Battlestar Galactica: Nova série do criador de Mr. Robot não será remake
Após o anúncio de lançamento da Peacock, plataforma de streaming da Comcast (leia-se NBCUniversal), revelar a produção de uma nova versão de “Battlestar Galactica”, o produtor responsável pelo projeto correu para o Twitter para acalmar os fãs. A nova série está sendo desenvolvido por Sam Esmail, criador da premiada “Mr. Robot”, que se assume fã do remake desenvolvido por Ronald D. Moore em 2003. Em sua mensagem, ele garantiu que não faria um novo remake, simplesmente porque seria impossível aprimorar a perfeição da obra anterior. Em vez disso, descreve sua abordagem como “uma nova história” dentro da mitologia criada pela atração. “Fãs de ‘BSG’, este não será um remake da série incrível de Ron D. Moore, porque… por que mexer com perfeição? Em vez disso, exploraremos uma nova história dentro da mitologia, mantendo-nos fiéis ao espírito da ‘Battlestar'”. Ele completa a mensagem com a frase “So say we all!”, criada pela produção de Moore como um equivalente ao “amém” cristão. A versão do século 21 de “Battlestar Galactica” era bem diferente da série original de 1978, concebida por Glen A. Larson. Apenas a premissa foi mantida. Em todas as versões, a trama acompanha a jornada dos últimos remanescentes da humanidade, após um ataque catastrófico de Cylons (robôs no primeiro remake, alienígenas no original) destruir todas as 12 colônias do sistema solar. Galactica é a última nave de combate remanescente, comandando uma pequena frota de naves espaciais que carrega os sobreviventes em busca de um novo planeta habitável, de preferência a lendária 13º colônia humana, há muito considerada perdida e conhecida pelo nome de Terra. A Universal chegou a cogitar iniciar uma franquia cinematográfica baseada na série. Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978 – ou seja, ignoraria o cultuado remake de 2003 – e a direção estaria a cargo de Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), mas essa abordagem acabou engavetada após os fãs da nova versão protestarem. “Battlestar Galactica” também ganhou duas produções derivadas de curta duração, “Caprica” (de 2009), passada antes da destruição das 12 Colônias, e a websérie “Blood & Chrome” (de 2012, depois relançada como um telefilme completo), sobre a primeira guerra contra os Cylons. A nova série ainda não tem nome oficial nem previsão de estreia. Não está claro se ela estará disponível para o lançamento da plataforma de streaming. A Peacock tem sua inauguração agendada para abril de 2020. BSG fans, this will NOT be a remake of the amazing series @RonDMoore launched because… why mess with perfection? Instead, we’ll explore a new story within the mythology while staying true to the spirit of Battlestar. So say we all! — Sam Esmail (@samesmail) September 17, 2019
HBO Max fecha acordo milionário por The Big Bang Theory em streaming
A HBO Max assegurou os direitos exclusivos de “The Big Bang Theory” em streaming. A série de comédia criada por Chuck Lorre e Bill Prady encerrou sua produção após 12 temporadas em maio passado. E nunca tinha sido disponibilizada na íntegra em streaming nos Estados Unidos, apesar do interesse da rede CBS, que exibia a série, em colocá-la na plataforma CBS All Access. Por conta disso, fontes da revista The Hollywood Reporter estimam o acordo, que também garante a exibição das reprises no canal pago TBS, em torno de US$ 425 milhões por cinco anos de exclusividade. “Poucos programas definiram uma geração e capturaram o zeitgeist como ‘The Big Bang Theory'”, disse Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment. “Estamos empolgados com o fato de o HBO Max ser o canal de streaming exclusivo para esta grande comédia. A série foi um sucesso praticamente em todo o mundo, é um dos maiores programas de televisão aberta da última década e o fato de podermos trazê-lo para uma plataforma de streaming pela primeira vez é um incentivo a mais para nosso novo lançamento”. Todas as 12 temporadas da sitcom estrelada por Jim Parsons, Johnny Galecki e Kaley Cuoco serão disponibilizadas pela primeira vez na HBO Max, quando o serviço for lançado na primavera de 2020. A data formal da inauguração e outras informações importantes sobre a plataforma ainda não foram divulgadas.
Marilyn Manson entra na 3ª temporada de Deuses Americanos
O cantor Marilyn Manson foi anunciado oficialmente como integrante do elenco da 3ª temporada de “Deuses Americanos” (American Gods). Ele vai viver um personagem criado especialmente para a série, que não faz parte do livro de Neil Gaiman, adaptado na produção. O personagem de Manson se chama Johan Wengren e também é cantor de uma banda, chamada Blood Death, que segue uma linha de metal viking e serve como fonte de energia para Mr. Wednesday, interpretado por Ian McShane. A série foi renovada apenas cinco dias após a estreia da 2ª temporada. A rapidez da decisão contrasta com a demora de 21 meses entre o final da temporada inaugural e o lançamento dos novos capítulos. Este hiato anormal foi consequência de problemas de bastidores, que começaram quando os produtores originais, Michael Green e Bryan Fuller, foram demitidos após conflito criativo e financeiro com a empresa Fremantle, que produz “Deuses Americanos”. Alguns atores, inclusive, optaram por deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade à dupla. A trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”) e muitos outros. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional.
Roseanne Barr acusa ABC de roubar sua série após demiti-la por racismo
Roseanne Barr acusou a rede ABC de ter planejado roubar sua série “Roseanne”. A comediante, adepta de teorias de conspiração de extrema direita, fez a denúncia em entrevista ao DailyMailTV, programa do jornal britânico Daily Mail. Ela foi demitida e a série “Roseanne” cancelada após escrever um tuíte racista dirigido a Valerie Jarrett, ex-conselheira política do presidente Barack Obama. O comentário que chamava Jarrett de resultado do cruzamento da “Irmandade Muçulmana e o Planeta dos Macacos” incendiou a internet, gerando enorme repercussão. Após o cancelamento, a ABC lançou um spin-off de “Roseanne” chamada “The Connors”, que reunia todos os integrantes da série original, menos a personagem do título anterior. A atriz disse que não assistiu ao spin-off, mas é por conta dele que acusa o canal de “usar o meu tuíte como desculpa para roubar o trabalho da minha vida”. “Foi como a tempestade perfeita. Um pouco perfeita demais. Às vezes, eu fico pensando: ‘Será que isso não foi orquestrado?’. Eles me pediram para retornar a ‘Roseanne’ após anos, e depois me demitiram”, comentou. Barr também criticou a atriz Sara Gilbert, que interpreta sua filha Darlene na série. Na época da demissão de Roseanne, Gilbert tuítou dizendo que as declarações racistas da colega eram “abomináveis”. “O tuíte dela foi o responsável pelo cancelamento da série, não o meu”, alegou Barr. “Eu não converso com ela nem com ninguém da série. Quando as pessoas não ligam para como as ações delas te afetam, porque continuar a amizade?”. Na entrevista, ela voltou a culpar um remédio chamado Ambien por seu tuíte. Isto já foi motivo de polêmica anteriormente, quando o fabricante do Ambien respondeu que racismo não era efeito colateral do medicamente. Ela afirma que bastou parar de tomar o remédio para não ter mais problemas. Mas, em sua conta no Twitter, continua atacando a administração Obama e todos os movimentos sociais. Entre outras coisas, chamou as atrizes que iniciaram o movimento #MeToo de “prostitutas”. Veja o vídeo com a entrevista de Roseanne abaixo.
Loki: Tom Hiddleston diz que a série vai responder principais perguntas dos fãs
O ator Tom Hiddleston deu as primeiras dicas sobre o que esperar da série “Loki”, em que volta a interpretar o vilão favorito do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Ele revelou os detalhes durante entrevista a Stephen Colbert no programa “The Late Show”, que foi ao ar na noite de segunda (16/9) nos Estados Unidos. Veja o vídeo abaixo. “Nos anos desde o lançamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, e depois ‘Vingadores: Ultimato’, as duas principais perguntas que me fazem são: Loki está realmente morto? E o que ele está fazendo com aquele cubo? A série vai dar as respostas”, comentou. Em “Guerra Infinita”, o personagem de Hiddleston foi assassinado por Thanos (Josh Brolin) antes do famoso “estalar de dedos”, que dizimou metade da população do universo. Enquanto as vítimas do estalo retornaram, Loki esteve entre aqueles cuja morte se mostrou definitiva. No entanto, em “Ultimato”, o personagem voltou a aparecer em consequência de uma viagem no tempo, quando os heróis voltaram para 2012, durante os eventos do primeiro filme dos Vingadores. Na confusão causada pelo retorno ao passado, Loki consegue roubar o cubo mencionado por Hiddleston, conhecido como Tesseract e também como a Joia do Espaço de Thanos, e se teletransporta para longe. A série vai acompanhar esse Loki de 2012, que ainda está vivo e de posse do Tessaract. A atração ainda não começou a ser gravada, mas sua estreia está prevista para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Veja abaixo a entrevista do ator no programa “The Late Show”.
Impulse: Trailer revela que a 2ª temporada será disponibilizada de graça
O YouTube divulgou o pôster e um novo trailer da 2ª temporada de “Impulse”. A prévia aprofunda os problemas da protagonista Henrietta “Henry” Coles (Maddie Hasson, da série “Twisted”), pressionada pela polícia e perseguida por um homem misterioso (Callum Keith Rennie, de “Jessica Jones”), que tem os mesmos poderes. Além disso, revela a data de estreia e um detalhe crucial: os novos episódios serão disponibilizados gratuitamente. Ou seja, o YouTube antecipou seus planos para abandonar de vez a cobrança de assinatura de seu serviço Premium. O vídeo ainda traz elogios da crítica à temporada inaugural, com ênfase nos 100% de aprovação obtido pela série no Rotten Tomatoes, e avisa que a 1ª temporada também pode ser vista de graça. A trama de “Impulse” é derivada do filme “Jumper”, lançado em 2008 com direção de Doug Liman (mais conhecido por “A Identidade Bourne” e “No Limite do Amanhã”). Liman é um dos produtores da série e também foi responsável pela direção do primeiro episódio. Para quem não lembra, o filme acompanhava David Rice (Hayden Christensen), um adolescente com a habilidade de se teletransportar para qualquer lugar do mundo em um instante. Ao conhecer outro jovem habilidoso chamado Griffin (Jamie Bell), ele descobre que não é o único com poderes e se vê no meio de uma antiga guerra entre os jumpers e seus inimigos jurados. A série continua a história, focada numa nova geração de jumpers. Enquanto o filme adaptava o primeiro livro de Steven Gould, intitulado justamente “Jumpers” e lançado em 1992, a atração do YouTube é baseado no terceiro livro, igualmente chamado “Impulse” e publicado em 2013. A adaptação é assinada por Jeffrey Lieber (série “Lost”), Jason Horwitch (série “Luke Cage”) e Gary Spinelli (roteirista do filme “Feito na América”, também dirigido por Liman) e acompanha uma adolescente rebelde de 16 anos, que prefere ser chamada pelo nome masculino de Henry e sempre se sentiu diferente de seus colegas. Seu maior desejo era escapar de sua cidade pequena. E isto é prontamente atendido, quando ela descobre que possui a habilidade extraordinária de se teletransportar. Mas sua habilidade não se manifesta de forma suave, causando catástrofes ao seu redor. O elenco ainda inclui Missi Pyle (“O Artista”), Sarah Desjardins (série “Van Helsin”), Enuka Okuma (série “Rookie Blue”), Craig Arnold (série “Degrassi: A Próxima Geração”) e David James Elliott (série “Secrets and Lies”). A estreia da 2ª temporada vai acontecer em 16 de outubro.
The Blacklist: Trailer e vídeo de bastidores da 7ª temporada revelam nova reviravolta da série
A rede NBC divulgou o trailer e um vídeo de bastidores da 7ª temporada de “The Blacklist”. As prévias retomam o cliffhanger da temporada passada para introduzir a nova reviravolta da série: a chegada de Katarina Rostova (Laila Robins, da série “Deception”). Muito comentada ao longo da série, a história da mãe russa de Elizabeth Keen (Megan Boone) finalmente vai vir à tona. No vídeo dos bastidores, o clima de sua chegada é apontado como vingança. Ela é responsável pelo desaparecimento de Reddington (James Spader), mas seus motivos ainda não são claros. A 7ª temporada estreia em 4 de outubro nos Estados Unidos. “The Blacklist” é exibido no Brasil pelo canal pago AXN.
Heels: Protagonistas de Vikings e Arrow serão irmãos rivais em série de lutas
O ator Alexander Ludwig, protagonista de “Vikings”, vai se juntar a Stephen Amell, o astro de “Arrow”, em uma nova série televisiva. Eles viverão irmãos rivais em “Heels”, produção do canal pago Starz sobre luta livre profissional. Tanto “Vikings” quanto “Arrow” vão se encerrar em 2020, o que abriu a agenda dos dois para a atração criada por Michael Waldron, roteirista da vindoura série do supervilão “Loki”. “Heels” contará a história de homens e mulheres que buscam seu sonhos na profissão. A trama é situada em uma comunidade da Geórgia e destaca os dois irmãos rivais no ringue. Um deles é Jack Spade, o personagem de Amell. Descrito como um “vilão carismático” nos espetáculos de luta, Spade é um marido, irmão e trabalhador duro, que luta para realizar seus sonhos. Seu maior objetivo de vida é fazer da Duffy Wrestling Association um império da categoria. Mas ele pode arriscar seu casamento e a relação com o irmão no caminho para isso. Ludwig interpreta Ace Spade, o “herói dos ringues”, que vence todas as lutas e é adorado pelo público. Mas as coisas são mais difíceis no mundo real, onde sua luta é para conciliar o status de ídolo com suas inseguranças e demônios. Ele é impetuoso, convencido e autodestrutivo – mas tão charmoso que todos costumam perdoá-lo. A série terá uma 1ª temporada de oito episódios, mas ainda tem previsão de estreia.
Netflix cancela a série No Good Nick
A Netflix cancelou a série de comédia “No Good Nick”, que era estrelada por Melissa Joan Hart (a “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”) e Sean Astin (“Stranger Things”). O anúncio foi feito pelo produtor David H. Steinberg em seu Twitter. Ele criou a série em parceria de Keetgi Kogan (ambos também foram criadores da série animada “Yo-Kai Watch”, no Disney XD). Na série, Melissa e Sean interpretavam Liz e Ed, uma mãe hipercompetitiva e um “pai divertido” que adotam uma garota de 13 anos de idade em sua família (a Nick do título), para depois perceber que ela era uma golpista com segundas intenções. A personagem do título era interpretada pela jovem Siena Agudong (“Star Falls”). O elenco também incluía Kalama Epstein (“The Fosters”) e Lauren Lindsey Donzis (“Liv & Maddie”) como os filhos do casal. A série teve uma encomenda inicial de 20 episódios. Os primeiros 10 capítulos foram disponibilizados em 15 de abril e os demais em 9 de agosto. Nenhuma das duas partes ganhou trailer legendado para o mercado brasileiro. Here’s our statement on the cancellation of No Good Nick. ? #NoGoodNick pic.twitter.com/GFRxb1wq3A — David H. Steinberg (@DavidHSteinberg) September 15, 2019
Charlie Hunnam vai estrelar série do diretor de Assassin’s Creed
O ator Charlie Hunnam, que ficou conhecido como protagonista de “Sons of Anarchy”, vai voltar a estrelar uma série após o fracasso de seus últimos filmes. O projeto se chama “Shantaram” e adapta o best-seller mundial de mesmo nome, escrito por Gregory David Roberts em 2003. A trama acompanha a jornada de um homem chamado Lin, que ao fugir de uma prisão australiana encontra vida nova no submundo do crime de Bombay, na Índia. A produção está sendo desenvolvida para a Apple TV+ (Apple TV Plus) com roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça!”) e direção do cineasta Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”). As gravações devem acontecer no começo de 2020 na Austrália, mas ainda não há previsão de estreia. A Apple vai lançar sua plataforma de streaming mundialmente em 1º de novembro.
Justin Theroux vai estrelar série baseada em A Costa do Mosquito
O ator Justin Theroux (“The Leftovers”) vai estrelar uma nova série na plataforma de streaming Apple TV+ (Apple TV Plus). Trata-se de uma adaptação de “A Costa do Mosquito” (The Mosquito Coast), romance de seu tio Paul Theroux, publicado em 1981 e já levado aos cinemas em 1986. Na trama, um idealista conduz sua família para as florestas da América Latina com o desejo de criar uma utopia. Justin Theroux viverá o protagonista, papel que foi desempenhado por Harrison Ford no filme. Os demais intérpretes não foram divulgados, mas os integrantes do elenco original, dirigido por Peter Weir, eram Ellen Mirren como a esposa e River Phoenix como o filho mais velho. A nova adaptação está a cargo do produtor-roteirista Neil Cross (criador da série “Luther”) em parceria com Tom Bissell (“Artista do Desastre”). Eles coproduzirão a atração com o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”), que vai dirigir os episódios. Não foram divulgados quantos episódios serão produzidos nem previsão para a estreia. A Apple vai lançar sua plataforma de streaming mundialmente em 1º de novembro com apenas um punhado de séries originais. Veja abaixo um trailer da versão de cinema de “A Costa do Mosquito”.
Netflix adquire Seinfeld por mais de US$ 500 milhões
A Netflix adquiriu os direitos de exibir a série clássica “Seinfeld” a partir de 2021. O acorde teria custado mais de US$ 500 milhões, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. “Seinfeld é a série de comédia com a qual todas as outras séries de comédias são comparadas”, definiu o chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado sobre o negócio, sem citar números. O detalhe é que a série, atualmente disponível no Brasil pela Amazon Prime, vai estrear na Netflix remasterizada e com padrão de qualidade 4k pela primeira vez na história. A aquisição representa um ataque frontal contra a Disney, já que a atração era disponibilizada nos Estados Unidos pela plataforma Hulu, gerenciada pelo estúdio. E chega para recompensar a perda de séries clássicas da Netflix para outros serviços de streaming, como “Friends” para a HBO Max e “The Office” para o ainda não nomeado serviço da Comcast. Originalmente exibida entre 1989 e 1998, a série acompanhava as desventuras do comediante Jerry Seinfeld, que vivia uma versão de si mesmo, convivendo com seus amigos (fictícios) nova-iorquinos. Considerada uma das melhores sitcoms se todos os tempos, a série venceu 10 Emmys e ainda revelou a atriz de comédia mais premiada de todos os tempos, Julia Louis-Dreyfus. Caso vença o Emmy no próximo domingo (22/9) por “Veep”, ela vai desempatar um recorde mais amplo e se tornar a estrela mais premiada da história da Academia da Televisão.
Cara x Cara: Paul Rudd tem que lidar com seu clone no trailer legendado de nova série da Netflix
A Netflix divulgou nove fotos, o pôster e o trailer legendado de “Living with Yourself”, série estrelada por Paul Rudd (o “Homem-Formiga”), que no Brasil ganhou o título pouco atrativo de “Cara x Cara”. A atração é produzida e dirigida pelo casal Jonathan Dayton e Valerie Faris, responsáveis por filmes como “Pequena Miss Sunshine” (2006) e “A Guerra dos Sexos” (2017), e traz Paul Rudd tendo que lidar com seu clone. Na trama, ele vive um sujeito deprimido e infeliz que busca um tratamento experimental para se tornar “uma pessoa melhor”. Entretanto, em vez de ajudá-lo, os cientistas criam um clone, que o substitui em todas as atividades diárias. Ao acordar num caixão e conseguir escapar de seu próprio enterro, ele descobre que alguém está vivendo sua vida. E esta pessoa acredita piamente que é ele mesmo. A premissa lembra “O Duplo”, clássico literário de Fyodor Dostoevsky, e foi criada por Timothy Greenberg (produtor do talk show “The Daily Show”). O elenco também destaca Aisling Bea (“This Way Up”), Karen Pittman (“Luke Cage”), Desmin Borges (“You’re the Worst”), Rob Yang (“Succession”) e Zoe Chao (“The OA”). Vale lembrar que esta não será a primeira série de Paul Rudd na Netflix. Anteriormente, ele reprisou seu papel do filme “Mais um Verão Americano” (2001) em duas temporadas da atração derivada – “Wet Hot Summer”. A 1ª temporada de “Living with Yourself” (melhor que chamar de “Cara x Cara”) terá oito episódios, todos dirigidos por Dayton e Faris, e estreia em 18 de outubro na plataforma de streaming.










