Sofia Boutella vai estrelar sci-fi de Zack Snyder na Netflix
A Netflix anunciou que a atriz Sofia Boutella (a múmia de “A Múmia”) vai estrelar “Rebel Moon”, próximo filme de Zack Snyder na plataforma. “Rebel Moon” vai contar a história de uma colônia intergaláctica ameaçada pelas forças de um governante tirano. Desesperados, os moradores da colônia despacham uma jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a formar uma frente ampla contra o déspota. Snyder também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que já trabalharam com o diretor em, respectivamente, “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” e “300”. Ainda não há previsão de estreia. Zack Snyder’s new Netflix sci-fi adventure film REBEL MOON has found its first cast member: Sofia Boutella (The Mummy, Atomic Blonde) pic.twitter.com/Q0iyM7jpe4 — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) November 2, 2021
Stephen King pede 2ª temporada de “Y: The Last Man”
Os produtores de “Y: The Last Man” ganharam estímulo e um reforço de peso para encontrar um novo lar para a série, que exibiu seu último capítulo na segunda-feira (1/11). Ninguém menos que o escritor Stephen King (“It- A Coisa”) se mobilizou nas redes sociais para pedir a continuidade da atração, cancelada pelo canal pago FX em sua 1ª temporada. “’Y: O Último Homem’ foi realmente cancelada? Por favor, diga que não. Embora longe de ser perfeita (e algumas das cenas são tão escuras que não se consegue ver quem está falando), é uma das séries mais interessantes da TV. Vamos, Hulu… ou alguém… não me deixe esperando”, declarou King em sua conta pessoal do Twitter. Vale lembrar que Stephen King também se manifestou sobre o cancelamento de “Manifest” e a série acabou resgatada pela Netflix. Na época em que a FX anunciou o fim de “Y: The Last Man”, os produtores buscavam uma alternativa com a HBO Max, considerada um lar natural para a série, que era produzida pela Warner Bros. Television e baseada em quadrinhos da DC Comics. Apesar de ter recebido 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série na verdade nunca atingiu a qualidade dos quadrinhos originais em que se baseava. O ritmo arrastado, visando estender a história por várias temporadas, também resultou no desinteresse do público. Mesmo assim, a premissa mantém-se instigante, ao mostrar um mundo pós-apocalíptico em colapso, após a morte sem explicação de todos os homens da Terra. Isto é, todos menos um: Yorick (Ben Schnetzer), o Y do título, possivelmente o homem menos interessante do mundo, agora transformado no último homem. Esta história tem fim. E quem tiver curiosidade em saber qual é, deve ler os quadrinhos originais de Brian K. Vaughn, com arte de Pia Guerra, que conquistaram nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), além de se tornar a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Lançada por várias editoras no Brasil, a coleção completa foi republicada em cinco volumes luxuosos de capa dura em 2019 pela editora Panini. Já a série foi disponibilizada no país pela plataforma Star+ – recém-lançada e já com seu primeiro cancelamento. Is Y THE LAST MAN really canceled? Please say not. Although far from perfect (and some of the scenes are so dark you can't tell who's talking), it's one of the most interesting shows on TV. C'mon, Hulu…or somebody… don't leave me hanging. — Stephen King (@StephenKing) November 2, 2021
Bradley Cooper vai produzir adaptação da sci-fi “Hyperion”
O astro Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) fechou contrato com a Warner Bros. para produzir a adaptação de “Hyperion”, obra-prima sci-fi do escritor Dan Simmons, com o objetivo de lançar uma nova franquia cinematográfica. O contrato da Warner prevê uma mudança de status do projeto. Originalmente concebido como uma minissérie do canal pago SyFy, “Hyperion” agora deve virar quatro filmes, cada um deles dedicado a um volume da tetralogia, formada por “Hyperion” (1989), “The Fall of Hyperion” (1990), “Endymion” (1996) e “The Rise of Endymion” (1997). A obra vencedora do Hugo (o Oscar da ficção científica) se passa 700 anos após a destruição da Terra, em meio a uma guerra galáctica, e acompanha sete estranhos que partem em uma jornada para desvendar os mistérios das Tumbas do Tempo de Hipérion – cada um deles convencido de que só eles carregam a chave para salvar a humanidade. “Hyperion” será a segunda adaptação live-action de uma obra de Simmons, que também é autor do livro que virou a 1ª temporada da série “The Terror” no canal pago AMC. O roteiro da adaptação está a cargo de Tom Spezialy, criador de “Ash vs Evil Dead” e produtor de “Watchmen”, atração vencedora do Emmy da Melhor Minissérie. Ainda não há diretor envolvido no projeto, que também não definiu cronograma de produção. Antes de começar a filmagem, Cooper estará envolvido em detalhes burocráticos do projeto. Ele pretende lançar o filme por uma nova produtora, que está formando com seu ex-assistente de produção, Weston Middleton. Com isso, deve encerrar sua sociedade de seis anos com o diretor Todd Phillips, que rendeu os sucessos de bilheteria “Nasce uma Estrela” e “Coringa”.
13ª temporada de “Doctor Who” estreia este mês na Globoplay
A 13ª temporada de “Doctor Who”, que começou a ser exibida no domingo (31/10) nos EUA e Reino Unido, teve sua estreia marcada para 27 de novembro no Brasil. Responsável pela distribuição da série britânica no país, a Globoplay não distribuirá a série completa nesta data. Em vez disso, adicionará os capítulos semanalmente em seu catálogo, na véspera da conclusão da temporada no exterior. Com apenas seis episódios, a atração tem seu final marcado para 5 de dezembro na rede britânica BBC. A primeira temporada com subtítulo, “Flux”, também será a última estrelada por Jodie Whitaker, que se despedirá do papel-título após mais três especiais, mas antes da 14ª temporada. Ao final do terceiro especial, o atual showrunner, Chris Chibnall, passará o comando da série para Russell T. Davies. Responsável pelas primeiras quatro temporadas da versão moderna da atração, Davis retornará para escolher o próximo Doctor Who, bem a tempo de celebrar os 60 anos da série original, comemorados em 2023. Veja abaixo o trailer em inglês da temporada.
Netflix vai celebrar “Dia Stranger Things” no sábado
A Netflix divulgou um vídeo para celebrar um novo dia oficial de “Stranger Things”. Confuso de doer, o vídeo repete sem parar a palavra “Eleven”, que é 11 em inglês e também o nome da personagem de Millie Bobby Brown na série, para anunciar que algo vai acontecer no dia 6. Isto mesmo, Six em inglês, também conhecido como o próximo sábado. Infelizmente, a data não marca a aguardada estreia da totalmente atrasada 4ª temporada, a menos que isso se torne a surpresa das surpresas. O vídeo é para lembrar que 6 de novembro corresponde ao dia em que Will Byers (Noah Schnapp) desapareceu na 1ª temporada da série. Graças à ajuda da Xuxa, ele já foi encontrado e está de volta à atração. Quem está desaparecido agora é o Xerife Hopper. Será que o Datena vai dar atenção ao caso para ajudar? Seja o que for, é provável que a Netflix utilize a data — como no ano passado — para divulgar novas informações sobre a 4ª temporada da série. O último teaser divulgado indicou uma estreia em 2022, mas sem cravar a data exata. Como o último capítulo foi exibido em maio de 2019, o hiato será de três anos, tempo suficiente para os personagens mais jovens passarem pela high school completa. Será que eles agora serão universitários ou, exagerando, terão filhos vivendo suas próprias aventuras (brincadeira)? Mais novidades no dia Eleven, que o vídeo abaixo traduz como seis. Para não deixar dúvidas (ou criar mais): 6/11 não é 11/11, o dia mais Eleven de todos, que cai na semana seguinte. drop a 🧇 if ur also at an eleven. #strangerthingsday is coming. pic.twitter.com/iZm70H0fAT — Stranger Things (@Stranger_Things) November 1, 2021
Trailer de “Belle” transforma “A Bela e a Fera” em anime futurista
A Paris filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Belle”, novo anime do cineasta Mamoru Hosoda, responsável por “Mirai”, indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2019, além de clássicos como “Crianças Lobo” (2012), “Guerras de Verão” (2009) e “A Garota que Conquistou o Tempo” (2006). “Belle” é uma versão futurista da fábula de “A Bela e a Fera” em clima de sci-fi musical romântica. A trama gira em torno de uma cantora virtual chamada Belle, que tem sua turnê interrompida pela ameaça viral de uma criatura batizada pela mídia de a Fera. Nada, porém, é o que parece, já que o sucesso de Belle no “U”, universo de realidade virtual, esconde sua verdadeira identidade, uma adolescente “caipira” e pouco popular chamada Suzu, e a criatura misteriosa que surge em seu caminho pode ser alguém de seu passado. Exibida no Festival de Cannes, a animação tem estreia nacional em 13 de janeiro.
Halle Berry e Patrick Wilson tentam impedir o fim do mundo em trailer de “Moonfall”
A Diamond Films divulgou um novo trailer legendado de “Moonfall”, sci-fi apocalíptica de Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”), em que astronautas tentam impedir a destruição da Terra pela Lua. Ainda sem muitas explicações sobre o desastre, a prévia liga a atual ameaça à primeira viagem à lua em 1969, antes de revelar tsunamis gigantes engolindo o planeta e uma missão espacial que entra no interior oco da lua para “salvar a humanidade”. O elenco destaca Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”), Wenwen Yu (“Between Us”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”). Além da direção, Emmerich também assina o roteiro ao lado de outros especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). “Moonfall” tem estreia marcada para 3 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Série de Boba Fett ganha primeiro trailer da Disney+
A Disney+ divulgou o pôster e o primeiro trailer de “O Livro de Boba Fett” (The Book of Boba Fett), nova série baseada no universo “Star Wars”. O trailer confirma que a série continua a trama da 2ª temporada de “The Mandalorian”, após Boba Fett (Temuera Morrison) e Fennec Shand (Ming-Na Wen) tomarem o castelo de Jabba, o Hutt, em Tatooine. Agora, a dupla tenta um acordo com os criminosos subordinados ao vilão. A prévia também revela que a atriz Jennifer Beals (“The L Word”) faz parte do elenco da atração, mas detalhes de sua personagem, além do fato dela ser da raça Twi’lek, estão sendo mantidos em sigilo. “O Livro de Boba Fett” será comandada pelo criador e o showrunner de “The Mandalorian”, respectivamente o cineasta Jon Favreau e o produtor-roteirista Dave Filoni, além do diretor Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), que entrou na equipe após dirigir um episódio daquela série. O trio deu liga durante as filmagens do episódio “The Tragedy”, da 2ª temporada de “The Mandalorian”, que foi justamente o capítulo responsável por reintroduzir Boba Fett. A estreia está marcada para o dia 29 de dezembro.
“Duna” mantém liderança das bilheterias nos EUA
“Duna” venceu a programação temática de Halloween para superar vários títulos de terror e se manter em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana de exibição. A sci-fi dirigida por Denis Villeneuve arrecadou US$ 15,5 milhões de sexta a domingo (31/10), elevando seu total nos EUA e Canadá para US$ 69,4 milhões. Apesar de ficar no topo, o filme enfrentou uma queda brusca de 62% no faturamento em relação à semana anterior. Mas vale reparar que outros títulos da Warner Bros. distribuídos simultaneamente em streaming na HBO Max americana, como “Mortal Kombat”, “O Esquadrão Suicida” e “Space Jam: Um Novo Legado”, chegaram a cair até 70% em consequência da opção online. A diferença significa que o marketing de “Duna” funcionou. O estúdio reforçou em sua campanha que se tratava de um filme para ser visto em tela grande. A sci-fi também foi lançada na China neste fim de semana, onde abriu com US$ 28 milhões, apesar de 10% do parque exibidor do país estar fechado devido a um novo surto de covid-19. Com isso, “Duna” chega a uma receita internacional de US$ 222 milhões e se aproxima de uma bilheteria de US$ 300 milhões mundiais. Não por acaso, teve sua sequência oficializada. No clima da data festiva, “Halloween Kills” voltou a atrair público, garantindo o 2º lugar em seu terceiro fim de semana com US$ 8,5 milhões. Mesmo destruído pela crítica, o novo filme do psicopata Michael Myers segue com um desempenho razoável, somando US$ 85,6 milhões no mercado norte-americano. Outros dois títulos de terror estrearam no fim de semana, mas não conseguiram atrair muito público. “Espíritos Obscuros”, de Scott Cooper, e “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, nem sequer entraram no Top 5, disputando o 6º lugar com uma arrecadação similar, em torno dos US$ 4,2 milhões no fim de semana. “Noite Passada em Soho” teve uma distribuição um pouco maior, chegando em 3.016 telas, enquanto “Espíritos Obscuros” está sendo projetado em 2.800 locais. Crítica e público gostaram mais do trabalho de Edgar Wright, que teve 74% de aprovação no Rotten Tomatos contra 60% do filme de Scott Cooper, e nota B+ no CinemaScore contra C+, o que não é um bom presságio para “Espíritos Obscuros”. O que mais chama atenção é que ambos perderam para uma produção estrangeira, “My Hero Academia: World Heroes’ Mission”, terceiro longa derivado da popular série de anime “My Hero Academia”. O desempenho foi surpreendente, porque o desenho japonês teve uma distribuição muito menor, arrecadando US$ 6,4 milhões em 1.602 telas, o suficiente para o 4º lugar. O resto do Top 5 norte-americano inclui os blockbusters “007 – Sem Tempo para Morrer”, com US$ 7,8 milhões em 3º lugar, e “Venom: Tempo de Carnificina”, com US$ 5,7 milhões em 5º lugar. Até agora, a última aventura de Daniel Craig como 007 arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo US$ 605 milhões de faturamento mundial, um número robusto para tempos de pandemia. Por sua vez, “Venom: Tempo de Carnificina” chegou a US$ 190 milhões em vendas de ingressos domésticos, estabelecendo-se como o segundo filme de maior bilheteria doméstica do ano, atrás apenas de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que fez US$ 221 milhões nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o segundo longa de Venom está a um passo de superar os US$ 400 milhões, com US$ 395,8 milhões até este domingo. Veja abaixo o resumo da estimativa de bilheteria para os sete principais filmes deste fim de semana na América do Norte. “Duna” – US$ 15,5 milhões “Halloween Kills” – US$ 8,5 milhões “007 – Sem Tempo para Morrer” – US$ 7,8 milhões “My Hero Academia: World Heroes ‘Mission” – US$ 6,4 milhões “Venom: Tempo de Carnificina” – US$ 5,7 milhões “A Última Noite em Soho” – US$ 4,2 milhões “Espíritos Obscuros” – US$ 4,2 milhões
Eiza Gonzalez fará série sci-fi dos criadores de “Game of Thrones”
A Netflix anunciou o elenco de “3 Body Problem”, nova série dos criadores de “Game of Thrones”. O elenco numeroso destaca, entre os mais conhecidos, dois atores de “Game of Thrones”, John Bradley e Liam Cunningham, dois atores da Marvel, Benedict Wong (“Doutor Estranho”) e Tsai Chin (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), a atriz Eiza Gonzalez (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e o ator Jovan Adepo (“Um Limite entre Nós”). Em seu Instagram, Eiza Gonzalez comemorou a escalação. “Após ser a maior fã de ‘Game of Thrones’, nunca pensei que teria sorte de me juntar a esses gênios e o brilhante Alexander Woo no passeio mais épico da minha vida. Esta história … é como nenhuma outra. Se você não estiver familiarizado com ‘O Problema de Três Corpos’ prepare-se, porque você não vai saber o que o atingiu. Vamos começar a contagem regressiva!” Apesar do anúncio, os personagens que cada ator interpreta não foram revelados. A série adapta o romance sci-fi “O Problema de Três Corpos”, do escritor chinês Liou Cixin, primeira obra asiática a ganhar o prêmio Hugo, a principal honraria da literatura de ficção científica. “O Problema de Três Corpos” foi lançado no Brasil pela editora Suma e forma uma trilogia com “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. A trama narra o primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena e os responsáveis pela produção a consideram épica e “ambiciosa”. A produção está sendo sendo desenvolvida por David Benioff e D.B. Weiss, os criadores de “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e as empresas de entretenimento Plan B, de Brad Pitt, e a Yoozoo, sediada na China. Vale lembrar que, desde seu anúncio, a série tem sido marcada por polêmicas. Senadores americanos do Partido Republicano, o mesmo de Donald Trump, acusaram a produção de querer propagar a “perigosa propaganda” do Partido Comunista, porque, como a maioria dos chineses, o autor do livro em que a trama se baseia é comunista. Além disso, Lin Qi, ex-presidente do Grupo Yoozoo, que seria um dos produtores da vindoura série, morreu envenenado no Natal passado, aos 39 anos, supostamente por vingança de Xu Yao, um diretor da empresa, que alguns relatos relacionam à atração. A revista econômica Caixin Weekly investigou o caso e publicou que Lin recebeu pelo menos cinco venenos diferentes, além de relatar que Xu Yao foi detido pela polícia de Xangai. De acordo com a reportagem, Xu era obcecado pela série de TV americana “Breaking Bad” e havia testado pessoalmente centenas de venenos em animais como hobby. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @eizagonzalez
Daisy Ridley vai estrelar nova sci-fi futurista
A atriz inglesa Daisy Ridley vai voltar a estrelar uma ficção científica. A intérprete de Rei em “Star Wars” entrou em “Mind Fall”, longa do cineasta francês Mathieu Kassovitz (“Na Companhia do Medo”) sobre um futuro em que as pessoas usam memórias alheias como drogas. O filme mostrará uma viciante tecnologia ilegal que retira memórias de indivíduos e repassa para outras pessoas, misturando-se ao subconciente dos usuários. O papel de Ridley será Ardis Varnado, uma traficante que compra “mems” de pessoas em dificuldades financeiras e as revende para seus clientes. Acusada de assassinato e lutando contra o próprio vício, ela será obrigada a tentar distinguir suas memórias verdadeiras das adquiridas para provar sua inocência. O roteiro foi escrito pelo americano Graham Moore, que venceu o Oscar por “O Jogo da Imitação” (2014). E por falar em imitação, a premissa do novo filme é muito parecida com a de “Estranhos Prazeres” (1995), escrita por um certo James Cameron (ele mesmo, de “Avatar”). “Mind Fall” será a segunda sci-fi de Daisy Ridley após o final da mais recente trilogia de “Star Wars”. Ela também estrelou “Mundo em Caos”, lançada no começo do ano. Atualmente em fase inicial de busca de parcerias internacionais pela produtora francesa Wild Bunch, o filme ainda não tem previsão de estreia.
Trailer de “Lightyear” é o mais visto da Disney em 2021
O primeiro trailer de “Lightyear”, animação derivada de “Toy Story”, atingiu o infinito e além em suas visualizações. Segundo informação da Disney, a prévia disponibilizada na quarta-feira (27/10) foi vista 83 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. Trata-se do trailer mais visto dentre todos os já produzidos da franquia “Toy Story”, bem à frente do antigo recordista, “Toy Story 4”, que teve 62 milhões de visualizações. Considerando todos os trailers já feitos pelo estúdio Pixar, perde apenas para “Os Incríveis 2”, que atingiu a impressionante marca de 114 milhões de views em 2018. Neste ano, porém, nenhum outro trailer da Disney gerou tanto tráfico. “Lightyear” bateu até o primeiro vídeo de “Eternos”, da Marvel, assistido 77 milhões de vezes em sua estreia no final de maio. Na época, a prévia de “Eternos” foi apontada como o trailer mais visto de todo o conglomerado desde o começo da pandemia. Além de liderar as visualizações da Disney no YouTube, “Lightyear” também entrou nas principais tendências globais do Twitter, alcançando o 1ª lugar como o tópico mais comentado durante a maior parte de seu dia de estreia. Além disso, ainda gerou cinco tópicos derivados, incluindo Chris Evans, “Toy Story” e “To Infinity and Beyond”. O vídeo também foi o assunto mais comentado nos fórums do Reddit, além de ter se tornado o principal vídeo global do YouTube (nas seções “geral” e “filmes”). Completamente diverso de “Toy Story”, em “Lightyear” o personagem-título não é um boneco, mas um astronauta numa aventura sci-fi legítima, durante a primeira jornada nas estrelas que irá torná-lo lendário. Outra diferença marcante é a voz do protagonista. Dublador oficial do personagem em “Toy Story”, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Uma curiosidade sobre os dois é que ambos fazem aniversário no mesmo dia. “Lightyear” tem direção de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – dirigiu dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. A estreia está marcada para junho de 2022. E aqui está o trailer novamente:
Halle Berry e Patrick Wilson encaram fim do mundo em fotos de “Moonfall”
A Diamond Films divulgou as fotos de “Moonfall”, nova sci-fi apocalíptica de Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”), em que astronautas tentam impedir a queda da Lua na Terra. Sem dar maiores explicações sobre o desastre, a sinopse diz que, faltando “poucas semanas para o impacto”, “uma equipe desacreditada é enviada em uma missão aparentemente impossível de pousar na superfície lunar e salvar a humanidade”. O elenco destaca Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”), Wenwen Yu (“Between Us”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”). Apenas os três primeiros aparecem nas imagens, que destacam mais os efeitos visuais, verdadeiros protagonistas da produção. Além da direção, Emmerich também assina o roteiro ao lado de outros especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Imagina-se que eles criaram uma trama diferente de “Armageddon” (1998), que não se resuma a trocar um meteoro pela lua. “Moonfall” tem estreia marcada para 3 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












