do filme baseado nos quadrinhos das Aves de Rapina selecionou a novata Ella Jay Basco, de apenas 12 anos, para interpretar a personagem Cassandra Cain, que vira Batgirl nas publicações da DC Comics. Na história original, ela é uma jovem asiática de poucas palavras, privada da fala e de contato humano durante sua infância como condicionamento para se tornar a maior assassina do mundo. A personagem acabou encontrando a redenção ao ser resgatada por Batman, tornando-se a segunda Batgirl dos quadrinhos. Com a volta da Batgirl vivida por Barbara Gordon, Cassandra ganhou nova identidade e atualmente é conhecida como A Órfã nas publicações de super-heróis. Até entrar no filme, Ella Jay Basco tinha feito apenas aparições em cinco episódios de séries tão diferentes quanto “Grey’s Anatomy”, “Happyland”, “Superior Donuts”, “Vice” e “Teachers”. Ela vai se juntar ao elenco que conta com Margot Robbie como Arlequina (repetindo seu papel de “Esquadrão Suicida”), Rosie Perez (“O Conselheiro do Crime”) como a policial Renee Montoya, Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), que, numa inversão de etnia em relação aos quadrinhos (e à série “Arrow”), será mais uma intérprete negra a viver uma personagem chamada Negro, a Canário Negro. Além delas, Ewan McGregor (“Trainspotting”) foi escalado no papel do vilão Roman Sionis, o Máscara Negra Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o filme tem lançamento marcado para fevereiro de 2020.
O Último Guardião: Série turca de super-herói ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dez fotos e o trailer legendado de “O Último Guardião” (The Protector). Trata-se de uma série turca de super-herói, mas a prévia, com cenas românticas e excesso de planos fechados, mais parece uma telenovela – a Globo, por sinal, exibe uma novela de nome parecido. Criada por Binnur Karaevli (“The Eye of Istanbul”), a trama segue um rapaz comum que recebe poderes místicos de um antigo talismã e se vê protegendo a cidade de Istambul de um vilão imortal. O ator turco Çagatay Ulusoy (“Delibal”) tem o papel-título. E entre os diretores responsáveis pelos episódios estão Can Evrenol, dos terrores “Baskin” (2015) e “Housewife” (2017), e Gökhan Tiryaki, cinematógrafo favorito do premiado cineasta Nuri Bilge Ceylan, que estreia na direção após assinar as fotografias de “Era uma Vez na Anatolia” (2011) e “Sono de Inverno” (2014), vencedor da Palma de Ouro em Cannes. A estreia está marcada para 14 de dezembro em streaming.
Arqueiro Verde e Flash trocam de identidades nos primeiros teasers do crossover Elseworlds
A rede The CW divulgou dois teasers de “Elseworlds”, novo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. E as prévias dão sentido ao título da história, ao mostrar uma troca de identidades, com o ator Stephen Amell, protagonista de “Arrow”, vivendo a vida de casado de Barry Allen/Flash, e Grant Gustin, protagonista de “The Flash”, treinando como Oliver Queen/Arqueiro Verde. O título Elseworlds é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O crossover explora a confusão de identidades como ponto de partida para uma história de realidade alternativa. Mas isso deve ser apenas aperitivo de um projeto mais ambicioso, já que a trama introduzirá a Batwoman e Lois Lane no Arrowverso, além de elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Bane e Coringa surgem no novo trailer da temporada final de Gotham
A rede americana Fox divulgou um novo trailer da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. Ao som de “The End”, clássico da banda The Doors, a prévia destaca a introdução do vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e o novo visual de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan), que finalmente assume a aparência do Coringa. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. O arco final da série será baseado em “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra a cidade sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento eram causados por um Terremoto, mas na série foi um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska, Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Originalmente, a temporada final teria apenas 10 episódios, mas a Fox encomendou mais dois, totalizando 12 capítulos para 2019. Os novos episódios estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Sophie Turner e Jessica Chastain vêm divulgar X-Men: Fênix Negra na Comic Con Experience
As atrizes Sophie Turner e Jessica Chastain e o diretor Simon Kinberg virão ao Brasil divulgar “X-Men: Fênix Negra” na Comic Con Experience, que acontece entre os dias 6 e 9 de dezembro na São Paulo Expo (antigo Centro de Exposições Imigrantes) na capital paulista. Os três estarão no painel da Fox Film, que acontecerá no dia 7 dezembro no auditório principal, para falar dos bastidores da produção, que só estreia em 7 de junho de 2019. O filme vai mostrar a transformação da heroína Jean Grey, vivida por Sophie Turner, na vilã Fênix Negra, traçando sua evolução desde a infância até sua explosão de raiva contra a humanidade e o momento em que os X-Men decidem enfrentá-la. Já a personagem de Jessica Chastain é mantida em segredo. Simon Kinberg, roteirista e produtor da franquia dos X-Men, que aproveitou o último filme dos heróis produzido pela Fox para virar diretor, disse em entrevistas que ela “não é do nosso planeta” e que terá “uma história cósmica e extraterrestre”. Nos quadrinhos, a personagem extraterrestre que enfrenta Fênix é a Imperatriz Lilandra, mas Kinberg não é conhecido por seguir as histórias originais. Esta é a segunda vez que Kinberg aborda a mesma trama. É dele o roteiro do péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia, resultando num reboot no filme seguinte, “X-Men: Primeira Classe” (2011), após um hiato de cinco anos. Em “O Confronto Final”, Kinberg reinventou completamente a trama de “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, e agora filma novamente o mesmo enredo. Mas o que diferencia o novo filme de um remake? Pergunta para o painel da Comic Con Experience, cuja abreviatura é outro mistério – as iniciais são as mesmas de uma marca antiga e ruim de aparelhos eletrônicos, mas diante do perigo de virar CCE assumem a identidade secreta de CCXP. Agora, interessante mesmo será ver como os mediadores do painel vão evitar perguntas sobre “Game of Thrones” para Sophie Turner e “It: Capítulo Dois” para Jessica Chastain. O painel da Fox na CCXP também vai abordar os filmes “Alita: Anjo de Combate”, “O Menino Que Queria Ser Rei” e “Dragon Ball Super Broly – O Filme” com a presença de Wendel Bezerra, dublador do Goku.
Marvel Comics homenageia Stan Lee com vídeo emocionante
A editora Marvel Comics prestou uma emocionante homenagem a Stan Lee com a divulgação de um vídeo, que combina cenas de arquivo e declarações do artista com imagens de suas criações e depoimentos dos editores e executivos do editora. “Ele é o coração do universo Marvel”, define o vídeo-coral. Claro que podia ser mais aprofundado, com participação de artistas que trabalharam de verdade com Stan Lee, como Roy Thomas, seu sucessor na Marvel e uma das últimas pessoas a conversar com ele em vida. Mas não se trata de um documentário e sim uma forma de agradecer ao homem que possibilitou o emprego de todas aquelas pessoas que aparecem em cena. O que chama atenção, entretanto, é que foi um esforço exclusivo do ramo editorial da Marvel. Fox, Sony e Warner foram mais enfáticas, até o momento, que a Disney em relação aos tributos. O CEO da Disney, Bob Iger, esteve entre os primeiros a se manifestar após a morte de Stan Lee, na segunda (12/11). Mas nenhuma produção de série ou filmes derivados da Marvel, com o selo da Disney, seguiu sua deixa, embora atores tenham se manifestado de forma individual.
Série The Gifted, baseada nos quadrinhos dos X-Men, presta homenagem a Stan Lee
A série “The Gifted” homenageou Stan Lee em seu mais recente episódio, que foi ao ar na noite de terça-feira (13/11) nos Estados Unidos. A atração exibiu uma foto com o artista em meio ao elenco da atração, tirada na San Diego Comic-Con no ano passado. Como costuma fazer com quase todas as produções inspiradas em personagens da Marvel, Stan Lee fez uma participação especial em “The Gifted”. No episódio piloto da série, ele aparecia saindo de um restaurante. Segundo o ator Coby Bell, a rápida aparição de Lee não foi nem mesmo combinada com o estúdio Fox, responsável por sua produção. “Foi totalmente surpreendente. Estávamos filmando em Dallas [no Texas] e ficamos sabendo que Stan estava por lá também. Matt [Nix, criador] foi até onde ele estava hospedado e disse: ‘Ei, cara, estamos fazendo uma série de TV dos ‘X-Men’, e ele imediatamente topou”, disse. Stan Lee não criou pessoalmente nenhum dos personagens da série, mas era editor da Marvel quando Jim Steranko introduziu Polaris nos X-Men em 1968. E, claro, foi o criador do universo mutante dos quadrinhos, junto com Jack Kirby, em 1963. Desenvolvida por Matt Nix (que também criou “Burn Notice”), “The Gifted” usa personagens e situações dos quadrinhos dos “X-Men” e derivados para contar uma história original, onde os mutantes são perseguidos e se dividem em duas facções com ideias diferentes de como enfrentar o preconceito humano. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox com um dia de diferença em relação aos Estados Unidos. Isto significa que a homenagem a Stan Lee será mostrada nesta quarta (14/11) na TV paga brasileira. RIP #StanLee ending credits #TheGifted pic.twitter.com/hCMTZuuX2a — The Gifted Wiki (@TheGiftedWiki) 14 de novembro de 2018
Wild Cards: Saga de super-heróis do criador de Game of Thrones deve render séries em streaming
Mais uma saga de George R.R. Martin, cujos livros inspiraram “Game of Thrones”, vai virar série. A plataforma Hulu pode emplacar não apenas um, mas dois projetos baseados nos livros de “Wild Cards”. Uma fonte confirmou ao site The Hollywood Reporter que produtores da Universal Cable Productions estão perto de fechar um acordo com o Hulu para desenvolver duas séries baseadas nessa obra de Martin. A adaptação estaria a cargo do roteirista-produtor Andrew Miller (“O Círculo Secreto”). Os livros de “Wild Cards” começaram a ser publicado por Martin e vários de seus colegas de jogos de RPG ainda nos anos 1980 e já contam com dezenas publicações, além de inspirarem quadrinhos e jogos, formando um universo compartilhado. A história se passa nos anos 1940 numa Nova York alternativa, após um grande ataque de vírus alienígena matar 90% da população da cidade. Os 10% que sobreviveram desenvolveram superpoderes. E o vírus, que dá nome à saga, passa de geração para geração e pode ser ativado após um evento traumático. O projeto ainda não foi oficialmente anunciado pelo Hulu.












