Solis: Vilão de The Walking Dead fica perdido no espaço em trailer de sci-fi
A Blue Fox Entertainment divulgou o trailer de “Solis”, sci-fi britânica que traz Steven Ogg (o vilão Simon de “The Walking Dead”) sozinho no espaço, numa premissa que lembra “Gravidade” (2013). Após um acidente, ele é o único sobrevivente de sua nave, que perde o controle e é atraída pela gravidade do Sol. Sua única chance de sobrevivência é conseguir se proteger da radiação solar e da destruição gradual da nave, torcendo para ela não derreter enquanto espera resgate, que uma voz feminina em seu comunicador promete estar próximo. A atriz britânica Alice Lowe (“Turistas”) é a outra única integrante do elenco, como a voz que o protagonista escuta no espaço. O filme foi escrito e dirigido por Carl Strathie, curtametragista que faz sua estreia em longa. Exibido no Festival de Edimburgo, o filme estreia em 26 de outubro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Jon Favreau revela novas fotos do set da primeira série live-action de Star Wars
O cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”), criador de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, compartilhou duas fotos de objetos cenográficos (props) da produção em sua conta no Instagram. Uma delas destaca uma arma alienígena e a outra é sujeita à muita especulação. “The Mandalorian” seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Favreau revelou a premissa da atração num post anterior no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Ele também comentou anteriormente que a trama seria situada sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Desenvolvida para a plataforma de streaming da Disney, “The Mandalorian” ainda não tem previsão de estreia. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 12 de Out, 2018 às 7:17 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 12 de Out, 2018 às 4:17 PDT
Tessa Thompson compartilha nova foto dos bastidores do próximo Homens de Preto
A atriz Tessa Thompson compartilhou uma nova imagem de bastidores do próximo filme da franquia “Homens de Preto”. A imagem (acima) a mostra ao lado de seu parceiro Chris Hemsworth, com quem volta a atuar após o sucesso de “Thor: Ragnarok”. Com ternos, gravatas e guardas-chuvas pretos, eles aparecem no meio do deserto. O filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas anteriores, mas a atriz Emma Thompson vai reprisar o papel de Agente O, que ela viveu em “Homens de Preto 3”. A ausência da dupla original será contornada com uma trama que mostrará outra divisão da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O elenco também conta com Liam Neeson (“Busca Implacável”), Rafe Spall (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”). O roteiro foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). A direção é de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”) e a estreia está marcada para junho de 2019.
Ridley Scott vai dirigir sua primeira série, uma produção sci-fi passada em outro mundo
O canal pago TNT encomendou a 1ª temporada de uma nova série de ficção científica produzida por Ridley Scott (“Alien: Covenant”). Intitulada “Raised by Wolves”, a atração ganhou aprovação direta para ser produzida, entusiasmando o canal pela premissa e pelo envolvimento de Scott, que fará sua estreia como diretor de TV ao gravar o primeiro episódio. Será a segunda tentativa de Scott de dirigir uma série. Ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. “Raised by Wolves” foi criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013), do remake de “Papillon” (2017) e criador da série “Red Road” (2014-2105). A trama acompanha dois androides que tem como missão cuidar de crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam apernder a lidar e a controlar as pessoas. O cronograma de produção não foi divulgado e ainda não há previsão de estreia.
Diretor de Planeta dos Macacos e criadora de Grey’s Anatomy se juntam para criar filme e série sci-fi
A produtora-roteirista Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e o cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) vão se juntar pela primeira vez num projeto ambicioso para a Netflix. Trata-se da adaptação do livro “Recursion”, de Blake Crouch. A parceria vai render um filme de ficção científica, que será complementado por uma série. “Recursion” aborda um futuro no qual uma cientista descobre a tecnologia necessária para acessar e alterar memórias. A invenção, usada por muitos para apagar traumas do passado para criar pessoas mais bem-resolvidas, ganha dimensões e consequências catastróficas quando cai nas mãos erradas. A Netflix comprou os direitos de “Recursion”, o livro, antes mesmo de sua publicação. A obra de Crouch, autor de livros que inspiraram séries como “Wayward Pines” e “Good Behavior”, chegará às lojas apenas em 2019. Ainda não há previsão de estreia para o filme e a série adaptadas da obra.
Venom bate recorde de bilheteria em sua estreia na América do Norte
Mantendo a tradição de sucesso das adaptações da Marvel, a estreia de “Venom” bateu o recorde de maior arrecadação do mês de outubro na América do Norte com US$ 80 milhões no fim de semana. O ótimo desempenho comprovou o acerto da estratégia da Sony, que embargou as críticas do filme até a véspera da exibição, impulsionando a pré-venda de seus ingressos. Com isso, “Venom” nem sentiu o impacto das avaliações negativas, que oscilaram de 28% a 31% no Rotten Tomatoes, entre quinta e domingo (7/10), e chegou a superar a abertura deste ano de “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 75 milhões), da própria Marvel. O mercado internacional também deu ótimo retorno, elevando o total mundial para US$ 205,2 milhões. São valores que incentivam o investimento na criação de um universo cinematográfico com os coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. Mas a cautela sugere esperar um pouco mais, pelo resultado da segunda semana, após o boca-a-boca se encontrar com as críticas duras, para avaliar se o entusiasmo do público persiste e o que se faz necessário para avançar nos planos. Em 2ª lugar, “Nasce uma Estrela” vendeu mais ingressos que o esperado, faturando US$ 41,2 milhões. O filme custou só US$ 40 milhões para ser produzido (40% do investimento em “Venom”) e tinha censura elevada (“R”, para maiores de 17 anos), por isso seu desempenho foi considerado um enorme sucesso e comemorado pela Warner como se tivesse aberto no topo das bilheterias. Primeiro longa dirigido por Bradley Cooper e estrelado por Lady Gaga, “Nasce uma Estrela” também conquistou a crítica, com 91% de aprovação. A estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira (11/10). Entre os lançamentos limitados, ainda chamou atenção o interesse gerado por “O Ódio que Você Semeia”, cuja roteirista morreu na quinta-feira (4/10). Lançado em apenas 36 salas, fez US$ 500 mil e abriu em 13º lugar, faturando mais por sala que “Nasce uma Estrela”. O filme também se tornou o mais bem-avaliado da semana, com 96% no Rotten Tomatoes. Chega no Brasil em 6 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Venom Fim de semana: US$ 80m Total EUA e Canadá: 80m Total Mundo: US$ 205,2m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 41,2m Total EUA e Canadá: US$ 41,2m Total Mundo: US$ 56,6m 3. PéPequeno Fim de semana: US$ 14,9m Total EUA e Canadá: US$ 42,7m Total Mundo: US$ 75,2m 4. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 12,2m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 58,7m 5. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 7,2m Total EUA e Canadá: US$ 55m Total Mundo: US$ 79,3m 6. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 49m Total Mundo: US$ 76,4m 7. A Freira Fim de semana: US$ 2,6m Total EUA e Canadá: US$ 113,3m Total Mundo: US$ 346,6m 8. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 9,5m 9. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 169,1m Total Mundo: US$ 225,9m 10. O Predador Fim de semana: US$ 900 mil Total EUA e Canadá: US$ 49,9m Total Mundo: US$ 123,3m
Trailer da 2ª temporada de Star Trek: Discovery revela o jovem Spock
A plataforma CBS All Access divulgou o pôster, fotos e o trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Repleto de ação e efeitos visuais, o vídeo mostra muitas novidades, mas nenhuma maior que a aparição do jovem Spock. Ele surge barbudo por breves segundos ao final da prévia, interpretado por Ethan Peck (série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), neto do grande ator Gregory Peck, vencedor do Oscar por “O Sol É para Todos” (1962). Outro destaque da prévia é o novo capitão da Discovery, Christopher Pike, que também é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e sua história foi integrada na cronologia oficial em 1966. Ele é interpretado por Anson Mount (o Raio Negro na série dos Inumanos) e vem acompanhado de outra personagem da sua Enterprise, a primeira oficial conhecida como Número 1, que é vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”). Os novos episódios vão começar justamente com o encontro entre as naves Discovery e Enterprise (a versão do piloto de 1964), conforme o gancho deixado no final do último capítulo do ano inaugural. Para completar, há o retorno de Philippa Georgiou, a personagem de Michelle Yeoh, foragida da dimensão Espelho, que mais uma vez cruza o caminho da tripulação da Discovery. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” também ganhou data de estreia: 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.
Nightflyers: Série sci-fi do autor de Game of Thrones ganha novo trailer e data de estreia
O canal pago americano Syfy divulgou um novo trailer de “Nightflyers”, série sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou “Game of Thrones”). O vídeo explora o clima de terror espacial, com Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”) chorando sangue, enquanto explica a missão da história. Além disso, informa o período de estreia. A trama espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarca no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco também inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Vale lembrar que “Nightflyers” já rendeu um filme, bem trash, em 1987. Já a nova versão resulta num investimento milionário, considerada a série mais cara do Syfy, que para compensar os custos negociou um acordo com a Netflix em troca dos direitos de exibição internacional. Assim, a série será disponibilizada em ritmo de maratona, entre 2 e 13 de dezembro nos Estados Unidos, chegando logo em seguida aos demais países pela Netflix.
Origin: Trailer da série espacial do diretor de Resident Evil revela projeto mais caro e ambicioso do YouTube
O YouTube Premium divulgou o segundo trailer de “Origin”, nova série sci-fi espacial, que tem direção do cineasta Paul W.S. Anderson (da franquia “Resident Evil”). Ele assina os dois primeiros episódios – de um total de dez. E a prévia demonstra a aspiração cinematográfica da produção, repleta de efeitos visuais, que recriam cidades futuristas e espaçonaves, além de demonstrar o clima tenso da trama e revelar a data de estreia. Sem dúvida, trata-se da série mais ambiciosa e cara do YouTube até agora. A trama giram em torno de passageiros que embarcam numa viagem de hibernação rumo a um planeta distante. Origin é o nome da nave, onde despertam muito antes da hora e descobrem que foram abandonados à bordo pela tripulação, precisando trabalhar juntos para sobreviver, enquanto alguém ou algo começa a caçá-los no espaço. A história de terror espacial remete a elementos conhecidos de filmes sci-fi, de “Alien” (1978) e “Pandorum” (2009). O próprio Anderson já se aventurou em produção similar, em “O Enigma do Horizonte” (1997). A série foi criada por Mika Watkins (roteirista de “Troy: Fall of a City”) e o elenco destaca Tom Felton e Natalia Tena, ambos ex-integrantes da franquia “Harry Potter” – ele viveu o bruxinho Draco e ela a ninfadora Tonks – , além de Nora Arnezeder (série “Mozart in the Jungle”), Fraser James (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”), Philipp Christopher (“Laços de Sangue”), Madalyn Horcher (“Jack Reacher: Sem Retorno”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (série “Game of Thrones”) e Siobhán Cullen (“Jimi: Tudo a Meu Favor”). Todos os episódios serão disponibilizados em 14 de novembro.
Manifest quebra recordes com audiência acumulada e vira maior estreia do século na rede NBC
A série “Manifest” é o principal sucesso deste começo de temporada de outono (fall season) na TV americana, deflagrado oficialmente em 24 de setembro nos Estados Unidos. A cada medição, o episódio de estreia da atração cresce de forma impressionante, quebrando recordes históricos. Surpreendendo a própria rede NBC, o primeiro capítulo foi assistido por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo no primeiro dia da fall season, e marcou 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Um desempenho melhor que o carro-chefe da emissora, exibido antes de seu horário, “The Voice”. A série foi vista por quase um 1 milhão de pessoas a mais que o reality de competição musical e se consagrou como a maior estreia ao vivo da NBC em três anos. Os números da audiência posterior, medidos pela empresa Nielsen, reforçaram o fenômeno. Nos primeiros três dias de exibição, as gravações digitais da série elevaram a audiência para 3,6 pontos, o maior crescimento entre todos os programas da primeira semana da temporada. Em termos de telespectadores, isto representou aumento de 5,7 milhões, ampliando o público total para 16 milhões de pessoas. O volume representa o terceiro maior crescimento de público já visto para uma série de estreia desde a invenção dos gravações digitais. Só perde para as premières de “Roseanne” e “How to Get Away with Murder”. Por fim, outro relatório complementar de audiência, com os resultados da primeira semana completa de gravações digitais, mostrou que o público continuou vendo a atração. Depois de sete dias de playback, “Manifest” atingiu um total de 18,4 milhões de telespectadores e 4,2 pontos na demo. Isto representa o segundo maior aumento de audiência com gravações digitais de todos os tempos, atrás só de “Roseanne”, na temporada passada. Os números semanais também fazem do episódio inicial de “Manifest” a estreia de série dramática mais vista entre os lançamentos de drama da emissora desde “Third Watch”, no século passado – 20,6 milhões de telespectadores em 1999, comemorados antes do boom da internet, quando havia mais público vendo televisão. O segundo episódio também teve bom desempenho, com 8,5 milhões em tempo real e 1,8 pontos na demo, perdendo apenas 18% do público de sua estreia ao vivo. A audiência completar ainda não foi informada, mas deve seguir o mesmo padrão. A TV americana não via um sucesso de sci-fi deste porte desde “Lost”, produção com a qual “Manifest” tem sido comparada, já que também trata de passageiros de um avião desaparecido. A diferença é que, em vez de chegarem numa ilha misteriosa, os protagonistas da nova série pousam em seu destino original… muitos anos depois. Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”), “Manifest” acompanha um avião que desaparece dos radares e retorna cinco anos depois de ser considerado perdido no mar. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse passado para eles. A trama reflete como isso afeta suas famílias, conforme eles tentam retomar suas rotinas pessoais, além de investigar o que motivou o desaparecimento e se isso serve a algum propósito obscuro. Segundo os produtores, a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Joel de la Fuente (série “The Man in the High Castle”), Athena Karkanis (série “Zoo”) e Curtiss Cook (série “House of Cards”). E a produção é do grande cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”, “Forest Gump”). Ele também está por trás de “Project Blue Book”, uma nova versão de “Projeto U.F.O.”, sobre as investigações do governo americano a respeito da existência de Discos Voadores, que estreia em janeiro no History Channel americano.
Série live action da saga Star Wars ganha primeira foto e confirma Taika Waititi como diretor
A Lucasfilm divulgou a primeira foto de “The Mandalorian”, primeira série live action (com atores) de “Star Wars”. A imagem (acima) destaca o mandaloriano do título, com um visual que lembra Boba Fett. Desenvolvida pelo cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”) a série seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Junto com a imagem oficial, o estúdio anunciou que Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) será um dos diretores do projeto. Além dele, Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”), Dave Filoni (criador de “Star Wars Rebels”) e a atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vão comandar episódios. E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Favreau revelou a premissa da série num post publicado no Instagram na quarta (3/10). “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Ele também comentou anteriormente que a trama seria situada sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. A sinopse de Favreau sugere que “outro guerreiro” emerge após as histórias de Jango e Boba, insinuando a possibilidade de um novo clone da família Fett ou um contemporâneo de Mandalore. Para completar, há rumores de que Pedro Pascal (“Narcos”) pode viver o protagonista da série. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado para o final de 2019.
Primeira série live action do universo Star Wars ganha título e ligação com personagem conhecido
A primeira série “live action” (com atores reais) de “Star Wars” ganhou título e contexto. O diretor Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”), responsável pela produção, revelou as primeiras informações importantes sobre o projeto em seu Instagram. Com o nome oficial de “The Mandalorian”, a série seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Favreau já tinha comentado anteriormente que a produção ia se passar sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e os de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Naquela galáxia distante, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. A sinopse de Favreau sugere que “outro guerreiro” emerge após as histórias de Jango e Boba, insinuando a possibilidade de outro clone da família Fett ou um contemporâneo de Mandalore. Para completar, há rumores de que Pedro Pascal (“Narcos”) pode viver o protagonista da série. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado para o final de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. #starwars #TheMandalorian Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 3 de Out, 2018 às 4:17 PDT
Nova comédia de Kevin Hart estreia em 1ª lugar na América do Norte
A comédia “Night School”, que o estúdio Universal batizou de “Operação Supletivo – Agora Vai!” para o lançamento no Brasil, estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e no Canadá, superando a concorrência da animação “PéPequeno” e a permanência dos demais títulos em cartaz, com US$ 28 milhões. Não é uma estreia de blockbuster, mas é recorde. Trata-se da maior abertura de uma comédia em 2018, superando “Podres de Ricos” (US$ 26,5 milhões), que foi considerada um “fenômeno”. Mas sua popularidade não encontrou respaldo da crítica. Negativado pela imprensa, atingiu uma média de 33% no Rotten Tomatoes. Menos mal, já que o título nacional não é a pior notícia em relação ao seu lançamento no Brasil. Apesar da “tradução”, o longa não tem previsão de estreia no país. Deve sair direto em vídeo ou streaming. O que perpetua o preconceito racial das distribuidoras nacionais, já que se trata de mais uma comédia com atores e diretor afro-americanos barrada no parque exibidor brasileiro. Vale destacar que a comédia é estrelada por dois dos atores mais populares do momento nos Estados Unidos, Kevin Hart (“Jumanji”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). Mesmo assim, Kevin Hart só chega aos cinemas nacionais quando atua ao lado de um comediante branco. Já Tiffany Haddish é uma ilustre desconhecida do público brasileiro que paga ingressos de cinema. Nenhum dos seus filmes jamais foi lançado nas telas grandes do país. Nem mesmo o blockbuster “Viagem das Garotas”, uma das comédias mais bem-sucedidas e mais bem-avaliadas do ano passado nos Estados Unidos – abriu com US$ 31,2 milhões e tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O diretor de “Operação Supletivo – Agora Vai!” é o mesmo do outro filme, Malcolm D. Lee. Se a Universal comemora localmente o sucesso de “Operação Supletivo”, a Warner já busca a calculadora para ver se dá para recuperar o investimento em seu longa animado. Com exibição em 1,1 mil salas a mais, “PéPequeno” levou um tombo com a estreia de US$ 23 milhões. As avaliações da crítica foram razoáveis, com 69% de aprovação. Mas animações costumam arrastar multidões ao cinema, o que não foi o caso. Por sua vez, a Lionsgate não precisa fazer conta nenhuma. O terror “O Parque do Inferno” abriu em 6º lugar com apenas US$ 5 milhões de arrecadação, maior fiasco da semana. O estúdio tentou esconder a produção da crítica, mas sua ausência na imprensa também reduziu a capacidade do público saber que o filme existia, rendendo salas vazias. Só após chegar nas telas é que as resenhas começaram a vir à tona. Todas negativas, rendendo-lhe 39% no Rotten Tomatoes. Literalmente um horror, que chega ao Brasil em novembro. Para completar a relação de lançamentos, “Little Women” abriu em 14º lugar, com uma distribuição limitada em 643 salas e vaias da crítica – 35%. A inclusão deste título no texto é só para lembrar que esta história, uma das mais filmadas de todos os tempos, baseada no romance bicentenário de Louisa May Alcott, também virou minissérie britânica no fim do ano passado e vai ter outra versão de cinema no ano que vem, com grande elenco e direção de Greta Gerwig (“Lady Bird”), sabe-se lá por quê. Entre os filmes em cartaz, “A Freira” bateu um novo recorde de faturamento – confira aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 28m Total EUA e Canadá: 28m Total Mundo: US$ 33,5m 2. PéPequeno Fim de semana: US$ 23m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 38,6m 3. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 12,5m Total EUA e Canadá: US$ 44,7m Total Mundo: US$ 53,8m 4. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 43m Total Mundo: US$ 62,8m 5. A Freira Fim de semana: US$ 5,4m Total EUA e Canadá: US$ 109m Total Mundo: US$ 330m 6. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 5m Total Mundo: US$ 5m 7. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 4,1m Total EUA e Canadá: US$ 165,6m Total Mundo: US$ 218,8m 8. O Predador Fim de semana: US$ 3,7m Total EUA e Canadá: US$ 47,6m Total Mundo: US$ 115,8m 9. White Boy Rick Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 21,7m Total Mundo: US$ 21,7m 10. A Justiceira Fim de semana: US$ 1,7m Total EUA e Canadá: US$ 33,5m Total Mundo: US$ 39,5m











