Timeless: Série sci-fi do criador de Supernatural ganha novo comercial
A rede americana NBC divulgou um novo comercial de “Timeless”, série sci-fi aprovada para a próxima temporada. Apesar do tema da viagem no tempo atingir saturação, a prévia sugere que esta pode ser a produção de maior orçamento do gênero, com cenas bem acabadas da destruição do dirigível Hindemburg, o último dos zepelins. Parte do impacto visual também se deve ao piloto ter sido dirigido por Neil Marshall (“Abismo do Medo”, “Centurião”), cineasta britânico que, nos últimos anos, vem se especializando em séries, como “Game of Thrones”, “Hannibal” e “Black Sails” – conhecidas por possuir cenas mais elaboradas. A série foi criada pela dupla Eric Kripke (criador de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (criador de “The Shield” e “Last Resort”) e vai seguir um trio de viajantes do tempo em perseguição a um criminoso que planeja alterar a história com resultados potencialmente catastróficos. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para viajar de volta no tempo para impedir os planos do vilão. A estreia vai acontecer na temporada de outono, em 3 de outubro nos EUA.
Star Trek: Simon Pegg defende a decisão de tornar Sulu gay
Responsável pelo roteiro de “Star Trek: Sem Fronteiras”, Simon Pegg defendeu a representação do Sr. Sulu como gay no novo filme da franquia espacial, respondendo, por meio de um comunicado, ao protesto do ator George Takei, intérprete de Sulu na série clássica dos anos 1960. A ideia, que tomou vida como homenagem a Takei, gay assumido e engajado na causa LGBT, não foi bem vista pelo ator, que preferia ver outro personagem gay na franquia e não quem ele representou como sendo heterossexual por tanto tempo. Para Takei, mostrá-lo como gay agora seria o equivalente a dizer que Sulu viveu no armário em todas outras aventuras da nave Enterprise. “Eu tenho muito amor e respeito por George Takei, seu coração, coragem e humor são uma inspiração. No entanto, sobre o que ele pensa sobre Sulu, eu devo respeitosamente discordar. Ele está certo, é triste, é triste que a versão das telas do universo mais inclusivo e tolerante da ficção científica não tenha apresentado um personagem LGBT até agora. Nós poderíamos ter introduzido um novo personagem gay, mas ele ou ela seria primariamente definido(a) pela sexualidade, visto(a) como ‘o personagem gay’, ao invés de simplesmente por quem é.” “Nosso ‘Star Trek’ recomeçou numa timeline alternativa, com detalhes alternativos”, continuou Pegg. “Qualquer ingrediente mágico que determine a nossa sexualidade acabou sendo diferente para Sulu nessa linha temporal. Eu gosto dessa ideia, porque sugere que em um hipotético multiverso, através da infinita matrix de realidades alternativas, todos nós somos LGBT em algum outro universo.” “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas só vai chegar em 1 de setembro no Brasil.
George Takei não gostou da homenagem e preferia que Sulu não virasse gay
O veterano ator George Takei, que interpretou o Sr. Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” e nos primeiros filmes derivados da franquia, revelou que já sabia que o personagem apareceria como gay em “Star Trek: Sem Fronteiras”, mas preferia que isso não tivesse acontecido. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, Takei, que é gay assumido e participa ativamente do movimento pelos direitos LGBT, contou que foi informado por John Cho, o novo intérprete do personagem, e que tentou demover o diretor Justin Lin da ideia, pois o personagem sempre foi retratado como heterossexual. “Estou maravilhado que exista um personagem gay, mas não precisava ser Sulu. Infelizmente, é uma distorção da criação de Gene Roddenberry”, ele se manifestou. “Eu penso que este filme será lançado durante o aniversário dos 50 anos de ‘Star Trek’, o que é uma forma de prestar homenagem a Roddenberry, o homem cuja visão nos motivou por meio século. E a melhor forma de honrá-lo seria criar outro personagem, não alterar uma de suas criações”. Ironicamente, a decisão partiu do roteirista Simon Pegg, intérprete de Scotty no filme, que imaginava assim prestar uma homenagem a Takei, o único ator da série clássica a se assumir gay – em 2005. Pegg chegou a enviar um email elogiando a dedicação de Takei tanto à franquia quanto à causa LGBT, que o ator diz ter confundido com um sinal de que tinha sido ouvido e que Sulu não seria mais apresentado como homossexual. Para Takei, o problema de mostrar Sulu gay agora é basicamente considerar que o personagem vivia “no armário”, escondendo sua verdadeira sexualidade nas histórias anteriores, o que seria uma péssima mensagem. Afinal, no século 23, onde ele vive, a sexualidade já não deveria precisar ser disfarçada.
Star Trek: Sulu será gay no novo filme da franquia espacial
O Sr. Sulu será apresentado como gay no próximo filme da franquia “Star Trek”. A novidade foi compartilhada pelo ator John Cho, que interpreta Sulu em “Star Trek: Sem Fronteiras”, numa entrevista ao jornal australiano Herald Sun. “Eu gostei da abordagem, que é de não chamar muito a atenção para isso, pois espero que este seja o caminho que nós, como espécie, vamos seguir no futuro, de não politizar as orientações pessoais”, afirmou Cho. Cho também disse que o roteirista Simon Pegg e o diretor Justin Lin tomaram a decisão de fazer Sulu gay em homenagem a George Takei, o intérprete original do personagem na série dos anos 1960, que hoje tem 79 anos e em 2005 se assumiu gay, sendo casado com um homem na vida real. Assim como Takei, o personagem terá um marido. Além disso, Sulu e seu companheiro serão pais de uma menina adotada. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.
Ghost in the Shell: Foto registra encontro de Scarlett Johansson com lendas do anime
O estúdio japonês de animação Production I.G divulgou uma foto dos bastidores do filme “Ghost in the Shell”, que mostra três lendas do anime ao lado da atriz Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”) e do diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). As visitas ilustres são Mamoru Oshii, Kenji Kawai e Kenji Kamiyama, todos ligados à franquia “Ghost in the Shell”. Oshii foi o diretor do filme animado que adaptou os quadrinhos de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) em 1995, Kawai compôs sua trilha sonora e Kamiayama escreveu e dirigiu toda a série “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” (da I.G.). A legenda da foto (acima) agradece à equipe e ao elenco do filme pela visita e o respeito demonstrado pelo trabalho dos artistas japoneses. Trata-se de um claro esforço de relações públicas, que tenta suavizar as críticas contra a escalação de Scarlett Johanson no papel principal. Ela, obviamente, não é japonesa como a personagem do mangá e do anime “Ghost in the Shell”, o que gerou protestos, tanto dos fãs da obra quanto de ativistas inconformados com o embranquecimento de papeis de outras raças nos filmes de Hollywood. Além de Johansson, o filme inclui um elenco de multiétnico, com o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), o americano Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) e os japoneses Takeshi Kitano (“Zatoichi”), Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”) e Yutaka Izumihara (“Invencível”). A previsão de lançamento é para 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Matthew Goode vai estrelar piloto baseado na sci-fi clássica que originou o filme Stalker
O canal WGN America encomendou o piloto de sua primeira série sci-fi, “Roadside Picnic”. Trata-se da adaptação da clássica obra homônima dos irmãos russos Arkady e Boris Strugatsky, que já foi transformada em filme, no cultuadíssimo “Stalker” (1979), de Andrei Tarkovsky. A história acontece no futuro próximo, quando a humanidade tenta desvendar os mistérios deixados por alienígenas que visitaram a Terra. Os seis lugares por onde eles passaram são agora conhecidos como Zonas, onde ocorrem fenômenos inexplicáveis. Os governos de diferentes países, com a ajuda das Nações Unidas, tentam manter o controle desses locais, evitando que artefatos sejam levados, o que poderia provocar consequências inesperadas. Isto não impede a ação de caçadores de relíquias alienígenas, conhecidos como “stalkers”, entre eles o protagonista, Redrick “Red” Schuhart, que vende os artefatos no mercado negro e cuja filha sofre preconceito por ter nascido numa dessas Zonas. O ator Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”) vai interpretar Red na produção, que foi desenvolvida por Jack Paglen, roteirista de “Transcendence: A Revolução” (2014) e do vindouro “Alien: Covenenant” (2017). A direção do piloto está a cargo de Alan Taylor (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), que também divide a produção com Paglen e Neil Moritz (produtor da franquia “Velozes e Furiosos”). Por enquanto, o WGN America encomendou apenas o piloto, que precisará ser aprovado para a série se materializar na TV.
Veja 20 fotos novas de Star Trek: Sem Froteiras
A Paramount Pictures divulgou 20 novas fotos oficiais de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que destacam a maioria dos protagonistas: Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov), além da nova integrante do elenco Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), que vive a alienígena Jaylah, e o diretor Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”). Ficou de fora apenas o antagonista principal, Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e visto na primeira leva de imagens. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e apenas em 1 de setembro no Brasil.
Timeless: Veja o comercial da nova série sci-fi do criador de Supernatural
A rede americana NBC divulgou um novo comercial de “Timeless”, série sci-fi criada pela dupla Eric Kripke (criador de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (criador de “The Shield” e “Last Resort”). A prévia mostra rapidamente a premissa, seguindo um trio de viajantes do tempo em perseguição a um criminoso que planeja alterar a história com resultados potencialmente catastróficos. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para viajar de volta no tempo e impedir os planos do vilão. O piloto foi dirigido por Neil Marshall (“Centurião”), cineasta britânico que, nos últimos anos, vem se especializando em séries, como “Game of Thrones”, “Hannibal” e “Black Sails” – todas de visual impactante. A estreia vai acontecer na temporada de outono, em 3 de outubro nos EUA.
Star Trek: Cena registra fim de namoro entre Uhura e Spock
A Paramount divulgou uma cena de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que registra o fim do namoro entre Uhura e Spock, além dos indefectíveis comentários do Dr. McCoy sobre a falta de sensibilidade do vulcano. O elenco traz de volta Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Chris Pine (Capitão Kirk), o Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.
Rihanna vira alienígena no clipe da música do novo Star Trek
A cantora Rihanna divulgou em seu canal no YouTube o clipe de “Sledgehammer”, canção criada para a trilha sonora do filme “Star Trek: Sem Froteiras”. Trekker assumida, Rihanna aparece no vídeo de sobrancelhas raspadas e rosto tatuado, como uma alienígena poderosa, capaz de manipular as rochas da superfície de outro mundo e se tornar uma entidade de energia mística, expandindo-se até virar uma constelação no caminho da nave estelar Enterprise. O clipe foi dirigido por Flora Sigismondi, que já trabalhou com David Bowie, Kate Perry e Justin Timberlake, além de ter dirigido o filme “The Runaways – Garotas do Rock” (2010), e o visual é digno de blockbuster, com muitos efeitos visuais. O resultado impressionante também se deve ao uso de câmeras de Imax. Foi a primeira vez que um clipe foi inteiramente rodado com a tecnologia, visando projeção nas telas gigantes das salas especiais. Antes de “Sledgehammer”, apenas o clipe “Hello”, de Adele, usou câmeras de Imax, mas foram apenas em duas cenas. A balada épica foi composta pela cantora Sia e já está disponível no iTunes e no Spotify. A estreia de “Star Trek: Sem Fronteiras” acontece em 22 de julho nos EUA, mas foi adiada para 1 de setembro no Brasil.
Between: Veja o trailer da 2ª temporada da série sci-fi com Jennette McCurdy
O site Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Between”, série teen apocalíptica estrelada por Jennette McCurdy (série “iCarly”). Criada pelo roteirista e diretor Michael McGowan (“Em Busca De Um Milagre”), “Between” é uma espécie de “Under the Dome” adolescente. A trama se passa numa cidade colocada em quarentena, após uma doença misteriosa dizimar todos os seus habitantes adultos, deixando vivos apenas aqueles com menos de 21 anos de idade. A série explora o vazio de poder que resulta quando os adolescentes ficam sozinhos para se defenderem. Fãs da série clássica “Jornada nas Estrelas” vão se lembrar de trama similar, explorada num episódio de 1966 intitulado “Miri”. A 1ª temporada de “Between” teve apenas 6 episódios, com direção de Jon Cassar (série “24 Horas”), exibidos entre maio e junho de 2015, e terminou num momento de reviravolta, com a descoberta do complô responsável pelo vírus e a possibilidade de fuga do cerco. A prévia mostra como a situação evolui para um confronto entre os adolescentes e os militares que impõem a quarentena. A próxima temporada vai incluir mais 6 episódios com estreia em 30 de junho. Mas ao contrário da 1ª temporada, quando os episódios foram disponibilizados semanalmente, junto com sua exibição no canal canadense City, todos os novos capítulos serão lançados ao mesmo tempo, como as demais séries do Netflix.
Star Trek: Rihanna se declara trekker em vídeo sobre sua participação na trilha sonora
A Paramount divulgou um vídeo com Rihanna, em que a cantora comenta sua participação na trilha sonora de “Star Trek: Sem Fronteiras”. O filme vai incluir sua nova música, “Sledgehammer”, que ganhou uma prévia no mais recente trailer da produção. Mas para Rihanna não foi apenas fazer uma música para um filme qualquer. O vídeo a mostra vestindo a camisa de “Star Trek”, literalmente, enquanto lembra como é fã da franquia desde criancinha, por influência de seu pai. Para a trekker Rihanna, poder participar desse universo é uma verdadeira honra, o que a levou a caprichar ainda mais na escolha e gravação da canção. O filme vai voltar a reunir Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov) em nova luta pela sobrevivência num planeta hostil. Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.
Netflix encomenda remake da série clássica Perdidos no Espaço
O serviço de streaming Netflix encomendou a 1ª temporada do remake da série clássica “Perdidos no Espaço”. O anúncio foi feito por comunicado oficial e revela que a atração terá 10 episódios com produção da Legendary TV, braço televisivo do estúdio Legendary (responsável por “Godzilla” e “Warcraft”). Segundo o comunicado, o remake será “uma história de sobrevivência para marcar época”. “A série original capturou habilmente tanto o drama quanto a comédia, o que a tornou muito atraente para um público amplo”, disse Cindy Holland, vice-presidente do Netflix para produções originais. “A atual equipe criativa da série fará uma versão para o Netflix que deverá apelar igualmente aos fãs que lembram do original com carinho e também para uma nova geração de entusiastas que surgirão em todo o mundo.” O novo “Perdidos no Espaço” será desenvolvido pela dupla de roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, que se especializou em fantasias genéricas de péssima recepção entre a crítica, como “Drácula: A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A série clássica foi criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen, o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. “Perdidos no Espaço” era transmitida pela rede americana CBS e durou três temporadas, terminando depois de 83 episódios, devido a um misto de baixa audiência e corte de custos, sem nunca trazer resolução para sua trama. Mesmo assim, acabou ganhando inúmeras reprises na programação televisiva de todo o mundo, virando um fenômeno cult, que inspirou quadrinhos, brinquedos e até um filme em 1998. O remake, porém, vai demorar a ser exibido. A previsão do Netflix é apenas para 2018.












