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    Record lança sua plataforma de streaming PlayPlus

    14 de agosto de 2018 /

    A rede Record lançou sua plataforma de streaming, batizada de PlayPlus. De forma curiosa, a companhia define o PlayPlus como um serviço de streaming e um marketplace. Este último nome é na verdade a versão premium do serviço, com mais atrações – não é um lugar para fazer negócios, não. O serviço, que começou a funcionar às 0h de terça (14/8), tem três opções de planos: gratuito (plano play), R$ 12,90 (plano play plus) e R$ 32,80 (plano play plus + esportes). O primeiro dá acesso à programação ao vivo dos canais do grupo Record (o que inclui Record News e estações da TV Record em diferentes estados). O segundo conta com conteúdos originais da plataforma (como um programa sobre eleições e outros de variedades com artistas da Record), conteúdos para o público infantil da PlayKids, séries da rede e licenciadas (como “Chicago PD” e “Heroes”), além de parte do acervo histórico da emissora — o que inclui episódios da “Família Trapo”, “Especial Elis Regina” e “Programa Flavio Cavalcanti”. E o terceiro plano oferecerá conteúdos de parceiros — no caso, acesso a todos os canais ESPN. A parceria com a ESPN e com a PlayKids não deixa de ser uma forma de a emissora acrescentar conteúdo em suas áreas mais fracas, esportiva e infantil. O ponto positivo é que a Record investirá em conteúdo exclusivo. O negativo é que não serão séries, mas programas de variedades e reality shows que parecem quadros estendidos do programa “Domingo Espetacular”. Por enquanto, são quatro programas exclusivos: “Bola Vai no Meu Lugar”, um reality cômico protagonizado pelos ex-Pânico Marcos Chiesa (Bola) e Carlinhos Silva (Mendigo), “Pais da Nova Era”, no qual o apresentador Marcos Mion busca contar histórias inspiradoras de paternidade, “De Folga com a Fama”, em que Ticiane Pinheiro convida celebridades para atividades inesperadas, e o jornalístico “Eleições 2018”, comandado por Eduardo Ribeiro. Todos tem curta duração, entre cinco e seis capítulos. Entre outros projetos previstos, há “Camarim da Xuxa”, destinado ao público infantil, programado para outubro, e uma atração ainda sem título protagonizada por youtbers famosos. O pacote plus é mais barato que o Globo Play, mas, comparativamente, oferece menos opções que o produto rival. De todo modo, ambos os serviços são caros em relação à variedade do cardápio da Netflix, por exemplo, que custa R$ 19,90. Veja abaixo o comercial do produto, vago e sem informações.

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  • Série

    Primeiras fotos da nova série da bruxinha Sabrina investem no clima sombrio

    13 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou as duas primeiras fotos da nova série da bruxinha Sabrina, que fazem justiça ao nome da atração. Originalmente chamada de “Chilling Adventures of Sabrina”, mesmo nome dos quadrinhos em que se baseia, a série foi batizada pelos criativos do streaming nacional de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. As imagens destacam a atriz Kiernan Shipka (“Mad Men”), intérprete do papel-título, andando pela floresta, enquanto outra retrata a cena do “batismo negro”, quando ela recebe seus poderes mágicos. Esta imagem ainda apresenta Miranda Otto (“O Senhor dos Anéis”) e Lucy Davis (“Mulher-Maravilha”) como as tias bruxas Zelda e Hilda, respectivamente. Para completar o clima sombrio, a data escolhida para a estreia foi a sexta-feira que antecede o Halloween, dia 26 de outubro. Uma opção temática, que no ano passado acomodou a 2ª temporada de “Stranger Things”. A 1ª temporada terá 10 episódios e ignorará o tom de comédia adolescente, que marcou a personagem nos anos 1990 na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, investindo numa trama com elementos de terror. Isto é algo que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – , tinha introduzido no lançamento da nova versão da bruxinha nos quadrinhos – justamente em “Chilling Adventures of Sabrina”. Na trama, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. O elenco grandioso é encabeçado pela atriz Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira e inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, retomando o trio original que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque o canal preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, as duas séries não terão mais ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional.

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  • Série

    Teaser de Punho de Ferro apresenta transformação de Davos no vilão Serpente de Aço

    12 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo teaser da 2ª temporada de “Punho de Ferro” no Twitter. A prévia é curta, mas mostra Davos (Sacha Dhawan) demonstrando novas habilidades. Ele enfrenta vários adversários e acende seu punho, como Danny Rand (Finn Jones) costuma fazer. Como Davos obtém o Punho de Ferro ainda permanece um mistério, mas, nos quadrinhos, o personagem absorve o poder do herói para virar o vilão Serpente de Aço. Entretanto, o preço que ele paga é muito alto. Seu corpo não consegue suportar a energia mística e o uso do Punho do Ferro resulta em sua morte. Isto porque Davos nunca passou pelo teste enfrentado por Danny, que derrotou o dragão Shou-Lao para ficar com seu poder. Mas como se trata da Marvel, depois de morrer, o vilão melhorou para voltar a brigar com o herói em novas aventuras. Além de retomar essa rivalidade, a nova temporada vai introduzir uma nova personagem, Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original), interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). Nas publicações da Marvel, Mary costuma aparecer mais como inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. A 2ª temporada de “Punho de Ferro” está a cargo de um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E o novo chefe trouxe a bordo um coreógrafo para melhorar as cenas de lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro. Living weapon. pic.twitter.com/zr2kcjktKF — Iron Fist (@MarvelIronFist) August 10, 2018

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  • Filme

    Big Fish & Begonia: Animação chinesa ganha trailer legendado

    12 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Big Fish & Begonia”, uma animação chinesa com uma história bizarra de peixes que viram humanos e vice-versa. Além do tema sobrenatural, o estilo caprichado do desenho aponta uma grande influência do estúdio Ghibli japonês. A trama se passa num universo paralelo sob os oceanos, onde os seres místicos controlam o equilíbrio da natureza na Terra. Neste lugar, a adolescente Chun pode fazer as plantas crescerem com um estalar dos dedos e seu avô é praticamente Deus. Quando a jovem é enviada para a Terra – na forma de um golfinho vermelho, inexplicavelmente – ela se apaixona por um rapaz que morre afogado ao tentar resgatá-la de uma rede de pesca. Então, troca metade de sua vida com um Guardião das Almas caolho para trazer o humano de volta à vida. Só que ele retorna como uma bebê baleia-unicórnio que ela deve nutrir até a idade adulta. E esta é apenas a premissa. Ou seja, a história coloca a “Pequena Sereia” em “A Viagem de Chihiro” e se torna cada vez mais estranha, como um sonho maluco, conforme a trama avança. Produzido originalmente em 2016, “Big Fish & Begonia” tem roteiro e direção de Liang Xuan e Zhang Chun, que estreiam nas funções. O lançamento na Netflix está marcado para sexta-feira, dia 17 de agosto.

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  • Série

    Ator de Doctor Who viverá o herói Ciborgue na série da Patrulha do Destino

    11 de agosto de 2018 /

    A série da Patrulha do Destino terá a participação do super-herói Ciborgue, que inclusive já foi escalado. O anúncio foi feito pelo site oficial da DC Comics, que também confirmou Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel. Não foram divulgados muitos detalhes sobre a nova versão do personagem, que apareceu antes no cinema, no filme da “Liga da Justiça”. De todo modo, a sinopse divulgada dá a entender que o Ciborgue será o grande responsável por reunir a Patrulha do Destino, abordando os heróis “com uma missão que é difícil de recusar, mas com um aviso igualmente complicado de ignorar.” “Doom Patrol” (o título original) será um spin-off da também vindoura série “Titans”, sobre os Novos Titãs, que introduzirá o grupo de heróis disfuncionais. Ambas farão parte da programação original da plataforma DC Universe. A Patrulha do Destino é considerado os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Criado pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, a primeira edição chegou às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. E desde sua concepção o grupo se tornou conhecido por causar mais medo e repulsa – formado por pessoas que foram mutiladas, desfiguradas ou tem poderes assustadores – que as reações positivas associadas aos super-heróis. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. Ainda não há data de estreia definida.

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  • Série

    Atriz de Orange Is the New Black será super-heroína da série da Patrulha do Destino

    11 de agosto de 2018 /

    Os heróis da Patrulha do Destino ganharam mais um membro após a encomenda da série baseada em seus quadrinhos. Além dos personagens anteriormente anunciados, que serão introduzidos na série “Titans”, o grupo contará com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane. Crazy Jane é uma heroína com características similares as do vilão de “Fragmentado” (2016). Ela sofre do caso mais grave já conhecido de transtorno de personalidade múltipla, possuindo 64 personalidades distintas. E cada uma delas manifesta um superpoder diferente, o que faz dela a integrante mais poderosa da Patrulha do Destino, bem como a mais instável. A personagem também é relativamente recente comparada aos demais patrulheiros. Ela foi criada em 1989, quando o escritor Grant Morrision assumiu a publicação, acrescentando influências de dadaismo, surrealismo e arte abstrata nas tramas dos super-heróis. Já o grupo original foi criado pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. Mas graças à popularidade atingida pela publicação da Marvel, calhou de os patrulheiros serem apelidados de “X-Men da DC Comics”. Apesar disso, desde sua concepção o grupo estabeleceu um tom que causava mais medo e repulsa – ao juntar pessoas que foram mutiladas, desfiguradas ou têm poderes assustadores – que as reações positivas associadas aos super-heróis – o que se repetiu com os mutantes da Marvel. A sinopse oficial da série segue essa premissa: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier, dos X-Men. Os demais personagens são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série “Doom Patrol” (o título original) será um spin-off de “Titans”, atração dos Novos Titãs. As duas produções farão parte da programação original da plataforma DC Universe. Ainda não há data de estreia definida.

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  • Série

    2ª temporada da premiada The Marvelous Mrs. Maisel ganha primeiro trailer

    11 de agosto de 2018 /

    A Amazon divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Marvelous Mrs. Maisel”, que destaca a colorida recriação de época da produção, com figurinos e cenografia impecáveis, além de mostrar que os novos episódios acompanharão as férias da protagonista entre o rio e as montanhas de Catskills no verão de 1959. Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, a atração conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. “The Marvelous Mrs. Maisel” venceu o Critics Choice Award e o Globo de Ouro 2018 de Melhor Atriz e Série de Comédia, e é favorita ao Emmy 2018 nas mesmas categorias. Antes do estouro da atração, sua criadora, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade, exibida entre 2000 e 2007 na TV aberta americana e recentemente resgatada numa leva curta de quatro episódios especiais pela Netflix. A 2ª temporada de “The Marvelous Mrs. Maisel” ainda não tem data de estreia definida, mas será disponibilizada aos assinantes do serviço de streaming da Amazon ainda neste ano.

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    Criadora de Insatiable diz que campanha “politicamente correta” contra a série é censura

    10 de agosto de 2018 /

    A série “Insatiable” chegou nesta sexta (10/8) na Netflix envolta em polêmicas, após ser acusada de gordofobia e body shaming (humilhação corporal). Apenas a divulgação de seu trailer foi suficiente para inspirar uma petição online, que já atingiu mais de 230 mil assinaturas, pedindo para a plataforma cancelar a produção. A trama acompanha a vingança de uma ex-gordinha, vivida por Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel). Vítima de bullying no colegial, ela decide mudar de dieta, fica glamourosa e vai à forra, num acerto de contas virulento. Cheia de momentos ultrajantes, acabou desagradando quem não viu e não gostou. E a impressão negativa contagiou a crítica. No dia de sua estreia, a série contava com meros 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. Agora, a criadora da atração, Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), resolveu contra-atacar, defendendo “Insatiable” por seu potencial de gerar incômodo e comparando a campanha contra a série à censura. “Eu queria cutucar esses assuntos através da comédia. Mas cada um dessas assuntos que os personagens lidam – de distúrbios alimentares ao transtorno dismórfico corporal, sexualidade, a necessidade de validação, o desejo de ser perfeito, doença mental – eu enfrentei cada uma dessas coisas”, revelou Gussis, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Acho que estamos diante de um perigo real de censura se decidirmos que só podemos contar histórias de uma certa maneira para que todos se sintam seguros. Por experiência própria, o crescimento vem de desconforto e dor. Se ouvir essas coisas é desconfortável, eu entendo. São temas sensíveis. A ferida é profunda, mas não acho que a solução é me silenciar ou silenciar outras pessoas. Eu acho que a solução é falar, para que possamos discutir a respeito. É representar a realidade, ao invés de outra versão idealizada da verdade que não seja realista, o que nos mantém ainda mais distantes de ter uma conversa honesta e chegar a uma compreensão mais profunda de nós mesmos”, defende a criadora. Em outras palavras, ignorar o problema não faz o problema sumir. A repórter ainda questionou: “Mas como ajuda mostrar pessoas maltratando outras porque são gordas? A mensagem não deveria ser o contrário, que não se deve tratar mal as pessoas?” “Eu acho que essa é a mensagem da série, sim”, diz Gussis. “Quer dizer, veja o que acontece quando você trata alguém tão mal. Ela se transforma em uma pessoa realmente violenta, com raiva, e cada ação tem uma reação igual e oposta”. E então ela aponta o problema da pergunta, que está na raiz do ataque politicamente correto à produção. “Eu também acho que, na arte, ‘deveria’ é uma palavra muito, muito perigosa. Eu acho que se tentarmos dizer às pessoas como elas devem contar suas histórias, se tentarmos silenciá-las, então estamos fazendo o oposto do que a arte precisa fazer, que é estimular discussões. E eu acho que estamos, como sociedade, chegando muito perto desse perigo de censura. Eu acho que se dissermos às pessoas, e aos artistas especificamente, que você só pode contar uma história de uma certa maneira e você só tem permissão para contar uma história de uma forma que me faça sentir confortável, nós abrimos mão da capacidade de discutir e crescer com essas discussões”, concluiu.

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  • Série

    Paul Rudd vai estrelar série dos diretores de Pequena Miss Sunshine na Netflix

    10 de agosto de 2018 /

    O ator Paul Rudd vai estrelar uma nova série de comédia sci-fi da Netflix. O astro de “Homem-Formiga” será o protagonista de “Living with Yourself”, produzida e dirigida pelo casal Jonathan Dayton e Valerie Faris, responsáveis por filmes como “Pequena Miss Sunshine” (2006) e “A Guerra dos Sexos” (2017). A série foi criada por Timothy Greenberg (produtor do talk show “The Daily Show”) e estava sendo desenvolvida para o canal pago “indie” IFC, que a descartou devido aos custos elevados. A Netflix prontamente abriu a carteira e adquiriu o projeto, para acrescentar mais uma atração de perfil premium em sua programação. A sinopse lembra “O Duplo”, clássico literário de Fyodor Dostoevsky. Na trama, Rudd será um homem que, perdido na vida, busca um tratamento experimental para se tornar “uma pessoa melhor”. Entretanto, em vez de ajudá-lo, os cientistas criam um clone, que o substitui em todas as atividades diárias. E em pouco tempo ele descobre que seu maior inimigo é ele mesmo. Esta não será a primeira série de Paul Rudd na Netflix. Anteriormente, ele reprisou seu papel do filme “Mais um Verão Americano” (2001) em duas temporadas da atração derivada “Wet Hot Summer”. A 1ª temporada de “Living with Yourself” terá oito episódios, todos dirigidos por Dayton e Faris. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Elenco de 13 Reasons Why quer aumento para gravar a 3ª temporada da série

    9 de agosto de 2018 /

    A 3ª temporada de “13 Reasons Why” atingiu um impasse, na véspera de sua primeira leitura geral de roteiro. A pré-produção deveria começar nesta quinta (9/8), mas oito membros do elenco principal ainda estão negociando seus contratos, segundo apurou o site Deadline. Os atores exigem um aumento substancial e ainda não chegaram a um acordo com a Netflix. Porém, fontes próximas à situação se dizem otimistas e esperam que os contratos sejam fechados até segunda, data marcada para o início oficial das gravações do novo ano. De acordo com informações do Deadline, o protagonista Dylan Minnette quer receber cerca de US$ 200 mil por episódio, enquanto Brandon Flynn, Alisha Boe, Justin Prentice, Christian Navarro, Miles Heizer, Devin Druid e Ross Butler pedem US$ 150 mil por episódio. Trata-se de um aumento considerável em relação aos valores recebidos pelo elenco nas temporadas passadas – entre US$ 20 mil e US$ 80 mil por episódio. Além de buscar aumento para a nova temporada, os atores também esperam conseguir uma promessa mais um reajuste caso a série ganhe uma 4ª temporada. Vale lembrar que os cachês do elenco mirim de “Stranger Things” variam de US$ 150 mil a US$ 350 mil por episódio – caso de Millie Bobby Brown. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada de “13 Reasons Why” na Netflix.

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  • Série

    Paradise Police: Série animada de policiais incompentes ganha trailer legendado

    8 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da série animada “Paradise Police”. O título em inglês é a irônica “tradução” nacional de “Paradise PD”, nova criação de Roger Black e Waco O’Guin, responsáveis por “Brickleberry”. A série é uma comédia para adultos sobre um departamento de polícia repleto de maus policiais. Mas não no sentido de malvados ou corruptos. Eles são ruins mesmo, péssimos em seus afazeres diários. O elenco de vozes originais inclui Tom Kenny (a voz de Bob Esponja), Sarah Chalke (“Roseanne” e voz de Beth em “Ricky & Morty”), Dana Snyder (dublador da vovó em “Squidbillies”), Cedric Yarbrough (“Speechless”), Dave Herman (voz de Steve em “Brickleberry”) e Kyle Kinane (“A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança”). “Paradise Police” irá estrear em 31 de agosto na Netflix.

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  • Série

    Os Inocentes: Nova série sci-fi britânica ganha pôsteres nacionais e trailer legendado repleto de ação

    8 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou os pôsteres nacionais e um novo trailer legendado da série sci-fi britânica “The Innocents”, que ganhou tradução nacional literal: “Os Inocentes”. A prévia apresenta melhor a história, repleta de ação, efeitos visuais e clima eletrizante. Criada por Hania Elkington e Simon Duric (artista dos storyboards de “Black Mirror”), que estreiam como roteiristas, a trama é descrita como uma história de amor adolescente com reviravoltas sobrenaturais. A premissa é a mais básica do gênero – a mesma de “Sense8”, “Impulse”, “Tomorrow People”, “Stranger Things” e “Believe”, por exemplo. Um garota que começa a manifestar poderes inexplicáveis passa a ser perseguida por uma organização secreta misteriosa. Ela tem a capacidade de se transformar em outras pessoas, o que assusta seu namorado, mas logo ele passa a querer ajudá-la a escapar. O casal de jovens é vivido por Sorcha Groundsell (da série “Clique”) e Percelle Ascott (série “Wizard vs. Aliens”) e o elenco também inclui Guy Pearce (“Alien: Covenant”), Katie Clarkson-Hill (série “Guilt”), Sam Hazeldine (série “Requiem”), Laura Birn (“Na Companhia de Estranhos”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (série “The Last Kingdom”), Trond Fausa (série “Lilyhammer”) e Jason Done (série “Merlim”), entre muitos outros atores nórdicos. A produção é da New Pictures, estúdio com sede no Reino Unido que também realizou “Requiem”, outra série britânica de temática sobrenatural disponibilizada pela Netflix. A atração terá oito episódios, todos dirigidos por Farren Blackburn (“Refém do Medo”), e a estreia vai acontecer em 24 de agosto.

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  • Série

    Última temporada de House of Cards ganha pôster, fotos e data de estreia

    7 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, as primeiras fotos e a data de estreia da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro passado. E a estreia vai ser justamente no aniversário desse acontecimento: no dia 2 de novembro. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores, graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey. Sem o protagonista original, a série dará mais destaque para a atriz Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para mostrar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele. Ela trabalha com datas. E é 2 de novembro. #HouseOfCards pic.twitter.com/6HoIfOjFHT — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 7 de agosto de 2018

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