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    Globoplay vai disponibilizar The Big Bang Theory e Young Sheldon em streaming no Brasil

    5 de dezembro de 2018 /

    A Globoplay anunciou que passará a oferecer em 2019 as séries “The Big Bang Theory” e seu spin-off “Young Sheldon” em streaming no Brasil. O anúncio oficial ainda não foi feito porque os últimos detalhes do acordo estão sendo fechados. Mas as negociações estão avançadas, e João Mesquita, diretor-geral do Globoplay, adiantou a jornalistas que o “Big Bang” vem aí: “Vamos ter todas as temporadas, e também Young Sheldon”. A série original é uma das mais pedidas pelos assinantes da Netflix, conforme é possível verificar numa rápida passada pelo Google, mas a rede CBS, responsável por sua produção, reteve os direitos de exibição para si mesma, disponibilizando a atração em sua plataforma CBS All Access nos Estados Unidos. “The Big Bang Theory”, porém, já é velha conhecida dos fãs brasileiros, sendo bastante reprisada no canal pago Warner e na rede SBT – como “Big Bang: A Teoria”. A série acompanha o cotidiano de amigos cientistas superinteligentes e amantes da cultura geeks que sofrem para viver experiências comuns, como namorar ou ir a festas. Na temporada passada, a comédia conseguiu um feito histórico. Pela primeira vez, venceu os até então imbatíveis jogos da NFL (liga profissional de futebol americano) exibidos nas noites de domingo pela rede NBC, tornando-se o programa mais visto na TV americana, com uma média de 18,634 milhões de telespectadores por episódio da 11ª temporada. A série chegará ao fim na atual 12ª temporada, após Jim Parsons decidir não renovar seu contrato para viver o protagonista Sheldon Cooper. Mas ele continuará produzindo “Young Sheldon”, que acompanha o jovem Sheldon (Iain Armitage) em sua infância no fim da década de 1980. Exibida após “The Big Bang Theory”, a comédia é a terceira série mais vista dos Estados Unidos, com média de 10,83 milhões de telespectadores por episódio. A atração, que está em seu segundo ano, deverá ocupar o lugar de “Big Bang Theory” como carro-chefe da CBS na grade da temporada 2019-2020.

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    Legends of Tomorrow também vive Elseworlds em trailer e fotos do midseason finale

    5 de dezembro de 2018 /

    “Legends of Tomorrow” ficou de fora do crossover deste ano das séries de super-heróis, que envolverá apenas “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Mas também terá seu momento “Elseworlds” na mesma semana de exibição do especial. A rede CW divulgou 12 fotos e o trailer do midseason finale de “Legends”, que mostra diversas versões alternativas dos heróis, com realidades inspiradas em “As Panteras” e até nos “Muppets”, sem esquecer de zumbis e uma homenagem às produções dos anos 1980. Essa profusão de “Elseworlds”, porém, é um problema localizado. Culpa de John Constantine (Matt Ryan), que alterou o passado para evitar a morte de um amante e, assim, causou mudanças profundas na linha temporal. Apenas ele e a Amaya fake/Charlie (Maisie Richardson-Sellers) lembram da realidade e terão a missão de consertar a bagunça que criaram. Para quem não conhece, as histórias criadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da DC Comics em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Intitulado “Legends of To-Meow-Meow”, o episódio vai ao ar na próxima segunda (10/12) nos Estados Unidos e marca a pausa de exibição de fim de ano da atração. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Netflix teria pago US$ 100 milhões para manter Friends em seu catálogo

    5 de dezembro de 2018 /

    A notícia de que “Friends” poderia sair do catálogo da Netflix na virada do ano gerou protestos entre os fãs da série clássica, que até hoje maratonam as “reprises”, e a repercussão levou a plataforma a fazer uma loucura. De acordo com uma reportagem do The New York Times publicada na terça (3/12), a plataforma resolveu desembolsar nada menos que US$ 100 milhões para manter “Friends” em seu catálogo pelo próximo ano. O valor é mais que o triplo dos US$ 30 milhões pagos anteriormente à WarnerMedia, dona dos direitos da série, para exibir originalmente a atração. Segundo o New York Times, o acordo entre a Netflix e a AT&T, que comprou a Warner em junho deste ano, seria encerrado em dezembro, e as empresas já renegociavam os direitos da série há alguns meses. Pois o martelo foi batido neste começo de mês. Mas os valores do negócio podem ter sido menores que os noticiados pelo NYT. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter estimam que o acordo custou entre US$ 70 e 80 milhões. De todo modo, bem mais caro que a cessão original dos direitos de exibição. Além disso, o acordo também dá à WarnerMedia o direito de exibir “Friends” simultaneamente em seu novo serviço de streaming, que deverá ser lançado em 2019 para concorrer, justamente, com a Netflix. Exibida nos EUA entre 1994 e 2004, a série acabou no auge da popularidade, o que lhe manteve como uma das mais adoradas da história da televisão norte-americana. Embora a Netflix não divulgue dados, especula-se que “Friends” seja a série mais vista do catálogo de produtos licenciados da plataforma. Para se ter noção da importância dispensada à série, após o negócio a Netflix Brasil publicou um tuíte para acalmar os ânimos dos fãs brasileiros, que também ficaram ansiosos com os boatos de despedida da série do streaming. “‘Friends’ não vai sair, gente. Podem maratonar à vontade”, pronunciou-se a empresa. Friends não vai sair, gente. Podem maratonar à vontade. — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 3 de dezembro de 2018

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  • Série

    Toby Kebbell entra na série de suspense de M. Night Shyamalan

    5 de dezembro de 2018 /

    O ator Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) entrou no elenco da nova série do cineasta M. Night Shyamalan (“Fragmentado”), que está sendo desenvolvida para a plataforma de streaming da Apple. Ele se junta no elenco a Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”), Nell Tiger Free (“Game of Thrones”) e Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”), anteriormente anunciados. Ainda sem título nem sinopse oficial, a série é um suspense que envolve uma babá (Nell Tiger Free) contratada por casal para cuidar de seu filho recém-nascido. Kebbell e Ambrose viverão o casal, enquanto Grint interpretará o irmão da personagem de Ambrose. A atração foi criada pelo roteirista britânico Tony Basgallop (“Berlin Station”) e terá seu primeiro episódio dirigido por Shyamalan, que também assina a produção, repetindo as funções desempenhadas em sua única série anterior, “Wayward Pines”, em 2015. Ainda não há previsão para a estreia desta ou qualquer outra produção da plataforma de streaming da Apple.

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  • Série

    Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis ganha novo trailer e mais 27 fotos

    5 de dezembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou um novo trailer e mais 27 fotos de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia destaca a confusa troca de identidades entre Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell), a estreia de Lois Lane (Elizabeth Tulloch) no Arrowverso, a primeira aparição de Batwoman (Ruby Rose) numa produção live action da DC Comics, além do misterioso Monitor (LaMonica Garrett) e o surgimento de nada menos que dois Superman (ambos interpretados por Tyler Hoechlin), sugerindo que o herói de uniforme negro não é o primo de Supergirl (Melissa Benoist). A sinopse oficial explica a premissa da história. “No crossover, as experiências do Dr. John Deegan (Jeremy Davies) no Arkham Asylum acabam reescrevendo a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além dos dois, a Supergirl (Melissa Benoist) é a única que consegue perceber os heróis como se eles ainda estivessem vivendo suas próprias vidas”. O título escolhido para o crossover, “Elseworlds”, também é uma referência importante. Ele é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo vai explorar realidades alternativas, mas também serve de introdução para elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que parece estar no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. E ganhará exibição especial dos três episódios no dia 16 de dezembro no Brasil, pelo canal pago Warner.

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    O Mundo Sombrio de Sabrina: Fantasmas assombram o trailer legendado do especial de Natal

    5 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer do Especial de Natal da série “O Mundo Sombrio de Sabrina”. A prévia confirma que o Natal é a melhor época para histórias de fantasmas – como já tinha provado Charles Dickens. Por isso, Sabrina, seus parentes e amigos são assombrados enquanto esperam a ceia. O vídeo também revela o título nacional do especial. Ele foi batizado de “Uma História de Inverno”. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, “O Mundo Sombrio de Sabrina” acompanha a protagonista, que continua adolescente como na época de sua série anterior, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003), mas, além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs ajudou a criar a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da bruxinha, o elenco inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). O especial de Natal também terá participação da atriz-mirim McKenna Grace (“The Haunting of Hill House”) como a versão infantil de bruxinha. Por sinal, ela ficou idêntica à Kiernan Shipka nas imagens de divulgação. “No nosso especial de Natal, veremos como Sabrina era uma garota levada e precoce. Enquanto os bruxos celebram o solstício, isso não a impede de pedir algo especial para o Papai Noel”, descreve a Netflix na sinopse do programa. A estreia está marcada para 14 de dezembro em streaming.

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    Detetives do Prédio Azul 2 ganha clipe musical

    4 de dezembro de 2018 /

    “Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano” ganhou um clipe musical, divulgado pela Paris Filmes. O vídeo traz os detetives mirins do título tendo seus minutos de Turma do Balão Mágico, cantando a música tema, enquanto cenas da produção são intercaladas com as imagens. O longa é continuação de “Detetives do Prédio Azul: O Filme”, lançado em 2017, e tem temática musical, com os três detetives mirins disputando um concurso de calouros, que se revela uma armadilha de bruxos. Isto também explica o contexto da canção. Salvos de ter o mesmo destino de outros candidatos do falso concurso graças à inveja de Berenice (Nicole Orsini), o trio formado por Pippo (Pedro Henriques Motta), Sol (Leticia Braga) e Bento (Anderson Lima) terá que viajar muito para salvar a pirralha invejosa de dois bruxos disfarçados de produtores, Máximo (Diogo Vilella) e Mínima Buongusto (Fabiana Karla), que prenderam e levaram diversas crianças para um grande evento de magia, o Expo-Bruxo, que acontece na Itália. A direção é de Vivianne Jundi, que também está à frente da série do canal pago Gloob e do spin-off “Vlog da Mila”, disponível no Gloob Play. A estreia está prevista para 20 de dezembro, mas o filme deve chegar aos cinemas uma semana antes – o caso do mistério bem brasileiro da famigerada estreia disfarçada de pré-estreia.

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  • Série

    The Good Place é renovada para sua 4ª temporada

    4 de dezembro de 2018 /

    A rede americana NBC anunciou a renovação de “The Good Place” para a 4ª temporada. Apesar de aclamada pela crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série perdeu 1 milhão de telespectadores entre a 3ª temporada e a atual, que está sendo vista ao vivo por uma média de 2,8 milhões de telespectadores. A queda de audiência pode ser explicada pelo fato da série ter deixado de se passar no Inferno e ter vindo para a Terra, perdendo seu maior diferencial. Criada por Michael Schur (que também criou “Parks and Recreation” e “Brooklyn 9-9”), a atração gira em torno de Eleanor Shellstrop, personagem de Kristen Bell (série “Veronica Mars”), que chega a seu destino final após morrer. Ao receber as boas-vindas de Michael, personagem de Ted Danson (série “CSI”), descobre que foi parar no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas ela logo descobre que o céu é um inferno. Cercada por gente boazinha, ela quer enlouquecer, até perceber que aquele era seu tormento e o “Lugar Bom” é na verdade uma versão do “Lugar Ruim” criada pelo demônio vivido por Danson. Essa história tem uma grande reviravolta na 2ª temporada. Uma não, várias, com uma revelação inesperada atrás da outra, que levam Eleanor a se juntar a outros três pecadores, vividos por William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. Fazendo de tudo para evitar o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, eles negociarem sua salvação com uma ajuda surpreendente de Michael e sua assistente (D’Arcy Carden, que também está em “Barry”). E conseguem uma segunda chance, ponto em que a história foi retomada no novo ano… de volta na Terra. A NBC não revelou a quantidade de episódios da 4ª temporada, mas os três primeiros anos tiveram 13 capítulos. O programa está atualmente na reta final de sua 3ª temporada, com a season finale marcada para o dia 24 de janeiro nos Estados Unidos. “The Good Place” é disponibilizado no Brasil pela Netflix.

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    Fear The Walking Dead: Ruben Blades e Daniel Sharman vão voltar na 5ª temporada

    4 de dezembro de 2018 /

    A 5ª temporada de “Fear The Walking Dead” terá o retorno de importantes personagem, que estavam sumidos. De acordo com o site Comic Book, os atores Ruben Blades e Daniel Sharman vão retornar em seus papéis originais, como Daniel Salazar e Troy Otto, respectivamente. Ambos foram vistos pela última vez no final da 3ª temporada. Enquanto Salazar se separou do grupo após a explosão da represa, supõe-se que ele tenha sobrevivido. Já o caso de Sharman é mais complicado já que, até onde o público sabe, seu personagem foi morto por Madison (Kim Dickens) – ou abandonado por ela à beira da morte. Ruben Blades já confirmou seu retorno para o site panamenho Dia a Dia. Os novos episódios de “Fear The Walking Dead” começaram a ser gravados na segunda-feira (3/12) e ainda não tem data definida para sua estreia em 2019. Assim como nos Estados Unidos, a série é exibida no Brasil pelo canal pago AMC.

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    Pica-Pau: Veja a temporada completa do novo desenho, com direito a viagem ao Brasil

    4 de dezembro de 2018 /

    A Universal já disponibilizou os 10 episódios completos da nova série animada do Pica-Pau, que podem ser vistos abaixo. Todos já vêm dublados em português e terminam com a vinda do Pica-Pau ao Brasil. De férias no país, ele faz uma novo amigo, o mico Luis, mergulha em Copacabana, visita o Corcovado e até ajuda a Seleção Brasileira a vencer um jogo de futebol. A versão original do passarinho vermelho e azul, que faz muito sucesso no Brasil, foi criada por Walter Lantz em 1940, como curta animado para o cinema. Apenas no passado o Pica-Pau ganhou um filme com atores reais, e ele já acenava ao público brasileiro por meio da participação da atriz Thaila Ayala. O diretor Alex Zamm, que assinou “Pica-Pau: O Filme”, dirige os novos episódios animados, que têm cerca de 5 minutos de duração cada um. Aperta o play e veja todos.

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    Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis ganha novo pôster com 14 personagens

    4 de dezembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou um novo pôster (em três partes) de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A imagem traz nada menos que 14 personagens. Entre eles, destacam-se a confusa troca de identidades entre Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell), a estreia de Lois Lane (Elizabeth Tulloch) no Arrowverso, a primeira aparição de Batwoman (Ruby Rose) numa produção live action da DC Comics, além do misterioso Monitor (LaMonica Garrett) e o surgimento de nada menos que dois Superman (ambos interpretados por Tyler Hoechlin), sugerindo que o herói de uniforme negro não é o primo de Supergirl (Melissa Benoist). E por falar em mistureba geek, a arma na mão de Lois Lane é o megabastão da Grande Barda ou o martelo de Aço? É muita informação para uma imagem só. E isso que o cartaz não inclui quatro personagens que terão participação importante na trama: Nora Fries (Cassandra Jean Amell), o vilão Dr. John Deegan (Jeremy Davies), o Flash da Terra 90 (John Wesley Shipp) e o Pirata Psíquico (Bob Frazer) – sem esquecer as versões alternativas dos vilões Malcolm Merlyn (John Barrowman) e Ricardo Diaz (Kirk Acevedo). A sinopse oficial explica a premissa da história. “No crossover, as experiências do Dr. John Deegan (Jeremy Davies) no Arkham Asylum acabam reescrevendo a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além dos dois, a Supergirl (Melissa Benoist) é a única que consegue perceber os heróis como se eles ainda estivessem vivendo suas próprias vidas”. O título escolhido para o crossover, “Elseworlds”, também é uma referência importante. Ele é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo vai explorar realidades alternativas, mas também serve de introdução para elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que parece estar no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. E ganhará exibição especial dos três episódios no dia 16 de dezembro no Brasil, pelo canal pago Warner.

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    Jane the Virgin pode ganhar spin-off com a estrela Gina Rodriguez

    3 de dezembro de 2018 /

    “Jane the Virgin” se encaminha para sua 5ª e última temporada, mas a criadora da série Jennie Snyder Urman e sua estrela Gina Rodriguez não estão prontas para abandonar a personagem do título. As duas estão produzindo um projeto de spin-off, atualmente em desenvolvimento na rede CW. Os detalhes do spin-off, criado por Valentina Garza (roteirista da série) e com piloto dirigido por Brad Silberling (que também fez o piloto de “Jane the Virgin”), não foram anunciados, mas o site Deadline afirma se tratar de uma série com formato de antologia e com inspiração em telenovelas ao estilo de “Jane the Virgin”, onde cada temporada seria baseada em um romance fictício diferente “escrito por” Jane Villanueva e narrado pela própria autora (isto é, Gina Rodriguez). Com isso, a atração não deve focar os personagens de “Jane the Virgin”, apesar de vários boatos, ao longo dos anos, sobre uma série derivada de Rogelio, o personagem de Jaime Camil. Batizado de “Jane the Novela”, o piloto do spin-off precisará ser aprovado para virar série. Enquanto isso, a temporada final de “Jane the Virgin” estreia em março nos Estados Unidos.

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    Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série baseada na comédia Quase 18

    3 de dezembro de 2018 /

    A atriz Isabelle Fuhrman, que foi “A Órfã” (2010) e um dos tributos originais de “Jogos Vorazes” (2012), vai estrelar “The Edge of Seventeen”, série do YouTube Premium baseada na comédia homônima, traduzida no Brasil como “Quase 18”. Fuhrman não vai dar vida à personagem interpretada por Hailee Steinfeld no cinema, a adolescente Nadine. Em vez disso, sua personagem vai se chamar Mira. A adaptação está sendo desenvolvida por Annabel Oakes, que escreveu episódios de “Awkward.” e “Atypical”, duas séries de temática similar. Em comunicado, ela descreveu o projeto como “uma subversão daquilo que é esperado em séries de adolescentes”. Primeiro filme dirigido por Kelly Fremon, que antes só tinha roteirizado a comédia “Recém-Formada” (2009), “Quase 18” recebeu elogios rasgados da crítica. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, foi uma das estreias mais bem cotadas de 2016 e provavelmente a melhor comédia sobre a vida no colegial (A.K.A. Ensino Médio) desde “A Mentira” (2010), com quem compartilha muitos temas. Seu enredo é um apoteose de humor adolescente amargo, cínico e autodepreciativo, como nos bons clássicos de John Hughes dos anos 1980, concentrado na falta de amor próprio de uma adolescente em crise eterna. Desinteressante, sem muitas amizades ou atrativos, ela sofre por ter um irmão perfeito (Blake Jenner no filme), que todos adoram, inclusive sua melhor amiga Krista (Haley Lu Richardson), que vira ex-amiga quando começa a namorá-lo. A partir daí, sentindo-se traída e abandonada, ela toma uma série de decisões que só pioram a situação. Sem ninguém com quem desabafar, só lhe resta conversar com o professor (Woody Harrelson) que se vê forçado a lhe dar mais atenção que a própria mãe dela (Kyra Sedgwick). Além de Isabelle Fuhrman, a atriz Liana Liberato (da série “Light as a Feather”) foi escalada como a nova versão da melhor amiga, chamada de Lou. A produção foi uma das últimas encomendadas antes do YouTube Premium anunciar uma mudança sua abordagem comercial. Originalmente concebido como um serviço de streaming para assinantes, ele passará a disponibilizar seu conteúdo de forma gratuita, mas com anúncios, a partir de 2020.

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