Ator de “FBI: Most Wanted” sai da série
Encerrando meses de especulações, o ator Nathaniel Arcand confirmou que não faz mais parte do elenco de “FBI: Most Wanted”. O personagem do ator, o agente Clinton Skye, simplesmente sumiu da série e seu destino jamais foi explicado. Apresentado no episódio especial de “FBI” que serviu como piloto para o spin-off, Skye apareceu em 14 dos 15 episódios da 1ª temporada de “FBI: Most Wanted”, mas sumiu logo no começo da 2ª temporada, depois do terceiro capítulo exibido em 8 de dezembro nos EUA. O paradeiro do personagem é desconhecido, mas Nathaniel Arcand já está tocando outros projetos. “Indo adiante. Seguindo em frente. Sem olhar para trás”, escreveu o ator em seu Instagram nesta sexta (2/7), acrescentando hashatags com o nome de seu personagem e completando com um “tchau”. A rede CBS, que exibe a série nos EUA, também confirmou a saída de Arcand. O motivo não foi informado. Nathaniel Arcand será visto em breve no próximo filme de Martin Scorsese, “Killers of the Flower Moon”, atualmente em produção para a plataforma Apple TV+. Ele também terminou recentemente as filmagens do drama indie canadense “Kiri and the Girl”, apareceu na série “Kung Fu” e está no elenco do piloto de uma série de western, “Soiled Doves”, que ainda não tem canal definido. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nathaniel Arcand (@nathanielarcand)
“Lovecraft Country” é cancelada pela HBO
Uma das séries mais celebradas e inventivas da HBO em 2020, “Lovecraft Country”, não terá 2ª temporada. Como a atração nunca foi anunciada como minissérie, isso significa que ela foi cancelada, embora o canal pago americano tenha optado pelo cuidado de usar eufemismos ao comunicar a decisão. “Não vamos avançar com uma 2ª temporada de ‘Lovecraft Country’” , disse a emissora em nota à imprensa. “Somos gratos à dedicação do talentoso elenco e equipe, e a Misha Green, que criou esta série inovadora. E para os fãs, obrigado por se juntar a nós nesta jornada”. Com sua mistura de terror, drama racial de época e até ficção científica, “Lovecraft Country” virou assunto obrigatório da cultura pop, além de alimentar discussões sobre inclusão e representatividade, no momento em que aconteceram as grandes manifestações do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) nos EUA. Graças ao engajamento criado por um forte boca a boca, a série estrelada por Jurnee Smollett e Jonathan Majors viu seu público disparar. A atração estreou com 1,5 milhões de espectadores ao vivo na HBO, mas quando terminou sua trajetória, após dois meses de exibição, o episódio inaugural já tinha ultrapassado a marca de 10 milhões de visualizações em todas as mídias. O projeto foi desenvolvido por Jordan Peele (diretor de “Corra!”), que descobriu o livro e concebeu sua transformação em série. Para a produção, ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criadora da série “Underground”) a escrever os roteiros da adaptação. Já a direção do primeiro episódio ficou a cargo de outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). Passada nos anos 1950, a trama girava em torno de Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores brutais do racismo da época, assim como horrores sobrenaturais, na forma de criaturas vorazes, e tentam sobreviver a tudo isso. Mas a recepção entusiástica não garantiu uma renovação automática, porque a 1ª temporada foi baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado no Brasil como “Território Lovecraft”) e uma eventual 2ª temporada teria que mostrar uma trama inédita – como aconteceu, por exemplo, com “Big Little Lies”. A HBO esperou para ver qual seria o rumo da história num potencial segundo ano antes de tomar sua decisão. “Misha está trabalhando com uma pequena equipe de escritores e eles estão chegando com uma abordagem”, disse Casey Bloys, diretor de conteúdo da HBO e da HBO Max, em fevereiro passado para o site Deadline. “Todos nós queremos ter certeza de que ela tem uma história para contar. É onde ela está agora, trabalhando nessas ideias. Estou muito esperançoso, assim como Misha, então estamos dando a eles tempo para trabalhar.” No final das contas, após cuidadosa consideração, o canal achou melhor encerrar a produção, recusando a proposta apresentada.
Reboot de “Pretty Little Liars” começa a escalar elenco
A HBO Max anunciou os dois primeiros nomes do elenco do reboot de “Pretty Little Liars”, que vai se passar na cidade fictícia de Millwood, em vez da Rosewood da série clássica, e apresentar personagens inéditos. As primeiras mentirosinhas escaladas são Chandler Kinney (Riana Murtaugh na série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon) e Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”). A seleção demonstra que a série terá maior representatividade racial que a produção original. Kinney vai interpretar Tabby, um aspirante a diretora e aficionada por filmes de terror, enquanto Reficco será Noa, uma estrela do atletismo que está tentando fazer sua vida voltar ao normal após um verão na detenção juvenil. Os perfis lembram Aria (Lucy Hale), a aspirante a escritora, e Emily (Shay Mitchell), a estrela da natação da escola. Para diferenciar o reboot da trama anterior, a HBO Max incluiu um subtítulo na produção, que vai se chamar “Pretty Little Liars: Original Sin”. A nova série vai acompanhar um grupo de garotas que se envolvem num mistério sombrio devido aos pecados cometidos por seus pais 20 anos atrás, quando eventos mantidos em segredo quase destruírem a cidade de Millwood. Se a premissa parecer conhecida é porque história similar serviu de origem para os terrores de “A Hora do Pesadelo”. O criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, foi o escolhido pela Warner para desenvolver o projeto, que traz a franquia de volta à TV em tempo recorde: apenas quatro anos após o fim original. Aguirre-Sacasa vai compartilhar os roteiros com sua colaboradora em “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. A série original durou sete temporadas, de 2010 a 2017, período em que ajudou a popularizar o antigo canal ABC Family e servir de ponte para sua transformação no Freeform. Além disso, a produção deslanchou a carreira dos principais membros de seu elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das Pretty Little Liars do título. Apesar do sucesso, a produtora da atração, I. Marlene King, não conseguiu o mesmo resultado com o lançamento de dois spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), que foram cancelados na 1ª temporada, sem público. Mas embora a primeira versão televisiva tenha sido criada por King, “Pretty Little Liars” é, na verdade, inspirada numa coleção literária da escritora Sara Shepard. Por sinal, a trama dos livros é bem diferente do que foi mostrado na TV, mas mantém doses parecidas de absurdos, pois uma irmã gêmea malévola e secreta também foi a grande vilã da saga literária. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chandler Kinney (@chandlerlkinney) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por maia (@maiareficco)
Séries online: “Colônia” e o final de “Wynonna Earp” pra maratonar
A programação de séries online tem continuações esperadas e um par de finais badalados, mas o grande destaque é uma minissérie brasileira em preto e branco. Criada e dirigida pelo cineasta André Ristum (“A Voz do Silêncio”), “Colônia” adapta o livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, sobre o hospício fundado em 1903 em Barbacena, Minas Gerais, que internou e matou milhares de pessoas, vítimas de maus-tratos. O detalhe é que 70% dos internados não tinham nenhuma doença mental. Eram solteiras grávidas, homossexuais, prostitutas, adolescentes rebeldes, feministas e pessoas rejeitadas pela sociedade de 100 anos atrás. É terrível, um verdadeiro terror real, que a opção pelo preto e branco torna ainda mais sombrio. O excelente elenco inclui Fernanda Marques, Andréia Horta, Eduardo Moscovis, Augusto Madeira e Naruna Costa, entre outros. Há mais duas produções nacionais: uma atração documental sobre Juliette Freire, vencedora do “BBB 21”, e a novela (com estrutura de série) “Carrossel”, que reuniu Maisa Silva, Larissa Manoela e grande elenco infantil. Mas quem quiser ficar na vibe de “Colônia” pode optar por outra minissérie latina, a mexicana “Somos.”, também inspirada em fatos reais, sobre um vilarejo dominado pela violência do tráfico. Entre as séries americanas, as dicas são as continuações de “Hanna” e “Nancy Drew”, que chegam à 2ª temporada, além de “Ray Donovan” e “Wynonna Earp”, que se despedem. “Ray Donovan” ainda terá um filme para encerrar sua trama, mas “Wynonna Earp” já deixa saudades nos fãs. Baseada nos quadrinhos de Beau Smith, a atração desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”) tornou-se a fantasia televisiva mais cultuada desde “Buffy: A Caça-Vampiros” ao combinar monstros, feminismo, rebeldia e sensualidade LGBTQIAP+. Não por acaso, soma 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista também inclui a produção sueca “Young Royals”, que os adolescentes estão amando, e mais todas as atrações da recém-lançada HB0 Max (veja aqui). Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Colônia | Brasil | Minissérie (Globoplay) Somos. | México | Minissérie (Netflix) Wynonna Earp | Canadá | 4ª temporada (Globoplay) Nancy Drew | EUA | 2ª temporada (Globoplay) Hanna | EUA | 2ª Temporada (Amazon Prime Video) Ray Donovan | EUA | 7ª temporada (Globoplay) Geração 30 e Poucos | Itália | 1ª Temporada (Netflix) Young Royals | Suécia | 1ª Temporada (Netflix) Você Nunca Esteve Sozinha | Brasil | Minissérie (Globoplay) Carrossel | Brasil | Novela (Netflix)
Atriz de “Smallville” é condenada a três anos de prisão por liderar seita sexual
A atriz Allison Mack, que viveu Chloe Sullivan em “Smallville”, foi condenada a três anos de prisão nesta quarta-feira (30/6) por seu papel de liderança na seita sexual NXIVM. Mack havia se declarado culpada em abril de 2019, mas os promotores pediram para o juiz considerar sua extensa colaboração no caso, que ajudou a condenar o falso guru Keith Raniere a 120 anos de prisão. Junto da recomendação dos promotores federais, a atriz acrescentou uma carta de caráter pessoal endereçada ao juiz do caso, Nicholas Garaufis, em que pediu desculpas por sua participação na seita. “Agora é de suma importância para mim dizer, do fundo do meu coração, que eu sinto muito”, diz o texto do documento, revelado pela imprensa americana no sábado passado (26/6). “Eu me joguei nos ensinamentos de Keith Raniere com tudo o que tinha. Eu acreditava, do fundo do coração, que sua orientação estava me levando a uma versão melhor e mais iluminada de mim mesma. Dediquei minha lealdade, meus recursos e, em última análise, minha vida a ele. Este foi o maior erro e arrependimento da minha vida”, acrescentou Mack. Durante o anúncio de sua sentença, ela voltou a pedir desculpas a todas as pessoas que feriu durante o período em que esteve no grupo. Segurando lágrimas, Mack disse que se uniu à organização NXIVM há uma década para encontrar propósito na vida. “Ao longo de todo o tempo, eu acreditei que as intenções de Keith Raniere eram de ajudar pessoas”, disse ela. “Eu estava errada. Eu agora percebo que eu e outras pessoas nos envolvemos em condutas criminosas”. Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu várias pessoas para seu programa de autoajuda, que se tornou extremamente popular. Mas, conforme sua influência crescia, ele também passou a fundar diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Mack, que atraiu várias mulheres para o DOS, aguardava sua sentença em liberdade, mas chegou a ser presa pelo FBI em 20 de abril de 2018, sob acusações de tráfico sexual, conspiração de tráfico sexual e conspiração de trabalho forçado, como uma das principais recrutadoras da NXIVM. Ela fechou um acordo de detalhes não revelados para colaborar com a promotoria de Justiça e entregou gravações incriminadoras de Raniere, que ajudaram a condená-lo a uma sentença centenária. Mack estava sujeita a uma sentença de até 17 anos de prisão. Mas graças à sua colaboração, teve uma condenação menor que outra recrutadora famosa da seita, Clare Bronfman, herdeira do grupo canadense de bebida Seagram, que vai passar seis anos e nove meses presa por seu envolvimento com a NXIVM. O escândalo da NXIVM rendeu duas séries documentais, “Seduced: Inside the NXIVM Cult”, na Starz, e “The Vow”, renovada para a 2ª temporada na HBO, que nos novos episódios vai abordar justamente o julgamento dos envolvidos.
Loki vai se juntar a Bart Simpson em especial animado
Os Simpsons vão aprontar no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A plataforma Disney+ divulgou o pôster de um especial que vai juntar Loki e Bart Simpson. A produção se chama “The Good, The Bart and the Loki”, uma referência ao título do clássico spaghetti western “Três Homens em Conflito” (1966), que em inglês se chama “The Good, The Bad and the Ugly” (o bom, o ruim e o feio). Na trama, Loki (com a voz de Tom Hiddleston) é banido de Asgard e vai parar em Springfield, onde se une a Bart para seu mais novo esquema de trapaça. Mas os dois enfrentarão a oposição dos “heróis mais poderosos de Springfield”. Como dica, o cartaz do curta animado apresenta vários personagens de “Os Simpsons” com os uniformes dos Vingadores. Veja abaixo. A estreia está marcada para 7 de julho. Mischief arrives in Springfield—well, more mischief, anyway. Start streaming the short, @TheSimpsons: The Good, the Bart, and the #Loki July 7 on #DisneyPlus. #SummerOfDisneyPlus pic.twitter.com/xe2S19e0do — Disney+ (@disneyplus) June 30, 2021
The Chair: Teaser anuncia data de estreia da nova série de Sandra Oh
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “The Chair”, nova série estrelada por Sandra Oh. A prévia, que destaca a data de estreia, mostra a felicidade da protagonista ao assumir a cadeira (o cargo, em jargão acadêmico) de diretora de uma grande universidade, apenas para cair, literalmente, da cadeira. Na trama, a atriz que ficou conhecida por interpretar Cristina Yang em “Grey’s Anatomy” e Eve Polastri em “Killing Eve” será a primeira mulher a chefiar o departamento de inglês de sua universidade. Com tom de comédia, “The Chair” foi criada pela atriz Amanda Peet (“Dirty John”) e é produzida pelo marido dela e seu sócio – que são, respectivamente, David Benioff e D.B. Weiss, os criadores de “Game of Thrones”. O elenco também destaca Jay Duplass, que trabalhou anteriormente com Peet na comédia “Togetherness”, da HBO, além de Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Bob Balaban (“Caçadores de Obras-Primas”), Nana Mensah (“13 Reasons Why”), David Morse (“Escape at Dannemora”) e a menina Everly Carganilla (“Dia do Sim”). A estreia foi marcada para 20 de agosto. Em The Chair, minha nova série de dramédia, Sandra Oh interpreta uma professora que é a primeira mulher responsável pelo departamento de inglês na Pembroke University.📚 Chega dia 20 de agosto no meu site. pic.twitter.com/6mRi9nn4UP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 9, 2021
Loki: Novo episódio tem cena pós-créditos
Os assinantes da Disney+ devem ver até o fim o episódio de “Loki” disponibilizado nesta quarta-feira (30/6) na plataforma. Após a primeira leva de créditos – e antes dos textos finais – , há uma cena importante que não deve ser perdida, por revelar o destino do personagem-título após… spoiler! E ainda apresentar… spoiler dobrado! Último aviso, daqui pra frente é só spoiler do melhor episódio da série até agora. Durante boa parte de “The Nexus Event”, Loki insistiu que uma de suas características era que não podia ser morto, paradoxalmente apontando que já tinha morrido demais. Pois o final do episódio levou esta narrativa ao limite, ao apresentar uma nova morte do vilão/anti-herói vivido por Tom Hiddleston, apenas para revelar, após os créditos, que a notícia dessa morte foi mais uma vez exagerada. Ao ser “podado” pela juíza Ravonna Renslayer (Gugu Mbatha-Raw), Loki vai parar numa lugar que, a princípio, confunde com Hel (o submundo/inferno asgardiano), mas que é habitado por várias variantes. Atordoado ao chegar, ele vê versões velha, criança e negra de si mesmo. O fato de Loki sobreviver à “poda” também alivia outros momentos tensos do episódio, revelando que isso não é uma sentença de morte como se imaginava, e que os funcionários “podados” da TVA – entre eles Mobius (Owen Wilson), “podado” anteriormente no episódio – ainda podem estar vivos. Ou não, pois o Loki velho avisa para o Loki prime, nos segundos finais, que ele “vai morrer se não vier conosco”. Quem finalmente aparece com o visual verde do Loki clássico dos quadrinhos dos anos 1960 é o ator Richard E. Grant (indicado ao Oscar por “Poderia Me Perdoar?”), confirmando suspeitas de que ele tinha entrado na série para viver uma variante mais velha do protagonista. Como se não fosse suficiente, o episódio ainda revelou o segredo dos Guardiões do Tempo (são robôs!) e registrou o retorno de Sif (Jaimie Alexander), que não aparecia em Asgard desde “Thor: O Mundo Sombrio”, de 2013, numa cena que pode ter adiantado uma mudança em seu corte de cabelo no vindouro “Thor: Love and Thunder”. Aguardadíssimo, o próximo episódio de Loki já será o penúltimo da série, previsto para ir ao ar na quarta que vem (7/7) em streaming.
Antonio Banderas vai caçar serial killer em série do diretor de “A Torre Negra”
O astro espanhol Antonio Banderas vai voltar a estrelar uma série, após viver Pablo Picasso na 2ª temporada de “Genius”. Ele será um dos protagonistas de “The Monster of Florence”, série baseada na história real de um dos serial killers mais famosos da Europa. Banderas viverá o repórter policial italiano Mario Spezi, que ao lado do escritor de ficção americano Douglas Preston investigou o chamado Monstro de Florença, que matou 14 pessoas na cidade histórica italiana entre 1974 e 1985. A minissérie é baseada no livro homônimo escrito pela dupla, que apontou os erros cometidos pela polícia ao investigar jovens casais mortos durante encontros românticos no interior da Itália. Eles fizeram tantas descobertas, a partir das falhas da investigação oficial, que chegaram a ser considerados suspeitos dos próprios assassinatos pela polícia. A adaptação está a cargo de dois mestres do cinema nórdico, Nikolaj Arcel (diretor de “O Amante da Rainha” e roteirista da versão original sueca de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”) e Anders Thomas Jensen (escritor dos premiados “Depois do Casamento” e “Em um Mundo Melhor”). Os dois trabalharam juntos na fracassada adaptação de “A Torre Negra” (2017), dirigido por Arcel, e no recente thriller nórdico “Riders of Justice” (2020), dirigido por Jensen. Além de estrelar, Banderas será um dos produtores da série para o Studiocanal.
The Weeknd desenvolve série para a HBO em parceria com criador de “Euphoria”
O cantor The Weeknd está desenvolvendo uma série para a HBO em parceria com Sam Levinson, criador de “Euphoria”. Além de escrever e produzir, ele pretende estrelar a atração. Batizada de “The Idol”, a atração pretende acompanhar uma cantora pop, que começa um romance com um enigmático dono de um clube de Los Angeles, sem saber que é o líder de uma seita secreta. The Weeknd, cujo nome verdadeiro é Abel Tesfaye, já escreveu antes para a televisão, tendo assinado um episódio da série animada “American Dad” no qual também atuou em 2020. Além disso, também atuou no cinema, ao interpretar uma versão dele mesmo em “Joias Brutas” (Uncut Gems), ao lado de Adam Sandler em 2019.
Desconhecido: Filme de Liam Neeson vai virar série
O canal pago TNT está desenvolvendo uma série derivada de “Desconhecido” (Unknown), thriller de ação estrelado por Liam Neeson em 2011. Dirigido por Jaume Collet-Serra, o filme contou a história de Martin Harris (Neeson), um médico que perde a memória após um acidente de carro, descobre que sua identidade foi roubada e vira alvo de misteriosos assassinos. A série pretende ser uma espécie de continuação da produção cinematográfica, que por sua vez era baseada num romance do escritor francês Didier Van Cauwelaert. A trama vai mostrar um novo personagem lançado em uma aventura semelhante, cheia de reviravoltas. O roteiro é de Sean Finegan (“Resgate em Alta Velocidade”) e as gravações contarão com produção do astro e do diretor do filme original. Collet-Serra deve, inclusive, dirigir o piloto. Além deles, a equipe destaca Karl Gajdusek (“Stranger Things”) e Speed Weed (“Arrow”), que terão a função de showrunners da série. O TNT já tem experiência em transformar longas-metragens em séries bem-sucedidas. Atualmente, o canal exibe nos EUA duas séries baseadas em filmes: “Animal Kingdom” e “Snowpierce” (Expresso do Amanhã). Lembre abaixo o trailer de “Desconhecido”.
Prólogo da “Família Soprano” ganha primeiro trailer
A Warner Bros. Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Many Saints of Newark”, filme derivado da premiadíssima série “A Família Soprano” (The Sopranos). A prévia revela a versão mais jovem de Tony Soprano, protagonista da atração original, às voltas com tensões raciais em sua cidade natal. O papel é interpretado por Michael Gandolfini (“The Deuce”), filho do falecido ator James Gandolfini, que encarnou o personagem de 1999 a 2007 – e que faleceu em 2013. Escrito por David Chase, criador dos Sopranos, o filme se passa nos anos 1970, recriando a época que Tony Soprano embelezava de forma saudosa durante suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco), durante os episódios da atração clássica. Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, o filme pretende mostrar que nem tudo eram flores no passado, especialmente por conta das tensões raciais. Além de Tony, os integrantes mais velhos da família Soprano também tem destaque na trama, interpretados por vários atores famosos, especialmente o tio Dickie (Alessandro Nivola, de “Desobediência”), que tenta preparar o jovem para um dia assumir o comando da família mafiosa. O elenco inclui ainda Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”) e Vera Farmiga (“Bates Motel”). A direção está a cargo de Alan Taylor (“Thor: O Mundo Sombrio”), que comandou alguns episódios da série original, e a estreia está marcada para 1º de outubro nos cinemas dos EUA. Por enquanto, ainda não há previsão para o Brasil.
Juliette lança documentário prometendo “mostrar tudo” de sua vida antes e depois do BBB
O documentário sobre Juliette Freire, campeã do “BBB 21”, estreou seu primeiro capítulo nesta terça (29/6) na plataforma Globoplay. O episódio inaugural da atração, intitulada “Você Nunca Esteve Sozinha”, revisita a infância humilde da influencer em Campina Grande (PB), a relação com os irmãos e a origem do jeito engraçado que lhe rendeu popularidade no reality show. Em entrevista ao jornal O Globo, ela afirmou que os próximos capítulos vão “mostrar tudo” que os fãs querem saber sobre sua vida antes e depois do “BBB”. “Tem muita coisa, todo o pós-BBB que as pessoas me pediram para postar e eu não tinha condições emocionais de postar. Ele vai mostrar tudo: quem eu sou, de onde vim, minha história, estresses, agonias, medos, inseguranças. Mais do que vocês já viram na casa, vão ver do outro lado, aqui fora”, ela garantiu. Por causa do documentário, por sinal, ela até brincou que ainda se sente no reality show. Após 100 dias confinada, foram mais quase dois meses seguida pela equipe do documentário. O curioso é que, após a série, ela não sabe exatamente qual vai ser o seu futuro, já que recebeu muitas propostas de projetos completamente diferentes um do outro. “Quero ir para onde me traz felicidade. Estou tentando fazer tudo que me faz bem. Nessa trajetória que o documentário está mostrando, estou aprendendo muito. Estou testando comunicação, música, publicidade, todas essas facetas que a fama me traz. Estou sentindo o chão que estou pisando, estudando e vivendo”, explicou.












