“Kevin Can F**k Himself” vai acabar na 2ª temporada
O canal pago americano AMC vai encerrar a produção de “Kevin Can F**k Himself” com o lançamento de sua 2ª temporada, anunciada em agosto passado. Um das comédias mais elogiadas da temporada, a atração acompanha uma dona de casa típica de sitcom que não suporta mais as piadas machistas do marido antiquado. Ousada, a estrutura dos capítulos combina cenas de comédia antiga, caracterizadas por cenários de estúdio e claque de auditório (risos e aplausos) sempre que o marido está presente, com momentos de comédia moderna, em que a protagonista vai às ruas desabafar sua frustração sem nenhum cenário de estúdio ou som de fundo. A atriz Annie Murphy (de “Schitt’s Creek”) tem o papel principal como Allison, a esposa perfeita que entra em um mundo muito mais realista quando sai da órbita de seu marido Kevin (Eric Petersen, de “Kristie”). O mais interessante é que a temporada inaugural conduz à protagonista ao ponto de ruptura. Por isso, quando foi renovada, o presidente da AMC, Dan McDermott se disse “entusiasmado para ver esta equipe talentosa sair do momento decisivo do final e continuar a jornada de Allison, ultrapassando os limites da narrativa convencional a cada passo do caminho”. Criada por Valerie Armstrong (roteirista de “Lodge 49”), a produção também traz em seu elenco Mary Hollis Inboden (“Família do Ano”), Alex Bonifer (“Film Fest”), Brian Howe (“Westworld”) e Raymond Lee (“Top Gun: Maverick”). A 2ª e última temporada de “Kevin Can F**k Himself” vai estrear em 2022, em data ainda não revelada. No Brasil, a série pode ser vista na plataforma Amazon Prime Video.
Batgirl: Filmagens começam com novidades
Os cineastas belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”) revelaram em suas redes sociais que já começaram a filmar “Batgirl” para a plataforma HBO Max. Cada um deles postou a mesma imagem em suas respectivas contas do Instagram, com uma claquete do filme ao lado de uma placa reveladora, em que se lê “oficial Barbara Gordon”. O cargo da personagem indica que ela será uma policial na trama. Este desenvolvimento reflete vagamente o futuro da heroína na série animada “Batman do Futuro”, que também inspirou o filme “Lego Batman” e a recente série “Titãs”, onde Barbara apareceu como comissária da polícia de Gotham City – emprego de seu pai, James Gordon, nos quadrinhos de Batman. Já nas histórias clássicas da DC Comics, Barbara era formada em Biblioteconomia e chefe da Biblioteca de Gotham. Posteriormente, ela entrou na política e, mais recentemente, virou especialista em inteligência (no sentido de informações cruciais) e hacker. Dentre todas as encarnações, porém, ela nunca tinha sido retratada como policial comum, tendo aparecido direto como chefe da polícia. De todo modo, esta nem será a principal inovação do filme, que trará Barbara Gordon interpretada por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira vez que a personagem aparecerá negra e latina em qualquer mídia. Embora a sinopse não tenha sido revelada, o filme deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar uma identidade secreta e combater o crime. O elenco vai contar com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, retomando seu papel de “Liga da Justiça”. Já o papel de vilão coube ao ator Brendan Fraser (o Homem-Robô na série “Patrulha do Destino”), que pode viver o Vagalume na trama. O filme tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e ainda não possui previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adil El Arbi (@adilelarbi) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bilall Fallah (@fallahbilall)
HBO define roteirista de novo spin-off de “Game of Thrones”
Novo projeto de spin-off de “Game of Thrones”, “Tales of Dunk and Egg” ganhou roteirista. A HBO encomendou a adaptação a Steve Conrad, conhecido por assinar filmes como “À Procura da Felicidade” (2006) e “Extraordinário” (2017), além de ter criado as séries “Patriot” e “Perpetual Grace, LTD”. O projeto é baseado numa coleção de três livros curtos de George R.R. Martin, passados no mesmo universo de “Game of Thrones”, que foram reunidas no livro “O Cavaleiro dos Sete Reinos” no Brasil. Curiosamente, o próprio Martin sugeriu essa história quando a HBO começou a considerar derivados de sua atração principal. Isto foi antes da 6ª temporada de “Game of Thrones”, em 2016. “São tramas mais leves que ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, e mais no reino da ação/aventura”, chegou a dizer Martin há cinco anos, indicando, inclusive, que funcionariam melhor como três telefilmes independentes do que como uma série, pela curta duração de cada história. Os três volumes contam a saga de Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro, conhecido como Egg, um menino que na verdade é Aegon Targaryen, futuro rei de Westeros e bisavô de Daenerys. Trata-se de uma história mais próxima da época original de “Game of Thrones” que o primeiro spin-off, “House of the Dragon”, atualmente em produção – e que se situa três séculos antes do nascimento de Daenerys. Vale lembrar que a HBO já chegou a encomendar um piloto de spin-off de “Game of Thrones” que não deu em nada, apesar de ter sido completamente gravado a custos elevados. Era uma história original, escrita por Jane Goldman (“Kingsman”) e estrelada por Naomi Watts (“Diana”). Depois disso, o canal encomendou “House of the Dragon” sem realizar um novo piloto. Esta série, que vai acompanhar a complicada família Targaryen e o período em que uma guerra civil dividiu os ancestrais de Daenerys, tem estreia prevista para 2022.
“Vikings: Valhalla” ganha novas fotos e data de estreia
A Netflix divulgou novas fotos e a data de estreia de “Vikings: Valhalla”. A continuação da recém-encerrada “Vikings” vai estrear no dia dia 25 de fevereiro. Passada cerca de um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, a nova série se concentra nas aventuras de vikings ainda mais famosos, como Leif Eriksson, Freydis Eiríksdottir, Harald Sigurdsson e William, o Conquistador, primeiro rei normando da Inglaterra. A ligação com os personagens da série anterior se dá justamente por William, que é descendente direto de Rollo, o irmão de Ragnar, cuja ascensão na monarquia franca (atual França) foi mostrada em “Vikings”. O elenco destaca Sam Corlett (o Caliban de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Pollyanna McIntosh (a Jadis de “The Walking Dead”), Jóhannes Jóhannesson (o rei do gelo Cumber em “Cursed”), Frida Gustavsson (“Swoon”), Leo Suter (“The Liberator”), Bradley Freegard (“Keeping Faith”), Laura Berlin (“Immenhof – The Adventure of a Summer”), David Oakes (“The Pillars of the Earth”) e Caroline Henderson (“Tuya Siempre”). “Vikings: Valhalla” foi desenvolvida pelo criador da série original, Michael Hirst. Mas, desta vez, ele tem um papel menos ativo – está trabalhando em várias séries históricas simultaneamente – , deixando o rumo das histórias a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). E, finalmente, Vikings: Valhalla tem uma data de estreia: dia 25 de fevereiro. A história se passa 100 anos depois da série original, e irá contar a história de 3 figuras importantes para a cultura nórdica: Leif Eriksson, Freydis Eriksdotter e o príncipe Harald Sigurdsson. pic.twitter.com/DFf7W7UgG2 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 30, 2021
Teaser de “Maravilhosa Sra. Maisel” mostra cobrança por sucesso
A Amazon Prime Video divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), que mostram a personagem título nervosa por ainda não ser uma estrela. Além de cobrar resultados de sua empresária, ela aparece jogando pratos e microfones no chão durante eventos. Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Antes do estouro da atração, sua criadora, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. Fora do ar há dois anos, os novos capítulos chegarão em 18 de fevereiro com novidades no elenco, incluindo Milo Ventimiglia, astro de “This Is Us”.
“A Filha Perdida” vence Gotham Awards
O Gotham Awards deu início à temporada de premiações do cinema americano na noite de segunda-feira (29/11) com a consagração de “A Filha Perdida”, produção da Netflix que marca a estreia na direção da atriz Maggie Gyllenhaal (“The Deuce”). O filme já tinha recebido o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, em setembro passado, e dominou a noite do evento nova-iorquino com a conquista de quatro prêmios: Melhor Filme, Melhor Atuação para Olivia Colman (“A Favorita”) e dois troféus para Gyllenhall – Cineasta Revelação e, novamente, Melhor Roteiro. Vencer o Gotham costuma ser bom sinal para a temporada, que se estende até a entrega do Oscar. No ano passado, o vencedor foi “Nomadlands”, que acabou conquistando o prêmio máximo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mas o resultado deste ano foi além de definir um filme específico como favorito. Também representou a consagração do streaming. O segundo filme mais premiado foi “No Ritmo do Coração”, vencedor do Festival de Sundance e adquirido pela Apple TV+ nos EUA, com dois troféus para seu elenco: Melhor Coadjuvante para Troy Kotsur (“Número 23”) e Revelação para a jovem Emilia Jones (“Locke & Key”). Os dois títulos foram os únicos longas de ficção premiados. Para completar, a Netflix e a Hulu/Star+ dividiram as honras nas categorias de séries, com conquistas para o fenômeno “Round 6” e “Reservation Dogs”. Dedicado ao melhor do cinema independente americano, o resultado do Gotham Awards celebrou com seus prêmios o negócio multibilionário e nada indie das big techs e grandes plataformas de streaming de Hollywood. Não é exagero revelar que só a Netflix tinha 14 indicações. Veja abaixo o trailer de “A Filha Perdida”, que estreia em 17 de dezembro em streaming, seguido pela lista completa dos premiados. MELHOR FILME “A Filha Perdida” MELHOR DOCUMENTÁRIO “Flee” MELHOR FILME INTERNACIONAL “Drive My Car” (Japão) PRÊMIO BINGHAM RAY PARA CINEASTA REVELAÇÃO Maggie Gyllenhaal (“A Filha Perdida”) MELHOR ROTEIRO Maggie Gyllenhaal (“A Filha Perdida”) MELHOR ATUAÇÃO Olivia Colman (“A Filha Perdida”) MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE Troy Kotsur (“No Ritmo do Coração”) ATUAÇÃO REVELAÇÃO Emilia Jones (“No Ritmo do Coração”) SÉRIE REVELAÇÃO (MAIS DE 40 MIN) “Round 6” SÉRIE REVELAÇÃO (MENOS DE 40 MIN) “Reservation Dogs” SÉRIE REVELAÇÃO DOCUMENTAL “Philly D.A” MELHOR ATUAÇÃO EM SÉRIE NOVA Ethan Hawke in (“The Good Lord Bird”) Thuso Mbedu (“The Underground Railroad”)
Especial de fim do ano de “Os Waltons” bate recorde de audiência
A rede The CW atingiu sua maior audiência da temporada com a exibição de um especial de fim ano baseado numa das séries mais famosas dos anos 1970, “Os Waltons”. Intitulado “The Waltons: Homecoming”, o especial marcou os 50 anos do telefilme “The Homecoming: A Christmas Story”, que estreou em dezembro de 1971 e apresentou a família Walton ao público da TV. A produção da época era para ser apenas um telefilme de Natal, mas fez tanto sucesso que a rede CBS decidiu continuar a história daquela família numa série, batizada de “Os Waltons”, que durou nove temporadas e gerou vários filmes subsequentes nas décadas de 1980 e 1990. O sucesso do novo especial pode repetir a história. O presidente da CW, Mark Pedowitz, disse à imprensa norte-americana que consideraria aprovar uma série caso a produção tivesse boa audiência, retomando assim a atração criada por Earl Hammer Jr há 50 anos. Primeiro telefilme feito pela rede mais nova de TV americana, “The Waltons: Homecoming” foi assistido por quase um milhão de pessoas ao vivo no domingo passado (29/11). Não parece muito, mas o domingo tem as piores audiências da CW, que, por sinal, não registrava público tão grande ao vivo desde abril passado – em qualquer dia da semana. A produção destacou a narração de Richard Thomas, que marcou época ao interpretar o protagonista John Boy na série original. Longe de se aposentar, ele continua a trabalhar em séries de prestígio, como “The Americans”, “Billions”, “The Comey Rule” e, neste ano, “Tell Me Your Secrets”. Já o novo John Boy, filho mais velho da família, foi vivido por Logan Shroyer (“This Is Us”). O elenco também contou com Bellamy Young (“Prodigal Son”) como a matriarca Olivia Walton e Ben Lawson (“Amigas para Sempre/Firefly Lane”) como o patriarca John Walton, além de Marcelle LeBlanc (“Rua do Medo 1978”) e vários atores mirins como os demais integrantes da numerosa família televisiva. A trama é a mesma do telefilme original. A família se reúne em 1933 à espera da volta do patriarca John Walton, que se viu forçado pela depressão econômica a procurar trabalho em outro estado e talvez não consiga encontrá-los no Natal. Inconformada com a carta que traz essa notícia, Olivia envia o filho mais velho em busca do pai, numa jornada que muda a vida de John Boy para sempre. Produzido pela Magnolia Hill Productions em associação com a Warner Bros. Television, o especial foi escrito por Jim Strain, dirigido por Lev L. Spiro e produzido por Sam Haskell, que trabalharam juntos na série “Dolly Parton: Tocando o Coração”, na Netflix. Veja abaixo o trailer da atração.
“The Outlaws” é renovada para 2ª temporada
A Amazon e a BBC renovaram a série britânica “The Outlaws” antes de sua estreia nos Estados Unidos. Criada por Stephen Merchant (co-criador de “The Office”) e Elgin James (criador de “Mayans M.C.”), a co-produção entre o Amazon Studios e a rede BBC – já exibida integralmente no Reino Unido – segue sete estranhos de diferentes estilos de vida que são forçados a cumprir uma sentença de serviços comunitários em Bristol, na Inglaterra. O elenco fantástico inclui o próprio Merchant, Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), Darren Boyd (“Spy”), Rhianne Barreto (“Hanna”), Gamba Cole (“Guerrilha”) e o veterano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), entre outros. Todos vão retornar na 2ª temporada. Além de críticas positivas, “The Outlaws” virou notícia no Reino Unido devido a um episódio em que os personagens precisam pintar muros grafitados, o que eles fazem apagando uma obra de arte de ninguém menos que Banksy, para valer – o desenho teria sido supostamente criado pelo próprio Banksy para este fim. “Estou impressionado com a resposta maravilhosa a ‘The Outlaws’”, disse Merchant em um comunicado. “O público se apaixonou pelos personagens tanto quanto eu, e meu feed do Twitter está inundado de pessoas pedindo atualizações sobre a 2ª temporada, então estou muito feliz em confirmar que toda a gangue retornará para mais aventuras. Se fizemos os foras-da-lei suarem na 1ª temporada, estamos realmente aumentando ainda mais a temperatura na próxima”. A série vai estrear no Brasil junto do lançamento nos EUA, em 2022. Veja o trailer feito para o Reino Unido abaixo.
“PEN15” vai acabar na 2ª temporada
A série de comédia “PEN15” vai acabar em 3 de dezembro, quando a segunda metade de sua 2ª temporada chegar na plataforma americana Hulu. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Hulu queria fazer pelo menos mais uma temporada após a série ser indicada ao Emmy, mas não conseguiu dobrar as criadoras e estrelas Maya Erskine e Anna Konkle, responsáveis pela decisão. Em entrevistas recentes, elas declararam ter encontrado muita dificuldade para gravar com um elenco repleto de adolescentes durante a pandemia, o que atrasou muito a produção dos episódios finais. Na trama, as duas revisitam suas próprias adolescentes no ano de 2000, vivendo amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos típicos da vida de estudantes da Sétima Série. O detalhe é que sob as roupas de adolescentes e truques pouco convincentes de rejuvenescimento elas tem na verdade em torno de 34 anos. Mesmo assim, contracenam o tempo inteiro com adolescentes de verdade. Isto gera um certo desconforto, pois, como o título (uma referência ao órgão sexual masculino) sugere, o tema principal da série é a curiosidade das duas em relação ao sexo, que elas abordam em tom exagerado de paródia. A produção é da trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone) e tem 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por conta da repercussão positiva, a Hulu está interessado em trabalhar com Erskine e Konkle em outros projetos. Por enquanto, Konkle pode ser vista na comédia indie “Juntos mas Separados” (Together Together) e Erskine entrou na série “Obi-Wan Kenobi”. No Brasil, “PEN15” é exibido pela MTV e pela plataforma Paramount+.
HBO Max anuncia estreia de série com Ivete Sangalo
A HBO Max anunciou nas redes sociais a previsão de estreia de “Onda Boa com Ivete”, série documental com Ivete Sangalo, que vai chegar ao streaming no começo de 2022. Ao longo de cinco episódios, a produção vai mostrar o processo criativo da cantora, adotando uma abordagem intimista. A cada episódio, Ivete receberá outros músicos consagrados para um bate-papo – e estão confirmadas as aparições de Agnes Nunes, Carlinhos Brown, Iza, Gloria Groove e Vanessa da Mata. O primeiro vídeo produzido durante as gravações será revelado na sexta (3/11). Trata-se de um clipe para a música “Mexe a Cabeça”, parceria musical da cantora baiana com Carlinhos Brown. “A Ivete Sangalo é um ícone da música brasileira atual e atrai toda a família com o seu carisma e estilo musical. A música e as parcerias artísticas estão no DNA desta série, que irá contagiar a todos”, disse em comunicado Tomás Yankelevich, chefe de conteúdo da WarnerMedia Latin America. Tem uma Onda Boa chegando.Gente querida, muita música e axé para começar 2022 em alto astral. Estreia no início de 2022, na @HBOMaxBr #OndaBoaComIvete pic.twitter.com/j6lPnTJtwm — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) November 29, 2021
“Chucky” é renovada para 2ª temporada
O perfil oficial da série “Chucky” nas redes sociais anunciou que a atração foi renovada para sua 2ª temporada. “Eu sempre retorno. Nova temporada de Chucky chega em 2022”, diz o texto publicado no Twitter, junto de um pôster do próximo ano de produção. Produção da NBCUniversal para os canais pagos USA Network e SyFy, “Chucky” estreou em 12 de outubro na TV paga dos EUA, e chegou no Brasil 15 dias depois pela plataforma de streaming Star+. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Na trama, o personagem-título encontra novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. O elenco também inclui Christine Elise (“Barrados no Baile”), Carina Battrick (“Impulse”), Jana Peck (“A Teacher”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”) e Bjorgvin Arnarson (“O Sétimo Dia”), além de Alex Vincent, que viveu o menino original do filme de 1988, e Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”. Além disso, a série recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). i always come back 😈 new season of #chucky coming 2022 pic.twitter.com/x24mc3uCVN — Chucky (@ChuckyIsReal) November 29, 2021
José Padilha vai dirigir série sobre os bastidores de “Último Tango em Paris”
José Padilha vai se envolver em nova polêmica. Ele vai dirigir uma série sobre os bastidores de “Último Tango em Paris”, clássico de 1972 do diretor Bernardo Bertolucci. A atração vai cobrir 18 meses entre 1971 e 1972, desde que Bertolucci viajou a Los Angeles (EUA) para convencer o então falido e decadente Marlon Brando a estrelar seu filme erótico, até as cenas controversas filmadas na capital da França, incluindo a iniciativa do ator, com a benção do diretor, de usar manteiga e surpreender sua parceira no filme, Maria Schneider, com uma cena convincente de estupro anal que não estava no roteiro. A cena acabou se tornando a mais comentada do filme, mas também foi um dos momentos mais famosos de abuso físico, mental e moral cometidos contra uma atriz na história do cinema. Schneider não tinha concordado previamente com a encenação e tanto sua surpresa quanto sua reação ao ato de Brando, eternizados no filme, foram extremamente reais. O sucesso inesperado do longa, que continua a ser terceiro filme estrangeiro de maior bilheteria nos EUA (US$ 186 milhões), rendeu indicações ao Oscar e lucros fabulosos a Bertolucci e Brando, mas Schneider recebeu apenas US$ 4 mil pelo filme e acabou estigmatizada pelo papel, passando as décadas seguintes lutando contra o vício em narcóticos e problemas de saúde mental. Em comunicado, Padilha frisou que o objetivo é dar voz a Schneider, que não pôde protestar na época. “’Último Tango em Paris’ conta a história de dois homens abusando de uma jovem inexperiente, não por sexo, mas por uma questão de arte. Eles fizeram isso diante das câmeras, e a cena resultante transformou-se em um grande filme, aclamado pela crítica e pelo público. O diretor e os atores se deleitaram com o sucesso, enquanto a dor de Maria foi negligenciada. Estou emocionado por explorar uma história sobre a ética da arte, um assunto importante, mas muitas vezes negligenciado, em parceria com a diretora Lisa Brühlmann”, explicou, citando a diretora da série “Killing Eve” que trabalhará a seu lado no comando dos episódios. Escrito por Jeremy Miller e Daniel Cohn (roteiristas-produtores da série “Boston Public”), a produção está sendo produzida pelo CBS Studios e ainda não tem previsão de estreia. Vale observar que o CBS Studios já está desenvolvendo uma produção semelhante com “The Offer”, que conta os bastidores de outro filme de Brando de 1972, “O Poderoso Chefão”, para a plataforma Paramount+.
Série da Netflix volta a juntar diretor e astro de “Cine Holliúdy”
O diretor Halder Gomes e o ator Edmilson Filho vão fazer mais um projeto juntos. Os parceiros de “Cine Holliúdy” e “O Shaolin do Serão” estão gravando uma série de sete episódios para a Netflix em Quixadá, no Sertão Central do Ceará. Chamada de “O Cangaceiro do Futuro”, a atração acompanha um homem que vem do futuro e cai no Sertão. Na produção, Edmilson Filho fará par com Chandelly Braz (“Orgulho e Paixão”). O elenco tem ainda Dudu Azevedo (o “Jesus” da Record) e Fábio Lago (“Dom”).












