Independence Day ressurge sem a mesma potência
Assim como a Terra, o diretor Roland Emmerich teve 20 anos para se preparar para a volta dos alienígenas em “Independence Day: O Ressurgimento”. Mas como um dos personagens conclui de forma metalinguística na metade do filme, não foi suficiente. Fato: estamos mais velhos desde o primeiro “Independence Day” (1996). Mas não é desculpa para o segundo episódio da (agora) franquia parecer tão velho. E a culpa é do próprio Emmerich. Não pelas soluções fáceis e rápidas que a resistência humana encontra para fazer frente aos alienígenas. Ou pelo filme ser brega, clichê e pregar a mesma diversão escapista de quando os cinemas cheiravam à pipoca e ninguém levava blockbusters a sério. Mas por Emmerich ter estabelecido, com mérito, em 1996, um padrão para destruições em grande escala, que tantos outros aprenderam a copiar. “Independence Day” foi o grande evento cinematográfico dos anos 1990, quando as superproduções podiam ser contadas nos dedos da mão. Há duas décadas, só dividiu atenções com “Twister” e o primeiro “Missão: Impossível”. Hoje, Hollywood lança um filme desse porte quase toda semana. Fica difícil sentir o prazer de se surpreender, de ficar impressionado, quando a destruição do planeta vira o lugar-comum cinematográfico – só neste ano, os efeitos digitais ameaçaram a Terra em “Batman vs Superman”, “X-Men: Apocalipse” e até “As Tartarugas Ninja”. Mas Emmerich não estabeleceu um padrão por acaso. Pode-se falar qualquer coisa dele, menos que o diretor se repita na escala de sua destruição. Os efeitos catastróficos do novo “Independence Day” são diferentes dos vistos em “Godzilla” (1998), que não são iguais aos de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), que por sua vez são diversos em “2012” (2009). Mesmo assim, como espetáculo, é estranho que “O Ressurgimento” pareça maior em suas ambições e, ao mesmo tempo, menor na execução. É visível a intenção de Emmerich em tornar as sequências de ação e destruição ainda mais monumentais, porém com durações mais curtas, talvez por ter a noção de que praticamente tudo foi explorado nesse quesito nos anos anteriores. Mas os esforços digitais, embora muito bem trabalhados, já não impressionam como os resultados alcançados pelo filme original, que mesclou os primórdios da tecnologia usada atualmente com os sempre bem-vindos efeitos práticos. O resultado é que não há uma cena sequer em “O Ressurgimento” que deixe o espectador com o queixo no chão, como aconteceu com a sombra da nave no primeiro filme, o início dos ataques e a clássica explosão da Casa Branca em 1996. Em parte, isso também se deve à tendência iniciada nesta segunda metade da década de 2010: as continuações que copiam o template dos filmes originais. Não que sejam exatamente iguais, como os remakes, mas utilizam a mesma estrutura de roteiro. Foi a principal reclamação em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que copiou a estrutura de “Guerra nas Estrelas” (1977). Tudo bem, porque se você vai copiar, copie dos melhores. Acontece que “Independence Day” não é uma obra tão relevante quanto a que George Lucas criou em 1977. Assim, onde o primeiro longa se inspirava nos filmes B, com pitadas do cinema de Lucas e Spielberg, “O Ressurgimento” se inspira basicamente na obra do próprio Emmerich. No elenco, Bill Pullman, Jeff Goldblum e Brent Spiner brilham sempre que aparecem, agindo como “mestres” e deixando as cenas de ação para uma nova geração de “aprendizes”. Mas se Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac convencem como substitutos de Mark Hamill, Harrison Ford e Carrie Fisher em “Star Wars”, o mesmo não acontece com Jessie T. Usher, Liam Hemsworth (ambos péssimos) e Maika Monroe (a melhor do trio, mas não tão aproveitada quanto os dois rapazes), que nem somados conseguem fazer frente à ausência de Will Smith, que não topou fazer a continuação. Por outro lado, há uma preocupação em transmitir maior tolerância na representação da espécie humana. O mundo que surge no começo do filme é mais harmônico, sem preconceitos raciais e sexuais, após a população mundial perceber que “não estamos sozinhos”. E, pelo jeito, a humanidade precisará se unir ainda mais, porque há um gancho safado no final do longa-metragem para uma continuação. Infelizmente, esta é outra aposta de Emmerich em seu próprio taco que pode gerar frustração, devido às fracas bilheterias.
Star Trek: Novo trailer com música de Rihanna ganha versões legendada e dublada
A Paramount divulgou as versões dublada e legendada do novo trailer de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que apresenta a nova música de Rihanna, “Sledgehammer”, criada para a trilha do filme. O vídeo também resgata cenas do primeiro filme da franquia para introduzir a motivação do Capitão Kirk (Chris Pine), a destruição da Enterprise e a luta pela sobrevivência da tripulação num planeta hostil. Além de Chris Pine (como Capitão Kirk), o elenco traz de volta Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.
Duas produções diferentes vão adaptar 20.000 Léguas Submarinas para o cinema
O diretor David Fincher não conseguiu convencer a Disney a investir numa superprodução baseada no clássico sci-fi “20.000 Léguas Submarinas”, que seria estrelada por Brad Pitt. Mas após seu projeto dar em água, duas produções rivais ganharam sinal verde para materializar a famosa aventura marinha de Julio Verne. O cineasta Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) já tinha revelado seus planos de adaptar o clássico de 1870, ao compartilhar no Instagram a capa do roteiro que ele escreveu com Dan Studney (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e o estreante Rick Sordelet para o estúdio 20th Century Fox. Agora, surge a notícia que o estúdio francês Wild Bunch se associou a uma empresa chinesa para lançar a sua versão, que será dirigida por Christophe Gans (da recente versão francesa de “A Bela e a Fera”). Segundo o site Deadline, a produção já garantiu distribuição na China, o que poderá afetar os planos da Fox para distribuir seu filme no segundo maior mercado do planeta. Para completar, essa versão começará a ser filmada ao mesmo tempo que a produção americana, entre setembro e outubro. A Disney, por sua vez, não desistiu completamente de filmar a criação de Julio Verne e planeja uma história de origem centrada no Capitão Nemo, que deverá ser dirigida por James Mangold (“Wolverine – Imortal”). Entretanto, este projeto não deve sair da gaveta tão cedo – se é que agora sairá. “20.000 Léguas Submarinas” acompanha a caça de um misterioso monstro marinho que vem atacando embarcações do final do século 19. Na verdade, porém, trata-se do primeiro submarino do mundo, o Náutilus, comandado pelo Capitão Nemo, muito antes da invenção se tornar realidade. O livro já foi adaptado diversas vezes para o cinema, mas até hoje a versão filmada em 1954 pela Disney, com Kirk Douglas (“Spartacus”) e James Mason (“Meninos do Brasil”), permanece insuperável.
Jamie Dornan invade a mente de uma criança em trailer de suspense
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer do suspense “The 9th Life of Louis Drax”, novo filme do especialista em terror Alexandre Aja (“Piranhas”), estrelado por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). A prévia começa acompanhando uma família feliz, o acidente que deixa seu filho em coma e a busca por esperanças além da Medicina. Mas esses sinais típicos de drama religioso logo são substituídos por uma reviravolta sci-fi, envolvendo experiências com ondas cerebrais e um mergulho na mente da criança, com o objetivo de solucionar o mistério de sua queda e descobrir se os próprios pais teriam empurrado o menino num precipício. A trama reflete diversos lugares-comuns, já vistos em filmes como “A Cela” (2000) e “Aurora” (2012). Baseada no livro homônimo de Liz Jensen, marca o primeiro roteiro assinado pelo ator Max Minghella, que trabalhou com Aja no terror “Amaldiçoado” (2013). Os pais são interpretados por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Sarah Gadon (“Drácula: A História Nunca Contada”), o menino por Aiden Longworth (o jovem Rip Hunter de “Legends of Tomorrow”) e o neurologista que realiza a experiência por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). O elenco ainda inclui Molly Parker (série “House of Cards”), Barbara Hershey (“Sobrenatural”) e Oliver Platt (série “Chicago Med”). A estreia está marcada para 2 de setembro nos EUA e apenas em 20 de outubro no Brasil.
Morgan: Atriz de A Bruxa é monstro de laboratório em novo trailer de sci-fi
A 20th Century Fox divulgou o segundo trailer de “Morgan”, terror científico estrelado por Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) e Ana Taylor-Joy (revelada em “A Bruxa”). A prévia explica a origem da personagem-título, uma nova forma de vida sintética criada num laboratório secreto, que, como típico monstro de “Frankestein”, rebela-se contra seus criadores. O detalhe é que Morgan tem poderes psíquicos poderosos. Na trama, Mara interpreta uma funcionária de uma grande corporação enviada para avaliar um acidente em um laboratório ultra-secreto, onde uma nova forma de vida (Ana Taylor-Joy) foi criada por cientistas. A premissa, que remonta à literatura gótica, é velha conhecida da ficção científica, tendo rendido nas últimas décadas alguns exemplares interessantes como “A Experiência” (1995) e “Splice – A Nova Espécie” (2009). O filme marca a estreia na direção de Luke Scott, filho do veterano cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), após trabalhar como assistente em “Exôdo: Deuses e Reis” (2014), dirigido por seu pai. O elenco também inclui Toby Jones (série “Wayward Pines”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Boyd Holbrook (série “Narcos”) e Chris Sullivan (série “The Knick”). A estreia está marcada para 2 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Fortitude: Dennis Quaid é destaque em fotos e trailer da 2ª temporada
O canal pago americano Pivot divulgou as fotos e o primeiro comercial da 2ª temporada do suspense ártico “Fortitude”, que destacam a participação de Dennis Quaid (“O Dia Depois de Amanhã”), principal reforço do elenco nos novos episódios – além de investir no clima gélido de tensão e mistério da trama. Coprodução britânica, a atração foi uma das surpresas da televisão do Reino Unido em 2015, registrando uma média de 1,7 milhão de telespectadores, maior audiência já registrada pelo canal pago Sky Atlantic, o que gerou interesse internacional e levou à venda da produção para vários países. O fato de o elenco refletir a diversidade europeia, com nórdicos, espanhóis e britânicos em papéis de destaque, também ajuda na sua propagação. Criada por Simon Donald (“Wallander” e “Low Winter Sun”), “Fortitude” se passa no pequeno lugarejo que leva seu nome, considerada a cidade mais ao Norte do mundo, na região ártica. A trama acompanha as investigações de um assassinato naquele que, até então, era considerado o lugar mais seguro da Terra. Ao final do arco inicial, as pistas transformam a investigação numa trama de terror sci-fi, envolvendo um vírus pré-histórico, que o aquecimento global descongelou junto com carcaças de mamutes, infectando a população local. A nova temporada também contará com os reforços de Michelle Fairley (série “Game of Thrones”), Parminder Nagra (série “The Blacklist”), Robert Sheehan (série “Misfits”) e Ken Stott (trilogia “O Hobbit”), que substituirão os nomes mais famosos do elenco original: Stanley Tucci (franquia “Jogos Vorazes”), Michael Gambon (franquia “Harry Potter”) e Christopher Eccleston (série “The Leftovers”), cujos personagens morreram durante a 1ª temporada. Os detalhes sobre os novos personagens estão sendo mantidos em sigilo. Além deles, a 2ª temporada também vai trazer de volta os integrantes fixos do elenco: Richard Dormer (“Game of Thrones”), Sofie Gråbøl (série “Forbrydelsen”), Verónica Echegui (“Fuga Implacável”), Sienna Guillory (“Resident Evil 5: Retribuição”), Luke Treadaway (“Invencível”), Darren Boyd (“Heróis de Ressaca”), Björn Hlynur Haraldsson (série “The Borgias”), Mia Jexen (“Dual”), Alexandra Moen (série “Strike Back”) e Ramon Tikaram (“O Destino de Júpiter”). A estreia dos novos episódios está marcada para janeiro.
Star Trek: Novo trailer destaca música inédita de Rihanna
A Paramount divulgou o novo trailer de “Star Trek: Sem Fronteiras”. O vídeo resgata cenas do primeiro filme da franquia para introduzir a motivação do Capitão Kirk (Chris Pine), a destruição da Enterprise e a luta pela sobrevivência da tripulação num planeta hostil, mas seu principal destaque é a trilha, que apresenta a música nova de Rihanna, “Sledgehammer”, criada para a trilha do filme. Além de Chris Pine (como Capitão Kirk), o elenco traz de volta Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.
Bilheterias: Procurando Dory nem nota Independence Day nos EUA
A animação “Procurando Dory” não teve dificuldades em manter sua liderança nas bilheterias, em seu segundo fim de semana em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos. A produção da Disney/Pixar arrecadou US$ 73,2 milhões, ficando muito à frente do 2º lugar, ocupado pela estreia de “Independence Day: O Ressurgimento”, que fez US$ 41,6 milhões. A sequência de “Procurando Nemo” (2003) teve uma queda de apenas 46% em relação à bilheteria de sua estreia, garantindo assim o segundo melhor fim de semana de uma animação nos EUA em todos os tempos. Nos dez dias em que está em exibição, o filme já somou US$ 285,6 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, o valor alcança US$ 396,8 milhões. A continuação de “Independence Day” (1996), por sua vez, fez menos que o esperado. As estimativas apontavam que renderia ao menos US$ 50 milhões em seu primeiro fim de semana, igualando-se ao desempenho do filme original, mas o resultado acabou frustrando o estúdio 20th Century Fox. Para completar, as críticas foram, em sua grande maioria, negativas, resultando em apenas 33% de aprovação na média tabulada pelo site Rotten Tomatoes. Novamente dirigido por Roland Emmerich, o longa custou US$ 165 milhões, por isso necessita de uma boa performance nas bilheterias internacionais para se pagar. Por enquanto, o rendimento mundial está em US$ 143 milhões. Seu consolo é que faturou em três dias quase tudo o que “Warcraft” conseguiu somar em três semanas nos EUA. O fracasso do estúdio Universal já até saiu do Top 10, em 16 dias. As outras duas estreias da semana tiveram desempenhos diferentes. O suspense “Águas Rasas”, em que Blake Lively enfrenta um tubarão, arrecadou acima do esperado: US$ 16 milhões. Filmado por US$ 17 milhões, a produção ocupou o 4º lugar e deve dar lucro rapidamente, apenas com o faturamento doméstico. Para ajudar, a crítica adorou (74% de aprovação). Já “Free State of Jones” não se deu bem. O drama escravagista estrelado por Matthew McConaughey, como líder de uma rebelião contra os Estados Confederados no século 19, fez somente US$ 7,8 milhões. É valor de produção indie modesta. Entretanto, custou US$ 50 milhões de produção e, tudo indica, dará prejuízo sem conseguir nem mesmo prestígio, com 40% de aprovação no site Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Procurando Dory Fim de semana: US$ 73,2 milhões Total EUA: US$ 286,5 milhões Total Mundo: US$ 396,8 milhões 2. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 41,6 milhões Total EUA: US$ 41,6 milhões Total Mundo: US$ 143 milhões 3. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 18,3 milhões Total EUA: US$ 69,3 milhões Total Mundo: US$ 83,6 milhões 4. Águas Rasas Fim de semana: US$ 16,7 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 16,7 milhões 5. Free State of Jones Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 6. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 86,9 milhões Total Mundo: US$ 242,9 milhões 7. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 159,7 milhões 8. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 151,1 milhões Total Mundo: US$ 523,8 milhões 9. As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 77,1 milhões Total Mundo: US$ 153,9 milhões 10. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 74,5 milhões Total Mundo: US$ 249 milhões
Diretor de Independence Day já prepara nova catástrofe apocalíptica
O cineasta Roland Emmerich já tem uma nova catástrofe apocalíptica em vista. Após lançar “Independence Day: O Ressurgimento”, ele voltará a mostrar a Terra em perigo na sci-fi “Moonfall”, informou o site da revista Variety. A produção da Universal Pictures vai acompanhar os esforços para salvar a Terra após a Lua sair de órbita e entrar em rota de colisão com o planeta. O roteiro é do próprio Emmerich, escrito em 2012 em parceria com Harald Kloser, compositor que trabalha em todos os seus filmes desde “O Dia Depois de Amanhã” (2004). A Sony Pictures chegou a ser interessar pelo projeto, porém a Universal acabou ficando com a produção ao oferecer mais dinheiro para o cineasta.
Rogue One: Veja 21 fotos do primeiro spin-off da franquia Star wars
A revista Entertainment Weekly divulgou 21 fotos de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que destacam tropas imperiais, robôs e alguns personagens da trama. Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme será o primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, exibido fora de sincronia com a trama central. A trama gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Vader. O elenco inclui Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), além da voz de James Earl Jones, que desde “Guerra nas Estrelas” dubla o vilão Darth Vader. “Rogue One: Uma História Star Wars” passou recentemente por refilmagens, que originaram vários boatos, mas sua estreia está mantida em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rogue One: James Earl Jones será novamente a voz de Darth Vader
Depois de confirmar a participação de Darth Vader em “Rogue One: Uma História Star Wars”, a revista Entertainment Weekly confirmou que James Earl Jones, dublador original do vilão nos filmes clássicos, estará de volta para fazer a voz cavernosa de Vader na nova produção. A revista também entrevistou Kathleen Kennedy, presidente da LucasFilm, que explicou como será a participação de Vader no longa: “Ele estará no filme de forma moderada. Mas em um momento chave e estratégico, ele terá uma grande participação”. Artes conceituais vazadas da produção já tinham mostrado o perfil de Vader entre os personagens, mas nenhuma fonte da Disney ou da LucasFilm tinha confirmado sua presença até então. A participação é plausível porque a trama se passa entre as duas trilogias iniciais, mais especificamente entre “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e “Guerra nas Estrelas” (1977). Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas”, estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Vader. Além de James Earl Jones como a voz de Vader, a produção traz em seu elenco Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). “Rogue One: Uma História Star Wars” passou recentemente por refilmagens, que originaram vários boatos, mas sua estreia permanece a mesma desde o anúncio de sua produção: 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Independence Day 2 invade os cinemas brasileiros
Vinte anos depois da invasão original, a continuação da sci-fi “Independence Day” retorna aos cinemas, ocupando 965 salas (das quais 668 com telas 3D e 12 IMAX). É um circuito três vezes maior que o do filme de 1996, lançado, na época, em 301 cinemas. A diferença reflete o crescimento do parque exibidor, que ainda assim é insuficiente para o tamanho do país. “Independence Day – O Ressurgimento” reúne boa parte do elenco dos anos 1990, menos Will Smith (que ironicamente virou astro de ação graças ao sucesso do original), além do diretor Roland Emmerich, maior expert em catástrofes de escala apocalíptica de Hollywood. Mostrando seu talento para destruir monumentos e devastar capitais, ele faz dos efeitos visuais os principais destaques da produção, que ainda apela ao público atual com a inclusão de rostos jovens, como Liam Hemsworth (da franquia “Jogos Vorazes”) e Maika Monroe (“Corrente do Mal”). O tom grandiloquente também se reflete no marketing, com pré-estreia em estádio de futebol. Bill Pullman veio ao Brasil para promover o lançamento no estádio Allianz Parque, em São Paulo. Mas o clima festivo acaba, indiretamente, jogando mais luz sobre o grande defeito do longa, que cria um espetáculo pirotécnico de ultradestruição indolor, sem jorrar sangue, para divertir crianças que não podem jogar certos videogames. A crítica americana considerou o esforço medíocre, dividindo-se numa média de 52% de aprovação, segundo o site Rotten Tomatoes. Para enfrentar a invasão importada, o circuito destaca um dos grandes filmes brasileiros do ano, “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo”. Cinebiografia do lutador de MMA e ex-campeão do UFC, o longa mostra porque Afonso Poyart (“2 Coelhos”) já chamou atenção de Hollywood. Editado com ritmo vibrante, o longa parte do drama de superação para projetar cenas de ação arrepiantes, com ímpeto, furor e ótimas interpretações de José Loreto, no papel-título, e Cleo Pires, cuja filmografia vem se revelando cada vez mais inesperada. A estreia é boa, em 397 salas do circuito. A outra ficção nacional da semana, “O Caseiro”, contenta-se em ser um exemplar convencional de terror, reciclando clichês do gênero, como o caça-fantasma e a casa mal-assombrada. Apesar da trama previsível, seus similares americanos costumam lotar os cinemas. A maior vantagem do filme de Julio Santi (“O Circo da Noite”) é que dispensa as legendas – em 61 telas. O terceiro filme brasileiro é o ótimo documentário “Paratodos”, de Marcelo Mesquita (“Cidade Cinza”), que acompanha as equipes paralímpicas nacionais de natação, atletismo, canoagem e futebol entre 2013 e 2016. Vitórias, frustrações e principalmente histórias de superação compõem a obra, que chega aos cinemas em clima de Olimpíadas – ou seja, com pouco interesse do circuito, em 12 salas. As distribuidoras até se esforçaram para surfar na onda olímpica, mas o mercado não se engajou, como bem demonstra o lançamento de “Raça”, cinebiografia do lendário Jesse Owens, atleta negro que constrangeu Adolph Hitler ao vencer as principais provas de atletismo da Olimpíada de Berlim, em 1936, mas que nem felicitado pelo Presidente dos EUA, numa história vergonhosa de racismo. O filme teve 60% de aprovação no Rotten Tomatoes e vai passar em apenas 10 salas. O francês “Marguerite”, dirigido por Xavier Giannoli (“Quando Estou Amando”) com toques de comédia, leva a 25 salas outra história verídica, sobre uma socialite rica que, paparicada pelos amigos, convence-se que é uma grande cantora de ópera, sem sequer soar afinada. O papel-título rendeu a Catherine Frot o prêmio César (o Oscar francês) de Melhor Atriz do ano. A programação ainda destaca o chinês “As Montanhas se Separam”, de Jia Zhang-Ke (“Um Toque de Pecado”), que teve première em Cannes. Passado em três épocas (presente, passado e futuro), o drama acompanha a história de Tao, uma mulher dividida entre o amor de dois amigos de infância e o destino de seu filho. Chega em oito salas. Por fim, duas estreias não tiveram o circuito revelado, mas estão em cartaz pelo menos em São Paulo. Curiosamente, ambas tratam do mesmo tema: a questão dos imigrantes na Europa. Coprodução Brasil-Portugal, “Estive em Lisboa e Lembrei de Você” se inspira no livro do brasileiro Luiz Ruffato e utiliza-se de atores amadores para, em clima de documentário, refletir sobre o que leva brasileiros a emigrarem para Portugal. A direção é do português José Barahona (“O Manuscrito Perdido”), que tem vivido no Brasil durante os últimos anos. Já “Nós ou Nada em Paris” encontra humor na situação de uma família iraniana, que escapa da repressão dos Aiatolás para a França, em busca de uma vida digna e melhor educação para o filho. Escrita, dirigida e estrelada pelo humorista Kheiron, iraniano radicado em Paris, a comédia foi premiada no Festival de Tóquio e selecionada para o César de Melhor Primeiro Filme.
Rogue One: Darth Vader é confirmado no primeiro spin-off de Star Wars
A revista Entertainment Weekly vai destacar as filmagens de “Rogue One: Uma História Star Wars” na sua próxima edição, com data de 1 de julho. Além de uma reportagem acompanhada por fotos inéditas, a publicação confirmou definitivamente o retorno de Darth Vader no primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, com uma chamada publicada em sua capa. Artes conceituais vazadas da produção já tinham mostrado o perfil de Vader entre os personagens, mas nenhuma fonte da Disney ou da LucasFilm tinha confirmado sua presença. A participação é possível porque a trama se passa entre as duas trilogias iniciais, mais especificamente entre “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e “Guerra nas Estrelas” (1977). Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o filme gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas”, estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Vader. Ao participar do programa “Good Morning America” nesta quarta (22/6) para falar sobre a revista, o autor da reportagem Anthony Breznican disse que, embora Vader apareça no filme, ele não será a principal ameaça aos rebeldes. “Darth Vader paira sobre a trama, mas não está necessariamente na tela porque o novo vilão, interpretado por Ben Mendleson, Director Krennic, está tentando satisfazer os desejos do Imperador. Por isso Vader aparece mais no fundo, sobre o seu ombro, certificando que o trabalho seja feito”. Não está claro quem irá interpretar Vader, mas a produção traz em seu elenco Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). Além de Darth Vader, outro personagem também teve sua presença cogitada em “Rogue One: Uma História Star Wars”: o jovem Han Solo, que será interpretado por Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) em outro longa derivado da franquia original. Mas sua presença não foi confirmada pela reportagem. “Rogue One: Uma História Star Wars” passou recentemente por refilmagens, que originaram vários outros boatos, mas sua estreia permanece a mesma desde o anúncio de sua produção: 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.











