Johnny Depp e Jeff Beck lançam novo clipe
O guitarrista Jeff Beck e o cantor Johnny Depp lançaram um novo clipe de sua parceria musical. A música “This is a Song for Miss Hedy Lamarr” é acompanhada por imagens registradas durante os shows que os dois fizeram no Reino Unido nos últimos dias. A música é uma composição original de Depp presta homenagem à atriz e inventora Hedy Lamarr, falecida em 2000 aos 85 anos de idade. Apesar de brilhar em clássicos do cinema como “Êxtase” (1932), “Argélia” (1938), “Demônio do Congo” (1942), “Flor do Mal” (1946) e “Sansão e Dalila” (1949), a maior realização da atriz não foi um papel de cinema, mas uma invenção. Em parceria com o compositor George Antheil (“No Silêncio da Noite”), ela criou um sistema de comunicações revolucionário que, apesar de ter sido esnobada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial, está na base dos atuais sistemas WiFi e Bluetooth. Muita gente não conhece esse outro lado da carreira da atriz, o que inspira parte dos versos da canção, em que Depp canta sobre ela ter sido “apagada pelo mundo que a tornou uma estrela”. “This is a Song for Miss Hedy Lamarr” é uma das duas faixas originais de “18”, o vindouro álbum da parceria com Jeff Beck – a outra se chama “Sad Motherfuckin’ Parade”. As demais gravações são covers, alguns cantados por Depp (como “Isolation” de John Lennon, “Venus In Furs” do Velvet Underground, “Let It Be Me” dos Everly Brothers e “What’s Going On” de Marvin Gaye) e outros apenas instrumentais (como “Caroline, No” e “Don’t Talk (Put Your Head on My Shoulder)”, ambas dos Beach Boys). A lista de covers ainda inclui canções de Killing Joke, Dennis Wilson, The Miracles, Janis Ian e Davy Spillane Segundo os artistas, o nome “18” se refere à idade espiritual que eles sentiram ao trabalharem nas gravações. A capa do disco é um desenho da esposa de Beck que registra a dupla como adolescentes – ou como David Bowie e Elvis Presley jovens. Veja abaixo. O lançamento vai acontecer pelo selo Rhino em CD e nas plataformas digitais no dia 15 de julho. Além disso, o disco também sairá em vinil em 30 de setembro.
Próximo projeto de Johnny Depp será disco de rock com Jeff Beck
Johnny Depp já vai lançar seu primeiro projeto profissional após vencer o processo de difamação contra Amber Heard. Será um disco de rock com o guitarrista Jeff Beck. No último fim de semana, Depp participou de shows de Jeff Beck no Reino Unido, enquanto aguardava o veredito do julgamento. Os dois estão gravando músicas há bastante tempo e em 2020 lançaram o primeiro single da parceria: uma versão de “Isolation”, composição de John Lennon, de 1970. Aproveitando a reviravolta na carreira do ator, a dupla pretende lançar seu disco em julho. A data foi revelada por Jeff Beck durante um dos novos shows com Depp. “Conheci esse cara há cinco anos e nunca mais paramos de rir desde então. Na verdade, fizemos um álbum. Eu não sei como isso aconteceu. Será lançado em julho”, disse o guitarrista britânico. Após o veredicto de quarta-feira (1/6) no tribunal do estado de Virgínia, nos EUA, Depp emitiu um comunicado dizendo-se satisfeito por ter sua vida de volta e que estava ansioso por “um novo capítulo”. A julgar pela recepção de seus fãs nos shows do último fim de semana, esse novo capítulo já começou.
Johnny Depp faz show de rock enquanto espera veredito do processo contra Amber Heard
Enquanto aguarda o veredito do processo milionário que abriu contra Amber Heard, o ator Johnny Depp viajou até a Inglaterra para participar de um show do músico Jeff Beck. Ele cantou quatro músicas ao lado do guitarrista na noite de domingo (30/5). Em 2020, os dois gravaram uma versão de “Isolation”, composição de John Lennon, de 1970. Durante o show com Jeff Beck, o ator também cantou “What’s Going On”, de Marvin Gaye, “Little Wing”, de Jimi Hendrix, e “Hedy Lamarr”, do próprio Jeff Beck. Antes de se tornar ator, Depp queria ser roqueiro. Ele até testemunhou sobre essas aspirações musicais no processo contra Heard, observando que, como não estava tendo tanto sucesso na música, voltou-se à atuação. Depp também faz parte do grupo Hollywood Vampires, que conta com Alice Cooper e o guitarrista Joe Perry (do Aerosmith). O resultado do processo aberto em Fairfax, no estado americano de Virgínia, espera a deliberação do júri, que deve acontecer na terça-feira (1/5). Depp está processando sua ex-esposa em US$ 50 milhões por difamação, devido a um texto que ela escreveu sobre violência doméstica no jornal The Washington Post em 2018, e Heard reagiu processando-o em US$ 100 milhões por alegar que suas afirmações são mentiras. Veja abaixo trechos do show de Beck e Depp, registrados por fãs.
Kate Bush vira febre com “Stranger Things”. Conheça carreira e hits da artista
Lançada em 1985, “Running Up That Hill”, de Kate Bush, voltou a fazer sucesso neste fim de semana. A gravação original foi parar no topo da parada das músicas mais ouvidas do iTunes e disparou em visualizações no YouTube. E o motivo pode ser constatado nos comentários deixados pelo público no portal de vídeos do Google. “Ok, quem mais chorou naquela cena de ‘Stranger Things’? Foi uma tacada de mestre usar esta canção com a história de Max”, escreveu uma usuária em inglês. “‘Stranger Things’ me trouxe aqui! A música ficou ótima na cena da Max. A série nos dá a oportunidade de ouvir e conhecer boas músicas”, comentou outra, em português. “Running Up That Hill” virou o tema de Max, a personagem vivida por Sadie Sink, durante a 4ª temporada de “Stranger Things”. Mais que isso, salvou a vida de Max, literalmente, tornando-se a música mais importante de toda a série. A gravação de 1985 tem uma letra espiritual/fantasmagórica, como boa parte do repertório da cantora inglesa, que se tornou conhecida mundialmente em 1978 com uma música sobre amor assombrado, “Wuthering Heights”, inspirada pelo romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Ela teve muita sorte em seu começo, ao ser descoberta aos 16 anos pelo guitarrista do Pink Floyd David Gilmour, que se impressionou ao ouvir uma fita caseira de suas composições e decidir bancar do próprio bolso uma gravação profissional de três músicas daquele repertório, com o produtor Andrew Powell (do The Alan Parsons Project) e um engenheiro de som que trabalhou com os Beatles. A sessão rendeu um contrato com a gravadora EMI, mas antes de gravar seu primeiro álbum em 1978, Kate Bush precisou esperar a maioridade. Ao mesmo tempo em que se dedicou a se formar na escola, ela formou sua primeira banda e estudou dança interpretativa com uma professora de David Bowie, para criar usa marca registrada: um grande impacto teatral nos palcos. Seu som era considerado altamente experimental, uma espécie de pop operístico de temática sombria, mas na era do rock progressivo as gravadoras eram mais ousadas. E a aposta se pagou de cara, quando Kate Bush emplacou quatro singles no Top 10 da parada de sucessos britânicos logo na estreia. Seu primeiro álbum, “The Kick Inside”, ainda entrou no Livro Guinness dos Recordes por se tornar o primeiro disco composto inteiramente por uma artista feminina a vender mais de 1 milhão de cópias. Em 1980, ela participou do terceiro álbum solo de Peter Gabriel e descobriu os sintetizadores, o que trouxe uma sonoridade mais moderna para seus lançamentos seguintes. Disputas com a gravadora sobre custos de seus discos, cada vez mais ousados, a levou a construir um estúdio em sua própria casa, que resultou em maior liberdade para criar seu álbum de 1985, “Hounds of Love”, o quinto de sua carreira e um dos mais bem-sucedidos, que continha “Running Up That Hill”. Ela venceu o Brit Awards com aquele disco, cuja vendagem inspirou a EMI a lançar a primeira compilação de hits da sua carreira. Mas isso também a acomodou. Ficou quatro anos sem lançar um disco novo e, com a virada de década, seu som vanguardista passou a soar datado, com cada lançamento tendo menos impacto que o anterior. Atualmente com 63 anos, ela não grava há mais de uma década, mas suas músicas nunca foram esquecidas, graças a covers frequentes de artistas das novas gerações. Mas chega de papo, porque agora é hora de aumentar o som. Quem descobriu Kate Bush em “Stranger Things”, tem abaixo a oportunidade de conhecer melhor o repertório clássico da cantora, que apesar de relacionada à turma do rock progressivo era a cantora favorita de Johnny Rotten e também foi pioneira do visual etéreo que marcou a geração indie dos anos 1980. A seleção reúne 15 hits dos dez anos iniciais, a “fase áurea”, e mostra como muitos dos clipes pré-MTV já eram puro “Stranger Things”. Fãs de “The Handmaid’s Tale” também podem reconhecer “Cloudbusting”, que marcou a 3ª temporada dessa série. E fãs da banda brasileira Angra… Ainda está lendo? | KATE BUSH | 1978 | WUTHERING HEIGHTS | KATE BUSH | 1979 | WOW | KATE BUSH | 1979 | THEM HEAVY PEOPLE | KATE BUSH | 1980 | BABOOSHKA | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1980 | GAMES WITHOUT FRONTIERS | KATE BUSH | 1981 | SAT IN YOUR LAP | KATE BUSH | 1982 | THE DREAMING | KATE BUSH | 1982 | THERE GOES A TENNER | KATE BUSH | 1982 | SUSPENDED IN GAFFA | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL | KATE BUSH | 1985 | CLOUDBUSTING | KATE BUSH | 1986 | HOUNDS OF LOVE | KATE BUSH | 1986 | BIG SKY | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1986 | DON’T GIVE UP | KATE BUSH | 1989 | THIS WOMAN’S WORK BÔNUS: 10 COVERS DE KATE BUSH | WILLIE NELSON ft. SINEAD O’CONNOR | 1993 | DON’T GIVE UP | ANGRA | 1994 | WUTHERING HEIGHTS | PLACEBO | 2003 | RUNNING UP THAT HILL | FUTUREHEADS | 2004 | HOUNDS OF LOVE | RA RA RIOT | 2009 | SUSPENDED IN GAFFA | GEMMA HAYES | 2009 | CLOUDBUSTING | MAXWELL | 2009 | THIS WOMAN’S WORK | WOLFMOTHER | 2009 | WUTHERING HEIGHTS | CHROMATICS | 2011 | RUNNING UP THAT HILL | FIRST AID KIT | 2018 | RUNNING UP THAT HILL
Exibição de “Elvis” gera 10 minutos de aplausos
A première mundial de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrman, registrou o recorde de tempo de aplausos do Festival de Cannes desta ano. A consagração iniciada durante a projeção dos créditos finais durou 10 minutos com o público aplaudindo em pé. Em termos de comparação, o diretor David Cronenberg e o elenco de “Crimes of the Future” ficaram emocionados com a recepção de 6 minutos de aplausos dedicados a seu filme. Em meio aos gritos de “Bravo!” da multidão, Baz Luhrmann se dirigiu emocionado ao público, dentro do Lumière Theatre, dizendo que a reação extrema de aprovação representava para ela “pequena epifania” porque “trinta anos atrás, minha esposa e eu fizemos um pequeno filme chamado ‘Vem Dançar Comigo’” e o único distribuidor que lhe ofereceu espaço disse: “Esse é o pior filme que já vi e você arruinou a carreira de Pat” (Thomson, que ganhou postumamente como Melhor Atriz da Academia Australiana de Cinema). Luhrmann continuou sua história, lembrando que na época “tinha cabelos muito compridos” e resolveu raspar a cabeça dizendo que “Essa coisa de cinema nunca vai dar certo”. “Então, recebi um telefonema e era um francês… ‘Olá, meu nome é Pierre Rissient, sou do Festival de Cannes e vimos seu filme, e gostaríamos de lhe oferecer uma exibição às 12 horas no Palais.’” “Exibi meu filme neste Palais… e no final da apresentação eu lembro que um segurança se aproximou e me disse, ‘Monsieur, a partir de hoje sua vida nunca mais será a mesma’ e não foi.” “Vem Dançar Comigo” venceu um prêmio especial da juventude em Cannes, a primeira de muitas conquistas da produção, que lançou a carreira do cineasta australiano há exatamente 30 anos. Ao fazer ‘Elvis’, Luhrmann imaginava que poderia voltar a Cannes, “mas então veio a covid e a filmagem foi suspensa, e achei isso nunca aconteceria, mas tivemos a bravura de Tom (Hanks) ao voltar [às filmagens após a doença], e a bravura deste elenco e desta equipe para enfrentar a covid e terminar este filme. E estamos de volta a Cannes. E ver esse lugar tão cheio de pessoas que amam filmes de todas as formas, diz muito mais sobre o que significa estar de volta, não só à Cannes, mas ao cinema. Por isso somos eternamente gratos, Cannes… Tudo o que posso dizer é merci beaucoup, merci beaucoup”, ele encerrou. O filme foi exibido em sessão de gala fora da competição. Mas nenhum título selecionado para a disputa da Palma de Ouro gerou igual comoção até o momento. “Elvis” destaca Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) no papel do cantor, interpretando desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 até o homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. O elenco também conta com o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. A estreia nos cinemas brasileiros vai acontecer em 14 de julho – quatro semanas após o lançamento nos EUA. Veja o trailer mais recente da produção abaixo.
Trilha do filme “Elvis” tem Doja Cat, Eminem, Maneskin e Diplo
Se você pensa que o filme “Elvis” vai destacar várias gravações clássicas de Elvis Presley em sua trilha sonora, pode se surpreender com a revelação dos artistas que participam do álbum oficial da produção. Elvis Aaron Presley é apenas um deles. Além dos esperados covers do ator Austin Butler, intérprete de Elvis no filme, a relação de artistas tem até DJs e rappers. A relação extremamente eclética foi divulgada nas redes sociais nesta segunda (23/5) e inclui Eminem (em parceria com CeeLo Green), Doja Cat, o DJ Diplo (com Swae Lee), Kacey Musgraves, Stevie Nicks, Jack White, Jazmine Sullivan, Chris Isaak, o trio eletrônico australiano Pnau e as bandas Tame Impala e Maneskin, entre outros. Até o ator Kodi Smit-McPhee (“Ataque dos Cães”), que no filme vive o cantor Jimmie Rodgers, aparece listado. Outros intérpretes que cantam na tela – e na trilha – incluem Yola (no papel de Rosetta Tharpe), Gary Clark Jr. (Arthur “Bigboy” Crudup), Shonka Dukereh (Big Mama Thornton) e Alton Mason (Little Richard). Nem todas as gravações são inéditas. Além de Elvis, o pioneiro do soul Rufus Thomas, que morreu em 2001, também está listado no anúncio, que pode ser visto abaixo. A postagem não foi acompanhada pela revelação da data de lançamento do disco. Já o filme dirigido por Baz Luhrmann chega aos cinemas americanos em 24 de junho, quatro semanas antes da estreia no Brasil, prevista para 14 de julho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)
Documentário revela imagens inéditas da carreira de David Bowie
O estúdio indie Neon divulgou o pôster e o trailer de “Moonage Daydream”, novo documentário sobre David Bowie, com imagens inéditas de sua carreira e proposta imersiva. Descrito como uma “odisseia cinematográfica”, o filme tem direção de Brett Morgen, que passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie. Com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), o documentário é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012), sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones, e “Cobain: Montage of Heck” (2015), sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999). O filme tem première mundial nesta segunda (23/5) em sessão de gala no Festival de Cannes, mas só deve chegar aos cinemas e em IMAX em setembro nos EUA, antes de ganhar um lançamento mundial em streaming pela HBO Max.
Novo trailer de “Elvis” explora histeria causado pelo cantor
A Warner divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). E a prévia tem tudo o que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases da carreira do cantor, com uma recriação caprichada, atenta aos detalhes. Muitas das cenas refletem a histeria despertada por suas apresentações, acompanhada de perto pela reação conservadora, que tentou censurá-lo. Luhrmann conecta a performance sensual ao fervor religioso do menino Elvis Presley, fazendo uma relação que conduz ao final da carreira do cantor, dedicada a gospels e baladas. Em vez de artistas de blues, a inspiração do roqueiro é conectada à performance de pastores negros, de forma a mostrar como os transes de fé transmitidos pelos spirituals lhe permitiam transcender ao cantar. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) incorpora a fisicalidade do cantor, enquanto se transforma rapidamente na tela, desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 a um homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser finalizada e chegar aos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.
Filha de Elvis Presley rasga elogios para o filme “Elvis”
Lisa Marie Presley, a filha de Elvis Presley, usou as redes sociais para rasgar elogios ao filme “Elvis”, de Bas Luhrmann, e à performance do ator Austin Butler, que interpreta seu pai na produção. “Deixe-me dizer que é nada menos que espetacular. Absolutamente requintado”, ela escreveu sobre o filme, acrescentando que Austin Butler “canalizou e incorporou o coração e a alma de meu pai lindamente.” A filha de Elvis afirmou que a performance do ator foi “feita com precisão e respeito” e é tão perfeita que merecia um Oscar. “Se não ganhar o Oscar, eu como meu pé”. Mas os maiores elogios foram reservados para o diretor. “Você pode sentir e testemunhar o puro amor, cuidado e respeito de Baz por meu pai ao longo deste lindo filme, que finalmente é algo que eu e meus filhos e os filhos deles podemos nos orgulhar para sempre… Ela também mencionou que seus filhos se emocionaram com a sessão privada do filme e só lamentou que o filho recém-falecido, Benjamin Keough, não pudesse ter visto. “Isso parte meu coração, que meu filho não está aqui para ver. Ele teria adorado também.” “Eu não posso dizer o suficiente o quanto amo este filme e espero que vocês o amem também. Baz, seu gênio total combinado com seu amor e respeito por meu pai fez este projeto tão bonito e tão inspirador. Eu sei que estou sendo repetitiva, mas não me importo. Obrigado por esclarecer as coisas de uma maneira tão profunda e artística”, ela completou. Além de Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”), o elenco inclui Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, o empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)
10 clipes: Conheça o grunge da nova geração
A seleção abaixo reúne 10 novos clipes de bandas independentes influenciadas pelo rock alternativo e a geração grunge, que marcou os anos 1990. O mais interessante dessa turma é que, em vez de partir para a cópia, acrescenta suas próprias marcas, com influências de outras vertentes distorcidas. Tem até cover do Nirvana soando como shoegazer. Confira. A lista é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). | THE MYSTERINES | INGLATERRA O power trio de Liverpool liderado por Lia Metcalfe começou a chamar atenção em 2019 com rocks pesados influenciados pelo grunge e PJ Harvey. Mas o primeiro álbum, “Reeling”, só foi lançado em março passado. “Hung Up” é a segunda faixa do álbum. | SOFTCULT | CANADÁ Formada em Ontário por duas irmãs gêmeas, Mercedes e Phoenix Arn-Horn (ambas da banda Courage My Love), Softcult faz uma mistura ácida de grunge e shoegazer, como mostra seu cover de “Been a Son”, clássico do Nirvana. A música também exprime o feminismo da banda, ao tratar de uma garota maltratada pelo pai que preferia ter tido um filho. | CROWS | INGLATERRA A garage band londrina formou-se em 2015 e já tem dois álbuns. “Closer Still” faz parte do mais recente, “Beware Believers”, lançado no mês passado. | MOMMA | EUA Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Pavement e Breeders. A banda californiana vai lançar seu terceiro álbum, batizado de “Household Name”, em 1 de julho. “Speeding 72” é um dos singles que antecipam o disco. | JOYCE MANOR | EUA “Gotta Let It Go” é o single que anuncia o sexto álbum do grupo californiano, formado em 2008 durante a era do punk pop. O disco “40 oz. to Fresno” sai em 10 de junho pela célebre gravadora Epitaph, criada pelo guitarrista do Bad Religion Brett Gurewitz. | MILLY | EUA Mais um trio californiano, Milly também combina shoegazer e grunge – ou melhor, a versão lenta conhecida como slowcore – como seus lendários colegas da gravadora Dangerbird, Swervedriver, com quem costumam excursionar. “Illuminate” é o primeiro single do vindouro álbum de estreia, ainda sem título e previsto para o final do ano. | SOCCER MOMMY | EUA Sophie Regina Allison, a Soccer Mommy, nasceu na Suíça, mas foi criada em Nashville, onde começou a tocar guitarra aos seis anos de idade. Atualmente com 25 anos, ela se diz influenciada tanto por Avril Lavigne quanto Slowdive. E lança seu terceiro álbum, “Sometimes, Forever”, em 24 de junho. | TINY STILLS | EUA Descrevendo seu som como “bugglegrunge”, o quarteto de Los Angeles nasceu como projeto solo da cantora Kailynn West, mas evoluiu em meio à geração emo com guitarras grunge, sem perder de vista o forte apelo pop. O clipe de “Bleeding Out” evoca um trauma da cantora que foi presa sob a mira de uma arma em 2014. A música é o single inicial do terceiro álbum, ainda sem título nem previsão de estreia. | THE SUBWAYS | INGLATERRA O trio britânico foi formado numa garagem do sul da Inglaterra, em meio a sessões de covers de Nirvana e punk rock no começo dos anos 2000. O primeiro álbum é de 2005 e a formação original durou até 2020. Com nova baterista (Camille Phillips de The Ramonas) ao lado do guitarrista Billy Lunn e da baixista Charlotte Cooper, o trio reformulado lançou “You Kill My Cool” no mês passado, prometendo seu quinto álbum para o fim do ano. | CAT SFX | INGLATERRA A banda londrina liderada pela anglo-italiana Caterina Speranza busca influências entre punk rock, grunge e riot grrls, e foi “descoberta” pelo lendário produtor Alan McGee, que lança seus singles por sua novíssima gravadora, It’s Creation Baby – cujo nome remete à antiga e bem famosa gravadora de McGee, Creation Records. | PLAYLIST |
U2 faz show acústico em metrô da Ucrânia
O cantor Bono e o guitarrista The Edge, do U2, fizeram um show acústico gratuito em uma estação de metrô de Kiev, capital da Ucrânia, que foi improvisada como abrigo antibombas. Os dois artistas foram convidados pelo presidente Volodymyr Zelensky para uma apresentação em solidariedade ao país invadido pela Rússia. Vídeos publicados nas redes sociais mostram a dupla tocando “Pride (In the Name of Love)” e uma versão do clássico soul “Stand by You”, com a letra modificada para “Stand by You Friend” em parceria com a banda ucraniana Antytila. O vocalista da banda, que apareceu fardada ao lado de Bono e The Edge, agradeceu o apoio do U2 e do “povo irlandês” à Ucrânia, destacando que o país vive um momento “muito importante” e que a apresentação foi totalmente improvisada. “O presidente Zelensky nos convidou para uma apresentação em Kiev como uma prova de solidariedade com o povo ucraniano e é isso que viemos fazer”, explicaram os músicos nas redes sociais do U2. President @ZelenskyyUa invited us to perform in Kyiv as a show of solidarity with the Ukrainian people and so that’s what we’ve come to do. — Bono and The Edge #StandWithUkraine — U2 (@U2) May 8, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Антитіла / Antytila (@antytila_official) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Антитіла / Antytila (@antytila_official)
Elvis descobre a pelvis em cena impactante do filme de Baz Luhrmann
A Warner divulgou uma cena completa de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A prévia mostra o começo da lenda de “Elvis the pelvis”, quando ele descobre o impacto de sua dança no público feminino, ao mesmo tempo em que o coronel Tom Parker percebe que pode transformar aquilo numa mina de ouro. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) demonstra toda a fisicalidade requerida para a cena, incorporando o jovem Elvis de corpo e alma, enquanto Tom Hanks (“Finch”) surge bastante transformado por maquiagem prostética para viver Parker, o empresário do Rei do Rock. O elenco da produção também destaca Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.
Série dos Sex Pistols ganha trailer impactante
A FX Networks divulgou os pôsteres internacionais e o primeiro trailer de “Pistol”, minissérie sobre a banda Sex Pistols com direção de Danny Boyle (“Trainspotting”). A prévia apresenta uma recriação detalhista da época em que o punk britânico explodiu, além de um resumo dos planos do empresário Malcolm McLaren para transformar a banda num fenômeno cultural e imagens impactantes de rock e caos. A série vai contar a história da banda responsável pela revolução do punk rock a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, responsável por um filme neste mesmo período, “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – e também retratará a vida em Londres em meados dos anos 1970, destacando a trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como Malcolm McLaren, Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. “Pistol” vai estrear em 31 de maio nos EUA, com o lançamento de todos os episódios pela plataforma Hulu. No Brasil, a atração será lançada pela Star+, em dada ainda não definida.









