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  • Série

    The Midnight Gospel: Animação adulta do criador de Hora de Aventura ganha trailer psicodélico

    7 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado da série animada “The Midnight Gospel”, nova criação de Pendleton Ward, responsável pelo aclamado desenho “Hora de Aventura”. A prévia é impressionante, lisérgica, com imagens adultas, alegorias insanas, visual psicodélico e premissa apocalíptica. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, na mesma Netflix. A série acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. Os trechos de entrevistas serão inspirados no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com participações de Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. “The Midnight Gospel” estreia em 20 de abril em streaming.

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  • Filme

    Resgate: Filme de ação estrelado por Chris Hemsworth ganha primeiro trailer legendado

    7 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o novo pôster e o primeiro trailer legendado de “Resgate” (Extraction), filme de ação que volta a juntar o ator Chris Hemsworth (“Thor”) com os diretores de “Vingadores: Ultimato”. “Resgate” foi escrito por Joe Russo, um dos irmãos diretores do filme dos Vingadores, e dirigido por Sam Hargrave, dublê do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que faz sua estreia como cineasta. Ele chegou a trabalhar como diretor assistente dos Russo em “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme seria originalmente chamado de “Dhaka”, nome da capital do Bangladesh, e traz Hemsworth como um mercenário contratado para salvar o filho de um traficante, raptado por outro traficante daquela região, missão que se torna uma das mais difíceis de sua vida. Hemsworth já tinha dito que a premissa rende “algumas das mais intensas sequências de ação que já fiz” e a prévia confirma a definição. Filmado na Índia e na Indonésia, o filme foi produzido pelos irmãos Russo, por meio de sua empresa AGBO, e o elenco ainda traz David Harbour (o Xerife Hopper de “Stranger Things”), Derek Luke (“13 Reasons Why”) e Golshifteh Farahani (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A estreia está marcada para 24 de abril em streaming.

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  • Etc,  Série

    Plataforma Quibi chega no Brasil de surpresa

    7 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi ganhou lançamento-surpresa no Brasil. Sem nenhum alarde, zero marketing e nenhuma informação adicional, o serviço de streaming para celulares começou a funcionar em território nacional na segunda-feira (6/4), simultaneamente a sua inauguração nos EUA. A chegada do serviço também se dá sem nenhum esforço dos responsáveis para adaptar o conteúdo ao Brasil. Não há legendas nem dublagem em português. As legendas só estão disponíveis em inglês e em espanhol. A falta de empenho para lançar o serviço no país contrasta com o investimento milionário feito para tornar o negócio conhecido na América do Norte. De fato, é apenas graças a isso que o público brasileiro pode ter alguma noção do que se trata. Em resumo, Quibi aspira ser uma Netflix de celular. Seu conteúdo é feito para dispositivos móveis e já está disponível nas lojas digitais de aplicativos. O nome da plataforma vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia buscou tratar como sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Mas o YouTube faz sucesso com vídeos curtos. O que diferencia o Quibi da profusão de conteúdo gratuito do portal de vídeos do Google é que seus programas tem produção profissional. Para isso, foram investidos US$ 1,75 bilhão em projetos de estúdios como Sony Pictures, Disney e Warner Bros. O negócio é encabeçado por Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney e fundador da Dreamworks Animation, que, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Há projetos de Steven Spielberg, Sam Raimi, Guillermo del Toro, Jennifer Lopez, Reese Witherspoon e muitos outros pesos-pesados de Hollywood. Isto tem custo. No Brasil, a assinatura é R$ 32,90, bastante caro quando se compara com a concorrência “convencional” e especialmente diante do preço cobrado nos EUA (US$ 5 com anúncios e US$ 8 sem comerciais). Mas o serviço resolveu oferecer três meses de acesso gratuito para quem tiver curiosidade. Uma das inovações do Quibi em relação ao YouTube e o TikTok é a tecnologia que permite assistir aos vídeos tanto na vertical quanto na horizontal, num formato adaptável sua tela. O serviço também oferece a opção de adicionar programas numa lista pessoal, baixar para assistir offline e encontrar fichas de informações sobre o elenco e a produção. A tecnologia inovadora, por sinal, motivou processo nos EUA. A empresa Eko entrou na justiça por suposto roubo de propriedade intelectual, alegando que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual a dela. Apesar do processo, a Eko não conseguiu impedir o lançamento da Quibi, que era seu objetivo inicial. Mesmo em sua estreia, a Quibi oferece um catálogo gigante, iniciando com cerca de 50 produções, de um total planejado de 175 títulos em seu primeiro ano. Há de tudo um pouco, de reality shows a “filmes em capítulos” (séries que tem duração de um filme, só que dividido em fatias de 10 minutos). Novos episódios são disponibilizados todos os dias, e novos programas vão estrear às segundas-feiras. Algumas das melhores séries do Quibi, como “Survive”, estrelada por Sophie Turner, e “Most Dangerous Game”, com Liam Hemsworth, funcionariam melhor na TV, onde sua tensão poderia ganhar dimensões mais adequadas. Mas, infelizmente, o serviço não oferece opção de retransmitir seu conteúdo para o computador ou televisão, como outros aplicativos de streaming. E, por isso mesmo, acaba se tornando uma experiência individual. O que não é exatamente a melhor opção para um período de quarentena como o atual. De fato, o isolamento social não parece combinar com esse tipo de serviço, considerando que a maioria da população está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries em família – Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu negócio está atingindo recordes históricos de audiência. Também vale lembrar que o Snapchat – quem lembra do Snapchat? – tentou oferecer esse mesmo tipo de serviço em 2018. Chamadas de Snapchat Originals, as produções de episódios curtos foram descontinuadas por falta de público. Claro que o Quibi pode aperfeiçoar seu formato, oferecer acesso à transmissão na TV ou se concentrar em produções não seriadas, como o revival de “Punk’d”, um programa de pegadinhas da antiga MTV, e a novidade “Chrissy’s Court”, um reality que transforma a modelo Chrissy Teigen em juíza de disputas irrelevantes. Auto-contidos, os episódios desse tipo de atração não dependem de continuidade e podem ser consumidos sem compromisso, o que parece mais adequado à proposta do serviço. Afinal, Quibe tem verba maior que o Snapchat para dar certo. Veja abaixo um comercial do conteúdo já disponível na nova plataforma.

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  • Etc

    Love 101: Série turca adolescente ganha trailer legendado da Netflix

    7 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Love 101” (Ask 101), sua nova série adolescente que tem um diferencial. É uma produção turca. A prévia, que pode ser conferida abaixo, mostra alunos problemáticos e sem controle de uma escola do Ensino Médio. Os atores são claramente mais velhos que a idade dos personagens, mas o clima evoca um dos grandes sucessos internacionais da plataforma: a série espanhola “Elite” A trama se passa nos anos 1990 na Turquia, e acompanha um grupo de alunos que se une com o objetivo de fazer com que sua professora favorita se apaixone e decida não se mudar de cidade. Caso ela se mude, o diretor tem planos de expulsá-los da escola. A 1ª temporada terá oito episódios e estreia na Netflix em 24 de abril.

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  • Etc,  Série

    Plataforma Quibi estreia em meio à quarentena do coronavírus

    5 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi vai estrear na segunda-feira (6/4) nos EUA – e aparentemente também no Brasil – num cenário completamente diferente do que previam seus idealizadores. Criada para ser uma alternativa “de bolso” da Netflix, a Quibi investiu quase US$ 1,8 bilhão e atraiu pesos-pesados de Hollywood, de Steven Spielberg a Jennifer López, com sua estratégia de programas de curta duração, para se tornar o primeiro serviço de streaming especializado em conteúdo exclusivo para celular. O nome Quibi vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia tentava transformar em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais do lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Entretanto, a inauguração do serviço vai se dar num período em que a maioria da população americana está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries na televisão. Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu serviço está atingindo recordes históricos de audiência. Neste contexto, como fica o projeto de séries com episódios de 10 minutos? É o que o mercado, e especialmente os investidores do Quibi, querem saber. “Honestamente, não sabemos o que esperar”, confidenciou, de forma sincera, a CEO Meg Whitman (ex-CEO da eBay e da Hewlett Packard) ao MarketWatch, em entrevista por telefone na quinta passada (2/4). Dada a circunstância atual, ela disse: “As pessoas ainda têm seus momentos intermediários para se divertir, seja depois da escola em casa ou do Zoom”, ponderou, antes de concluir: “Teremos que esperar e ver”. Whitman foi a primeira contratada de Jeffrey Katzenberg, ex-Disney e fundador da DreamWorks Animation, quando o projeto da Quibi começou a sair do papel. Katzenberg é o verdadeiro responsável pela iniciativa e, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Atraídas pelo célebre executivo de Hollywood e pelos milhões de dólares prometidos, estrelas do cinema e da televisão prepararam várias séries e programas de variedades para a Quibi, desde um reboot da série clássica “O Fugitivo” até um reality de sobrevivência de Zac Efron, que ganhou manchetes após o ator ser hospitalizado. Mas a imprensa já reparou que muitas séries prometidas, algumas ligadas a franquias clássicas, têm na verdade a duração de um filme convencional e passam a impressão de ser longa-metragens fatiados em episódios. De fato, o serviço apresenta essas produções como filmes em capítulos, o que não soa como o atrativo imaginado pelos produtores. Por outro lado, antologias, como a produção de terror “50 States of Fear”, do cineasta Sam Raimi, tendem a funcionar melhor nesse formato por conta de suas histórias curtas completas. Não bastasse o desafio de emplacar uma nova forma de consumo de conteúdo, a Quibi ainda enfrenta uma batalha jurídica para ser lançada e permanecer no ar. O motivo é uma disputa de patentes tecnológicas. Todo o conteúdo da plataforma é produzido em formato vertical e horizontal, mudando automaticamente de um para o outro, conforme a preferência do espectador. A tecnologia e o conceito por trás dessa inovação, pensada no consumo em celular, teria sido desenvolvido por outra empresa, que foi à justiça americana tentar impedir o lançamento da plataforma, alegando roubo de propriedade intelectual. Em seu processo, a empresa Eko denuncia que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi para fechar negócio, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual à apresentada. O caso segue na justiça americana. Por tudo isso, a proposta revolucionária da Quibi chega ao mercado como uma grande incógnita. Para evitar o desapontamento e virar a possível maior vítima comercial do coronavírus, a empresa resolveu oferecer testes gratuitos de 90 dias para seus primeiros assinantes, o que supera ofertas semelhantes da Netflix e da Amazon. Após os primeiros três meses, a assinatura do serviço custará entre US$ 5 e US$ 8 mensais, dependendo da opção preferida – com ou sem anúncios. Veja abaixo o comercial americano do serviço.

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  • Série

    50 States of Fright: Antologia de terror de Sam Raimi ganha primeiro trailer

    5 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi divulgou o pôster e o primeiro trailer de “50 States of Fright”, antologia de terror produzida pelo cineasta Sam Raimi (“Evil Dead”). Com 50 episódios curtos (de até 10 minutos), a série pretende apresentar as lendas urbanas mais arrepiantes de cada estado americano – uma por capítulo. O próprio Raimi também é creditado como roteirista, junto com seu irmão Ivan Raimi (“Ash vs. Evil Dead”) e a dupla Scott Beck e Bryan Woods (de “Um Lugar Silencioso”). Já o elenco conta com participações de Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Taissa Farmiga (“A Freira”), Christina Ricci (“Z: The Beginning of Everything”), Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”), Asa Butterfield (“Sex Education”), James Ransone (“It: Capítulo Dois”), Travis Fimmel (“Vikings”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”) e muitos outros. “50 States of Fright” estreia nesta segunda (6/4), junto com o lançamento da Quibi nos EUA.

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  • Filme

    Roteirista de Rick & Morty vai escrever Homem-Formiga 3

    4 de abril de 2020 /

    A Marvel contratou Jeff Loveness, roteirista da série animada “Rick & Morty” e do programa “Jimmy Kimmel Live!”, para escrever o terceiro filme do Homem-Formiga. O longa, que será novamente dirigido por Peyton Reed e estrelado por Paul Rudd, Evangeline Lilly e Michael Douglas. Em um entrevista de novembro passado, Douglas contou que a produção só deveria começar a ser filmada em janeiro de 2021. Não há informação sobre se a data será afetada pela pandemia de coronavírus, já que a volta geral ao trabalho é prevista para muito antes disso. Mas o filme não tem previsão de estreia. Além de seus dois filmes solo, o Homem-Formiga teve um papel importante em “Vingadores: Ultimato”, ao introduzir o Reino Quântico, que possibilitou a viagem no tempo responsável por mudar a história, salvar o universo – e os heróis falecidos – e derrotar Thanos.

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  • Série

    Titãs vai introduzir Barbara Gordon na 3ª temporada

    4 de abril de 2020 /

    A 3ª temporada de “Titãs” vai introduzir outra heroína famosa dos quadrinhos. Durante uma live do Facebook, o diretor de fotografia da série, Boris Mojsovski, revelou que Barbara Gordon fará sua estréia no primeiro episódio do retorno, que trará os Titãs de volta a Gotham City. A personagem é uma das mais importantes da “família de Batman”. Filha do Comissário Gordon, Barbara também é Batgirl e, após um ataque do Coringa torná-la paraplégica, virou Oráculo, expert em computação e principal fonte de informações dos heróis. Nos quadrinhos, Barbara também tem um intenso passado romântico com Dick Grayson, desde suas primeiras parcerias, quando Asa Noturna ainda era Robin, e foi a fundadora original do grupo de heroínas Aves de Rapina. Nas histórias atuais, ela recuperou sua mobilidade e voltou a ser Batgirl. Mojsovski não revelou que fase da personagem será retratada na série, mas se referiu à existência de rumores corretos sobre sua participação. Dois rumores que vieram à tona apontam situações opostas. Num deles, Barbara seria a nova Comissária da GCPD, ocupando o lugar de seu “falecido pai”. O outro rumor sugere que a produção estaria procurando “atrizes que usam cadeiras de rodas para o papel”. O cinematógrafo também confirmou que Ian Glenn retornará como Bruce Wayne, e que “os Titãs serão enormemente desafiados por forças externas, mas também internas, e a temporada terá grande similaridade, num bom sentido, com a 1ª temporada, mas com algumas coisas emocionais bacanas da 2ª temporada”. A revelação pode ser vista neste link, após 2:41:38 de conversa entre Mojsovski e o colega Brendan Steacy sobre os bastidores da série. Como praticamente todos os outros projetos, a produção na 3ª temporada de “Titãs” encontra-se paralisada e, portanto, não tem data de estreia definida. Vale lembrar ainda que há dois anos a Warner contratou a roteirista Christina Hodson (“Aves de Rapina”) para criar a trama de um filme de Batgirl, cujo status atual é desconhecido.

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  • Série

    Hollywood: Nova série do criador de Pose e American Horror Story ganha primeiras fotos

    4 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Hollywood”, nova série do produtor Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Pose” no FX. As imagens apresentam o elenco estrelado da produção, que também ganhou uma sinopse oficial. A atração é apresentada como “uma minissérie sobre um grupo de atores e cineastas aspirantes na Hollywood do pós-Guerra, tentando atingir a fama a qualquer custo”. A trama também irá “fornecer um olhar único sobre a Era de Ouro de Hollywood, chamando atenção para o sistema injusto e parcial, que continua até hoje em relação à discriminação por raça, gênero e sexualidade. Hollywood pretende expor e examinar décadas de dinâmicas de poder e revelar como a cena do entretenimento estaria hoje se não isso tivesse sido desmantelado”. A sinopse reforça rumores de que a produção acompanharia a tendência de séries como “The Man of the High Castle”, da Amazon, e “The Plot Agaisnt America”, na HBO, e contaria uma “História alternativa”. Isto é, mostraria eventos com desfechos diferentes da realidade – como também aconteceu com o filme “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, para citar um exemplo sobre a história de Hollywood. Desenvolvida por Murphy em parceria com Ian Brennan (com quem criou “Glee” e “Scream Queens”), “Hollywood” vai reunir atores que já trabalharam com o produtor em outros projetos, como Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (“The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”), David Corenswet (“The Politician”) e até Jim Parsons – o eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” atuou para Murphy no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“Ready or Not”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. A segunda série de Murphy para a Netflix (a primeira foi “The Politician”) tem estreia marcada para 1 de maio.

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  • Série

    Reboot da série Digimon ganha trailer legendado e estreia simultânea no Brasil

    3 de abril de 2020 /

    A plataforma de animes Crunchyroll divulgou o trailer de “Digimon Adventure”, reboot da série que foi fenômeno de audiência nos anos 2000. “Digimon Adventure” acompanha Taichi Yagami e outros Digiescolhidos, que são transportados para o Mundo Digital, onde encontram seus parceiros Digimons e embarcam numa aventura em um mundo desconhecido. A atração é uma nova versão da série clássica homônima, rebatizada de “Digimon: Digital Monsters” nos EUA e apenas “Digimon” no Brasil. Criada por Akiyoshi Hongo e produzida pela Toei Animation, a atração original foi a primeira produção animada da franquia Digimon, baseada no mascote virtual de mesmo nome. O anime foi ao ar no Japão entre 7 de março de 1999 e 26 de março de 2000, e chegou ao Brasil em julho de 2000 pelo antigo canal pago Fox Kids e pela Rede Globo. Devido ao sucesso da “Digimon Adventure” original, várias sequências foram produzidas, inclusive longas animados. O reboot é a oitava série da franquia e será lançado no Brasil no domingo (5/4), mesmo dia em que sua estreia vai acontecer na Fuji TV japonesa. A Crunchyroll vai disponibilizar um novo episódio de “Digimon Adventure” por semana, com o áudio original em japonês e legendas em português.

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  • Filme

    Artemis Fowl: “Harry Potter” da Disney não será mais lançado no cinema

    3 de abril de 2020 /

    A pandemia de coronavírus rendeu o primeiro cancelamento oficial de uma estreia de cinema. A Disney abandonou os planos de lançamento de “Artemis Fowl: O Mundo Secreto”, previsto para maio. O filme não foi apenas adiado, mas completamente descartado na nova programação do estúdio, anunciada nesta sexta (3/4). A superprodução não seguirá mais para o circuito cinematográfico, sendo disponibilizada diretamente na plataforma Disney+ (Disney Plus). Fantasia juvenil baseada nos livros de Eoin Colfer, Artemis Fowl: O Mundo Secreto” era considerado uma espécie de “Harry Potter” da Disney. Mais que o protagonista com a idade do bruxinho e a trama envolvendo criaturas mágicas, a conexão se estendia até ao roteirista Michael Goldenberg, que escreveu a versão cinematográfica de “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007). Além disso, como a saga de J.K. Rowling, “Artemis Fowl” também é uma franquia literária juvenil, que conta com 8 volumes. Mas as comparações ficam nisso, já que o personagem está mais para Tom Riddle (o jovem Voldemort) que Harry Potter – ainda que eventualmente vire um “malvado favorito”. A história filmada pela Disney apresenta a “origem” da saga, mas o trailer que chegou a ser divulgado atenuou várias características do personagem, um menino de 12 anos que é milionário e também gênio do crime. Artemis é herdeiro da família de criminosos Fowl, tem o maior Q.I. da Europa, uma frieza perceptível e usa sua inteligência fora do comum para fins muito pouco nobres. No livro, ele enfrenta sérios problemas quando sequestra uma fada, com o objetivo de usar sua mágica para salvar seu pai, aprisionado por um inimigo misterioso. O elenco grandioso atestava a ambição da Disney em relação à franquia, ao incluir Colin Farrell (“Dumbo”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Nonso Anozie (série “Zoo”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”), Miranda Raison (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Judi Dench (“Cats”), Lara McDonnell (“Simplesmente Acontece”) e o estreante Ferdia Shaw no papel-título. Ele é neto do falecido Robert Shaw, até hoje lembrado pelo papel de Quint no clássico “Tubarão” (1975). Em desenvolvimento desde 2013, a produção do filme envolveu um curioso drama de bastidores, já que quase voltou a juntar a Disney com o produtor Harvey Weinstein, condenado por crimes sexuais. Foi Weinstein quem viu o potencial de “Artemis Fowl”, negociando os direitos dos livros em 2001, quando ainda estava à frente da Miramax, empresa financiada pela Disney. Em 2005, a Disney optou por não renovar sua parceria com os irmãos Harvey e Bob Weinstein, comprando a companhia para dispensá-los – a Miramax acabou vendida mais tarde por US$ 650 milhões para um empresário árabe. Mas uma cláusula contratual assegurava a Harvey que, se um filme de “Artemis Fowl” fosse realizado pela Disney, ele teria direito à participação como produtor. Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) foi contratado para dirigir o longa em 2015. Mas de lá para cá Weinstein caiu em desgraça, envolvido num escândalo de abuso sexual que lhe fez ser demitido da sua própria empresa, The Weinstein Company, e banido de Hollywood, até ir parar na cadeia. Logo que a polêmica estourou, a Disney aproveitou para eliminá-lo do negócio. Mas os demais parceiros do projeto permaneceram, entre eles o ator Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) e sua sócia na Tribeca Films Jane Rosenthal. Foram De Niro e Rosenthal que apresentaram o livro a Weinstein e o envolveram na adaptação há 17 anos. Após tantas reviravoltas, o filme orçado em US$ 125 milhões vai sair diretamente em streaming, tornando-se a produção mais cara já realizada para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Veja abaixo o trailer feito pela Disney quando os planos ainda previam lançamento cinematográfico.

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  • Filme

    Petra Belas Artes dá acesso gratuito a streaming de filmes clássicos e cults

    2 de abril de 2020 /

    O Petra Belas Artes decidiu liberar seu serviço de streaming, uma iniciativa recente do cinema, de forma gratuita para o público em quarentena durante a pandemia de coronavírus. Chamada de Belas Artes à La Carte, a plataforma conta com filmes clássicos e cults, muitas vezes difíceis de encontrar em outros streamings. Estão lá, por exemplo, longas dirigidos por Fritz Lang, Andrei Tarkovski, Luchino Visconti, Jean-Luc Godard, Kenji Mizoguchi e o brasileiro José Mujica Marins, morto em fevereiro. O acesso está liberado até o dia 15 de abril e, depois disso, o valor da assinatura será de R$ 10,90 por mês. A gratuidade vem acompanhado de outra novidade do serviço: antes hospedado pelo portal de aluguel de filmes Looke, que também abriga o Spcine, o Petra Belas Artes à La Carte mudou de casa. Repaginado, o serviço agora tem endereço próprio, utilizando tecnologia do portal Vimeo.​ Clique aqui para conhecer. Ver essa foto no Instagram 🎥 Não conhece o À LA CARTE ainda? Aproveite! Já conhece? Aproveite mais! 🎬💻🖤 #belasartesalacarte #filmescults #filmesclássicos #cinema #streaming Uma publicação compartilhada por Petra Belas Artes À LA CARTE (@belasartesalacarte) em 1 de Abr, 2020 às 1:48 PDT

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  • Série

    Star Wars: Série de Obi-Wan Kenobi define novo roteirista

    2 de abril de 2020 /

    A série de Obi-Wan Kenobi, que será estrelada por Ewan McGregor na plataforma Disney+ (Disney Plus), definiu um novo showrunner. O roteirista Joby Harold, que assinou a bomba “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017), foi contratado para escrever e produzir a atração. O projeto vinha gerando muitos rumores, desde que a insatisfação com os roteiros escritos por Hossein Amini (“Drive”, “Branca de Neve e o Caçador”) vieram à tona. A produção chegou a ser interrompida em janeiro, enquanto a Lucasfilm, produtora responsável pelas gravações, buscava alternativas no mercado. Além de seus créditos como roteirista, Joby Harold é um produtor prolífico, que ajudou a realizar filmes como “No Limite do Amanhã” (2014), “Robin Hood: A Origem” (2018) e “John Wick 3: Parabellum” (2019). A direção do primeiro episódio está a cargo de Deborah Chow, elogiada pelos fãs da saga por seu trabalho em “The Mandalorian”. Obi-Wan Kenobi é uma figura central no mito de “Star Wars”. Ele foi introduzido no filme original de 1977 como um eremita do deserto, cansado da guerra, que logo se mostra um sábio, poderoso guerreiro e um mestre Jedi para o jovem Luke Skywalker, até ser morto por Darth Vader, seu ex-aluno. Alec Guinness interpretou o personagem no longa clássico, ganhando uma indicação ao Oscar. O personagem voltou ao universo “Star Wars” com papel ainda mais central nos prólogos dirigidos por George Lucas, que contaram a origem de Darth Vader e como ele traiu Kenobi e os Jedis. McGregor viveu o “jovem” Kenobi nos três filmes lançados entre 1999 e 2005. A trama da série deve ser focada nos anos de Obi-Wan Kenobi em Tatooine, entre “A Vingança dos Sith” e “Uma Nova Esperança”, onde o mestre fica “de olho” no jovem Luke Skywalker por anos antes de treiná-lo para se tornar um Jedi. Assim, pode incluir até a volta de Darth Vader e uma versão criança de Luke Skywalker. A atração ganhou prioridade após o sucesso de “The Mandalorian”, que levou o então CEO da Disney, Bob Iger, a dizer que o “o futuro de ‘Star Wars’ é na TV”. Além desta produção, ainda há outro projeto desse universo em desenvolvimento na Disney+ (Disney Plus): um derivado de “Rogue One” focado em Cassian Andor (Diego Luna).

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