Ator de Han Solo vai estrelar adaptação da sci-fi Admirável Mundo Novo
O ator Alden Ehrenreich, que viveu Han Solo no recente prólogo de “Star Wars”, vai estrelar outra história clássica de ficção científica. Desta vez na TV. Ele foi escolhido como protagonista de uma nova minissérie baseada no famoso livro “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. O projeto estava sendo desenvolvido para o canal pago Syfy, mas a produtora NBCUniversal acabou mudando seus planos e levou a produção para outra emissora de seu conglomerado, a USA Network, visando aumentar o orçamento. Ehrenreich interpretará John, o Selvagem, um jovem criado fora dos limites do Novo Mundo, cuja presença ameaça romper a rígida ordem social da utópica Nova Londres. Publicado em 1932, “Admirável Mundo Novo” é considerado um dos maiores clássicos da literatura do século 20. A obra apresenta um futuro onde a sociedade conquistou paz e equilíbrio após a proibição do dinheiro, da família, da monogamia, da privacidade e do livre arbítrio. O livro previu bebês de proveta, análise de DNA e até antidepressivos como o Prozac. Tudo o que os habitantes dessa suposta utopia precisam fazer é tomar um remédio para nunca ficar tristes e viver uma vida de hedonismo permanente, onde o objetivo é ter prazer instantâneo e constante. Mas John foi criado à margem da civilização, e seus questionamentos logo se tornam uma ameaça para o sistema. Esta história já foi adaptada para a TV em duas ocasiões anteriores. A melhor versão foi exibida em 1980, numa minissérie de duas partes que incluía em seu elenco Keir Dullea (de “2001: Uma Odisseia no Espaço”). A outra é um telefilme de 1998, com Leonard Nimoy (o eterno Sr. Spock). A nova produção terá como showrunner David Wiener (“Fear The Walking Dead”), que vai trabalhar em cima de um roteiro anterior da dupla Brian Taylor e Grant Morrison (criadores da série “Happy!” no Syfy). Para completar, a direção está cargo de Owen Harris, responsável pelo premiado episódio “San Junipero” da série “Black Mirror”. “Brave New World”, o título original, será o primeiro grande trabalho de Ehrenreich na TV, após estrear como ator no segundo episódio da série “Supernatural”, em 2005. Desde então, ele tem se destacado no cinema, em filmes como “Tetro” (2009), “Dezesseis Luas” (2013), “Blue Jasmine” (2013), “Ave, César!” (2016) e o mencionado “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018).
Tripulação original de Star Trek pode ganhar série própria
O final da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” pode servir de gancho para o lançamento de um spin-off da série. A mensagem a seguir é do planeta spoiler. O desfecho mostrou a nave Discovery indo 950 anos para o futuro, mas a narrativa continuou focando os personagens que ficaram na linha temporal original, encerrando o episódio com a tripulação da Enterprise. Isto é, a tripulação do piloto de “Jornada nas Estrelas” recusado de 1964, que acabou se tornando conhecida quando um episódio de flashback de 1966 mostrou que Kirk não tinha sido o primeiro capitão da famosa nave espacial. A tripulação original teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens, a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, pois eles têm feito campanhas para que suas aventures continuem. A revista The Hollywood Reporter perguntou a Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, se haveria chance disso acontecer. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, disse Kurtzman, revelando, ao comentar o final da temporada, que os espectadores têm grandes chances de voltar a ver a ponte de comando da Enterprise preenchida pelo Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn). “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, concluiu. Oficialmente, ainda não há uma série focada no Capitão Pike. Isto pode mudar após a repercussão de sua participação e a forma como o novo intérprete de Spock agradou aos fãs – a ponto de tornar difícil a vida de Zachary Quinto, caso volte a viver Spock no cinema. Entretanto, já existe um projeto passado nesse linha temporal, que poderia trazer de volta a tripulação da Enterprise. Trata-se de uma atração sobre a Seção 31, a organização semi-secreta e autônoma da Federação que faz parte da tradição da franquia desde que foi introduzida nos anos 1990 num episódio da série “Star Trek: Deep Space Nine”. Este spin-off está confirmado e será estrelado por Michelle Yeoh, retomando a personagem da Imperatriz Georgiou, e Shazad Latif como Ash Tyler. Saiba mais aqui. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
3ª temporada de Star Trek: Discovery se passará num futuro ainda mais distante
A 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” audaciosamente irá onde nenhuma produção trekker jamais esteve: quase mil anos após os eventos da série que inaugurou a franquia. Corre pro teletransporte porque o spoiler vai explodir. Após uma temporada com grande intersecção com a “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960, com direito a participações do Capitão Pike (Anson Mount) e Spock (Ethan Peck), o segundo ano da atração acabou num cliffhanger que mandou a nave Discovery e sua tripulação por um buraco de minhoca até o futuro distante. A trama também serviu para explicar porque a Discovery nunca tinha sido mencionada nas séries e filmes da franquia, apesar de a nova série ser um prólogo. E abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, que se livram das amarras canônicas ao colocar os personagens num período histórico que ainda não foi (literalmente) escrito na franquia. Apesar do final ambíguo – praticamente, um desfecho da série – , o criador e showrunner Alex Kurtzman garantiu que os próximos episódios continuarão seguindo a Discovery 950 anos no futuro. “Nós amamos brincar com o cânone. É uma delícia e um privilégio. É divertido explorar cantos e recantos do universo que as pessoas ainda não exploraram completamente. Dito isto, sentimos que queríamos uma energia inteiramente nova para a 3ª temporada com um novo conjunto de problemas. Assim, decidimos ir mais longe no futuro do que qualquer ‘Star Trek’ jamais foi”, ele explicou, em entrevista para a revista The Hollywood Reporter. “Eu também tive experiência trabalhando nos filmes, onde estávamos presos a problemas canônicos”, continuou Kurtzman. “Sabíamos como Kirk morreria e nos perguntávamos como poderíamos colocá-lo em perigo para que parecesse real. Isso foi o que nos levou a criar uma linha do tempo alternativa; de repente, poderíamos contar a história de uma maneira muito imprevisível. Esse é o mesmo processo de pensamento que envolveu o salto de 950 anos no futuro. Agora estamos completamente livres de cânone e temos todo um novo universo para explorar”, concluiu. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Ator de American Gods será Master Chief na série baseada no game Halo
O ator Pablo Schreiber (da série “American Gods” e do filme “Covil de Ladrões”) foi escolhido para viver o protagonista da série live-action baseada no videogame “Halo”. Schreiber viverá Master Chief, o guerreiro mais avançado do planeta Terra do século 26 e a única esperança de uma civilização quase em extinção após os ataques do Covenant, uma aliança alienígena determinada a destruir a humanidade. Ele se junta à estreante Yerin Ha, atriz e dançarina anunciada como uma jovem personagem chamada Quan Ah. Desenvolvida há uma década pela Amblin, produtora de Steven Spielberg, a série vai começar a sair do papel no final do ano, quando as gravações estão previstas para começar. O canal pago Showtime assumiu o projeto e anunciou a produção de dez episódios. Será a primeira superprodução sci-fi do canal. “Halo” tem roteiro de Kyle Killen (criador das séries “Lone Star”, “Awake” e “Mind Games”, todas canceladas na 1ª temporada) e inclui entre seus produtores outro cineasta, Otto Bathurst, diretor de “Robin Hood: A Origem”, que vai comandar alguns episódios. A trama inspira-se no jogo original, lançado em 2001, e ainda não tem previsão para a estreia. Os games da franquia “Halo” são focados na luta da humanidade contra uma aliança alienígena e já renderam uma websérie em 2014, “Halo: Nightfall”, estrelada por Mike Coulter (o Luke Cage). Este projeto visava inaugurar um serviço de streaming da Microsoft, que nunca foi adiante. O envolvimento de Spielberg é ainda anterior. Data de 2009, quando ele considerou produzir um filme de “Halo”, após uma iniciativa de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) e Neill Blomkamp (“Elysium”) encontrar dificuldades para encontrar financiamento. Diante da complexidade da trama, Spielberg passou a negociar a transformação do projeto em série e as conversas com o canal Showtime começaram há pelo menos cinco anos. Demorou, mas agora há uma previsão de estreia para 2020.
The 100: Fotos da 6ª temporada mostram chegada a novo mundo
A rede americana The CW divulgou as primeiras fotos oficiais (sem logos de revistas) da 6ª temporada de “The 100”. As imagens mostram os protagonistas chegando a um novo mundo, com cenas em sua nave e na superfície do planeta desconhecido. Apresentada como “Livro 2” da história iniciada em 2014, a 6ª temporada vai acompanhar os desafios dos últimos sobreviventes da Terra diante de novos inimigos. A prévia divulgada já mostrou que, embora parece que Clarke (Eliza Taylor), Bellamy (Bob Morley) e companhia chegaram no paraíso, o local tem segredos perigosos. Os novos episódios começam a ser exibidos no dia 30 de abril nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil, que marcou sua estreia para 16 de maio.
Michelle Yeoh entra nas continuações de Avatar
O elenco das sequências de “Avatar” ganhou mais um integrante. Michelle Yeoh é a mais nova atriz a embarcara para Pandora. A famosa atriz malaia, que estrelou “O Tigre e o Dragão” e se mantém em destaque com papéis em “Star Trek: Discovery” e “Podres de Ricos”, vai interpretar uma nova cientista na franquia, a Dr. Karina Mogue. Mas não há maiores detalhes sobre a personagem. Ela se junta a Kate Winslet (“O Leitor”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e possivelmente Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”) entre as novidades das continuações, que ainda trarão de volta a maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald. James Cameron também voltará a dirigir os filmes – quatro, no total. Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” é o filme de maior bilheteria de todos os tempos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo. “Avatar 2” tem sua estreia marcada para dezembro de 2020, agora com distribuição da Disney, que comprou a Fox.
Manifest é renovada para sua 2ª temporada
A rede NBC anunciou a renovação de “Manifest” para sua 2ª temporada. A trama, que tinha acabado num cliffhanger, vai continuar a partir do outono norte-americano (entre setembro e novembro). A confirmação foi divulgada após dois meses da exibição do último episódio, o que chegou a deixar os fãs aflitos, mesmo que “Manifest” tenha sido a estreia de maior audiência entre as séries novas do ano passado. Em seu lançamento, a produção surpreendeu com uma audiência muito acima da esperada, vista por 10,3 milhões de telespectadores ao vivo e marcando 2,2 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Esses números foram caindo progressivamente conforme a série começou a arrastar seu “mistério”, perdendo 50% do público ao final da temporada inaugural. Criada por Jeff Rake (que também criou “The Mysteries of Laura”) e produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“O Voo”, “De Volta para o Futuro”), “Manifest” acompanha um avião que desaparece dos radares e retorna cinco anos depois de ser considerado perdido no mar. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse passado para eles, o que afeta seus retornos para suas famílias. Além do mistério do desaparecimento, eles passam a lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Joel de la Fuente (série “The Man in the High Castle”), Athena Karkanis (série “Zoo”) e Curtiss Cook (série “House of Cards”). “Em sua 1ª temporada, ‘Manifest’ respondeu a muitas perguntas sobre o mistério do vôo 828, mas, espertamente, pede muito mais”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, co-presidentes de programação na rede NBC, no comunicado sobre a renovação. “Parabéns ao [criador] Jeff Rake, nossos produtores, elenco e equipe que criaram uma série incrivelmente viciante com personagens convincentes e relacionamentos complexos”, completaram.
The Mandalorian: Primeira série live-action de Star Wars ganha novas fotos
A Lucasfilm divulgou novas fotos de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. As imagens revelam o protagonista mascarado vivido por Pedro Pascal (“Narcos”), o veterano Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”) e Gina Carano (“Deadpool”), além do logotipo da atração. O elenco central da série também inclui Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, um subgênero que já rendeu uma série clássica, “Firefly”, e que o próprio criador de “The Mandalorian”, o cineasta Jon Favreau, já visitou no cinema em “Cowboys & Aliens” (2011). O título refere-se ao papel de Pascal, um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. A trama se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, dirige o piloto da série, que também tem episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos.
Shazam mantém 1º lugar enquanto Hellboy implode nos EUA
“Shazam!” enfrentou quatro estreias neste fim de semana, mas não teve dificuldades para se manter no topo da bilheteria dos Estados Unidos e Canadá. A adaptação da DC Comics fez mais US$ 25M (milhões) em seu segundo fim de semana, atingindo US$ 94,9M em dez dias em cartaz na América do Norte. No mundo inteiro, já são US$ 258,8M. A surpresa ficou com a disputa do 2º lugar, em que “A Chefinha” (Little) superou “Hellboy”. A comédia com premissa fantasiosa, um “De Repente 30” às avessas e com elenco negro, faturou US$ 15,4M, quantia bastante comemorada, já que a produção custou apenas US$ 20M. Além disso, a crítica achou medíocre, com 49% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Para se ter noção do quanto “A Chefinha” é “prioridade”, o filme só vai chegar no Brasil em agosto. “Hellboy”, por outro lado, custou US$ 50M – sem considerar as despesas de marketing. E implodiu com US$ 12M. O desempenho muito abaixo das expectativas – e das aberturas dos dois filmes anteriores do personagem, em 2004 e 2008 – foi salgado por críticas extremamente negativas da imprensa americana, que renderam média de 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. A Millennium segurou os números do mercado internacional, mas as projeções apontam um início ainda pior no exterior. Esta combinação de sinais apocalípticos representa o fim da franquia. Os outros dois lançamentos da semana foram o drama teen “After” e a animação “O Elo Perdido”, que ficaram em 8º e 9º lugares, respectivamente. Considerado o pior lançamento da semana, “After” teve apenas 13% de aprovação e rendeu US$ 6,2M. Já “O Elo Perdido” agradou à crítica, com 89%, mas teve a pior abertura de uma produção do estúdio Laika, especializado em animação em stop motion, com US$ 5,8M. Até então, a pior abertura da Laika tinha sido seu filme anterior, “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016), com US$ 12,6M. Mas este longa, adorado pela crítica, ganhou indicação ao Oscar, o que não deve ocorrer com “O Elo Perdido”, levando em conta sua avaliação abaixo do padrão elevadíssimo do estúdio. “After” já estreou no Brasil e “O Elo Perdido” não tem previsão de lançamento no país. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Shazam! Fim de semana: US$ 25,1M Total EUA e Canadá: US$ 94,9M Total Mundo: US$ 258,8M 2. A Chefinha Fim de semana: US$ 15,4M Total EUA e Canadá: US$ 15,4M Total Mundo: US$ 17,3M 3. Hellboy Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 22M 4. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 41,1M Total Mundo: US$ 76,8M 5. Dumbo Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 89,9M Total Mundo: US$ 266,9M 6. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 386,5M Total Mundo: US$ 1B 7. Nós Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA e Canadá: US$ 163,4M Total Mundo: US$ 235,9M 8. After Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 18,4M 9. O Elo Perdido Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 5,8M Total Mundo: US$ 5,8M 10. The Best of Enemies Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 8,1M Total Mundo: US$ US$ 8,1M
JediJoker? Coringa de Gotham estrela novo videogame de Star Wars
A brincadeira de Mark Hamill, que batizou de JediJoker (CoringaJedi) a gargalhada ouvida ao final do trailer de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, acabou servindo para definir um novo lançamento da franquia. A Lucasfilm revelou o primeiro teaser do game “Star Wars Jedi: Fallen Order”, e o principal Jedi da trama é vivido por Cameron Monaghan, o Coringa da série “Gotham”. Sim, JediJoker. O game apresenta uma história original, passada logo após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e segue um personagem totalmente novo, Cal Kestis (Monaghan), um jovem Padawan que de alguma forma conseguiu sobreviver ao extermínio da ordem dos Jedi, e tem se escondido do Império no planeta Bracca, apresentado pela primeira vez na saga. Cabe aos jogadores “pegar as peças do passado despedaçado de Cal para completar seu treinamento e dominar a arte do icônico sabre de luz – tudo isso enquanto se mantém um passo à frente do Império e seus inquisidores mortais”. Ao longo do caminho, Cal fará novos amigos, como seu misterioso companheiro Cere, além de se deparar com alguns rostos familiares da franquia, tudo isso acompanhado de seu fiel droide BD-1. Mas também será caçado pela Segunda Irmã, uma das inquisidoras de elite do Império, que procura extinguir esse sobrevivente Jedi com ajuda do Exército de Extermínio, forças imperiais especiais treinadas para caçar Jedis. “Star Wars Jedi: Fallen Order” será lançado em 15 de novembro para Xbox One, PS4 e PC. E, cá para nós, o trailer sugere que a história daria um filmaço. Confira abaixo.
Atriz de Master of None entra na 3ª temporada de Westworld
A atriz, roteirista e produtora Lena Waithe entrou no elenco da 3ª temporada de “Westworld”. Ela é conhecida por seu trabalho como atriz na série “Master of None”, mas também escreveu para “Bones” e criou “The Chi” e “Boomerang”, atualmente renovadas nos Estados Unidos. Ainda não foram reveladas informações sobre seu papel. Não se sabe se a participação é especial ou se ela será recorrente. Os detalhes da temporada, que vai se passar fora do parque do velho oeste, estão sendo mantidos em sigilo. Até então, o único integrante novo confirmado era Aaron Paul (de “Breaking Bad”). Os novos episódios só vão estrear em 2020, na HBO.
Future Man é renovada para 3ª e última temporada
A plataforma Hulu renovou a série “Future Man” para sua 3ª e última temporada. Série de comédia estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980 e 100% de aprovação em sua 2ª temporada no Rotten Tomatoes, “Future Man” gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial, com o destino do mundo em suas mãos. Josh tem um péssimo emprego num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo – exatamente como em “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984). Na 1ª temporada, ele é enviado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. Já no segundo ano tem o futuro com seu novo destino, seguindo a ordem de acontecimentos da franquia “De Volta ao Futuro”. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg dirigiram alguns episódios. E o segundo ano ainda destacou participação de Rogen como ator. A 2ª temporada de “Future Man” estreou em 11 de janeiro nos Estados Unidos e a última deve ser lançada no começo de 2020. “Future Man” é a segunda série produzida por Rogen a ter seu final anunciado nesta semana. Na segunda-feira (8/4), o próprio produtor revelou que “Preacher” também chegará ao fim em sua próxima temporada.
Shazam! estreia em 1º lugar nos Estados Unidos
“Shazam!” não quebrou recordes, mas fez bastante barulho em sua estreia nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. O longa da Warner embolsou US$ 53,4 milhões em seu primeiro fim de semana, impulsionado por críticas muito positivas – 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes – para conquistar o 1ª lugar nas bilheterias. O valor não é tão imponente quanto os lançamentos da Marvel, mas foi além das expectativas, já que havia previsão de uma arrecadação inicial entre US$ 40 e 45 milhões. Além disso, “Shazam!” custou muito menos que a maioria dos filmes de super-heróis – foi produzido por US$ 100 milhões – e só precisa de metade da arrecadação de “Mulher-Maravilha” – ou um terço de “Aquaman” – para dar lucro. O tom do filme estrelado por Zachary Levi vinha sendo comparado ao “Homem-Formiga” e é interessante reparar que o longa da Marvel abriu com US$ 57 milhões, na mesma faixa, mas com uma etiqueta mais cara – custou US$ 130 milhões. Com a arrecadação internacional, “Shazam!” atingiu US$ 158,7 milhões em seu fim de semana inaugural, o que confirma que a Warner lançou mais uma franquia da DC Comics. E que a cena pós-crédito introduz, sim, uma continuação. Enfrentando a concorrência superpoderosa, o terror “Cemitério Maldito” também mostrou ótimo desempenho com uma arrecadação de US$ 25 milhões, que lhe rendeu o 2º lugar. O detalhe é que a nova adaptação do romance de Stephen King só custou US$ 21 milhões para ser produzida. O filme atingiu 61% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes, agradando mais que a primeira versão da história. Ainda que cultuado por muitos, o “Cemitério Maldito” de 1989 foi considerado medíocre, com média de 48%. A estreia do remake está prevista no Brasil para 9 de maio. Os dois lançamentos empurraram “Dumbo” para o 3º lugar, numa queda drástica, de 60% na arrecadação em relação à semana passada. Após 10 dias em cartaz, o filme da Disney acena com prejuízo, ao não passar dos US$ 76,2 milhões no mercado doméstico. A semana ainda registrou a estreia do drama “The Best of Enemies”, que fez US$ 4,5 milhões em 6º lugar. Com 52% de aprovação, foi criticado por simplificar a aliança entre uma militante negra e um líder da Ku Klux Klan, que se uniram para revolucionar o sistema educacional americano. Não há previsão para o lançamento no Brasil. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Shazam! Fim de semana: US$ 53,4M Total EUA e Canadá: US$ 56,7M Total Mundo: US$ 158,7M 2. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 25M Total EUA e Canadá: US$ 25M Total Mundo: US$ 42,3M 3. Dumbo Fim de semana: US$ 18,2M Total EUA e Canadá: US$ 76,2M Total Mundo: US$ 213,7M 4. Nós Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA e Canadá: US$ 152,3M Total Mundo: US$ 216,5M 5. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 12,6M Total EUA e Canadá: US$ 374,1M Total Mundo: US$ 1B 6. The Best of Enemies Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 4,5M Total Mundo: US$ 4,5M 7. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 41,5M Total Mundo: US$ 62,5M 8. Unplanned Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 12,4M Total Mundo: US$ 12,4M 9. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 41,5M Total Mundo: US$ 59,9M 10. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 156,6M Total Mundo: US$ 508M









