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  • Série

    The Crown: Fotos mostram princesa Diana e Thatcher na 4ª temporada

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 4ª temporada de “The Crown”, que destacam a estreia na produção de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como a primeira-ministra Margaret Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) como a princesa Diana. Os novos episódios, que serão passados nos anos 1980 e mostrarão o casamento de Charles (Josh O’Connor) e Diana, chegam em 15 de novembro. A 4ª temporada será a última com o elenco atual, que também destaca Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, e Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip.

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  • Filme

    Vampiros X the Bronx: Crianças enfrentam vampiros racistas em trailer de terrir

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Vampiros X the Bronx”, terrir que mostra um grupo de meninos negros do bairro nova-iorquino enfrentando vampiros pálidos. A prévia confere contexto social para a trama, colocando frases racistas na boca dos monstros, além de referenciar a especulação imobiliária. Primeiro longa escrito e dirigido por Osmany Rodriguez (do programa “Saturday Night Live”), que assina o roteiro com Blaise Hemingway (de “Playmobil – O Filme”), o filme é estrelado por Jaden Michael (“The Bug Diaries”), Gregory Diaz IV (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Gerald Jones III (“Benji the Dove”), Coco Jones (“Five Points”), Sarah Gadon (“Dracula: A História Nunca Contada”), Shea Whigham (“Agente Carter”), Method Man (“Power Book II: Ghost”), Chris Redd (“Saturday Night Live”), Judy Marte (“The Get Down”), The Kid Mero (“Desus & Mero”), Jeremie Harris (“Legion”) e tem participação de Zoe Saldaña (“Guardiões da Galáxia”). A estreia está marcada para a sexta-feira (2/10) em streaming.

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  • Série

    Netflix defende nova série dos autores de Game of Thrones de acusações de comunismo

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix rebateu a pressão de cinco senadores americanos que lhe enviaram um pedido para que desistisse da produção da nova série dos criadores de “Game of Thrones”. A ação política reproduziu os mesmos argumentos da infame Lista Negra, que deixou centenas de roteiristas desempregados e proibidos de trabalhar em Hollywood há meio século atrás: histeria contra a ameaça comunista. Os senadores do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, não gostaram de saber que a Netflix pretendia transformar a trilogia iniciada pelo best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos” em série, porque seu autor, Liou Cixin, é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com a empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quinteto, eles reclamam que o autor chinês é comunista e destacam, em seu pedido de censura, uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Liu rebateu a uma pergunta do New Yorker sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, questionando o repórter se “ele preferia que essas pessoas estivessem por aí matando os outros em ataques terroristas”. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. “Na face de atrocidades como as que ocorrem nesses campos, companhias não podem mais tomar decisões de complacência, apenas de cumplicidade. A Netflix deveria reconsiderar seriamente as consequências de dar uma plataforma ao sr. Liu”, diz o texto dos senadores. Em resposta, a plataforma de streaming foi clara. Disse que não concorda com as opiniões de Liu sobre os campos de concentração e repetiu três vezes que ele não está envolvido na produção. “O Sr. Liu é autor dos livros, não criador da série. Os comentários do Sr. Liu não refletem as opiniões da Netflix, ou dos criadores da série, e não são parte da trama ou dos temas da história”, declarou a Netflix. A resposta da plataforma ainda destacou que a Netflix “julga cada projeto proposto por seu time criativo nos méritos próprios”. O comunicado foi assinado por Dean Garfield, vice-presidente de políticas públicas globais da empresa.

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  • Série

    A Maldição da Mansão Bly: Vídeo de bastidores esclarece detalhes da série

    28 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), em que o cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) explica, de forma bastante esclarecedora, seu projeto para a série. Para começar, Flanagan chama “A Maldição da Mansão Bly” de nova parte da antologia “Haunting”. O comentário oficializa a transformação da minissérie “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House) numa série anual em formato de antologia, prometendo abordar uma história diferente de fantasmas a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. No vídeo, Flanagan explica que os episódios vão incluir tramas de outras histórias de fantasmas de Henry James, autor que é um dos principais pioneiros do gênero, inclusive de alguns contos nunca antes adaptados, e tudo será alinhado numa mesma narrativa. O que vai unir as pontas é a Mansão Bly do título, local que abrigará diferentes pessoas, além de um romance. Mas ele chama atenção para o fato de que se trata de um romance gótico, o que “significa uma coisa muito diferente, enraizado em mistério e desgraça”. O cineasta assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.

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  • Filme

    Steven Soderbergh reúne superelenco para sua estreia na HBO Max

    28 de setembro de 2020 /

    O diretor Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) reuniu um superelenco para seu primeiro filme na HBO Max, após assinar um contrato de desenvolvimento com a plataforma da WarnerMedia. Intitulado “No Sudden Move” (sem movimentos súbitos), o filme vai juntar Jon Hamm (“Mad Men”), David Harbour (“Stranger Things”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Brendan Fraser (“Patrulha do Destino”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Kieran Culkin (“Succession”), Amy Seimetz (“Cemitério Maldito”), Ray Liotta (“Shades of Blue”), Bill Duke (“Raio Negro”), Frankie Shaw (“SMILF”) e Julia Fox (“Joias Brutas”). Escrita por Ed Solomon (“Homens de Preto”), a trama se passa nos anos 1950 e conta a história de um grupo de bandidos que se envolve em uma conspiração mirabolante após ser contratado para roubar um documento sigiloso. Quando o plano dá terrivelmente errado, sua busca por quem os contratou – e com qual objetivo – os conduz pelos escalões da cidade de Detroit, dilacerada por conflito racial e em rápida mudança. Ainda não há data de estreia definida.

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  • Filme,  Música

    Billie Eilish vai ganhar documentário na Apple TV+. Veja o teaser

    28 de setembro de 2020 /

    A cantora Billie Eilish vai ganhar um documentário. Intitulado “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” (O mundo está meio borrado), a produção ganhou seu primeiro teaser, que revela que será lançada em fevereiro de 2021 pela plataforma Apple TV+. Não há muitos detalhes sobre o projeto, que terá direção de R.J. Cutler, responsável pelo filme “Se Eu Ficar” (2014) e vencedor do Emmy pelo reality “American High” (2000). O documentário acontece durante a melhor fase da carreira de Billie Eilish, que venceu múltiplos prêmios no Grammy 2020, se apresentou no Oscar e gravou o tema do novo filme de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”.

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  • Filme

    Relançar Liga da Justiça em streaming vai custar mais que filmar Coringa inteiro

    27 de setembro de 2020 /

    Parece incrível demais para ser verdade, mas o fato é que o famoso “Snyder Cut”, versão da “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder, que supostamente só precisava de pequenos ajustes para ser lançado, tem um orçamento de pós-produção maior que toda a filmagem de “Coringa”. O filme de Todd Phillips, que virou um fenômeno pop, faturou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias e rendeu o Oscar de Melhor Ator para Joaquin Phoenix, custou somente US$ 55 milhões para ser filmado, pós-finalizado e entregue para a Warner colocar nos cinemas. Entretanto, os retoques de Zack Snyder em “Liga da Justiça” vão custar US$ 70 milhões para o mesmo estúdio. Detalhe: a versão de “Liga da Justiça” exibida nos cinemas já tinha consumido mais de US$ 300 milhões. Em contraste com o sucesso de “Coringa”, o longa de 2017 foi destruído pela crítica (40% de aprovação no Rotten Tomatoes) e se tornou o maior fracasso de público dentre as adaptações da DC Comics neste século. Deu prejuízo com uma bilheteria mundial de US$ 657 milhões. Apesar desse retrospecto, a Warner espera que as reclamações dos fãs contra o filme se reflitam em interesse em ver como a nova cirurgia cinematográfica mudou sua aparência, retirando os enxertos de Joss Whedon, acrescentados de última hora, e inserindo mais de duas horas de cenas inéditas. Isto mesmo, o lançamento terá pelo menos 4 horas de duração e será disponibilizado como uma minissérie de quatro partes na plataforma de streaming HBO Max. Mas o orçamento exagerado para estender o que foi basicamente um grande fiasco já começou a ser explorado de modo negativo, virando piada na internet. Um antigo escritor dos quadrinhos da Liga não deixou de reconhecer a esperteza de Snyder para deixar a Warner completamente enrolada em sua megalomania. Em seu twitter, Dan Slott ironizou: “Eu tenho uma versão do diretor de um filme que quero lançar. O filme está pronto. Totalmente pronto. Na minha mão. Ele existe. Um filme completamente real e tangível. Já finalizado. Eu só preciso de US$ 70 milhões para refilmagens”… I have a director's cut of a film I'd like to release.The film is in the can.Totally in the can.Can in hand.It absolutely exists.A completely real and tangible film.That is all finished. I just need $70 million dollars for reshoots. — Dan Slott (@DanSlott) September 24, 2020

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  • Série

    A Maldição da Mansão Bly: Personagens da série estampam coleção de pôsteres

    27 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), nova minissérie de terror dos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Originalmente uma minissérie, a atração volta em formato de antologia, prometendo abordar uma casa mal-assombrada diferente a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. A concepção dos dois terrores é iniciativa do cineasta Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e “Doutor Sono” (2019). Ele assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.

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  • Série

    Resident Evil: Netflix revela teaser da primeira série animada da franquia

    27 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Resident Evil: No Escuro Absoluto” (Resident Evil: Infinite Darkness), primeira série animada da franquia de games da Capcom que veio à tona realmente “no escuro absoluto” – isto é, com pouquíssima informação. O vídeo revela que a trama terá aparições de Claire Redfield e Leon S. Kennedy, personagens clássicos dos jogos, apresentados em “Resident Evil 2” (de 1998). A outra informação conhecida é que a série será produzida e supervisionada por Hiroyuki Kobayashi, da Capcom, que é responsável pela produção de vários títulos da franquia, conhecida como “Biohazard” no Japão. Já o visual em computação gráfica está a cargo da Quebico, sob comando de Kei Miyamoto, o produtor de “Resident Evil: Vendetta”, último longa animado baseado no game, lançado em 2017. Além dessa produção, a Netflix anunciou uma série live-action desse universo, desenvolvida por Andrew Dabb, ex-showrunner de “Supernatural”. A estreia está sendo anunciada para 2021 sem mês definido. Mas vale lembrar que “Resident Evil” completa 25 anos de seu lançamento original em 22 de março.

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  • Filme

    Chris Hemsworth vai estrelar novo filme de ação na Netflix

    26 de setembro de 2020 /

    Chris Hemsworth vai permanecer na Netflix após o sucesso do thriller “Resgate”. Ele foi confirmado num novo filme de ação da plataforma, intitulado “Spiderhead”, ao lado de Miles Teller (“Divergente”) e Jurnee Smollett (“Aves de Rapina”). O filme tem roteiro da dupla Rhett Reese e Paul Wernick (“Deadpool”) e será dirigido por Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”). Baseado num conto de ficção científica de George Saunders, “Spiderhead” se passa em um futuro próximo, quando os condenados podem se voluntariar como pacientes de experiências médicas para encurtar suas sentenças. A trama vai acompanhar dois prisioneiros que se submetem a testes para drogas que alteram as emoções. Além de estrelar, Hemsworth será um dos produtores do longa. A produção deve começar após Kosinski terminar a pós-produção de “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, que também inclui Miles Teller em seu elenco.

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  • Série

    Nova temporada do desenho de Velozes e Furiosos se passa no Rio de Janeiro

    26 de setembro de 2020 /

    A DreamWorksTV divulgou dois pôsteres e o trailer da 2ª temporada de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto”, série animada baseada nos filmes “Velozes e Ferozes”, que vai se passar no cenário do quinto longa da franquia, o Rio de Janeiro. O trailer mostra vários clichês de Hollywood sobre o Rio, com imagens inevitáveis do Corcovado, favelas, praias e os macacos que todo turista encontra na cidade, como os Simpsons não cansam de denunciar. A série gira em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (o personagem de Vin Diesel nos filmes). Na trama, ele e seus amigos são recrutados por uma agência federal para missões secretas. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A nova temporada do desenho animado estreia em 9 de outubro na Netflix.

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  • Série

    Steven Soderbergh revela que The Knick terá continuação

    26 de setembro de 2020 /

    A série “The Knick”, produzida e inteiramente dirigida pelo cineasta Steven Soderbergh (“Doze Homens e um Segredo”), vai ganhar continuação, cinco anos após seu encerramento. Ambientada na Nova York de 1900 e estrelada por Clive Owen, a trama acompanhava os cirurgiões e as enfermeiras do hospital Knickerbocker, retratando as condições precárias, os equívocos científicos e os preconceitos que dificultavam o trabalho médico no começo do século 20. A série durou duas temporadas no canal Cinemax entre 2014 e 2015, mas foi encerrada com sua trama em aberto após a emissora do grupo HBO trocar seu projeto de séries de qualidade por produções de luta e tiros. O revival, portanto, não será mais uma produção do Cinemax, mas da grife mais prestigiado do conglomerado, a HBO. Apesar disso, provavelmente será lançada no streaming HBO Max. Clive Owen não vai retornar para a sequência, devido ao destino de seu personagem ao final da 2ª temporada. Assim, a continuação será focada no doutor Algernon C. Edwards, personagem de André Holland na série original. Em entrevista ao site Playlist, Soderbergh contou que a produção também vai reviver a parceria bem-sucedida entre Holland e o diretor Barry Jenkins, que trabalharam juntos no filme vencedor do Oscar “Moonlight” (2016). A dupla foi quem desenvolveu a ideia para a continuação. Entretanto, os autores do roteiro serão Jack Amiel e Michael Begler, que são os criadores da série original. “[André e Barry] criaram uma abordagem realmente ótima com Jack e Michael”, disse Soderbergh à publicação. “E isso parece estar avançando rapidamente. Acabei de ler o piloto, que é incrível.” Ainda não há detalhes adicionais sobre a continuação de “The Knick”. Veja abaixo o trailer da série original.

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  • Etc

    Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones

    26 de setembro de 2020 /

    Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.

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