Black Summer: Zumbis da Netflix retornam em trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Black Summer”, série de zumbis desenvolvida pelos responsáveis por “Z Nation”. A prévia mostra que, em contraste com o título veranista, os novos episódios são cheios de neve e frio congelante. E praticamente não tem zumbis, repetindo a abordagem de “The Walking Dead” de que o maior inimigo da humanidade no pós-apocalipse são outros humanos. Apesar de reciclar tramas de filmes/séries zumbis, o fato de ser convencional já torna “Black Summer” superior a “Z Nation”, pior série de mortos-vivos de todos os tempos, que começou como piada trash e terminou cancelada com pouca audiência no canal pago Syfy. A trama traz a atriz Jaime King (“Hart of Dixie”) como uma mãe que é separada de sua filha e embarca em uma jornada angustiante a sua procura. Confiando em um pequeno grupo de sobreviventes, ela passa a desbravar um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o apocalipse zumbi. A 2ª temporada de “Black Summer” foi gravada antes de pandemia no Canadá, e estreia em 17 de junho.
Ator de “Bridgerton” será anti-herói da DC na série do Pacificador
O ator Freddie Stroma, que vive o príncipe Friedrich em “Bridgerton”, entrou na série do herói Pacificador, derivada do filme “O Esquadrão Suicida”. Na trama, ele viverá outro anti-herói da DC Comics: o Vigilante. Stroma substitui o ator Chris Conrad (“Patriota”), anteriormente ligada ao papel, que deixou a produção após “diferenças criativas”. Concebido como uma espécie de Justiceiro da DC Comics, Vigilante foi a identidade adotada pelo promotor público Adrian Chase após sua família ser assassinada por gângsteres. A diferença para o anti-herói da Marvel estava em seu código moral. A princípio, ele buscava prender, em vez de matar os criminosos. Mas depois que Alan Moore (criador de “Watchmen” e “V de Vingança”) assinou duas edições de sua revista, ele embarcou numa espiral de autodestruição, culpando-se pela morte de um policial e de um amigo próximo, até perder o controle sobre suas ações, tornando-se ainda mais violento, paranoico e cheio de remorsos. Criado por Marv Wolfman (o “pai” de Blade, o Caça-Vampiros) e George Pérez em 1983, numa edição anual dos “Jovens Titãs”, o Vigilante chegou a ter uma revista própria, que foi encerrada de forma brutal após 50 exemplares, com a morte do personagem. Após começar a matar inocentes, ele se tornou o primeiro herói a se suicidar nos quadrinhos. Fãs da série “Arrow” também podem lembrar de Adrian Chase como um promotor que se revela um grande vilão, mas a série mudou bastante a história original do personagem para surpreender o público, que esperava que ele fosse a identidade do misterioso Vigilante na 5ª temporada. A série do Pacificador começou a ser gravada em janeiro pelo diretor James Gunn, responsável pelo novo filme do Esquadrão Suicida. A atração é centrada no personagem do título (Peacemaker, em inglês), interpretado por John Cena (“Bumblebee”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”), Annie Chang (“Shades of Blue”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Steve Agee (também de “Brightburn”). Os dois últimos aparecerão em “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Com oito episódios escritos e dirigidos por James Gunn, “Peacemaker” ainda não recebeu uma data de lançamento na HBO Max, mas só deve estrear após “O Esquadrão Suicida” chegar nos cinemas em agosto.
Novo projeto baseado em “Game of Thrones” define roteirista
Uma das séries derivadas de “Game of Thrones” em desenvolvimento na HBO definiu roteirista. A atração centrada na Princesa Nymeria, que tem o nome de “10.000 Ships” (10 mil navios), contará com roteiro e produção de Amanda Segel, que foi produtora executiva de “Helstrom” e “Pessoa de Interesse” (Person of Interest). O projeto é centrado na viagem da princesa guerreira Nymeria e os membros sobreviventes dos Rhoynars, que viajaram de Essos a Dorne após sua derrota pelo exército de Valyria na Segunda Guerra das Especiarias. Essa migração ocorreu cerca de mil anos antes dos eventos descritos nos romances de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, escritos por George R.R. Martin e adaptados para a TV em “Game of Thrones”. Mas os feitos de princesa tornaram-se lendários e sobreviveram à passagem do tempo, a ponto de Arya Stark, a jovem heroína interpretada por Maisie Williams, ter batizado seu lobo gigante com o nome de Nymeria. O nome de Nymeria também foi adotado por uma das Serpentes de Areia, interpretada por Jessica Henwick. Nesta caso, numa referência mais direta à Casa Martell, já que Nymeria foi quem fundou o reino de Dorne. Em etapa inicial de desenvolvimento, o projeto precisa ter o roteiro aprovado pela diretoria da HBO para ganhar autorização de filmar um piloto – ou receber encomenda direta de série. A série “House of the Dragon”, que atualmente grava sua 1ª temporada, foi encomendada apenas com base em seu roteiro inicial. A produção que estreia em 2022 vai contar a história da Casa Targaryen, os ancestrais de Daenerys (Emilia Clarke).
Prévia da nova programação da CW traz primeiras cenas de “Naomi”
A rede americana The CW divulgou um comercial com cenas das séries de sua programação de outono (nossa primavera). E entre socos, raios, danças e beijos ao som de “Higher Power”, da banda Coldplay, a prévia apresenta rapidamente as primeiras imagens de suas duas novidades: “Naomi”, adaptação da DC Comics produzida por Ava DuVernay (“Selma”) e “All American: Homecoming”, spin-off da série de drama esportivo “All American”. O canal também liberou a primeira foto do elenco de “Naomi”, incluindo Kaci Walfall (“Army Wives”), que tem o papel-título. Veja acima. Além das novidades, o vídeo celebra o retorno das séries tradicionais do canal com cenas de “Batwoman”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Stargirl”, “Riverdale”, “Nancy Drew”, “Charm”, “Legacy” e os sucessos de 2021, “Superman & Lois”, “Kung Fu” e “Walker”, entre outras produções. A rede ainda contará com o remake de “The 4400” durante a temporada, mas a atração ficou de fora da prévia porque ainda não começou a ser gravada. Em compensação, a “fall season” do canal não terá novos episódios de “Supernatural” e “Black Lightning” (Raio Negro), que chegaram ao fim sem conseguir sequer emplacar spin-offs, assim como “Arrow” e “The 100”, que se despediram no ano passado. Todas as quatro séries tinham planos para derivados que não foram aprovados pela direção da CW.
The Walking Dead: Vídeo mostra bastidores da última temporada
O canal pago americano AMC divulgou um vídeo de bastidores da produção da última temporada de “The Walking Dead”, atualmente sendo gravada no estado americano da Georgia. A prévia mostra o ambiente descontraído, apesar de o elenco atuar cercado por integrantes da equipe protegidos por máscaras e que mantém claro distanciamento. O teaser também reforça que a 11ª e derradeira temporada da série vai estrear em 22 de agosto. A data representa um adiantamento de dois meses em relação ao costume da atração, que geralmente começa suas temporadas em outubro, na época do Halloween. A reta final consistirá de 24 episódios – essencialmente uma temporada e meia – e se estenderá até o final de 2022. Apesar deste plano, o fim de “The Walking Dead” não representará a despedida dos personagens. Depois de 2022, a história vai prosseguir num spin-off centrado nos personagens de Norman Reedus (Daryl) e Melissa McBride (Carol). A nova série ainda não tem título. A iniciativa de encerrar “The Walking Dead” se deve, em parte, ao final da publicação da história em quadrinhos de Robert Kirkman em que a trama se baseia. A trama da série deve acabar no ponto em que a edição impressa foi interrompida. Mas também foi uma decisão comercial. Com os direitos internacionais vendidos para a Fox – a preço baixo, antes da série estourar – e os de streaming negociados com a Netflix, o canal AMC, que produz a atração, não podia usar “The Walking Dead” como chamariz para seus canais internacionais – como o AMC Brasil – nem integrá-la numa estratégia para expandir sua plataforma AMC+ (AMC Plus) para o exterior. Ao programar um novo spin-off com os dois personagens mais populares de “The Walking Dead”, a AMC volta a zerar os contratos, podendo agora renegociar direitos de exibição a preço elevado ou aproveitar o conteúdo para seus próprios projetos de expansão internacional.
CW aprova spin-off de “All American” e nova série da DC Comics
A rede americana The CW terminou a análise de pilotos e propostas para sua próxima temporada e confirmou a produção de duas novas séries para sua programação de outono (nossa primavera). As atrações aprovadas são um spin-off de “All American” e uma nova série de super-heróis da DC Comics. “All American: Homecoming” acompanhará a personagem Simone Hicks, interpretada por GeffriMaya, enquanto ela frequenta uma faculdade historicamente negra. Em “All American”, a personagem era uma veterana da escola de ensino médio Beverly High, além de ser namorada de um dos personagens centrais, Jordan Baker (Michael Evans Behling), e agora viverá os altos e baixos do início da idade adulta. A nova série é a primeira criação da showrunner de “All American”, Nkechi Okoro, e é uma realização da Greg Berlanti Productions. A adaptação da DC Comics, “Naomi”, baseia-se na personagem criada por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell em 2019, e publicada no Brasil pela editora Panini. Na trama, Naomi (Kaci Walfall, de “Army Wives”) é uma estudante popular e confiante, que vive em uma cidade militar com seus pais. Mesmo sem ter vergonha de admitir seu lado geek e ser apaixonada por histórias em quadrinhos, ela leva um choque quando eventos sobrenaturais fazem com que descubra ter superpoderes. A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) em parceria com a cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”) para a produtora Array, empresa da diretora. Por isso, “Naomi” será a primeira adaptação da DC a estrear na rede CW sem a chancela do produtor Greg Berlanti desde “Arrow” em 2012. Até “Stargirl”, recém-transferida do DC Universe, é uma produção de Berlanti. Além das duas séries aprovadas para o outono, o remake da sci-fi clássica “The 4400” também recebeu encomendas de episódios, visando integrar a programação da emissora, mas ainda está em fase inicial de desenvolvimento. A responsável por reinventar a trama é a produtora-roteirista Ariana Jackson (de “Riverdale”). Outros dois projetos continuam em contenção: um spin-off de “Nancy Drew”, baseado no novo personagem “Tom Swift”, e “Powerpuff”, a versão live-action de “As Meninas Superpoderosas”, que teve o piloto rejeitado, mas deverá ser repensada e reapresentada aos executivos da emissora em busca de vaga no outono de 2022. Para completar, foram definitivamente descartados os projetos de “Painkiller”, spin-off de “Black Lightning” (Raio Negro) centrado no herói vivido por Jordan Calloway, e “Our Ladies of Brooklyn”, uma comédia dramática sobre duas jovens freiras milenares. Seus respectivos estúdios, Warner Bros. TV e CBS Studios, pretendem levar os pilotos para outras plataformas. A HBO Max pode ser um possível destino para “Painkiller”, enquanto “Our Ladies of Brooklyn” tem boas chances de parar na plataforma da ViacomCBS, Paramount+.
“Velozes e Furiosos 9” estreia com maior bilheteria internacional da pandemia
“Velozes e Furiosos 9” deu sua largada nos cinemas em oito países e já disparou nas bilheterias. Lançado em mercados em que os cinemas estão funcionando normalmente, o filme teve vendas tão fortes quanto no período anterior à pandemia, a ponto de se tornar a segunda maior estreia do estúdio Universal na China em todos os tempos – atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8”. Só na China, o lançamento faturou US$ 135,6 milhões neste fim de semana, tornando-se o primeiro título americano a superar a marca de US$ 100 milhões de ingressos vendidos no país desde “Vingadores: Ultimato”, há mais de dois anos. Somando ainda as bilheterias da Coreia do Sul, Rússia e demais países, o total chega a US$ 162,4 milhões de arrecadação no mercado internacional. O desempenho assegurou ao longa a condição de maior estreia internacional de uma produção de Hollywood na era da pandemia. “Isso nos mostra que o público está disposto a voltar quando o filme certo estiver disponível”, disse Veronika Kwan Vandenberg, presidente de distribuição internacional da Universal, em comunicado. Para completar, o faturamento ainda ajudou a franquia de nove filmes a superar a soma de US$ 6 bilhões em vendas globais de ingressos de todos os seus títulos. Os bons resultados reforçam o acerto da decisão da Universal de não realizar um lançamento mundial simultâneo, como costumava ser regra para os filmes da saga estrelada por Vin Diesel. A estreia vai acontecer de forma escalonada, abrindo primeiro nos mercados que já superaram as restrições sanitárias da pandemia. Por conta disso, o filme só vai chegar nos EUA daqui a um mês – em 25 de junho. No Brasil, onde a crise da covid-19 ainda é grave – merecendo até CPI – , o lançamento demorará ainda mais, chegando apenas em dois meses – em 22 de julho. A continuação da franquia reúne o elenco original e ainda introduz um novo personagem: o irmão (que nunca tinha sido mencionado!) de Dominic Toretto (Vin Diesel). Interpretado por John Cena (“Bumblebee”), ele forma uma aliança com a vilã do capítulo passado, Cypher (Charlize Theron), para se tornar o novo inimigo a ser vencido por Dom, Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel). O filme também vai trazer de volta um personagem importante do grupo tido como morto: Han (Sun Kang), supostamente assassinado por Deckard Shaw (Jason Satham) no final de “Velozes e Furiosos 6”. Além dele, quem também retorna é Magdalene Shaw, a mãe do (ausente) Shaw, numa participação que finalmente permite à atriz Helen Mirren satisfazer seu desejo de dirigir um dos carros velozes da trama. Mas o retorno mais importante acontece atrás das câmeras. O diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013) – , volta a assumir a condução do espetáculo de destruição de carros e feitos impossíveis que caracterizam a saga.
“Velozes & Furiosos 9” tem trailer projetado no prédio mais alto do mundo
O filme “Velozes & Furiosos 9” parou a cidade de Dubai, nos Emirados Árabes, com um evento especial, dominando a paisagem a partir do prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa. Um trailer do filme foi projetado ao longo de toda a estrutura do edifício, num efeito impressionante. A projeção e a reação das pessoas na rua foi gravada pela Universal Pictures, que divulgou o vídeo nas redes sociais da franquia. Veja abaixo. O Burj Khalifa não foi escolhido à toa. O prédio faz parte da história da franquia, tendo rendido algumas das cenas de ação mais empolgantes de “Velozes e Furiosos 7”, último filme de Paul Walker. A nova continuação vai introduzir mais um personagem na saga: o irmão (que nunca tinha sido mencionado!) de Dominic Toretto (Vin Diesel). Interpretado por John Cena (“Bumblebee”), ele forma uma aliança com a vilã do capítulo passado, Cypher (Charlize Theron), para se tornar o novo inimigo a ser vencido por Dom, Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel). O filme também vai trazer de volta um personagem importante do grupo tido como morto: Han (Sun Kang), supostamente assassinado por Deckard Shaw (Jason Satham) no final de “Velozes e Furiosos 6”. Além dele, quem também retorna é Magdalene Shaw, a mãe do (ausente) Shaw, numa participação que finalmente permite à atriz Helen Mirren satisfazer seu desejo de dirigir um dos carros velozes da trama. Mas o retorno mais importante acontece atrás das câmeras: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, que é o roteirista oficial de “Velozes e Furiosos” desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da sci-fi “Kin”). A estreia está marcada para 22 de julho no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA. #F9 dominates the tallest building in the world – the Burj Khalifa in Dubai. See F9 in US theaters on June 25. pic.twitter.com/iR4ZC2n4Tg — #F9 (@TheFastSaga) May 17, 2021
“Black-ish” e “Mixed-ish” são canceladas
A guilhotina caiu pesada nas últimas horas na programação da rede americana ABC, cortando sem distinção programas novos e veteranos. Mas um cancelamento conseguiu ser menos traumático, apesar de ter peso duplo: “Black-ish” vai acabar, mas só na próxima temporada. A série de Kenya Barris, que rendeu dois spin-offs, será encerrada em sua 8ª temporada, encomendada pela ABC para o outono norte-americano (nossa primavera). “Nos dias de hoje, é raro poder decidir quando seu programa deve terminar, e somos gratos à ABC por sermos capazes de fazer desta temporada final exatamente o que esperávamos – e fazê-lo com o elenco inteiro e incrivelmente estelar voltando para fechar este capítulo conosco da maneira certa!”, escreveu Barris nas redes sociais. “Este programa mudou minha vida de muitas maneiras e estou muito orgulhoso das conversas que iniciamos ao longo do caminho”, acrescentou, sobre a despedida. “Lágrimas enchem meus olhos e um sorriso ilumina meu rosto enquanto eu digo obrigado a todos da minha família “Black” por tudo que vocês deram de si mesmos”. “Black-ish” inovou o formato das sitcoms por apresentar um ângulo inusitado. A atração gira em torno das preocupações do patriarca da família Johnson, um homem preto bem-sucedido (vivido por Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra pela vida privilegiada e por crescerem num bairro de brancos ricos. Com essa perspectiva, a série abordou todos os problemas que afligem os EUA atuais, incluindo os movimentos por justiça social e igualdade. A atração foi indicada três vezes como Melhor Série de Comédia no Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como Rainbow, a mãe sofredora da família. Ela acabou ganhando sua própria série derivada, o prólogo “Mixed-ish”, narrando a infância de sua personagem como filha mestiça de um casal interracial nos anos 1980. “Mixed-ish”, entretanto, não voltará em setembro. A ABC se despede da atração na próxima terça (18/5), quando exibe seu último episódio após apenas duas temporadas. Apesar disso, a franquia vai continuar com “Grown-ish”, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi), que está renovada para sua 4ª temporada no canal pago Freeform. Kenya Barris, por sua vez, já não faz parte da rede de TV do grupo Disney há algum tempo. Ele se afastou do universo “ish” em 2018, ao assinar contrato com a Netflix para desenvolver novas atrações exclusivas. Sua primeira série no streaming, “#BlackAF”, está atualmente produzindo sua 2ª temporada. No Brasil, “Black-ish” é exibida pelo canal pago Sony. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kenya Barris (@kenyabarris)
Bridgerton vai ganhar spin-off centrado na Rainha Charlotte
A Netflix anunciou a realização de uma série derivada de “Bridgerton”, antes mesmo de terminar as gravações da 2ª temporada da atração. A nova produção será uma minissérie focada na Rainha Charlotte, vivida por Golda Rosheuvel em “Bridgerton”. A expectativa é que a trama aborde a polêmica racial em torno da personagem, que foi evidenciada pela decisão da produtora Shonda Rhimes de escalar uma atriz negra como sua intérprete. De acordo com antigos registros genealógicos, Sophie Charlotte de Mecklenburg-Strelitz (1744-1818), que virou rainha da Inglaterra ao se casar com o rei George 3º (1738-1820), era descendente de uma africana. Apesar disto, este fato só foi apontado pela primeira vez em 1996, no programa “Frontline” da rede pública PBS (a TV Cultura americana), quando o historiador Mario de Valdes y Cocom afirmou ter encontrado fortes indícios de que ela descendia de um ramo negro da Casa Real Portuguesa. Além de abordar a história da rainha, a série limitada também seguirá outras personagens de “Bridgerton”: a jovem Violet Bridgerton (Ruth Gemmell) e Lady Danbury (Adjoa Andoh). Shonda Rhimes deve escrever e ser produtora executiva da atração, ao lado da showrunner Betsy Beers e do diretor Tom Verica. “Muitos espectadores nunca conheceram a história da Rainha Charlotte antes de ‘Bridgerton’ trazê-la ao mundo, e estou emocionado que esta nova série irá expandir ainda mais sua história e o mundo de ‘Bridgerton'”, disse Bela Bajaria, chefe de TV global da Netflix em comunicado. “Shonda e sua equipe estão construindo cuidadosamente o universo ‘Bridgerton’ para que possam continuar entregando aos fãs a mesma qualidade e estilo que amam. E, ao planejar e preparar todas as próximas temporadas agora, também esperamos manter um ritmo que manterá até os espectadores mais insaciáveis totalmente satisfeitos.” O anúncio do spin-off acontece um mês depois da Netflix renovar “Bridgerton” até sua 4ª temporada.
Velozes & Furiosos 9: Vídeo mostra destruição milionária de carros
A Universal divulgou um novo pôster e vídeo de “Velozes & Furiosos 9”, que destaca os verdadeiros astros da produção: os carros. A prévia é uma coleção de cenas de colisões, capotamentos, arremessos e saltos espetaculares de veículos, seja sobre precipícios ou a toda velocidade em meio ao tráfego congestionado. As imagens também registram os bastidores para mostrar que a destruição explosiva é para valer e não efeito visual, ao custo de milhões de dólares em carrões sucateados. O responsável pela maioria das cenas de perseguição e destruição do 9º filme da duradoura franquia é um novo personagem: o irmão (que nunca tinha sido mencionado!) de Dominic Toretto (Vin Diesel). Interpretado por John Cena (“Bumblebee”), ele vai formar uma aliança com a vilã do capítulo passado, Cypher (Charlize Theron), para se tornar o novo inimigo a ser vencido por Dom, Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel). O filme também vai trazer de volta um personagem importante da saga, que era tido como morto: Han (Sun Kang), supostamente assassinado por Deckard Shaw (Jason Satham) no final de “Velozes e Furiosos 6”. Além dele, quem também retorna é Magdalene Shaw, a mãe do (ausente) Shaw, numa participação que finalmente permite à atriz Helen Mirren satisfazer seu desejo de dirigir um dos carros velozes da trama. Mas o retorno mais importante acontece atrás das câmeras: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista de “Velozes e Furiosos” desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da sci-fi “Kin”). A estreia está marcada para 22 de julho no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
House of the Dragon: Série derivada de “Game of Thrones” ganha primeiras fotos oficiais
A HBO divulgou as primeiras fotos oficiais de “House of the Dragon”, série passada no universo de “Game of Thrones”. São três imagens que destacam alguns dos personagens centrais. A primeira reúne dois membros da família real: o príncipe Daemon Targaryen (irmão do rei), vivido por Matt Smith (“Doctor Who”) e a princesa Rhaenyra Targaryen (filha do rei), na pele de Emma D’Arcy (“Truth Seekers”). A segunda traz o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos) Otto Hightower, encarnado por Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), e sua filha Alicent Hightower, em atuação de Olivia Cooke (“Bates Motel”). Já a última registra Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar, interpretado por Steve Toussaint (“It’s a Sin”). Centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys, a série se passará muitos anos antes da série original, e ainda traz Paddy Considine (“Peaky Blinders”) no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente A trama foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o escritor George R.R. Martin, autor da saga literária que inspirou “Game of Thrones”, e é baseada num livro do escritor, “Fogo & Sangue”. A produção começou na semana passada e também contará com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirige o piloto e capítulos adicionais. Ainda não há previsão para a estreia. Princess Rhaenyra Targaryen & Prince Daemon Targaryen. #HouseoftheDragon pic.twitter.com/uK0FigUbhq — House of the Dragon (@HouseofDragon) May 5, 2021 Alicent Hightower & Otto Hightower. #HouseoftheDragon pic.twitter.com/QI3Bl9pZyJ — House of the Dragon (@HouseofDragon) May 5, 2021 The Sea Snake. #HouseoftheDragon pic.twitter.com/mSmqhz1Fkb — House of the Dragon (@HouseofDragon) May 5, 2021
FX renova “Mayans MC” para 4ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “Mayans MC” para sua 4ª temporada. Os novos episódios do spin-off de “Sons of Anarchy” foram encomendados uma semana antes do final da 3ª temporada do programa, que vai ao ar em 11 de maio nos EUA. A atual temporada foi a primeira gravada sem a participação do produtor-roteirista Kurt Sutter, criador tanto de “Sons of Anarchy” quanto do derivado, que foi demitido pelo canal por conta de “múltiplas denúncias” de comportamento agressivo no set. O produtor reconheceu suas ações em carta aberta ao elenco e produção, descrevendo-se como “um babaca esquentado”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado em parceria entre Sutter e Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e ele também escreveu o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Com o cocriador à frente da produção, o programa permaneceu entre os mais assistidos do FX em sua 3ª temporada. “Elgin James, seus colaboradores criativos, este incrível elenco e equipe entregaram outra temporada épica de Mayans MC”, disse Nick Grad, presidente da programação original da FX Entertainment. “Ao longo de três temporadas, os Mayans contaram histórias que ecoam muito além da fronteira, onde o clube de motociclistas prospera e sobrevive, convidando os fãs para dentro de seu mundo e dando-lhes um lugar à mesa.” O showrunner acrescentou: “Estou profundamente grato a todos na FX e na 20th Century TV por nos permitirem continuar a contar as histórias dos personagens que Kurt e eu criamos e que nosso elenco e equipe levaram a novos patamares na 3ª temporada. Para a 4ª temporada, estamos ansiosos em mergulhar mais fundo nas verdades de cada personagem, explorando o perigo do mundo combustível em que habitam, assim como cada escritor, membro do elenco e equipe, anseia marcar nosso espaço como contadores de histórias. ” A trama da série se passa após os eventos do final de “Sons of Anarchy”, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico. O protagonista é o jovem EZ Reyes (JD Pardo, da série “Revolution”), cuja vida se dividiu entre um passado promissor e um presente sem rumo, após passar um tempo na prisão. Tentando encontrar sua nova identidade após sair da cadeia, ele se junta os motoqueiros de Santo Padre, responsáveis pelo narcotráfico na fronteira da Califórnia com o México. Além de JD Pardo, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”), Maurice Compte (“Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Antonio Jaramillo (“Shades of Blue”), Raoul Max Trujillo (“Sicario: Terra de Ninguém”), Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”.












