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    Arnold Schwarzenneger compartilha foto dos bastidores do novo Exterminador do Futuro

    27 de setembro de 2018 /

    O astro Arnold Schwarzenegger postou uma foto dos bastidores do novo “O Exterminador do Futuro” em seu Instagram, em que aparece ao lado de Linda Hamilton, estrela original da franquia. Os dois voltam a aparecer juntos 34 anos depois de se enfrentarem no clássico “O Exterminador do Futuro”, escrito e dirigido por James Cameron em 1984. A imagem foi acompanhada por uma foto antiga com pose similar, tirada nos bastidores de “O Exterminador do Futuro 2” (1991), que foi a última vez em que contracenaram, há 27 anos. Os dois voltam a se encontrar no sexto filme da franquia e o motivo da foto não foi apenas o Desafio da Puberdade, brincadeira que tomou as redes sociais nos últimos dias. O ator de 71 anos desejou feliz aniversário para a atriz, que completou 62. “Feliz aniversário para minha querida amiga Linda Hamilton. Uma das minhas co-estrelas favoritas, uma pessoa durona de verdade e um ser humano maravilhoso. Eu estou animado para estarmos de volta juntos novamente”, escreveu o astro. O filme marca o regresso do cineasta James Cameron à franquia. Ele retorna como roteirista e produtor, após comandar os dois longa-metragens iniciais, e traz de volta com ele os dois astros do filme original. O elenco principal se completa com Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), Natalia Reyes (série “2091”), Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”) e Diego Boneta (“Rock of Ages”). Ainda sem título oficial, o novo “Exterminador do Futuro” tem direção de Tim Miller (“Deadpool”) e estreia em novembro de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. Happy birthday to my dear friend Linda Hamilton. One of my favorite co-stars, a true badass, and a wonderful human being. I’m pumped to be back together again. Uma publicação compartilhada por Arnold Schwarzenegger (@schwarzenegger) em 26 de Set, 2018 às 2:16 PDT

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    Al Matthews (1942 – 2018)

    24 de setembro de 2018 /

    O ator Al Matthews, que os fãs de sci-fi lembram como o Sargento Apone em “Aliens, o Resgate” (1986), foi encontrado morto neste domingo (23) em sua casa na Espanha. Ele tinha 75 anos. Matthews curtia os últimos anos na paradisíaca Orihuela Costa desde 2005, após viver por décadas no Reino Unido. Mas não tinha se aposentado completamente da atuação. Ainda tem filme inédito para ser lançado. Sua carreira artística começou pela música, com o sucesso do single “Fool”, que estourou nas paradas britânicas em 1975. Mas após estrear no cinema em 1979, acabou tomando outro rumo, requisitado para papéis que refletiam sua experiência militar. Ele lutou na Guerra do Vietnã e se tornou o primeiro soldado negro na 1ª divisão da Marinha a ser promovido a sargento. Em seu primeiro filme, “Os Yankees Estão Voltando”, interpretou um soldado após a 2ª Guerra Mundial. Em “Alucinações do Mal” (1981), foi um veterano do Vietnã, assim como em “Os Piratas do Ar” (1986). E ainda viveu o chefe dos bombeiros em “Superman III” (1983). As pequenas participações abriram caminho para o papel em “Aliens”, que o projetou. O ator incorporou muito de sua própria experiência em Apone, um sargento durão e corajoso, que não abandona seus homens mesmo quando cercado por alienígenas mortais. Sua presença ajudou a dar maior realismo na fantasia do diretor James Cameron, dando casca grossa aos marines do filme. Apone marcou tanto que acabou resgatado, recentemente, no game “Aliens: Colonial Marines” (2013), em que Matthews voltou a dublar o personagem. Outros papéis de militar em sua carreira incluem o general de “O Quinto Elemento” (1997) e o sargento de “007: O Amanhã Nunca Morre” (1997). Seu último filme é um western independente chamado “The Price of Death”, filmado na Espanha e com lançamento direto em DVD previsto para o mês que vem.

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    Laurie Mitchell (1928 – 2018)

    24 de setembro de 2018 /

    Morreu a atriz Laurie Mitchell, que foi rainha do planeta Vênus no clássico “Rebelião dos Planetas” (1958), no qual lutou contra Zsa Zsa Gabor. Ela tinha 90 anos. Ela morreu de causas naturais na quinta-feira (20/9), em uma instituição de saúde em Perris, na Califórnia. A atriz, que nasceu com o nome de Mickey Koren, foi criada em Nova York, mas se mudou com a família para a Califórnia quando era adolescente, o que lhe permitiu estudar atuação com o veterano ator Ben Bard (“O Sétimo Céu”). Loira de corpo escultural, ela se especializou em interpretar mulheres sexy e malvadas. Sua estréia no cinema foi no papel de uma prostituta que acompanha Kirk Douglas no começo de “20.000 Léguas Submarinas” (1954). E ela ainda figurou em dois filmes de presidiárias, “Mulheres Condenadas” (1955) e “As Lobas da Penitenciária” (1956), antes de conseguir seu primeiro destaque. A história de “Rebelião dos Planetas” foi concebida por Ben Hecht, roteirista vencedor do Oscar e responsável pelo clássico “Interlúdio” (1946), de Alfred Hitchcock. A trama se passa no começo da era espacial, em 1985, quando uma nave a caminho de uma estação no espaço perde o controle e acaba em Vênus. Lá, os quatro tripulantes são capturados por mulheres de mini-saias armadas, lideradas por uma rainha que odeia os homens e planeja destruir a Terra. Ela só não prevê a traição de sua cientista Talleah (Zsa Zsa Gabor), que se encanta com os astronautas. O papel da Rainha Yllane deu a Mitchell o status de sex symbol e de figura cultuada, além de convites para participar de convenções de sci-fi por várias décadas. No mesmo ano de 1958, ela apareceu em outras duas ficções científicas de baixo orçamento, “Terríveis Monstros da Lua”, em que voltou a viver uma alienígena sexy, e “Dr. Encolhedor”, consolidando seu status cult. Mas sua filmografia incluiu filmes muito mais famosos, como a comédia clássica “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), na qual interpretou uma integrante da banda feminina de Marilyn Monroe. Ela chegou a dizer que participar desse filme de Billy Wilder tinha sido “a experiência mais emocionante da minha carreira no show business”. Também figurou como showgirl em outra comédia famosa, “Carícias de Luxo” (1962), com Cary Grant e Doris Day, participou do romance “Amor Daquele Jeito” (1963), com Paul Newman, e trabalhou no saloon de “Fúria de Brutos” (1963), com Audie Murphy. Mas os papéis de figurante não lhe abriram novas portas. Com a carreira estagnada no cinema, ela passou a aparecer em inúmeras séries, de “Perry Mason” até “A Família Addams”, coadjuvando por mais de uma década na televisão. Ela quase encerrou a carreira com um papel no cinema, contracenando com o eterno Batman Adam West no suspense “A Garota que Sabia Demais”, em 1969. Mas depois disso ainda fez uma última aparição televisiva, na série “The Bold Ones: The New Doctors”, em 1971. Casada, mãe de família e distante de Hollywood, acabou redescoberta por fãs de seus filmes nos anos 1980, voltando a ser coroada rainha, no circuito das convenções de ficção científica.

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    O Mistério do Relógio na Parede estreia em 1º lugar na América do Norte

    23 de setembro de 2018 /

    A estreia de “O Mistério do Relógio na Parede” faturou US$ 26,8 milhões nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, suficiente para abrir em 1º lugar e se destacar numa semana péssima para novidades. Dos outros três lançamentos amplos na sexta (21/9), quem se deu melhor foi um documentário, o que dá a dimensão do desastre. O desempenho do terror infantil dirigido pelo ex-sanguinário Eli Roth (“O Albergue”) também sacramentou a transformação de Jack Black em astro de filmes fantasiosos para crianças, seguindo seu sucesso no gênero com “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” (2017) e “Goosebumps – Monstros e Arrepios” (2015). A bilheteria de “O Mistério do Relógio na Parede” ficou, por sinal, entre as arrecadações de estreia dos outros dois longas, que fizeram, respectivamente, US$ 36,1 milhões e US$ 23,6 milhões em seus fins de semana inaugurais. Mas a crítica considerou o novo título o mais fraco da trinca, com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 76% de “Jumanji” e 77% de “Goosebumps”. O Top 3 se completou com a comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, atualmente com US$ 32,6 milhões em duas semanas de arrecadação, e “A Freira”, que atingiu a marca de US$ 100 milhões no seu terceiro final de semana. Com a soma das bilheterias de outros 80 mercados, o terror já está prestes a totalizar US$ 300 milhões em todo o mundo – um fenômeno. Entre as estreias, o novo documentário de Michael Moore, “Fahrenheit 11/9”, foi a que se deu melhor, em 8º lugar e com US$ 3,1 milhões de faturamento. A crítica gostou: 78%. Mas é um filme para convertidos, que não vai convencer ninguém que já não acredita que Donald Trump é o anticristo. Com exibição em quase mil salas a mais, o resultado do drama “A Vida em Si” (Life Itself), de Dan Fogelman, sugere que o criador da série “This Is Us” deve continuar na televisão. Chamar de desastre é subestimar o tamanho da tragédia. Feito para fazer chorar, “Life Itself” irritou a crítica, com apenas 13% de aprovação. Fogelman retrucou como se fosse mulher, afirmando que a maioria dos críticos são homens, e homens não gostam de filmes com sentimentos. A pior recepção, porém, foi do próprio público, que deixou “A Vida em Si” fora do Top 10 – em 11º lugar, com 2,1 milhões. A última estreia ampla da lista é o thriller de humor negro “Assassination Nation”. Um dos filmes mais falados do último Festival de Sundance, desapontou ao não conseguir capitalizar o hype nas bilheterias. Fez só US$ 1 milhão e abriu em 15º lugar. Mas teve a menor distribuição de todas, em 1,4 mil salas – 1,2 mil a menos que “A Vida em Si”. Atualização dos julgamentos das bruxas de Salém para os tempos das redes sociais, “Assassination Nation” atingiu 65% de aprovação no Rotten Tomatoes e não tem previsão para chegar ao Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 26,8m Total EUA e Canadá: 26,8m Total Mundo: US$ 29,9m 2. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 10,4m Total EUA e Canadá: US$ 32,5m Total Mundo: US$ 42,5m 3. A Freira Fim de semana: US$ 10,2m Total EUA e Canadá: US$ 100,8m Total Mundo: US$ 292,5m 4. O Predador Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 40,4m Total Mundo: US$ 94,9m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 6,5m Total EUA e Canadá: US$ 159,4m Total Mundo: US$ 206,4m 6. White Boy Rick Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 17,4m Total Mundo: US$ 17,4m 7. A Justiceira Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 30,3m Total Mundo: US$ 36,3m 8. Fahrenheit 11/9 Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 3,1m Total Mundo: US$ 3,1m 9. Megatubarão Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 140,5m Total Mundo: US$ 516,4m 10. Buscando… Fim de semana: US$ 2,1m Total EUA e Canadá: US$ 23,1m Total Mundo: US$ 54,2m

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  • Série

    Resident Alien: Ator de Rogue One será alienígena em piloto de série baseada em quadrinhos

    22 de setembro de 2018 /

    O ator Alan Tudyk (que dublou o robô K-2SO em “Rogue One”) se prepara para estrelar uma nova adaptação de quadrinhos no canal pago Syfy. Ele será o protagonista do piloto de “Resident Alien”, baseado na publicação homônima da Dark Horse Comics. O projeto de série está sendo desenvolvido por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”). Na trama, Tudyk interpretará um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico recluso, que foi assassinado. Bastante requisitado no gênero, o ator também fechou recentemente participação na série baseada nos quadrinhos da Patrulha do Destino, na plataforma DC Universe. Ele dará vida ao vilão Sr. Ninguém em “Doom Patrol”. Vale lembrar que, anteriormente, ele viveu Van Wayne, o primo de Bruce Wayne na primeira série de comédia da DC Comics, “Powerless”, e ainda está no elenco de “The Tick”, na plataforma da Amazon.

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  • Série

    Short Treks: Série de curtas oficiais de Star Trek ganha primeiro trailer

    21 de setembro de 2018 /

    A plataforma americana CBS All Access divulgou um trailer e a data de estreia de “Star Trek: Short Treks”, spin-off de “Star Trek: Discovery”, que apresentará histórias curtas passadas no universo da série principal. A produção será limitada a quatro episódios de 15 minutos cada, que serão exibidos a partir de 4 de outubro. Cada capítulo contará uma história completa que aprofundará personagens ou aspectos diferentes da franquia. Um deles trará de volta o ator Rainn Wilson ao papel de Harry Mudd, e será dirigido pelo próprio. Haverá também um episódio centrado no passado de Saru, o oficial alienígena vivido por Doug Jones, outro com a personagem Tilly (Mary Wiseman) e uma história estrelada por Aldis Hodge (da série “Leverage”), ator que nunca apareceu em “Star Trek”. Alex Kurtzman, cocriador e showrunner de “Star Trek: Discovery” explicou a proposta durante a San Diego Comic-Con. “Cada episódio entregará histórias fechadas enquanto revela pistas sobre o que está por vir nos futuros episódios de ‘Star Trek: Discovery’. Eles também apresentarão ao público novos personagens, que podem habitar o mundo maior da franquia”, disse. O trailer não revela se “Short Treks” também será disponibilizada pela Netflix, que distribui “Star Trek: Discovery” no mercado internacional – inclusive no Brasil.

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    Marvel define diretora chinesa para comandar o filme dos Eternos

    21 de setembro de 2018 /

    A diretora chinesa Chloé Zhao foi escolhida pela Marvel para comandar “Eternos” (The Eternals), um dos filmes “cósmicos” que o estúdio prepara para a sua misteriosa Fase 4. Nascida em Pequim, Zhao passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “The Rider” (2017), ambos exibidos no Festival de Cannes, premiados no circuito internacional e inéditos no Brasil. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner anunciar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina. A próxima fase dos filmes da Marvel, que terá início após a estreia de “Vingadores 4”, em maio de 2019, está sendo cercada de segredos, situação que foi reforçada após a demissão de James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Os planos originais previam que Gunn supervisionaria uma guinada “cósmica” nas produções da Marvel, revelando novos mundos e personagens dos quadrinhos. “Eternos” faz parte dessa abordagem. Nos quadrinhos, eles são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. E vale a pena considerar que os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. Já os responsáveis por juntar todas essas idas, vindas e pontas soltas são outros jovens inexperientes no mundo dos blockbusters, os primos Matthew e Ryan Firpo, que nunca encararam nenhum projeto deste porte. Na verdade, nunca materializaram nenhuma palavra que escreveram nas telas. Mas já escreveram. E, por causa disso, se destacaram na “Black List”, a lista dos melhores roteiros de Hollywood que acabaram não saindo do papel. A história deles que chamou atenção se chama “Ruin” e gira em torno de um ex-capitão nazista que, para reparar seus crimes, persegue e mata os membros de seu ex-esquadrão. Este projeto vai sair do papel com direção de Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) no ano que vem. Além disso, os Firpo logo se tornarão conhecidos dos assinantes da Netflix. Eles emplacaram um thriller futurista no serviço de streaming, que venceu grande competição pelos direitos da produção, após despertar interesse de vários estúdios. Trata-se de uma sci-fi, “Mimi from Rio”, passada nas favelas do Rio em um futuro próximo. Segundo o site The Hollywood Reporter, os Firpo pretendem explorar a história de amor entre Ikaris, um homem movido por energia cósmica, e Sersi, que prefere viver entre os humanos. O projeto também permitirpa que a Marvel monte um elenco altamente diversificado, com várias etnias e sexualidades. “Eternos” ainda não tem data de estreia definida.

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  • Filme

    Chris Hemsworth e Tessa Thompson compartilham fotos dos bastidores de Homens de Preto

    21 de setembro de 2018 /

    Os atores Chris Hemsworth e Tessa Thompson compartilharam as primeiras fotos “oficiais” de bastidores de seu novo projeto, após atuarem juntos em “Thor: Ragnarok”. Com camisas brancas e gravatas pretas, eles aparecem como os novos “Homens de Preto” do cinema. O filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas anteriores, mas a atriz Emma Thompson vai reprisar o papel de Agente O, que ela viveu em “Homens de Preto 3”. A ausência da dupla original será contornada com uma trama que mostrará outra divisão da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O elenco também conta com Liam Neeson (“Busca Implacável”), Rafe Spall (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”). O roteiro foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). A direção é de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”) e a estreia está marcada para junho de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. #MIB #PIB #HIB #MWIB #legendsinblack #revengers4life @tessamaethompson Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em 20 de Set, 2018 às 10:12 PDT Visualizar esta foto no Instagram. ☯️ #MIB @chrishemsworth Uma publicação compartilhada por Tessa Thompson (@tessamaethompson) em 20 de Set, 2018 às 2:11 PDT

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    Diretor de Corra! será apresentador da nova versão da série Além da Imaginação

    21 de setembro de 2018 /

    O ator e cineasta Jordan Peele (“Corra!”) postou em seu Twitter um comercial da nova versão de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), que confirma sua participação como apresentador da série clássica. Veja abaixo. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração, Rod Serling, que aparecia no começo de todos os episódios originais, exibidos entre 1959 e 1964, para comentar os temas abordados. Peele também é produtor da nova “Além da Imaginação”, que será lançada na plataforma CBS All Access, dividindo o comando da atração com Simon Kinberg, roteirista-produtor da franquia “X-Men”, e Marco Ramirez, co-criador da minissérie de super-heróis “Os Defensores”, que funcionará como showrunner. “Além da Imaginação” é pioneira do formato das antologias sci-fi, contando um episódio completo por episódio, numa estrutura que inspirou séries como “Quinta Dimissão” (The Outer Limits), “Black Mirror” e “Philip K. Dick’s Electric Dreams”. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973). O remake mais recente já tinha sido apresentado por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Há alguns anos, a Warner chegou a considerar um novo filme, que seria estrelado por Tom Cruise (“No Limite do Amanhã”), produzido por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), mas, após a encomenda de três roteiros diferentes, o projeto jamais saiu do papel. A nova “Além da Imaginação” vai se juntar a “Star Trek: Discovery” no serviço de streaming da CBS, valorizando a plataforma na disputa por assinantes entre os fãs americanos de ficção científica. A estreia dos episódios está marcada para 2019, sem data precisa. ?? pic.twitter.com/CygbVi4JFC — Jordan Peele (@JordanPeele) 20 de setembro de 2018

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    O Predador tem estreia anêmica, mas supera A Freira na América do Norte

    16 de setembro de 2018 /

    Quem estava esfregando as mãos para escrever que “O Predador” massacrou a concorrência em sua estreia na América do Norte ficou com câimbras. O filme abriu em 1º lugar, mas sem mostrar os dentes. Fez anêmicos US$ 24m (milhões), bilheteria de terror barato, que não corresponde ao investimento de US$ 88m da Fox em sua produção nem à distribuição em mais de 4 mil salas. Para se ter ideia, o valor é US$ 700 mil mais baixo que a abertura do filme anterior da franquia, “Predadores”, há oito anos. O lançamento teve que lidar, na véspera da estreia, com a publicidade negativa trazida à tona pela atriz Olivia Munn, que denunciou ter contracenado com um pedófilo condenado numa cena, posteriormente cortada pelo estúdio. O amigo obscuro do diretor Shane Black apareceu até em “Homem de Ferro 3” sem que ninguém percebesse de quem se tratava. Isto também pode ter influenciado o tom negativo nas críticas da imprensa norte-americanas. Conforme a história de pânico nos bastidores foi crescendo, pior foi se tornando a avaliação registrada no site Rotten Tomatoes. De 41% de aprovação na quinta, o filme fechou o domingo com apenas 34%. E não passou de mediano na opinião do público, com uma nota C+ na pesquisa do CinemaScore, compilada com os espectadores da estreia. Mas Chris Aronson, diretor de distribuição doméstica da Fox, disse à revista Variety que o escândalo não teria influenciado os números de bilheteria do fim de semana. “Eu não acho que isso dissuadiu quem estava pensando em ir. Acho que teve um impacto mínimo, se é que teve algum”, afirmou. E talvez ele tenha razão. Mais distante das notícias de Hollywood, o mercado internacional poderia representar uma salvação para a contabilidade do estúdio, mas qualquer esperança se desfez diante dos US$ 30,7m arrecadados em 72 mercados diferentes. O fraco desempenho evidencia que o fiasco foi global. Ao todo, o filme atingiu US$ 54,7m de bilheteria mundial, e como seu break even é de cerca de US$ 300m, já projeta prejuízo. O horroroso “A Freira” caiu para o 2º lugar com US$ 18m em seu segundo fim de semana em cartaz, mas fez mais que “O Predador” no exterior, US$ 33,1m em 62 países. O total mundial do longa, que foi filmado por US$ 22m, já está em US$ 228,6m, marcando um novo sucesso do universo barato de “Invocação do Mal”. O detalhe é que se “O Predador” teve desempenho abaixo das expectativas, as demais estreias da semana beiraram o abismo. A comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, estrelada por Anna Kendrick e Blake Lively, estreou com apenas US$ 16m, a 3ª maior arrecadação, num lançamento em 3,1 mil salas. E “White Boy Rick”, com Matthew McConaughey, fez pouco mais da metade disso, US$ 8,8m, em 4º lugar. Os críticos também valorizaram mais o suspense de humor feminino, com 86% de aprovação, contra o drama criminal masculino, cotado em 64%. Mas “Um Pequeno Favor” assinalou uma marca negativa na carreira do diretor Paul Feig, como a segunda pior bilheteria de estreia ampla de sua carreira, superada apenas pelos US$ 5m de “Menores Desacompanhados” em 2005, antes dele virar um cineasta de comédias bem-sucedidas estreladas por Melissa McCarthy. “Um Pequeno Favor” também é seu primeiro filme sem a atriz desde “Missão Madrinha de Casamento” em 2011. O filme chega ao Brasil em 27 de setembro, enquanto “White Boy Rick” tem lançamento nacional marcado apenas para janeiro de 2019. Por fim, “Unbroken: Path to Redemption”, produção do estúdio de filmes evangélicos Pureflix, abriu em 9º com US$ 2,3m. O filme é uma continuação não oficial e de baixo orçamento do épico “Invencível” (2014), dirigido por Angelina Jolie, que conta o que aconteceu com Louis Zamperini após sair do campo de concentração japonês. Sem guerra, olimpíada e história edificante de superação, o filme narra apenas sua conversão cristã e recebeu a pior nota da semana, 25% de “aprovação” no Rotten Tomatoes. Sem previsão para o Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Predador Fim de semana: US$ 24m Total EUA e Canadá: 24m Total Mundo: US$ 54,7m 2. A Freira Fim de semana: US$ 18,2m Total EUA e Canadá: US$ 85m Total Mundo: US$ 228,6m 3. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 16m Total EUA e Canadá: US$ 16m Total Mundo: US$ 19,5m 4. White Boy Rick Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 8,8m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 149,5m Total Mundo: US$ 187,4m 6. A Justiceira Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 24,2m Total Mundo: US$ 25,6m 7. Megatubarão Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 137m Total Mundo: US$ 505,2m 8. Buscando… Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 19,6m Total Mundo: US$ 45,8m 9. Unbroken: Path to Redemption Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 216,1m Total Mundo: US$ 760,9m

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    Brad Pitt vira astronauta na primeira foto da sci-fi Ad Astra

    14 de setembro de 2018 /

    A New Regency divulgou a primeira foto da sci-fi indie “Ad Astra”, novo filme do diretor James Gray (“Z: A Cidade Perdida”), que traz Brad Pitt como um astronauta em missão espacial. O filme também é a mais nova coprodução internacional da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (“Me Chame pelo seu Nome”). Ele é um dos produtores, junto do próprio Brad Pitt e outros. Na trama, Pitt interpreta um engenheiro espacial autista, que embarca numa viagem pelo sistema solar para reencontrar seu pai, 20 anos depois dele partir em uma missão para Netuno em busca de sinais de inteligência extraterrestre. Tommy Lee Jones (“James Bourne”) vive o pai de Pitt e o elenco ainda inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes), Ruth Negga (“Preacher”), Kimmy Shields (“Insatiable”), Jamie Kennedy (“Pânico”), John Ortiz (“O Paradoxo Cloverfield”) e Greg Bryk (“The Handmaid’s Tale”). O roteiro é do próprio Gray em parceria com Ethan Gross (série “Fringe”). “Ad Astra” tem previsão de estreia em 10 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Teaser de nova sci-fi do diretor de Planeta dos Macacos mostra invasão alienígena

    14 de setembro de 2018 /

    A Focus Features divulgou duas fotos, o pôster e o teaser de “Captive State”, sci-fi de invasão alienígena dirigida por Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”). A prévia sinaliza uma história conhecida, que parece seguir a cartilha das séries de invasores pseudo-benevolentes de “V – A Invasão”, “Terra: Conflito Final” e “Childhood’s End” (baseada no romance clássico de Arthur C. Clarke, que é base de todas essas histórias). O vídeo mostra os Estados Unidos oficialmente sem crimes, pobreza ou desemprego. Mas essa utopia é contraposta à imagens que representam o oposto, uma distopia marcada por opressão, violência e tirania, e administrada por imponentes naves espaciais que comandam os destinos do planeta. Além de dirigir, Wyatt escreveu o roteiro ao lado de Erica Beeney (“O Nerd Vai à Guerra”). O elenco inclui Vera Farmiga (“Bates Motel”), Ashton Sanders (“Moonlight: Sob a Luz do Luar”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), John Goodman (“Rua Cloverfield, 10”), James Ransone (“A Entidade”), D.B. Sweeney (“Sharp Objects”), Alan Ruck (série “The Exorcist”), Kevin J. O’Connor (“O Mestre”) e Machine Gun Kelly (“Nerve: Um Jogo Sem Regras”). “Captive State” estreia em 29 de março nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Após denunciar pedófilo, Olivia Munn reclama de falta de apoio do elenco de O Predador

    13 de setembro de 2018 /

    Olivia Munn passou uma semana agitada, sentindo-se isolada e temendo a fama de “difícil”. Depois de trazer a público seu pedido para a Fox remover uma cena de “O Predador” em que ela contracenou sem saber com um pedófilo condenado, a atriz chegou a reclamar da falta de apoio pessoal que recebeu de seus colegas de elenco e do diretor Shane Black. Eles simplesmente a abandonaram sozinha para promover o filme no Festival de Toronto, após a revelação do caso chegar na imprensa. A preocupação se devia também ao fato deste ser o segundo caso de abuso denunciado pela atriz. Ela foi uma das seis mulheres que acusaram o diretor Brett Ratner de assédio sexual, o que fez com que ele perdesse um contrato de produção milionário com a Warner. Mas já na estreia do filme em Los Angeles no Egyptian Theatre, na quarta-feira (12/9), Munn disse ao site da revista The Hollywood Reporter que estava mais encorajada, graças principalmente ao grau substancial de apoio que recebeu nas redes sociais e na imprensa, além de um apoio tardio de seus colegas. “Fiquei tão impressionado com a resposta nas mídias sociais, fãs, notícias, blogs”, disse Munn ao THR . “Quando algo assim acontece, muitas vezes pode ser polarizador, mas tem sido incrível ver que há muitas pessoas sensatas por aí que estão expressando o mesmo tipo de indignação e compreensão, e também apoio”. Munn pediu a remoção de sua cena em frente ao ator Steven Wilder Striegel, um amigo de longa data do diretor Shane Black, que foi condenado a seis meses de prisão em 2010 por seduzir sexualmente sua prima de 14 anos por meio de trocas de mensagens online e pessoais. Ao saber do histórico de Streigel, Munn fez seu pedido e o estúdio consentiu, cortando a cena da edição final. Ela confessou ter ficado aliviada quando o resto do elenco finalmente demonstrou apoiar sua posição. “Sou grato por meus colegas terem falado”, disse ela. “Eu falei com alguns deles em particular, e eles entendem a situação e expressaram seu pesar pela forma como ela aconteceu. E eu acho que eles entendem agora. Mas é uma situação difícil.” Ao ser perguntado se ela estava satisfeita com a decisão de Black – o diretor-roteirista inicialmente disse que estava apenas tentando apoiar um amigo, depois revisou sua opinião quando soube que as acusações contra a Streigel eram muito mais sérias e perturbadoras do que havia sido representado para ele – , ela fez uma pausa longa antes de oferecer uma resposta dura. “Eu ainda tenho a minha conversa com ele”, disse ela. “Eu preciso ter uma conversa completa, e então há coisas que eu ainda posso dizer que eu sinto que ele deveria ouvir primeiro, antes de eu dizer em público.” Black também expressou preocupação sobre a reparação de qualquer falha que tenha cometido com Munn, na esperança de iniciar a reconciliação em particular. “Eu estendi a mão para Olivia, porque sei que devo a ela algum tipo de desculpa”, disse Black ao THR. “Espero que você possa entender que eu preferiria manter essa comunicação entre nós dois em particular”, completou. De qualquer forma, o cineasta diz assumir a responsabilidade de ter criado uma situação desconfortável para o elenco e a equipe. “Sinto muito, realmente estou, por qualquer dor que causei”, disse ele. “Eu sou o capitão do navio, certo? Então, não importa que esse cara que eu coloquei no filme é um amigo meu. Ele não era franco. Ele não era honesto comigo. Mas isso não importa, porque eu não tenho permissão para tomar uma decisão com base no que eu penso. Eu tinha um cara com um passado criminoso – isso é sensível, para dizer o mínimo – , e eu o coloquei no filme, sem contar ao elenco e à equipe. Isso é culpa minha. Eu assumo total responsabilidade. Isso é irresponsável, e eu não deveria ter feito isso.” Sterling K. Brown foi o primeiro a divulgar uma declaração pública de apoio a Munn via Instagram, depois que ele soube da situação, em que ela ficou abandonada em Toronto, e disse ao THR que estava satisfeito com a resolução. “Estou muito feliz que ela tenha dito alguma coisa”, disse a estrela da série “This Is Us”. “Estou muito feliz que um cara que tentou se relacionar com sua prima de 14 anos não esteja em nosso filme, porque muitas pessoas dedicam muito trabalho a isso, e eu não acho que ele deveria estar colhendo os benefícios de nosso trabalho duro”. Boyd Holbroock também ecoou seu apoio à distância. “A última coisa que queria era que Olivia se sentisse abandonada”, ele disse, num comunicado que começa pedindo desculpas por sua demora em se manifestar. “Eu já disse antes, e vou declarar de novo, estou orgulhosa de Olivia pela maneira como ela lidou com uma situação difícil e alarmante, e agradeço que Fox tenha levado a informação a sério e agido rapidamente.” Diante de todo esse noticiário negativo, o filme está sendo destruído pela crítica americana. Tinha apenas 41% de aprovação na quinta, mas 24 horas depois caiu ainda mais no conceito dos críticos, com 39% na média de opiniões registrada pelo site Rotten Tomatoes.

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