“Stranger Things” coloca “Master of Puppets” no Hot 100 da Billboard
“Stranger Things” conseguiu mais uma façanha, ao colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após aparecer em destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard. Fez sua estreia somente agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Já o maior sucesso da banda em todos os tempos é “Until It Sleeps”, que chegou em 10º lugar em sua estreia, em 1996. No início do mês, logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, a banda comentou a inclusão da música em seu perfil no Instagram, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. Metallica foi só elogios no post: “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados…” Na série, o rock clássico de 1986 é tocado pelo personagem Eddie (Joseph Quinn), em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou a banda. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e mais uma vez fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”.
Clipe de “Running Up That Hill” ultrapassa 100 milhões de visualizações no YouTube
O clipe de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, superou 100 milhões de visualizações no YouTube neste fim de semana, alimentado pela inclusão da música na 4ª temporada de “Stranger Things”. Desde a estreia de “Stranger Things 4”, as visualizações do videoclipe mais que dobraram, pois tinha 48,2 milhões de visualizações na plataforma até maio. A música desempenha um papel importante e literalmente salvador de vidas na trama da atração da Netflix, o que rendeu sua redescoberta, 37 anos após seu lançamento inicial, e o primeiro hit de Kate Bush no Top 10 nos EUA em toda sua carreira. “Running Up That Hill” foi o primeiro single do álbum de 1985 “Hounds of Love”. O videoclipe, dirigido por David Garfath, apresenta uma dança interpretativa que Bush executa com o dançarino Michael Hervieu.
HBO Max some com programas de Sandy, Ivete e Angélica
A HBO Max sumiu com os programas “Jornada Astral”, “Onda Boa com Ivete” e “Sandy + Chef”, produções que foram lançadas com muita fanfarra desde o ano passado. As atrações de variedades apresentadas por Angélica, Ivete Sangalo e Sandy saíram do catálogo do streaming na quarta-feira (13/7). O “Jornada Astral” foi lançado em dezembro de 2021 e foi o primeiro trabalho de Angélica fora da Globo, empresa em que trabalhou durante 24 anos. No programa, ela conversava com entrevistados famosos, tendo o horóscopo como ponto de partida para confissões inesperadas e previsões para os futuros das celebridades. O “Sandy + Chef” acompanhava experiências culinárias da cantora Sandy, nada íntima com a cozinha, com a ajuda de um chef de cozinha renomado por capítulo. Além do passo a passo para elaborar os pratos, a série disponibilizada em novembro de 2021 destacava as trapalhadas de Sandy e suas cobaias, formadas por sua família e amigos. Já o “Onda Boa com Ivete” foi o programa que ficou menos tempo na plataforma. Foi lançado neste ano, no dia 20 de janeiro, e acompanhou o processo criativo da cantora Ivete Sangalo. O motivo alegado para o sumiço foi a fusão da Warner com a Discovery. “Em preparação para a eventual unificação da programação HBO Max e Discovery+ em uma só plataforma, estamos constantemente avaliando nossa oferta para garantir a melhor experiência de entretenimento de qualidade para os nossos consumidores; e parte desse processo inclui a remoção de conteúdos selecionados”, informou a HBO Max em comunicado, sugerindo que esse tipo de atração só entraria na nova plataforma. Mas um produto similar, “Selena + Chef”, produção original em que “Sandy + Chef” se baseia, continua disponível no streaming. De forma curiosa, a explicação oficial toca numa questão de bastidores de que não se tem notícias desde março, quando uma entrevista do CFO do grupo Discovery, Gunnar Wiedenfels, mencionou “um produto combinado ao invés de um pacote”, falando sobre uma possível unificação das plataformas. Na ocasião, ele disse que isso ainda levaria muito tempo. Mas esta declaração aconteceu um mês antes do lançamento oficial da nova empresa, Warner Bros. Discovery, resultado do acordo da AT&T para passar a antiga WarnerMedia para o controle do grupo Discovery. Desde então, os novos donos da Warner passaram a reestruturar a companhia, demitir executivos e cancelar projetos. Por causa dessa dinâmica, a Warner Bros. Discovery barrou conteúdos roteirizados dos canais americanos TNT e TBS, congelou produções locais da HBO Max em quase toda a Europa e suspendeu o projeto de novelas brasileiras para o streaming. Os cancelamentos fazem parte da revisão de conteúdo da Warner Bros. Discovery para atingir uma meta de economia de custos de US$ 3 bilhões neste ano. Vale ressaltar que o conglomerado recém-formado, administrado pelo CEO David Zaslav, herdou uma dívida de US$ 55 bilhões da WarnerMedia, que é o principal motivo para o fim dos investimentos. E a unificação das duas plataformas neste momento compreenderia mais e não menos investimentos.
The Patient: Steve Carell vira terapeuta de serial killer em série de suspense
A FX Networks divulgou o pôster e o trailer de “The Patient”, série de suspense que traz Steve Carell (“The Office”) como um psicanalista numa situação de pesadelo: atendendo um serial killer, vivido por Domhnall Gleeson (“Ex Machina”). A trama encontra o personagem de Carrell num momento da carreira em que ele se vê perdido pessoalmente, determinado a retornar para terapia justamente para ajudar outras pessoas. Entretanto, não esperava ser sequestrado e aprisionado para tratar seu paciente mais sensível, um homem que, durante a sessão, revela ter compulsão para matar pessoas. “The Patient” foi criada por Joseph Weisberg e Joel Fields, respectivamente criador e showrunner de “The Americans”, e seu elenco ainda conta com Linda Emond (“Casamento de Verdade”), David Alan Grier (“Meu Pai e Outros Vexames”), Laura Niemi (“Pânico na Cabana”), Andrew Leeds (“Cristela”), Alex Rich (“GLOW”) e Amy Handelman (“You’ll be Fine”). A estreia está marcada para 30 de agosto a plataforma americana Hulu. O lançamento deve acontecer na Star+ no Brasil, mas ainda não há data prevista.
“Sem Maturidade para Isso” é cancelada após três temporadas
A HBO Max anunciou o cancelamento da animação “Sem Maturidade para Isso” (Close Enough) depois de três temporadas. A série era criação de J.G. Quintel, autor de “Apenas um Show” (Regular Show), que foi uma das produções de maior sucesso do Cartoon Network. A trama tinha uma pegada adulta, com direito à piadas sujas e referências sexuais, e acompanhava um casal que precisa lidar com a difícil experiência de viver como adultos, enquanto tentam criar uma filha pequena e passam por mudanças de perspectivas aos 30 anos de idade. Lançada em julho de 2020, a animação atingiu impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas acabou vítima da guerra dos streamings. É que a produção foi feita originalmente para a HBO Max americana, mas fechou um acordo para ser distribuída pela Netflix no mercado internacional. A Netflix não divulgou e pouca gente viu. De fato, a Netflix nem disponibilizou a última temporada. “Estamos muito orgulhosos da série e gratos pelo criador JG Quintel e seus parceiros no Cartoon Network Studios, que tornaram ‘Sem Maturidade para Isso’ uma produção favorita dos fãs instantaneamente”, disse um comunicado envergonhado da HBO Max. Veja abaixo o trailer dublado do lançamento de “Sem Maturidade para Isso”.
Diego Raymond: De presidiário a astro da Globoplay
Ex-traficante que foi destaque nas páginas policiais em 2010, durante a ocupação do Complexo do Alemão, Diego Raymond emplacou a carreira de ator na Globoplay. Após cumprir sua pena, o antigo Mister M do crime é destaque da 3ª temporada de “A Divisão” e está em “O Jogo que Mudou a História”, dramatização da história do tráfico do Rio. Já gravados, os dois trabalhos estreiam ainda neste ano. Em entrevista à coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele explicou que contou com o apoio da família para se entregar à polícia. Graças a iniciativa, teve a pena reduzida. Ficou nove meses preso e saiu em 2011. Sua ficha, em vez de se tornar um estigma, acabou facilitando a carreira de ator, conquistando produtores em busca de realismo para produções policiais. O convite para fazer as séries do Globoplay foi feito por José Junior, criador do Grupo Cultural AfroReggae e autor e idealizador das produções, quando ele ainda estava preso. “Quando eu me entreguei para a polícia, o José Júnior foi até a delegacia e me perguntou se eu estava disposto a recomeçar a minha vida e, que se eu tivesse, já teria um emprego com carteira assinada ao sair da cadeia. Quando eu fui libertado, fui trabalhar no AfroReggae, onde fiz diversos cursos. Virei cinegrafista e, por isso, já conhecia os bastidores do audiovisual”, contou Raymond, que também é atleta de crossfit, modelo e jogador de futebol americano. Ele confessou que se imaginava trabalhando atrás das câmeras nas produções de José Júnior e relutou a aceitar o convite para atuar, por timidez e vergonha, mas agora está bem confortável na nova profissão. “As pessoas têm me elogiado bastante”, disse Raymond. “Podem vir as próximas que eu estou pronto”, afirmou. O ator ainda tem aproveitado a experiência positiva para inspirar outras pessoas, compartilhando com seguires nas redes sociais os passos de sua reconstrução. “Sair do crime não é algo fácil, mas existe um caminho e eu quero mostrar isso para os outros. Eu costumo postar sobre as minhas vitórias nas redes sociais, mas eu não faço isso para tirar onda. Eu posto justamente para mostrar para aqueles que ainda estão lá (no crime) que há uma luz no fim do túnel. Quero ser uma prova de que bandido bom não é bandido morto. As pessoas precisam de oportunidades”, explicou. Além disso, ele cita três motivações especiais para dar certo como artista e nunca mais voltar para o crime: duas filhas de 13 e 12 anos, e um filho de 4. “Quero dar uma educação boa para os meus filhos, para que eles nem pensem em chegar perto do crime”.
Minissérie “Dr. Death” vira antologia com encomenda da 2ª temporada
A plataforma americana Peacock realizou uma operação de mudança de gênero em “Dr. Death”. Exatamente um ano após a minissérie encerrar sua história completa, a plataforma anunciou sua renovação para a 2ª temporada. Graças a esta encomenda, a minissérie original deixou de ser minissérie. Virou 1ª temporada e a produção se transformou em antologia, com uma reconfiguração para apresentar a cada ano uma história diferente de crime médico. “A primeira temporada de ‘Dr. Death’ nos surpreendeu quando mergulhamos na mente aterrorizante e distorcida do Dr. Christopher Duntsch e da equipe que se propôs a detê-lo”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da NBCUniversal Television e Streaming. “A nova parte desta série de antologia altamente viciante explorará um cirurgião itinerante que seduz todo o mundo da Medicina”, acrescentou. Enquanto a 1ª temporada se concentrou no caso do Dr. Christopher Duntsch, que atuava secretamente como um serial killer na mesa de cirurgia – o que lhe valeu o apelido de “Doutor Morte” – , a 2ª contará a história de Paolo Macchiarini, um charmoso cirurgião conhecido por suas operações inovadoras que lhe renderam o apelido de “Homem Milagroso”. Quando uma jornalista investigativa se aproxima dele para uma reportagem, problemas de ética profissional são confrontados, na medida em que ela descobre até onde Paolo é capaz de chegar para proteger seus segredos. Ao mesmo tempo, um grupo de médicos do outro lado do mundo faz descobertas chocantes que colocam seus “milagres” em cheque. A trama inicial era baseada num podcast do site/produtora Wondery – que inspirou duas outras séries de sucesso: “Homecoming” na plataforma de streaming da Amazon e “Dirty John” no canal pago USA Network e na Netflix. Roteirista da agora 1ª temporada, Patrick Macmanus virou produtor executivo na 2ª temporada. Já os roteiros e o trabalho de showrunner ficaram com Ashley Michel Hoban, que foi produtora da 1ª temporada. “Dr. Death” foi disponibilizada no Brasil pela plataforma Starzplay. Veja o trailer nacional abaixo.
Spin-off de “The Boys” reúne elenco para anunciar título oficial
A Amazon anunciou o título oficial da nova série derivada de “The Boys”. Ela vai se chamar “Gen V” e não “Varsity” como chegou a circular. “V” é o nome da droga usada pela Vought para dar superpoderes à população. O nome da série foi divulgado num vídeo com o elenco. Mas o brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”) não participou da gravação, que reuniu apenas os integrantes jovens da tal Geração V, como Jaz Sinclair e Chance Perdomo (ambos de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Lizze Broadway (“Here and Now”), Maddie Phillips (“Caçadoras de Recompensas”), London Thor (“Shameless”), Derek Luh (“Shining Vale”), Shelley Conn (“Bridgerton”), Patrick Schwarzenegger (o filho de Arnold), Sean Patrick Thomas (“A Tragédia de Macbeth”) e o estreante Asa Germann. A nova atração vai se passar numa universidade de super-heróis e abordará “as vidas hormonais e competitivas dos jovens heróis, conforme testam seus limites físico, sexual e moral, e disputam os melhores contratos nas melhores cidades”. “Gen V” foi desenvolvido pelo roteirista Craig Rosenberg (“O Mistério das Duas Irmãs”), que faz parte da equipe de “The Boys”, mas ele abandonou o projeto durante a produção do piloto, alegando diferenças criativas. Em seu lugar, Michele Fazekas e Tara Butters, criadoras de “Reaper” e “Emergence”, assumiram o posto de showrunners e fizeram várias mudanças no projeto – inclusive no elenco inicialmente cogitado. Ainda não há previsão de estreia para a produção.
Stranger Things: Noah Schnapp confirma que Will está apaixonado por Mike
O ator Noah Schnapp, intérprete de Will em “Stranger Things”, confirmou o que todos perceberam na 4ª temporada da série. Seu personagem é realmente apaixonado por Mike, seu melhor amigo, interpretado por Finn Wolfhard. Depois de falar que a sexualidade do adolescente ficaria aberta para a interpretação do público, ele disse que as cenas exibidas no final da temporada não deixam mais margem para dúvidas. “Está bem claro nesta temporada que Will tem sentimentos por Mike”, confirmou o ator em entrevista à revista Variety. Schnapp diz que os irmãos Duffer, criadores da série, “têm intencionalmente reiterado isso nas últimas temporadas”. Mas lembra que, “desde a 1ª temporada, já havia a sugestão e, lentamente, esse enredo cresceu”. “Na 4ª temporada, eu simplesmente o interpretei como alguém que ama seu melhor amigo, mas luta para saber se pode ser correspondido ou não, sentindo como se fosse um erro e como se não se encaixasse ali. Will sempre se sentiu assim”. “Todos os amigos dele, todos eles têm namoradas e todos se encaixam em seus clubes diferentes. Will nunca encontrou um lugar para se encaixar. Acho que é por isso que tantas pessoas vêm até mim e me dizem que amam Will e se identificam tanto com ele, porque é um personagem muito real”, contou Schnapp. Ele contou que passou o dia inteiro chorando para gravar a cena em que Will se declara para Mike, apesar de se referir aos sentimentos da Onze/Eleven (Millie Bobby Brown). “Lembro-me de quando eu estava fazendo a cena, eu estava chorando, tipo, dando tudo de mim o dia todo. E quando eu vi na tela, era realmente mais sutil. Gostei de como eles editaram”, garantiu. “O dia foi muito divertido. Eu amo apenas interpretar Will. Essa cena foi muito importante para ele, porque realmente solidificou essa verdade, que ele ama seu melhor amigo e não sabe como dizer a ele.” Com o fim da série confirmada na 5ª temporada, Schnapp está ansioso para descobrir como a história vai resolver os sentimentos de Will por Mike, já que os dois se afastaram muito e o personagem de Wolfhard parece estar cada vez mais apaixonado pela Eleven. “Na 2ª temporada, eles eram melhores amigos e estavam muito próximos, e então, obviamente, Mike ficou de olho em Eleven. Will precisou lidar com um pouco de ciúmes lá. Ele só quer seu melhor amigo de volta e quer que seja como era na 1ª temporada, quando eles ficavam jogando D&D em seu porão”, refletiu. “Mas Mike está superando isso e só se preocupa com Eleven agora. Estou interessado apenas em ver onde os Duffers vão com isso na 5ª temporada e como eles encerram essa história”, completou.
Estreias: “Sintonia” e mais séries pra maratonar no fim de semana
A volta de “Sintonia” é o principal destaque da programação da Netflix nesta semana, que também traz produções das franquias “Resident Evil” e “Kung Fu Panda”. Por sinal, a série animada do Panda é uma das atrações recomendadas para as crianças aproveitarem nas férias. Mas os adultos dispõem de mais novidades, a começar por uma produção russa da Globoplay proibidíssima para menores, sobre o mundo das camgirls. Tem também Lucy Hale caçando serial killer na HBO Max e uma seleção de desenhos. Preste atenção: três das quatro séries animadas disponibilizadas não são para as crianças. Confira abaixo as 10 séries mais interessantes da semana, com trailers e mais detalhes. | SINTONIA # 3 | NETFLIX A série brasileira mais vista da Netflix volta a acompanhar os destinos de três amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da fé religiosa. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes. Na 3ª temporada, MC Doni (Jottapê) se torna cada vez mais popular, Rita (Bruna Mascarenhas) se engaja na política e Nando (Christian Malheiros), foragido desde o desfecho da temporada passada, vê o cerco fechar a sua volta. A atração é produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, e escrita por Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”). | RESIDENT EVIL: A SÉRIE # 1 | NETFLIX A primeira série live-action passada no universo dos jogos da Capcom é uma das adaptações mais fieis, apesar de apresentar uma história inédita na franquia, centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, personagem do game original de 1996, que manipula os eventos por trás da saga. Mas vale apontar que a produção dividiu opiniões, dando saudades dos filmes estrelados por Milla Jovovich. A trama se desenvolve em duas cronologias paralelas. Uma parte é história de origem e acompanha as irmãs Jade e Billie Wesker aos 14 anos, quando se mudam para New Raccoon City e descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo. Já a segunda parte se passa em Londres, 15 anos depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. É neste mundo que Jade, agora com 30 anos, luta para sobreviver, enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai. Destaque do elenco, Lance Reddick, que integrou as séries “Lost”, “Fringe” e a franquia “John Wick”, é o primeiro ator negro a interpretar Albert Wesker, enquanto Ella Balinska (“As Panteras”) e Tamara Smart (de “Clube do Terror”) vivem as versões adulta e adolescente de Jade. | RAGDOLL # 1 | HBO MAX A nova série de Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) é um produção britânica de suspense. Muito suspense. Desenvolvida pelo roteirista-produtor Freddy Syborn (“Fluentes no Amor”), a atração gira em torno da investigação do assassinato de seis pessoas, que foram esquartejadas e costuradas na forma de um corpo grotesco – apelidado de “Ragdoll” (boneca de retalhos na tradução). Para complicar, o assassino provoca a polícia enviando uma lista de suas próximas vítimas. E o nome de um dos detetives encarregados do caso, Nathan Rose, é uma delas. Hale interpreta a nova recruta da unidade policial, a detetive Emily Baxter, que vai trabalha no caso com o detetive Nathan Rose (Henry Lloyd-Hughes, o Sherlock de “Os Irregulares de Baker Street”, da Netflix). | HAPPY END # 1 | GLOBOPLAY A série russa é a melhor surpresa da semana. Chegou sem alarde com conteúdo ousadíssimo e totalmente impróprio para menores. A trama acompanha uma jovem que decide viver como camgirl em acordo com seu namorado especialista em TI. Mas suas expectativas logo entram em colisão, conforme o comércio do sexo começa a evoluir e abrir um novo mundo para a garota. Com muita nudez, mas também humor e um enredo envolvente, a série é uma criação do cineasta Evgeniy Sangadzhiev (“Deixando o Afeganistão”) e destaca em seu elenco a corajosa Lena Tronina, já conhecida das produções de streaming por “Montanha da Morte: O Incidente na Passagem Dyatlov” (HBO Max). | UM PASSO DE CADA VEZ | APPLE TV+ A produção infantil acompanha um menino com perna postiça, que após estudar a vida inteira em casa, tem que ir para a escola. Desenvolvida por Matt Fleckenstein, criador de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn” e roteirista de “iCarly”, a série é inspirada no livro de memórias do esquiador paralímpico Josh Sundquist. A trama apresenta Josh (interpretado por Logan Marmino) como uma criança 12 anos de idade, três anos depois de perder a perna para um câncer. | UMA ADVOGADA EXTRAORDINÁRIA # 1 | NETFLIX Já imaginou como seria “The Good Doctor” se a série fosse com advogados? Pois a nova produção sul-coreana da Netflix gira em torno de Woo Young-woo, uma advogada com transtorno do espectro autista (TEA), recém contratada por um grande escritório de advocacia. Ela tem um QI altíssimo de 164, memória excepcional e uma maneira criativa de pensar, mas sofre com baixa inteligência emocional e poucas habilidades sociais. Como resultado, muitos a enxergam como uma pessoa esquisita, gerando alguns entraves em sua vida. O papel da advogada Woo é desempenhado por Park Eun-bin, uma conhecida atriz de doramas que brilhou recentemente na série de época “O Rei de Porcelana” (The King’s Affection), também disponível na Netflix. | SOLAR OPPOSITES # 3 | STAR+ Desenvolvida por Justin Roiland (co-criador de “Rick & Morty”), a atração animada acompanha uma família alienígena que escapou da explosão de seu mundo e vive refugiada nos subúrbios dos EUA, divididos entre achar que a Terra é horrível e impressionante. Enquanto dois deles só veem a poluição, o consumismo grosseiro e a fragilidade humana, os outros dois amam os seres humanos e toda a sua TV, junk food e coisas divertidas. O elenco de vozes destaca o próprio Roiland, Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Mary Mack (dubladora de “Golan the Insatiable”) e Sean Giambrone (“The Goldberg”) como os alienígenas, além de vários astros famosos como coadjuvantes, entre eles Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), Amanda Leighton (“This Is Us”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Echo Kellum (“Arrow”) e Jason Mantzoukas (“The Good Place”). A série já está renovada para a 4ª temporada. | BIRDGIRL # 2 | HBO MAX A série animada do Adult Swim chega à 2ª temporada explorando situações cada vez mais surreais. Reciclagem adulta de personagens dos anos 1960 da produtora Hanna-Barbera, a trama acompanha as modernas aventuras empresariais da Birdgirl (ou Garota Pássaro), personagem que era uma simples coadjuvante, introduzida num episódio de 1967 do desenho do “Homem-Pássaro” (Birdman). O visual é o mesmo da época, concebido pelo mestre Alex Toth, que também criou Space Ghost e, claro, o Homem-Pássaro. Quase esquecida, a heroína foi resgatada numa das primeiras paródias do Adult Swim, “Harvey, o Advogado” (Harvey Birdman, Attorney at Law), lançada em 2000, que mostrava o Homem-Pássaro como advogado. “Birdgirl” é um spin-off daquela série, que acompanha Judy Ken Sebben, a Birdgirl, após assumir o controle da empresa de seu falecido pai. Só que o trabalho de CEO se transforma numa luta contra o mal. Isto porque a empresa que ela assume tem uma agenda maligna, obtendo seu lucro de desmatamento de florestas, envenenamento de populações e de altas tarifas de hospitais infantis. Diante do problema, Birdgirl resolve juntar um novo grupo de super-heróis para enfrentar sua mais importante missão: acabar com tudo o que a torna rica. A série foi desenvolvida por Erik Ritcher e Michael Ouweleen, criadores de “Harvey, o Advogado”, e destaca um trabalho brilhante de Paget Brewster (a Emily Prentiss de “Criminal Minds”) como a voz da heroína. | FARZAR # 1 | NETFLIX A nova série animada adulta de ficção científica não poupa violência, robôs, alienígenas bizarros, piadas sexuais, genitália, escatologia e um mundo em guerra, onde o grande herói é na verdade um aproveitador interessado no poder. Na trama, após libertar o planeta Farzar do malvado alienígena Bazarack, o egoísta guerreiro Renzo casou-se com a rainha idosa daquele mundo para se tornar o novo Czar. Anos depois, quando o planeta fica novamente sob ataque de alienígenas devoradores de gente, seu filho ingênuo e menos brilhante, Príncipe Fichael, acredita que deve seguir a tradição e liderar a resistência. Só que ao liderar uma equipe contra a invasão, Fichael começa a descobrir que nem tudo é o que parece e ele pode estar vivendo uma mentira. “Farzar” é uma criação da dupla Roger Black e Waco O’Guin, criadores das divertidamente infames “Brickleberry” e “Paradise PD” (esta também lançada na Netflix). | KUNG FU PANDA: O CAVALEIRO DRAGÃO # 1 | NETFLIX A primeira série baseada na franquia de cinema traz o comediante Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) de volta ao papel-título, após dublar o panda Po em três filmes e também em curtas. O último trabalho do ator na animação tinha sido em 2016, no longa “Kung Fu Panda 3”. A trama é uma nova aventura com personagens inéditos. Para evitar que um misterioso par de doninhas roube uma coleção de quatro armas poderosas, que podem destruir o mundo, Po se alia a uma ursa britânica (dublada em inglês pela cantora Rita Ora) e embarca em uma jornada ao redor do mundo atrás de redenção e justiça.
Estreias: “O Peso do Talento” e mais filmes pra ver em casa
As novas estreias em streaming e nas locadoras digitais oferecem uma farta seleção de astros para levar pra casa no fim de semana. Mas por mais que a parceria entre Tilda Swinton e sua filha seja favorita da crítica, não tem como superar Nicolas Cage interpretando Nicolas Cage. Farta em gêneros, a seleção de títulos tem comédia de ação, romance, drama premiado, zumbis, animação e distopia brasileira. Confira abaixo 10 sugestões, com trailers e informações, para programar o cinema em casa. | O PESO DO TALENTO | VIVO PLAY, VOD* A comédia de ação é uma sátira à carreira do astro Nicolas Cage. No filme, ele é um ator falido e sem ofertas de trabalho, chamado Nick Cage, que se vê forçado a aceitar o convite para uma aparição paga na festa de um fã milionário espanhol. Só que o personagem interpretado por Pedro Pascal (“The Mandalorian”) comanda um cartel de drogas e a ida à festa acaba virando uma oportunidade para a CIA convencer Cage a virar espião. A situação se complica por o ator começar a demonstrar sintomas de esquizofrenia, confrontando uma versão de si mesmo dos anos 1990, e pela chegada surpresa de sua ex-mulher e filha, trazidas pelo milionário para uma reconciliação. Com as vidas de quem ama em risco, Cage decide assumir sua própria lenda, canalizando seus personagens mais icônicos para o papel mais importante de sua vida: do herói capaz de salvar seus entes queridos do fogo cruzado. Dirigido por Tom Gormican, que também escreveu o roteiro com Kevin Ettan, seu parceiro criativo na série “Ghosted”, o longa ainda inclui Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) como empresário de Cage e Tiffany Haddish (“Rainhas do Crime”) como uma agente da CIA. | THE SOUVENIR: PART II | VIVO TV, VOD* A continuação da obra-prima de Joanna Hogg é outra produção sublime, com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes e considerada pelo Círculo dos Críticos de Londres o Melhor Filme Britânico do ano. Passada nos anos 1980, a história é baseada na vida da diretora e encontra a jovem protagonista, uma estudante de cinema chamada Julie, após as consequências trágicas de um relacionamento tóxico, usando seu filme de formatura para traduzir seu desencanto em arte. O elenco destaca Honor Swinton Byrne, filha de Tilda Swinton, no papel principal, e a própria Tilda como mãe da personagem, além de Richard Ayoade (“The IT Crowd”), Charlie Heaton (“Stranger Things”), Alice McMillan (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e Jaygann Ayeh (“Vestido Maldito”). | PERSUASÃO | NETFLIX Adaptação do romance homônimo de Jane Austen, o drama acompanha um triângulo amoroso multirracial formado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Henry Golding (“Podres de Ricos”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). “Persuasão” foi o último romance completo de Austen, publicado em 1817, logo após sua morte. A trama acompanha Anne Elliot (Johnson), uma mulher inconformada, que foi convencida a dispensar o cortejador Frederick Wentworth (Jarvis) por ser pobre. Agora, com sua família esnobe à beira da falência, ela descobre que Wentworth retornou rico em busca de uma esposa. Mas há complicações. A história do romance já teve várias adaptações para a televisão e o teatro, mas esta é a primeira descrita como uma “abordagem moderna e espirituosa”. Ou seja, trata-se de uma produção sob o filtro incolor de “Bridgerton”, que transforma a aristocracia inglesa do começo do século 19, antigamente conhecida como exemplo de “orgulho e preconceito”, em padrão de integração racial rara de se ver até nos dias de hoje – que o diga Meghan Markle. A adaptação é assinada por Ronald Bass, o roteirista veterano de “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, e a novata Alice Victoria Winslow (“Seratonin”), e marca a estreia da diretora de teatro Carrie Cracknell à frente de um longa-metragem. | FLEE – NENHUM LUGAR PARA CHAMAR DE LAR | VOD* O criativo documentário do dinamarquês Jonas Poher Rasmussen (“Searching for Bill”) narra, via animação, a história real de um refugiado chamado Amin. Na véspera de seu casamento gay, ele revela o seu passado oculto pela primeira vez, contando como chegou ainda menor na Dinamarca, fugindo sozinho do Afeganistão. O relato ganha vida via desenho animado, num resultado tão impressionante que fez História no Oscar 2022, como o primeiro longa indicado simultaneamente nas categorias de Melhor Filme Internacional, Animação e Documentário. “Flee” não conquistou o Oscar, mas venceu 82 outros prêmios internacionais desde sua première como Melhor Documentário do Festival de Sundance em janeiro de 2021, incluindo os troféus de Melhor Documentário e Animação entregues pela Academia Europeia de Cinema. | BEAVIS AND BUTT-HEAD DO THE UNIVERSE | PARAMOUNT+ O longa animado, que marca a volta da icônica dupla da MTV dos anos 1990, mostra Beavis e Butt-head numa missão espacial. De alguma forma, os metaleiros desocupados viraram astronautas. Mas graças a um acidente, eles logo voltam para a Terra. Só que no futuro – mais especificamente, em 2022 – , quando passam a ser caçados pelas agências de segurança dos EUA e versões satíricas do Vigia (visto em “What If…?”), numa alusão ao metaverso da Marvel. O criador da série original de Beavis & Butt-head, Mike Judge, é o responsável por toda essa confusão. Ele retorna como diretor, roteirista e dublador dos personagens. | BASTARDOZ | NETFLIX O curioso terror de zumbis com contexto histórico se passa durante a Guerra Civil Espanhola, quando revolucionários comunistas e militares fascistas, inimigos declarados, precisam unir suas forças para enfrentar uma horda de criaturas criadas numa experiência nazista. A direção é da dupla Alberto de Toro (do terror “O Páramo”, também disponível na Netflix), e Javier Ruiz Caldera (da comédia “Formatura Fantasma”). | A BOA MÃE | CLARO TV+, VOD* A personagem do título é uma mulher que trabalha como faxineira e cuida de sua pequena família em um conjunto habitacional no norte de Marselha. Ela está preocupada com seu neto, preso há vários meses por roubo, e aguarda seu julgamento com um misto de esperança e ansiedade, enquanto toca seu cotidiano e arruma dinheiro para pagar o advogado. Premiado no Festival de Cannes do ano passado, o segundo longa dirigido pela atriz francesa Hafsia Herzi (“A Fonte das Mulheres”) concentra-se na interpretação de Halima Benhamed, que nunca tinha atuado antes na vida – ela foi acompanhar a filha no teste de elenco e acabou escalada pela diretora no papel principal. E todos na trama dependem dela, que faz tudo pelos filhos, desde conseguir drogas até manter a casa em ordem e com comida, enquanto cada vez mais pessoas se aproveitam de sua boa vontade – numa representação da maternidade. | A DEUSA DOS VAGALUMES | CLARO TV+, VOD* Uma história de revolta juvenil passada numa cidade rural de Quebec, no Canadá, durante o auge da era grunge. A personagem central é uma adolescente que entra em crise com a família em meio a sua fase de descobertas – sexo, drogas e rock’n’roll. Adaptado do romance best-seller de Geneviève Pettersen, o filme tem direção de Anaïs Barbeau-Lavalette, premiada no Festival de Berlim por “Inch’Allah” (2012). | A MULHER DO COVEIRO | CLARO TV+, VOD* Primeiro filme submetido pela Somália para disputar um Oscar, o filme dramático acompanha um coveiro em busca de arrecadar dinheiro para o transplante de rim desesperadamente necessário para sua amada esposa, cada vez mais doente. Pela falta de tradição cinematográfica no país, a produção é finlandesa e destaca a estreia de artistas somalis radicados na Finlândia, o cineasta Khadar Ayderus Ahmed e o ator Omar Abdi, que venceram diversos prêmios internacionais pelo trabalho. Ao todo, o filme conquistou 23 prêmios em festivais, inclusive no Festival de Toronto do ano passado. | MEDIDA PROVISÓRIA | GLOBOPLAY A estreia de Lázaro Ramos como diretor já passou pelo cinema, pelas locadoras digitais e agora chega ao streaming por assinatura. A trama distópica se passa num futuro não muito distante, em que uma nova lei do governo federal de direita manda deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. Com a desculpa de se tratar de uma reparação histórica, a iniciativa também visa acabar de vez com o racismo no Brasil, deixando o país só com brancos. Aplaudido pela crítica mundial, o filme foi comparado a “Corra!” e “The Handmaid’s Tale” nos EUA, atingindo 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. Mas apesar de exibido e premiado em festivais internacionais desde 2020, levou dois anos para chegar ao Brasil por enfrentar dificuldades envolvendo a Ancine, a Agência Nacional do Cinema – problema semelhante ao que também atrasou “Marighella”, de Wagner Moura, outro filme politizado com protagonista negro. Atacado por bolsonaristas, acabou tendo sua mensagem reforçada. O elenco destaca Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Seu Jorge (“Marighella”), Taís Araújo (“O Roubo da Taça”), Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”), Adriana Esteves (“Benzinho”), Luís Miranda (“Crô em Família”), Renata Sorrah (“Árido Movie”), Jéssica Ellen (“Três Verões”) e o rapper Emicida. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
Diretor de “Gremlins” acusa Baby Yoda de ser cópia de Gizmo
O cineasta Joe Dante, criador de “Gremlins”, acusou a série “The Mandalorian” de roubar e copiar “descaradamente” seu personagem Gizmo na criação de Grogu, o Baby Yoda. Em entrevista ao jornal americano San Francisco Chronicle, ele lembrou que Gizmo “é essencialmente como um bebê”. E aí fuzilou: “O que me leva, é claro, ao assunto de Baby Yoda, que é completamente roubado e copiado. Descaradamente, eu pensaria.” Dante, porém, não pensa em processo, já a franquia está ligada ao produtor Steven Spielberg e o roteirista Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”). Como os fãs sabem, o “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai fofinho chamado Gizmo, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestinhas monstruosas. O filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. Agora, a franquia está prestes a ganhar uma série animada, com supervisão de Dante. A trama vai voltar no tempo para mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua infância na Xangai dos anos 1920, onde encontra pela primeira vez o amigável Gizmo. Produzida pela Warner Bros. Animation em parceria com a Amblin Television (de Steven Spielberg) para a HBO Max, a série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e ainda não tem previsão de lançamento.
Alicia Silverstone e Bella Thorne surgem no trailer de “American Horror Stories 2”
A plataforma americana Hulu divulgou novos pôsteres, um teaser e o trailer da 2ª temporada de “American Horror Stories”. A prévia mostra a variedade temática das história e desfila os integrantes do elenco grandioso do novo ano da atração, incluindo surpresas, como Alicia Silverstone (“De Volta ao Baile”) e Bella Thorne (“A Babá”), além da tradicional presença de Denis O’Hare na franquia. Spin-off de “American Horror Story” criada pelos mesmos idealizadores da série original, Ryan Murphy e Brad Falchuck, “American Horror Stories” é uma série de antologia semanal que apresenta uma história de terror diferente a cada episódio. O detalhe é que as tramas se passam no mesmo universo da atração principal, algumas delas revisitando personagens, locações e eventos da produção anterior. A estreia da 2ª temporada está marcada para 21 de julho nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pela Star+, que ainda não deu previsão para o lançamento dos capítulos inéditos.












