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    Intérprete do novo “Capitão América” fez testes para viver o herói original

    27 de março de 2021 /

    O ator Wyatt Russell, intérprete de John Walker, o novo “Capitão América” em “Falcão e o Soldado Invernal”, revelou que fez teste para ser o Capitão América original no primeiro filme do herói, lançado em 2011. “Acho que é uma história engraçada, e, honestamente, foi o primeiro teste em que eu tive algo para ler para ver se eu era bom atuando ou não. [Mas] acho que eu nunca estive realmente no páreo para o papel”, disse o ator em entrevista à edição de sexta-feira (26/3) do programa “Good Morning America”. Na semana passada, ele chegou a dizer que esperava não ser muito odiado por substituir Chris Evans no papel. “Espero que não me odeiem muito. Mas seria uma honra, eu acho, ser desprezado no Universo Marvel”, disse Russell ao jornal USA Today. O personagem de Russell entrou na série de uma forma diferente de sua introdução nos quadrinhos. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme, e passou a se tornar aliado do Falcão e do Soldado Invernal. Na série, Walker é escolhido pelo governo americano para virar o novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans) deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie), que é convencido pelas autoridades a aposentar o símbolo do herói como forma de homenagear o legado do amigo. Ele só não esperava ser traído com o anúncio de um novo Capitão América branco. “Falcão e o Soldado Invernal” é escrita por Malcolm Spellman (da série “Empire”) e dirigida por Kari Skogland (“The Handmaid’s Tale”), e exibe novos episódios todas as sextas-feiras na Disney Plus.

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  • Série

    “Falcão e o Soldado Invernal” aborda história mais polêmica da Marvel

    27 de março de 2021 /

    O segundo episódio de “Falcão e o Soldado Invernal” surpreendeu os leitores de quadrinhos por abordar uma das histórias mais polêmicas já publicadas pela Marvel. É tudo spoiler para quem não assistiu à série da Disney+ (Disney Plus). Ao perceber que tinham lutado contra supersoldados, o Soldado Invernal (Sebastian Stan) revelou ao Falcão (Anthony Mackie) que o Capitão América e ele não foram os únicos militares americanos que receberam o soro experimental. Durante a Guerra da Coreia, ele tinha conhecido Isaiah Bradley, um soldado negro dos Estados Unidos, submetido aos testes da fórmula secreta. O personagem foi criado pelo falecido escritor Robert Morales e desenhado por Kyle Baker na minissérie “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro”. A publicação de 2003 revelou que Steve Rogers não tinha sido o único soldado a se submeter ao Projeto Rebirth durante a 2ª Guerra Mundial – Bucky Barnes, o Soldado Invernal, recebeu o soro de outra forma. O governo dos EUA fez experiências com 300 soldados negros em uma tentativa de recriar o soro do supersoldado em 1942. Mais: aquilo que eventualmente se tornou a fórmula secreta fazia parte de uma pesquisa para eliminar linhagens “menos desejáveis”, esterilizando grupos étnicos e pessoas com deficiências, com objetivos similares aos experimentos de eugenia dos nazistas. A história de Morales sugeria que o governo dos Estados Unidos e os nazistas tinham mais em comum nos anos 1940 do que a maioria gostaria de acreditar. O pior é que essa história revoltante foi inspirada num caso real. Em 1932, o Serviço de Saúde Pública e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA firmaram parceria com o Instituto Tuskegee, uma universidade predominantemente negra, para testar os efeitos prolongados da sífilis em homens negros. 600 pessoas foram selecionadas para o Estudo de Tuskegee, dos quais 399 foram infectadas sem saber. O experimento acompanhou por décadas as cobaias que, aceitando participar do teste sem saber de suas intenções reais, passaram anos sofrendo, com o diagnóstico de sífilis sempre escondido durante atendimentos públicos. Sem tratamento, a doença lhes causou danos cerebrais. O estudo só foi encerrado nos anos 1970, quando um vazamento de informações revelou o propósito real do teste e suas práticas antiéticas. Nos quadrinhos, Isaiah Bradley foi o último sobrevivente de seu esquadrão, após a maioria morrer com mutações e deformidades causadas pelo soro experimental. Ele se tornou uma arma do governo, usado em ações táticas de grande importância, mas sem receber a publicidade e a glória destinadas a Steve Rogers, o Capitão América. E quando a guerra acabou, o governo prendeu Bradley por 17 anos por roubar o uniforme do Capitão América. Eles o esterilizaram e colheram seu esperma e sangue para novos experimentos, enquanto lhe negaram o tratamento necessário para atenuar os efeitos colaterais do soro, o que o deixou com a capacidade mental de uma criança ao ser libertado. “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro” se tornou extremamente polêmica entre os leitores da Marvel. Muitos acharam que ela arruinou o legado de Steve Rogers. Houve racistas enfurecidos com a imagem do negro Isaiah vestido com o uniforme do Capitão América. Mas hoje a criação de Morales é considerada um marco dos quadrinhos. Tanto que o neto de Isaiah Bradley, Elijah Bradley, acabou incorporado em novas histórias como um herói: o Patriota, membro dos Jovens Vingadores. Em “Falcão e o Soldado Invernal”, Isaiah foi interpretado por Carl Lumbly (“Supergirl”), que surge amargurado, revoltado e escondido do mundo, recusando-se a falar do passado, mas ainda superpoderoso – ele é visto brevemente ao lado do neto na série. Na versão live-action, o personagem lutou na Guerra da Coreia e não na 2ª Guerra, e em vez de ter sido recebido como herói por ter derrotado o Soldado Invernal nos anos 1950, passou 30 anos preso e servindo de cobaia para novos testes. Ao saber dessa história, o Falcão fica chocado, especialmente por ter sido convencido a não virar o novo Capitão América porque, supostamente, só existia um Steve Rogers. Sua intenção de homenagear o amigo acabou traída pelo governo, que se apossou do escudo deixado por Rogers para ele. O governo americano nem perdeu tempo para passar o símbolo do Capitão América para as mãos de outro militar branco. O episódio ainda reforçou a crítica ao mostrar que, em meio a sua discussão com Bucky, o Soldado Invernal, Sam Wilson é cercado por viaturas policiais e se torna vítima de assédio racial por parte de policiais, que o identificam apenas como um homem negro agitado, sem reconhecê-lo fora do uniforme do Falcão. Apesar da importância da história e o impacto causado em sua utilização na série, até então a Marvel não parecia interessada em mantê-la relevante. Quando a Disney comprou a Marvel em 2009, “Verdade” saiu de catálogo e não ganhou republicação. Josiah X, filho de Isaiah Bradley, desapareceu em 2004, e Elijah Bradley deixou de ser considerado um dos Novos Vingadores em 2012 – um novo personagem, Rayshaun Lucas, assumiu o manto de Patriota. Uma década depois de sua estreia, “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro” tornou-se um item de colecionador difícil de se encontrar, ao mesmo tempo em que as menções ao “Capitão América negro” viraram trivia lembrada apenas por um punhado de geeks. Nem o nome e nem legado do personagem eram mencionados nas páginas da Marvel Comics há uma década. O escritor Robert Morales morreu aos 55 anos em 2013, sem ver seu personagem ganhar carne e osso.

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  • Série

    Série clássica Ally McBeal pode ganhar revival

    27 de março de 2021 /

    A série “Ally McBeal” (1997-2002) pode voltar a ser produzida. Vários sites americanos ouviram de suas fontes que a 20th Television (antiga Fox Television) estaria conversando com David E. Kelley, criador da série original, para produzir um revival. Mas tudo depende da vontade de Calista Flockhart de retomar o papel-título. “Ally McBeal” acompanhava a advogada do título, bem-sucedida na carreira profissional, mas totalmente frustrada em sua vida amorosa por ser apaixonada pelo amigo Billy (Gil Bellows), casado com sua colega Georgia (Courtney Thorne-Smith). Os dois também eram advogados e trabalhavam com Ally no mesmo escritório. O elenco original incluía Greg Germann, Lisa Nicole Carson, Jane Krakowski e Peter MacNicol, além de Portia de Rossi e Lucy Liu, que entraram na 2ª temporada. Também não se pode esquecer de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro dos filmes da Marvel, e o cantor Jon Bon Jovi, que viveram interesses românticos da protagonista, respectivamente no quarto e no quinto ano da produção. A comédia dramática foi um dos grandes sucessos da rede Fox no final dos anos 1990. A média de 11,4 milhões de telespectadores na 1ª temporada disparou para 13,8 milhões no segundo ano, após “Ally McBeal” e Calista Flockhart vencerem o Globo de Ouro nas categorias de Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz. Na época, a atração só era menos vista que “Arquivo X” (1993-2018). A atração ainda teve sete vitórias no Emmy, incluindo Melhor Série de Comédia de 1999. E consolidou a fama de David E. Kelley como um dos produtores mais talentosos de sua geração. Ele já tinha criado o fenômeno infantil “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser, M.D.), o drama “Picket Fences”, a série médica “Chicago Hope” e a jurídica “O Desafio” (The Practice), e após “Ally McBeal” ainda concebeu “Boston Public” e “Justiça Sem Limites” (Boston Legal). Mas deu uma sumida após meados dos anos 2000, só voltando recentemente com uma reinvenção completa de sua carreira, agora na TV paga. A reviravolta veio com “Big Little Lies”, na HBO, e continuou com “Mr. Mercedes”, “The Undoing” e “Big Sky”. Atualmente, ele tem mais quatro séries e minisséries inéditas em desenvolvimento. Calista Flockhart, por sua vez, estrelou outra série bem-sucedida após viver Ally McBeal, como a republicana conservadora da família de democratas progressistas de “Brothers & Sisters”, atuando com um elenco que marcou época – Sally Field, Matthew Rhys, Rachel Griffiths, Dave Annable, Rob Lowe, Emily VanCamp, etc. Entretanto, seu último trabalho foi como Cat Grant em “Supergirl”. Ela abandonou a série em 2018 quando a produção trocou de canal (foi da CBS para a CW) e começou a ser gravada no Canadá. Ainda não há nenhum canal ou plataforma atrelados ao revival de “Ally McBeal”, mas a 20th Television faz parte do conglomerado Disney, dono da rede ABC e de vários canais pagos, sem esquecer das plataformas Disney+ e Hulu (Star+).

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  • George R.R. Martin
    Etc,  Série

    George RR Martin assina contrato de exclusividade com a HBO

    26 de março de 2021 /

    A HBO fechou um contrato de exclusividade com George RR Martin, autor dos livros que inspiraram a série “Game of Thrones” e que também é co-autor do spin-off “House of the Dragon”, atualmente em desenvolvimento no canal pago americano. Pelo acordo, Martin vai desenvolver novas séries para o canal e para o serviço de streaming HBO Max. A notícia vem na esteira da revelação de que a HBO prepara várias séries derivadas de “Game of Thrones”, inclusive uma versão animada, que se encontram em diferentes estágios de desenvolvimento. Por enquanto, porém, apenas a produção de “House of the Dragon”, co-criada por Martin e Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”), encontra-se confirmada. Além do spin-off focado na família Targaryen e baseado em seu livro “Fogo & Sangue”, o escritor tem dois outros projetos ativos na HBO: “Who Fears Death” (uma adaptação do premiado romance pós-apocalíptico de Nnedi Okorafor de 2011) e “Roadmarks” (adaptação do romance de fantasia de Roger Zelazny de 1979), ambos previamente anunciados. Fora da HBO, ele está à frente de “Wild Cards”, série de super-heróis de uma vasta coleção literária iniciada pelo escritor nos anos 1980, atualmente em andamento na plataforma Peacock, e o filme “In the Lost Lands”, adaptação de contos de fantasia de Martin comandada por Paul WS Anderson, que será estrelada por Milla Jovovich e Dave Bautista. Mas embora muitos projetos derivados de suas obras tenham sido cogitados nos últimos anos, como uma série de lobisomens baseada no conto “The Skin Trade”, poucos têm conseguido sair do papel. Vale lembrar que, fora “Game of Thrones”, a mais recente adaptação de Martin para a TV foi uma grande decepção. Lançada com grande orçamento e expectativa pelo canal SyFy em 2018, a série “Nightflyers” acabou sem fim, cancelada na 1ª temporada, com baixa audiência e críticas bastante negativas (35% de aprovação no Rotten Tomatoes).

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  • Série

    Grey’s Anatomy traz de volta mais um personagem antigo

    26 de março de 2021 /

    “Grey’s Anatomy” vai trazer de volta mais um personagem antigo em participação especial. Lexie Grey, a meia-irmã de Meredith (Ellen Pompeo), está confirmada no próximo episódio da série. O trailer da atração revelou o retorno de Chyler Leigh ao papel. Ela aparecerá nas cenas de sonhos de Meredith, que se encontra entre a vida e a morte, após contrair covid-19 na atual temporada. O mais curioso é que, mesmo morta, Lexie mudou o visual que tinha na série, ganhando franjinhas iguais às de “Supergirl” em sua pós-vida. Para quem não lembra, Lexie Grey saiu da série de forma trágica. Ela morreu no final da 8ª temporada em um acidente de avião, junto com Mark Sloan (Eric Dane). A perda foi tão grande que os demais personagens, após conseguirem financiamento para comprar o hospital em que trabalhavam, trocaram o nome do Seattle Grace para Grey Sloan Memorial em homenagem aos dois. Após deixar “Grey’s Anatomy”, Chyler Leigh foi viver outra irmã de protagonista de série, virando Alex Danvers em “Supergirl”, que está no ar desde 2015. A nova personagem se tornou um ícone lésbico e fez a própria Leigh se assumir LGBTQIA+. Intitulado “Breathe”, o próximo episódio de “Grey’s Anatomy” vai ao ar na quinta-feira que vem (1/4) nos EUA. No Brasil, a série é exibida pela Sony, que pausou a transmissão nesta semana para imitar a midseason americana – apesar de sua programação estar atrasada em relação aos EUA. Por conta disso, não há previsão para a reta final dos episódios por aqui. A série, inclusive, pode acabar após os próximos episódios.

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  • Série

    Séries online: Invincible é a estreia mais surpreendente da semana

    25 de março de 2021 /

    A principal série da semana é um lançamento animado de super-heróis. Os três primeiros episódios de “Invincible” disponibilizados nesta sexta (26/3) podem surpreender quem não conhece os quadrinhos que a inspiraram, porque a animação é completamente diferente de outras produções do gênero. A série segue a linha de “The Boys”, da mesma Amazon Prime Video, com cenas de ultraviolência sangrenta que não são nada recomendadas para crianças. A animação adulta adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”), lançados como “Invencível” no Brasil, que abordam o universo dos super-heróis com um olhar sombrio. A trama acompanha Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. Esta evolução narrativa é acompanhada por uma mudança radical de tom, refletida pela troca do humor leve dos primeiros episódios por uma abordagem pesadíssima – que nos quadrinhos originais é muito pior. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), que dubla o protagonista. Além dele, o elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção ainda conta com as vozes de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco impressionante que justifica a opção por assistir aos episódios no idioma original. Entre outros destaques da programação, há duas séries novas com crianças: a fantasia sobrenatural “Os Irregulares de Baker Street”, inspirada nos livros de Sherlock Holmes, e a comédia “Virando o Jogo dos Campeões”, continuação da franquia dos anos 1990 “Nós Somos os Campeões” (The Mighty Ducks), que volta a trazer Emilio Estevez como treinador de um time infantil de hóquei. Confira abaixo os trailers e a relação completa do Top 10 das séries disponibilizados em streaming nesta semana.     Invincible | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     Os Irregulares de Baker Street | Reino Unido | 1ª Temporada (Netflix)     Virando o Jogo dos Campeões | EUA | 1ª Temporada (Disney Plus)     Quiz – Quem Quer Ser um Milionário? | Reino Unido | Minissérie (Globoplay)     Quem Matou Sara? | México | 1ª Temporada (Netflix)     La Templanza | Espanha | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     Absentia | EUA | 2ª Temporada (Amazon)     Dota: Dragon’s Blood | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Todo Mundo Odeia o Chris | EUA | 4 Temporadas (Paramount Plus)     Hannah Montana | EUA | 4 Temporadas (Disney Plus)

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  • Série

    Batwoman revela foto do vilão Máscara Negra

    25 de março de 2021 /

    A produção de “Batwoman” divulgou a primeira foto do novo vilão da série, Máscara Negra (Black Mask), que assumir o antagonismo da segunda metade da 2ª temporada. O personagem visto recentemente no filme “Aves de Rapina” (na pele de Ewan McGregor) será interpretado na TV por Peter Outerbridge, especialista em viver antagonistas, que já deu trabalho às protagonistas femininas de “Nikita” e “Orphan Black”. Na série, Roman Sionis será apresentado como um CEO pragmático e carismático que enfrenta os sistemas corruptos de Gotham. Mas suas ações fazem parte de um plano nascido de um ódio profundo contra os Corvos e vigilantes mascarados, e como Máscara Negra ele está disposto a acabar com Gotham para cumprir sua vingança. Recentemente, a showrunner Caroline Dries também revelou que Wallis Day (“Krypton”) entrou no elenco no papel de Kate Kane, a Batwoman original que foi interpretada por Ruby Rose na 1ª temporada. A personagem estava desaparecida desde o começo da temporada após Rose decidir abandonar a série. Ela será encontrada desfigurada, após um acidente grave, e ao passar por uma cirurgia de reconstrução facial reaparecerá com o rosto da nova atriz. O sumiço de Kate Kane também rendeu uma substituição da heroína do título. Ao encontrar o uniforme abandonado de Batwoman, a jovem Ryan Wilder acabou assumindo o papel inesperado de nova defensora de Gotham City. Criada especialmente para a série, Wilder é vivida por Javicia Leslie (“Deus Me Adicionou”). A série vai entrar em hiato após o episódio exibido no próximo domingo (28/3) nos EUA. No Brasil, “Batwoman” faz parte da programação do canal pago HBO.

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  • Série

    Patrick Schwarzenegger vai atuar com cunhado Chris Pratt em série da Amazon

    25 de março de 2021 /

    O ator Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”), filho de Arnold, está se juntando a seu cunhado famoso Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) na série de suspense e conspiração “The Terminal List”, da Amazon. Ele viverá o membro mais jovem da equipe militar comandada por Pratt na produção. Desenvolvida por David DiGilio (criador de “Traveler” e produtor-roteirista de “Strange Angel”), a série da Amazon Prime Video é baseada no romance best-seller homônimo de Jack Carr. Na trama, Pratt interpreta James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. Nesta busca pela verdade, ele acaba encontrando uma aliada na jornalista Katie Buranek, uma correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. Katie será vivida por Constance Wu (“As Golpistas”) e o elenco ainda inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Taylor Kitsch (“John Carter”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). A série tem produção do cineasta Antoine Fuqua, que já tinha dirigido Pratt no remake de “Sete Homens e um Destino” (2016) e também vai assinar a direção do episódio piloto. Vale lembrar que Chris Pratt se casou com Katherine Schwarzenegger em 2019 e Patrick já virou o tio coruja da primeira filha do casal, Lyla Maria.

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  • Etc

    Hannah Montana manda mimos e mensagens para estrelas da série

    25 de março de 2021 /

    A personagem Hannah Montana enviou bilhetes e presentes a várias celebridades que participaram da sua série, durante as comemorações dos 15 anos da produção. Entre os artistas que receberam mimos e/ou mensagens escritas a mão, com a caligrafia da atriz e cantora Miley Cyrus, estão os Jonas Brothers, Emily Osment, Selena Gomez, Corbin Bleu, Jake Ryan, Cody Linley e o grupo Migos, que em 2013 lançou uma música chamada “Hannah Montana” (“adoro a música”, ela escreveu). A brincadeira começou com uma carta de Miley endereçada à personagem no dia do aniversário, que foi comemorado na quarta-feira (24/3). O amor agora se expandiu. E continua rendendo declarações. Ao lembrar uma frase que disse para Mikayla (a personagem de Selena Gomez), Hannah agora trocou o comentário negativo do episódio clássico por uma afirmação positiva: “‘O ódio te deixa feia'”, que bom que eu te amo!”. Selena respondeu com um “eu te amo” também. Veja abaixo algumas das mensagens. 💕 @selenagomez pic.twitter.com/yjHe3tFvfo — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 pic.twitter.com/Jc5zFUBqiY — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 pic.twitter.com/IokicSeXWV — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021 💕 @Migos pic.twitter.com/sOKWqyZdId — Hannah Montana (@hannahmontana) March 25, 2021

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  • Etc,  Série

    Craig muMs Grant (1968 – 2021)

    25 de março de 2021 /

    O ator Craig muMs Grant, que interpretou Arnold “Poeta” Jackson no premiado drama “Oz”, da HBO, morreu na quarta-feira (24/3) aos 52 anos, de causa não revelada. No momento de sua morte, Grant estava na Carolina do Norte por conta de seu papel recorrente na série “Hightown”, cuja 2ª temporada está atualmente sendo gravada em Wilmington para o canal pago Starz. Ele era esperado em Atlanta na segunda-feira, onde deveria encerrar outro arco recorrente na série “All the Queen’s Men”, da BET. O ator chegou a completar sua participação no novo filme de Steven Soderbergh, “No Sudden Move” (ainda sem previsão de estreia), sua terceira parceria com o cineasta, após aparecer em “Terapia de Risco” (2013) e num episódio da série “The Knick” (em 2014). Grant também possuía uma ótima relação com o cineasta Spike Lee, que o lançou no cinema no ano de 2000 no filme “A Hora do Show”. Mais recentemente, ele integrou o elenco recorrente da série “Ela Quer Tudo” (2017-2019), criada por Spike Lee para a Netflix, e fez uma pequena participação em “Infiltrado na Klan” (2018). Nascido e criado na cidade de Nova York, Grant começou sua carreira como parte da equipe Nuyorican Poetry Slam, um grupo de poetas inspirados pelo hip-hop que chamou atenção com recitais aclamados pela crítica. A arte da poesia slam rendeu um documentário, “SlamNation” (1998), e uma série, “Def Poetry” (2002-2007), dos quais ele participou. Esta experiência acabou batizando de “poeta” seu primeiro grande personagem dramático. Arnold “Poeta” Jackson foi um dos protagonistas de “Oz”, drama carcerário com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, que foi exibido entre 1997 e 2003 na HBO. Na trama, Grant dava vida a um viciado em heroína, preso por assalto à mão armada e tentativa de homicídio, que apareceu em todas as seis temporadas da produção. Ele também integrou o elenco do drama indie “Gente Comum” (2004), de Jim McKay, do terror “Água Negra” (2005), dirigido pelo brasileiro Walter Salles, de “Entrevista” (2007), escrito, dirigido e estrelado por Steve Buscemi, do filme vencedor do Oscar “Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)” (2014), de Alejandro G. Iñárritu, e do elogiadíssimo thriller “Bom Comportamento” (2017), dos irmãos Benny e Josh Safdie.

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  • Etc,  Série

    Jessica Walter (1941 – 2021)

    25 de março de 2021 /

    A atriz Jessica Walter, que viveu a matriarca Lucille Bluth na série de comédia “Arrested Development”, morreu aos 80 anos, enquanto dormia em sua casa, em Nova York, na noite de quarta-feira (24/3). Natural de Nova York, Walter também teve carreira no cinema, fazendo sua estreia em 1964 no drama “Lilith” de Robert Rossen (1964). Ela ainda integrou “O Grupo” (1966) e “Grotesca Despedida” (1968), ambos de Sidney Lumet, e “Grand Prix” (1966), drama de Fórmula 1 de John Frankenheimer, antes de se destacar no primeiro longa-metragem dirigido por Clint Eastwood, “Perversa Paixão” (1971). No suspense clássico, interpretou Evelyn, uma mulher desequilibrada com quem o DJ vivido por Eastwood tinha um caso sem importância, apenas para descobrir que ela era uma psicopata possessiva. Apesar desses papéis iniciais, Walter sempre privilegiou o trabalho televisivo, aparecendo como atriz convidada em quase uma centena de séries. Ela integrou o elenco fixo de alguma delas, a começar pelo drama jurídico “For the People”, que durou uma temporada em 1965, contracenando com o jovem William Shatner antes dele virar o Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”. Uma década depois, ela viveu o papel-título de “Amy Prentiss” (1974), uma minissérie derivada de “Têmpera de Aço” (Ironside), como a jovem chefe dos detetives do Departamento de Polícia de São Francisco. A performance lhe rendeu a vitória no Emmy como Melhor Atriz de Minissérie. Walter ainda teve um papel recorrente em “Trapper John, MD” (1979–1986), que lhe rendeu indicação ao Emmy, ao mesmo tempo em que alimentou uma rotina de séries de uma temporada com “Bare Essence” (1983), “Three’s a Crowd” (1984) e “Aaron’s Way” (1988). Outra especialidade da atriz foi a dublagem. Entre 1991 e 1994, deu voz em inglês à Fran Sinclair (Fran da Silva Sauro, no Brasil), a mulher do protagonista Dino (Earl, em inglês) no sucesso infantil “Família Dinossauros”. Também dublou a Vovó Bondade na série da Arlequina (“Harley Quinn”), lançada em 2019, e desde 2009 dava vida à Malory Archer, a mãe e chefe autoritária do protagonista da série “Archer”, que está renovada para a sua 12ª temporada. A atriz ainda teve papéis recorrentes em “Saving Grace” (2007–2010), “90210” (2008–2013), “Jennifer Falls” (2014) e coestrelou com George Segal, também falecido nesta semana, duas temporadas da sitcom “Retired at 35” entre 2011 e 2012. Mesmo com uma carreira tão ampla, seu trabalho mais conhecido foi realmente a matriarca de “Arrested Development”, pelo qual voltou a ser indicada ao Emmy. A manipuladora e alcoólatra Lucille Bluth acabou sendo um marco da TV americana, adorada pela crítica e uma das razões do culto da série. Em “Arrested Development” (também conhecida como “Caindo na Real”), uma família rica perdia tudo após a prisão do pai por crimes de colarinho branco e precisa se virar para manter o padrão de vida. Mas enquanto um dos irmãos se esforça para pagar as contas e fazer todos “caírem na real”, os demais seguiam delirando com fantasias, restando à Lucille a impressão de que só ela pensava em como recuperar a fortuna, o que geralmente conduzia a alguma ideia/golpe mirabolante. O elenco impressionante da série ainda destacava Jason Bateman, Will Arnett, Tony Hale, David Cross, Portia de Rossi, Jeffrey Tambor, Michael Cera e Alia Shawkat. Apesar de aclamação crítica e de um Emmy de Melhor Comédia, a a atração criada por Mitchell Hurwitz acabou cancelada por baixa audiência na Fox após três temporadas, exibidas entre 2003 e 2006. Mas seu culto duradouro inspirou um retorno sete anos depois pela Netflix, que produziu mais duas temporadas da atração – a mais recente exibida em 2019.

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  • Filme

    William Shatner diz que nunca viu nenhum episódio de Star Trek

    25 de março de 2021 /

    O ator William Shatner revelou que nunca viu nenhum episódio de “Star Trek”. Mundialmente conhecido como o Capitão Kirk da primeira versão da série, lançada no Brasil como “Jornada nas Estrelas” na década de 1960, o ator de 90 anos afirma que acha doloroso se ver na tela e, por isso, já esqueceu muita coisa de seus trabalhos na franquia. “Eu nunca assisti ‘Star Trek’. Há muitos episódios que não conheço, há alguns filmes que não conheço”, afirmou, em entrevista à revista People. Shatner admitiu que assistiu apenas um dos muitos filmes da franquia, “Jornada nas Estrelas V: A Fronteira Final”, porque o dirigiu. “Eu dirigi um dos filmes, o número 5. Tive que assistir a esse”, contou. “Mas é tudo doloroso porque não gosto da minha aparência e do que faço”, confessou o ator, que também atuou em filmes como “Miss Simpatia”. Aos 90 anos, Shatner está se preparando para o lançamento de seu último filme, “Senior Moment”, uma comédia romântica da Terceira Idade, em que vive um piloto de testes aposentado da NASA.

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  • Filme

    “Nomadland” vence prêmio do Sindicato dos Produtores

    25 de março de 2021 /

    O Sindicato dos Produtores dos EUA (Producers Guild of America – PGA) premiou “Nomadland”, de Chloé Zhao, como Melhor Filme do Ano. Este reconhecimento tem muito peso em época de premiações, pois o PGA Awards costuma ser um dos principais indicadores do Oscar. Superando concorrentes como “Bela Vingança”, de Emerald Fennell, “Minari”, de Lee Isaac Chung, e “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, “Nomadland” tem se distanciado cada vez mais como o filme com a maior quantidade de prêmios na temporada. E mais uma vez “Mank”, de David Fincher, passou em branco. Outros prêmios do Sindicato foram para “Soul” (Melhor Animação), “My Octopus Teacher” (Documentário), “Hamilton” (Telefilme), “O Gambito da Rainha” (Minissérie), “The Crown” (Série de Drama) e “Schitt’s Creek” (Série de Comédia). Ao todo, Netflix e Disney foram os principais vencedores, empatados com três troféus cada. A Netflix comemorou vitóris de “O Gambito da Rainha”, “The Crown” e “My Octopus Teacher”, enquanto a Disney celebrou “Soul”, “Hamilton” e “Nomadland” – que é uma produção da Searchlight Pictures, adquirido pelo conglomerado com a compra da 21st Century Fox. Prêmio Darryl F. Zanuck de Melhor Filme “Nomadland” (Searchlight Pictures) Produtores: Mollye Asher, Dan Janvey, Frances McDormand, Peter Spears, Chloé Zhao Melhor Animação “Soul” (Pixar) Produtora: Dana Murray Melhor Documentário “My Octopus Teacher” (Netflix) Produtore: Craig Foster Prêmio Norman Felton de Melhor Série – Drama “The Crown” (Netflix) Produtores da 4ª temporada: Peter Morgan, Suzanne Mackie, Stephen Daldry, Andy Harries, Benjamin Caron, Matthew Byam Shaw, Robert Fox, Michael Casey, Andy Stebbing, Martin Harrison, Oona O’Beirn Prêmio Danny Thomas de Melhor Série – Comédia “Schitt’s Creek” (Pop TV/Amazon) Produtores da 6ª temporada: Eugene Levy, Daniel Levy, Andrew Barnsley, Fred Levy, David West Read, Ben Feigin, Michael Short, Kurt Smeaton, Kosta Orfanidis Prêmio David L. Wolper de Melhor Minissérie “O Gambito da Rainha” (Netflix) Produtores: William Horberg, Allan Scott, Scott Frank, Marcus Loges, Mick Aniceto Melhor Telefilme “Hamilton” (Disney+) Produtores: Thomas Kail, Lin-Manuel Miranda, Jeffrey Seller Melhor Programa de Não Ficção “Arremesso Final” (The Last Dance, ESPN) Produtores da 1ª Temporada: John Dahl, Libby Geist, Mason Gordon, Peter Guber e Rob King Melhor Programa de Variedades e Entretenimento ao Vivo “Last Week Tonight with John Oliver” (HBO) Produtores da 7ª Temporada: Jon Thoday, John Oliver e Liz Stanton Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race” Produtores da 12ª temporada: Delaney Yeager

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