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  • Série

    La Casa de Papel: Elenco agrade aos fãs brasileiros pelo sucesso da série

    2 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo de “La Casa de Papel”, na véspera da estreia de sua Parte 4, em que o elenco espanhol agradece aos fãs brasileiros. O vídeo traz os intérpretes de Berlim (Pedro Alonso), Helsinki (Darko Peric) e Nairóbi (Alba Flores) falando ao Brasil, que representa uma das maiores audiências da produção. “Viemos agradecer em nome de Nairóbi, Helsinque e Berlim e de todo o elenco por todo o carinho que vocês nos passam”, dizem eles. “Tenho que dizer que adoro ver toda a energia que vocês mandam ao meu personagem. E, da minha parte, posso afirmar sem mentir, que Berlim está muito agradecido por toda a vibração que está recebendo da maravilhosa América Latina”, acrescenta Pedro Alonso. Alba ainda cita camisetas que são vendidas no Brasil com alusão à série. “Vi que vocês têm camisetas com a frase de Nairobi, ‘que comece o matriarcado’. E quero dizer que tenho certeza que ela aprovaria tudo o que vocês, mulheres, têm feito para conquistar espaço e voz nos seus países.” A Parte 4 estreia na sexta (3/4) na Netflix.

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  • Série

    Outer Banks: Nova série juvenil de mistério ganha trailer legendado

    1 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Outer Banks”, nova série juvenil de suspense. O título da série é o nome de uma sequência de ilhas estreitas da Carolina do Norte, nos EUA. A atração acompanha um grupo de jovens pobres – com aparência de modelos – que vivem numa comunidade litorânea, trabalhando para os ricaços que veraneiam no local, em meio a grandes divisões sociais. Tudo muda quando os quatro protagonistas encontram um mapa de tesouro, ligado ao desaparecimento do pai de um deles, e se convencem da existência de uma fortuna escondida, que pode transformá-los em milionários. “Outer Banks” é uma criação dos irmãos gêmeos Josh e Jonas Pate (criadores de “Surface”), em parceria com o produtor Shannon Burke (de “Sem Pistas”), e seu elenco inclui Chase Stokes (“Between Waves”), Rudy Pankow (“Solve”), Jonathan Daviss (“Age of Summer”), Madison Bailey (“Black Lightning”), Madelyn Cline (“Boy Erased: Uma Verdade Anulada”), Caroline Arapoglou (“The Resident”) e Adina Porter (“The 100”). A estreia está marcada para 15 de abril.

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  • Filme

    Um Amor, Mil Casamentos: Comédia romântica com Sam Claflin ganha trailer legendado

    1 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, 14 fotos e o trailer legendado da comédia romântica “Um Amor, Mil Casamentos” (Love. Wedding. Repeat), estrelada por Sam Claflin (de “Jogos Vorazes: Em Chamas”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). A prévia mostra as diversas confusões que acontecem nos bastidores de um casamento. Na trama, Claflin vive o irmão da noiva (Eleanor Tomlinson, de “Poldark”), que precisa lidar com a chegada de sua ex-namorada furiosa (Freida Pinto, de “Quem Quer Ser Um Milionário?”) e a aparição surpresa de um convidado indesejado (Jack Farthing, também de “Poldark”). No meio de planos frustrados e emergências médicas, ele ainda reencontra um interesse romântico (Munn), enquanto tenta fazer com a irmã tenha um casamento (praticamente) perfeito. A produção britânica marca a estreia na direção do roteirista Dean Craig. Ele escreveu o sucesso “Morte no Funeral” (2007), que ganhou remake americano. E, por coincidência, se lança como diretor em situação inversa. “Um Amor, Mil Casamentos” também é um remake: da comédia francesa “Plan de Table”, de 2012. A estreia está marcada para 10 de abril em streaming.

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  • Série

    Stargirl: Nova série de super-heróis ganha mais pôsteres, fotos e trailer inéditos

    31 de março de 2020 /

    A Warner divulgou mais três pôsteres, cinco fotos e um novo trailer da série “Stargirl”, produção de super-heróis que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta um tom leve de trama adolescente, apesar das referências aos quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem do título. A prévia mostra como a descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança de seu novo padrasto inspira a estudante Courtney Whitmore a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história de Stargirl é complexa e depende de conhecimento prévio dos quadrinhos publicados pela DC Comics nos anos 1940. Quem liga a história da adolescente com o legado da Era de Ouro é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar vira o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, que resolve virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama chama Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, quem criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A estreia está marcada para 18 de maio na DC Universe e um dia depois na rede The CW.

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  • Filme

    A Grande Luta: Filme infantil de luta-livre ganha trailer legendado

    31 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “A Grande Luta” (The Main Event), filme infantil sobre um garoto franzino que sonha virar campeão de luta-livre da WWE, a liga desse “esporte” nos EUA. Na trama, Leo é um garoto de 11 anos que, apesar de sonhar com luta-livre, sofre bullying na escola. A situação muda quando encontra uma máscara mágica que lhe concede superpoderes. Com o apoio da avó, ele decide entrar no campeonato da WWE e enfrentar adversários adultos musculosos, em busca do título de campeão. O elenco destaca o menino Seth Carr (a versão mirim de Killmonger em “Pantera Negra”) no papel principal e Tichina Arnold (a mãe de “Todo Mundo Odeia o Chris”) como a vovozinha, além de Adam Pally (“Sonic: O Filme”), Lucie Guest (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Ken Marino (“Veronica Mars”), Bodhi Sabongui (“One Million Things”) e Momona Tamada (a versão mirim de Lara Jean em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”). “A Grande Luta” tem direção de Jay Karas, que é mais conhecido por comandar episódios de sitcoms, como “Parks and Recreation”, “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”. Vale observar que a produção é da WWE Films, empresa que realiza os campeonatos americanos de luta-livre, o que pesa tanto na hora do excesso de propaganda quanto na inclusão de astros do “esporte” no elenco da produção. A estreia está marcada para 10 de abril em streaming.

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  • Série

    Stargirl: Fotos revelam visual de Henry Thomas como o herói Dr. Meia-Noite

    30 de março de 2020 /

    A figurinista Laura Jean Shannon publicou no Instagram duas fotos dos bastidores de “Stargirl”, que revelam o traje do Dr. Meia-Noite, um dos heróis da Era de Ouro que aparecerão na trama. O visual do personagem, interpretado por Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”), é bastante fiel às publicações da DC Comics. A participação do herói clássico da Sociedade da Justiça, dos anos 1940, deve-se à ligação da heroína principal com os os primeiros quadrinhos da DC Comics. Isto porque, apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois personagens bastante antigos. Quem liga as duas eras é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore, a Stargirl. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora e o citado Henry Thomas como Dr. Meia-Noite. A lista ainda inclui Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, o autor de quadrinhos que criou Stargirl para a DC. A estreia está marcada para 19 de maio nos EUA, primeiro na plataforma DC Universe e logo em seguida na rede The CW. Ver essa foto no Instagram Some behind the scenes looks on the set of Stargirl. LJ and ACD Sarah will always visit the set for the start of filming to “establish” characters, like Doctor Midnite Golden Era seen here. Meaning that she ensures that each character is dressed and styled to her exact vision, and that is what will remain the standard for the rest of the season! #dc #dcuniverse #dcustargirl #stargirl #cdg #cdglocal892 #cwstargirl Uma publicação compartilhada por Team LJ Supersuits (@ljsupersuits) em 27 de Mar, 2020 às 3:53 PDT

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  • Filme

    Resgate: Filme de ação da Netflix com Chris Hemworth ganha pôster e novas fotos

    30 de março de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e mais quatro fotos de “Resgate” (Extraction), filme de ação que volta a juntar o ator Chris Hemsworth (“Thor”) com os diretores de “Vingadores: Ultimato”. “Resgate” foi escrito por Joe Russo, um dos irmãos diretores do filme dos Vingadores, e dirigido por Sam Hargrave, dublê do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que faz sua estreia como cineasta. Ele chegou a trabalhar como diretor assistente dos Russo em “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme seria originalmente chamado de “Dhaka”, nome da capital do Bangladesh, e traz Hemsworth como um mercenário contratado para salvar o filho de um empresário rico naquela região, missão que se torna uma das mais difíceis de sua vida. Segundo Hemsworth, a premissa rende “algumas das mais intensas sequências de ação que já fiz”, resultando “surreal”. Filmado na Índia e na Indonésia, o filme também foi produzido pelos irmãos Russo, por meio de sua empresa AGBO, e o elenco ainda traz David Harbour (o Xerife Hopper de “Stranger Things”), Derek Luke (“13 Reasons Why”) e Golshifteh Farahani (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A estreia está marcada para 24 de abril em streaming.

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  • Série

    Netflix renova Locke & Key para 2ª temporada

    30 de março de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação da série de terror “Locke & Key” para a 2ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. “Estamos entusiasmados por continuar a jornada de ‘Locke & Key’ ao lado de todos os nossos incríveis colaboradores”, disseram os co-showrunners Carlton Cuse e Meredith Averill no texto oficial, divulgado nesta segunda-feira (30/3). “Somos gratos à Netflix por todo o seu apoio, especialmente neste momento difícil, e esperamos trazer a você o emocionante próximo capítulo da nossa história”. O anúncio foi apenas uma formalidade, porque Cuse e Averill já trabalhavam nos roteiros da 2ª temporada desde a estreia da série em fevereiro passado, devido à repercussão da produção. Excessivamente bem divulgada em comparação a outros conteúdos da plataforma, a série se tornou um sucesso evidente na Netflix, após fracassar em sua tentativa de ser aprovada em outros canais. A estreia aconteceu após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a série. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – naquela que é terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. A data de retorno da série não está definida, uma vez que toda as produções estão paralisadas devido à pandemia de coronavírus. Essa é a chave de Locke & Key que eu queria: A QUE CONFIRMA A SEGUNDA TEMPORADAAAAAAA pic.twitter.com/hMDArAfYRC — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 30, 2020

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  • Série

    Mrs. America: Cate Blanchett ataca feministas em trailer de nova série

    29 de março de 2020 /

    O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer de “Mrs. America”, série sobre o movimento feminista estrelada por Cate Blanchett. “Mrs. America” vai narrar a história da pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Por conta do tema, a produção vai apresentar várias feministas famosas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie terá nove episódios, que estreia em 15 de abril na plataforma Hulu. Originalmente concebida para o FX, a série mudou de endereço com o lançamento da iniciativa FX on Hulu, que leva produções do canal pago – consagradas ou inéditas – para o serviço de streaming adulto da Disney. A primeira série exclusiva dessa faixa foi “Devs”, sci-fi tecnológica de Alex Garland (diretor de “Ex Machina” e “Aniquilação”), lançada em 5 de março.

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  • Filme

    Ator de La Casa de Papel homenageia profissionais da saúde que lutam contra covid-19

    29 de março de 2020 /

    O ator Darko Peric, intérprete de Helsinque na série “La Casa de Papel”, fez uma homenagem aos profissionais da área da saúde que estão enfrentando a pandemia de coronavírus. Ele publicou neste domingo (29/3), em seu perfil no Instagram, uma foto em que aparece com máscara e touca médica ao lado de Alba Flores, a Nairobi, acompanhada por uma mensagem em diversas línguas. “Nestes tempos difíceis, Nairobi e Helsinque apoiam a verdadeira resistência, trabalhadores da saúde! Unidos vamos sair disso também”, escreveu. Há duas semanas, a atriz Itziar Ituño, que interpreta a inspetora Raquel Murillo na trama, anunciou pelas redes sociais que foi diagnosticada com covid-19. A Parte 4 da série espanhola vai estrear em 3 de abril na Netflix. Ver essa foto no Instagram En estos momentos tan complicados, Nairobi y Helsinki apoyan la verdadera resistencia, trabajadores sanitarios!🚑👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ Unidos saldremos de esta tambien !!! In questi tempi difficili, Nairobi e Helsinki sostengono la vera resistenza, operatori sanitari!🚑👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ Uniti ne usciremo anche noi !!! In these difficult times, Nairobi and Helsinki support the real resistance, health workers! ! 🚑👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ United we'll win !!! En ces temps difficiles, Nairobi et Helsinki soutiennent la vraie résistance, les agents de santé! !🚑👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ Unis nous en sortirons aussi !!! Nestes tempos difíceis, Nairobi e Helsinque apóiam a verdadeira resistência, trabalhadores da saúde!!🚑👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ Unidos vamos sair disso também !!! U ovim teškim vremenima, Nairobi i Helsinki podržavaju pravi otpor, zdravstvene radnike!! 🚑👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ Zajedno cemo pobediti !!! În aceste momente dificile, Nairobi și Helsinki susțin adevărata rezistență, lucrătorii din domeniul sănătății!!🚑👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ Uniti vom iesi si din asta !!! #realheroes #laresistencia #staysafe #unitedwestand Uma publicação compartilhada por Darko Peric Official (@darkoperich) em 28 de Mar, 2020 às 2:42 PDT

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  • Série

    Solar Opposites: Nova série animada do criador de Rick & Morty ganha primeiro trailer

    29 de março de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Solar Opposites”, nova animação adulta de Justin Roiland, co-criador de “Rick & Morty”. “Solar Opposites” acompanha uma família alienígena que escapou da explosão de seu mundo e vive refugiada nos subúrbios dos EUA. Os quatro sobreviventes se dividem entre achar que a Terra é horrível e impressionante. Enquanto dois deles só veem a poluição, o consumismo grosseiro e a fragilidade humana, os outros dois amam os seres humanos e toda a sua TV, junk food e coisas divertidas. O elenco de vozes destaca o próprio Roiland, Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Mary Mack (dubladora de “Golan the Insatiable”) e Sean Giambrone (“The Goldberg”) como os alienígenas. Além deles, vários astros famosos aparecem na 1ª temporada, como Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), Amanda Leighton (“This Is Us”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Echo Kellum (“Arrow”) e Jason Mantzoukas (“The Good Place”). A série é produzida pela 20th Century Television e estréia em 8 de maio no Hulu.

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  • Filme

    Ryan Reynolds negocia estrelar adaptação do game clássico Dragon’s Lair

    28 de março de 2020 /

    “Dragon’s Lair”, videogame icônico dos fliperamas dos 1980, vai virar filme. A adaptação está sendo desenvolvida para a Netflix e pode ser estrelada por Ryan Reynolds. O astro de Deadpool, que já estrelou “Esquadrão 6” na plataforma, atualmente negocia o papel principal com a produção. Caso o acordo seja fechado, Reynolds viverá Dirk the Daring, um cavaleiro que enfrenta monstros e espíritos sobrenaturais para salvar a princesa Daphne das garras do dragão Singe e do bruxo Mordoc. O roteiro está a cargo dos irmãos Dan e Kevin Hageman, que escreveram “Hotel Transilvânia” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro” (2019). Lançado originalmente em 1983 pela empresa Cinematronics, o jogo usava a tecnologia laserdisc e oferecia gráficos superiores e animação criada pelos estúdios de Don Bluth (o diretor de “Ratinha Valente”, “Em Busca do Vale Encantado” e “Anastasia”). Curiosamente, o game foi lembrado numa série atual da própria Netflix. A 2ª temporada de “Stranger Things” destacou “Dragon’s Lair” entre os brinquedos do arcade da cidade de Hawkins e inspirou até uma discussão entre Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo).

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  • Série

    Star Trek: Discovery ganha novo teaser repleto de simbolismo

    28 de março de 2020 /

    A plataforma americana CBS All Access divulgou um teaser da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que traz a oficial Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) segurando uma bandeira da Federação dos Planetas Unidos. A imagem tem força simbólica, porque o salto temporal do final da 2ª temporada, que levou a Discovery para 930 anos no futuro, revelou que nessa época a Federação não existe mais. E, pelo material divulgado, caberá à tripulação da espaçonave resgatar os ideais de paz, fraternidade e prosperidade da antiga organização. A viagem no tempo também muda a perspectiva da série, até então situada como prólogo da primeira “Star Trek” de 1966, fazendo sua cronologia avançar para além até de “Star Trek: Pìcard”, que nesta semana encerrou sua 1ª temporada. Isto abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, que se livram das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico nunca abordado na franquia. A 3ª temporada deve estrear em 2020, em data ainda não definida. Durante uma live recente nas redes sociais, o ator Wilson Cruz confirmou que todos os episódios foram gravados antes da paralisação geral das produções pela pandemia de coronavírus. E seu colega de elenco Anthony Rapp acrescentou, nos comentários, que os novos episódios já estão em pós-produção, mas, como os profissionais de efeitos especiais estão trabalhando em suas casas, o processo pode ficar mais lento e, portanto, impedir uma estreia próxima. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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