Robert Rodriguez vai produzir a nova série de Boba Fett
“O Livro de Boba Fett” (The Book of Boba Fett), nova série de “Star Wars” anunciada na cena pós-créditos da 2ª temporada de “The Mandalorian” (The Mandalorian), terá o reforço do diretor Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) atrás das câmeras. A novidade foi revelada pelo perfil oficial de “Star Wars” no Twitter, que também divulgou o logotipo oficial da atração, prevista para dezembro de 2021. Veja abaixo. Rodriguez entrou no time de produtores executivos ao lado do colega Jon Favreau (diretor de “Homem de Ferro”, “O Rei Leão” e criador de “The Mandalorian”) e Dave Filoni (criador de “Star Wars: The Clone Wars”). O trio deu liga durante as filmagens do episódio “The Tragedy”, da 2ª temporada de “The Mandalorian”, que foi justamente o capítulo responsável por reintroduzir Boba Fett. Eles vão contar agora o que acontece após a cena pós-créditos, em que Boba Fett (Temuera Morrison) e Fennec Shand (Ming-Na wen) assumem o controle do antigo castelo de Jaba em Tatooine. Em entrevista ao programa matinal “Good Morning America”, nesta sexta (21/12), Jon Favreau ainda revelou que a nova série vai ser produzida antes da 3ª temporada de “The Mandalorian” e será a próxima estreia do universo “Star Wars” no Disney+ (Disney Plus). Por conta disso, “The Mandalorian” só vai retornar em 2022. Além de “The Book of Boba Fett”, “The Mandalorian” também vai render mais dois spin-offs, “Rangers of the New Republic” e “Ahsoka”, que trará Rosario Dawson no papel da jedi Ahsoka Tano. The Book of Boba Fett, a new Original Series, starring Temuera Morrison and Ming-Na Wen and executive produced by Jon Favreau, Dave Filoni and Robert Rodriguez, set within the timeline of The Mandalorian, is coming to @DisneyPlus Dec. 2021. pic.twitter.com/YT2zbLufI8 — Star Wars (@starwars) December 21, 2020
Atriz de Chiquititas vai estrelar nova série da Disney+ (Disney Plus)
A jovem atriz Gabriella Saraivah, que fez parte de “Chiquititas” (2013) e da recente novela “Éramos Seis” (2019), vai estrelar uma nova série da Disney+ (Disney Plus), “Tudo Igual… SQN” (ou “Tudo Igual… Só Que Não!”), inspirada no livro “Na Porta ao Lado”, da escritora Luiza Trigo (“Meus 15 Anos”), que investiga problemas típicos da adolescência. Gabriella viverá Carol, uma adolescente que precisa lidar com o novo casamento da mãe e com uma mudança de casa, entre outras questões. Ela virá dos Estados Unidos, onde mora, especialmente para gravar no Rio e em São Paulo. O começo da produção está prevista para março. Além de “Tudo Igual… SQN”, a Disney+ (Disney Plus) também está desenvolvendo uma adaptação do espetáculo “O Som e a Sílaba”, a cargo de Miguel Falabella. A peça original gira em torno de uma mulher autista com habilidades excepcionais para o canto lírico e sua relação com uma professora.
Miguel Falabella desenvolve série na Disney+
Depois de sair da Globo, Miguel Falabella fechou com Disney para escrever e produzir uma minissérie para a plataforma Disney+ (Disney Plus). O autor de séries como “Pé na Cova” (2013) e “Eu, a Vó e a Boi” (2019) vai adaptar o espetáculo “O Som e a Sílaba”, que contou nos palcos com Alessandra Maestrini e Mirna Rubim. As duas devem repetir seus papéis na trama de streaming, que gira em torno de uma mulher autista com habilidades excepcionais para o canto lírico e sua relação com uma professora. Vale lembrar que aproximação entre Falabella e Disney começou com a exibição da série animada “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, criada por ele em parceria com a ilustradora Suppa. Inicialmente veiculada no YouTube, a série estreou no canal pago Disney Júnior em 14 de dezembro. Além de “O Som e a Sílaba”, a plataforma também está desenvolvendo “Tudo Igual… SQN!”, inspirada no livro “Na Porta ao Lado”, da escritora Luiza Trigo, que investiga problemas típicos da adolescência. As gravações devem começar em março com participação de Gabriela Saraivah, que integrou o elenco de “Chiquititas”, no SBT, e fez novelas da Globo como “Avenida Brasil” (2012) e “Éramos Seis” (2019).
O Tigre Branco: Drama indiano com Priyanka Chopra Jonas ganha trailer impactante
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “O Tigre Branco”, drama indiano que conta com Priyanka Chopra Jonas (“Quantico”) no elenco. O filme é baseado no best-seller homônimo de Aravind Adiga (“Selection Day”) e conta a história impactante de um motorista, que após anos de submissão e abuso nas mãos dos mais ricos começa a usar sua inteligência e astúcia para mudar seu status. A ascensão de Balram de um aldeão pobre a empresário de sucesso na Índia moderna mostra como a fome e a falta de oportunidade podem construir e impulsionar o instinto animal de sobrevivência de um ser humano. O papel principal é de Adarsh Gourav, revelado em “Meu Nome é Khan” (2010) e astro da série “Leila”, disponibilizada pela Netflix. A adaptação foi feita pelo cineasta Ramin Bahrani, filho de imigrantes iranianos, que nasceu e cresceu nos EUA. Diretor de filmes indies como “A Qualquer Preço” (2012) e “99 Casas” (2014), ele filmou recentemente o remake de “Fahrenheit 451” (2018) para a HBO, além de ter produzido o filme brasileiro “Sócrates” (2018). A estreia está marcada para 22 de janeiro. Veja abaixo o novo trailer legendado e outro disponibilizado apenas em inglês.
2020 Nunca Mais: Netflix apresenta trailer da sua retrospectiva do ano
A Netflix divulgou fotos do elenco e o trailer legendado de “Death to 2020”, que no Brasil ganhou o título menos agressivo de “2020 Nunca Mais”. Criação de Charlie Brooker, o autor de “Black Mirror”, a produção é uma retrospectiva em tom de paródia do ano de 2020, apresentado por vários “especialistas”, entre cientistas, historiadores, políticos, a realeza e “pessoas comuns” – na verdade, todos interpretados por atores. O elenco conta com Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”), Lisa Kudrow (“Friends”), Hugh Grant (“The Undoing”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Joe Keery (“Stranger Things”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Tracey Ullman (“Mrs. America”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”) e Samson Kayo (“Truth Seekers”), que farão comentários sobre eventos reais dos últimos 12 meses. O formato lembra a franquia de programas “Wipe”, projeto também criado por Brooker. O primeiro “Charlie Brooker’s Screenwipe”, lançado em 2006 na BBC Four, exibia reprodução de trechos de outros programas intercalados com comentários do produtor. Virou um grande sucesso e ganhou vários derivados, inclusive algo muito parecido com o atual projeto, o “2010 Wipe”, uma revisão cômica do ano, que inaugurou uma tradição anual de retrospectivas de Brooker – até 2016, quando o produtor se mudou para a Netflix. Por sinal, a comediante britânica Diane Morgan, que interpreta a apresentadora fictícia Philomena Cunk na franquia “Wipe”, também faz parte do elenco de “2020 Nunca Mais”. Para completar, a direção da comédia está a cargo de Al Campbell, que também colabora com Brooker nos derivados de “Wipe”. “2020 Nunca Mais” vai estrear em 27 de dezembro em streaming – mas não no Quibi, como ironiza o trailer, referindo-se a uma das vítimas fatais do ano que se encerra.
Racionais MC’s vai ganhar documentário da Netflix
O grupo mais influente do rap nacional, Racionais MC’s, ganhará um documentário na Netflix em 2021. A informação foi revelada por Edi Rock durante entrevista ao site Tenho Mais Discos Que Amigos. Ao contar a novidade, ele disse que o projeto mostrará a origem e a ascensão do grupo, formado por ele, Mano Brown, Ice Blue e KL Jay, com depoimentos de todos os integrantes. “É uma bela história”, disse. “Vai contar como a cultura hip-hop entrou na minha vida, como eu conheci o KL e depois encontramos o Brown e o Blue, e como a gente se uniu na São Bento, no centro de São Paulo, porque inicialmente eram duas duplas em lados diferentes da cidade.” O rapper ainda afirma que o projeto deve ser lançado no começo de 2021. “Ainda não tem data de estreia, mas estamos em reta final de produção, colhendo imagens e entrevistas. No primeiro semestre pode esperar que vai estar estourando aí, igual a pandemia”, completou.
Estreia mundial de Mulher-Maravilha 1984 só deve ser “boa” no Brasil
“Mulher-Maravilha 1984” estreou no Brasil e em mais 31 países neste fim de semana. Mas o resultado não foi o esperado por muitos que planejavam utilizar seus números para atacar a tática da Warner de lançar o filme simultaneamente em streaming nos EUA. Nos locais onde começou a ser exibida com exclusividade nos cinemas – e antes que uma suposta pirataria das cópias digitais prejudicasse suas bilheterias – , o filme abriu com uma arrecadação de cerca de US$ 38,5 milhões, bem abaixo dos US$ 60 milhões que o mercado esperava na véspera do fim de semana. O desempenho foi especialmente reduzido na China, com US$ 18,8 milhões, valor decepcionante comparado aos blockbusters locais do período da pandemia. O filme também foi prejudicado por novos fechamentos de cinemas em vários países e por uma Europa em lockdown. A ausência de boas notícias da Europa e a decepção da China acabou quase compensada com resultados sólidos em países negacionistas. Na América Latina, o filme abriu em 1º lugar. O que significa que os cinemas ficaram lotados para a estreia no Brasil, um dos maiores mercados da região. De acordo com a revista Variety, o novo longa da super-heroína arrecadou US$ 1,7 milhões por aqui — o que equivale, aproximadamente, a R$ 8,5 milhões. Os números oficiais devem ser divulgados na segunda-feira (21/12). Mas os valores não devem representar a boa notícia que sugerem para o mercado cinematográfico nacional, pois refletem outro dado alarmante. Pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo no sábado (19/12) apontou que o número de pessoas em isolamento no país recuou ao menor nível desde o início da pandemia. Refletindo este aumento de circulação, o país voltou a registrar na semana passada números superiores a mil mortes por dia. No sábado, inclusive, aconteceu a maior média móvel de casos de infecção desde o início da pandemia, com 47.439 testes positivos. Já a quantidade de óbitos passou de 186 mil, ao todo. A permanecer esta tendência, um novo fechamento dos cinemas – e do comércio não essencial – deve voltar à pauta política de prefeitos e governadores nos próximos dias (atualização: na verdade, aconteceu um dia depois deste texto ser publicado!).
Monster Hunter perde aposta contra pandemia nas bilheterias dos EUA
A Sony fez uma aposta de risco em “Monster Hunter” e deve perder uma fortuna. O filme de monstros gigantes, orçado em US$ 60 milhões e estrelado por Milla Jovovich (“Resident Evil”), teve um desempenho muito pior que o esperado em sua estreia nos EUA e Canadá neste fim de semana. Com uma arrecadação de somente US$ 2,2 milhões entre sexta e domingo (20/12), ficou abaixo da média de US$ 3 milhões que vinha marcando as estreias dos últimos meses, durante a pandemia. O valor é reflexo da diminuição crescente dos salas de exibição em atividade. Apenas 2,3 mil cinemas estão abertos na América do Norte, dos quais 1,7 mil receberam a produção de efeitos visuais monstruosos. O estúdio não negociou um lançamento simultâneo ou antecipado em streaming com o parque exibidor, porque acreditava poder compensar o esperado prejuízo norte-americano com um grande sucesso asiático. A franquia “Resident Evil”, também estrelada por Jovovich, teve seu maior desempenho na China. Mas a estreia chinesa de “Monster Hunter” acabou prejudicada por uma cena que o público entendeu como racista, levando as autoridades do país a ordenarem a retirada do filme de cartaz. Para completar, a crítica não aprovou a nova adaptação de videogame, considerada medíocre, com 48% de notas positivas na média compilada pelo site Rotten Tomatoes. De todo modo, essa nota é bem maior que a média dos filmes de “Resident Evil”, qualificados como lixo, em aprovações que variaram de 22% a 38% em toda a franquia. Os US$ 2,2 milhões de “Monster Hunter” se tornam ainda mais abissais quando comparados à estreia que ocupou o fim de semana antes do Natal em 2019. Neste período do ano passado, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” abriu com nada menos que US$ 177,3 milhões no mercado norte-americano. Graças ao desastre da Sony, devem diminuir muito as críticas feitas contra a Warner por decidir lançar seus filmes, a partir de “Mulher-Maravilha 1984”, simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max para os assinantes do serviço de streaming, que por enquanto só é comercializado na América do Norte. Um bom parâmetro pode ser traçado pelo desempenho de “Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal e DreamWorks Animation. Cumprindo seu cronograma de apenas três fins de semana exclusivos nos cinemas, o filme foi lançado na sexta (18/12) em PVOD (locação digital premium) e, mesmo assim, ocupou o 2º lugar no ranking das bilheterias de cinema, com uma arrecadação muito próxima da atingida pelo líder estreante: US$ 2 milhões. A sequência de “Os Croods” rendeu até agora US$ 27 milhões nos cinemas norte-americanos, mas já soma US$ 84,5 milhões mundiais, com cerca de 60% desse valor vindo da China, onde o filme faturou US$ 50 milhões. Tanto “Monster Hunter” quanto “Os Croods 2” sofreram adiamentos em suas previsões de estreia para o Brasil. Os dois filmes foram remanejados para janeiro, respectivamente nos dias 14 e 21. Mas, com isso, correm o risco de encontrarem os cinemas fechados devido à disparada de casos de covid-19 no país.
Chadwick Boseman gravou vários episódios de série animada inédita da Marvel
A apresentação do Dia do Investidor da Disney, em 10 de dezembro, revelou um trailer da nova série animada da Marvel “What If…?”, em que as vozes dos personagens são feitas pelos atores que os interpretaram no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A prévia, inclusive, serviu para confirmar a participação vocal de Chadwick Boseman, dublando o Pantera Negra. Agora, Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, revelou que Boseman não gravou apenas uma participação especial. Ele deixou sua voz em “vários episódios” da série antes de morrer em decorrência de um câncer em agosto deste ano. “Ele participou de quatro sessões e gravou vários episódios”, disse Feige em entrevista ao Emmy Magazine. “Em retrospectiva, foi muito emocionante”. “What If…?” vai ganhar um título diferente da tradução dos quadrinhos nacionais ao estrear no Brasil. Numa tradução literal, será chamada de “E Se…?”. Originalmente batizados no Brasil de “O Que Aconteceria Se…”, os quadrinhos foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram o que aconteceria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e embarcam até em situações assumidamente ridículas. O conceito fez tanto sucesso que extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série será a primeira animação integrada ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e deve adaptar sua premissa original para realizar uma exploração do multiverso. Como revelou a prévia apresentada no Dia do Investidor da Disney, os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, que parecem se desenrolar em universos paralelos em que eles tiveram destinos completamente diferentes. O vídeo mostra, por exemplo, Peggy Carter como Capitã Bretanha, e T’Challa, o personagem de Chadwick Boseman, tornando-se o Senhor das Estrelas no lugar de Peter Quill (Chris Pratt). Além de Boseman, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Hayley Atwell (“Agente Carter”), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu) e Chris Sullivan (Taserface). Para completar, a série ainda introduzirá um personagem inédito, o Vigia dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. A conferir. A previsão de estreia é para 2021. Veja abaixo o trailer anteriormente divulgado. mostra os personagens da Marvel em cenários hipotéticos. “Tem muitos tipos de histórias que não conseguimos explorar no live-action”, explica Feige. Na semana passada, Feige explicou que Chadwick não será substituído em “Pantera Negra 2”. O anúncio foi feito durante a reunião dos investidores da Disney, em que a companhia detalhou seus planos para os próximos anos.
Amazon renova The Wilds para 2ª temporada
A Amazon anunciou a renovação de “The Wilds” com apenas uma semana de exibição. A 1ª temporada foi lançada em 11 de dezembro no serviço de streaming Amazon Prime Video. A confirmação da 2ª temporada aconteceu com ajuda de um vídeo nas redes sociais, que contou com participação do elenco da série. Veja abaixo. “The Wilds” segue um grupo de garotas adolescentes de diferentes origens que precisam lutar pela sobrevivência após um acidente de avião as deixar em uma ilha deserta. A reviravolta da história é que elas não foram parar lá por acidente. A produção, com elementos de “Lost” e “O Senhor das Moscas”, foi criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”) e destaca em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”), Troy Winbush (“Os Goldbergs”) e Greg Bryk (“Bitten”). did someone say season 2?? #TheWilds pic.twitter.com/ZVDe1sFfx0 — The Wilds (@thewildsonprime) December 19, 2020
Ariana Grande canta ao vivo em clipe extraído do documentário da Netflix
A Netflix divulgou uma cena de “Excuse Me, I Love You”, documentário que registra bastidores da turnê “Sweeter”, de Ariana Grande. A prévia é praticamente um clipe com a interpretação ao vivo da música “Everything”. Os shows registrados no filme ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. A turnê, que agora poderá ser vista em casa, inclui o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Além disso, o documentário captou muitos momentos íntimos da artista, com direito à correria e lágrimas nos camarins. Vale lembrar que Ariana já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Já o filme será disponibilizado em streaming na segunda-feira (21/12).
Um Príncipe em Nova York 2: Sequência de comédia clássica de Eddie Murphy ganha fotos
A Amazon divulgou as primeiras imagens de “Um Príncipe em Nova York 2” (Coming 2 America), sequência da comédia estrelada por Eddie Murphy em 1988. No original, Murphy vivia Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, que decide ir a Nova York para encontrar possíveis esposas. Desta vez, Murphy está prestes a virar o rei de Zamunda quando descobre que tem um filho que nunca conheceu nos EUA. Honrando o desejo de seu pai (James Earl Jones, de volta ao papel do rei) para que prepare seu filho como o príncipe herdeiro, Akeem volta a viajar a Nova York em busca do filho desconhecido. Ele contará novamente com a ajuda de seu fiel parceiro Semmi (Arsenio Hall, repetindo o papel dos anos 1980), mas o elenco está cheio de novidades, como Jermaine Fowler (“Crashing”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Shari Headley (“Goosebumps 2”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), KiKi Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o rapper Rick Ross como ele mesmo. O roteiro foi escrito por Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e a direção é de Craig Brewer, em seu segundo filme seguido com Eddie Murphy, após o sucesso de “Meu Nome é Dolemite” na Netflix no ano passado. O filme será lançado pela Amazon Prime Video no início de março, com alguns países recebendo também uma estreia cinematográfica do estúdio original, Paramount Pictures.
Mark Hamill brinca após The Mandalorian: “Algo bom na TV?”
Mark Hamill usou o Twitter na sexta-feira (18/12) para perguntar, brincando com os fãs de “Star Wars”: “Têm visto algo bom na TV ultimamente?”. Quem acompanha a série “The Mandalorian” sabe do que ele está falando. Mas é spoiler para quem ainda não assistiu ao capítulo final da 2ª temporada. O desfecho da história de Grogu, também conhecido como “a criança” e “Baby Yoda”, aconteceu com participação de ninguém menos que Luke Skywalker, interpretado pelo próprio Hamill. O personagem clássico de “Star Wars” chega no último minuto e, como um exército de um homem só, demonstra todo seu poder de mestre jedi para derrotar um pelotão de “dark troopers”, espécie de exterminadores do futuro da franquia. É exatamente como os fãs esperavam ver Luke na nova trilogia. Fãs da saga, que não se conformam com o destino dado ao personagem nos filmes recentes, devem ter vibrado. Até Hamill aprovou, após confessar não ter concordado com os rumos de seu mestre jedi no segundo longa da nova trilogia. “Não é meu Luke Skywalker”, ele chegou famosamente a dizer. Como “The Mandalorian” se passa anos antes da história vista mais recentemente, quando Luke se revela a Din Djarin (o mandaloriano interpretado por Pedro Pascal), ele ainda tem a aparência jovem que Hamill tinha nos anos 1980. O ator foi rejuvenescido digitalmente para participar da série, surgindo com o visual da época de “O Retorno de Jedi” (1983). Como o seu, o meu e o dele Luke Skywalker. E não aparece sozinho. Seu fiel companheiro R2-D2 também faz uma participação especial no episódio. Outro detalhe reminiscente da trilogia original ficou para a cena pós-crédito, em que Boba Fett (vivido por Temuera Morrison), retorna a Tatooine para se vingar dos criminosos remanescentes do bando de Jabba the Hut e reivindicar o palácio de seu antigo empregador. Esta história vai continuar num spin-off, “The Book of Boba Fett” (O Livro de Boba Fett), anunciado para dezembro de 2021. Vale observar ainda que, com o desfecho da temporada, “The Mandalorian” pode ter se despedido de seu maior trunfo, o “Baby Yoda”, que vendeu inúmeros brinquedos e produtos da Disney. Mas deixa o gancho de uma 3ª temporada focada no destino do planeta Mandalor, com um conflito pendente e inevitável entre Din Djarin e Bo-Katan Kryze (Katee Sackhoff). Seen anything good on TV lately? — Mark Hamill (@HamillHimself) December 18, 2020











