Peaky Blinders: Netflix divulga o trailer da 5ª temporada
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “Peaky Blinders”, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). A prévia tem clima de “Game of Thrones”, com disputa do reinado do crime, traições, politicagem e aparição do Mindinho. Ou melhor, do ator Aidan Gillen. O vilão de “Game of Thrones” já tinha surgido na temporada anterior. Mas os novos episódios tem muitas caras novas, como Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). Na trama, a saga da família Shelby chega agora a 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Quando Tommy Shelby (Cillian Murphy) é abordado por um político (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”), “Peaky Blinders” já exibiu sua 5ª temporada no Reino Unido e também já se encontra renovada para sua 6ª temporada. Os fãs brasileiros poderão assistir aos novos episódios a partir de 4 de outubro na Netflix.
J.J. Abrams assina contrato de exclusividade para desenvolver filmes e séries para a Warner
A produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), oficializou nesta quinta (12/9) um acordo amplo para produção de filmes e séries com exclusividade para a WarnerMedia, empresa-mãe do estúdio Warner Bros, com validade até 2024. “A WarnerMedia e a AT&T têm o prazer de anunciar uma nova colaboração de longo prazo com nossos parceiros e colegas JJ Abrams e Katie McGrath. Estamos extremamente empolgados com o potencial de oferecer histórias e personagens notáveis e memoráveis em várias plataformas para o público em todo o mundo. JJ, Katie e toda a Bad Robot trazem uma visão extraordinária, cinema requintado e liderança exemplar da indústria para nossa empresa”, disse John Stankey, CEO da WarnerMedia, em comunicado. Abrams e a mulher, Katie McGrath, conduzem juntos os projetos da Bad Robot. Antes do acordo com a WarnerMedia, a dupla lançava suas criações cinematográficas pela Paramount, o que gerou sucessos como a franquia “Cloverfield”, “Missão: Impossível” e a nova trilogia “Star Trek”. Mais recentemente, também se envolveu com a Lucasfilm/Disney na nova fase de “Star Wars”. Mas as produções de TV de Abrams, como “Westworld”, “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) e “Castle Rock”, vinham sendo feitas para a WBTV (Warner Bros. Television). Com o contrato, a Bad Robot vai unificar seus esforços numa mesma companhia, além de incentivar novas produções de Abrams para o serviço de streaming da WarnerMedia, chamado de HBO Max, que ainda não tem previsão de lançamento. Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que a Warner venceu propostas da Disney, Paramount, Netflix e Apple, numa negociação de cifras superiores a US$ 250 milhões e direito a percentagens volumosas sobre sucessos de bilheteria e audiência. Apesar disso, o acordo não representará um rompimento completo de Abrams com os outros estúdios. Ele ainda está envolvido com as franquias “Star Wars” na Disney e “Star Trek” na Paramount. Em comunicado, Abrams se referiu aos projetos que ainda fará na Paramount: “É agridoce deixar nossa casa de longa data, Paramount Pictures. Foi uma jornada inesquecível. Somos incrivelmente gratos à equipe do estúdio – passado e presente – especialmente ao incomparável Jim Gianopulos e à supertalentosa Liz Raposo. Ainda temos várias histórias excelentes para contar, e por isso, sinto que sou extremamente sortudo”.
Plataforma Disney+ (Disney Plus) terá séries brasileiras e episódios semanais
As novidades da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) anunciadas na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”, não se limitaram à divulgação das séries e filmes do serviço. Além de confirmar que a Disney+ (Disney Plus) chegará à América Latina, inclusive no Brasil, em 2020, a Disney adiantou um detalhe importante. Quando estrear, a plataforma também terá séries exclusivas produzidas nos países da região. Isto é, a Disney vai investir em produção de séries brasileiras, argentinas, etc. Kevin Mayer, executivo da Disney responsável pelos serviços de streaming, afirmou que as produções locais já estavam na mira da companhia – inclusive por conta da existência de países que têm cotas para filmes e séries nacionais, como é o caso – por enquanto! – do Brasil. “Há mercados em que é obrigatório ter conteúdo local, então vamos cumprir essa exigência”, disse ele. “Nossa expertise é fazer conteúdo com um apelo global”, completou. Com esse objetivo, a Disney contratou em junho Matt Brodlie, que ocupava o cargo de diretor de filmes originais da Netflix. No Disney+ (Disney Plus), ele será vice-presidente de conteúdo internacional, supervisionando a aquisição e a criação de produções fora dos Estados Unidos. Outro detalhe é que a Disney+ (Disney Plus) não vai seguir o “modelo Netflix” ao lançar suas séries. Em vez de disponibilizar todos os episódios de uma temporada de uma vez, como nas maratonas da Netflix, o novo serviço vai soltar os capítulos semanalmente, como nos canais de televisão. O modelo semanal já é adotado pela Hulu para algumas séries, como “The Handmaid’s Tale” nos EUA. A Disney se tornou acionista majoritária da Hulu ao comprar a Fox.
Plataforma de streaming da Disney vai chegar ao Brasil em 2020
A página oficial de “Star Wars” no Facebook revelou que o serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) vai chegar à América Latina, inclusive no Brasil, em 2020. A data complementa informação do novo pôster de “The Mandalorian”, série live-action da saga que fará parte do catálogo exclusivo da plataforma da Disney. O cartaz confirma que a série será lançada junto da plataforma, no próximo 12 de novembro, nos Estados Unidos. Veja abaixo. Além de “The Mandalorian”, a Disney+ (Disney Plus) contará com muitos outros conteúdos exclusivos, incluindo séries da Marvel, como “Loki” (com Tom Hiddleston), “WandaVision” (com Elizabeth Olsen e Paul Bettany), “Falcão e o Soldado Invernal” (com Anthony Mackie e Sebastian Stan) e “Gavião Arqueiro” (com Jeremy Renner). A plataforma também terá filmes inéditos, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, um dos maiores clássicos animados da Disney. Sem esquecer o catálogo de produções de filmes e séries da Disney, Fox (incluindo todos os episódios dos “Simpsons”), Marvel, Pixar e Lucasfilm. Mais detalhes destes e de outros projetos devem ser revelados ao longo da convenção D-23, a “Comic Con da Disney”, que começa nesta sexta (23/3) em Anaheim, na Califórnia. #TheMandalorian, primeira série live-action de Star Wars, somente no #DisneyPlus. Disney+ (Disney Plus) estará disponível na América Latina a partir de 2020. Para receber novidades, inscreva-se em disneyplus.com Publicado por Star Wars em Sexta-feira, 23 de agosto de 2019
Heróis de Fugitivos e Manto e Adaga vão se encontrar em crossover das séries da Marvel
A Marvel divulgou um vídeo para anunciar um crossover de duas séries da sua divisão televisiva. Os heróis adolescentes de “Fugitivos” (Runaways) vão se encontrar com os heróis adolescentes de “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger). O anúncio foi feito pelo elenco das duas séries e vai acontecer, de acordo com a explicação dada pelos atores, na 3ª temporada de “Fugitivos”, com estreia prevista para 13 de dezembro. “Nesta temporada, nós vamos enfrentar alguns dos maiores desafios que já enfrentamos”, afirmou Virginia Gardner, a Karolina Dean de Fugitivos. “E precisamos de um pouco de ajuda”, completou Ariela Barer, a Gert Yorkes da série, dando a deixa para a introdução de Aubrey Joseph e Olivia Holt, respectivamente Manto e Adaga. “Vocês pediram por isso, e nós te ouvimos, então demos um jeito de acontecer”, comentou Lyrica Okano, a Nico Minoru de “Fugitivos”. As duas séries da Marvel são exibidas em locais diferentes nos Estados Unidos. “Fugitivos” é disponibilizada na plataforma de streaming Hulu, enquanto “Manto e Adaga” vai ao ar no canal pago americano Freeform – mas, posteriormente, também são disponibilizados na Hulu.
Peaky Blinders: Trailer da 5ª temporada acrescenta política aos crimes da “melhor série britânica”
A rede BBC divulgou o trailer da 5ª temporada de “Peaky Blinders”, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). Repleto de explosões e tiros, mas também politicagem, a prévia aprofunda a jornada de Tommy Shelby (Cillian Murphy) e apresenta um novo personagem à trama: um político carismático de direita vivido por Sam Claflin (“Vidas à Deriva”). Segundo a sinopse divulgada, a 5ª temporada da saga da família Shelby vai se passar em 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Oportunidade e infelicidade estão por toda parte. Quando Tommy Shelby é abordado por um político (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Além de Claflin, a temporada terá outros atores famosos em novos papéis, entre eles Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e seu elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios, que ainda não têm previsão de estreia. A série já se encontra renovada para sua 6ª temporada.
Astro de Angel entra na 2ª temporada de Legacies
O ator Alexis Denisof, que ficou conhecido como tutor de “Buffy: A Caça-Vampiros” e aliado de “Angel” nas séries clássicas dos anos 1990, entrou no elenco da 2ª temporada de “Legacies”. Desta vez, o intérprete de Wesley Wyndam-Pryce será um “feiticeiro britânico” chamado Vardemus, que encanta os estudantes da Escola Salvatore “com sua firme convicção na superioridade do mundo sobrenatural”. Denisof vai aparecer no segundo episódio e deverá participar do resto da temporada como integrante recorrente da trama. Ele foi visto mais recentemente num papel recorrente em “As Aventuras Sombrias de Sabrina”, mas também teve pequenas participações em “Os Vingadores” (2012) e “Guardiões da Galáxia” (2014), além de ter integrado as séries “Finding Carter” e “Grimm”.
Spielberg, Guillermo Del Toro e Sam Raimi vão produzir séries para nova plataforma
Criada especificamente para celulares, a plataforma de streaming Quibi está desenvolvendo um portfólio impressionante de séries. O nome do aplicativo vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites”. Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que tem como diferencial produzir episódios de menor duração. Seus capítulos terão de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo do público, que tem se atirado em longas maratonas de séries. A aposta é em outra característica atual: o baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. Por isso, pretende oferecer conteúdo fast, que pode ser devorado em qualquer local. O detalhe é que o recheio deste Quibi contém muitas calorias. Em outras palavras, as séries encomendadas são superproduções. Por exemplo: Steven Spielberg vai produzir uma série de terror que só poderá ser vista à noite pelo aplicativo. Outras séries em desenvolvimento são terrores de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos. O Quibi também deve oferecer outros tipos de atrações, como programas de notícias e reality shows – já estão confirmados um reality de luta livre feminina, um programa de moda de Tyra Banks (produtora-apresentadora de “America’s Next Top Model”) e remakes de “Punk’d” e “Singled Out”, da MTV. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., Time Warner, MGM e Alibaba, e pretende oferecer 125 conteúdos semanais e 7 mil ao longo de seu primeiro ano. O interesse dos estúdios reflete uma aposta no formato, apesar da dificuldade encontrada até aqui para emplacar séries desse formato e exclusivas de dispositivos móveis – veja-se a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A conferir, em 2020.
Pesquisa revela que 1 em cada 5 britânicos já faltou ao trabalho para maratonar séries
O site da revista britânica Radio Times, o mais antigo guia de programação do mundo – criado em 1923 pela então rádio BBC – publicou uma pesquisa sobre os hábitos do público consumidor de séries com resultados impressionantes. Feita com 5,5 mil entrevistados, a pesquisa revelou que 1 em cada 5 pessoas do Reino Unido já deixou de ir trabalhar para ficar em casa maratonando séries. 18% delas disseram especificamente que fingiram estar doentes para escapar do trabalho e ver séries em casa. Metade dos entrevistados ainda revelou já ter assistido a uma maratona de mais de oito horas de série de uma só vez, enquanto três quartos admitiram ter visto mais de quatro horas consecutivamente. Com isso, o sono acaba sendo o maior sacrificado. 80% afirmaram já ter perdido o sono para continuar a assistir a alguma produção até o seu final. As pessoas que responderam à pesquisa também relataram uma grande pressão para estar em dia com os programas. 23% confessaram que já mentiram sobre ter visto uma série só porque todos ao seu redor estavam falando dela. Apesar das inúmeras opções para assistir ao conteúdo na era da internet, a maioria (57%) disse que assiste séries de streaming pela TV. O resto se divide entre 33% que assistem aos programas em seus computadores e 27% que acompanham pelo celular. Com o anúncio de lançamento de novos serviços de streaming, incluindo Apple TV+ e Disney+ (Disney Plus), que prometem trazer ainda mais conteúdo para os consumidores, é provável que o consumo de séries em “binge” se torne cada vez mais comum.
YouTube anuncia que vai passar a exibir séries de graça com anúncios
O YouTube confirmou uma mudança radical em sua estratégia de programação original, anunciando que todas as suas atrações passarão a ser exibidas de graça e com anúncios a partir do final do ano. A mudança estratégica está em andamento há alguns meses, com o YouTube Premium (que nasceu em 2015 como YouTube Red) deixando de anunciar novas produções exclusivas. Além de passar a exibir seus produtos de graça, também deve haver uma mudança completa de foco da plataforma, que cancelou quatro séries em abril para direcionar seus investimentos em programas documentais, como registros de shows e criações de seus YouTubers mais populares. A maioria absoluta dos produtos novos em desenvolvimento são programas sem roteiros. Mas o YouTube não pretende abandonar completamente a produção de séries de ficção. Durante a apresentação da plataforma nos NewFronts – versão de streaming dos UpFronts televisivos, onde canais revelam a programação da próxima temporada – , houve a confirmação de que a versão Premium do YouTube será preservada. A ideia é diferenciar o serviço Premium com a exibição de séries exclusivas, como “Cobra Kai”, sem anúncios e com uma janela de exclusividade para assinantes. Passado o período da exclusividade, as séries seriam disponibilizadas na versão aberta da plataforma, com anúncios, para todos os usuários. “Enquanto todas as outras empresas de mídia estão construindo um paywall, estamos indo na direção oposta e agora temos mais oportunidades do que nunca de fazer parceria com anunciantes e compartilhar nossos originais aclamados pela crítica com nosso público global”, disse o chefe de negócios do YouTube, Chief Robert Kyncl, durante o evento. A CEO do YouTube, Susan Wojcicki, enfatizou a estatística como um fator motivador por trás da mudança. Ela disse que o crescimento mais rápido na visualização é na sala de estar, onde cerca de 250 milhões de horas de YouTube são assistidas todos os dias, em média. Segundo a comScore, o YouTube tem o alcance mais amplo de qualquer serviço de streaming suportado por anúncios, com um total de 2 bilhões de usuários ativos mensais em todos os dispositivos. Wojcicki disse que a direção de programação da empresa vai agora se “aprofundar em tópicos que as pessoas realmente se importam… Naquilo que as pessoas assistem ao YouTube”. Ou seja, programas de beleza, culinária, música e… vídeos de gatinhos? Vem aí muitas atrações sem roteiros, como a programação dos canais menos vistos da TV paga atual. Ao menos, “Cobra Kai” vai continuar.
Sony vende plataforma Crackle, que será relançada com anúncios
Na contramão de seus concorrentes, a Sony Pictures Television vendeu sua plataforma de streaming, a Crackle. A Chicken Soup for the Soul (CSS), empresa de Connecticut que fez fortuna com livros de autoajuda, comprou a participação majoritária no serviço. Mas a Sony continuará como parceira minoritária. Juntas, as duas empresas irão operar uma nova joint venture, a Crackle Plus (Crackle+, como Disney+ (Disney Plus) e Apple TV+), que abrigará o serviço de streaming. Além do conteúdo original da Crackle e de filmes e séries da Sony, o reboot da plataforma também incluirá o material da Popcornflix, Popcornflix Kids, Popcornflix Comedy, Frightpix, Espanolflix e Truli, plataformas da CSS. Diferente da Crackle original, a Crackle Plus não será baseado em assinaturas. O projeto irá oferecer acesso gratuito a todos os interessados, em troca da exibição de anúncios pagos. Esse formato é chamado de AVOD, abreviatura de ad-supported video on-demand, e já vinha sendo explorado pela CSS em suas plataformas. A Sony vai manter a propriedade das séries originais do Crackle, como “Start Up” e “The Oath”, além de oferecer a tecnologia da plataforma por meio de sua subsidiária de mídia, a Sony Electronics. De acordo com as empresas, a Crackle Plus oferecerá mais de 38,5 mil horas de programação e começará com uma audiência mensal de 10 milhões de usuários ativos nos Estados Unidos. Além disso, oferecerá produções independentes distribuídas pelo app Pivotshare. Com a mudança, a Sony busca encontrar um modelo alternativo de crescimento, já que não conseguiu competir com a estratégia agressiva de lançamentos da Netflix e Amazon, que estão gastando bilhões para produzir séries originais. Em comunicado, o presidente da Sony TV, Mike Hopkins, disse acreditar que existe uma demanda crescente por plataformas gratuitas, financiadas por anúncios, à medida que os consumidores começam a se cansar com a proliferação de ofertas de assinatura. A própria Amazon chegou a lançar seu AVOD, o IMDb Freedive, enquanto a Viacom investiu em janeiro na compra da Pluto TV, um serviço patrocinado por anúncios. “Com o aumento da demanda por conteúdo de vídeo online gratuito, bem como a necessidade de os anunciantes alcançarem os consumidores, as redes de AVOD, como a Crackle Plus, estão posicionadas para um crescimento substancial”, disse ele. A Crackle foi fundada em 2004 como Grouper e vendida para a Sony em 2006. Mas só foi lançar seu primeiro produto original em 2012: o programa de Jerry Seinfeld “Comedians in Cars Getting Coffee”, que se mudou para a Netflix no início de 2018. Com o negócio, a Sony recebeu US$ 5 milhões, que podem ser convertidos em ações da CSS em até cinco anos. A expectativa é que a compra valorize as ações da CSS.
Apple anuncia oficialmente seu serviço de streaming, que vai chegar ao Brasil
A Apple anunciou oficialmente nesta segunda (25/3) o seu serviço de streaming de séries originais. Assim como o concorrente da Disney, a plataforma será identificada por um sinal de adição (+), batizada de Apple TV+. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa de tecnologia, Tim Cook, no teatro Steve Jobs em Cupertino, na Califórnia, e contou com a presença dos cineastas Steven Spielberg e J.J. Abrams, e atores como Reese Whiterspoon, Jennifer Aniston e Jason Momoa, que estarão nas séries da empresa. O Apple TV+ será um serviço internacional. Isto é, não terá etapa inicial restrita aos Estados Unidos. E deverá ser lançado nos próximos meses, durante o outono norte-americano, para usuários em mais de cem países. O serviço funcionará por meio de uma assinatura e será disponibilizado por um novo aplicativo da Apple TV, que dará ao usuário acesso aos conteúdos exclusivos da Apple. Os preços ainda não foram divulgados pela companhia. Aguardado com expectativa, o Apple TV+ já tem várias séries originais em produção, como “The Morning Show”, estrelada por Jennifer Aniston, Reese Whiterspoon e Steve Carell, que acompanhará os bastidores de um programa de notícias matinal. “Nós vamos trazer um olhar honesto sobre relações entre homens e mulheres no ambiente de trabalho”, disse Aniston durante o evento de apresentação da plataforma, afirmando estar animada por voltar à TV com o projeto – sua primeira série desde o fim de “Friends”, em 2004. Já o diretor Steven Spielberg assina a produção de “Amazing Stories”, nova versão da série de antologia sci-fi criada por ele em 1985. “Vamos ressuscitar essa marca e levá-la a um novo público”, disse o cineasta. Por sua vez, Jason Momoa apareceu ao lado da atriz Alfre Woodward para divulgar “See”, uma nova série de ficção científica, enquanto J.J. Abrams está por trás da atração musical “Little Voice”. A Apple ainda tem várias outras atrações originais previstas, incluindo uma trama de espionagem protagonizada por Brie Larson, a Capitã Marvel. Mas o principal vídeo disponibilizado no evento – que pode ser conferido abaixo – não trouxe imagens das séries, apesar de ter mais de 5 minutos de duração. Um segundo vídeo, com 1 minuto e meio, concentrou todas as cenas, dando pouca perspectiva sobre os projetos – veja o vídeo e saiba mais sobre as séries aqui. Ainda não há previsões sobre quando o Apple TV+ será disponibilizado no Brasil, mas a boa notícia do evento foi que ele chegará no país – ao contrário de Hulu e CBS All Acess, entre outras plataformas exclusivas dos Estados Unidos. Como parte de sua investida em conteúdo, a empresa também vai oferecer acesso a outros serviços por meio do aplicativo Apple TV Channels, que agrupará a programação de canais como Showtime, Starz, HBO e a plataforma CBS All Access. Mas não está claro se esse projeto também será internacional. No evento, a Apple ainda anunciou serviços de notícias, com acesso a jornais e revistas, de games e até um cartão de crédito virtual.
Apple planeja evento com estrelas de Hollywood para anunciar sua plataforma de streaming
O anúncio da plataforma de streaming da Apple deve acontecer no mês que vem. Segundo apuraram BuzzFeed e Bloomberg, a gigante da informática convidou os astros envolvidos na produção das primeiras séries de seu serviço para um evento marcado para 25 de março. Acostumada a realizar eventos chamativos para mostrar seus produtos mais recentes, a Apple planejaria revelar sua plataforma da mesma forma, levando Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Octavia Spencer, Jennifer Garner e o diretor JJ Abrams para o palco do lançamento. Pessoas envolvidas na produção das séries confirmaram à revista The Hollywood Reporter que receberem convites nesse sentido. A Apple tem o costume de realizar eventos bianuais para apresentar novos modelos de seus dispositivos. Mas, neste ano, a empresa deve se concentrar em seu negócio de serviços de streaming. A Apple deve revelar o Texture, para assinaturas de notícias, bem como mostrar a lista de séries que foi encomendada no último ano e meio. A empresa tem mantido os detalhes do serviço que vai trazer séries e outros conteúdos em sigilo, mas espera-se que ele seja lançado nos próximos meses. A Apple se recusou a comentar a notícia na imprensa americana.









