Phoebe Waller-Bridge desiste da série baseada em “Sr. & Sra. Smith”
A atriz Phoebe Waller-Bridge desistiu de ser a nova Angelina Jolie na série baseada no filme “Sr. & Sra. Smith”, de 2005, que está sendo desenvolvido para a Amazon Prime Video. A vencedora do Emmy decidiu abandonar o projeto, anunciado em fevereiro passado, devido a divergências criativas com Donald Glover, que tem o papel desempenhado por Brad Pitt na história. Os dois astros e criadores das séries “Fleabag” e “Atlanta” estavam trabalhando juntos para desenvolver e estrelar a atração, visando um lançamento em 2022. Eles já tiveram uma parceria anterior, ao participarem do filme “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018), quando tiveram a oportunidade de dar muitas entrevistas em dupla, mostrando ótima química. Mas o trabalho de criação coletiva não teve o resultado esperado. Apesar do revés, o projeto permanece confirmado e vai agora buscar uma nova atriz principal, com possível reformulação da personagem. Na trama de cinema, John e Jane Smith são um casal aparentemente comum, que esconde apenas um segredo entre si. Os dois são assassinos de aluguel contratados por empresas rivais e a verdade só vem à tona quando eles, sem saber, recebem a missão de matar o outro. A equipe criativa da série também inclui a roteirista-produtora Francesca Sloane, que trabalha com Donald Glover em “Atlanta” e é apresentada como cocriadora do projeto. O estúdio encarregado é o New Regency, responsável pelo filme original, em parceria com o Amazon Studios.
“Shang-Chi” é terceira maior estreia do ano no Brasil
A estreia de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o novo filme da Marvel, ajudou a levar o público de volta aos cinemas brasileiros, interrompendo uma tendência de queda preocupante na venda de ingressos no país. O circuito nacional movimentou 776,3 mil pessoas e arrecadou R$ 14,7 milhões em bilheteria entre quinta e domingo (5/9), segundo dados da Comscore. O número corresponde a um aumento de 58% em relação à comercialização de ingressos da semana passada. Deste total, 498 mil viram o lançamento da Marvel, que arrecadou R$ 9,5 milhões nas bilheterias. Trata-se da terceira maior abertura do ano, atrás só de “Velozes e Furiosos 9” (679,7 mil espectadores) e “Viúva Negra” (621,2 mil). De fato, “Shang-Chi” teve mais público neste fim de semana que a soma total de espectadores de todos os filmes exibidos na semana passada – 492 mil. Vale lembrar que a Disney distribuiu o longa em 90% das salas disponíveis no circuito exibidor. Para dar uma medida do impacto desta distribuição, o segundo maior público do período pertenceu a “After — Depois do Desencontro”, que teve módicos 49 mil espectadores – ou cerca de 10% da audiência de “Shang-Chi”. Os números da adaptação de quadrinhos tendem a crescer ainda mais, porque só registram o número de ingressos vendidos até domingo. Com o feriado de terça (7/9), mais pessoas devem frequentar as salas brasileiras. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias nacionais, segundo levantamento da Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 2-5/SET:1. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis2. After – Depois do Desencontro3. Patrulha Canina (pré estreia)4. Infiltrado5. Free Guy6. Esquadrão Suicida7. Poderoso Chefinho 28. Pedro Coelho 29. A Lenda de Candyman10. Uma Noite de Crime — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 6, 2021
Star+ lança episódio inédito de “The Walking Dead” na noite de domingo
A plataforma Star+ (Star Plus) começou a liberar os episódios inéditos da 11ª e última temporada de “The Walking Dead”. Com estreia simultânea à exibição na TV americana, os capítulos vão chegar sempre aos domingos, às 23h. Era o que fazia o antigo canal pago Fox. A diferença é que, no streaming, o assinante pode escolher se vai assistir dublado em português ou no idioma original com legendas, além de parar, voltar, adiantar e rever as cenas. Lançada na terça-feira (31/8), a plataforma estreou com os dois primeiros episódios da temporada e incluiu neste domingo (5/9), pontualmente às 23h, o terceiro capítulo. O próximo será disponibilizado no dia 12. O fim de “The Walking Dead” terá um total de 24 episódios, a quantidade de toda a série. Mas a exibição será dividido em três partes, com duas grandes interrupções. Apenas oito capítulos fazem parte da atual leva, enquanto as demais ficaram para o ano que vem.
The Sinner: Bill Pullman investiga novo mistério no trailer da 4ª temporada
O canal pago americano USA divulgou o trailer da 4ª temporada de “The Sinner”, que é disponibilizada no Brasil pela Netflix. A prévia dos novos episódios mostra o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) tendo que desvendar um novo mistério na ilha de Hanover. Tudo começa quando ele vê uma mulher caminhando em direção a um penhasco perto do oceano antes de desaparecer. Esta mulher é Percy Muldoon (Alice Kremelberg, de “Orange Is the New Black”), filha de uma família abastada da ilha. Após seu testemunho, autoridades vasculham as águas ao redor, mas não encontram sinais de um corpo. Na verdade, uma testemunha afirma ter visto Percy ir embora após a ligação inicial de Harry para o 911, forçando-o a questionar se ele realmente viu o que pensa que viu. Meg (Frances Fisher, de “Watchmen”), a matriarca da família Muldoon, também não acredita que Percy teria se matado. Mas a jovem talvez tenha se escondido, com medo de uma ameaça real a sua vida, mantida em segredo pela família. Além de Pullman, a continuação também terá a volta de Jessica Hecht como Sonya, a parceira do detetive, e a mesma equipe de bastidores comandada pelo criador-showrunner Derek Simonds, incluindo a atriz Jessica Biel, que estrelou a 1ª temporada e é produtora executiva da atração. A estreia da 4ª temporada está marcada para 13 de outubro nos EUA.
Estreia de “Shang-Chi” só perde pra “Viúva Negra” nos EUA
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” está comemorando a segunda maior estreia do ano nos EUA e Canadá, atrás apenas de outra produção da Marvel, “Viúva Negra”. Faturou US$ 71,4 milhões em 4,3 mil salas, enquanto o filme de Scarlett Johansson fez US$ 80,3 milhões. Mas a diferença entre as duas produções é maior. “Viúva Negra” foi distribuída simultaneamente nos cinemas e na Disney+ – e a atriz abriu processo contra o estúdio por causa disso – , somando ainda mais US$ 60 milhões em valores digitais. Já o primeiro longa com protagonistas asiáticos do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) foi “um teste” para verificar como o mercado reagiria a um lançamento da Marvel exclusivo do circuito cinematográfico em meio a mais uma onda da pandemia. Além de dar à Disney uma comparação para levar aos tribunais contra Johansson, o desempenho se mostrou bastante positivo para o mês de setembro, que geralmente recebe poucos blockbusters e por isso costuma ser dominado por filmes de terror. Não por acaso, apenas dois outros títulos tiveram estreia melhor nesse mês que o longa estrelado pelo pouco conhecido Simu Liu, “It – A Coisa” (2017) e sua continuação de 2019. Como na segunda-feira (6/9) é feriado do Dia do Trabalho nos EUA, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” também deve estabelecer um recorde em sua estreia. A expectativa é que ele chegue a US$ 83,5 milhões no período de quatro dias, mais que o dobro da marca de melhor fim de semana do Dia do Trabalho anterior, que pertencia ao remake de “Halloween” com US$ 30,6 milhões ao longo de quatro dias em 2007. “Ao quebrar os recordes de bilheteria do Dia do Trabalho com uma história de origem nova para muitos fãs, ‘Shang-Chi’ deu uma declaração enfática: as pessoas realmente querem voltar ao cinema”, disse Rich Gelfond, CEO da Imax, em um comunicado. “É claro que uma ótima produção somada a um lançamento cinematográfico exclusivo segue sendo uma fórmula vencedora de bilheteria, e este filme inovador lançou com sucesso uma nova e excitante jornada cinematográfica para a Marvel e um grande sucesso de bilheteria para a indústria”, completou. O interesse do público no filme foi estimulado por críticas positivas, que chegaram a 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, e comentários ruidosos nas redes sociais a respeito das cenas pós-créditos, com participações especiais que colocam Shang-Chi à frente dos próximos acontecimentos do MCU. E o sucesso não foi restrito à América do Norte. O lançamento internacional também impulsionou o primeiro super-herói asiático da Marvel ao 1º lugar de vários países, especialmente no Reino Unido, onde seus US$ 7,7 milhões representaram a maior bilheteria de estreia de toda a pandemia na região. Outros mercados em que a abertura foi notável incluem Coreia do Sul (com US$ 6,5 milhões), França (US$ 4,3 milhões), Rússia (US$ 3,2 milhões) e Japão (US$ 2,8 milhões). Ao todo, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” faturou US$ 127,6 milhões em todo o mundo, marca que também ficou abaixo dos US$ 149 milhões de arrecadação global de “Viúva Negra” em seu primeiro fim de semana nos cinemas. O resto das bilheterias manteve-se bem distante desses valores. Ao perder a liderança, o terror “A Lenda de Candyman” fez US$ 10,44 milhões, seguido por “Free Guy – Assumindo o Controle” com US$ 8,7 milhões, “Patrulha Canina – O Filme” com US$ 4 milhões e “Jungle Cruise” com US$ 3,9 milhões. E vale reparar que neste bolo há mais duas produções da Disney.
“Diário de um Banana” vai ganhar animação na Disney+
A Disney+ vai lançar uma versão animada de “Diário de um Banana”, best-seller de Jeff Kinney que já foi adaptado num filme live-action de 2010 pela antiga 20th Century Fox. Graças ao sucesso dos livros – 250 milhões de cópias vendidas – e do filme original, que deu origem a uma franquia nos cinemas, a trama já é bastante conhecida. Gira em torno de Greg Heffley, um garoto magricela, mas ambicioso, com uma imaginação ativa e grandes planos para se tornar rico e famoso – isto é, se conseguir sobreviver ao ensino fundamental primeiro. Perseguido e constantemente humilhado, ele ainda tem que aguentar seu melhor amigo Rowley levar a vida tranquilamente e ter sucesso em tudo, mesmo sem tentar! “Parece que neste filme o livro ganha vida, e é emocionante ver Greg Heffley e sua família e amigos em sua glória totalmente animada”, disse Kinney em comunicado. “É o mundo do ‘Diário de um Banana’ de uma maneira que ninguém viu antes. Sinto que, ao trabalhar neste filme, estava guardando um segredo maravilhoso. Não vejo a hora de finalmente compartilhar ele com o mundo!”, completou. A nova versão será lançada em 3 de dezembro diretamente em streaming, com roteiro do próprio Kinney, direção de Swinton Scott (da série “Futurama”) e já tem até um pôster nacional, que pode ser visto abaixo.
Dead Boy Detectives: Criação de Neil Gaiman na DC Comics vai virar série
A HBO Max está desenvolvendo uma adaptação de “Dead Boy Detectives”, personagens de quadrinhos da DC Comics criados por Neil Gaiman. Introduzidos originalmente nas páginas de “Sandman” em 1991, os detetives mirins mortos são Edwyn e Charles, fantasmas de dois garotos que, após suas mortes, decidiram permanecer na Terra para investigar crimes sobrenaturais. Edwyn e Charles fizeram tanto sucesso que acabaram retornando dois anos depois no crossover “A Cruzada das Crianças” (Children’s Crusade), que juntou vários personagens da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, antes de ganhar sua própria minissérie em 2001, uma graphic novel em 2005 e uma série mensal em 2014, entre várias participações em outras publicações. Sua trajetória live-action também vai começar no título de outros personagens. Os dois já vão aparecer na 3ª temporada de “Patrulha do Destino”, que estreia dia 23 de setembro, interpretados por Ty Tennant (“War of the Worlds”) e Sebastian Croft (“Game of Thrones”). O roteiro do piloto está sendo escrito por Steve Yockey, criador de um dos maiores sucessos da HBO Max, “The Flight Attendant”. Ele também será um dos produtores executivos ao lado de Jeremy Carver (criador de “Patrulha do Destino”) e Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”). A expectativa é de que o piloto seja gravado em novembro. O resultado precisará agradar aos executivos da HBO Max para virar série. Veja abaixo algumas capas da publicação original da DC/Vertigo.
“Only Murders in the Building” vira série de comédia mais vista da Hulu
A série “Only Murders in the Building”, estrelada por Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short, tornou-se a comédia mais assistidas da Hulu desde o lançamento da plataforma. Apesar de não revelar nenhum número de visualização específico, como é praxe nos streamings da Disney, a Hulu informou que o resultado vem do “número total de usuários distintos e individuais que assistiram a qualquer episódio da série” em sua estreia, disse um porta-voz. “Only Murders in the Building” estreou na terça passada (31/8) e junta os comediantes veteranos Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez nos papéis de três vizinhos obcecados por documentários criminais que, quando um morador de seu prédio é assassinado, veem-se em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, mas que acaba lhes colocando em risco. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”) e além do trio famoso também inclui Amy Ryan (“The Office”), Aaron Dominguez (“Shaft”), Nathan Lane (“Modern Family”) e até o cantor Sting no elenco. Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. O lançamento no Brasil também aconteceu na terça-feira com a inauguração da plataforma Star+, que é a equivalente nacional da Hulu. Veja abaixo o trailer oficial legendado da série feito para o novo serviço de streaming.
Críticos elogiam visual de “Duna”, mas reclamam da narrativa hermética
A première mundial de “Duna” aconteceu nesta sexta (3/9) no Festival de Veneza, fora de competição, diante de 8 minutos de aplausos efusivos. Integrante do júri do festival, a cineasta Chloe Zhao, vencedora do Oscar por “Nomadland”, resumiu a impressão geral causada pelo épico de ficção científica ao correr pelos corredores da histórica Sala Grande para cumprimentar o diretor Dennis Villeneuve com um grande abraço após a sessão, gritando “fantástico!”. O filme também recebeu suas primeiras críticas internacionais. Algumas resenhas já preveem que “Duna” será indicado à várias categorias técnicas do Oscar, como Fotografia, Som e Efeitos Visuais, mas não deve ir muito além disso, porque se o visual é impressionante, há problemas de roteiro. Mesmo dividindo o livro de Frank Herbert em dois filmes diferentes, Villeneuve teve dificuldades para adaptar a história, sem superar os problemas já detectados na tentativa anterior de adaptar a obra em 1984: a parte arrastada no deserto de Arakis e a quantidade de personagens e nomes citados na trama. “A menos que você esteja suficientemente informado sobre o clássico da ficção científica de Frank Herbert de 1965 para distinguir seus Sardaukars de suas Bene Gesserit, é provável que você não vá não muito longe em ‘Duna'”, observou a revista The Hollywood Reporter. “Apesar de ser parte jornada do herói e parte história de sobrevivência, o filme continua jogando detalhes misteriosos em você, o que pode emocionar os geeks de Herbert, mas fará com que quase todo o resto desista”. “Se você já está mergulhado na mitologia de Herbert, vai se emocionar com cada palavra sussurrada. Mas se entrar sem saber a diferença entre um escudo Holtzman e um buraco no chão, é uma caminhada mais longa”, concordou a revista Entertainment Weekly, numa crítica que deu ao filme uma nota “B”. Não é à toa que Villeneuve reclamou tanto do lançamento híbrido, que levará o longa ao cinema e à HBO Max simultaneamente nos EUA. Segundo as críticas, o forte de “Duna” são as imagens e não a narrativa. “‘Duna’ é um filme que ganha cinco estrelas por sua construção de mundo, mas duas estrelas e meia pela narrativa”, pontuou a revista Variety. Já o visual foi elogiado de forma unânime. O jornal britânico The Guardian estampou que a produção é “cinema blockbuster no seu melhor, estonteante e deslumbrante”. “Villeneuve atrai você para uma visão do futuro surpreendentemente vívida, às vezes plausivelmente enervante”, reforçou o Los Angeles Times. “Tecnicamente brilhante, visualmente maravilhoso, com um elenco de primeira categoria e conceitos profundos de ficção científica. Pena que se arraste tanto em sua segunda metade”, considerou o site IGN. Vale lembrar que, no passado, muitos desistiram de filmar “Duna” porque consideraram impossível condensar o livro de Herbert num único filme. Responsável pela primeira tentativa em 1975, Alejandro Jodorowsky concluiu que a adaptação teria que ter 15 horas. O estúdio, claro, queria um filme de no máximo 1h50. Nove anos depois, David Lynch tentou fazer o que podia com esta limitação de tempo, mas acabou estourando a duração exigida. Por isso, sua obra sofreu vários cortes durante a edição, a mando do produtor Dino De Laurentiis, o que dificultou o entendimento da trama complexa e causou seu fracasso nas bilheterias. Villeneuve acreditava ter encontrado a solução ao dividir a história em duas partes, de modo a apresentar a trama completa com cinco horas de duração. A crítica, pelo visto, achou que isso não ajudou tanto quanto ele imaginava. “Talvez o material base, com o seu interminável glossário de termos que descrevem lugares, pessoas, tradições religiosas e sistemas políticos, seja denso demais para ser traduzido em algo cinematograficamente ágil. O filme de Villeneuve parece apressado e arrastado ao mesmo tempo, com muitos diálogos expositivos e de preparação em torno de seus sets monolíticos”, descreveu a revista Vanity Fair. Apesar de interromper a história antes do fim, a continuação ainda não está confirmada. Por isso, o lançamento acontece sob uma condição preocupante, como lembrou a revista Empire: “Será uma pena se a parte 2 nunca acontecer.” Para quem não conhece, a história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Aqueles que controlam a Especiaria têm uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), entre outros. Após a première em Veneza, “Duna” terá sua primeira exibição na América do Norte no próximo fim de semana, durante o Festival de Toronto, no Canadá. O longa também vai passar pelo Festival de Nova York no começo de outubro, antes de estrear em circuito comercial. O lançamento nos cinemas do Brasil está marcado para 21 de outubro, um dia antes dos EUA. Veja abaixo o trailer mais recente da produção.
Pode chorar. “La Casa de Papel” derruba maior teoria dos fãs
A chegada da Parte 5 de “La Casa de Papel” à Netflix nesta sexta (3/9) está causando comoção nas redes sociais. Os primeiros cinco episódios da reta final – que será concluída só em dezembro – derrubaram a maior teoria dos fãs. E é um spoiler que quem não viu não vai querer saber. Não leia abaixo de jeito nenhum. Spoiler monstro: trata-se simplesmente da morte de Tóquio, a personagem icônica de Úrsula Corberó. Narradora da série desde a 1ª temporada, Tóquio era a grande protagonista feminina de “La Casa de Papel”. Por ser quem conta a história, era a única personagem que todos acreditavam que sobreviveria. Mas a sequência que encerra a nova leva de episódios não deixa dúvidas sobre o seu destino, enquanto outros personagens têm a definição de vida e morte suspensa no momento da interrupção da temporada. O episódio 5 é praticamente todo dedicado a ela, com muitos flashbacks, a vingança da morte de sua melhor amiga, Nairóbi (Alba Flores), e uma cena de despedida comovente com Rio (Miguel Herrán). Inconsoláveis, os fãs inundaram as redes sociais de lamentos, memes e spoilers. Veja alguns abaixo. Ainda não tinha superado a Nairobe e agora… I'm devastated #lacasadepapel pic.twitter.com/Dws1iJDDRl — Luciano (@Tiagomael) September 3, 2021 Como eu fiquei depois desse final da primeira parte:#LaCasaDePapael#LCDP5 #LCDP pic.twitter.com/Ok26MHQzAW — Mayara (@comentmayy) September 3, 2021 Netflix, de seus pulos pra reviver ela…. #lacasadepapel pic.twitter.com/DX5lHC3swS — Luciano (@Tiagomael) September 3, 2021 Selfie de quem achou que por narrar a história, a Tokio não ia morrer #LaCasaDePapel pic.twitter.com/KRRODRbLTU — deek (@Carlus_Cs7) September 3, 2021 Teoria: a tokio foi a única sobrevivente e está narrando a série da cadeia Diretor resolve matar a tokio Eu: pic.twitter.com/kkouFgiyHG — Mr Fedr (@MrFedr) September 3, 2021 Estou a chorar 🥲Terminei a 1° da 5° Temporada de La Casa de Papel pic.twitter.com/YI5DjcEHGA — Potatin (de volta) (@MrPotatinBR) September 3, 2021 Este último episódio da temporada 5 da la casa de papel é só uma tortura!!#LCDP5 — 💥𝔅𝔢𝔞𝔱𝔯𝔦𝔷💥 (@la_piquinina) September 3, 2021 ELA FAZIA MERDA? FAZIA! MAS ELA MERECIA MAIS, EU NÃO TO ACREDITO, ERA PRA ELA CASAR E TER FILHOS COM O RIO, EU VIM NESSA VIDA DESTINADA A SOFRER? #LaCasaDePapel #LCDP5 / tokio pic.twitter.com/45jUz2h6wC — tvdxuniverso (@tvdxuniverso) September 3, 2021 Por isso n vou mais assistir, n tem a Tóquio, perdeu a graça — Mari 🌛 (@iStilesgf) September 3, 2021 Eu não tiro dinheiro do meu 🆒️ ,pra pagar Netflix e assistir #LaCasaDePapel e passar pela mesma coisa que eu passei em Ultimato não… pic.twitter.com/0bBqfbnxs8 — mlukaz_ (@lucazmontez_) September 3, 2021 Eu passei só 5 episódios inteiros torcendo pra q não morresse ninguém ,ao menos q matassem os fdp do Gandia e do Arturo ,poderia morrer qualquer um pra matar eles dois ,menos a Tóquio Netlfix ,menos ela…. eu não passo esse pano #LaCasaDePapel #LCDP #tóquio pic.twitter.com/yiX6SpGzmb — mlukaz_ (@lucazmontez_) September 3, 2021 Tomou 17162673 tiros e a mulher ainda ficou viva, pra matar o Gandia e a cambada, vcs podem até não gostar da Tóquio, mas falar que ela não é foda tmlc. Te amo Tóquio! Obrigada por tudo 😭 #LCDP4 pic.twitter.com/Xy6ib10k9J — lu 🌈 (@faxxfa3) September 3, 2021 Que “final” foi esse????????Tokio a melhor. Ninguém acima dela. Tokio pra sempre. Tokio eternamente heroína. #LaCasaDePapel pic.twitter.com/hSrGOw3dr3 — ris (@rismsl) September 3, 2021 quero saber como vai ser a serie agora sem a narração da toquio #LCDP5 #LCDP pic.twitter.com/x0sTPKxWmD — fel¡pe៹ lcdp spoilers (@lovzblake) September 3, 2021
Séries online: “La Casa de Papel” e muitas novidades da Star+ pra maratonar
O lançamento da Parte 5 de “La Casa de Papel” domina as atenções dos assinantes da Netflix nesta sexta (3/9). Série não americana mais vista da plataforma, a produção espanhola retoma a história num momento de grande tensão, com os protagonistas há 100 horas cercados dentro do Banco da Espanha por forças militares. Para complicar ainda mais, encontram-se sem o comando do Professor (Álvaro Morte), que é capturado justamente quando eles precisam enfrentar o exército espanhol. A ansiedade dos fãs é tão grande que os cinco episódios disponibilizados devem ser consumidos a jato – e às lágrimas, quando certa personagem morrer. E enquanto a Netflix não libera os cinco capítulos restantes para encerrar a trama – previstos só para dezembro – , sobra muito tempo para maratonar as outras opções da semana. A própria Netflix zera mais duas séries, a sci-fi “The 100” – preparem os lenços – e a dramédia “Good Girls” – controlem a frustração, porque foi cancelada antes do planejado. Para as crianças, a Disney+ apresenta “A Vida de Dug” (Dug Days), série centrada no divertido cachorro falante do filme “Up – Altas Aventuras”, da Pixar, que também marca a despedida do veteraníssimo Ed Asner, falecido no domingo passado (29/8), que deixou como último trabalho seu retorno à dublagem do velhinho Carl Fredriksen. Mas as principais novidades estão no catálogo da plataforma Star+, inaugurada na terça passada (31/8) no Brasil. Há muitas séries exclusivas em streaming, que vão além dos destaques apresentados pelo marketing do serviço. Já falamos aqui de “Only Murders in the Bulding”, com Selena Gomez e Steve Martin, de “Love, Victor”, derivada do filme “Com Amor, Simon” de 2018, da minissérie dramática “A Teacher” com Kate Mara, de “Genius: Aretha”, em que Cynthia Erivo vive a cantora Aretha Franklin, e da animação adulta “Solar Opposites”, do cocriador de “Rick & Morty” Justin Roiland, sem esquecer das novas temporadas inéditas de “The Walking Dead”, “American Horror Story”, “Impuros” e “Os Simpsons”. Para começar, há duas adaptações de quadrinhos. “Helstrom” é até da Marvel. Uma série de terror que abria um universo inexplorado dos quadrinhos da editora, mas que, infelizmente, foi dano colateral da decisão de encerrar a Marvel Television, numa queda de braços que empoderou ainda mais o Marvel Studios, de Kevin Feige, como único estúdio da editora. A 1ª temporada serve como minissérie, pois conta uma história completa, repleta de possessões demoníacas, sobre a luta de dois irmãos para controlar seus impulsos sombrios e impedir a criatura que vive trancada num hospício, no interior do corpo de sua mãe, de causar o fim da humanidade. A outra adaptação, “Resident Alien”, é baseada em quadrinhos da Dark Horse Comics e traz o ator Alan Tudyk (o Sr. Ninguém da série “Patrulha do Destino”) como um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico recluso recém-assassinado. Tudo o que ele quer é ser deixado em paz enquanto aguarda um resgate que nunca vem. Mas as circunstâncias o forçam a sair de seu esconderijo remoto para resolver crimes como médico legista – e a questionar se a raça humana merece ser salva ou destruída. A comédia funciona e a série já está renovada para novas aventuras. Três outras comédias, “Dave”, criada e estrelada pelo comediante e rapper branco conhecido como Lil Dickie, “Breeders”, com Martin Freeman (“Pantera Negra”), e “Dollface”, com Kat Dennings (a Darcy de “WandaVision”), também merecem atenção. E ainda há duas minisséries originais: “Devs”, sci-fi criada por Alex Garland (diretor de “Ex-Machina” e “Aniquilação”), e “Narciso Negro”, drama de época já levado ao cinema em 1947, em que um grupo de freiras tenta transformar um antigo e remoto palácio dos Himalaias num convento. Confira abaixo todas as dicas com trailers numa dúzia de estreias para conferir em streaming neste fim de semana. La Casa de Papel | Espanha | Parte 5 – Volume 1 (Netflix) The 100 | EUA | 7ª Temporada (Netflix) Helstrom | EUA | 1ª Temporada (Star+) Resident Alien | EUA | 1ª Temporada (Star+) Devs | EUA | Minissérie (Star+) Narciso Negro | EUA | Minissérie (Star+) Dave | EUA | 1ª Temporada (Star+) Breeders | Reino Unido, EUA | 1ª Temporada (Star+) Dollface | EUA | 1ª Temporada (Star+) Antidistúrbios | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) A Vida de Dug | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Good Girls | EUA | 4ª Temporada (Netflix)
Filmes online: “Os Croods 2”, “Cinderela” e mais 10 dicas pra ver em casa
A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” é a principal estreia da semana. Opção para entreter as crianças no feriadão da Independência, o segundo filme da família pré-histórica da DreamWorks Animation é melhor que o primeiro lançamento de 2013, além de ter sido um dos raros sucessos de cinema da pandemia. Na trama, a família cro-magnon original encontra a primeira família metrossexual (na verdade, neolítica), que é bem mais avançada, com conhecimentos agrícolas, mas também preocupações com a aparência – da barba hipster bem cultivada aos chinelos de estilo havaianas. A versão em português traz as vozes de Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, enquanto a dublagem original em inglês volta a reunir o elenco formado por Nicolas Cage (“A Cor que Caiu do Espaço”), Emma Stone (“La La Land”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”), além de Cloris Leachman (“Eu Só Posso Imaginar”) em seu último papel, como a vovó. As crianças também têm o musical de “Cinderela” estrelado pela cantora Camila Cabello. Mas apesar do elenco incluir Billy Porter (“Pose”) como Fada Madrinha e Idina Menzel (a dubladora de Elsa em “Frozen”) como a Madrasta, vale observar que a produção não empolgou a crítica. As resenhas são bastante desfavoráveis na comparação com as adaptações live-action da Disney, inclusive a versão musical de 1997, feita para a TV com a cantora Brandy no papel principal. Combinando musical e animação, há uma legítima produção da Disney, o híbrido de fantasia e documentário de Billie Eilish, em que ela canta o repertório de seu novo disco, “Happier Than Ever”, no palco do famoso Hollywood Bowl sem plateia e com direção do cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Recém-lançada, a plataforma adulta da Disney, a Star+, também oferece uma comédia exclusiva em streaming, em que um casal branco sem noção invade a festa de casamento de um casal negro recatado após conhecê-los durante as férias. Geralmente comportado, o segundo casal saiu do sério durante o último verão no México e agora precisa conviver com as consequências – dois novos melhores amigos brancos e aloprados – , em meio a convidados e familiares de seu matrimônio. O elenco destaca uma inesperada boa combinação de John Cena (“O Esquadrão Suicida”) e Lil Rel Howery (“Corra!”). Há ainda duas produções adolescentes razoáveis: uma comédia com Victoria Justice (“Brilhante Victória”) e uma sci-fi com Lily-Rose Depp (a filha de Johnny). Mas o jovem ator que se sai melhor na semana é Jack Dylan Glazer (“Shazam!”) no suspense “Don’t Tell a Soul”. Para os adultos, as opções incluem “Quanto Vale?”, lançamento da Netflix que lembra os 20 anos da tragédia de 11 de setembro de 2001, e mais quatro dramas. O destaque cinéfilo, porém, fica com “A Verdade”, primeiro filme ocidental do premiado cineasta japonês Hirokazu Koreeda, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2018 com “Assunto de Família”. O filme acompanha o encontro do personagem do americano Ethan Hawke (“Juliet, Nua e Crua”) com sua sogra francesa venenosa, vivida por Catherine Deneuve (“Potiche – Esposa Troféu”). Curiosamente, os dois também interpretam atores na trama. Apresentada como uma diva, Deneuve tem uma relação conflituosa com a filha, encarnada por outra grande estrela francesa, Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”). Paralelamente ao enredo central, a trama ainda presta homenagem à carreira de Deneuve, ao longo de várias reminiscências. Confira abaixo uma dúzia de dicas (com os trailers) de estreias para conferir nas plataformas digitais neste fim de semana. Os Croods 2: Uma Nova Era | EUA | Animação (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Cinderela | EUA | Musical (Amazon Prime Video) Happier Than Ever: Uma Carta de Amor para Los Angeles | EUA | Musical (Disney+) Amizade de Férias | EUA | Comédia (Star+) Esticando a Festa | EUA | Comédia (Netflix) Don’t Tell a Soul | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Viajantes – Instinto e Desejo | EUA | Sci-Fi (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes) Quanto Vale? | EUA | Drama (Netflix) A Verdade | França, Japão | Drama (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes) A Princesa da Rua | EUA | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) O Confeiteiro | Israel, Alemanha | Drama (Reserva Imovision) Eu Estava em Casa, Mas… | Alemanha, Sérvia | Drama (MUBI, Vivo Play)
Reservation Dogs: Série de Taika Waititi é renovada para 2ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “Reservation Dogs”, série de comédia passada em território nativo-americano. A trama gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. A série é criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Ragnarok” e “Jojo Rabbit”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirigiu o piloto e é coprodutor da atração com Waititi. A renovação aconteceu na metade da exibição dos episódios previstos para a 1ª temporada, que estreou em 9 de agosto. “Mal podíamos esperar para compartilhar ‘Reservation Dogs’ com os telespectadores e ficamos mais entusiasmados porque eles parecem amar a série tanto quanto nós. Estamos felizes por fazer uma encomenda antecipada para outra temporada”, disse Nick Grad, presidente de programação original da FX. “Sterlin Harjo apresentou sua visão criativa, em parceria com Taika Waititi e o resto da equipe criativa, o elenco e a equipe brilhantes para criar uma das melhores comédias novas da TV e uma vitrine inovadora de representação e talento bruto.” O elenco destaca os jovens D’Pharaoh Woon-A-Tai (“Beans”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Paulina Alexis (“Ghostbusters: Mais Além”) e o estreante Lane Factor nos papéis principais, além dos adultos Tamara Podemski (“Tin Star”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Macon Blair (“Ruína Azul”), Kirk Fox (“Briarpatch”), Matty Cardarople (“Stranger Things”) e os rappers gêmeos Lil Mike & Funny Bone. “Reservation Dogs” é originalmente exibida na plataforma Hulu, na seção FX on Hulu, e deve chegar ao Brasil pela Star+. A atração é o segundo sucesso de Waititi produzido para o FX. Ele também participa da produção de “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia cinematográfica que codirigiu com Jemaine Clements em 2014. Confira abaixo o trailer da produção.












