Trailer do final de “Perdidos no Espaço” mostra Will Robinson em perigo
A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer da 3ª e última temporada de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) com cenas épicas, repletas de efeitos visuais e um Will Robinson bastante crescido. Embora não pareça, ele segue interpretado pelo mesmo ator, Maxwell Jenkins, que mudou muito dos 12 para os 16 anos de idade. A prévia também mostra que a frase “perigo, Will Robinson” cabe perfeitamente para descrever a situação em que ele se encontra, enquanto tenta salvar sua família dos alienígenas que tem causado grande destruição desde o começo da série. “Perdidos no Espaço” é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (que ainda criou “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). E que por sua vez também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original durou as mesmas três temporadas da versão da Netflix, mas nunca teve conclusão narrativa, deixando os fãs tão perdidos quanto a família Robinson em 1968. A nova versão, pelo menos, vai mostrar como tudo termina. A trama do reboot se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia dos capítulos finais vai acontecer em 1 de dezembro.
Filme de “Star Wars” de Patty Jenkins é suspenso
A estreia de Patty Jenkins, diretora de “Mulher-Maravilha”, no universo “Star Wars” vai demorar mais que o previsto. O filme “Star Wars: Rogue Squadron” foi retirado do calendário de lançamentos da Disney. Isto sugere, aparentemente, que Jenkins vai filmar “Mulher-Maravilha 3” antes de ir para uma galáxia muito distante. Nos últimos dias, ela e a atriz Gal Gadot deram muitas declarações sobre a produção da Warner, indicando que suas filmagens poderiam estar mais próximas que muitos imaginavam. Mas os conflitos podem não ter sido de agenda. Após a estreia ser suspensa, o blog de um ex-editor da revista The Hollywood Reporter apontou que o problema era, na verdade, mais um conflito criativo com a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, que acumula confusões com cineastas desde que assumiu o lugar de George Lucas à frente da empresa – desde a demissão da dupla Phil Lord e Chris Miller no meio das filmagens de “Han Solo” até a dispensa de Colin Trevorrow no começo da pré-temporada de “A Ascensão Skywalker” – o que explica porque o estúdio encontra-se sem novos projetos cinematográficos. A ideia original da Disney era começar a pré-produção do projeto em 2022, a fim de cumprir a previsão de lançamento original, marcada para 23 de dezembro de 2023. A data deve ser ocupada agora por outra produção do estúdio. O envolvimento de Jenkins com “Star Wars: Rogue Squadron” foi revelado há um ano, com direito a vídeo especial e depoimento da diretora apresentado no Dia dos Investidores da Disney, em dezembro de 2020. A cineasta seria a primeira mulher a dirigir um filme de “Star Wars”. O roteiro de “Star Wars: Rogue Squadron” é assinado por Matthew Robinson (“Amor e Monstros”). Veja abaixo o vídeo de apresentação do projeto, com direito a comentário de Bob Iger, o presidente da Disney, dando boas-vindas à Jenkins. We are thrilled to have the great Patty Jenkins directing our @StarWars feature film Rogue Squadron, and as a true admirer of her work, it is an honor to have Patty directing her next film for us! https://t.co/5jKqaQ6Guk — Robert Iger (@RobertIger) December 10, 2020
“Eternos” estreia em 1º lugar com pior bilheteria da Marvel em 2021
O filme de super-heróis “Eternos” estreou no topo das bilheterias da América do Norte com uma arrecadação US$ 71 milhões neste fim de semana. O valor equivale à quarta maior estreia de cinema nos EUA e Canadá desde o início da pandemia da covid-19. Só que tem um detalhe. Os três títulos acima de “Eternos” são filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o que torna “Eternos” o filme da Marvel que menos faturou no período, atrás dos lançamentos de “Venom: Tempo de Carnificina” (US$ 90 milhões), “Viúva Negra” (US$ 80,3 milhões) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 75 milhões). “Eternos” também ganhou a reputação de ser o pior filme da Marvel em todos os tempos, tanto em avaliação da crítica quanto do público norte-americanos. No CinemaScore, que é uma pesquisa de opinião feita com o público na saída das sessões de cinema nos EUA, a produção registrou o primeiro “B” do Marvel Studios, abaixo do “B+” conferido ao primeiro filme de Thor, em 2011. Todos os outros filmes do MCU receberam A-, A ou A+. A avaliação dos críticos profissionais é ainda pior. Desde que as primeiras críticas começaram a ser publicadas, em 24 de outubro, a nota no Rotten Tomatoes não parou de cair. No sábado (6/11), um dia após a estreia do filme nos EUA, “Eternos” se tornou o primeiro lançamento do MCU considerado “podre”, desabando para 48% de aprovação. O impacto dessas notas pode levar a uma queda de arrecadação nos próximos dias e encurtar a carreira do filme no cinema. A boa notícia para o Marvel Studios e a Disney é que a arrecadação foi mais robusta no exterior. Mesmo sem lançamentos na China e na Rússia, onde uma nova onda de covid-19 obrigou outra rodada de fechamentos de cinemas, o longa faturou US$ 90,7 milhões internacionalmente, chegando a US$ 161,7 milhões mundiais. Foi o filme mais visto em todos os lugares, exceto na Índia. A produção chegou a bater o recorde de bilheteria da Coreia do Sul na pandemia, com US$ 14,1 milhões. E também teve bons desempenhos no Reino Unido (US$ 7,1 milhões), França (US$ 6,7 milhões), México (US$ 5,7 milhões) e Austrália (US$ 5 milhões). Sob a sombra de “Eternos”, os outros filmes em cartaz viram suas fortunas encolherem drasticamente na América do Norte. Em seu terceiro fim de semana, “Duna” caiu para o 2º lugar com US$ 7,6 milhões, elevando sua arrecadação doméstica para US$ 83,9 milhões e a mundial para US$ 338,4 milhões. “007 – Sem Tempo para Morrer” ficou em 3º lugar com US$ 6,2 milhões, aumentando seus rendimentos para US$ 143,1 milhões nos EUA e Canadá e US$ 667,1 milhões em todo o mundo. “Venom – Tempo de Carnificina” fez US$ 4,5 milhões em 4º lugar, chegando a US$ 197 milhões no mercado interno e US$ 424,6 milhões no total. E a animação “Ron Bugado” fechou o Top 5 com US$ 3,6 milhões, sem passar de um total de US$ 17,6 milhões. O maior lançamento do circuito limitado foi “Spencer”. O drama indie em que Kristen Stewart vive a princesa Diana chegou a US$ 2,1 milhões em cerca de mil salas e ocupou o 8º lugar no ranking da arrecadação. Para completar, a Netflix liberou “Alerta Vermelho” nos cinemas uma semana antes de lançar a superprodução em streaming, mas ninguém sabe qual foi sua bilheteria oficial, já que a empresa escondeu os números. A comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson , Ryan Reynolds e Gal Gadot foi exibida em 750 cinemas dos EUA, e fontes das publicações de Hollywood estimam que não deva ter faturado mais que US$ 1,3 milhão, um número desanimador em circunstâncias normais. E com um detalhe: a crítica achou pior que “Eternos”, com apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Série derivada de “The 100” é oficialmente descartada
O projeto da série derivada de “The 100” foi oficialmente descartado pela rede The CW, dois anos após ser cogitado. Anunciada em outubro de 2019, a produção se passaria 97 anos antes da trama de “The 100” e chegou a apresentar seus personagens num episódio de “flashback” da última temporada da série original. O prólogo acompanharia a jornada de um grupo de jovens em luta para sobreviver nos primeiros anos do apocalipse nuclear, que dizimou a maior parte da população da Terra. Jason Rothenberg, criador de “The 100”, seria o roteirista e produtor executivo do spin-off. O detalhe é que esse capítulo especial, considerado como um piloto da nova série, teve uma das piores audiências da atração, que se encerrou no ano passado. Mesmo assim, o canal tentou um acerto com a plataforma de streaming HBO Max para viabilizar uma produção conjunta. A parceria, entretanto, não se consolidou e o projeto implodiu. Uma das melhores séries da rede The CW – mesmo com o final “metafísico” e mortes indesculpáveis – , “The 100” tem todas as suas sete temporadas disponíveis no catálogo da Netflix.
“Eternos” é pior filme da Marvel no CinemaScore e vira “podre” no Rotten Tomatoes
Não foi só a crítica. “Eternos” também destoou dos outros filmes da Marvel na recepção do público. O filme dirigido por Chloé Zhao recebeu a nota mais baixa dentre todas as produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) no CinemaScore, que é uma pesquisa de opinião feita com o público na saída das sessões de cinema nos EUA. “Eternos” registrou o primeiro “B” do Marvel Studios, superando a pior nota do estúdio no CinemaScore, um “B+” conferido ao primeiro filme de Thor, em 2011. Todos os outros filmes do MCU receberam A-, A ou A+. A avaliação da crítica é ainda pior. Desde que as primeiras críticas começaram a ser publicadas, em 24 de outubro, a nota no Rotten Tomatoes não parou de cair. Se as resenhas iniciais causavam preocupação, com 72% de aprovação, a situação só piorou desde então. Neste sábado (6/11), um dia após a estreia do filme nos EUA, “Eternos” se tornou o primeiro lançamento do MCU considerado “podre”, desabando para 48% de aprovação. É nota de filme medíocre, condição evocada pelas críticas, que acusam o filme de ser genérico, mas principalmente uma grande decepção pela expectativa criada pela direção da vencedora do Oscar 2021 por “Nomadland” e pelo elenco estelar, incluindo Angelina Jolie, Salma Hayek e dois astros de “Game of Thrones”. Até então, as notas mais baixas da Marvel no Rotten Tomatoes pertenciam a “O Incrível Hulk” (67% de aprovação) e “Thor: O Mundo Sombrio” (66%). Apesar disso, as opiniões negativas não devem abalar muito a bilheteria da estreia da produção, que tem expectativa de faturar em torno de US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte. O impacto, se houver, será sentido a partir da segunda semana de exibição. “Eternos” também está em cartaz nos cinemas brasileiros.
Stranger Things: Vídeos revelam onde está Eleven e títulos da 4ª temporada
A Netflix comemorou neste sábado (6/11) o “Dia Stranger Things” com as revelações do pôster, primeiro teaser e títulos dos episódios da 4ª temporada da série. A prévia acompanha Eleven/Onze (Millie Bobby Brown) em sua nova residência, na Califórnia, indo para a escola com Will (Noah Schnapp), onde aguenta o bullying dos novos “amigos”, enquanto faz planos para se reencontrar com Mike (Finn Wolfhard) durante o spring break (traduzido como “Férias” nas legendas). Já o cartaz da série retoma a locação da cidade de Hawkins, em Indiana, onde a trama original se passa, junto com referências da Rússia e, aparentemente, de Chicago e da Califórnia. Para completar, além dos títulos dos episódios, o segundo vídeo ainda revela que a trama se passa na primavera de 1986 e que os novos episódios só chegarão na Netflix no verão norte-americano (nosso inverno) de 2022. Como o último capítulo foi exibido em maio de 2019, o hiato sem episódios chegará a mais de três anos, tempo que seria suficiente para os personagens destacados no teaser passarem pela high school completa.
Taika Waititi vai filmar a icônica graphic novel “O Incal”
O diretor Taika Waititi já definiu qual será seu próximo filme após “Thor: Love and Thunder”. Ele vai adaptar a cultuadíssima graphic novel “O Incal”, de Alejandro Jodorowsky e Moebius. Uma das mais influentes aventuras sci-fi da pioneira revista francesa de quadrinhos adultos Métal Hurlant (a versão original da americana “Heavy Metal”), a trama acompanha o detetive John Difool, que encontra um artefato místico conhecido como Incal – um objeto de grande poder, cobiçado por muitas facções em toda a galáxia. À medida que Difool aprende sobre os poderes e propósitos do Incal, ele embarca em uma missão para salvar o universo. Um detalhe curioso é que “O Incal” foi resultado da frustração de Jorodowsky com o cancelamento de sua adaptação de “Duna” no cinema, nos anos 1970. Ele tinha contratado Jean Giraud, o Moebius, para desenvolver os designs do filme, e se inspirou nos desenhos feitos para o projeto nunca finalizado para conceber a trama de “O Incal”. Considerado uma das melhores histórias em quadrinhos já feitas, “O Incal” fez tanto sucesso em seu lançamento original de 1980 que acabou ganhando sequência, virou saga e rendeu inúmeros spin-offs, materializando o “Jodoverso”, um universo de quadrinhos imaginado pelo célebre cineasta psicodélico. Taika Waititi vai trabalhar no roteiro ao lado de seu velho parceiro Jemaine Clement, com quem criou o filme e a série “What We Do in the Shadows”, além de Peter Warren (“Ghost Team”). E pretende dirigir a produção. O projeto ganhou o bênção de Jodorowsky, atualmente com 92 anos de idade e ainda muito ativo – dirigiu três longas na década passada. Ele é último criador sobrevivente, já que Moebius morreu em 2012. Em vídeo publicado no YouTube da editora francesa Humanoids, Jodorowsky lembrou a relação de “O Incal” com “Duna” e comentou que, se ainda fosse jovem e alguém lhe dissesse que sua obra viraria filme, mas ele não seria o diretor, teria ficado “muito furioso e deprimido, como se tivessem me roubando”. “Mas agora tenho 92 anos e não estou em condições de fazer uma obra tão épica”, considerou. “Quando o CEO da Humanoids, Fabrice Giger, me apresentou o trabalho de Taika Waititi, ficou óbvio para mim que ele era o cara certo”, Jodorowsky acrescentou em comunicado. “Confio plenamente na criatividade de Taika para dar ao ‘Incal’ uma apresentação impressionante, íntima e, ao mesmo tempo, de proporções cósmicas.” Ainda em etapa inicial de produção, o filme ainda não tem elenco definido, cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi)
Station Eleven: Trailer traz Gael García Bernal e Mackenzie Davis em série apocalíptica
A HBO Max divulgou o trailer de “Station Eleven”, segunda série sci-fi de Patrick Somerville na plataforma. Após a comédia “Made For Love”, a nova atração acompanha a luta pela sobrevivência num mundo pós-apocalíptico. A trama é baseada no best-seller homônimo de Emily St. John Mandel e se passa após uma pandemia mais devastadora que a covid-19 dizimar o planeta. A trama mostra os esforços para reconstruir e reimaginar o mundo, mantendo apenas o melhor do que foi perdido. A série tem direção e produção de Hiro Murai (“Atlanta”) e um elenco grandioso, que inclui Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Gael García Bernal (“Tempo”), Himesh Patel (“Yesterday”), Daniel Zovatto (“Penny Dreadful: City of Angels”) e muitos outros. Além de ter criado “Station Eleven” e “Made For Love” na HBO Max, Patrick Somerville também desenvolveu “Maniac” na Netflix e escreveu episódios de “The Leftovers”, da HBO. A nova atração estreia em 16 de dezembro.
Sofia Boutella vai estrelar sci-fi de Zack Snyder na Netflix
A Netflix anunciou que a atriz Sofia Boutella (a múmia de “A Múmia”) vai estrelar “Rebel Moon”, próximo filme de Zack Snyder na plataforma. “Rebel Moon” vai contar a história de uma colônia intergaláctica ameaçada pelas forças de um governante tirano. Desesperados, os moradores da colônia despacham uma jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a formar uma frente ampla contra o déspota. Snyder também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que já trabalharam com o diretor em, respectivamente, “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” e “300”. Ainda não há previsão de estreia. Zack Snyder’s new Netflix sci-fi adventure film REBEL MOON has found its first cast member: Sofia Boutella (The Mummy, Atomic Blonde) pic.twitter.com/Q0iyM7jpe4 — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) November 2, 2021
Stephen King pede 2ª temporada de “Y: The Last Man”
Os produtores de “Y: The Last Man” ganharam estímulo e um reforço de peso para encontrar um novo lar para a série, que exibiu seu último capítulo na segunda-feira (1/11). Ninguém menos que o escritor Stephen King (“It- A Coisa”) se mobilizou nas redes sociais para pedir a continuidade da atração, cancelada pelo canal pago FX em sua 1ª temporada. “’Y: O Último Homem’ foi realmente cancelada? Por favor, diga que não. Embora longe de ser perfeita (e algumas das cenas são tão escuras que não se consegue ver quem está falando), é uma das séries mais interessantes da TV. Vamos, Hulu… ou alguém… não me deixe esperando”, declarou King em sua conta pessoal do Twitter. Vale lembrar que Stephen King também se manifestou sobre o cancelamento de “Manifest” e a série acabou resgatada pela Netflix. Na época em que a FX anunciou o fim de “Y: The Last Man”, os produtores buscavam uma alternativa com a HBO Max, considerada um lar natural para a série, que era produzida pela Warner Bros. Television e baseada em quadrinhos da DC Comics. Apesar de ter recebido 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série na verdade nunca atingiu a qualidade dos quadrinhos originais em que se baseava. O ritmo arrastado, visando estender a história por várias temporadas, também resultou no desinteresse do público. Mesmo assim, a premissa mantém-se instigante, ao mostrar um mundo pós-apocalíptico em colapso, após a morte sem explicação de todos os homens da Terra. Isto é, todos menos um: Yorick (Ben Schnetzer), o Y do título, possivelmente o homem menos interessante do mundo, agora transformado no último homem. Esta história tem fim. E quem tiver curiosidade em saber qual é, deve ler os quadrinhos originais de Brian K. Vaughn, com arte de Pia Guerra, que conquistaram nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), além de se tornar a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Lançada por várias editoras no Brasil, a coleção completa foi republicada em cinco volumes luxuosos de capa dura em 2019 pela editora Panini. Já a série foi disponibilizada no país pela plataforma Star+ – recém-lançada e já com seu primeiro cancelamento. Is Y THE LAST MAN really canceled? Please say not. Although far from perfect (and some of the scenes are so dark you can't tell who's talking), it's one of the most interesting shows on TV. C'mon, Hulu…or somebody… don't leave me hanging. — Stephen King (@StephenKing) November 2, 2021
Bradley Cooper vai produzir adaptação da sci-fi “Hyperion”
O astro Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) fechou contrato com a Warner Bros. para produzir a adaptação de “Hyperion”, obra-prima sci-fi do escritor Dan Simmons, com o objetivo de lançar uma nova franquia cinematográfica. O contrato da Warner prevê uma mudança de status do projeto. Originalmente concebido como uma minissérie do canal pago SyFy, “Hyperion” agora deve virar quatro filmes, cada um deles dedicado a um volume da tetralogia, formada por “Hyperion” (1989), “The Fall of Hyperion” (1990), “Endymion” (1996) e “The Rise of Endymion” (1997). A obra vencedora do Hugo (o Oscar da ficção científica) se passa 700 anos após a destruição da Terra, em meio a uma guerra galáctica, e acompanha sete estranhos que partem em uma jornada para desvendar os mistérios das Tumbas do Tempo de Hipérion – cada um deles convencido de que só eles carregam a chave para salvar a humanidade. “Hyperion” será a segunda adaptação live-action de uma obra de Simmons, que também é autor do livro que virou a 1ª temporada da série “The Terror” no canal pago AMC. O roteiro da adaptação está a cargo de Tom Spezialy, criador de “Ash vs Evil Dead” e produtor de “Watchmen”, atração vencedora do Emmy da Melhor Minissérie. Ainda não há diretor envolvido no projeto, que também não definiu cronograma de produção. Antes de começar a filmagem, Cooper estará envolvido em detalhes burocráticos do projeto. Ele pretende lançar o filme por uma nova produtora, que está formando com seu ex-assistente de produção, Weston Middleton. Com isso, deve encerrar sua sociedade de seis anos com o diretor Todd Phillips, que rendeu os sucessos de bilheteria “Nasce uma Estrela” e “Coringa”.
13ª temporada de “Doctor Who” estreia este mês na Globoplay
A 13ª temporada de “Doctor Who”, que começou a ser exibida no domingo (31/10) nos EUA e Reino Unido, teve sua estreia marcada para 27 de novembro no Brasil. Responsável pela distribuição da série britânica no país, a Globoplay não distribuirá a série completa nesta data. Em vez disso, adicionará os capítulos semanalmente em seu catálogo, na véspera da conclusão da temporada no exterior. Com apenas seis episódios, a atração tem seu final marcado para 5 de dezembro na rede britânica BBC. A primeira temporada com subtítulo, “Flux”, também será a última estrelada por Jodie Whitaker, que se despedirá do papel-título após mais três especiais, mas antes da 14ª temporada. Ao final do terceiro especial, o atual showrunner, Chris Chibnall, passará o comando da série para Russell T. Davies. Responsável pelas primeiras quatro temporadas da versão moderna da atração, Davis retornará para escolher o próximo Doctor Who, bem a tempo de celebrar os 60 anos da série original, comemorados em 2023. Veja abaixo o trailer em inglês da temporada.
Netflix vai celebrar “Dia Stranger Things” no sábado
A Netflix divulgou um vídeo para celebrar um novo dia oficial de “Stranger Things”. Confuso de doer, o vídeo repete sem parar a palavra “Eleven”, que é 11 em inglês e também o nome da personagem de Millie Bobby Brown na série, para anunciar que algo vai acontecer no dia 6. Isto mesmo, Six em inglês, também conhecido como o próximo sábado. Infelizmente, a data não marca a aguardada estreia da totalmente atrasada 4ª temporada, a menos que isso se torne a surpresa das surpresas. O vídeo é para lembrar que 6 de novembro corresponde ao dia em que Will Byers (Noah Schnapp) desapareceu na 1ª temporada da série. Graças à ajuda da Xuxa, ele já foi encontrado e está de volta à atração. Quem está desaparecido agora é o Xerife Hopper. Será que o Datena vai dar atenção ao caso para ajudar? Seja o que for, é provável que a Netflix utilize a data — como no ano passado — para divulgar novas informações sobre a 4ª temporada da série. O último teaser divulgado indicou uma estreia em 2022, mas sem cravar a data exata. Como o último capítulo foi exibido em maio de 2019, o hiato será de três anos, tempo suficiente para os personagens mais jovens passarem pela high school completa. Será que eles agora serão universitários ou, exagerando, terão filhos vivendo suas próprias aventuras (brincadeira)? Mais novidades no dia Eleven, que o vídeo abaixo traduz como seis. Para não deixar dúvidas (ou criar mais): 6/11 não é 11/11, o dia mais Eleven de todos, que cai na semana seguinte. drop a 🧇 if ur also at an eleven. #strangerthingsday is coming. pic.twitter.com/iZm70H0fAT — Stranger Things (@Stranger_Things) November 1, 2021












