Astronauta, de Mauricio de Sousa, vai virar série animada adulta na HBO
O personagem Astronauta, criado por Mauricio de Sousa, vai ganhar uma animação adulta, que será coproduzida pela Mauricio de Sousa Produções e a HBO. O anúncio da parceria foi feito nesta sexta-feira (7/12) durante a CCXP (Comic Con Experience), um ano após a exibição do primeiro teaser do projeto, no mesmo evento. Intitulada “Astronauta: Propulsão”, a série terá seis episódios exibidos na HBO, tornando-se a primeira animação original do canal na América Latina. “Estamos literalmente aterrissando em outro planeta”, disse Robert Rios, vice-presidente corporativo de produções originais da HBO. O personagem Astronauta foi por Mauricio de Sousa em 1962. Mas a animação terá como base a premiada graphic novel de Danilo Beyruth, lançada em 2012. Beyruth escreveu e desenhou uma trilogia do personagem, com inspirações que vão desde Jack Kirby a Moebius, passando por Arthur C. Clark. Recentemente, ele também colaborou com o diretor Vicente Amorim no thriller “Motorrad”. “Logo que vi as releituras das histórias do meu personagem Astronauta feitas pelo artista Danilo Beyruth senti que tinha em mãos o básico para uma fantástica série de desenhos animados com tudo que deve ter uma proposta de ficção científica”, conta Mauricio de Sousa. “O Astronauta vive a série de maior sucesso no nosso projeto das Graphic Novels tanto pelos roteiros quanto pela realização artística”, completou. “Astronauta: Propulsão” terá roteiro de Roger Keesse e produção dos estúdios Birdo (de “Oswaldo” e “Cupcake & Dino”) e Ultrassom Music Ideas. Ainda não há data de estreia prevista. Mas o teaser pode ser (re)visto abaixo.
Gotham: Vídeo de bastidores traz cenas inéditas e depoimentos reveladores sobre o final da série
A rede americana Fox divulgou uma novo vídeo da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. A prévia de mais de três minutos traz muitas cenas inéditas e depoimentos reveladores do elenco, que descrevem as situações em que seus personagens se encontram ao voltarem para o final da trama. O vídeo foi legendado por fãs, veja abaixo. Além do elenco central representado no vídeo, a temporada irá fazer a introdução do vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e destacar a última transformação de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan), que finalmente deve assumir a aparência do Coringa. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. O arco final da série será baseado em “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra a cidade sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento eram causados por um Terremoto, mas na série foi um ato de terrorismo de Valeska. Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Originalmente, a temporada final teria apenas 10 episódios, mas a Fox encomendou mais dois, totalizando 12 capítulos para 2019. Os novos episódios estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos.
Quentin Tarantino pode lançar série “derivada” de Era uma Vez em Hollywood
Um detalhe do novo filme de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, chamou atenção da revista The Hollywood Reporter. O longa, que se passa em 1969 na cidade de Los Angeles, tem entre seus personagens principais um antigo astro de série de western, Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Mas embora os personagens sejam inventados, eles vão contracenar com figuras reais do período. E é significativo que o papel de Luke Perry (o pai de Archie em “Riverdale”) se chame Scott Lancer. O nome é o mesmo do protagonista da série “Lancer”, exibida entre 1968 e 1970 nos Estados Unidos. A série girava em torno do fazendeiro, que convoca seus filhos Johnny e Scott Lancer (de duas mães diferentes), vividos por James Stacy e Wayne Maunder, para ajudar a salvar a propriedade da família. Pois o THR descobriu que Tarantino negociou um acordo com a viúva do criador de “Lancer”, Samuel A. Peeples, pelos direitos da série e estaria planejando um reboot, como uma série ou filme. O diretor não faz segredo sobre sua paixão por westerns, já que realizou dois filmes no gênero, “Django Livre” (2012) e “Os Oito Odiados” (2016). Mas apesar da apuração do THR, não há nenhum projeto oficial em desenvolvimento para reviver a série clássica. Por enquanto.
Atriz confirma presença de Jadis nos filmes derivados de The Walking Dead
A atriz Pollyanna McIntosh confirmou que retornará como Jadis no filme que contará o destino de Rick Grimes, após a saída do personagem da série “The Walking Dead”. Durante sua participação na Walker Stalker Con, um evento dedicado à série, a atriz inclusive deu alguns detalhes da trama. “Nós veremos para onde Rick foi levado, e ela estará lá, obviamente. Estou muito empolgada com esse projeto. Nós teremos um maior entendimento da comunidade de Jadis, como que as coisas funcionam lá.” O canal pago AMC chegou a anunciar uma trilogia de filmes, que contará com Andrew Lincoln, de volta ao papel de Rick. O primeiro longa de “The Walking Dead” começará a ser produzido no primeiro semestre de 2019.
Sindicato dos Roteiristas dos EUA divulga indicados das categorias televisivas de seu prêmio anual
O Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) anunciou as indicações ao seu prêmio anual, o WGA Awards, nas categorias de TV. Roteiros de séries, programas de variedades e animações foram selecionados pela entidade para celebrar os melhores trabalhos na TV neste ano. Na seleção de séries dramáticas, houve apenas uma novidade: “Succession” se juntou às veteranas “The Americans”, “Better Call Saul”, “The Crown” e “The Handmaid’s Tale” – deixando de fora “Killing Eve”, que não foi lembrada nem como “nova série”. Entre as comédias, a estreante “Barry” formou a seleção com “Atlanta”, “GLOW”, “The Good Place” e “The Marvelous Mrs. Maisel”. Os vencedores serão conhecidos em cerimônia marcada para o dia 17 de fevereiro. Confira abaixo a lista completa dos indicados nas categorias televisivas do prêmio do sindicato. Melhor Roteiro em Série – Drama “The Americans” “Better Call Saul” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Succession” Melhor Roteiro em Série – Comédia “Atlanta” “Barry” “GLOW” “The Good Place” “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Roteiro em Nova Série “Barry” “A Maldição da Residência Hill” “Homecoming” “Pose” “Succession” Melhor Roteiro Original – Minissérie ou Telefilme “Castle Rock” “My Dinner with Hervé” “Paterno” Melhor Roteiro Adaptado – Minissérie ou Telefilme “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” “The Looming Tower” “Maniac” “Sharp Objects” Melhor Roteiro em Episódio de Série – Drama “The Affair” – episódio “Episode 407” “The Handmaid’s Tale” – episódio “First Blood” “Homeland” – episódio “Paean To The People” “Narcos: México” – episódio “Camelot” “Ozark” – episódio “The Precious Blood of Jesus” “This Is Us” – episódio “The Car” Melhor Roteiro em Episódio de Série – Comédia “Barry” – episódio “Chapter One: Make Your Mark” “Forever” – episódio “Another Place” “The Kids Are Alright” – episódio “Pilot” “Orange is the New Black” – episódio “Who Knows Better Than I” “Santa Clarita Diet” – episódio “Halibut!” “Unbreakable Kimmy Schmidt” – episódio “Kimmy and the Beest!” Melhor Roteiro em Episódio de Série – Animação “Bob’s Burgers” – episódio “Boywatch” “Bob’s Burgers” – episódio “Just One of the Boyz 4 Now for Now” “Bob’s Burgers” – episódio “Mo Mommy Mo Problems” “Family Guy” – episódio “Send in Stewie, Please” “The Simpsons” – episódio “Bart’s Not Dead” “The Simpsons” – episódio “Krusty the Clown” Melhor Roteiro em Programa de Comédia e Variedades “Full Frontal with Samantha Bee” “Last Week Tonight with John Oliver” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Roteiro em Programa de Esquetes de Comédia e Variedades “At Home with Amy Sedaris” “I Love You, America” “Nathan For You” “Portlandia” “Saturday Night Live”
Dramédia política Vice lidera indicações malucas do Globo de Ouro 2019
A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood divulgou os indicados ao Globo de Ouro 2019. E a lista inclui vários filmes que não estão no radar para o Oscar, enquanto favoritos da crítica americana foram esquecidos. O tom foi de comédia maluca. A premiação registra, pela primeira vez, o tamanho das pretensões da dramédia política “Vice”, em que Christian Bale se transforma no ex-vice presidente dos Estados Unidos Dick Cheney. Sua transformação vinha dando o que falar. Mas, apesar de o filme liderar a lista, com seis indicações, Bale não apareceu entre os Melhores Atores. Vá entender… Espere. É fácil entender: é o Globo de Ouro. Os indicados e vencedores são escolhidos pelos cerca de 80 membros da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, e por conta esse eleitorado bastante específico não tem nenhuma relação com os demais prêmios da temporada, entre eles o Oscar. A premiação é conhecida por outro motivo: como a mais desinibida da temporada, por ser regada à álcool. E como é televisada, com a presença de vários famosos, costuma garantir muitos memes. Este ano, o álcool deve ter sido liberado antes, o que talvez explique a lista dos cinco selecionados para Melhor Filme Dramático, entre eles um musical, “Bohemian Rhapsody”, apesar de existir a categoria de Melhor Filme de Comédia ou Musical, que incluiu o dramático “Green Book – O Guia”. Não é piada. Ou melhor, é… o Globo de Ouro. Que, como é bom lembrar, já premiou “Perdido em Marte” (2015) como Melhor Comédia. Este ano, pela primeira vez, a premiação também incluiu um filme de super-heróis, “Pantera Negra”, na sua lista. O CEO da Disney, Bob Iger, agradeceu em seu Twitter. Parece que os críticos estrangeiros de Hollywood não gostaram da variedade de lançamentos do ano de “First Reformed”, “Domando o Destino”, “Support the Girls”, “Não Deixe Rastros” e “Oitava Série”, que pelo menos foi lembrada numa categoria – Melhor Atriz para a revelação Elsie Fisher. Mas talvez faça sentido, afinal as produções americanas estão fraquíssimas em 2019, comparadas aos longas de “língua estrangeira” como o mexicano “Roma”, que se infiltrou em várias categorias. Até o inglês “A Favorita”, dirigido por um grego, demonstra isso ao aparecer como segundo filme com maior quantidade de nomeações. Já venceu o BIFA (prêmio indie britânico) no Reino Unido. E séries? “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” foi a mais celebrada, com quatro indicações. Os críticos estrangeiros amam as séries de Ryan Murphy – “Pose” também foi lembrada. E amam “The Americans”, que se despede com três indicações, dominando a categoria dramática. Por outro lado, a unanimidade em torno de “The Handmaid’s Tale” arrefeceu, tirando-a da lista de Melhores Séries de Drama. E embora aceitem “Pantera Negra” como Melhor Filme, os eleitores do Globo de Ouro não descobriram ainda que as séries de super-heróis são tão boas quanto os filmes do gênero – algumas, melhores. Nenhuma foi indicada. Mesmo com seu excesso de produções, a Netflix ficou apenas em 4º lugar na soma total de nomeações entre as plataformas e canais, abaixo da líder FX, da HBO e até da concorrente direta Amazon, e apenas ligeiramente à frente do pouco assistido Showtime. Com apresentação do comediante Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”) e da atriz Sandra Oh (“Killing Eve”), a cerimônia de premiação do Globo de Ouro 2019 está marcada para o dia 6 de janeiro, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista completa de indicados. CINEMA Melhor Filme – Drama “Nasce uma Estrela” “Pantera Negra” “Se a Rua Beale Falasse” “Infiltrado na Klan” “Bohemian Rhapsody” Melhor Filme – Comédia ou Musical “A Favorita” “Green Book – O Guia” “O Retorno de Mary Poppins” “Podres de Ricos” “Vice” Melhor Ator – Drama Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”) Lucas Hedges (“Boy Erased: Uma Verdade Anulada”) John David Washington (“Infiltrado na Klan”) Melhor Atriz – Drama Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) Glenn Close (“A Esposa”) Melissa McCarthy (“Poderia me Perdoar?”) Nicole Kidman (“Destroyer”) Rosamund Pike (“A Private War”) Melhor Ator – Comédia ou Musical Christian Bale (“Vice”) Viggo Mortensen (“Green Book – O Guia”) Robert Redford (“The Old Man & the Gun”) Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”) John C. Reilly (“Stan & Ollie”) Melhor Atriz – Comédia ou Musical Olivia Colman (“A Favorita”) Emily Blunt (“O Retorno de Mary Poppins”) Elsie Fisher (“Oitava Série”) Constance Wu (“Podres de Ricos”) Charlize Theron (“Tully”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book – O Guia”) Richard E. Grant (“Poderia me Perdoar?”) Timothee Chalamet (“Querido Menino”) Adam Driver (“Infiltrado na Klan”) Sam Rockwell (“Vice”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Amy Adams (“Vice”) Emma Stone (“A Favorita”) Rachel Weisz (“A Favorita”) Claire Foy (“O Primeiro Homem”) Melhor Diretor Alfonso Cuaron (“Roma”) Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) Peter Farrelly (“Green Book – O Guia”) Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) Adam McKay (“Vice”) Melhor Roteiro Deborah Davis e Tony McNamara (“A Favorita”) Peter Farrelly, Nick Vallelonga e Brian Hayes Currie (“Green Book – O Guia”) Barry Jenkins (“Se a Rua Beale Falasse”) Alfonso Cuaron (“Roma”) Adam McKay (“Vice”) Melhor Trilha Sonora Alexandre Desplat (“Ilha dos Cachorros”) Justin Hurwitz (“O Primeiro Homem”) Ludwig Göransson (“Pantera Negra”) Marco Beltrami (“Um Lugar Silencioso”) Marc Shaiman (“O Retorno de Mary Poppins”) Melhor Canção Original “Shallow” (“Nasce uma Estrela”) “All the Stars” (“Pantera Negra”) “Requiem For A Private War” (“A Private War”) “Revelation” (“Boy Erased: Uma Verdade Anulada”) “Girl in the Movies” (“Dumplin”) Melhor Animação “Os Incríveis 2” “Ilha dos Cachorros” “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” “Homem-Aranha no Aranhaverso” “Mirai” Melhor Filme Estrangeiro “Girl” (Bélgica) “Shoplifters” (Japão) “Never Look Away” (Alemanha) “Roma” (México) “Capernaum” (Líbano) TV Melhor Série – Drama “Killing Eve” “Homecoming” “The Americans” “Pose” “Bodyguard” Melhor Ator de Série – Drama Matthew Rhys (“The Americans”) Jason Bateman (“Ozark”) Stephan James (“Homecoming”) Richard Madden (“Bodyguard”) Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz de Série – Drama Sandra Oh (“Killing Eve”) Julia Roberts (“Homecoming”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Keri Russell (“The Americans”) Caitriona Balfe (“Outlander”) Melhor Série – Comédia ou Musical “A Maravilhosa Sra. Maisel” “Barry” “The Good Place” “Kidding” “O Método Kominsky” Melhor Ator de Série – Comédia ou Musical Bill Hader (“Barry”) Donald Glover (“Atlanta”) Jim Carrey (“Kidding”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) Sacha Baron Cohen (“Who is America”) Melhor Atriz de Série – Comédia ou Musical Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Alison Brie (“GLOW”) Debra Messing (“Will & Grace”) Candace Bergen (Murphy Brown”) Kristen Bell (“The Good Place”) Melhor Telefilme ou Série Limitada “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” “Sharp Objects” “O Alienista” “A Very English Scandal” “Escape at Dannemora” Melhor Ator – Telefilme ou Série Limitada Hugh Grant (“A Very English Scandal”) Benedict Cumberbatch (“Patrick Melrose”) Daniel Bruhl (“O Alienista”) Darren Criss (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Antonio Banderas (“Genius: Picasso”) Melhor Atriz – Telefilme ou Série Limitada Amy Adams (“Sharp Objects”) Patricia Arquette (“Escape at Dannemora”) Laura Dern (“The Tale”) Regina King (“Seven Seconds”) Connie Britton (“Dirty John”) Melhor Ator Coadjuvante – Série ou Telefilme Henry Winkler (“Barry”) Edgar Ramirez (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Alan Arkin (“O Método Kominsky”) Kieran Culkin (“Succession”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série ou Telefilme Patricia Clarkson (“Sharp Objects”) Thandie Newton (“Westworld”) Penelope Cruz (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Alex Borstein (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Yvonne Stahovski (“The Handmaid’s Tale”)
Mauricio de Sousa será biografado em série do National Geographic
O quadrinhista e empresário Mauricio de Sousa, criador dos famosos personagens da “Turma da Mônica”, vai ser tema de um dos episódios da série documental “BIOS”, que a National Geographic estreará em 2019. Ele será o quarto latino-americano a integrar a série “BIOS. Vidas que marcaram a sua”, depois de programas sobre os músicos argentinos Charly García e Gustavo Cerati, e sobre o mexicano Alex Lora. A biografia de Mauricio será exibida ao longo de dois episódios de uma hora, que trará vasto material inédito ancorado numa conversa entre o comediante Fabio Porchat e o artista, relembrando sua trajetória desde sua infância e a criação dos famosos personagens dos quadrinhos, passando pelo parque de diversões “Parque da Mônica” e por seu estúdio em São Paulo. A princípio, o programa será transmitido na NatGeo do Brasil e na NatGeo Mundo, o canal da National Geographic para o mercado hispânico nos Estados Unidos. “Os quadrinhos da Turma da Mônica fazem parte da história de todos os brasileiros e durante as últimas seis décadas atravessaram gerações. Com este documentário, oferecemos a oportunidade de redescobrir Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e outros dos 250 personagens criados por Mauricio”, disse em um comunicado Michel Piestun, vice-presidente sênior e gerente geral da Fox Networks Group Brasil. A produtora Mauricio de Sousa já publicou mais de 1 bilhão de revistas, exporta para mais de 30 países e atualmente representa mais de 80% da venda de quadrinhos no Brasil. Para completar, os personagens de Mauricio vão ganhar o seu primeiro filme live-action, “Turma da Mônica: Laços”, com direção de Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e previsão de estreia para junho.
Watership Down: Minissérie animada baseada na obra clássica Uma Grande Aventura ganha trailer
A BBC divulgou o trailer oficial de “Watership Down”, minissérie animada baseada no livro homônimo de Richard Adams, lançado no Brasil como “Uma Grande Aventura”. A prévia revela um desenho de bichos falantes que não segue o padrão cômico do gênero. Ao contrário, é bem dramático. Passado no sul rural da Inglaterra, a trama segue um bando de coelhos que foge da destruição de seu habitat e procura um novo lar, numa aventura movida à esperança, coragem e luta pela sobrevivência. “Uma Grande Aventura” já ganhou uma famosa versão cinematográfica de 1978, que na época chocou por ser uma das primeiras animações com cenas de violência. Hoje, o filme é considerado uma obra-prima. O livro também já rendeu uma série animada britânica, que durou três temporadas entre 1999 e 2001. A nova versão tem direção do cineasta Noam Murro (de “300: A Ascensão do Império”) e é a primeira a usar computação gráfica para animar os coelhos e outros bichos da história, dando maior realismo ao drama. Entre os dubladores estão alguns astros famosos como James McAvoy (“Fragmentado”), Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”), John Boyega (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Gemma Arterton (“Gemma Bovary”), Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Olivia Colman (“A Favorita”), Peter Capaldi (“Doctor Who”), Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), Miles Jupp (“Howards End”), Freddie Fox (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”). A minissérie tem quatro episódios e estreia em 22 de dezembro no Reino Unido, chegando um dia depois na Netflix.
Loudermilk: Série do diretor de Debi & Lóide é renovada para a 3ª temporada
O canal pago americano Audience (A.K.A. AT&T Audience Network) renovou “Loudermilk” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito duas semanas antes do final do segundo da produção, que vai ao ar no dia 19 de dezembro. Criada pelo cineasta Peter Farrelly (“Debi & Lóide”, “Quem Vai Ficar com Mary”, “Green Book”) em parceria com o roteirista Bobby Mort (do programa “The Colbert Report”), a série gira em torno de Sam Loudermilk, um alcóolatra em recuperação com um gênio díficil. O personagem-título é vivido por Ron Livingston, que também faz parte do elenco de “Search Party” e “A Million Little Things”. A última temporada mostrou Loudermilk tentando ajeitar sua vida após uma recaída em Nova Orleans e uma briga com seu melhor amigo e padrinho do AA, Ben (Will Sasso, de “Os Três Patetas”, também dirigido por Farrelly). O elenco também inclui Anja Savcic (“Extraterrestrial”) e Laura Mennell (“Van Helsing”), e inclui os coadjuvantes Timothy Webber (“Once Upon a Time”), Brian Regan (“No Auge da Fama”), Jackie Flynn (“Professor Peso Duro”) e Viv Leacock (“Perdidos no Espaço”). A 3ª temporada da série começa a ser gravada ainda no primeiro semestre de 2019, em Vancouver, no Canadá.
The Politician: Jessica Lange vai estrelar a primeira série de Ryan Murphy na Netflix
A parceria entre Jessica Lange e Ryan Murphy vai continuar na Netflix. A atriz, que estrelou temporadas de “American Horror Story” e “Feud”, será a protagonista feminina da nova série do produtor, “The Politician”. Primeira atração de Murphy desenvolvida para a plataforma, “The Politician” ainda não teve detalhes revelados, mas trará o ator Ben Platt (“A Escolha Perfeita”) como um rapaz rico com aspirações políticas. A atração será uma comédia com um viés social. Os demais papéis não foram divulgados, mas Lange vai reencontrar na série o ator Dylan McDermott, com quem estrelou a 1ª temporada de “American Horror Story”. O elenco também conta com Zoey Deutch (“O Plano Imperfeito”), January Jones (“The Last Man on Earth”), Lucy Boynton (“Sing Street”) e Laura Dreyfuss (“Glee”). Ainda não há previsão de estreia.
Titãs: Trailer legendado anuncia data de estreia da série da DC Comics na Netflix
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Titãs” (Titans), que além de mostrar cenas da série da DC Comics, anuncia a data de estreia da atração no Brasil. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muitas cenas de violência, palavrões e sexo. Primeira atração lançada pela plataforma DC Universe, que por enquanto só opera nos Estados Unidos, “Titãs” chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E pelo tom inicial, o clima sombrio inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones” é mais que mantido. Assim como a aprovação da crítica, com 84% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação do grupo de mesmo nome, em sua versão dos anos 1980, comprovando, como todo leitor da DC sabe, que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única, como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da trama, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades do adolescente Grayson não deram origem à “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A ideia de formar um grupo teria surgido anos mais tarde, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Por isso, sua jornada na produção leva tanto ao nascimento dos Titãs quanto à sua transformação em Asa Noturna. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a jovem para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Nos quadrinhos, ela é filha do demônio Trigon. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerra em 21 de dezembro nos Estados Unidos e chega na Netflix no dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada.
Netflix renova Narcos: México para mais uma temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Narcos: México” para sua 2ª temporada – ou 5ª, considerando as três primeiras temporadas de “Narcos” ambientadas na Colômbia. O anúncio foi feito pelas redes sociais e pelo YouTube (veja abaixo) cerca de três semanas após o lançamento da nova versão da série, que narra o surgimento dos cartéis mexicanos de drogas. Detalhe: a 1ª temporada de “Narcos: México” tinha terminado num cliffhanger, que deixaria os fãs frustrados caso não tivesse resolução. Embora a Netflix não divulgue números de audiência, “Narcos” é considerado um dos maiores sucessos globais da plataforma entre suas séries originais. O compromisso de continuar a série também acontece no momento em que “House of Cards” e “Orange Is the New Black”, as duas atrações que ajudaram a viabilizar a proposta da Netflix, chegam às suas conclusões. O showrunner de “Narcos” Eric Newman assinou recentemente um contrato para desenvolver novas séries com exclusividade para o serviço de streaming. “Eu farei a série enquanto eles me deixarem fazer isso”, disse Newman à revista The Hollywood Reporter na véspera do anúncio de renovação, afirmando ter material mais do que suficiente para muitas temporadas de “Narcos”. Apesar da renovação, não está claro se Diego Luna, que também vai estrelar uma nova série de “Star Wars” para a Disney+ (Disney Plus), retornará para a 2ª temporada de “Narcos: Mexico”. O final do primeiro ano sugeriu que o personagem de Luna teria uma grande importância na continuação da história. Ao falar com a THR antes da confirmação de mais episódios, o ator disse que queria ver a reação à temporada antes de discutir a possibilidade de retornar. “Um passo de cada vez”, disse ele. Em breve, a história continua no México. Próxima temporada de #NARCOS garantida. pic.twitter.com/8oAwAG6BXz — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 5, 2018
Anne Hathaway é convidada a estrelar filme baseado em Vila Sésamo
A atriz americana Anne Hathaway foi convidada pelo estúdio Warner Bros para estrelar um filme baseado na famosa série infantil “Sésamo” – antigamente conhecida no Brasil como “Vila Sésamo”. E seria um filme musical, algo que ele já demonstrou ter capacidade de encarar com bons resultados, ao vencer um Oscar por “Os Miseráveis”. O projeto tem produção de Shawn Levy e roteiro de David Guion e Michael Handelman. Os três trabalharam juntos em “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba” (2014), último filme dirigido por Levy antes de virar produtor em tempo integral (das séries “Stranger Things”, “Last Man Standing” e outras). A direção ficou a cargo de Jonathan Krisel, um dos criadores das séries “Portlandia” e “Baskets”, que fará sua estreia no cinema. Mas Anne Hathaway está com a agenda lotada e precisaria decidir entre produções conflitantes. Ela também foi convidada a estrelar “The Witches”, de Robert Zemeckis, que poderia impedir a sua participação em “Sésamo”. Ela também vai participar da série “Modern Love” e estrelar a sci-fi “O2” e o drama de sobrevivência no mar “The Lifeboat”. Seu próximo filme a chegar aos cinemas é o suspense “Calmaria”, em que volta a atuar ao lado de Matthew McConaughey (após “Interestelar”). A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil.












