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  • Música,  Série

    Peter Jackson desenvolve documentário sobre os bastidores do último disco dos Beatles

    30 de janeiro de 2019 /

    O diretor Peter Jackson, das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, dirigirá um documentário sobre a gravação do último álbum dos Beatles, “Let It Be”. Ele teve acesso a quase 55 horas de filmagens inéditas dos bastidores da produção, segundo anunciou nesta quarta-feira (30/1) a gravadora Universal Music. As filmagens foram realizadas entre 2 e 31 de janeiro de 1969 por Michael Lindsay-Hogg e renderam um documentário famoso, também chamado “Let It Be”, que culmina no lendário show dos Beatles no terraço do escritório do estúdio de gravação da Apple em Savile Row. A apresentação está completando 50 anos nesta semana. O filme original foi lançado junto do disco em 1970, meses depois de o grupo se separar. Mas muito material ficou de fora e as cenas contam uma história rica e muito diferente do que a maioria dos fãs imagina. “É simplesmente um tesouro histórico incrível”, afirmou Jackson, no comunicado oficial do projeto. “Há momentos de drama, mas não há nada das desavenças às quais este projeto sempre foi associado. Olhar John, Paul, George e Ringo trabalhar juntos, criando o que são agora já clássicos, do nada, não é só fascinante, é divertido, inspirador e surpreendentemente íntimo”. “É como ter uma máquina do tempo que nos transportasse a 1969. Pudemos nos sentar em uma cadeira do estúdio e simplesmente ver estes quatro amigos fazendo música juntos”, completou. Ainda sem título, o documentário está em fase de produção e conta com o total cooperação de Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono Lennon e Olivia Harrison, segundo a gravadora. Jackson trabalhará com os mesmos parceiros de seu documentário sobre a 1ª Guerra Mundial “They Shall Not Grow Old”, a produtora Clare Olssen e o editor Jabez Olssen, e serão utilizadas as mesmas técnicas surpreendentes de restauração de imagens para dar ao filme uma aparência de produção atual. Não há previsão para o lançamento.

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  • Filme

    Chay Suede interpreta Erasmo Carlos em trailer musical de Minha Fama de Mau

    30 de janeiro de 2019 /

    A Downtown divulgou um novo trailer de “Minha Fama de Mau”, cinebiografia do cantor Erasmo Carlos. A distribuidora resolveu chamar a prévia de “clipe”, porque desfila cenas do filme ao som da música que lhe dá título. Centrado no estouro da Jovem Guarda, com destaque para a parceria de Erasmo com Roberto Carlos e Wanderléa no programa da TV Record que levou o nome do movimento musical nos anos 1960, o filme chama atenção por trazer atores muito diferentes dos personagens reais. O mais parecido é Gabriel Leone (“Onde Nascem os Fortes”), que vive Roberto. Já Erasmo é interpretado por Chay Suede (“Segundo Sol”), que não se parece nada fisicamente com o cantor, enquanto Malu Rodrigues (“O Outro Lado do Paraíso”) interpreta a Ternurinha. São atores de novelas da Globo. A direção é do veterano Lui Farias, que chega ao seu quarto filme como diretor numa carreira de mais de 30 anos. O elenco inclui sua esposa, a cantora Paula Toller, como Candinha, a colunista que virou música do Roberto – “Mexerico da Candinha” – , além de Bianca Comparato (“3%”) como Nara Leão, Bruno de Luca (“Os Parças”) como Carlos Imperial e outros. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.

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  • Música

    Vidro aguenta as pedradas e lidera bilheteria dos EUA pelo segundo fim de semana

    27 de janeiro de 2019 /

    “Vidro” não se estilhaçou e manteve a liderança da bilheteria em seu segundo fim de semana de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O longa arrecadou US$ 19 milhões entre sexta e domingo (27/1), chegando ao total de US$ 73M (milhões) no mercado doméstico. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, significa que a produção já é lucrativa. O que é uma boa notícia para o diretor Night M. Shyamalan, pois todo o filme foi financiado por ele mesmo, aguentando pedradas sem misericórdia da crítica, com apenas 36% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Em 2º lugar, a dramédia “Amigos para Sempre”, remake americano de “Intocáveis”, também manteve a mesma posição da semana anterior. O longa estrelado por Kevin Hart faturou mais US$ 12 milhões para atingir US$ 63,1M na América do Norte, mas ainda não cobriu seu orçamento, estimado em US$ 37,5 milhões, e vai precisar do público internacional para empatar as despesas. E aí reside o problema, já que esta é a terceira versão da mesma história e o original foi um maiores sucessos mundiais recentes do cinema francês entre o público que lê legendas. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. Surpresa da semana passada, “Dragon Ball Super: Broly” desabou para o 10º lugar do ranking norte-americano, após abrir em 3º. Com isso, “Aquaman” voltou ao Top 3. O longa do super-herói marinho fez mais US$ 7,3M, que o ajudou a atingir US$ 1,09B mundiais e bater o recorde de arrecadação de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), virando a adaptação de maior bilheteria da DC Comics em todos os tempos. As más notícias começam em 4º lugar, pois as estreias de sexta (25/1) não tiveram um desempenho tão bom. “O Menino Que Queria Ser Rei”, versão infantil da lenda do Rei Arthur passada nos dias de hoje, fez apenas US$ 7,2 milhões em seu 1º fim de semana. A crítica aprovou, com 86% no Rotten Tomatoes, mas o longa protagonizado pelo filho de Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”) vai precisar fazer mágica no exterior. O lançamento no Brasil acontece na quinta (31/1). Já “Calmaria” foi por água abaixo, abrindo em 8º lugar com apenas US$ 4,8M. Trata-se de recorde negativo para Anne Hathaway: pior bilheteria de estreia da carreira da atriz. O noir tropical, que também é estrelado por Matthew McConaughey (que já fez coisa pior), também foi torpedeado pela crítica, afundando com 22% de aprovação. Chega nos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 73,5M Total Mundo: US$ 162,6M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 63,1M Total Mundo: US$ 69,2M 3. Aquaman Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 316,5M Total Mundo: US$ 1B 4. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 10,4M 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 169M Total Mundo: US$ 338,1M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA e Canadá: US$ 49M Total Mundo: US$ 59,3M 7. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,8M Total Mundo: US$ 41,3M 8. Calmaria Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 4,8M Total Mundo: US$ 4,8M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ US$ 76,4M 10. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 28,9M Total Mundo: US$ 98,8M

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  • Filme

    Denúncias de abuso sexual contra Bryan Singer foram recusadas por outra revista

    23 de janeiro de 2019 /

    As novas acusações de abuso de menor publicadas pela revista The Atlantic contra o diretor Bryan Singer são as mesmas que seriam publicadas na Esquire no ano passado, mas a revista acabou vetando seu conteúdo. Em outubro, Singer usou suas redes sociais para se defender a reportagem, ao saber que amigos estavam sendo procurados para dar declarações que o comprometessem. Desde então, a editora da Esquire, Hearst Media, mandou suspender a reportagem. Mas os jornalistas a levaram para outra revista. “A última vez que postei sobre este assunto, a revista Esquire estava se preparando para publicar um artigo escrito por um jornalista homofóbico que tem uma obsessão bizarra por mim desde 1997”, apontou o cineasta em comunicado sobre a reportagem escrita por Alex French e Maximillian Potter. “Após cuidadosa checagem de fatos e, em consideração à falta de fontes confiáveis, a Esquire escolheu não publicar este pedaço de jornalismo vingativo”, acrescentou. “Isso não impediu que este autor vendesse [o conteúdo] para a revista The Atlantic”, continuou a declaração. “É triste que a Atlantic se rebaixe a este baixo padrão de integridade jornalística. Mais uma vez, sou forçado a reiterar que essa história retoma as afirmações de ações judiciais falsas, executada por um elenco de pessoas de má reputação, dispostas a mentir por dinheiro ou atenção.” ‘E não é surpresa que, com ‘Bohemian Rhapsody’ sendo um sucesso premiado, esta peça homofóbica foi convenientemente planejada para tirar proveito de seu sucesso”, completou Singer. A reportagem traz à tona quatro novas acusações contra o diretor, que teria feito sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado. Victor Valdovinos alegou ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores permaneceram anônimos, identificados apenas por pseudônimos, e alegam ter participado de relações sexuais com o diretor quando eram menos, entre 15 e 17 anos. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. A acusação de Guzman coincidiu com a demissão do cineasta na reta final da produção de “Bohemian Rhapsody”, após atrasos, sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção do longa, que foi premiado no Globo de Ouro e indicado na categoria de Melhor Filme no Oscar 2019.

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  • Filme

    Diretor de Bohemian Rhapsody sofre novas denúncias de abuso sexual de menor

    23 de janeiro de 2019 /

    O cineasta Bryan Singer, de “X-Men” e “Bohemian Rhapsody”, enfrenta quatro novas acusações de sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado na reportagem que traz as denúncias, publicada nesta quarta-feira (23/1) pela revista The Atlantic, de Boston. Victor Valdovinos alega ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores são identificados por pseudônimos: um deles, Andy, disse que também tinha 15 anos quando fez sexo com Singer. Outro, Eric, afirma ter começado um caso com o cineasta aos 17. E Ben relatou ter feito sexo oral em Singer quando tinha “17 ou 18 anos”. “Ele enfiava as mãos nas calças das pessoas e apalpava, sem consentimento”, disse o último acusador sobre sua experiência com o cineasta. “Ele era predatório, no sentido que dava álcool e drogas para as pessoas, e então fazia sexo com elas”. Singer respondeu ao artigo através de seu advogado, Andrew Bettler, negando todas as acusações. A denúncia foi publicada um dia depois do último filme dirigido por Singer, “Bohemian Rhapsody”, ser indicado ao Oscar 2019 de Melhor Filme. O cineasta foi demitido na reta final da produção, graças a atrasos, após sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre o diretor e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. Além disso, Singer precisou lidar com o começo de uma nova leva de acusações de abuso sexual de menor. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção. O histórico do diretor de acusações de assédio e abuso sexual envolvendo menores de idade data de 2014, quando Michael Egan processou o cineasta, alegando que ele teria o estuprado “diversas vezes” durante uma viagem ao Havaí. A acusação trazia muitas contradições, fatos que foram contestados por provas e acabou sendo retirada. Mais recentemente, em 2017, Cesar Sanchez-Guzman processou o cineasta por tê-lo estuprado em 2003, durante uma festa em um iate. A ação coincide com a época de comportamento errático do diretor em “Bohemian Rhapsody” e ainda tramita na justiça americana.

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  • Filme,  Música

    Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro trailer

    20 de janeiro de 2019 /

    O aguardado filme “Lord of Chaos” ganhou seu primeiro trailer. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, o longa é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa narra a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Até o ponto em que a fronteira entre realidade e publicidade começou a se confundir, envolvendo a banda em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg e Jack Kilmer interpretará Dead. O personagem de Valter Skarsgård é chamado de Faust e provavelmente é Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Vale lembrar que, em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Um detalhe curioso sobre a trilha do filme, nos momentos em que não tocam músicas do Mayhem, é que ela também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial de “Lords of Chaos” aconteceu há um ano, no Festival de Sundance de janeiro passado, quando atingiu 92% de aprovação na média da crítica do site Rotten Tomatoes. O lançamento comercial está marcado para 8 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão para sua chegada ao Brasil.

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  • Filme

    Vidro abre em 1º lugar nos EUA, mas a surpresa é Dragon Ball Super: Broly

    20 de janeiro de 2019 /

    “Vidro” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, mas um pouco estilhaçado por conta das elevadas expectativas sobre seu lançamento. Algumas projeções para a continuação/crossover de “Corpo Fechado” (2000) e “Fragmentado” (2016) tratavam o novo longa de M. Night Shyamalan como um blockbuster em potencial, com abertura na casa dos US$ 100M (milhões). Em menos de uma semana, os otimistas cortaram as estimativas pela metade. E mesmo assim a estreia ficou abaixo delas. O lançamento também foi acompanhada por pedradas da imprensa, que quebraram expectativas com apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, ao atingir US$ 40,5M de faturamento, tornou-se a terceira maior estreia do diretor, atrás de “A Vila” (2004) e “Sinais” (2002). Também ficou com o posto de terceira maior abertura de cinema durante o feriadão dedicado a Martin Luther King nos Estados Unidos. E teve um bom começo internacional, ajudando o total a chegar a US$ 89M em todo o mundo. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, garante que a produção será lucrativa. O que é uma boa notícia para Shyamalan, pois todo o filme foi financiado pelo próprio diretor. Já a surpresa positiva do fim de semana ficou para o desempenho de “Dragon Ball Super: Broly”, que abriu em 3º lugar nos EUA, um pouco atrás do faturamento de “Amigos para Sempre” (em 2º lugar). Lançado em 1,2 mil salas (contra mais de 3 mil da concorrência), o longa animado rendeu US$ 10,6M, celebrando a maior abertura de toda a franquia “Dragon Ball” (já são 20 filmes) nos Estados Unidos e no Canadá. Outros filmes em cartaz atingiram marcas expressivas por seus desempenhos contínuos. “Aquaman”, por exemplo, ultrapassou US$ 300M de arrecadação no mercado doméstico, “Bumblebee” superou US$ 400M mundiais (graças à China), e “O Retorno de Mary Poppins” e “Homem-Aranha no Aranhaverso” passaram dos US$ 300M mundialmente. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 40,5M Total EUA e Canadá: US$ 40,5M Total Mundo: US$ 89M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 15,6M Total EUA e Canadá: US$ 43,9M Total Mundo: US$ 48M 3. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA e Canadá: US$ 21M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 10,3M Total EUA e Canadá: US$ 304,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,2M Total Mundo: US$ 322,8M 6. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 26,3M 7. Escape Room Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 40,7M Total Mundo: US$ 53,7M 8. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,7M Total Mundo: US$ 306M 9. Bumblebee Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 115,9M Total Mundo: US$ US$ 412,3M 10. Suprema Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 16,8M Total Mundo: US$ 17,5M

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  • Música

    Spike Lee assina primeiro grande clipe de 2019 para a banda The Killers

    14 de janeiro de 2019 /

    A banda The Killers divulgou o primeiro grande clipe de 2019 em seu canal no YouTube. Com assinatura do cineasta Spike Lee (“Infiltrado na Klan”), o vídeo de “Land of the Free” reúne diversos registros de imigrantes tentando chegar aos Estados Unidos pela fronteira murada entre “a terra dos livres” e a América Latina. São imagens potentes, que ilustram uma letra-denúncia sobre o país com a maior população carcerária do mundo (“Temos mais gente presa do que o resto do mundo na terra dos livres”), com circulação descontrolada de armas (“Quantos filhos e filhas teremos que sepultar antes de admitir que temos um problema com armas?”) e que investe cada vez mais na repressão como negócio lucrativo, culminando na construção de muros fronteiriços para impedir os “ilegales” do sul. A letra também oferece uma contrapartida ao trazer o ponto de vista de um velhinho, que lembra a felicidade dos pais europeus, quando chegaram nos Estados Unidos. Um contraste que visa desmontar a demonização dos imigrantes pelo governo Trump, enquanto Spike Lee mostra crianças latinas brincando com bandeiras americanas, culminando o vídeo numa explosão comemorativa, com bombas de fumaça e gases lacrimogêneos disparados contra famílias imigrantes num legítimo 4 de julho. Em entrevista à BBC, Brandon Flowers assumiu o teor político da canção. “Eu acho muito importante me posicionar nestes tempos, e o estado emocional com que eu escrevi essa música foi de dizer: ‘Chega, já sofremos o bastante'”. Ele também revelou que a canção começou a ser escrita em 2012, na época do ataque com arma de fogo na escola Sandy Hook, em Newtown, nos EUA. E citou a recente crise de imigração trazida à tona pela administração Trump, além dos muitos outros incidentes violentos pelo país, como razão pela qual finalmente decidiu se posicionar com um protesto musical. A canção não significa que um novo álbum do Killers esteja prestes a ser lançado. Ela foi disponibilizada apenas como single. A banda lançou seu último álbum, “Wonderful Wonderful”, em 2017.

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  • Filme

    Remake de Intocáveis supera Aquaman e estreia em 1º lugar na América do Norte

    13 de janeiro de 2019 /

    Ele prefere desistir de apresentar o Oscar a pedir desculpas de forma clara e convincente, mas a controvérsia sobre o passado homofóbico do ator Kevin Hart não parece ter prejudicado sua popularidade nos Estados Unidos. Seu mais recente filme, que o mundo inteiro já viu há oito anos e reviu há três, abriu em 1º lugar com US$ 19,5M (milhões) de faturamento, encerrando o reinado de “Aquaman” no topo das bilheterias da América do Norte, “Amigos para Sempre” (The Upside) é o remake americano do fenômeno francês “Intocáveis” (2011), que já tinha ganhado versão argentina, “Inseparáveis” (2016), e ficou no freezer por mais de um ano devido ao escândalo de Harvey Weinstein. O filme é o primeiro lançamento dos novos donos da The Weinstein Company, agora chamada de Lantern Entertainment. Na trama, Kevin Hart é um desempregado de passado criminoso contratado para cuidar de um milionário quadriplégico, vivido por Bryan Cranston (“Breaking Bad”). Sim, você realmente já viu este filme. E seu sucesso nas bilheterias da América do Norte perpetua a má reputação do público americano em relação à capacidade de ler legendas. Hollywood aproveita dessa deficiência para produzir remakes de sucessos internacionais. O problema dessa lógica é que, se o remake não fizer sucesso no mercado doméstico, há poucas chances de recuperar o dinheiro no exterior, já que os estrangeiros sabem ler. Uma alternativa é enganar o público com um título completamente diferente para disfarçar a mesma história. É o caso específico desse “Amigos para Sempre”, que trará ao Brasil na quinta-feira (17/1) esse conhecido melodrama disfarçado de comédia pela terceira vez. “Aquaman” caiu para o 2º lugar na América do Norte, somando mais US$ 17,2M, valor suficiente para lhe permitir entrada no seleto clube dos bilionários. O filme do super-herói da DC Comics atingiu US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo. Saiba mais sobre outras marcas que o filme superou aqui. O Top 3 se completa com outra estreia, o filme de cachorrinho “A Caminho de Casa”, que fez US$ 11,3M e chega em 28 de fevereiro no Brasil. A direção é de um especialista em filmes de bichos: Charles Martin Smith, ator do clássico “Os Intocáveis” (não confundir com o remake da semana) que encontrou nova vocação com “Bud, o Cão Amigo” (1997) e “Winter, o Golfinho” (2011). A semana contou ainda com uma terceira estreia ampla, a sci-fi “Replicas”, que fez apenas US$2,5M, ficou em 12º lugar e se tornou a pior abertura da carreira do ator Keanu Reeves. Provavelmente, o público achou que a premissa requentada pertencia a um lançamento da Netflix. Por sinal, deve sair no Brasil direto em VOD. Saiba mais sobre o desempenho do primeiro grande fracasso de 2019 aqui. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 19,5M Total EUA e Canadá: US$ 19,5M Total Mundo: US$ 19,5M 2. Aquaman Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 287,8M Total Mundo: US$ 1B 3. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 11,3M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 147,7M Total Mundo: US$ 302,3M 5. Escape Room Fim de semana: US$ 8,9M Total EUA e Canadá: US$ 32,4M Total Mundo: US$ 34,9M 6. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 150,6M Total Mundo: US$ 287,8M 7. Bumblebee Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 108,4M Total Mundo: US$ 364,7M 8. Suprema Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 10,5M Total Mundo: US$ 10,9M 9. A Mula Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 90,5M Total Mundo: US$ US$ 91,7M 10. Vice Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 35,9M Total Mundo: US$ 35,9M

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    Adam Lambert confirma seu papel em Bohemian Rhapsody com foto nas redes sociais

    11 de janeiro de 2019 /

    O cantor Adam Lambert compartilhou nas redes sociais uma foto de sua participação em “Bohemian Rhapsody”. Havia muita especulação sobre se ele tinha aparecido ou não no filme da banda Queen, e a foto revela que Lambert atuou sim, mas disfarçado, quase irreconhecível, numa pequena figuração. Tanto que, ao lado da foto, a legenda pergunta: “Quem é ele?!”. No filme, o cantor interpreta um caminhoneiro que encontra Freddie Mercury (Rami Malek) durante uma pausa de turnê, e supostamente se envolve com o astro. Lambert é o vocalista dos shows da banda Queen desde 2011, substituindo o falecido Freddie Mercury. Premiado como Melhor Drama no Globo de Ouro 2019, a cinebiografia musical está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. O post também divulga o lançamento digital do filme, que será disponibilizado em VOD a partir de 22 de janeiro. Visualizar esta foto no Instagram. Who is he!? ?? #BohemianRhapsodyMovie is available for digital download on 1/22! Uma publicação compartilhada por ADAMLAMBERT (@adamlambert) em 11 de Jan, 2019 às 4:02 PST

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    Martin Scorsese prepara novo documentário sobre Bob Dylan para a Netflix

    10 de janeiro de 2019 /

    O cineasta Martin Scorsese vai fazer um novo documentário sobre Bob Dylan, 14 anos depois do abrangente “No Direction Home”. Desta vez, a produção será centrada numa única turnê do cantor e realizada para a Netflix. Intitulado “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese”, o documentário vai esmiuçar a turnê “Rolling Thunder Revue”, que levou Dylan a se juntar com amigos famosos numa “caravana musical” pela América do Norte entre 1975 e 1976. Entre os músicos que participaram da turnê estão artistas tão diferentes quanto as cantoras folks Joan Baez e Joni Mitchel e a punk Patti Smith, sem esquecer do ex-Byrds Roger McGuinn e o ex-Beatle Ringo Starr, além do poeta Allen Ginsberg e os atores Sam Shepard, Dennis Hopper e Bette Midler, entre outros. Segundo a Netflix, o filme de Scorsese vai misturar entrevistas com participantes da turnê, imagens de Dylan e companhia na estrada e durante os shows, e até algumas cenas ficcionais “similares a um sonho febril”. O próprio Dylan concedeu entrevista para o longa, rompendo um longo isolamento auto-imposto. Notavelmente recluso, o músico raramente fala com a imprensa. O lançamento de “Rolling Thunder Revue” consolida o relacionamento de Scorsese com a Netflix, por onde também irá lançar seu próximo longa de ficção, o aguardadíssimo “The Irishman”, drama sobre mafiosos estrelado por Robert De Niro e Al Pacino, ainda neste ano.

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    Chay Suede vira Erasmo Carlos no trailer de Minha Fama de Mau

    9 de janeiro de 2019 /

    A Downtown divulgou as fotos, o pôster e o trailer de “Minha Fama de Mau”, cinebiografia do cantor Erasmo Carlos. A prévia é toda narrada em primeira pessoa e centrada no estouro da Jovem Guarda, com destaque para a parceria com Roberto Carlos e Wanderléa no programa da TV Record que levou o nome do movimento musical nos anos 1960. Erasmo é vivido por Chay Suede (“Segundo Sol”), que não se parece nada fisicamente com o cantor, enquanto Gabriel Leone (“Onde Nascem os Fortes”) vive Roberto e Malu Rodrigues (“O Outro Lado do Paraíso”) interpreta a Ternurinha. São atores de novelas da Globo. A direção é do veterano Lui Farias, que chega ao seu quarto filme como diretor numa carreira de mais de 30 anos. O elenco inclui sua esposa, a cantora Paula Toller, como Candinha, a colunista que virou música do Roberto – “Mexerico da Candinha” – , além de Bianca Comparato (“3%”) como Nara Leão, Bruno de Luca (“Os Parças”) como Carlos Imperial e outros. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.

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    “Esquecido” no Globo de Ouro, diretor de Bohemian Rhapsody comemora prêmio no Instagram

    7 de janeiro de 2019 /

    O diretor Bryan Singer, demitido na reta final das filmagens de “Bohemian Rhapsody” e propositalmente ignorado nos agradecimentos do ator Rami Malek e do produtor Graham King durante as conquistas do filme no Globo de Ouro, resolveu se manifestar. De forma discreta, ele agradeceu em seu Instagram à Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood pela vitória do longa como Melhor Filme de Drama. E ao lado do curto texto, postou uma foto dos bastidores da produção, em que aparece dirigindo Malek, sentado de costas numa cadeira onde se lê, em letras garrafais, a palavra Diretor. Ele foi demitido após sumir durante as filmagens. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre o diretor e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. Além disso, precisou lidar com acusações de abuso sexual de menor. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. A tensão nos bastidores foi exposta quando Singer não voltou para o trabalho após o feriado do Dia de Ação de Graças em 2017. O diretor alegou que enfrentava problemas com doença na família e pediu para só retomar as filmagens após os feriados de fim de ano, mas a Fox optou por dispensá-lo e contratar um substituto para encerrar a produção. Apesar da demissão, Singer manteve seu crédito de diretor do filme. Entretanto, o longa foi finalizado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), responsável pela vindoura cinebiografia de Elton John, “Rocketman”, que também foi esquecido por todos no Globo de Ouro. Orçado em US$ 52 milhões, “Bohemian Rhapsody” também se tornou o maior sucesso comercial da Fox em 2018, ao superar a arrecadação de “Deadpool 2” no último fim de semana. Visualizar esta foto no Instagram. What an honor. Thank you #HollywoodForeignPress Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em 6 de Jan, 2019 às 10:41 PST

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