Titans: Intérprete de Jason Todd encontra a estátua póstuma de Robin do filme Batman vs Superman
O ator Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) causou sensação nesta semana ao aparecer na série “Titans” no papel de Jason Todd, o segundo e trágico Robin. Primeiro intérprete do personagem em live action, ele foi entrevistado pelo programa “DC Daily” para marcar a ocasião, e o cenário incluiu a célebre estátua póstuma de Robin pichada pelo Coringa, vista no filme “Batman vs. Superman”. Walters aproveitou para tirar uma foto ao lado da imagem e postá-la nas redes sociais. Veja abaixo. A estátua, claro, tem significado sombrio, já que o Coringa matou Jason Todd brutalmente nos quadrinhos. Mas morte é um conceito relativo na DC e Jason Todd não demorou a melhorar sua saúde e voltar a aparecer nas publicações da editora como o Capuz Vermelho, personagem que Walters adoraria interpretar na série dos “Titãs”, como confidenciou. Ele deu a entender que sua participação na série não vai se resumir apenas a um episódio. E em outra entrevista, ao site Comic Book Movie, praticamente anunciou que estará na 2ª temporada – já confirmada – da atração. “Titans” estreou em 12 de outubro na plataforma de streaming DC Universe, por enquanto disponível apenas nos Estados Unidos. E vai aparecer no Brasil por outro serviço de streaming, a Netflix, assim que terminar sua 1ª temporada. A série está atualmente na metade de seus 12 episódios inaugurais.
J.K. Simmons entra no revival da série Veronica Mars
O ator J.K. Simmons, vencedor do Oscar por “Whiplash” (2014) e astro da série “Counterpart”, juntou-se ao elenco do revival de ”Veronica Mars”. Ele interpretará Clyde Prickett, um ex-presidiário que chega em Neptune para trabalhar com Dick Casablancas (Ryan Hansen), após passar dez anos na cadeia por extorsão. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming Hulu, novamente escrita por seu criador Rob Thomas e estrelada por Kristen Bell no papel-título. “Veronica Mars” foi originalmente exibida entre 2004 e 2007 e se tornou cultuadíssima, como uma versão irônica de “Nancy Drew”. O humor ácido e auto-referencial revolucionou as séries de adolescentes, influenciando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor. No Brasil, a série ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai detetive particular (vivido por Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Para quem não lembra, a intérprete da vítima, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. A maioria do elenco original da série voltou a se juntar num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo, que na época bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse dos fãs num resgate da série e só percebeu o entusiasmo quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. As gravações começam nas próximas semanas, e além de Kristen Bell e Ryan Hansen, também estão confirmados os retornos de Enrico Colantoni, Jason Dohring, Percy Daggs III, Max Greenfield e David Starzyk a seus personagens da série clássica. Já as novidades incluem ainda Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), Izabela Vidovic (“iZombie”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”). Ainda não há previsão de estreia, mas é possível supor que os novos episódios sejam disponibilizados em 2019.
Ator de Power Rangers entra na série do herói Raio Negro
O ator R.J. Cyler, que ficou conhecido como o Ranger Azul no filme de ”Power Rangers”, juntou-se ao elenco da 2ª temporada de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro. Ele interpretará Todd Green, gênio da tecnologia que trabalhará para o vilão Tobias Whale. Cyler terá uma participação regular na série. Ele também está escalado na 3ª temporada de “Scream”, que ainda não tem previsão de estreia. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), “Black Lightning” se diferencia das demais produções da DC não apenas por seu elenco majoritariamente negro, mas porque encontra o herói, em sua identidade de Jefferson Pierce, uma década depois dele se aposentar do combate ao crime para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. E não demora para ele descobrir que suas duas filhas também começaram a manifestar superpoderes. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Christine Adams (série “Terra Nova”) como sua ex-esposa, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como suas filhas, conhecidas nos quadrinhos pelos codinomes de Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), James Remar (série “Dexter”) como seu mentor Peter Gambi (que é um mix de Alfred e Oráculo), Damon Gupton (série “Bates Motel”) como o policial Bill Henderson e o rapper Marvin ‘Krondon’ Jones III como o vilão Tobias Whale. Embora não participe dos crossovers das outras séries de super-heróis da rede CW, a atração compartilha com “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” o mesmo produtor, Greg Berlanti. A produção é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Série do Monstro do Pântano completa elenco central e inicia produção
A série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano, completou seu elenco central e iniciou sua produção. O começo dos trabalhos foi anunciado pela atriz Crystal Reed (“Gotham”), que divulgou em seu Instagram uma foto do diretor Len Wiseman (“Anjos da Noite”) atrás de uma câmera, acompanhado pela hashtag #DayOne (primeiro dia). Wiseman também deu a dica ao postar um vídeo em que aparece com a equipe de produção circulando de barco pelos pântanos da Louisiana, onde a série se passa, demonstrando como a ambientação é excelente para uma história de terror. Veja abaixo. A atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”, ficou com o papel principal. Ela viverá a protagonista Abby Arcane. A série pretende mudar ligeiramente a trama criada em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Alec Holland, por sua vez, será vivido por Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A produção também confirmou três mudanças raciais em relação aos quadrinhos. A atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) será Liz Tremayne, mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), por sua vez, incorporará Madame Xanadu, que tem suas próprias aventuras na DC Comics desde 1978. A mudança racial joga por terra sua cronologia dos quadrinhos, que a apresenta como a encarnação moderna da feiticeira Nimue da lenda medieval do Rei Arthur. Já Henderson Wade (“Extant”) viverá Matt Cable, que não mudou só de etnia em relação aos quadrinhos. Introduzido na primeira edição do Monstro do Pântano em 1972 como um agente federal encarregado de proteger o cientista Alec Holland, ele passa boa parte do arco original da história perseguindo o Monstro, a quem culpa pela morte do amigo, sem saber que os dois são a mesma pessoa, e acaba se envolvendo romanticamente com Abby Arcane, num triângulo bizarro com a criatura de Louisiana, antes de ter um final terrível. Tudo isso foi abandonado na série, em que Matt Cabble é filho da xerife Lucilla Cable (criada para a atração) e foi namorado de Abby na adolescência. Já a xerife, descrita como durona, tem interpretação de ninguém menos que Jennifer Beals (das séries “Taken”, “The L Word” e do musical clássico “Flashdance”). Além destes, três vilões foram anunciados. Virginia Madsen (“Designed Survivor”) viverá Maria Sunderland, que trocou sua educação privilegiada pelos pântanos quando se casou com o magnata do comércio local Avery Sunderland, mas a obsessão da vida de Avery pelo pântano causou uma ruptura entre eles. Sua vida equilibrada é abalada ainda mais quando o retorno de Abby Arcane desperta uma tristeza profunda pela perda de sua filha, Shawna, atraindo-a para os sombrios mistérios sobrenaturais que emergem do pântano. A personagem não aparece nos quadrinhos, mas Avery Sunderland tem presença importante na trama, como um general que comanda uma grande corporação científica, interessado em caçar e estudar o Monstro do Pântano, de forma similar ao que acontece no filme vencedor do Oscar “A Forma da Água” (2017). A versão de carne e osso do personagem será vivida por Will Patton (“Falling Skies”). Um dos cientistas encarregados por Sunderland para fazer testes na criatura é Jason Woodrue, cujo nome é bem conhecido dos leitores dos quadrinhos, por se tornar o Homem Florônico. Supervilão deformado por experiências, ele costumava enfrentar super-heróis até o escritor Alan Moore recriá-lo nas páginas do Monstro do Pântano. Seu intérprete na série é Kevin Durand (da série “The Strain”). Com esta relação de personagens, é possível deduzir a trama de grande parte da temporada. Mas, curiosamente, o principal antagonista dos quadrinhos não foi escalado: Anton Arcane. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman (“Anjos da Noite”), mas não há mais informações sobre quem fará os demais capítulos, nem há previsão para a estreia. A série “Swamp Thing” será disponibilizada na plataforma DC Universe nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. Let the games begin ? #dayone @lenwiseman Uma publicação compartilhada por Crystal Marie Reed (@crystalmreed) em 14 de Nov, 2018 às 11:30 PST Visualizar esta foto no Instagram. Enjoy The Silence #LocationLocationLocation Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 5 de Nov, 2018 às 10:36 PST
Melhor série animada de super-heróis, Justiça Jovem ganha teaser e data de estreia da 3ª temporada
A plataforma DC Universe divulgou um teaser da nova animação “Young Justice: Outsiders”, que serve como 3ª temporada da ótima série animada da Justiça Jovem. A prévia revela a data de estreia e destaca Apokolips, o planeta natal do supervilão Darkseid. Além disso, o subtítulo Outsiders antecipa a introdução de outro grupo de heróis, conhecido no Brasil como Renegados – e que durante um período foi uma espécie de spin-off dos Titãs, liderado por Asa Noturna. O personagem faz parte da história, assim como outros Titãs clássicos e o grupo da Justiça Jovem, espécie de Titãs mirins. Oficialmente, a série ia reunir os Titãs clássicos Robin, Kid Flash, Arsenal (ex-Ricardito) e Mutano (Beast Boy), os justiceiros jovens Garota Maravilha (Wonder Girl), Besouro Azul (Blue Beetle) e Flechete (Arrowette), e três novidades: Super-Choque (Static), Salteadora (Spoiler) e Traci 13 (Thirteen). Mas os pôsteres divulgados também incluíram as participações de Superboy, Aqualad, Asa Noturna, Artemis (em novo uniforme) e dos novatos Geoforça, Forrageador (Forager, num visual mais insectóide), Halo, Metamorfo e Katana – os cinco últimos compõem os Renegados. A produção está a cargo dos responsáveis pela série original, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E a estreia vai acontecer em 4 de janeiro na plataforma de streaming da DC.
Netflix encomenda série de terror espanhola do roteirista de O Orfanato
A Netflix encomendou uma nova série espanhola, “Alma”, criada por Sergio G. Sánchez, roteirista do terror “O Orfanato” (2007) e do filme de desastre “O Impossível” (2012), ambos dirigidos por J. A. Bayona. A série é um drama supernatural que acompanha uma jovem chamada Alma, que sobrevive a um acidente de ônibus que mata seus colegas de classe. Ao acordar, sem nenhuma memória de seu passado ou do acidente, ela se encontra em um mundo onde não conhece nada nem ninguém, seus pais parecem estranhos e até sua casa está cheia de segredos e mistérios. Presa em um mundo em que talvez não pertença, Alma começa a investigar o acidente e os eventos que a levaram a essa situação. “Alma explora meus temas favoritos: a jornada da infância à maturidade, a fronteira entre a vida e a morte, o espaço emocional onde a fantasia se mistura à realidade, só que dessa vez em uma tela mais ampla que me dará a oportunidade de expandir a narrativa em enredos entrelaçados, com várias camadas de personagens”, disse Sánchez em comunicado. “Vai ser muito emocionante trazer esse universo rico para a vida, e estou muito feliz com o fato de a Netflix estar me dando a chance de alcançar um público global com uma série de língua espanhola que está profundamente enraizada em minhas próprias obsessões como um contador de histórias”, adicionou. A série vai ser escrita e dirigida por Sánchez, que no ano passado estreou como diretor de cinema, à frente do terror “O Segredo de Marrowbone”. Ainda não há previsão para a estreia.
F Is for Family: Trailer da 3ª temporada mostra família animada mais incorreta que os Simpsons
A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de “F Is for Family”, que traz, ainda sem legendas, a nova coleção de palavrões e recalques da animação adulta. Na prévia, a família da trama lembra “Os Simpsons” e “O Rei do Pedaço”. Mas os Murphy são bem mais desbocados. E também politicamente incorretos, já que a trama se passa nos anos 1970. A série é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“A Culpa é das Estrelas”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin. Todos os episódios da 3ª temporada serão disponibilizados no dia 30 de novembro.
Jack Reacher vai virar série sem participação de Tom Cruise
A franquia “Jack Reacher”, baseada nos livros de Lee Child, vai virar série. Quem revelou a novidade foi o próprio criador do personagem em entrevista à rádio BBC. “É um contrato bastante novo, fechamos na semana passada”, disse Child. “Não haverá mais filmes com Tom Cruise. Em vez disso, vamos levar Jack Reacher para a Netflix ou algo parecido – uma série de streaming – com um ator completamente novo. E quero que todos aqueles leitores que estavam chateados com a escalação de Tom Cruise me ajudem e participem na escolha do ator certo para a série de TV. Estamos reiniciando a franquia e começando de novo, e vamos tentar encontrar o cara certo”. Os dois filmes estrelados por Cruise descontentaram os leitores dos livros devido à baixa estatura do ator, que não combina com a descrição literária do personagem. “Eu realmente gostei de trabalhar com Cruise”, esclareceu Lee Child. “Ele é um cara muito legal. Nós nos divertimos muito e ele trabalha muito duro e ele leva isso a sério. Mas, no final das contas, os leitores estão certos: o tamanho de Reacher é bem importante e um grande aspecto sobre quem ele é”. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que se associaram à produtora de Tom Cruise para levar o personagem para o cinema. A decisão de não fazer mais filmes é consequência do fraco desempenho dos dois longas lançados em 2012 e 2016. O primeiro rendeu US$ 218 milhões e o segundo apenas US$ 162 milhões em todo o mundo. Skydance e Paramount já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava cinemas como uma série para streaming: “Jack Ryan”, na Amazon.
Lily James e Armie Hammer vão estrelar remake do clássico Rebecca, a Mulher Inesquecível
Os atores Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) vão estrelar uma nova versão de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, romance clássico de Daphne du Maurier que já foi levada às telas por Alfred Hitchcock em 1940, ocasião em que venceu o Oscar de Melhor Filme. Não bastasse o sacrilégio de refilmar uma obra tocada por Hichcock, a produção ainda será feita para a Netflix, disponibilizada apenas em streaming. A adaptação do mistério de detalhes góticos terá roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e direção de Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade familiar de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vai viver a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dará vida a Maxim de Winter, interpretado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Nenhum remake de Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), de Riccardo Milani. O novo “Rebecca” ainda não tem uma previsão de lançamento.
Larissa Manoela fecha contrato com a Netflix
A jovem atriz Larissa Manoela fechou uma parceria com a Netflix. A estrela de 17 anos revelou o projeto ao comemorar nas redes sociais, mas não deu maiores detalhes, além do fato de estar viajando para os Estados Unidos para assinar o contrato. “Arrumando as malas para L.A! Netflix to chegando”, escreveu Larissa no Twitter. A sede da empresa fica na Califórnia. Atualmente, a atriz faz parte do elenco na novela infantil “As Aventuras de Poliana”, do SBT. Mas o acordo com a Netflix deve ser para filmes, o que não conflitaria com seu contrato televisivo. O serviço de streaming já oferece alguns filmes da atriz, como “Meus 15 Anos”, “Carrossel, o Filme” e “Carrossel 2”. Ela comentou um pouco mais sobre o negócio no Instagram, ao publicar uma foto em que aparece ainda como bebê. “Quem diria que os sonhos dessa menininha aí, iriam ultrapassar fronteiras. Desde o início da minha carreira, alguns anos depois dessa foto, mesmo pequena, sempre tive consciência de que queria alcançar muito mais além do que aquilo que no momento eu já tinha”, escreveu, acrescentando: “Amanhã embarco pra Los Angeles para concretizar mais um sonho! Que alegria poder compartilhar com vocês mais uma das minhas vitórias! Logo mais vocês me verão no catálogo da Netflix e vai ser um prazer imenso”. Veja o post original abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. Dia de tbt e com essa foto só me vem uma coisa na cabeça: quem diria que os sonhos dessa menininha aí, iriam ultrapassar fronteiras. Desde o início da minha carreira, alguns anos depois dessa foto, mesmo pequena, sempre tive consciência de que queria alcançar muito mais além do que aquilo que no momento eu já tinha. Eu sabia que não seria fácil, mas minha vontade de conquistar o meu espaço já era de gente grande mesmo tendo apenas 4 anos! E foi sonhando, lutando, acreditando que eu fui conquistando! Sempre entendi que tudo tem seu tempo e que Deus tão maravilhoso planeja as coisas de forma perfeita, pra acontecer quando tem que acontecer. E sempre com o pé no chão, cabeça focada e seguindo o meu caminho eu conquistei, conquisto e ainda quero conquistar. Minha base é Deus, meu porto seguro, meus pais! E pros meus sonhos esse mundão é pequeno. Amanhã embarco pra Los Angeles para concretizar mais um sonho! Que alegria poder compartilhar com vocês mais uma das minhas vitórias! Logo mais vocês me verão no catálogo da Netflix e vai ser um prazer imenso ❤️ Brigada a todos que sempre torceram e torcem por mim! Você é o que escolhe ser e eu escolhi sonhar, trabalhar e conquistar! To até agora como essa foto…”de boca aberta”? @netflix to chegandoooooo!!! Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em 15 de Nov, 2018 às 3:15 PST
Anitta “esquece” produtores do começo da carreira, ex-empresária e diretor polêmico na sua série documental
A série documental “Vai Anitta” estreou nesta sexta (16/11) na Netflix e já rendeu polêmica. Dois produtores lamentaram o “esquecimento” de sua importância para a carreira da cantora, já que foram completamente ignorados nos depoimentos que tratam da artista. “Larissa, você pode até me tentar tirar da sua história! Mas não tem como negar que eu estava certo. Parabéns pela série no Netflix.”, escreveu o DJ Batutinha nas redes sociais. Batutinha foi quem descobriu Anitta, quando ela ainda se chamava Larissa – o nome de batismo da cantora é Larissa de Macedo Machado. “Vi um vídeo dela na internet, cantando duas músicas que eu tinha produzido para outra cantora, a Priscilla Nocetti. Percebi que tinha algo a mais no timbre de voz e na presença de palco e resolvi chamá-la para um teste vocal no estúdio. Ela chegou lá e cantou as músicas que pedi, de um jeito totalmente peculiar, que eu decidi que iria escrever e produzir. Apostei na Larissa”, ele contou em entrevista para o UOL em março. “Eu tinha certeza absoluta que havia encontrado uma popstar! Mesmo dentro do universo do funk.” O segundo produtor que reclamou ter sido esquecido no documentário foi Rômulo Costa, dono da equipe Furacão 2000, que lançou Anitta. “Já esperava. O ser humano é ingrato, mas a história está aí e não se apaga. Existem registros como fotos, vídeos, programas e discos e é só ver ou procurar para descobrir onde ela começou a carreira”, reclamou Costa ao UOL. A assessoria da cantora não comentou as declarações dos produtores. Mas eles não foram os únicos “esquecidos” pela série. Kamilla Fialho, a ex-empresária com quem Anitta travou batalha judicial por quatro anos, não é mencionada, assim como o americano Terry Richardson, fotógrafo famoso que dirigiu o clipe de “Vai Malandra” e, depois, foi acusado de abuso sexual por várias mulheres. Anitta, porém, contou que quebrou o pau com a equipe de produção do clipe de “Vai Malandra”, mas não se sabe o que realmente rolou entre ela e Richardson, que não é mencionado. Entretanto, ele deve ser a pessoa referida numa frase sobre as gravações. “Eu chamei todos os envolvidos, eu pedi perdão pra Jojo Toddynho e para o DJ Yuri, que eram apenas convidados, e falei ‘vocês vão conhecer uma pessoa que eu gostaria que vocês esquecessem logo na saída’”, disse a cantora, explicando ainda que dispensou a equipe de produção, colocou sua equipe pessoal para trabalhar e coordenou pessoalmente as cenas: “Eu que falava ‘vai música’, ‘rodou’, ‘câmera’, ‘ação’”. Esta é uma das muitas revelações de bastidores e da vida pessoal de Anitta na produção. Mas não a mais contundente. Neste caso, vale a saída do armário bissexual da cantora. Num dos episódios, Anitta assume já ter ficado com mulheres. E era bem jovem quando isso aconteceu, porque conta que tinha medo da reação de sua mãe. “Eu fiquei morrendo de medo da reação dela e ela foi completamente normal como sempre comigo. Por isso tenho tanta vontade de dar esse suporte às pessoas que têm suas diferenças sexuais, porque acho me lembra o medo que eu tive e o alívio que minha mãe me causou. Ao mesmo tempo em que eu agradeço a ela, tento ser um suporte às pessoas que não tiveram essa sorte que eu tive”, diz a cantora. Para quem não lembra, quando foi provocada para se posicionar nas últimas eleições em relação a Jair Bolsonaro, Anitta chegou a afirmar que fazia parte da comunidade LGBTQIA+, mas não deu detalhes sobre sua orientação sexual. O vídeo também mostra o lado chatinho de Anitta, reclamando dos colaboradores e apontando falhas com o famoso “eu disse”, além de mostrá-la lidando com a depressão, que se manifesta sem avisos em momentos que deveriam ser de comemoração. A história continua, claro, muito além do período coberto pela série. E num vídeo de divulgação disponibilizado pela Netflix nesta sexta, ela até já iniciou a campanha para a 2ª temporada – uma chance de corrigir omissões. Veja abaixo.
Paramount fecha contrato com a Netflix para produzir filmes exclusivos para streaming
Com a perda dos filmes da Disney e Fox, e com a Warner preparando seu próprio serviço de streaming, a Netflix voltou-se para outro grande estúdio de Hollywood em busca de material inédito para seus assinantes. A plataforma fechou um contrato com Paramount Pictures para produzir longas-metragens que aportarão diretamente no serviço de streaming. O chefe da Paramount, Jim Gianopulos, noticiou o acordo em uma reunião com acionistas nesta sexta-feira (16/11). “Nossa prioridade é expandir o nosso papel como produtores de conteúdo global”, justificou o executivo. “Para isso, estamos explorando diversas fontes de renda alternativas junto à distribuição tradicional para os cinemas. Passaremos a ser produtores de filmes que passarão na TV e no streaming”, prometeu. A colaboração entre Paramount e Netflix começou, de forma pontual, com duas ficções científicas neste ano: “O Paradoxo Cloverfield”, que foi disponibilizada com exclusividade na plataforma de streaming, e “Aniquilação”, lançada nos cinemas apenas nos Estados Unidos e na China e distribuída em streaming no resto do mundo. Já em produções televisivas, a parceria abrange vários títulos, como “Maniac” e “13 Reasons Why”, entre outras. “Temos um longo relacionamento com a Netflix”, observou o chefe do estúdio. “No lado de licenciamento, conhecemos a equipe de gerenciamento sênior há muitos anos. Isso representa um fluxo de receita com o qual estamos empolgados. Temos mais capacidade de produção do que o parque exibidor de cinema pode acomodar. Enquanto cinema continua sendo nosso principal negócio, estamos muito felizes em trabalhar com empresas como Netflix, Amazon e outras como parceiros e novos clientes.” Os gastos com conteúdo da Netflix, Amazon, Hulu e Apple devem superar US$ 20 bilhões em 2018, segundo Gianopulos. “Eles estão procurando por grandes propriedades e temos grandes franquias, ótima tradição em desenvolvimento, grandes relacionamentos criativos e potencial para desenvolver para eles”, acrescentou. “De certa forma, isso é apenas uma evolução dos dias em que os estúdios faziam MOWs [filmes da semana] para as redes de TV”, continuou Gianopulos. “A diferença, claro, é que a qualidade de alguns desses filmes é muito maior, tornando esses relacionamentos ainda mais valiosos. E isso reforça a força de um estúdio grande e bem estabelecido como a Paramount.” Embora o chefe da Paramount não tenha revelado detalhes, o acordo é similar ao fechado entre a Apple e o estúdio A24, que também foi noticiado nesta sexta-feira.
Estúdio de Moonlight, A Bruxa e Hereditário fecha contrato com a Apple para desenvolver filmes para streaming
A Apple definiu um parceiro estratégico em sua iniciativa de oferecer conteúdo exclusivo e original em sua vindoura plataforma de streaming. De acordo com o Wall Street Journal, foi firmado um contrato com o estúdio indie A24 para desenvolver vários filmes para streaming, no que representa a operação mais ambiciosa até o momento do departamento de conteúdos audiovisuais da empresa de tecnologia. A A24, fundada em 2012 em Nova York, ganhou projeção por produzir filmes premiados, que são sinônimos de cinema de qualidade em gêneros como drama, sci-fi, suspense e terror. Entre os filmes da produtora estão os aclamados “Ex_Machina”, “O Quarto de Jack”, “O Lagosta”, “A Bruxa”, “Hereditário”, “Lady Bird”, “Ao Cair da Noite”, “O Sacrifício do Cervo Sagrado”, “Bom Comportamento”, “Mulheres do Século 20”, “Sala Verde”, “Artista do Desastre”, o documentário “Amy” e “Moonlight”, vencedor do Oscar 2017. Suas produções priorizam temas que rendem discussões e deleitam cinéfilos, mas nem sempre isso se traduz em retorno financeiro, por meio de sucessos de bilheteria. Tanto que, em março passado, rumores começaram a circular sobre negócios do estúdio com a Apple. Na ocasião, acreditava-se que a Apple compraria a A24. Não há detalhes sobre o negócio, mas anteriormente o WSJ afirmou que o CEO da Apple, Tim Cook, estava recusando projetos de séries de streaming por conta de conteúdo violento e sombrio, ou seja, o que é típico de uma produção da A24. Os produtores ainda teriam sido informados de que violência e nudez gratuita não fariam parte do cardápio que a Apple pretende servir em streaming, e muitas das decisões sobre o que ganha sinal verde estariam sendo alinhadas aos gostos pessoais de Cook, com preferência por dramas familiares. Ainda não há previsão de lançamento para a plataforma da Apple, embora a data de março de 2019 tenha surgido em reportagens anteriores do Wall Street Journal. Outro detalhe especulado é que o negócio é mais ambicioso que muitos imaginam, prevendo lançamento simultâneo em mais de 100 países só para começar.












