PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Catherine Zeta-Jones fará série de “A Lenda do Tesouro Perdido”

    8 de fevereiro de 2022 /

    A atriz Catherine Zeta-Jones (“A Lenda do Zorro”) vai estrelar a série baseada em “A Lenda do Tesouro Perdido”, que contará uma nova história com personagens diferentes dos dois filmes já produzidos. Zeta-Jones interpretará Billie, uma bilionária caçadora de tesouros que se torna mentora da protagonista, Jess Morales, transformando uma órfã latina sem um tostão em um aventureira e mulher de negócios bem-sucedida. A jovem Lisette Alexis (“Total Eclipse”) viverá sua pupila na trama. O projeto está sendo desenvolvido pelos roteiristas do filme, o casal Marianne e Cormac Wibberley, e vai mostrar como e porque Morales parte com seu diversificado grupo de amigos numa aventura para descobrir sua misteriosa história familiar e, claro, recuperar um tesouro perdido. O produtor Jerry Bruckheimer, responsável pelos filmes, também faz parte da equipe da série, que contará com direção da cineasta Mira Nair (“O Relutante Fundamentalista”). A série não é considerada um reboot, mas uma extensão do universo dos filmes. A Disney não pretende aposentar a versão da franquia estrelada por Cage e já planeja o retorno do personagem Benjamin Gates, que é uma mistura de Indiana Jones e Robert Langdon, em “A Lenda do Tesouro Perdido 3”. Veja abaixo o trailer do filme original.

    Leia mais
  • Série

    Rita Ora entra na série derivada de “A Bela e a Fera”

    7 de fevereiro de 2022 /

    A cantora Rita Ora foi escalada na série derivada do filme “A Bela e a Fera” (2017), que será exibida na Disney+ e abordará o passado de Gaston (Luke Evans) e LeFou (Josh Gad). Ela confirmou a participação num post em seu Instagram. “Não posso mais guardar o segredo!”, escreveu. “Estou muito animada por me juntar ao elenco da série prólogo de ‘A Bela e a Fera’! Lembro de assistir ‘A Bela e a Fera’ com minha família várias vezes quando criança e imediatamente me apaixonar pela música e pelos personagens. Nunca em meus sonhos mais loucos eu poderia imaginar entrar neste mundo de conto de fadas”. Conhecida pelos hits “Let You Love Me” e “Anywhere”, a cantora e jurada do “The Masked Singer UK” tem investido na atuação nos últimos anos, com papéis de destaque na franquia “Cinquenta Tons de Cinza” e em “Detetive Pikachu”. Sua personagem não recebeu nome, mas foi descrita pela Disney como “uma fugitiva com habilidades surpreendentes, que carrega um segredo capaz de afetar todo um reino”. O estúdio divulgou a sinopse da série no ano passado, incluindo na trama a meio-irmã de LeFou, Tilly (Briana Middleton), e prometendo revelar a identidade da feiticeira misteriosa que amaldiçoou a Fera na história original. O projeto foi desenvolvido pelo ator Josh Gad em parceria com a dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz, que têm boa experiência com adaptações de contos de fada da Disney, após conduzirem a série “Once Upon a Time” por sete temporadas. Ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por RITA ORA (@ritaora)

    Leia mais
  • Série

    Amazon renova “Reacher” em tempo recorde

    7 de fevereiro de 2022 /

    A Amazon Prime Video anunciou a produção da 2ª temporada de “Reacher”, três dias após a estreia da atração. Desconsiderando as séries renovadas antes da estreia, que não levam em conta a performance diante do público, esta foi a renovação mais rápida já feita pela plataforma. Mesmo sem revelar números – a Amazon nunca revelou um dado sequer de sua audiência – , o comunicado da renovação afirma que “Reacher” virou uma das maiores estreias de séries do Prime Video em todos os tempos. “A estreia fenomenal de ‘Reacher’ é um reflexo da criação de Lee Child que gerou um dos heróis mais conhecidos do entretenimento, da abordagem original de Nick Santora para a narrativa, da brilhante incorporação do personagem por Alan Ritchson e a dedicação das pessoas talentosas que trabalharam incansavelmente na frente e atrás das câmeras para fazer uma série inegavelmente digna de compulsão”, disse Jennifer Salke, chefe da Amazon Studios. “O impacto global de ‘Reacher’ a tornou uma das maiores estreias de séries do Prime Video, e mal podemos esperar para trazer aos fãs uma 2ª temporada de seu novo programa favorito”, ela completou. “Toda a equipe de ‘Reacher’ – elenco, produção, roteiristas, etc. – está muito feliz com a recepção maravilhosa que o programa recebeu”, acrescentou Santora. “Amazon, Skydance e Paramount têm sido parceiros fantásticos e todos estão animados para arregaçar as mangas e trabalhar no que será uma ótima 2ª temporada”. O personagem do escritor Lee Child já tinha sido vivido por Tom Cruise em dois filmes. Interpretado por Alan Ritchson (o herói Rapina de “Titãs”) na Amazon, Jack Reacher começa sua 1ª temporada chegando à pequena cidade de Margrave, na Geórgia, onde é imediatamente preso e implicado no primeiro homicídio do local em 20 anos. O problema dessa acusação aleatória é que escolheram o desconhecido errado para incriminar, porque Reacher é um ex-militar de grande força, treinamento e capacidade, que está sempre se envolvendo em confusões e saindo de todas na base da porrada e perspicácia. Na 1ª temporada, Nick Santora (criador de “Scorpion”) levou às telas o livro que introduziu o personagem, “Dinheiro Sujo” (The Killing Floor), publicado em 1997. Não está claro se a próxima temporada adaptará o livro seguinte, “Destino: Inferno” (Die Trying). Os primeiros episódios também contaram com participações de Willa Fitzgerald (“Pânico – A Série”/Scream), Malcolm Goodwin (“iZombie”), Kristin Kreuk (“Smallville”) e Bruce McGill (“Rizzoli & Isles”). Todos os 8 episódios foram liberados simultaneamente na sexta passada (4/2).

    Leia mais
  • Série

    “Goosebumps” vira série da Disney+

    7 de fevereiro de 2022 /

    A Disney+ vai exibir uma nova série de “Goosebumps” produzida pela Sony Pictures Television. Com inúmeros livros e derivados publicados de 1992 até os dias de hoje, “Goosebumps” é uma antologia de histórias de terror protagonizadas por crianças e adolescentes, que também é mundialmente conhecida pela adaptação televisiva bem-sucedida, exibida com grande audiência na antiga Fox Kids, entre 1995 e 1998. O sucesso da franquia inspirou a produção de dois filmes pela Sony, em 2015 e 2018. A nova série inspirada pelas criações do escritor RL Stine está a cargo da equipe dos filmes, principalmente do diretor do longa de 2015, Rob Letterman, que desenvolveu o projeto em parceria com Nicholas Stoller (roteirista de “Os Muppets”) e Neal H. Moritz (produtor das adaptações de cinema). Os capítulos vão acompanhar um grupo de cinco estudantes do ensino médio que liberam forças sobrenaturais em sua cidade e precisam trabalhar juntos – apesar de algumas rivalidades ​​- para salvá-la, aprendendo muito sobre os segredos de seus próprios pais no processo. Além de escrever e produzir, Letterman vai dirigir o primeiro episódio. Ainda não há previsão de estreia da atração.

    Leia mais
  • Série

    Recursos Humanos: Monstros hormonais de “Big Mouth” ganham série derivada

    7 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Recursos Humanos” (Human Resources), série derivada de “Big Mouth” focada no mundo dos monstros hormonais, agora expandidos para conter também criaturas mais terríveis, como Magos da Vergonha e Gatinhos da Culpa. A principal diferença de “Human Resources” em relação a “Big Mouth” será o tom de sátira ao corporativismo, além do protagonismo dado aos monstros, que na série original sobre adolescentes em crise hormonal são meros coadjuvantes. Situada inteiramente no mundo sobrenatural dos já conhecidos monstros Maurice (voz de Nick Kroll) e Connie (Maya Rudolph), o derivado vai detalhar o trabalho das criaturas, que tem a função de incentivar ou atrapalhar, como guias dos muitos estágios da vida humana. O spin-off será lançado em 18 de março.

    Leia mais
  • Série

    Série da “Turma da Mônica” ganha primeira imagem

    7 de fevereiro de 2022 /

    A série da “Turma da Mônica” teve sua primeira imagem revelada. A foto foi tirada no set e mostra o quarteto central em meio ao cenário e com uma claquete para indicar que as gravações começaram. Desenvolvida para a plataforma Globoplay, a série está sendo gravada em Poços de Caldas, Minas Gerais, mesmo local onde os dois filmes da franquia foram realizados. A atração é comandada pelo cineasta Daniel Rezende, que dirigiu “Turma da Mônica: Laços” e “Turma da Mônica: Lições”, e conta com os mesmos atores do cinema: Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). A novidade mais recente da produção foi o ingresso de Mariana Ximenes no elenco como Madame Frufru, personagem criada em 1997 como representante da classe alta, que estimula a frescura, arrogância e “metidez” de sua filha Carminha – a intérprete da “garota popular” ainda não foi revelada. A série ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    “Vikings: Valhalla” ganha trailer épico da Netflix

    7 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Vikings: Valhalla”. A prévia exibe batalhas épicas, com inúmeros figurantes e efeitos visuais, além de apresentar os personagens centrais, destacando a “ascensão dos vikings que se tornarão lendas”. A nova série é uma continuação da recém-encerrada “Vikings” desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst. Mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos, como Leif Eriksson, Freydis Eriksdotter, Harald Sigurdsson e William, o Conquistador, primeiro rei normando da Inglaterra. A ligação com os personagens da série anterior se dá justamente por William, que é descendente direto de Rollo, o irmão de Ragnar, cuja ascensão na monarquia franca (atual França) foi mostrada em “Vikings”. Desta vez, Hirst terá um papel menos ativo – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , deixando o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). O elenco destaca Sam Corlett (o Caliban de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Jóhannes Jóhannesson (o rei do gelo Cumber em “Cursed”), Frida Gustavsson (“Swoon”), Leo Suter (“The Liberator”), Bradley Freegard (“Keeping Faith”), Laura Berlin (“Immenhof – The Adventure of a Summer”), David Oakes (“The Pillars of the Earth”), Caroline Henderson (“Tuya Siempre”) e Pollyanna McIntosh (a Jadis de “The Walking Dead”). A estreia acontece em 25 de fevereiro.

    Leia mais
  • Série

    “Maravilhosa Sra. Maisel” está mais ousada no trailer da nova temporada

    7 de fevereiro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), que mostram a personagem-título decidida a não se autocensurar mais, rendendo apresentações mais ousadas e feministas. Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Antes do estouro da atração, sua criadora, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. Fora do ar há dois anos, os novos capítulos chegarão em 18 de fevereiro com novidades no elenco, incluindo Milo Ventimiglia, astro de “This Is Us”.

    Leia mais
  • Série

    Lily James usou 50 seios postiços para parecer Pamela Anderson em “Pam and Tommy”

    7 de fevereiro de 2022 /

    A produção da minisssérie “Pam and Tommy” surpreendeu ao deixar Lily James (“Rebecca”) parecida com Pamela Anderson. Originalmente, as duas atrizes são muito diferentes. Mas a equipe de maquiagem conseguiu realizar uma transformação completa. Em entrevista ao site Refinery29, Jason Collins, chefe de maquiagem da produção, contou alguns dos segredos. Entre eles, estão o uso de nada menos que 50 seios postiços. “A verdade é usávamos um novo par todos os dias para filmar, o que significava ter 50 deles produzidos”, disse. Segundo Collins, outros 20 pares de seios acabaram sendo descartados durante as filmagens por causa de acidentes. Mais de uma dúzia foram destruídos durante as filmagens das cenas de sexo da atriz. “Nós passamos de 65 a 70 seios”, contou o chefe da maquiagem, revelando o atrito gerado pelas cenas íntimas entre Lily James e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”), intérprete do roqueiro Tommy Lee, foi responsável pela perda de várias próteses. Além das próteses, a produção também contou com um time de cabeleireiros para mudar o cabelo de Lily James, além de uma equipe de maquiadores para mudar sua expressão. Barry Lee Moe, chefe do departamento de cabelo da produção, contou à revista Variety que antes das câmeras começarem a gravar, James passava de 3 a 5 horas diárias com cabeleireiros e maquiadores para ficar parecida com a estrela dos anos 1990. “Acabamos usando 25 perucas no final”, contou, lembrando ainda que todos os atores, incluindo Seth Rogen (“Vizinhos”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) usaram perucas na produção. “Nós os transformamos em novos personagens”, contou Lee Moe. Lançada na semana passada pela plataforma Star+, “Pam and Tommy” lembra o vazamento da sex tape mais famosa de todos os tempos, gravada na lua de mel da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) e do baterista da banda Mötley Crüe, trazendo Lily James e Sebastian Stan nos papéis de Pamela Anderson e Tommy Lee. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual da década de 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro casal nos anos 1990. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen ainda interpreta o homem que roubou a fita infame. Os três primeiros episódios já estão disponíveis, com os demais (de um total de oito) liberados semanalmente às quartas.

    Leia mais
  • Série

    As 10 melhores séries de streaming lançadas em janeiro

    6 de fevereiro de 2022 /

    Com várias plataformas de streaming lançando conteúdo sem parar, não é difícil deixar passar em branco atrações que poderiam se tornar favoritas. Será que você está perdendo alguma das melhores séries disponibilizadas neste começo do ano por falta de tempo e excesso de opções? Pensando nisso, disponibilizamos abaixo uma repescagem, com um Top 10 dos melhores seriados lançados em janeiro. Confira se está acompanhando tudo ou se perdeu alguma das indicações. E lembre-se: não é porque ficaram de fora que outras séries do período deixam de ser valorosas. É que a maravilhosa 11ª atração não coube na contagem.   PACIFICADOR | HBO MAX   A série filhote de “O Esquadrão Suicida” acompanha a nova missão do vilão sem noção vivido por John Cena, ao lado de dois personagens do filme e adições divertidas do DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics). Criação do diretor de “O Esquadrão Suicida”, cada episódio tem uma ou duas reviravoltas inteligentes e cenas muito engraçadas, mas o que deve fisgar a atenção dos espectadores são os diálogos surpreendentemente profundos, que surgem sem aviso. Com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Pacificador” agrada em cheio os muitos fãs do humor pueril, rude e repleto de referências de quadrinhos do cineasta James Gunn, além de ter se tornado (segundo o diretor) o maior sucesso da HBO Max.   EUPHORIA | HBO Max   Um dos retornos mais aguardados de 2022, “Euphoria” chega a sua 2ª temporada após consagrar Zendaya com o Emmy em 2020. A pandemia estendeu muito a espera entre os episódios – mesmo com o lançamento de dois especiais intermediários – , e a ansiedade dos fãs rendeu recordes de audiência e comentários nas redes sociais, abordando inúmeros momentos dramáticos, divertidos, caóticos e tensos do grupo de jovens da trama, enquanto eles tentam se encontrar em meio a um mundo repleto de drogas, sexo e violência. Para a 2ª temporada, a produção adicionou algumas novidades no elenco, com destaque para Minka Kelly, intérprete da super-heroína Columba (Dove) na série “Titãs”, que vive uma dona de casa suburbana, cínica e viciada; o cantor Dominic Fike, do hit “3 Nights”, que estreia como ator no papel de um novo amigo de Rue e Jules; e Demetrius “Lil Meech” Flemory Jr., que viveu o próprio pai, o gângster Demetrius “Big Meech” Flemory, na série biográfica “BMF” (Black Mafia Family) e agora é um novo interesse romântico de Maddy (Alexa Demie).   OZARK | NETFLIX   O começo do fim, também conhecido como Parte 1 da 4ª e última temporada da série em que todos são maus caráteres, estabelece um clima de guerra iminente pelo controle do dinheiro do tráfico de drogas local. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), a atração acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman, de “Arrested Development”), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para a região remota do título, no interior dos Estados Unidos, após Marty se endividar com um cartel do narcotráfico mexicano. Lá, eles constroem seu próprio império criminal. A reviravolta do final mostra a ex-aprendiz local de Marty, vivida por Julia Garner (“The Americans”), recrutando o filho dele (Skylar Gaertner, o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) para suas atividades criminosas. As apostas são altas e uma morte impactante impulsiona o clima extremamente tenso, deixando claro que ninguém estará a salvo no fim da série.   ALL OF US ARE DEAD | NETFLIX A nova série sul-coreana de terror é baseada num webtoon (quadrinhos) e combina horror sangrento com romance e humor bizarro em meio a um surto de zumbis. A trama acompanha a epidemia desde seu começo em uma escola do Ensino Médio, enfatizando a luta dos estudantes para sobreviver, enquanto esperam ser resgatados, sem saber que a contaminação se alastrou por toda a cidade. Virou um fenômeno de audiência, que rende comparações a “Round 6”. E uma curiosidade é que compartilha um detalhe com “Round 6”: a participação de Lee Yoo-mi, que viveu Ji-yeong (a jogadora #241) na série anterior. Apesar de concluída em seus 12 episódios, a trama deixou gancho para uma 2ª temporada, que o sucesso da atração deve materializar.   GIRLS5EVA | Globoplay   Desenvolvida por Tina Fey e Meredith Scardino (parceiras de “Unbreakable Kimmy Schmidt”), a comédia musical gira em torno da turnê da volta de um grupo pop feminino que fez sucesso nos anos 1990. Após seu maior hit ser sampleado por um jovem rapper, o Girls5eva – uma criação inspirada em Spice Girls e Pussycat Dolls – se vê subitamente de volta à moda e suas integrantes decidem dar mais uma chance ao sonho do estrelato pop. Só que elas não são mais adolescentes – têm filhos, empregos, dívidas e algumas nem se parecem mais fisicamente com suas versões jovens. O elenco é encabeçado pela cantora Sara Bareilles (“Little Voice”), Renée Elise Goldsberry (“Altered Carbon”), Paula Pell (“A.P. Bio”) e Busy Philipps (“Cougar Town”), e a atração já foi renovada, após atingir 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.   DEPOIS DA FESTA | APPLE TV+ Outra boa série de comédia, gira em torno do mistério de um assassinato numa festa, que se desenrola em oito episódios, cada um filmado num estilo diferente para combinar com a perspectiva do suspeito da semana. Divertida e inteligente ao mesmo tempo, a trama criada por Christopher Miller (“Anjos da Lei”) traz Tiffany Hadish (“Viagem das Garotas”) como a detetive policial que tenta descobrir quem matou o anfitrião da festa (Dave Franco, de “Artista do Desastre”), uma celebridade que organiza uma reunião com antigos colegas de escola. O ótimo elenco ainda destaca Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Ilana Glazer (“Broad City”), Ike Barinholtz (“Projeto Mindy”), Sam Richardson (“Ted Lasso”), Zoe Chao (“Love Life”) e John Early (“Search Party”).   ARQUIVO 81 | NETFLIX   Inspirada em um podcast homônimo, o terror acompanha o personagem de Mamoudou Athie (“Ameaça Profunda”), que recebe a missão de restaurar uma coleção de fitas de vídeo danificadas num incêndio em 1994. O conteúdo é trabalho de uma documentarista que investigava fenômenos sobrenaturais e uma provável seita diabólica num antigo prédio residencial. E quanto mais ele restaura as imagens, mais envolvido se torna, a ponto de se ver passando pelas mesmas situações enfrentadas pela documentarista há 28 anos. A série foi desenvolvida por Rebecca Sonnenshine (produtora-roteirista de “The Boys” e “The Vampire Diaries”), tem direção de Rebecca Thomas (“A Fita Azul”) e produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”). E é daquelas que fazem o espectador maratonar noite a dentro, hipnotizado com o quebra-cabeças narrativo e torcendo por uma 2ª temporada.   NAOMI | HBO MAX Produzida e com piloto dirigido pela cineasta Ava Duvernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”), “Naomi” destaca a jovem atriz Kaci Walfall (“Army Wives”), de 16 anos, como uma adolescente apaixonada por super-heróis, que leva um choque quando começa a manifestar superpoderes durante uma aparição inesperada de Superman, personagem que todos sabem que só existe nos quadrinhos. Seu mundo é abalado de vez quando ela descobre outros superpoderosos em sua cidadezinha, um deles vindo do planeta Thanagar, que não só jura que Superman existe como é seu amigo. Entretanto, se existem super-heróis, também há supervilões. A série foi desenvolvida pela roteirista-produtora Jill Blankenship (de “Arrow”).   A IDADE DOURADA | HBO MAX A nova série criada por Julian Fellowes, responsável pelo fenômeno britânico “Downton Abbey” (2010-2015), é um drama de época que trata de conflitos de classe. Mas em vez de aristocratas e seus funcionários, a disputa se dá entre famílias tradicionais e novos ricos. O título da atração remete a um termo cunhado pelo escritor Mark Twain (1835-1910) para caracterizar uma época na qual a alta sociedade dos EUA, apesar da aparência de riqueza, vivia entre falências, corrupção e escândalos. “The Gilded Age” não seria uma era de ouro (golden age), mas um período que tentava se passar por dourado. O enredo gira em torno de Marian Brook (Louisa Jacobson), jovem herdeira de uma família conservadora, que chega sem um centavo em Nova York e é abrigada pela tia “rica”, a aristocrata Agnes van Rhijn (Christine Baranski), que não aceita as mudanças da época, apesar da decadência financeira de sua família. Enquanto isso, a família pouco sofisticada de seu novo vizinho, o barão da indústria ferroviária George Russell (Morgan Spector, de “Homeland”), mostra-se cada vez mais rica e influente. A guerra de classes em espartilhos é valorizada por uma cenografia e figurinos deslumbrantes, que surpreendem com sua opulência e pela recriação da Nova York do começo do século 20.   1883 | PARAMOUNT+   Prólogo de “Yellowstone”, série de maior audiência da TV paga americana, a nova atração do roteirista-produtor Taylor Sheridon é um western autêntico. A história começa como uma jornada perigosa de caravana pelo Oeste selvagem, que leva os ancestrais de John Dutton (Kevin Costner) em busca de um futuro melhor na terra prometida de Montana, através das Grandes Planícies, em meio a índios e foras-da-lei. O elenco destaca dois astros famosos da música country: o casal da vida real Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”), que formam a família protagonista com a adolescente Isabel May (“Young Sheldon”) e o menino Audie Rick. Além deles, o elenco inclui Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como guias e seguranças da viagem, e Billy Bob Thornton (“Goliath”) como um famoso ex-xerife texano, Jim Courtright, que em 1883 se transformou em fora-da-lei.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Netflix comemora uma década de conteúdo original

    6 de fevereiro de 2022 /

    A Netflix completou uma década de exibição de conteúdo original neste domingo (6/2), dia que se completam dez anos do lançamento de sua primeira série inédita em streaming. Para marcar a data, o responsável pelo conteúdo da empresa, o co-CEO Ted Sarandos, publicou um vídeo com o ator e guitarrista Stevie Van Zandt, da E Street Band de Bruce Springsteen. Van Zandt foi o astro da primeira série da Netflix, “Lilyhammer”, sobre um mafioso americano escondido numa cidadezinha congelada da Noruega. Lançada em 6 de fevereiro de 2012, a série durou três temporadas. Mas como os dois admitem no vídeo, apesar de ser a primeira exibida, “Lilyhammer” não foi a primeira produzida especificamente para a Netflix. A honra cabe a “House Of Cards”, num negócio que surpreendeu Hollywood. Mas a repercussão do acordo com o diretor e produtor David Fincher motivou Van Zandt a procurar Sarandos com uma proposta que atropelou os planos da plataforma. Na época, “Lilyhammer” já tinha sua 1ª temporada concluída, prestes a estrear na TV norueguesa. Por isso, quando Sarandos topou adquirir o programa para o mercado internacional, ele já estava pronto para ir ao ar e, assim, superou a estreia de “House of Cards” em exatamente um ano – a série produzida por Fincher chegou apenas em fevereiro de 2013. Como o protagonista de “House of Cards”, Kevin Spacey, acabou denunciado como predador sexual num dos casos mais ruidosos do movimento #MeToo, a primazia acidental de “Lilyhammer” acabou revista e hoje recebe todo o reconhecimento, a glória e o destaque por ter sido a produção que inaugurou a era moderna do streaming mundial. Não deixa de ser simbólico também que o primeiro conteúdo inédito da Netflix tenha sido uma produção norueguesa exibida com legendas. A estratégia de internacionalização de conteúdo acabou sendo um dos grandes diferenciais da plataforma, impulsionando sua expansão global e fazendo com que programas não falados em inglês se tornassem fenômenos globais, como “La Casa de Papel”, “Lupin” e “Round 6”. Além do vídeo, Sarandos emitiu um comunicado oficial da Netflix para marcar a data. Leia a íntegra abaixo. “Quando você pensa na primeira série original da Netflix, no que você pensa? Na Casa Branca? Na Penitenciária de Litchfield… Não, não foram essas. Nossa primeira série original real foi ‘Lilyhammer’ e hoje, 6 de fevereiro, marca o 10º aniversário de sua histórica estreia na Netflix. Um momento seminal na história da Netflix começou em um estúdio de gravação no Mar do Norte. Bergen é onde os criadores noruegueses Eilif Skodvin e Anne Bjørnstad abordaram Stevie Van Zandt sobre uma série que escreveram para ele em uma pequena cidade norueguesa chamada Lillehammer. Alguns meses depois, ao saber que a Netflix estava procurando conteúdo original, recebi uma ligação direta de Stevie, que queria nos enviar a série. Perguntei se podíamos ler os scripts e Stevie disse ‘Scripts? Posso te enviar toda a temporada’. Assistimos e adoramos. Eu pensei que era uma história clássica de peixe fora d’água, com Stevie interpretando um papel que seria amado pelo público, e a interação entre seu assassino sensato Frank Tagliano e a comunidade gentil ao seu redor era uma ótima comédia. Era um personagem muito familiar, mas numa cultura que poucas audiências tinham visto. Eu não tinha certeza do que viria daquele primeiro telefonema com Stevie. Eu era (sou) um grande fã de sua música e eu o amava em ‘Os Sopranos’, então fiquei feliz em conversar com ele por alguns minutos. Em seu novo livro ‘Unrequited Infatuations’, Stevie disse que a ligação levou à melhor reunião de negócios de sua vida – que foi quando nos encontramos pessoalmente. Lembro-me de que Stevie era um ator e músico muito melhor do que um vendedor. Ele humildemente descrevia o programa como ‘diferente, estranho, peculiar, às vezes é em inglês e às vezes tem legendas…’, quase como se estivesse tentando me convencer a desistir. O que ele não sabia era que já tínhamos assistido aos episódios e estávamos apaixonados pela série. Nós concordamos em comprá-la e encomendar uma 2ª temporada, sem saber que os programas de TV noruegueses geralmente só duravam uma temporada e geralmente tinham longos hiatos entre as temporadas se retornassem. Fizemos um acordo. A reunião foi ótima e Stevie adorou todas as ideias, exceto uma. Quando eu disse a ele que não mostraríamos os episódios um por semana, entregaríamos a temporada inteira de uma só vez. Isso o congelou. ‘Você trabalha e sofre e alguém pode assistir um ano do seu trabalho em uma noite? Isso soa um pouco estranho’, disse ele. ‘Não é estranho’ eu lhe disse. ‘É como trabalhar em um álbum’. Ele então riu e concordou. Após a exibição do primeiro episódio na TV norueguesa NRK em 25 de janeiro de 2012, lançamos ‘Lilyhammer’ na Netflix em 6 de fevereiro de 2012, oferecendo todos os oito episódios para nossos membros nos EUA, Canadá e América Latina (seguidos pelo Reino Unido, Irlanda e os nórdicos no final daquele ano). Esta foi a primeira vez que transmitimos um programa simultaneamente em vários países e idiomas… e funcionou. Olhando para trás, ‘Lilyhammer’ talvez tenha sido uma escolha pouco ortodoxa para nossa primeira série. Mas funcionou porque era uma história profundamente local que podíamos compartilhar com o mundo. As piadas e referências funcionaram localmente e os temas mais universais viajaram perfeitamente. Desde então, vimos tantas grandes histórias locais ressoarem com pessoas de outros países e de outras culturas: séris e filmes ambientados em qualquer lugar e contados em qualquer idioma. ‘Lilyhammer’ foi a precursora de tantos grandes séries por vir – “Desejo Obsucro’ e ‘Quem Matou Sara?’ do México, ‘La Casa de Papel’ da Espanha, ‘The Rain’ e ‘O Homem das Castanhas’ da Dinamarca, ‘Dark’ e ‘Bárbaros’ da Alemanha, ‘Lupin’ da França, ‘Jogos Sagrados’ da Índia e, claro, mais recentemente, ‘Round 6’ da Coréia, nossa maior série de todos os tempos. Mas a primeira sempre será ‘Lilyhammer’. Obrigado ‘Lilyhammer’ e Stevie Van Zandt por iniciarem esta incrível jornada de dez anos. É sempre difícil prever o que está por vir nos próximos dez, mas uma coisa é certa: teremos muitas outras ótimas histórias de qualquer lugar que podem ser amadas em todos os lugares. Ted Sarandos, co-CEO da Netflix.”

    Leia mais
  • Série

    Supla e Gretchen vão recriar novelas da Globo em série para o YouTube

    6 de fevereiro de 2022 /

    A primeira série da Globo em parceria com o YouTube escalou Supla, Gretchen e, claro, dois YouTubers populares: Whindersson Nunes e Kéfera. Produzido pela ViU Hub, unidade digital de social media da Globo, a série tem uma premissa claramente inspirada no filme “Rebobine, por Favor” (2008), escrito e dirigido por Michel Gondry. A trama gira em torno de um grupo de atores e “influenciadores” do YouTube que recebem a missão de recriar novelas de sucesso da Globo com muito humor e pouco orçamento. Supla surgirá como o doutor Albieri na recriação de “O Clone”, enquanto Whindersson Nunes vai regravar a abertura da trama. Já Gretchen será a Raquel Acioly de “Vale Tudo”, enquanto Kéfera viverá Odete Roitman. Além de YouTubers e memes, a produção contará com alguns atores da próprio Globo. Mas a descrição de seus personagens não indicam participarão nas recriações. Cauã Reymond, por exemplo, interpretará um ator decadente, Carolina Dieckmann será uma nerd que tem uma teoria da conspiração sobre novelas e Ary Fontoura apresentará um podcast, o Flowtoura. Tony Ramos, Claudia Raia e Susana Vieira também participarão, além de Paulo Vieira, que será responsável por reunir os “influenciadores” para “suecar” novelas clássicas – incluindo “Avenida Brasil”, “Senhora do Destino”, “O Cravo e a Rosa”, “Laços de Família”, “Vamp”, “Torre de Babel”, “Mulheres de Areia”, “O Clone” e “Vale Tudo”. Serão nove episódios, disponibilizados semanalmente no canal da Globo no YouTube, com uma 2ª temporada prevista, mas ainda não oficializada. O roteiro é assinado por Bia Braune (“Video Show”), a direção é de Felipe Joffly (“Muita Calma Nessa Hora”). E a previsão de estreia é para julho.

    Leia mais
  • Série

    Casamento de Elza Soares e Garrincha vai virar série documental

    6 de fevereiro de 2022 /

    A Globoplay prepara uma série documental sobre o casamento tumultuado de Elza Soares e Mané Garrincha. Intitulada “Elza & Mané — Amor por Linhas Tortas”, a produção terá quatro episódios e pretende abordar o relacionamento sob a ótica moderna e não como foi tratado pela mídia conservadora do passado. Dirigido e roteirizado por Carolina Zilberman, que faz parte da editoria de Esporte da Globo, a atração vai começar mostrando a origem de cada um e como se conheceram em 1962. O segundo capítulo será focado na decadência do atleta e da perseguição que o casal sofreu da imprensa, da sociedade e da ditadura. A terceira parte acompanhará o exílio na Itália, o fim do casamento e a barra pesada de violência doméstica que a cantora viveu. Por fim, o capítulo final tratará da morte do jogador da seleção brasileira de futebol e o sucesso da cantora nos anos seguintes, até o óbito em 20 de janeiro de 2022, no mesmo dia em que o ex-marido tinha falecido, 39 anos antes. A produção conta com três entrevistas inéditas e profundas de Elza, que falou abertamente sobre seu relacionamento com Garrincha, semanas antes de falecer. Durante a homenagem à cantora, por ocasião de seu falecimento recente, o “Fantástico” exibiu alguns trechos da obra com depoimentos de Elza. “Uma paixão arrebatadora, cara. Eu nunca tinha sentido isso na minha vida. Acho que nem eu, nem ele. Foi uma coisa assim de louco. Um grande amor. Ele era um homem casado. E eu: ‘Como gostar de um homem casado, meu Deus?’. Que dificuldade, né?”, recordou a cantora. Elza ainda responsabilizou o joelho de Garrincha pela queda de rendimento do jogador no futebol, e lamentou o alcoolismo do ex-marido, doença que levou à separação do casal. “Mané era um cara tão bom, quando ele bebia atrapalhava tudo, né?”. A previsão de estreia é para o primeiro semestre, exclusivamente em streaming. Além desse projeto da Globoplay, Elza também ganhará um novo documentário com cenas inéditas. “Elza – A Mulher do Fim do Mundo” mostrará o último show da cantora, gravado dois dias antes da sua morte no Teatro Municipal de São Paulo, junto com imagens de arquivo, e focará a importância da artista para as conquistas do povo negro e das mulheres na história recente do país.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie