All of Us Are Dead: Mais uma série coreana vira fenômeno na Netflix
A Netflix emplacou um novo fenômeno produzido na Coreia do Sul. Quatro meses após “Round 6” aparecer no topo da lista das séries mais vistas da plataforma, iniciando uma trajetória que a consagrou como a atração original mais assistida de todos os tempos na Netflix, “All of Us Are Dead” dá mostras de seguir o mesmo caminho. A série de zumbis, que estreou em 28 de janeiro, entrou no Top 10 semanal da Netflix não apenas em 1º lugar, mas com quase 125 milhões de horas de exibição. O total supera muito a série em inglês mais vista da semana – os novos episódios de “Ozark” renderam 96 milhões de horas vistas. Uma curiosidade é que “All of Us Are Dead” tem um detalhe em comum com “Round 6”. Seu elenco inclui participação de Lee Yoo-mi, que viveu Ji-yeong (a jogadora #241) no fenômeno da Netflix. A trama de “All of Us Are Dead” acompanha um surto de zumbis que começa em uma escola do Ensino Médio e a luta de um grupo de estudantes para sobreviver, enquanto esperam ser resgatados, sem saber que a epidemia se alastrou por toda a cidade. Apesar de concluída em seus 12 episódios, a trama deixou gancho para uma 2ª temporada, que o sucesso da atração deve materializar. Baseada no webtoon “Now at Our School”, a produção foi desenvolvida por Chun Sung-il (“Os Piratas”) e conta com direção de Lee Jae-kyoo (“Estranhos Íntimos”). Vale lembrar que esta é a segunda série sul-coreana de zumbis da plataforma, que já exibia com sucesso a atração de época “Kingdom”, com mortos-vivos e guerreiros medievais.
Denis Leary e Jennifer Beals entram em “Law & Order: Organized Crime”
A produção de “Law & Order: Organized Crime” anunciou a entrada dos atores Denis Leary (“Esquadrão Resgate”/Rescue Me) e Jennifer Beals (“The L Word”) no elenco recorrente da 2ª temporada da atração. Leary interpretará Frank Donnelly, um colega policial que se conecta com o Detetive Stabler (interpretado por Christopher Meloni), enquanto Beals dará vida à esposa de Preston Webb (Mykelti Williamson), um traficante de drogas de Nova York. A série do produtor Dick Wolf foi renovada para seu segundo ano de produção em maio do ano passado, após apenas cinco episódios exibidos com uma média de 5 milhões de espectadores ao vivo. A atração atraiu o público por trazer de volta o personagem Elliot Stabler, vivido por Christopher Meloni, que tinha se despedido do universo “Law & Order” há 10 anos, quando estrelava “Law & Order: Special Victims Unit”. “Law & Order: Organized Crime” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
“The L Word: Generation Q” terá 3ª temporada
O canal pago Showtime anunciou a renovação de “The L Word: Generation Q” para a 3ª temporada. O spin-off da pioneira “The L Word” (2004–2009) foi desenvolvido pela criadora da série original, Ilene Chaiken, em parceria com a nova showrunner Marja-Lewis Ryan. A produção reúne Jennifer Beals, Kate Moennig e Leisha Hailey com uma nova geração de atrizes jovens e encerrou sua 2ª temporada em outubro do ano passado nos EUA. Haverá muitas pontas soltas para amarrar na 3ª temporada, após os últimos eventos exibidos. Na 2ª temporada, Bette (Beals) teve que lidar com o noivado de sua ex-mulher, Tina (Laurel Holloman, de volta ao papel da série clássica), e a busca de sua filha Angie (a estreante Jordan Hull) pelo pai biológico, enquanto Shane (Moennig) expandiu seus negócios e seus sentimentos por Tess (Jamie Clayton, de “Sense8”) e Alice (Hailey) virou uma autora de sucesso. Isto sem contar as tramas das novas personagens. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios. “The L Word: Generation Q” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Amazon Prime Video.
HBO Max desistiu de reviver “The Boondocks”
A HBO Max desistiu de reviver a série animada “The Boondocks”. A plataforma de streaming da Warner tinha encomendado duas temporadas da atração, que voltaria a ser escrita e produzida por Aaron McGruder, criador dos quadrinhos e da animação originais, e produzida pela Sony. Mas com o passar do tempo o projeto deixou de ser mencionado. Agora, Cedric Yarbrough, que dublou Tom DuBois na série original, revelou que o projeto foi abandonado. “Eu odeio dizer isso… mas a série não vai voltar. Estávamos querendo fazer a série e a Sony também… mas eles decidiram abandonar”, ele disse durante participação no podcast Geekset. “Espero que um dia possamos revisitá-la… Eu gostaria que a série voltasse.” Com quatro temporadas exibidas espaçadamente entre 2005 e 2014, a série marcou época no bloco adulto do Cartoon Network, batizado de Adult Swim, ao abordar temas complexos como o racismo e a luta de classes. A série girava em torno de dois meninos, os irmãos Huey, de dez anos, e Riley, de oito anos de idade, além de seu avô Robert Freeman, responsáveis pela perspectiva dos episódios. Além de Yarbrough, o elenco de vozes originais contava com Regina King, John Witherspoon, Gary Anthony Williams e Jill Talley.
“The Orville” retorna em prévia repleta de ação
A plataforma americana Hulu” divulgou um longo vídeo de “The Orville: New Horizons”, que mostra a cena que abre a temporada com muita ação, seguida pelos créditos da série, que será lançada em 2 de junho exclusivamente em streaming. Originalmente, “The Orville” era exibida na rede americana Fox, mas com a compra do estúdio 20th Century Fox pela Disney, a atração foi remanejada e ganhou um subtítulo para diferenciar sua nova versão das duas temporadas apresentadas na TV. O detalhe é que muita gente nem lembrava que a série tinha sido renovada, já que seu último episódio foi exibido em abril de 2019. A pandemia estourou em meio à produção dos episódios, gerando um grande atraso nos trabalhos. Em seu Twitter, o criador e astro da série, Seth MacFarlane, comentou a situação. “Para todos os fãs de ‘The Orville’: obrigado por serem tão pacientes conosco enquanto enfrentamos os desafios de produção resultantes da pandemia de covid-19”, escreveu ele. “Como acontece ocasionalmente, nosso programa sofreu com o cenário de programação da televisão em constante mudança, o que significa que a espera foi um pouco mais longa que esperávamos, mas agora estamos nos preparando para um lançamento em 2 de junho na Hulu”. Desenvolvida e estrelada por MacFarlane (que também é o criador da série animada “Uma Família da Pesada”/Family Guy), a série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária, em sua missão de cinco anos para homenagear todas as produções já feitas do universo “Star Trek”. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (“Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (“Castle”) e Peter Macon (“Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”). “The Orville” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Bill Nighy viverá o papel de David Bowie na série de “O Homem que Caiu na Terra”
O canal americano Showtime anunciou a escalação de Bill Nighy (“Simplesmente Amor”) na série “The Man Who Fell to Earth”, adaptação do filme “O Homem que Caiu na Terra”. Seu papel revela que a atração será uma continuação do filme de 1976. Nighy irá interpretar Thomas Newton, personagem vivido por David Bowie na adaptação cinematográfica. Na trama, Newton está na Terra há quase 50 anos e recorre à ajuda de Faraday (Chiwetel Ejiofor, de “12 Anos de Escravidão”), o novo alienígena da trama, para completar sua missão. O elenco também destaca Naomie Harris (“007 – Sem Tempo Para Morrer”) como “uma cientista e engenheira brilhante que deve conquistar seus próprios demônios na corrida para salvar dois mundos”, de acordo com a sinopse. “Me senti honrado ao ser convidado para interpretar o papel de Thomas Jerome Newton, que o glorioso David Bowie tornou tão famoso”, afirmou Nighy em um comunicado. “Eu estava decidido a trabalhar novamente com Chiwetel e Naomie”, completou, lembrando que já tinha contracenado com Ejiofor em “Simplesmente Amor” (2003) e com Harris na franquia “Piratas do Caribe”. No clássico de 1976, dirigido por Nicolas Roeg, Bowie vivia um alienígena preso na Terra após sua nave sofrer um acidente. Disfarçado como o excêntrico Thomas Jerome Newton, ele funda uma empresa de tecnologia revolucionária, avançando as descobertas científicas da humanidade para fabricar os componentes que precisa, visando consertar sua nave, voltar para sua família e salvar seu planeta, que agoniza com a falta d’água. Mas suas invenções chamam atenção. A série, por sua vez, vai acompanhar um novo personagem alienígena, que “chega à Terra em um ponto de inflexão na evolução humana e deve enfrentar seu próprio passado para determinar nosso futuro”. “The Man Who Fell to Earth” foi criada por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek”, em parceria com Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet). Os dois trabalharam juntos em “Star Trek: Discovery” e “A Múmia” e co-escreveram o roteiro do piloto. Kurtzman também dirige o primeiro episódio. Além deles, a produção contará com John Hlavin, criador de “O Atirador” (Shooter). Assim como outras produções do canal Showtime, a série será disponibilizada no Brasil pela nova plataforma Paramount+. Veja abaixo o trailer do filme de 1976 e o primeiro teaser da nova série.
Atriz é demitida da série “Run the World” por recusar vacinação
A atriz Andrea Bordeaux foi demitida da comédia “Run the World”, disponibilizada no Brasil pela plataforma Starzplay, por não seguir os protocolos estabelecidos pelo estúdio Lionsgate no combate ao coronavírus. Integrantes do elenco só podem trabalhar se estiverem imunizados e ela recusou-se a se vacinar. Andrea fazia parte do quarteto protagonista e, segundo o site Deadline, a personagem dela será descartada na 2ª temporada. Em postagem no Instagram, a atriz afirmou que foi realmente demitida e defendeu sua escolha. “Meu coração está com as pessoas ao redor do mundo que sentem que estão perdendo muitas coisas devido à escolha de permanecerem firmes com as próprias convicções e honrar crenças essenciais”, ela escreveu na rede social, acrescentando estar em paz com a decisão tomada. Estúdios e produtoras de Hollywood implementam políticas rígidas contra a covid-19, após vários prejuízos com adiamentos de produções por contaminação. Mas alguns atores preferiram o desemprego à vacinação, como Emilio Estevez na série “Virando o Jogo dos Campeões”, na Disney+, e Rockmond Dunbar em “9-1-1”, na rede Fox. Muitos defendem o direito a liberdade de escolha, mas essa escolha afeta a liberdade de todas as outras pessoas, que precisam continuar seguindo protocolos, como uso de máscara de proteção e distanciamento, porque ainda existem não vacinados. Além disso, a Organização Mundial de Saúde alerta que a falta de cobertura vacinal é a responsável pelo surgimento das variantes, cada vez mais efetivas na contaminação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrea Bordeaux (@andreabordeaux)
Gary Oldman volta a viver espião nas primeiras fotos de “Slow Horses”
A Apple TV+ divulgou as primeiras fotos da minissérie de espionagem “Slow Horses”, estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017). Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista homônimo da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua em um departamento de despejo do MI5. Onze anos depois de estrelar “O Espião que Sabia Demais”, Oldman volta a ser um espião: Jackson Lamb, o brilhante, mas irascível líder que acaba na menos importante divisão da agência de espionagem por causa de erros no fim de sua carreira. O elenco premiado também inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”). Com seis episódios, a minissérie estreia em 1º de abril.
Roar: Série feminista de Nicole Kidman ganha primeiras fotos
A Apple TV+ divulgou as quatro primeiras fotos de “Roar”, série descrita como uma “antologia de fábulas feministas sombrias e cômicas”. As imagens destacam as participações das estrelas Nicole Kidman (“Big Little Lies”), Cynthia Erivo (“The Outsider”), Merritt Wever (“Inacreditável”) e Betty Gilpin (“GLOW”) no elenco. Além de estrelar, Nicole Kidman também é uma das produtoras do projeto, por meio de sua empresa Blossom Films. Inspirada pelo livro de mesmo nome, escrito por Cecelia Ahern, “Roar” ainda conta com as participações de Issa Rae (“Insecure”) e Alison Brie (também de “GLOW”). A iniciativa da produção partiu das criadoras de “GLOW”, Liz Flahive e Carly Mensch. Elas comandam oito episódios de meia hora cada, com narrativas, elencos e pontos de vista diferentes, sempre lidando com o que significa ser mulher hoje. A estreia está marcada para em 15 de abril.
Trailer de minissérie mostra Samuel L. Jackson envelhecido
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer da minissérie “The Last Days of Ptolemy Grey”, estrelada por Samuel L. Jackson. Ao contrário de “Capitã Marvel”, em que foi rejuvenescido por maquiagem, o ator surge envelhecido na produção para dar vida ao personagem-título, numa adaptação do romance homônimo de Walter Mosley (“O Diabo Veste Azul”) dirigida por Ramin Bahrani (“O Tigre Branco”). Na história apresentada em seis capítulos, Jackson encarna um homem de 91 anos que sofre de demência e foi esquecido por sua família, seus amigos e até por si mesmo. Mas tem a chance de participar de um programa revolucionário, capaz de recuperar todas as suas lembranças por um curto período. Ele decide usar este momento de lucidez para resolver a morte de um sobrinho e fazer as pazes com o passado. A série vai estrear em 11 de março, com a disponibilização dos dois primeiros episódios na plataforma de streaming da Apple. Os capítulos seguintes serão lançados semanalmente, sempre às sextas-feiras.
Série sobrenatural com Elisabeth Moss e Wagner Moura ganha primeiro teaser
A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser de “Shining Girls”, minissérie de suspense que será estrelada por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”) e pelo brasileiro Wagner Moura (“Narcos”). Adaptação do romance homônimo de Lauren Beukes, lançado no Brasil com o título de “Iluminadas”, a trama gira em torno de um serial killer capaz de viajar no tempo. Para viajar pelo tempo, tudo o que ele precisa fazer é assassinar “garotas brilhantes”, mulheres com potencial de grandeza, que ele recebe a missão de eliminar. Voltando no tempo após cada assassinato, seus crimes são perfeitos e impossíveis de serem rastreados. Ou pelo menos é o que ele pensa. Moss vai viver um dos alvos do assassino nos anos 1990, a primeira mulher que sobrevive a seu ataque, enquanto Moura interpretará um jornalista que investiga o atentado contra ela e se torna tanto um aliado quanto um possível suspeito. A adaptação foi desenvolvida por Silka Luisa (produtora-roteirista de “Strange Angel”) e também destaca no elenco Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Amy Brenneman (“The Leftovers”) e Phillipa Soo (“Dopesick”). Além de atuar, Moss divide a produção executiva da atração com Leonardo DiCaprio, por meio da empresa do ator, Appian Way. A estreia está marcada para 29 de abril.
Série documental mostra Kanye West antes da fama
A Netflix divulgou o trailer de “Jeen-yuhs: A Kanye Trilogy”, documentário em três partes que narra a trajetória de Kanye West desde antes da fama. A produção mostrará mais de duas décadas de imagens nunca antes vistas, cobrindo a carreira de Kanye desde que ele surgiu na cena hip-hop de Chicago nos anos 1990 até sua candidatura presidencial fracassada em 2020, passando pela morte de sua mãe e seu casamento com Kim Kardashian, que acabou recentemente em divórcio. A direção está a cargo da dupla Clarence “Coodie” Simmons e Chike Ozah, mais conhecida como Coodie & Chike, que dirigiu e produziu vários clipes de Kanye, como “Jesus Walks (Version 3)” e “Through the Wire”. A dupla também produziu e dirigiu os documentários “Benji” (2012) e “A Kid From Coney Island” (2019) sobre antigos astros de basquete, além de clipes para Lupe Fiasco, Erykah Badu e outros. E sem maiores planejamentos, vinha filmando bastidores de shows e gravações, e momentos íntimos de Kanye há mais de 20 anos. No entanto, o controle criativo do projeto está totalmente nas mãos do rapper, famoso por centralizar as decisões de sua carreira e também por ser uma das pessoas mais difíceis de lidar na indústria musical americana, graças a surtos causados por transtorno bipolar e convicção inabalável de que é mesmo um gênio (ou “jeen-yuhs”). A chamada “trilogia de Kanye” é, na verdade, uma minissérie de três capítulos, que terá uma estratégia de divulgação diferenciada (para a Netflix, mas não para qualquer outro canal), com o lançamento de um episódio por semana, durante três sextas consecutivas a partir do dia 16 de fevereiro. Kanye, que atualmente grava sob o pseudônimo Ye, vai aproveitar esta estreia para promover também seu novo álbum de estúdio, “Donda 2”, que será lançado em 22 de fevereiro.
Teaser mostra Bill Skarsgård como criminoso que originou a “síndrome de Estocolmo”
A Netflix divulgou o teaser da minissérie “Clark”, sobre o criminoso sueco que originou o termo “síndrome de Estocolmo”, adotado pela psiquiatria. A produção de tom cômico é ambientada nos anos 1970 e estrelada pelo ator Bill Skarsgård (o palhaço Pennywise de “It: A Coisa”). Ele vive o gângster sueco Clark Olofsson, que se tornou famoso por conquistar a boa vontade de suas vítimas com seu charme e boa aparência. Para quem não conhece, a “síndrome de Estocolmo” define a simpatia das vítimas por aqueles que lhes causam mal. O termo é geralmente utilizado para explicar porque porque alguns reféns se tornam amigos e até passam a defender os criminosos que os submetem à violência. O estado mental é resultado de um bloqueio e estratégia de sobrevivência ao abuso. O termo passou a ser utilizado após Clark Olofsson e Jan-Erik Olsson manterem vários pessoas como reféns após um assalto que deu errado num banco de Estocolmo, em 1973. Ao fim do cerco policial, nenhum dos reféns quis testemunhar contra os ladrões e ainda levantaram fundos para ajudá-los em suas defesas. A minissérie tem roteiro e direção de Jonas Åkerlund, responsável por “Lords of Caos”, cinebiografia da banda de death metal Mayhem, e por vários clipes famosos – de Madonna a Lady Gaga. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2022, em data ainda não revelada.












