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    Hugh Laurie vai comandar nave espacial em nova série do criador de Veep

    25 de agosto de 2018 /

    O ator Hugh Laurie, que viveu os papéis títulos das séries “House” e da recém-cancelada “Chance”, vai estrelar o piloto da nova série de Armando Iannucci, o criador de “Veep”. Provisoriamente chamada de “Avenue 5”, a série se passa no futuro e acompanhará as aventuras do Capitão Ryan Clark, da nave que dá título à produção. Laurie viverá o capitão espacial. O papel marcará uma nova parceria entre o ator e o produtor. Laurie teve participação recorrente em “Veep”, aparecendo em 15 episódios entre a 4ª e a 6ª temporada da série. Adicionalmente, o ator também vai estrelar no próximo filme de Iannucci, “The Personal History of David Copperfield”, atualmente em pós-produção. O projeto está sendo desenvolvido para a HBO, que exibirá a última temporada de “Veep” em 2019.

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    Selma Blair se junta a Katee Sackhoff em nova série sci-fi da Netflix

    25 de agosto de 2018 /

    A atriz Selma Blair (de “Hellboy”) entrou em “Another Life”, nova série de ficção científica da Netflix. Ela vai se juntar no elenco à anteriormente anunciada Katee Sackhoff (de “Battlestar Galactica”). A trama da série é centrada na astronauta Niko Breckinridge (personagem de Sackhoff), que embarca numa missão para explorar a existência de uma inteligência alienígena, por meio da investigação de um artefato misterioso. Isto leva sua equipe a cortejar um perigo inimaginável e uma viagem possivelmente sem volta. Blair interpretará uma social influencer chamada Harper Glass, que usa jornalismo, mídias sociais e uma inteligência afiada para realizar uma das maiores reportagens da história da humanidade. Curiosamente, a atriz apareceu neste ano em outra série sci-fi da Netflix, numa participação especial em “Perdidos no Espaço” (Lost in Space). “Another Life” é uma criação de Aaron Martin (criador da série de terror “Slasher”) e tem produção de Noreen Halpern (minissérie “Alias ​​Grace”). A Netflix encomendou uma temporada de 10 episódios, que ainda não tem previsão de estreia, mas só deve ser disponibilizada em 2019.

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  • Filme

    Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas

    19 de agosto de 2018 /

    Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m

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    Estrela de Scandal vai estrelar série do diretor de Piratas do Caribe baseada em quadrinhos sci-fi

    15 de agosto de 2018 /

    A atriz Kerry Washington está com a agenda cheia após se despedir do papel de Olivia Pope na série “Scandal”, e acaba de adicionar um novo projeto. Ela vai estrelar e produzir a série sci-fi “Old City Blues” para a plataforma Hulu. Baseada nos quadrinhos homônimos de Giannis Milonogiannis, publicados pelo Boom! Studios, “Old City Blues” se passa no ano de 2048 em Nova Atenas, ruínas do país antigamente conhecido como Grécia, que agora estão repletas de criminosos de alta tecnologia, incluindo contrabandistas, traficantes de drogas, políticos corruptos e corporações poderosas. A trama gira em torno força policial de Nova Atenas, que se esforça para manter a cidade sob controle depois que o fundador ciborgue de uma empresa de tecnologia é encontrado morto. O cineasta Gore Verbinski (da franquia “Piratas do Caribe”) vai dirigir o piloto, que está sendo escrito por Arash Amel (“Grace de Mônaco”). O papel da atriz não está claro, mas por enquanto o projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento. “Old City Blues” será a segunda atração estrelada por Washington para o serviço de streaming. Ela também está escalada para contracenar com Reese Witherspoon na minissérie “Little Fires Everywhere”, adaptação do best-seller homônimo, que teve sua produção encomendada em março.

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    Joel Kinnaman vai estrelar nova série sci-fi do criador de Battlestar Galactica

    14 de agosto de 2018 /

    O ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”) trocou uma série sci-fi por outra. Ele saiu de “Altered Carbon”, na Netflix, para estrelar a nova série sci-fi de Ronald D. Moore, criador “Battlestar Galactica”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming da Apple. Ainda sem título, a série é uma sci-fi especulativa, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que teria acontecido se a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. Kinnaman vai liderar o elenco como o melhor astronauta da NASA, Edward Baldwin. E, com a escalação, chega a sua terceira série de streaming, cada uma para uma plataforma diferente. Ele também está no elenco do thriller “Hanna”, na Amazon. Além do sueco, também entraram na atração os atores Sarah Jones (“The Path”) e Michael Dorman (“Patriot”), que viverão Tracy e Gordo Stevens, um proeminente casal da NASA. Coproduzida pela Sony Television, a série juntará Moore com dois produtores de “Fargo”, Matt Wolpert e Ben Nedivi, que trabalharão nos roteiros da atração. Esta também será a terceira série de Moore em produção atualmente. Ele é responsável ainda pelo sucesso “Outlander”, no canal pago Starz, e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”, na Amazon.

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  • Série

    Star Trek: Discovery define neto de Gregory Peck como o novo Sr. Spock

    14 de agosto de 2018 /

    Encerrando especulações sobre como Spock apareceria em “Star Trek: Discovery”, o serviço de streaming CBS All Access escalou o ator Ethan Peck para interpretar a nova versão do personagem icônico, introduzido na série “Jornada das Estrelas” original. Isto significa que Spock não aparecerá como criança, como chegou a ser especulado, mas como jovem adulto. Peck se tornou conhecido na série derivada do filme “10 Coisas que Eu Odeio em Você”, que foi ao ar entre 2009 e 2010, e pertence a uma família célebre do cinema. Ele é neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Na trama de “Star Trek: Discovery”, a protagonista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) é irmã adotiva de Spock, mas apesar de seus pais aparecerem na série, o irmão caçula tinha sido apenas mencionado na 1ª temporada. Interpretado por Leonard Nimoy na série original e nos filmes que a sucederam, Spock era o Oficial de Ciências e segundo em comando na nave Enterprise, abaixo do Capitão James T. Kirk (William Shatner). Mesmo com o reboot dos novos filmes de “Star Trek”, em que o ator Zachary Quinto assumiu o papel, Nimoy ainda continuou aparecendo como uma versão mais velha – e original – do personagem. Ele faleceu em 2015. O cocriador e showrunner de “Discovery”, Alex Kurtzman, detalhou a “missão impossível” de encontrar um novo ator para encarnar o personagem vulcano. “Precisávamos de um ator que encarnasse as melhores qualidades de Spock, além de sua lógica: empatia, intuição, compaixão, confusão e aspiração. Ethan Peck mostrou tudo isso em seu teste. Ele tem muita consciência de sua responsabilidade ao assumir esse papel, e quer encarar de frente esse desafio. Estamos animados em dar as boas-vindas a ele na nossa família”, comentou. Vale lembrar que os antigos showrunners, demitidos em meio à produção dos novos episódios, tinham dito que não pretendiam escalar outro ator como Spock. A participação do personagem como adulto pode ser considerada controvertida, porque traz à tona questões cronológicas da série. Originalmente, a trama de “Discovery” se passava uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009), mas uma viagem inesperada para outra dimensão fez com que a nave avançasse no tempo, retornando, no penúltimo episódio da 1ª temporada, nove meses depois para o Sistema Solar. Isto aproximou um pouco mais a cronologia da série das tramas cinematográficas. Mas há um detalhe que impediria a presença de Spock. Enquanto a série clássica mostrou o personagem como Oficial de Ciências da Enterprise, desde a época em que ela era comandada pelo Capitão Pike (que também vai aparecer em “Discovery”), ele ainda seria adolescente ou, no máximo, estudante da Academia da Frota Estelar na época da série atual, de acordo com a nova cronologia estabelecida pelo reboot de 2009. Assim, um Spock adulto sugere que “Discovery” é um prólogo da série “Jornada nas Estrelas” (1966-1969) e não do filme “Star Trek”, que zerou a cronologia original. Para explicar melhor essa dualidade, é preciso lembrar que Spock foi o único personagem que sobreviveu ao piloto original de “Jornada nas Estrelas”, que foi recusado em 1964. A série clássica só foi ao ar dois anos depois com todo o resto do elenco substituído. Mas as cenas gravadas em 1964 ressurgiram num episódio duplo da 1ª temporada, como um flashback da tripulação “original” da Enterprise – com o Capitão Christopher Pike (Jeffrey Hunter), Spock (Leonard Nimoy) e a Número Um (Majel Barrett), entre outros. Pike também era o capitão da Enterprise no começo do filme “Star Trek”, vivido por Bruce Greenwood. Ele será interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) em “Discovery”. A 2ª temporada vai começar justamente com o encontro das naves Discovery e Enterprise, conforme o gancho deixado no final do último episódio do ano inaugural. Os novos capítulos devem estrear apenas em 2019. No Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix.

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  • Série

    The Purge: Série baseada na franquia Uma Noite de Crime ganha coleção de pôsteres

    14 de agosto de 2018 /

    O canal pago USA Network divulgou uma coleção de pôsteres de “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). As artes destacam alguns dos psicopatas mascarados que estarão à solta na versão televisiva da noite mais violenta do ano. O criador, roteirista e diretor dos filmes, James DeMonaco, contou que a ideia é mostrar “uma coisa que você não consegue fazer nos filmes: explicar a complexidade das nuances que levam alguém a cometer um ato terrível”. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama seguirá vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “purgatório”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobrem até onde são capazes de chegar para sobreviver à noite do Purge, em que todo o crime é permitido. O elenco inclui Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia no dia 4 de setembro nos Estados Unidos.

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    Neill Blomkamp sugere que seu RoboCop deve ser interpretado pelo ator do filme original

    14 de agosto de 2018 /

    O diretor sul-africano Neill Blomkamp (de “Distrito 9”, “Elysium” e “Chappie”) respondeu no Twitter à dúvida de um seguidor sobre o novo filme do RoboCop, que ele vai dirigir. Questionado sobre quem deveria viver o personagem na nova versão, ele foi direto: Peter Weller. O ator que foi protagonista de “Robocop” (1987) e “Robocop 2” (1990) ainda está na ativa, tendo interpretado o vilão da temporada passada de “The Last Ship”. Por coincidência, o longa deve se chamar “RoboCop Returns” e se baseia num roteiro dos criadores do clássico de 1987, Edward Neumeier e Michael Miner, que estão envolvidos na produção. A trama foi originalmente concebida para ser o segundo filme da franquia e previa que um astro de reality show se tornaria presidente dos Estados Unidos. A ficção se tornou realidade e a MGM achou que a coincidência valia uma revisitação, recuperando o roteiro original que em 1990 foi preterido por uma história tosca do autor de quadrinhos Frank Miller. O roteirista Justin Rhodes, que escreveu a vindoura continuação de “O Exterminador do Futuro”, será responsável por reescrever e atualizar o conceito original. Em entrevista ao Deadline, Blomkamp afirmou que o “RoboCop” original é uma de suas grandes influências cinematográficas. “É um grande clássico do final século 20. Uma sequência que for realmente passada no mundo do filme de Paul Verhoeven é algo que eu adoraria assistir”, disse. A influência de “RoboCop” é bastante clara no longa mais recente do diretor. Em “Chappie” (2015), um robô policial ganhava consciência e desafiava as autoridades. Em 2014, o diretor brasileiro José Padilha (de “Tropa de Elite”) dirigiu um remake de “RoboCop”, com Joel Kinnaman no papel-título, mas este filme deve ser ignorado, caso leve mesmo adiante o plano de escalar Weller no papel principal. O longa de Padilha não se saiu tão bem no mercado norte-americano, mas arrecadou US$ 240 milhões em todo o mundo e teve desempenho particularmente forte na China. Rewatched #Robocop last night… Still one of the best ❤️?? Can’t wait to see the @NeillBlomkamp twist … who should play Robocop though? ? pic.twitter.com/0LN4LCXoso — Dimitri Vegas (@dimitrivegas) 13 de agosto de 2018

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    Megatubarão devora negativismo da imprensa com 1º lugar nas bilheterias da América do Norte

    12 de agosto de 2018 /

    “Megatubarão” trucidou as pitonisas profissionais da imprensa dos Estados Unidos ao faturar US$ 44,5m (milhões) em sua estreia na América do Norte. O maremoto causado pelo filme foi considerado uma grande surpresa, porque afogou bocas-abertas que gargantearam seu fracasso. O filme enfrentou enorme pressão negativa da mídia em seu primeiro fim de semana nos cinemas, e mesmo assim arrecadou mais que o dobro de “Missão: Impossível – Efeito Fallout” para conquistar o 1º lugar com folga. Especialistas em profecias cravaram que o filme seria um fracasso abissal. A revista The Hollywood Reporter chegou a apostar que a estreia faria só US$ 20m, afundando as pretensões da Warner. Isto foi na quinta (16/8), baseando-se apenas em projeções de pré-venda. Na sexta, a Variety aumentou a previsão para US$ 32m. No sábado, o Deadline corrigiu o montante para US$ 40m, mas manteve o tom alarmante: “Será suficiente?”. No mesmo tom, o THR tratou de encomendar o enterro do projeto de franquia que o lançamento pretende criar, num texto que recomendava Jason Statham a se focar no spin-off de “Velozes e Furiosos”. Neste domingo (12/8), “surpresa”… nos títulos dos artigos sobre bilheterias do fim de semana publicados nos três sites. O valor arrecadado representa a maior abertura de um filme de tubarão nas bilheterias da América do Norte em todos os tempos. E para envergonhar ainda mais os profetas, a maior abertura do ano para a Warner, à frente de “Jogador Nº 1” (US$ 41,7m) e “Oito Mulheres e um Segredo” (US$ 41,6m). E tem o detalhe: o filme do tubarão chamado Meg engoliu a concorrência não apenas nos Estados Unidos e no Canadá, mas também no mercando internacional, onde faturou o dobro. Só na China o faturamento foi de US$ 50m, resultando num montante mundial de US$ 141,5m nos primeiros dias de exibição. Trata-se, na verdade, de um começo muito positivo para a produção, orçada em US$ 130m. Nada indica que o filme dará prejuízo. E a Warner pode já começar a planejar sua continuação. Em 2º lugar, o novo “Missão Impossível” fez mais US$ 20m para chegar a US$ 161,9m em seu terceiro fim de semana em cartaz na América do Norte. Em todo o mundo, a arrecadação está em US$ 437,5m. Com isso, o objetivo de superar a bilheteria do filme anterior continua plausível – US$ 195m nos EUA e US$ 682,7m no mundo. Com mais dificuldades para recuperar o investimento, “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível” atingiu US$ 50m após dois fins de semana no mercado doméstico. Para piorar as contas, a fábula da Disney ainda engatinha o mercado internacional, por não ter sido lançada na maioria dos países. A estreia no Brasil está marcada para quinta (16/8). Duas estreias amplas da semana completam o Top 5. O terror “Slender Man” e a premiada comédia de época “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Juri no último Festival de Cannes, abriram em 4º e 5º lugares com quantias muito próximas, respectivamente US$ 11,3m e 10,7m. Só que o segundo foi lançado em 700 cinemas a menos. Os dois também tiveram a pior e a melhor avaliação da imprensa norte-americana entre os lançamentos da semana. “Slender Man” foi destruído com somente 15% de críticas positivas, enquanto “Infiltrado na Klan” se tornou favorito ao Globo de Ouro – já que o Oscar não gosta de comédias – com impressionantes 97% de aprovação. Infelizmente, o filme bom só deve chegar ao Brasil em novembro, enquanto o ruim estará disponível em duas semanas. Para completar, a comédia de cachorros “Dog Days” implodiu e nem conseguiu entrar no Top 10. Distribuída em mais salas que “Slender Man”, rendeu apenas US$ 2,6m e amargou o 12º lugar no ranking norte-americano. Este filme nem tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Megatubarão Fim de semana: US$ 44,5m Total EUA e Canadá: 44,5m Total Mundo: US$ 141,5m 2. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 161,9m Total Mundo: US$ 437,5m 3. Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível Fim de semana: US$ 12,4m Total EUA e Canadá: US$ 50m Total Mundo: US$ 62,1m 4. Slender Man Fim de semana: US$ 11,3m Total EUA e Canadá: US$ 11,3m Total Mundo: US$ 11,3m 5. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 10,7m Total EUA e Canadá: US$ 10,7m Total Mundo: US$ 11,1m 6. Meu Ex É um Espião Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 24,5m Total Mundo: US$ 26,2m 7. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 103,84m Total Mundo: US$ 280,8m 8. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 5,5m Total EUA e Canadá: US$ 89,6m Total Mundo: US$ 99,8m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 146,8m Total Mundo: US$ 378,2n 10. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 4m Total EUA e Canadá: US$ 203,5m Total Mundo: US$ 448,9m

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    Comercial de O Predador mostra a versão “suprema” dos caçadores alienígenas

    11 de agosto de 2018 /

    A Fox divulgou novos pôster e comercial de “O Predador”, resgate da franquia de alienígenas caçadores de humanos que foi sucesso nos anos 1980. A prévia mostra que a criatura vista nos primeiros filmes é basicamente amadora perto do Predador “supremo” (ultimate) que aparece no meio da ação. Este novo monstro vitaminado, por sinal, dá uma surra no Predador comum, antes de partir pra cima de uma tropa de elite militar e dos civis pegos no meio da caçada. O filme é estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Yvonne Strahovski (série “The Handmaid’s Tale”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e a direção ficou a cargo de Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que volta à franquia. Para quem não lembra, ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987. A estreia do novo “Predador” está marcada para 13 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Star Trek 4 fica em risco com ameaça de desistência de Chris Pine

    10 de agosto de 2018 /

    A nave Enterprise está com problemas para voltar a sair da garagem espacial da Paramount. Após muita protelação, o estúdio finalmente decidiu dar sinal verde para a produção de “Star Trek 4”, mas a demora em tomar essa decisão fez com que a tripulação mudasse de ideia sobre embarcar na viagem. Chris Pine, que interpreta o Capitão Kirk, e Chris Hemsworth, que deveria voltar a interpretar seu pai na trama, após participar do reboot da franquia em 2009, não fecharam acordos para as filmagens, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. Os dois atores estavam em negociações avançadas, mas fontes da publicação afirmam que as conversas foram concluídas com ambos abandonando a franquia, após ouvirem que teriam que reduzir suas pretensões salariais. Pine e Hemsworth estrelam blockbusters de super-heróis da DC e da Marvel, e não estariam dispostos a ouvir falar em redução ou cortes de pagamentos, após se acostumarem a contratos de estrelas. Mas a Paramount argumenta que “Star Trek” não pode ser comparado a “Mulher-Maravilha” e “Vingadores”, e quer evitar encarecer o orçamento da produção com salários inflacionados. Alega que o último filme da franquia, “Star Trek: Sem Fronteiras”, deu prejuízo, ao fazer apenas US$ 343,4 milhões em todo o mundo, com um orçamento de US$ 190 milhões. Para completar o entrave, a Paramount ainda terá pela frente a negociação com outros membros do elenco – incluindo Zoe Saldana, Zachary Quinto, Karl Urban, Simon Pegg e John Cho. De acordo com o THR, as negociações não afetam os planos da Paramount e suas parceiras na produção, a Skydance e a Bad Robot, que tratam o projeto como prioridade e não pretendem adiar seu cronograma de filmagem. Mas isso não esclarece qual será o próximo passo para “Star Trek 4”. O filme pode trocar o elenco. Ou os atores podem retomar a discussão com novas propostas na mesa. “Star Trek 4” seria o primeiro filme da franquia dirigido por uma mulher, S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”).

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    Paul Rudd vai estrelar série dos diretores de Pequena Miss Sunshine na Netflix

    10 de agosto de 2018 /

    O ator Paul Rudd vai estrelar uma nova série de comédia sci-fi da Netflix. O astro de “Homem-Formiga” será o protagonista de “Living with Yourself”, produzida e dirigida pelo casal Jonathan Dayton e Valerie Faris, responsáveis por filmes como “Pequena Miss Sunshine” (2006) e “A Guerra dos Sexos” (2017). A série foi criada por Timothy Greenberg (produtor do talk show “The Daily Show”) e estava sendo desenvolvida para o canal pago “indie” IFC, que a descartou devido aos custos elevados. A Netflix prontamente abriu a carteira e adquiriu o projeto, para acrescentar mais uma atração de perfil premium em sua programação. A sinopse lembra “O Duplo”, clássico literário de Fyodor Dostoevsky. Na trama, Rudd será um homem que, perdido na vida, busca um tratamento experimental para se tornar “uma pessoa melhor”. Entretanto, em vez de ajudá-lo, os cientistas criam um clone, que o substitui em todas as atividades diárias. E em pouco tempo ele descobre que seu maior inimigo é ele mesmo. Esta não será a primeira série de Paul Rudd na Netflix. Anteriormente, ele reprisou seu papel do filme “Mais um Verão Americano” (2001) em duas temporadas da atração derivada “Wet Hot Summer”. A 1ª temporada de “Living with Yourself” terá oito episódios, todos dirigidos por Dayton e Faris. Ainda não há previsão de estreia.

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    Final da temporada de The 100 surpreende, arranca elogios da crítica e marca final do “Livro Um” da série

    8 de agosto de 2018 /

    A reviravolta inesperada do final da 5ª temporada de “The 100” arrancou elogios rasgados da crítica americana e marcou uma mudança radical na série, a ponto do episódio, exibido na noite de terça (7/8) nos Estados Unidos, encerrar-se com os dizeres “Fim do Livro Um”. Chamando “The 100” de a “mais ferozmente inventiva série de sci-fi”, Haleigh Foutch, do site Collider, assumiu ter sido surpreendida pela produção. “Qualquer passo que seja dado a seguir será algo inventivo, porque ‘The 100’ sempre fará algo capaz de me surpreender”, escreveu a jornalista. “Foi o final que ninguém antecipou”, comentou Andy Swift, do site TVLine. “E eu ainda estou em choque”. “Alguns finais podem ser previstos há longa distância, mas o final da 5ª temporada de “The 100″ não foi, absolutamente, um desses”, definiu Lindsay MacDonald no TV Guide. “Sua mandíbula voltou ao lugar que deveria ficar?”, perguntou Lauren Piester, da E! News, confessando ter ficado de boca aberta. E ter revisto “cinco vezes” as cenas finais. Falando com a imprensa, o criador da série, Jason Rothenberg, explicou o que significou o anúncio de que a série atingiu o final de seu Livro Um. “Quando a temporada estava se desenrolando, não sabíamos que teríamos outra temporada, o que é uma posição difícil de se estar. Então, eu tive que escrever um final que pudesse ser ao mesmo tempo satisfatório como final da série e que também pudesse abrir-se para uma próxima aventura. Esse foi o meu objetivo, que sinto que conseguimos atingir. Se isso tivesse sido o fim de tudo, teria sido uma pena não explorar o que irá acontecer agora, mas à medida que mudamos a trama para outro mundo, eu realmente senti como se estivéssemos prestes a entrar num novo volume. O primeiro foi encerrado e agora podemos contar uma nova aventura com as pessoas que amamos. Vai ser louco e incrível e lindo e muito, muito diferente”, explicou o produtor, responsável pela história do episódio final. A 6ª temporada já foi confirmada pela rede CW e, após o avanço de seis anos no arco recém-encerrado, vai voltar a contar a história com outro salto temporal, nada menos que 125 anos no futuro. Ainda não há previsão de estreia para os próximos capítulos, que só devem voltar na midseason de 2019 nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.

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