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  • Série

    Série Rick and Morty vai lançar disco de sua trilha sonora

    13 de julho de 2018 /

    O Adult Swim, bloco adulto do canal pago Cartoon Network, anunciou o lançamento de um disco com a trilha sonora da série animada “Rick and Morty”. Em parceria com a gravadora Sub Pop, o disco deve sair em 28 de setembro e, segundo informação do site NME, além de versão digital, também será lançada em vinil, CD e até em fita cassete como álbum duplo. Com 26 faixas no total, o disco terá composições de Ryan Elder, que cria os temas incidentais da série, e algumas músicas de bandas veteranas da cena indie, como Mazzy Star, Belly, Blonde Redhead e Chaos Chaos, além de músicas inéditas de clipping. e Chad VanGaalen – obviamente contratados da Sup Pop. O projeto segue os planos de lançamento do primeiro festival de rock do canal pago Adult Swim, que vai misturar música e animação em Los Angeles durante o mês de outubro. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, e já tem impacto na cultura pop, após inspirar um clipe da dupla de rap Run the Jewels. Confira abaixo a tracklist completa do álbum. 1. Rick and Morty Theme Song 2. Jerry’s Rick 3. The Small Intestine Song 4. The Flu Hatin’ Rap 5. African Dream Pop 6. Mazzy Star – “Look on Down From the Bridge” 7. The Rick Dance 8. Goodbye Moonmen 9. Summer and Tinkles 10. Chaos Chaos – “Do You Feel It” 11. Unity Says Goodbye 12. Get Schwifty (C-131) 13. Raised Up (C-131) 14. clipping. – “Stab Him in the Throat” 15. Help Me I’m Gonna Die 16. Let Me Out 17. Chaos Chaos – “Memories” 18. Chad VanGaalen – “Stuttering Light” 19. Alien Jazz Rap 20. Blonde Redhead – “For the Damaged Coda” 21. Fathers and Daughters 22. Belly – “Seal My Fate” 23. Chaos Chaos – “Terryfold” 24. Tales From the Citadel 25. Rick and Morty Score Medley 26. Human Music

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  • Filme

    Hotel Transilvânia 3 e Aranha-Céu chegam aos cinemas

    12 de julho de 2018 /

    A animação “Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas” e o filme de ação “Arranha-Céu: Coragem sem Limite” são as estreias mais amplas da semana, que registra a menor quantidade de lançamentos do ano. Apenas cinco filmes chegam aos cinemas, sendo que um deles estará em cartaz por apenas um dia. Os dois filmes de shopping center também estreiam neste fim de semana nos Estados Unidos, onde o terceiro “Hotel Transilvânia” fez mais sucesso com a crítica – 69% de aprovação contra os 54% que enquadraram o filme de Dwayne “The Rock” Johnson como genérico e medíocre. O desenho volta a trazer a família de Drácula e sua trupe monstruosa, que são dublados em inglês por Adam Sandler e as criaturas que sempre o acompanham – mais Selena Gomez. Desta vez, porém, a produção troca o hotel do título por férias num transatlântico. E esta não é a única variação da trama original. Com a filha casada, resta ao próprio Drácula, que não namora há 100 anos, ter sua vida romântica explorada. Obviamente, isto envolve uma caça-vampiros. Não é Pixar, mas é divertido como costumam ser as animações de Genndy Tartakovsky (criador de “O Laboratório de Dexter”) para sorte dos pais. Já a premissa de “Arranha-Céu” é um mashup do ataque terrorista de “Duro de Matar” (1988) com o desastre incendiário de “Inferno na Torre” (1974). Graças a situações de vida ou morte a cada dez minutos, o filme engata um ritmo frenético, que joga as leis da física para o ar, dá um salto duplo twist carpado, cai de pé após romper o vidro da janela e sai correndo para a acrobacia seguinte. Na trama, Johnson é um ex-agente do FBI, que, após perder a perna numa explosão, vira consultor de segurança. E durante uma consultoria internacional se vê tendo que salvar sua família de criminosos fortemente armados num arranha-céu em chamas, saltando entre prédios e fazendo diversos malabarismos a dezenas de metros do solo com uma perna prostética. Seu verdadeiro objetivo parece ser mostrar-se capaz de superar tudo o que Bruce Willis e Tom Cruise já fizeram no cinema. E com apenas uma perna. No circuito limitado, entram dois dramas franceses altamente recomendáveis. “Hannah” é uma tour de force de Charlotte Rampling, que venceu a Copa Volpi de Melhor Atriz do Festival de Veneza pelo papel de uma mulher da terceira idade que perdeu tudo quando o marido foi preso, inclusive o amor da família. Tem 89% de aprovação da crítica americana, na média do Rotten Tomatoes. Ainda melhor, “Uma Casa à Beira-Mar” é a história de três irmãos adultos que, diante da perspectiva da morte do pai, voltam a se reunir no restaurante que lhes cabe de herança, ponderando o que fazer, a partir do que eles próprios fizeram de suas vidas. Com direção de Robert Guédiguian (de “As Neves do Kilimandjaro”), tem nada menos que 100% de aprovação. A programação se completa com um documentário da recente turnê da banda Muse, que será exibido apenas nesta quinta (12/7). Para fãs. Confira abaixo mais detalhes dos filmes, com sinopses oficiais e trailers, para ficar por dentro das estreias desta semana nos cinemas. Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas | EUA | Animação Solitário e infeliz, buscando um novo amor na internet, Drácula é surpreendido com um presente da querida filha: férias em um cruzeiro. Inicialmente resistente à ideia, ele acaba engajado no passeio ao se encantar pela comandante, que, no entanto, esconde um segredo nada amigável. Arranha-Céu: Coragem sem Limite | EUA | Ação Responsável pela segurança de arranha-céus, o veterano de guerra americano e ex-líder da operação de resgate do FBI, Will Ford (Dwayne Johnson), é acusado de ter colocado o edifício mais alto e mais seguro da China em chamas. Cabe ao agente então achar os culpados pelo incêndio, salvar sua família que está presa dentro do prédio e limpar seu nome antes que seja tarde demais. Uma Casa à Beira-Mar | França | Drama Três irmãos se reúnem ao redor do leito de morte de seu pai, que era um dos pilares de toda a família, e agora precisam pensar no que será do pequeno paraíso que ele construiu, em torno de um modesto restaurante à beira-mar. Hannah | França, Itália | Drama Hannah (Charlotte Rampling) é uma mulher de terceira idade que perdeu quase tudo que acreditava ser sua vida e tem que lutar com as consequências da prisão do marido. Muse: Drones World Tour | Reino Unido | Documentário musical A banda Muse apresenta um filme rodado em mais de 130 dias durante diversas apresentações em arenas e estádios ao redor do mundo durante a turnê do seu último álbum, “Drones”. Com palco circular para uma experiência 360º e drones sobrevoando os espaços de apresentações entre o palco e a plateia, a produção oferece uma experiência inesquecível para os fãs da banda.

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  • Etc,  Filme

    Sharon Osbourne revela estar preparando filme e livro sobre seu casamento com Ozzy

    11 de julho de 2018 /

    Sharon Osbourne está trabalhando em um filme e num livro sobre seu casamento com o roqueiro Ozzy Osbourne, cantor do Black Sabbath. O filme estaria em fase de roteiro e será centrado no começo do relacionamento do casal. “Começa no dia em que nos conhecemos, e mostra como nossas vidas tão diferentes foram se juntar”, ela revelou, em entrevista à revista Varity. “Será um filme que vai fazer todo mundo chorar”, garantiu. “Não vai ser o que as pessoas esperam: sexo, drogas e rock n’ roll. Ozzy é muito mais do que isso. Eu odiaria que o filme se tornasse esse clichê”. A empresária, responsável pelo sucesso da carreira solo do marido, afirmou que também prepara um livro focando nos casos extraconjugais de Ozzy. “É sobre a infidelidade, e o que ela faz com as pessoas e com os casais”. Em 2016, o casamento dos Osbournes quase foi por água abaixo quando Ozzy foi pego tendo um caso, e o roqueiro admitiu mais tarde ser um “viciado em sexo”, em suas próprias palavras. No ano passado, Sharon revelou que o marido já chegou a ter seis casos extraconjugais ao mesmo tempo, sem ela saber. Ainda não há data de lançamento ou títulos oficiais para os novos derivados da vida real de “Os Osbournes”.

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  • Etc

    Edgar Wright sugere planos para continuação de Em Ritmo de Fuga

    2 de julho de 2018 /

    O diretor Edgar Wright sugeriu que está considerando fazer uma continuação de “Em Ritmo de Fuga”. Em uma mensagem no Twitter, para comemorar um ano de lançamento do longa, o diretor escreveu que “talvez a gente voltar para a estrada em breve”. “‘Em Ritmo de Fuga’ foi lançado há um ano. Tive uma jornada louca com ele nos últimos 365 dias. Então agradeço a todos vocês pelas belas respostas, significa tudo. E, quem sabe, talvez a gente possa voltar para a estrada em breve”, diz o texto, que pode ser conferido na íntegra abaixo. A revelação do projeto de uma continuação veio à tona em dezembro e foi feita por Eric Fellner, um dos proprietários do estúdio Working Title, responsável pela produção. “Edgar definitivamente tem mais idéias e acho que, no Ano Novo, ele vai se sentar e decidir se vai escrever esse roteiro”, disse o produtor. “Eu certamente acho que seria ótimo ver Ansel Elgort e Lily James de volta. Eles foram brilhantes juntos”, completou. Orçado em US$ 34 milhões, “Em Ritmo de Fuga” acabou faturando mais de US$ 100 milhões só nos Estados Unidos, atingindo US$ 226 milhões em todo o mundo. 'Baby Driver' was released one year ago today. Had a wild ride with it in the last 365 days. so I thank you for all your beautiful responses, it means everything. And who knows, maybe he could get back on the road soon… pic.twitter.com/MgtRlPACau — edgarwright (@edgarwright) June 28, 2018

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  • Filme

    Edgar Wright fará seu primeiro documentário, dedicado à banda Sparks

    26 de junho de 2018 /

    O cineasta Edgar Wright já definiu qual será seu próximo trabalho. Após chamar atenção pela forma como usou a música em seu filme mais recente, “Em Ritmo de Fuga”, ele vai abraçar sua paixão musical com seu primeiro documentário. Wright vai filmar a história da banda Sparks, formada pelos irmãos Ron e Russell Mael no auge do glam rock. A dupla lançou o primeiro álbum de estúdio em 1971, quando ainda morava em Los Angeles, mas só foi estourar nos anos seguintes, já na Inglaterra, com álbuns como ‘”Introducing Sparks”, “Indiscreet” e “Kimono My House”. Seu maior sucesso, o single “This Town Ain’t Big Enough for Both of Us”, chegou ao 2º lugar na lista das canções mais ouvidas no Reino Unido de 1974. O diretor já registrou um show da dupla em Londres, no mês passado, como parte do projeto, e revelou que atualmente está coletando material para o documentário. “Sou fã deles desde quando vi um apresentação no (programa de TV) Top of the Pops em 1979”, disse Wright para o site IndieWire. Veja abaixo um post do diretor sobre as filmagens dos “irmãos Sparks” para o documentário e um vídeo do auge da banda. Was very proud to shoot this @sparks_official concert at the @o2forumktown. What a night. Uma publicação compartilhada por Edgar Wright (@edgarwright) em 24 de Mai, 2018 às 4:37 PDT

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  • Música

    Mesmo demitido, Bryan Singer será único diretor creditado no filme da banda Queen

    17 de junho de 2018 /

    Apesar de ter sido demitido durante as filmagens, o cineasta Bryan Singer será creditado como diretor de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. A razão para este paradoxo é que Singer fez a maior parte do trabalho e seu substituto, Dexter Fletcher, apenas finalizou o que ele deixou incompleto. Pelas regras do Sindicado dos Diretores dos EUA, Fletcher só poderia receber os créditos de direção se refilmasse uma porcentagem significativa do longa, como aconteceu em “Han Solo: Uma História Star Wars”, que também teve substituição de diretores – a dupla Phil Lord e Christopher Miller foi trocada por Ron Howard. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. A tensão nos bastidores foi exposta quando Singer não voltou para o trabalho após o feriado do Dia de Ação de Graças em 2017. O diretor alegou que enfrentava problemas com doença na família e pediu para só retomar as filmagens após os feriados de fim de ano, mas a Fox optou por dispensá-lo e contratar um substituto para encerrar a produção. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre Singer e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. A estreia de “Bohemian Rhapsody” está marcada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Versão estendida do clássico Nasce uma Estrela revela cena inédita com Barbra Streisand

    15 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou dois vídeos relacionados à versão estendida de “Nasce uma Estrela” (1976), que será disponibilizada com exclusividade pelo serviço de streaming, em sua primeira iniciativa para restaurar e relançar um filme clássico. Um dos vídeos revela uma cena inédita nos cinemas e o outro traz a estrela do título, a atriz e cantora Barbra Streisand, comentando porque o trecho foi cortado na época, e como ela aprendeu a tocar violão especialmente para filmar naquele momento uma versão acústica do hit “Evergreen”. O relançamento aproveita a publicidade gerada pelo novo remake de “Nasce Uma Estrela” com Lady Gaga, para relembrar o clássico estrelado por Streisand em 1976, A versão dos anos 1970 foi a primeira do romance entre um astro decadente e uma estrela em ascensão passada no universo musical – as anteriores, dos anos 1930 e 1950, tinham Hollywood como bastidores. Por isso, é a mais próxima do remake atual. Na época, Streisand contracenou com o cantor country Kris Kristofferson, e agora Lady Gaga atuará ao lado de Bradley Cooper, que tem o papel de um cantor country. “Nasce Uma Estrela” rendeu a Streisand o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Oscar de Melhor Canção por “Evergreen (Love Theme from A Star Is Born)”. A versão estendida do clássico foi disponibilizada nesta sexta (15/6) na Netflix americana, acompanhada por seis especiais de TV da cantora.

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  • Música

    Novo clipe do Arcade Fire combina romance, animação e sci-fi trash

    12 de junho de 2018 /

    A banda canadense Arcade Fire lançou o clipe da música “Chemistry”, que combina atores reais e animação para criar uma história de amor em clima de sci-fi trash. Dirigido por Ray Tintori (de clipes de The Killers e MGMT), o vídeo mostra o amor à primeira vista entre um cão garçom e uma gata numa festa black tie de tubarões malignos, que resolvem impedir o namoro entre os bichos diferentes, apesar da química que rolou entre o casal. O protagonista sofre pra cachorro. Leva socos, chutes, rola escada abaixo e é jogado para fora do local. Mas não se dá por vencido até enfrentar o último tubarão assassino, que se revela o Exterminador do Futuro de sua espécie, numa luta que vai parar no espaço. A música faz parte do quinto álbum da banda, “Everything Now”, e não é das mais empolgantes. O clipe também vem dividindo opiniões nas redes sociais.

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  • Filme

    Versão de Nasce uma Estrela com Barbra Streisand ganhará versão estendida na Netflix

    11 de junho de 2018 /

    Aproveitando a publicidade gerada pelo novo remake de “Nasce Uma Estrela” com Lady Gaga, a Netflix vai relançar a versão estrelada por Barbra Streisand em 1976, totalmente remasterizada e com cenas inéditas, exclusivamente em seu serviço de streaming. Streisand revelou a novidade durante um evento da Netflix no fim de semana e confirmou pelo Twitter o lançamento de “uma versão estendida” do filme, que, segundo ela, terá “imagens nunca antes vistas”. De acordo com a revista Entertainment Weekly, a nova versão irá mostrar uma cena de Barbra Streisand tocando violão (foto acima). Ela aprendeu a tocar o instrumento para o filme, mas a sequência foi cortada. A versão dos anos 1970 foi a primeira do romance entre um astro decadente e uma estrela em ascensão passada no universo musical – as anteriores, dos anos 1930 e 1950, tinham Hollywood como bastidores. Por isso, é a mais próxima do remake atual. Na época, Streisand contracenou com o cantor country Kris Kristofferson, e agora Lady Gaga atuará ao lado de Bradley Cooper, que tem o papel de um cantor country. “Nasce Uma Estrela” rendeu a Streisand o Globo de Ouro de Melhor Atriz e o Oscar de Melhor Canção por “Evergreen (Love Theme from A Star Is Born)”. Além desse lançamento, a Netflix irá disponibilizar seis especiais de TV da cantora, além de ter produzido um documentário sobre sua mais recente turnê, intitulado “The Music… The Mem’ries… The Magic!”. Ainda não há previsão para a disponibilização deste material. Six of my TV Specials… and an extended version of A Star Is Born, coming to #Netflix! More soon. — Barbra Streisand (@BarbraStreisand) June 11, 2018 BARBRA STREISAND ANNOUNCES NETFLIX DEAL TO BRING SIX AWARD-WINNING TV SPECIALS AND A NEW EDITION OF A STAR IS BORN (1976) WITH NEVER BEFORE SEEN FOOTAGE. https://t.co/OXmMXX52Iq — Barbra Streisand (@BarbraStreisand) June 11, 2018

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    Scarlett Johansson e Pete Yorn divulgam clipe e músicas de sua nova parceria musical

    4 de junho de 2018 /

    A atriz Scarlett Johansson e o cantor-compositor Pete Yorn retomaram a parceria com o lançamento de um novo disco de duetos. Eles disponibilizaram as músicas do EP “Apart” na íntegra no YouTube, além de um clipe da canção “Bad Dreams”. São, ao todo, quatro faixas inéditas e uma regravação de “Tomorrow”, música lançada por Yorn em 2016. A dupla já tinha lançado um disco indie antes, “Break Up”, em 2009. O novo trabalho segue o tema de final de relações e corações partidos. Já o clipe de “Bad Dreams” é mais elusivo, mostrando o casal num carro, dirigindo noite adentro, até ciúmes, paranoia e delírio transformarem as luzes da estrada em estrelas, diamantes e sinais de perigo. Alternando-se ao volante, eles aceleram para o desfecho, mas também ponderam se evitam o pior ao refazer a relação de confiança. A direção é da veterana Sophie Muller, que faz clipes desde os anos 1980 (de Eurythmics, The Cure, Björk, etc). O disco “Apart” foi lançado na sexta (1/6) nas lojas online e físicas dos Estados Unidos.

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    Novo clipe do Gorillaz inclui Jack Black e vilão das Meninas Superpoderosas na banda

    3 de junho de 2018 /

    Gorillaz divulgou o clipe de “Humility”, o primeiro desde a “prisão” de seu baixista. Por isso mesmo, a banda apresenta uma nova formação. O comediante Jack Black (“Escola do Rock”) aparece tocando guitarra e há um novo integrante animado no grupo, que é simplesmente Ace, o ex-líder da Gangue Gangrena da série animada de “As Meninas Superpoderosas”. E não se trata de um rápido crossover. Ace vai substituir Murdock, enquanto ele estiver preso. Por curiosidade, a banda e a série do Cartoon Network já se referenciaram algumas vezes no passado. 2-D, o vocalista, apareceu com uma camiseta estampada com o rosto do supervilão Macaco Louco no CD “G-Sides”. E o longa-metragem das Meninas Superpoderosas mostrou a propaganda de um show da banda no jornal de Townsville. Ace continua fazendo maldades no clipe, enquanto 2-D desliza de skate, Noodle joga damas, Russel Hobbs surge mal-humorado e Jack Black saltita de alegria. Diferente dos clipes anteriores da banda, “Humility” se passa no mundo real. Mais exatamente em Venice Beach, na grande Los Angeles. Mas a direção permanece a cargo de Jamie Hewlett, o artista inglês que é responsável pelo visual da banda e co-criou os Gorillaz com o cantor Damon Albarn (o alter-ego de 2D). “Humility” faz parte do próximo álbum do grupo, “The Now Now”, que chega às lojas e serviços de streaming em 29 de junho.

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    Bohemian Rhapsody: Cinebiografia da banda Queen ganha primeiro trailer legendado

    15 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. Mas é melhor assistir a versão original, sem legendas, já que a filial nacional do estúdio disponibilizou uma versão com formato de tela quadrado, provavelmente feita para o Instagram, em vez do lançamento oficial. Compare os dois vídeos abaixo. A prévia também chama atenção pela forma como usa diferentes músicas do Queen, mixadas sobre a mesma base musical, como uma narrativa sonora que complementa as cenas apresentadas. A variedade de figurinos e penteados do elenco ainda aponta a abrangência da história, que cobre toda carreira da banda. Visualmente convincente, o trailer aborda até algumas “lendas” da história da banda, como a reação do executivo da gravadora diante da longa duração da música que dá título ao filme. Nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Ele foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos e era o favorito para dirigir o longa, antes de Singer. Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Cláudia Celeste (1952 – 2018)

    14 de maio de 2018 /

    A atriz Cláudia Celeste, primeira travesti a atuar em novelas brasileiras, morreu na madrugada de domingo (13/5), aos 66 anos, no Rio de Janeiro. Segundo informações das redes sociais, a atriz estava com pneumonia e o quadro se agravou. Carioca de Irajá, Cláudia começou a carreira como dançarina Go Go-Girl do Beco das Garrafas, após trabalhar como cabeleireira em Copacabana. Mas não demorou a teatralizar sua vida, após se destacar num concurso de danças como “A Lebre Misteriosa do Imperial”, nome que fazia referência a seu padrinho artístico, Carlos Imperial. Foi o produtor artístico quem também a batizou de Cláudia Celeste. Sua estreia nos palcos aconteceu na montagem histórica de “O Mundo É das Bonecas”, em 1973, no lendário Teatro Rival, na Cinelândia. Realizado por Américo Leal (avô da atriz Leadra Leal), foi o primeiro show de travestis a obter uma licença do governo, depois da ditadura militar proibir este tipo de produção. A projeção a levou a ser eleita Miss Brasil Trans e a chamar atenção de produtores de cinema e TV. Ela acabou estreando nas telas na comédia “Motel” (1974), três anos antes de o diretor Daniel Filho resolver incorporar um espetáculo do Rival – “Transetê no Fuetê” – na trama da novela “Espelho Mágico” (1977), da TV Globo. A atriz chegou a contracenar com a mocinha Sonia Braga. Mas sua participação na novela acabou cortada depois que a imprensa celebrou – ou denunciou – a primeira travesti na TV. “Antes, ninguém sabia que eu era travesti, nem Daniel Filho. Ninguém nunca me perguntou! E, como ficou muito ti-ti-ti, tiraram os capítulos que eu já tinha feito”, contou a atriz em entrevista à revista Geni, em 2013. Mas Cláudia foi recompensada e manteve seu pioneirismo, 14 anos depois. Em 1988, ela se tornou a primeira travesti a integrar o elenco de uma novela do início ao fim. Foi em “Olho por Olho”, na extinta TV Manchete, no qual interpretou a travesti Dinorá, apaixonada por Mário Gomes. Ela também participou de dois filmes nos anos 1980: o drama criminal “Beijo na Boca” (1982), também estrelado por Mário Gomes, e o inacreditável trash futurista “Punks – Os Filhos da Noite” (1982), com Lady Francisco. Na época desse filme, até chegou a ensaiar uma carreira como cantora de rock, formando a banda Coisa que Incomoda. Em 2016, a atriz foi a grande homenageada na primeira edição do Festival TransArte, evento que trata de identidade de gênero e sexualidade.

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