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    Rick and Morty: Trailer revela data de estreia dos novos episódios

    1 de abril de 2020 /

    O Adult Swim divulgou o trailer dos novos episódios de “Rick and Morty”. Além das lutas com alienígenas típicas da série animada, a prévia anuncia a data de retorno da atração, que vai acontecer em 3 de maio nos EUA. Os novos episódios representam a segunda parte da 4ª temporada da animação. Os capítulos iniciais foram disponibilizados no Brasil pela Netflix em dezembro passado. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade de sua família – e também na cultura pop. A temporada anterior venceu o Emmy de Melhor Série Animada dos Estados Unidos. Graças ao sucesso e reconhecimento da crítica, o Adult Swim encomendou 70 episódios novos da série em 2018, dos quais apenas 5 foram lançados até agora e os próximos 5 chegam em maio.

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    Série Empire terá final prematuro e improvisado devido ao cornavírus

    1 de abril de 2020 /

    Após seis temporadas, “Empire” terá um final improvisado devido à pandemia de coronavírus. A série, que já liderou a audiência da rede americana Fox, vai acabar no último episódio gravado antes da suspensão da produção e não no capítulo planejado para encerrar sua trama. A Fox decidiu concluir “Empire” com o material gravado e não pretende agendar um especial de encerramento. O último episódio concluído antes do encerramento da produção foi o 18, que está programado para ir ao ar em 21 de abril. Originalmente, a série acabaria no episódio 20. Segundo o site Deadline, o final terá duração maior e aproveitará algumas cenas do episódio 19, que tinha começado a ser gravado. Com isso, o desfecho que os produtores planejaram para a série jamais será lançado. A última temporada já sofria a ausência e o impacto do escândalo que envolveu o ator Jussie Smolett, intérprete de Jamal Lyon, que chegou a ser preso por suspeita de forjar um ataque homofóbico e racista no ano passado. Graças a um acordo com a promotoria e problemas nas evidências materiais, ele se livrou de ir a julgamento, mas em fevereiro o processo foi retomado por um novo promotor. Assim, seu personagem em “Empire” ganhou um final feliz antecipado, via casamento com Kai (Toby Onwumere) e viagem de lua de mel, com mudança para Londres. Quando o escândalo aconteceu, “Empire” era a segunda série mais vista da Fox, atrás apenas de “9-1-1”, com média de 2,1 pontos entre adultos de 18 a 49 anos e cerca de 6,6 milhões de telespectadores ao vivo. No ar desde janeiro de 2015, a série é centrada em uma gravadora de música e na disputa do controle dos negócios da família, encabeçada por Terrence Howard, que interpreta um ex-rapper e dono da gravadora, e Taraji P. Henson, sua ex-mulher. Por sinal, o final prematuro pode não ser o adeus definitivo de “Empire”. Os criadores da série, Lee Daniels e Danny Strong, estão negociando com a Fox a produção de uma série derivada, centrada em Cookie Lyon, a personagem de Henson.

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    Stargirl: Nova série de super-heróis ganha mais pôsteres, fotos e trailer inéditos

    31 de março de 2020 /

    A Warner divulgou mais três pôsteres, cinco fotos e um novo trailer da série “Stargirl”, produção de super-heróis que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta um tom leve de trama adolescente, apesar das referências aos quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem do título. A prévia mostra como a descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança de seu novo padrasto inspira a estudante Courtney Whitmore a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história de Stargirl é complexa e depende de conhecimento prévio dos quadrinhos publicados pela DC Comics nos anos 1940. Quem liga a história da adolescente com o legado da Era de Ouro é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar vira o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, que resolve virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama chama Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, quem criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A estreia está marcada para 18 de maio na DC Universe e um dia depois na rede The CW.

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    Christopher Meloni vai estrelar nova série derivada de Law & Order

    31 de março de 2020 /

    O ator Christopher Meloni vai estrelar uma nova série derivada da longeva franquia “Law & Order”, retomando seu famoso papel de Elliot Stabler. Ele voltará a viver o detetive favorito dos fãs de “Law & Order: SVU” numa nova produção de Dick Wolf, que ainda não tem título. A NBC encomendou uma 1ª temporada de 13 episódios, num acordo que dispensa a gravação de um piloto. Sem previsão de estreia, a série vai mostrar que, após sair da divisão de crimes sexuais em 2011 (ao final da 12ª temporada de “SVU”), Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia da cidade de Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o público pode esperar um reencontro, via crossover, entre Stabler e a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay). Mas não deve ser uma reunião muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar do departamento sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Na verdade, Meloni não chegou a um acordo para renovar seu contrato e não foi convidado para gravar um episódio de despedida do personagem. Desde que saiu de “SVU”, Meloni esteve bastante ocupado, aparecendo em adaptações de quadrinhos, como “O Homem de Aço” (2013) e “Sin City: A Dama Fatal” (2014), e várias séries, entre elas “Underground”, “Wet Hot American Summer”, “Happy!”, “Pose”, “Maxxx” e “The Handmaid’s Tale”. Ele também dubla o Comissário Gordon na série animada “Harley Quinn” (da Arlequina).

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    The Good Doctor se despede de dois atores ao fim da 3ª temporada

    31 de março de 2020 /

    A série “The Good Doctor” se despediu de dois integrantes de seu elenco original no final de sua 3ª temporada, exibida na segunda-feira (30/3) nos Estados Unidos. Intitulado “I Love You”, o capítulo trouxe a morte de um personagem e confirmou que outro deixou de fazer parte do elenco fixo da atração. Spoilers. Nicholas Gonzalez, que interpretava Neil Melendez desde o primeiro capítulo, não retornará à série após seu personagem morrer de ferimentos internos sofridos na queda de um prédio. Além dele, Jasika Nicole também deixou o elenco. Presente desde o segundo capítulo, sua personagem, Carly Lever, chegou até a viver um curto romance com Shaun (Freddie Highmore) na 3ª temporada, mas não aparece no programa desde o 16º episódio (de um total de 20) deste ano. Criador e showrunner da série, David Shore (que também criou “House”) afirmou que adoraria ter a atriz de volta para alguns episódios, mas com uma participação menor. Lançada em 2017, “The Good Doctor” acompanha a história do médico autista Dr. Shaun, que começa a trabalhar em um famoso e movimentado hospital. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay.

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    Trying: Primeira série britânica da Apple ganha trailer

    30 de março de 2020 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer de “Trying”, sua primeira série de comédia britânica, estrelada por Rafe Spall (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Esther Smith (“Cuckoo”) e Imelda Staunton (“Harry Potter”). A série segue o casal Nikki (Smith) e Jason (Spall), que tenta adotar uma criança após descobrir que ser incapaz de ter filhos. Os episódios vão mostrar seus desafios, amigos disfuncionais, família maluca e vidas caóticas, além de suas interações com a equipe responsável pelo sistema de adoção. Criada por Andy Wolton (“The Great Travel Hack”) e dirigida por Jim O’Hanlon (“Catastrophe”), a 1ª temporada de oito episódios tem estreia marcada para 1º de maio.

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    Stargirl: Fotos revelam visual de Henry Thomas como o herói Dr. Meia-Noite

    30 de março de 2020 /

    A figurinista Laura Jean Shannon publicou no Instagram duas fotos dos bastidores de “Stargirl”, que revelam o traje do Dr. Meia-Noite, um dos heróis da Era de Ouro que aparecerão na trama. O visual do personagem, interpretado por Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”), é bastante fiel às publicações da DC Comics. A participação do herói clássico da Sociedade da Justiça, dos anos 1940, deve-se à ligação da heroína principal com os os primeiros quadrinhos da DC Comics. Isto porque, apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois personagens bastante antigos. Quem liga as duas eras é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore, a Stargirl. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda destaca outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolveu virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora e o citado Henry Thomas como Dr. Meia-Noite. A lista ainda inclui Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, o autor de quadrinhos que criou Stargirl para a DC. A estreia está marcada para 19 de maio nos EUA, primeiro na plataforma DC Universe e logo em seguida na rede The CW. Ver essa foto no Instagram Some behind the scenes looks on the set of Stargirl. LJ and ACD Sarah will always visit the set for the start of filming to “establish” characters, like Doctor Midnite Golden Era seen here. Meaning that she ensures that each character is dressed and styled to her exact vision, and that is what will remain the standard for the rest of the season! #dc #dcuniverse #dcustargirl #stargirl #cdg #cdglocal892 #cwstargirl Uma publicação compartilhada por Team LJ Supersuits (@ljsupersuits) em 27 de Mar, 2020 às 3:53 PDT

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    Netflix cancela V Wars e October Faction

    30 de março de 2020 /

    A Netflix cancelou as séries “V Wars” e “October Faction” após a temporada inaugural de cada uma delas. Ambas eram adaptações de quadrinhos da editora IDW, assim como “Locke & Key”, que teve sua renovação anunciada nesta segunda-feira (30/3). A plataforma não soltou comunicado sobre os cancelamentos, mas as duas séries não tiveram grande repercussão entre a crítica e as redes sociais. “V-Wars” atingiu apenas 55% na métrica de avaliação do site Rotten Tomatoes e “October Faction” saiu-se ainda pior, com somente 33%. Elas se juntam às vítimas mais recentes do furor cancelador da Netflix, que tira do ar séries com a mesma velocidade em que aprova novas produções. Nos últimos dias, a plataforma também cancelou “Messiah”, “AJ and the Queen”, “Spinning Out”, “Soundtrack” e “Daybreak”, entre outras. O destaque de “V Wars” era a participação de Ian Somerhalder. Após viver o vampiro Damon Salvatore por oito temporadas em “The Vampire Diaries”, ele virou caçador de vampiros nos dez episódios da atração, como o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, Somerhalder atuava como produtor e diretor de alguns episódios da atração, que tinha como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da péssima série “Aftermath”). “October Faction”, por sua vez, trazia Tamara Taylor (de “Bones”) e JC MacKenzie (“O Irlandês”) como um casal de caçadores de monstros. A adaptação estava a cargo de Damian Kindler (criador de “Krypton”).

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    The Walking Dead: Veja abertura completa do último episódio, que introduz nova personagem

    30 de março de 2020 /

    O canal pago AMC divulgou a abertura completa do próximo episódio de “The Walking Dead”, que foi o último finalizado antes da suspensão da produção devido à pandemia de coronavírus. A prévia introduz uma nova personagem, que finalmente se apresenta após ser vislumbrada no capítulo passado. A atriz porto-riquenha Paola Lázaro (“Máquina Mortífera”) vive a Princesa, que faz parte dos quadrinhos de Robert Kirkman. O nome verdadeiro da Princesa é Juanita Sanchez. Introduzida na edição 171 da revista original, ele é uma jovem sobrevivente que foi encontrada acidentalmente pelo grupo de Michonne em uma viagem de reconhecimento até a Commonwealth, comunidade ainda não introduzida na série. Ela ganhou seu apelido ao decidir se auto-proclamar “Princesa de Pittsburgh”, por ser a única pessoa viva por lá. Como a Princesa passou um ano completamente sozinha, isso acabou afetando seu comportamento. Em suas primeiras histórias, ela aparece sempre excessivamente animada, feliz por apenas ter com quem conversar, o que acaba se tornando um fardo. Na adaptação da série, ela é encontrada por um grupo diferente, formado por Ezequiel (Khary Payton), Eugene (Josh McDermitt) e Yumiko (Eleanor Matsuura). Nos quadrinhos, Ezequiel já estava morto nesta fase. Na história original, a aparição de Juanita marca uma mudança narrativa na trama. Ela surge após a guerra dos Sussurradores e em meio à jornada que introduz os sobreviventes à comunidade mais avançada da saga. É possível imaginar que a série esteja avançando rapidamente para chegar na fase da Commonwealth, que deve ter relação com o spin-off “The Walking Dead: World Beyond”, cujo trailer mostrou uma comunidade protegida e avançada que poderia muito bem ser esse local. Intitulado “The Tower”, o próximo capítulo era originalmente o penúltimo da 10ª temporada, mas agora fechará a trama. Segundo o AMC, o capítulo que encerraria o ano será exibido mais tarde em 2020, como um episódio especial, após autorização para retomada dos trabalhos no departamento de pós-produção. “The Tower” vai ao ar no próximo domingo (5/4). “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    The Walking Dead: Trailer, fotos e cenas do último episódio mostram invasão de zumbis

    30 de março de 2020 /

    O canal pago AMC e a produtora Skybound revelaram o trailer, cenas e fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”, que foi o último finalizado antes da suspensão da produção devido à pandemia de coronavírus. Nas prévias, Beta (Ryan Hurst) lidera uma horda de zumbis numa invasão à Alexandria, enquanto alguns sobreviventes se escondem. Já as 26 fotos oficiais optam por retratar as histórias paralelas do episódio. Intitulado “The Tower”, o capítulo era originalmente o penúltimo da 10ª temporada, mas agora fechará a trama. Segundo o AMC, o capítulo que encerraria o ano será exibido mais tarde em 2020, como um episódio especial, após autorização para retomada dos trabalhos no departamento de pós-produção. “The Tower” vai ao ar no próximo domingo (5/4). “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Netflix renova Locke & Key para 2ª temporada

    30 de março de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação da série de terror “Locke & Key” para a 2ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. “Estamos entusiasmados por continuar a jornada de ‘Locke & Key’ ao lado de todos os nossos incríveis colaboradores”, disseram os co-showrunners Carlton Cuse e Meredith Averill no texto oficial, divulgado nesta segunda-feira (30/3). “Somos gratos à Netflix por todo o seu apoio, especialmente neste momento difícil, e esperamos trazer a você o emocionante próximo capítulo da nossa história”. O anúncio foi apenas uma formalidade, porque Cuse e Averill já trabalhavam nos roteiros da 2ª temporada desde a estreia da série em fevereiro passado, devido à repercussão da produção. Excessivamente bem divulgada em comparação a outros conteúdos da plataforma, a série se tornou um sucesso evidente na Netflix, após fracassar em sua tentativa de ser aprovada em outros canais. A estreia aconteceu após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a série. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – naquela que é terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. A data de retorno da série não está definida, uma vez que toda as produções estão paralisadas devido à pandemia de coronavírus. Essa é a chave de Locke & Key que eu queria: A QUE CONFIRMA A SEGUNDA TEMPORADAAAAAAA pic.twitter.com/hMDArAfYRC — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 30, 2020

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    Fã compara cartaz original de The Walking Dead com imagem atual da pandemia de coronavírus

    30 de março de 2020 /

    Um fã de “The Walking Dead” decidiu comparar o pôster da 1ª temporada da série, que mostra Rick numa rodovia deserta, entrando numa Atlanta fantasma após o surto zumbi do apocalipse, com a imagem atual da cidade, cujas ruas estão vazias devido a pandemia de coronavírus, num paralelo arrepiante. Atualmente em sua 10ª temporada, até “The Walking Dead” foi afetado pelo vírus do mundo real. A “season finale”, que deveria acontecer em 12 de abril, foi adiada para o final do ano, devido à suspensão do trabalho de pós-produção da série. Portanto, a temporada será interrompida no episódio 15, “The Tower”, que vai ao ar no próximo domingo (5/4). Segundo o canal pago AMC, emissora original da série, o capítulo que faltou para encerrar o ano será exibido mais tarde em 2020, como um episódio especial.

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    David Schramm (1946 – 2020)

    30 de março de 2020 /

    O ator veterano David Schramm, que estrelou a série “Wings” por oito temporadas, morreu em Nova York no domingo (29/3), aos 73 anos. A causa da morte não foi divulgada. Schramm foi membro fundador da trupe teatral The Acting Company, sediada em Nova York, da qual também participaram Kevin Kline, Patti LuPone e David Ogden Stier. Sua primeira apresentação na Broadway foi em 1973 e seu primeiro papel de destaque na TV foi como o secretário de Defesa dos EUA, Robert McNamara, na minissérie “Kennedy”, de 1983. Sua carreira de ator durou quatro décadas, incluindo sua passagem de 1990 a 1997 em “Wings” – também conhecida como “De Pernas pro Ar” na TV aberta brasileira. Seu personagem, Roy Biggins, era o dono inescrupuloso da companhia aérea fictícia Aeromass, que competia com os irmãos Joe e Brian Hackett (interpretados por Tim Daly e Steven Weber), gerentes da companhia aérea rival Sandpiper Air. “Eu sabia, quando começamos, que seria um sucesso”, disse Schramm em uma entrevista em abril passado. “E não apenas porque os roteiristas estavam envolvidos com ‘Cheers’, ‘Taxi’ e ‘Mary Tyler Moore’. Quando nos sentamos à mesa para ler o primeira roteiro e vi o tipo bufão que eles criaram pra mim, esse cara pomposo que dizia coisas extravagantes para as mulheres e todos os outros personagens ricos, virei para Rebecca (Schull, que interpretou Fay Cochran na série) e disse: ‘Acho que pousamos em uma banheira de manteiga’. E nós pousamos. Se ao menos eu tivesse colocado o dinheiro que ganhei embaixo do colchão e não no mercado de ações…” Ele também apareceu nas séries “The Equalizer”, “Miami Vice” e “O Homem da Máfia”, e nos filmes “Um Rosto sem Passado” (1989), “A Grande Barbada” (1989) e “Minhas Idéias Assassinas” (1990). Seu último trabalho nas telas foi uma participação na série “Hércules”, em 1998. Mas ele continuou apresentando-se nos palcos nova-iorquinos até o ano passado.

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