Ator de Star Trek vai estrelar série baseada no anime Cowboy Bebop
A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco da série live-action baseada no anime (desenho animado japonês) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”, inclusive quem viverá o protagonista Spike Spiegel. O papel principal ficou com John Cho (“Buscando…”). Será a segunda vez que o ator, que é sul-coreano, é escalado para viver um “japonês” por Hollywood. Ele também é o intérprete do Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Mas há uma ironia na nova escalação. Apesar de nascido em Marte, Spike tem um sobrenome alemão, adotado por muitas famílias judias. Mesmo assim, será vivido por um ator asiático na série. A contratação de Cho pode ser decorrência das várias reclamações de fãs contra o embranquecimento de personagens de animes nas adaptações americanas. Em compensação, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada por Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que não se parece nada com a icônica femme fatale. Os demais atores anunciados foram Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em seleção. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. A série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.
Vin Diesel entra nas sequências de Avatar
O ator Vin Diesel postou um vídeo em suas redes sociais em que aparece no set de filmagens das sequências de “Avatar” (2009) ao lado do diretor James Cameron. Brincando muito, os dois confirmam a participação “sigilosa” do astro de ação na franquia. “Aqui estamos no set de Avatar 2, 3, 4 e 5. Aqui é uma área de sigilo absoluto. Estou com meu amigo Vin. Inclusive vou ter que dar um flash do ‘Homens de Preto’ para apagar a memória dele, porque ele não pode contar o que está vendo. E vocês também, vamos dar o flash em vocês também. É sigilo absoluto”, diz Cameron, no início do vídeo. “Vocês nunca viram isso”, emenda Diesel, antes de confirmar sua participação. “Tem uma pessoa com quem eu sempre quis trabalhar e aprender em Hollywood. Onde ele está?”, disse o ator, apontando para Cameron. “Todas as coisas eventualmente acontecem”, ele concluiu, seguido por uma intervenção de Cameron, que faz uma citação da série clássica “Kung Fu”. “Você vai aprender, gafanhoto”. Não há informações oficiais sobre qual papel Diesel vai desempenhar nos filmes, mas o tom de rosnado do ator ao dizer “Já estou aprendendo”, ao final do vídeo, pode ser uma pista. Ele se juntará a grande parte do elenco do primeiro filme, que retorna nas continuações: Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald. Mas, curiosamente, Michelle Rodriguez, que trabalha com Diesel nos filmes de “Velozes e Furiosos”, não teve sua volta confirmada. A produção também marcará um reencontro entre a atriz Kate Winslet com o diretor James Cameron, 22 anos depois da parceria de “Titanic” (1997). Ela foi escalada em um importante papel, mas ainda não divulgado. Outras novidades do elenco incluem Oona Chaplin (neta do mestre do cinema mudo Charles Chaplin e intérprete da mulher de Robb Stark em “Game of Thrones”), Cliff Curtis (o Travis de “Fear the Walking Dead”) e diversos atores-miris como novos personagens. “Avatar 2” tem estreia marcada para dezembro de 2020, mas a Disney ainda não confirmou se manterá o cronograma original da Fox. Visualizar esta foto no Instagram. And the journey continues… #Blessed #Grateful #Avatar Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 3 de Abr, 2019 às 6:45 PDT
Arnold Schwarzenneger está de volta nas fotos do novo Exterminador do Futuro
A Paramount divulgou fotos do elenco do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”, que vai se chamar “Terminator: Dark Fate” em inglês (algo como “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). As imagens registram as voltas de Arnold Schwarzenneger e Linda Hamilton à franquia. Enquanto ele participou de quase todos os filmes, ela não vivia Sarah Connor desde o segundo, “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991). Além dos dois, ainda aparecem Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), que volta a exibir os cabelos curtos de sua personagem na 1ª temporada de “Halt and Catch Fire” como uma militar de elite, a colombiana Natalia Reyes (série “2091”), intérprete da protagonista da trama, uma jovem da Cidade do México que se vê envolvida na guerra entre humanos e máquinas, Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”) como um novo Exterminador e Diego Boneta (“Rock of Ages”). O elenco ainda inclui o jovem estreante Jude Collie no papel do adolescente John Connor. O filme também será o primeiro com envolvimento do cineasta James Cameron desde que ele dirigiu “O Exterminador do Futuro 2”. Criador da franquia em 1984, Cameron perdeu os direitos sobre os personagens no seu divórcio com a intérprete de Sarah Connor. Ela vendeu os direitos, que foram revendidos outras vezes, até voltarem para as mãos de Cameron, após três filmes sem o mesmo brilho dos originais. Cameron retorna como produtor. Já a direção ficou a cargo de Tim Miller (“Deadpool”). A estreia está marcada para 31 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Dumbo estreia em 1º lugar, mas com um dos piores desempenhos da Disney nos EUA
“Dumbo” não voou muito alto em sua estreia. O remake em live-action dirigido por Tim Burton estreou com US$ 45M (milhões) em 4,2 mil cinemas na América do Norte, abaixo das expectativas do mercado – e da própria Disney. Embora o valor tenha lhe rendido o 1º lugar nas bilheterias do fim de semana nos Estados Unidos e Canadá, representa uma das piores aberturas de um remake do catálogo animado da Disney, desde que o próprio Tim Burton lançou a tendência com “Alice no País das Maravilhas” em 2010. Em comparação, a “Bela e a Fera” (2017) estreou com US$ 174M, “Mogli (2016) com US$ 103M e “Cinderela” (2015) com US$ 67M. Apenas “Christopher Robin” (2018) foi pior – e muito, com US$ 24,5M. Não faltam teorias para explicar porque o elefantinho não conseguiu atrair mais público. Há o fato de o desenho original ter 80 anos e ser menos lembrado que desenhos mais recentes, como “A Bela e a Fera”, entre o público atual. Há também o problema da fadiga causada pelo lançamento em massa desse tipo de produção. E, se for esse o caso, a Disney terá problemas à vista, já que programou uma avalanche de remakes em curto prazo – “Aladdin”, “Rei Leão” e “Malévola: A Mestra do Mal” também estreiam em 2019. Para complicar as contas, “Dumbo” teve um orçamento de produção de US$ 170M – mais caro que a “Capitã Marvel”, por exemplo. E para recuperar o investimento, terá que fazer muito sucesso no exterior. Sua abertura internacional foi melhor que a doméstica, levando o total mundial para US$ 116M, mas ainda muito longe da meta de US$ 600M para se pagar. A produção também teve problemas para agradar a crítica, dividindo radicalmente as opiniões da imprensa norte-americana. Isto se refletiu em redondos 50% de aprovação na média registrada no site Rotten Tomatoes – inclusive entre os chamados “críticos top”. O fato impressiona de forma negativa, porque também foi a pior avaliação entre os lançamentos da semana. Pior até que o horrendo “Unplanned”, drama literalmente barato da produtora evangélica PureFlix, que não esconde sua agenda política. Peça de propaganda anti-aborto, o filme foi lançado para “inspirar” mudanças nas leis dos Estados Unidos, assim como “Deus Não Está Morto 2” (2016) em relação à divisão entre “igreja” e estado. Com aval de críticos de blogs conservadores, conseguiu atingir 53% de aprovação no Rotten Tomatoes. É muito, considerando que, entre os “tops”, sua nota é 0%. “Unplanned” abriu em 5º lugar. Bem melhor que o desastre “The Beach Bum”, novo fracasso estrelado por Matthew McConaughey, que fechou o Top 10 com apenas US$ 1,8M em seu lançamento. Nenhum desses dois filmes tem previsão de estreia no Brasil. Outra novidade no ranking é o thriller “Hotel Mumbai”, que ampliou seu circuito. Após ser lançado em quatro salas na semana passada, adicionou mais 920 telas e apareceu em 8º lugar. Curiosamente, a produção vai estrear em maio no Brasil com um título bem diferente: “Atentado ao Hotel Taj Mahal”. Coisa de “tradutor” criativo. Entre os demais filmes em cartaz, vale destacar ainda que “Capitã Marvel” está a US$ 10M de entrar no clube dos bilionários mundiais. E “Como Treinar Seu Dragão 3” superou a marca dos US$ 500 mil. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dumbo Fim de semana: US$ 45M Total EUA e Canadá: US$ 45M Total Mundo: US$ 116M 2. Nós Fim de semana: US$ 33,6M Total EUA e Canadá: US$ 128,2M Total Mundo: US$ 174,5M 3. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 20M Total EUA e Canadá: US$ 353,8M Total Mundo: US$ 990,6M 4. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 35,8M Total Mundo: US$ 50,6M 5. Unplanned Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 6,1M Total Mundo: US$ 6,1M 6. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 37,8M Total Mundo: US$ 52,2M 7. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 348,9M Total Mundo: US$ 501,8M 8. Hotel Mumbai Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,2M Total Mundo: US$ 3,2M 9. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 70M Total Mundo: US$ 71,1M 10. The Beach Bum Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 1,8M Total Mundo: US$ 1,8M
Remake de Além da Imaginação ganha novo trailer nervoso
O serviço de streaming CBS All Access divulgou um novo trailer da nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (Twilight Zone), repleto de cenas nervosas e muito tensas da antologia de suspense e sci-fi. Entre os detalhe que chamam atenção, destacam-se elementos de um episódio de 1960, que deve ganhar remake – “Nick of Time”, estrelado por William Shatner antes do ator virar o Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”. A prévia também dá uma mostra do elenco envolvido no revival, com aparições de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. Além, claro, de Jordan Peele (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Corra!”). A nova versão foi criada e será apresentada por Peele. O ator, roteirista, diretor e produtor aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica da semana, que os espectadores irão presenciar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série clássica, entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, sua estrutura de um história completa por episódio inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals, ambos com sucesso – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. E, por curiosidade, a versão de 2002 já era apresentada por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A quarta versão de “Além da Imaginação” vai estrear na segunda-feira (1/4) no serviço de streaming da CBS All Access, que não é comercializado no Brasil – mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).
Cillian Murphy vai se juntar a Emily Blunt na continuação de Um Lugar Silencioso
Cillian Murphy (“Dunkirk”) abriu negociações para se juntar a Emily Blunt na sequência de “Um Lugar Silencioso”. Os detalhes da trama também estão em um lugar muito silencioso, mas fontes da revista The Hollywood Reporter vazaram que Murphy interpretará um homem com intenções misteriosas, que se une à família do filme original. Os intérpretes da mãe e dos filhos sobreviventes já tiveram seus retornos confirmados. Além de Emily Blunt, os jovens Millicent Simmonds e Noah Jupe reprisarão seus papéis. E embora tenha morrido na trama original, John Krasinski também estará de volta, pelo menos atrás das câmeras como diretor – além de também ter contribuído com o roteiro. Com um orçamento de US$ 17 milhões, “Um Lugar Silencioso” arrecadou US$ 341 milhões nos cinemas de todo o mundo e venceu vários prêmios, do troféu do Sindicato dos Atores (SAG Award) para Emily Blunt ao Critics Choice de Melhor Filme de Terror/Sci-Fi do ano passado. O longa ainda disputou o Oscar 2019 de Melhor Edição de Som, fato significativo, já que sua trama gira em torno da necessidade de se manter silêncio o tempo inteiro, para evitar o ataque de monstros desconhecidos responsáveis pelo apocalipse. O filme original acompanhou os esforços da família formada por Blunt, Krasinski e seus filhos para sobreviver a esse cenário. E Krasinski chegou a comentar que gostaria de expandir esse grupo no próximo lançamento. A continuação tem estreia prevista para maio de 2020.
The 100: Trailer da 6ª temporada revela chegada num planeta infernal
A rede americana The CW divulgou o primeiro trailer da 6ª temporada de “The 100”, que mais uma vez lembra porque a produção é a melhor série do canal. Apresentada como “Livro 2” da história iniciada em 2014, a prévia mostra o novo planeta, os novos personagens (liderados por J.R. Bourne, de “Teen Wolf”) e os desafios que os últimos sobreviventes da Terra irão enfrentar. A princípio, parece que Clarke (Eliza Taylor), Bellamy (Bob Morley) e companhia chegaram no paraíso – uma numa vila de hobbits – , onde uma população pacífica vive uma existência harmônica com a natureza. Mas logo o local começa a afetá-los, rendendo surtos psicóticos durante um eclipse, e os segredos começam a vir à tona, como a existência de outra facção no planeta, que decide caçá-los. Do ponto de vista dos habitantes de Sanctum (nome do local e título do episódio de estreia), os terráqueos são alienígenas que trazem violência e representam grande perigo, após destruírem seu próprio planeta. E as imagens confirmam esses temores. Os novos episódios começam a ser exibidos no dia 30 de abril nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.
Angelina Jolie negocia estrelar próximo filme da Marvel
A atriz Angelina Jolie pode virar super-heroína da Marvel. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, ela abriu negociações para estrelar a adaptação dos quadrinhos de “Eternos” (The Eternals). Os personagens clássicos de Jack Kirby são seres superpoderosos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto de a experiência gerar ninguém menos que Thanos, descendente dos Eternos originais. Embora os detalhes sobre o filme estejam sendo mantidos em sigilo, fontes afirmaram ao Hollywood Reporter que um aspecto da história envolve a história de amor entre Ikaris, um homem alimentado por energia cósmica, e Sersi, que adora se misturar entre os humanos. Não está claro quem Jolie vai interpretar, mas Sersi parece uma forte possibilidade. A Marvel preferiu não comentar. “Eternos” será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner anunciar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em produção.
6ª temporada de The 100 ganha pôster “demoníaco”
A rede americana The CW divulgou o primeiro pôster da 6ª temporada de “The 100”, sua única série sci-fi. A imagem mostra uma espécie de caleidoscópio formado por reflexos sombrios da protagonista Clarke (Eliza Taylor) e o terreno do lar dos personagens, acompanhada pela mensagem: “Encare Seus Demônios”. E, de cabeça para baixo, o pôster realmente sugere o contorno de uma figura demoníaca. Veja abaixo da imagem oficial. A 6ª temporada será um recomeço completo da série, ao mostrar os últimos sobreviventes da Terra chegando em um planeta desconhecido, após passarem 125 anos em sono criogênico. Os novos episódios começam a ser exibidos no dia 30 de abril nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.
Saiba quais são as séries em desenvolvimento para a Apple TV+
A Apple liberou a primeira prévia da programação de sua plataforma de streaming, a Apple TV+, anunciada em evento realizado nesta segunda (25/3) em Cupertino, na California. Com cerca de um minuto e meio de duração, é uma apresentação picotada que vai da comédia de época à ficção científica sem se deter em nenhuma produção, mas ao menos revela os títulos das novas séries. A programação construída pelos ex-chefes da Sony Television, Jamie Erlicht e Zach Van Amburg, inclui as séries descritas abaixo. “The Morning Show”: estrelada por Jennifer Aniston, Reese Whiterspoon e Steve Carell, acompanhará os bastidores de um programa de notícias matinal. “Nós vamos trazer um olhar honesto sobre relações entre homens e mulheres no ambiente de trabalho”, disse Aniston durante o evento de apresentação da plataforma, afirmando estar animada por voltar à TV com o projeto – sua primeira série desde o fim de “Friends”, em 2004. “Amazing Stories”: nova versão da série de antologia sci-fi criada por Steven Spielberg em 1985. “Vamos ressuscitar essa marca e levá-la a um novo público”, proclamou o cineasta. “See”: uma nova série de ficção científica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”) e Alfre Woodward (“Luke Cage”). O projeto é um “épico futurista” e se passa após a humanidade perder a capacidade de enxergar. Nesse futuro, a sociedade encontrou novas formas de interagir, construir, caçar e sobreviver. É então que um par de gêmeos nasce com olhos perfeitos, balançando o status quo. A série é criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Taboo” e “Peaky Blinders”) e terá seus episódios dirigidos pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). “Truth to Be Told”: título oficial da produção que estava sendo desenvolvida como “Are You Sleeping”, sobre a obsessão norte-americana com podcasts de histórias de crimes reais não resolvidos. O elenco é liderado por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”), Aaron Paul (“Breaking Bad”) e Ron Cephas Jones (“This Is Us”). Spencer vive a repórter investigativa de um podcast de crimes verdadeiros, que reabre o caso do assassinato do pai de duas irmãs gêmeas, interpretadas por Caplan. “Home Before Dark”: drama de mistério baseado na vida real da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Brooklynn Prince (a estrelinha de “Projeto Flórida”) interpreta a jovem protagonista, que se muda de Nova York para a cidadezinha de seu pai (Jim Sturgess, de “Tempestade: Planeta em Fúria”), onde sua perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos naquele lugar, incluindo seu próprio pai, tentaram enterrar. “Mythic Quest”: comédia de meia hora de Rob McElhenney e Charlie Day (criadores e estrelas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que traz o primeiro como diretor criativo de um estúdio de videogames. “Servant”: thriller psicológico desenvolvido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”) e o roteirista britânico Tony Basgallop (criador de “Hotel Babylon”), que envolve uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”) contratada por um casal para cuidar de seu filho recém-nascido. Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) vivem o casal e o elenco ainda inclui Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o irmão da personagem de Ambrose. “Dickson”: comédia de época sobre a juventude da escritora Emily Dickson, estrelada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”), em seu primeiro papel regular numa série. A produção é do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”). “For All Mankind”: sci-fi produzida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que aconteceria se a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”). “Dear…”: série de documentários. “Hala”: filme sobre uma jovem muçulmana, produzido pela atriz Jada Pinkett Smith (“Gotham”), que teve sua première no Festival de Sundance. Além destes títulos citados no vídeo abaixo, a Apple desenvolve muito mais atrações. Confira abaixo algumas delas, que ainda podem mudar de título quando forem oficialmente anunciadas. “Little America”: antologia sobre a vida real de imigrantes nos Estados Unidos, baseado em relatos publicados na revista Epic Magazine e criada pelo casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”. Cada episódio destacará “a vida engraçada, romântica, sincera, inspiradora e inesperada dos imigrantes na América”, segundo a sinopse. “Little Voice”: drama musical produzido por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), com músicas originais da cantora e compositora Sara Bareilles, e roteiro e direção da cineasta Jessie Nelson (“Uma Lição de Amor”). Descrito como uma carta de amor à diversidade musical de Nova York, a série tem o mesmo título do álbum de estreia de Bareilles, de 2007, e vai explorar a jornada de uma jovem em busca de sua própria voz aos 20 e poucos anos. “Helpsters”: atração infantil, de caráter educativo, com os personagens da série clássica “Vila Sésamo”. “Foundation”: baseada na trilogia “Fundação”, do escritor Isaac Asimov (1942-1993), uma das obras mais famosas da ficção científica. A produção está sendo desenvolvida pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”). Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. “Central Park”: série animada sobre uma família de zeladores do famoso parque de Nova York, que precisa salvar o local – e o mundo – , enquanto canta alguns números musicais. Foi criada por Loren Bouchard (o criador de “Bob’s Burgers”), Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (O LeFou de “A Bela e a Fera”). O próprio Josh Gad será uma das vozes principais, voltando a se reunir com Kristen Bell (série “The Good Place”), com quem fez parceria na dublagem do blockbuster animado “Frozen” – ele é a voz original de Olaf e ela dubla Anna. “Time Bandits”: adaptação da sci-fi “Os Bandidos do Tempo” (1981), desenvolvida pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). Na trama original, um menino é levado numa viagem pelo tempo por um grupo de anões, enquanto eles roubam grandes tesouros da História e encontram figuras épicas e míticas, como Napoleão Bonaparte e Robin Hood. “Life Undercover”: thriller de espionagem estrelado por Brie Larson (a “Capitã Marvel”), baseada nas experiências reais de uma ex-agente da CIA. “Peanuts”: a Apple fechou acordo para produzir uma nova série animada, programas variados e especiais protagonizados por Snoopy, Charlie Brown e os Peanuts, do desenhista americano Charles Schulz. Além destes, também estão em desenvolvimento uma série escrita e dirigida pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”), um universo de séries de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), um filme de Sofia Coppola (“Maria Antonieta”), um documentário e um programa sobre saúde mental da apresentadora Oprah Winfrey, filmes exclusivos do estúdio indie A24, e muitas outras novidades. Apenas parte disso é apresentado no curtíssimo vídeo, que pode ser visto a seguir. Outros detalhes sobre a plataforma de streaming podem ser conferidos neste link.
Larry Cohen (1941 – 2019)
O diretor Larry Cohen, criador da série clássica “Os Invasores” e da franquia de terror “Nasce um Monstro”, entre outras produções cultuadas, morreu no sábado (23/3) aos 77 anos, cercado de seus familiares. Maiores detalhes sobre sua morte não foram divulgados. Cohen começou a carreira como roteirista de TV nos anos 1960, e após demonstrar seu talento em episódios de séries famosas como “O Fugitivo” e “Os Defensores”, começou a criar suas próprias atrações televisivas. A maioria não passou da 1ª temporada, mas duas conseguiram completar o segundo ano: “Branded” (1965–1966), western estrelado por Chuck Connors, e “Os Invasores” (1967-1968). A série sci-fi de 1967 acompanhava a descoberta de uma invasão alienígena por um homem comum (interpretado por Roy Thinnes) e se tornou uma das mais cultuadas e influentes do gênero – inspiração de “Projeto UFO”, “Arquivo X” e várias outras. Apesar de ter só 43 episódios, eternizou-se em reprises, além de ter rendido uma minissérie derivada em 1995. A repercussão de “Os Invasores” o credenciou a escrever para o cinema, onde perseguiu o terror, aterrorizando mulheres em “A Psicose do Medo” (1969) e “Scream Baby Scream” (1969). Ambos traziam psicopatas focados em vítimas jovens. Mas o primeiro, em que a vítima abortou o filho de seu potencial assassino, também foi prelúdio do nascimento de sua obra mais conhecida. Entretanto, Cohen começou sua carreira de diretor num gênero muito diferente daquele que o popularizou. Ele se lançou na carona da blaxploitation, assinando comédias e dramas criminais de baixo orçamento, estrelados por astros negros. Em “Bone” (1972), mostrou Yaphet Cotto (de “Alien”) invadindo uma mansão de Beverly Hills para fazer seus ricos moradores brancos de refém. Em “O Chefão de Nova York” (Black Caesar, 1973), orientou Fred Williamson (“Um Drink no Inferno”) a refazer os passos de Edward G. Robinson no clássico de gângster “Alma no Lodo” (1931) para coroá-lo como o rei do crime do Harlem. E ainda escreveu e dirigiu a sequência, “Inferno no Harlem” (1973), lançada apenas oito meses depois. Como filmes baratos não lhe rendiam muito, Cohen ainda escrevia episódios de “Columbo” (entre 1973 e 1974) quando teve a inspiração para parir seu maior clássico. “Nasce Um Monstro” (It’s Alive, 1974) acompanhava um bebê mutante assassino, materializado no set pelo rei dos efeitos de maquiagem de terror Rick Baker. E fez tanto sucesso que rendeu duas sequências, também escritas e dirigidas por Cohen: “A Volta do Monstro” (1978) e “A Ilha dos Monstros” (1987) – sem esquecer um remake em 2003. A partir daí, Cohen ficou conhecido por seus filmes de terror que invariavelmente viravam terrir (comédia de horror), como “Foi Deus Quem Mandou” (1976), “O Jovem Lobisomem” (1981), “Q – A Serpente Alada” (1982), “Efeitos Especiais” (1984) e especialmente “A Coisa” (1985), sobre uma sobremesa deliciosa que transformava seus consumidores em zumbis famintos por mais. Ainda dirigiu a adaptação de Stephen King “Os Vampiros de Salem, o Retorno” (1987) e “A Madrasta” (1989), último filme estrelado por Bette Davis. E, como se não bastasse, originou outra franquia famosa ao escrever o roteiro de “Maniac Cop” (1988) para o diretor William Lustig. A popularidade de “Maniac Cop” voltou a transformá-lo em roteirista requisitado por outros diretores. Entre muitos roteiros, assinou “Os Invasores de Corpos: A Invasão Continua” (1993) para Abel Ferrara, e conseguiu sucesso inesperado com as tramas tensas dos thrillers “Por um Fio” (2002), estrelado por Colin Farrell, e “Celular: Um Grito de Socorro” (2004), com o jovem Chris Evans. Depois de uma década sem filmar, Cohen se despediu dos sets com um episódio da série “Mestres do Terror” em 2006, antologia que reunia os maiores nomes do terror americano dos anos 1970 e 1980. O criador da série, Mick Garris, insistiu muito para Cohen interromper a aposentadoria para participar da produção-homenagem, reconhecendo a importância do cineasta não apenas pelo sucesso de seus filmes baratos, mas por sua capacidade de injetar comentários sociais de forma irônica em tramas de terror. “Eu queria tentar lidar com o que acontecia no mundo em meus filmes”, disse Cohen em entrevista à revista Diabolique em 2017. “Muitos dos filmes que fiz são extremamente voláteis e lidam com assuntos controversos como o racismo”, argumentou. “Meu primeiro longa, ‘Bone’, estava muito à frente de seu tempo – e continua polêmico até hoje, porque ainda não superamos o racismo”, disse, antes de destacar outro filme. “Veja outro exemplo, ‘A Coisa’, que era sobre produtos vendidos no supermercado que matavam pessoas. Ainda há inúmeros produtos nocivos para a saúde vendidos até hoje, e toda vez que anunciam uma pílula diferente de algum tipo, deixam para avisar só depois sobre os efeitos colaterais. ‘A Coisa’ foi uma alegoria ao consumismo e ao fato de que grandes corporações vão te vender qualquer coisa para conseguir seu dinheiro, mesmo que isso te mate”. Nos últimos anos, a obra de Cohen inspirou diversos documentários, com direito a comentários de Martin Scorsese, JJ Abrams, John Landis, Joe Dante e outros a quem o cineasta inspirou com sua criatividade. Filmes como “King Cohen: The Wild World of Filmmaker Larry Cohen” (2017), “Cohen on Cohen” (2017) e “Cohen’s Alive: Looking Back At The It’s Alive Films” (2018) convidam o público a conhecer as maiores obscuridades de sua carreira e descobrir porque Larry Cohen era cultuado por diretores que os cinéfilos chamam simplesmente de mestres.
Nós, novo terror de Jordan Peele, assusta a concorrência com recorde de bilheteria nos EUA
“Nós”, segundo filme dirigido por Jordan Peele, fez história ao arrecadar US$ 70 milhões em sua estreia neste fim de semana na América do Norte. O valor não só é muito maior que os US$ 38M (milhões) obtidos pela estreia elogiadíssima – e premiada com o Oscar – do diretor, o filme “Corra!” em 2017, como se trata da maior bilheteria inaugural de um terror que não faz parte de uma franquia – deixando muito para trás o antigo recordista, “Um Lugar Silencioso”, lançado com US$ 50,2M no ano passado. Mesmo diante das franquias, a estreia de “Nós” impressiona, sendo superada apenas por dois lançamentos de terror em todos os tempos, o fenômeno “It – A Coisa” (US$ 123,4M) e a sequência recente de “Halloween” (US$ 76,2M). Também é a segunda maior estreia do ano, atrás somente de “Capitã Marvel”, que arrecadou US$ 153M em sua abertura há três semanas. O terror de Peele sobre uma família confrontada por um grupo de sósias também assustou quem se baseou nas projeções dos “especialistas”, que estimavam inicialmente algo entre US$ 38M e 45M nos primeiros três dias. Com isso, a produção do estúdio Blumhouse, com distribuição da Universal, tirou o 1º lugar de “Capitã Marvel”, que após duas semanas no topo faturou US$ 35M entre sexta e domingo (24/3). Apesar da queda, o filme da super-heroína da Marvel não sofreu grande abalo, atingindo um total de US$ 321,4M na América do Norte e US$ 910,2M em todo o mundo. Sua entrada no clube do bilhão não deve passar do próximo fim de semana. Como não houve nenhum outro grande lançamento, o resto do ranking estendeu a despedida de alguns fracassos deste ano, como “Uma Aventura Lego 2” e “Alita: Anjo de Combate”, ambos em seu último fim de semana no Top 10. Mesmo com relativo sucesso internacional, “Alita” tornou amarga a despedida da Fox como estúdio independente. A produção orçada em US$ 200M sairá de cartaz em breve, sem ter nem sequer rendido US$ 100M no mercado doméstico. Seu prejuízo vai se somar aos elevados custos da compra da Fox pela Disney. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Nós Fim de semana: US$ 70,2M Total EUA e Canadá: US$ 70,2M Total Mundo: US$ 86,9M 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 35M Total EUA e Canadá: US$ 321,4M Total Mundo: US$ 910,2M 3. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 29,4M Total Mundo: US$ 39,6M 4. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 26,4M Total Mundo: US$ 32,7M 5. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 145,7M Total Mundo: US$ 488M 6. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,8M Total Mundo: US$ 66,8M 7. Gloria Bell Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 2,4M Total Mundo: US$ 3M 8. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ _ 9. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 103,3M Total Mundo: US$ 179,5M 10. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 83,7M Total Mundo: US$ 399,8M
7Seeds: Anime pós-apocalíptico ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “7Seeds”, anime pós-apocalíptico que se passa muitos anos após a Terra ser destruída pela colisão de um asteroide gigante. Quando as condições de vida retornam ao planeta, cinco grupos de seres humanos são reanimados de seu sono criogênico e passam a procurar as sete estações criadas para sua sobrevivência. Entretanto, o tempo que se passou foi tão longo que permitiu o surgimento de novas e inesperadas espécies. A bela produção animada é do estúdio Gonzo, tem direção de Yukio Takahashi (de “Moribito: Guardian of the Spirit”) e adapta o mangá homônimo de Yumi Tamura, publicado desde 2001. Ainda sem data de estreia oficial, “7Seeds” deve chegar ao streaming em junho.










