Andy Serkis negocia viver Alfred no novo filme de Batman
O novo filme de Batman definiu mais um intérprete de personagem importante da mitologia dos quadrinhos da DC Comics. O ator Andy Serkis, que viveu o vilão Ulysses Klaue em “Pantera Negra”, está negociando o papel de Alfred Pennyworth, o mordomo de Bruce Wayne. O diretor do filme conhece bem Serkis. Matt Reeves comandou dois longas da franquia “Planeta dos Macacos”, em que o ator inglês deu vida ao macaco César (Caesar). O papel não deve ser grande, porque Serkis também está bastante ocupado com a pré-produção de sua própria produção de super-herói, “Venom 2”, que ele vai dirigir. Ou, então, as filmagens de “The Batman” não devem começar tão cedo. A Warner ainda não fez um anúncio oficial, mas a notícia das negociações com Serkis já chegou nas publicações americanas que cobrem a indústria cinematográfica. O ator Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) vai interpretar o herói em “The Batman”, substituindo Ben Affleck, que viveu o personagem em “Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça”. A produção também já escalou Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoë Kravitz (“Big Little Lies”) como Mulher-Gato e Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada. Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), “The Batman” tem previsão de estreia para junho de 2021.
Batman tem professor brasileiro de artes marciais
O carioca Rigan Machado, mestre do jiu-jitsu que já treinou astros como Vin Diesel, Ashton Kutcher e Charlie Hunnam, é o novo professor de Batman. Ele postou em sua Instagram uma foto em que aparece no tatame ao lado de Robert Pattison, protagonista do próximo filme do herói. “Batman está vindo”, escreveu Machado, que atualmente ensina jiu-jitsu em Beverly Hills, nos EUA. Pattinson vai interpretar o herói em “The Batman”, substituindo Ben Affleck, que interpretou o personagem dos quadrinhos em “Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça”. Nos cinemas, o herói também já foi vivido por nomes como Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney e Christian Bale. Além de Pattinson, o longa já escalou Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoë Kravitz (“Big Little Lies”) como Mulher-Gato, e Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada. Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), “The Batman” tem previsão de estreia para junho de 2021. Ver essa foto no Instagram Batman is coming???? Uma publicação compartilhada por Rigan Machado (@riganmachado) em 1 de Nov, 2019 às 2:13 PDT
Jeffrey Wright é confirmado como Comissário Gordon no novo filme de Batman
Especulado desde setembro, o ator Jeffrey Wright foi confirmado como James Gordon no filme “The Batman” na noite desta quarta (30/10). O anúncio foi feito pelo diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) nas redes sociais, com um gif do ator dizendo “Tuíte alguma coisa”, em inglês. Ao lado da imagem, Reeves escreveu: “Tweet! #Gordon”. O roteiro do cineasta devia exigir um Comissário negro, porque, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, Mahershala Ali (“Green Book”) era a principal opção antes de assinar com a Marvel para viver Blade no cinema. Será a primeira vez que o famoso comissário da polícia de Gotham City será vivido por um ator negro. Os últimos atores a interpretar o papel foram Gary Oldman (na trilogia “Cavaleiro das Trevas”) e J.K. Simmons (em “Liga da Justiça”) no cinema, e Ben McKenzie na TV (em “Gotham”). Wright vai se juntar a Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), intérprete de Batman, Zöe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que foi anunciada como Mulher-Gato, e Paul Dano (“Okja” e “12 Anos de Escravidão”), contratado para viver o vilão Charada. Entretanto, Jonah Hill (“Anjos da Lei”), que negociava viver o Penguim, não entrou em acordo com a Warner e desistiu do papel. A produção ainda busca um intérprete para o personagem. Escrito e dirigido por Matt Reeves, “The Batman” chega aos cinemas em junho de 2021. Tweet! #Gordon ? pic.twitter.com/O4PBX7MmuH — Matt Reeves (@mattreevesLA) October 30, 2019
Paul Dano será o Charada no novo filme de Batman
O ator Paul Dano (“Okja” e “12 Anos de Escravidão”) foi contratado para viver o vilão Charada em “The Batman”, novo filme do herói de Gotham City. No longa, Edward Nygma será apresentado como Edward Nashton, antes de assumir sua identidade maligna. Dano será o segundo ator a interpretá-lo no cinema, após Jim Carrey em “Batman Eternamente” (1995). A confirmação acontece após Zöe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) ser anunciada como Mulher-Gato. Entretanto, Jonah Hill (“Anjos da Lei”), que negociava viver o Penguim, não entrou em acordo com a Warner e desistiu do papel. Rumores apontam que os produtores estariam agora atrás de Seth Rogen (“Vizinhos”). Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme trará Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) como Batman. A produção deve começar a ser filmada em janeiro para um lançamento em junho de 2021.
Anne Hathaway parabeniza Zoë Kravitz por virar a nova Mulher-Gato do cinema
A atriz Anne Hathaway, que viveu Selina Kyle, a Mulher-Gato, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, usou as redes sociais para parabenizar Zoë Kravitz por ter conseguido o papel da personagem no vindouro filme “The Batman”. Pelo Instagram, a atriz escreveu, aludindo às sete (nove nos Estados Unidos) vidas de um gato: “Os maiores parabéns para Zoë Kravitz por ter conseguido o papel de uma vida. Bem, uma vida de qualquer jeito… Curta o passeio, Selina”. Confira o post original abaixo. Curiosamente, Zoë já foi Mulher-Gato antes. Ela dublou a personagem em “Lego Batman: O Filme”, produção da Warner lançada em 2017. Além da Mulher-Gato, outros vilões clássicos dos quadrinhos, como Pinguim e Charada, devem aparecer na produção, sem esquecer de coadjuvantes obrigatórios, como Comissário Gordon e Alfred. Batman, por sua vez, será vivido por Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) Com direção de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme tem estreia marcada apenas para junho de 2021. Ver essa foto no Instagram The biggest congrats to @zoeisabellakravitz on landing the role of a lifetime. Well, one life anyway… Enjoy the ride, Selina ? #Catwoman Uma publicação compartilhada por Anne Hathaway (@annehathaway) em 15 de Out, 2019 às 6:36 PDT
Nova Mulher-Gato, Zöe Kravitz já viveu a personagem no cinema
Uma curiosidade sobre a contratação de Zöe Kravitz, a Mulher-Gato de “The Batman”, é que ela já interpretou a heroína antes no cinema. Ela dublou a personagem em “Lego Batman: O Filme”, produção da Warner lançada em 2017. E tem mais. A atriz chegou a discutir participação em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, último filme do herói dirigido por Christopher Nolan. Mas acabou não ficando com o papel, que era pouco mais que uma figuração, por ser considerada “muito urbana” em 2012. Como se não bastasse, a filha do roqueiro Lenny Kravitz tem como segundo pai o ator Jason Momoa, intérprete de “Aquaman” nos filmes da DC Comics. Momoa se tornou seu padrasto ao se casar com sua mãe, Lisa Bonet. Além de dublar Selina Kyler, a Mulher-Gato, ela também já deu voz a uma personagem importante da Marvel: Mary Jane no sucesso animado “Homem-Aranha: No Aranhaverso”. A atriz estrela a seguir a série “High Fidelity”, baseada no filme “Alta Fidelidade”, e o drama musical “Viena and the Fantom”, com direção de Gerardo Naranjo (“Miss Bala”), ambos previstos para 2020. Já “The Batman”, dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), tem estreia marcada apenas para junho de 2021.
Zoe Kravitz será a Mulher-Gato do novo filme de Batman
A atriz Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”, “Big Little Lies”) vai interpretar Mulher-Gato/Selina Kyle em “The Batman”, que marcará a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) como o super-herói da DC Comics. A informação foi apurada pelo site da revista The Hollywood Reporter, que ainda revelou o nome das demais finalistas dos testes realizados pelo diretor Matt Reever (“Planeta dos Macacos: A Guerra”): Zazie Beetz (“Coringa”), Ana de Armas (“Blade Runner: 2049”), Ella Balinska (“As Panteras”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”). Todas contracenaram com Robert Pattinson durante os testes e Zoe Kravitz foi escolhida pelo desempenho e química com o ator, que estrelará a produção no papel-título. A seleção de finalistas demonstra claramente a intenção do cineasta, que também é autor do roteiro, de escalar uma atriz negra ou latina no papel. A escolhida é bem diferente da loira Michelle Pfeiffer, que foi a Mulher-Gato de “Batman: O Retorno” (1992), e de Anne Hathaway, a Selina de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). Mas já existiram duas Mulher-Gato negras nas telas. A primeira debutou na TV em 1967, interpretada por Eartha Kitt na 3ª e última temporada da série “Batman” dos anos 1960 – substituindo, por coincidência, duas atrizes brancas no papel. E Halle Berry estrelou o único filme com o nome da personagem, “Mulher-Gato”, em 2004 – um fracasso retumbante de público e crítica. Além da Mulher-Gato, outros vilões clássicos dos quadrinhos, como Pinguim e Charada, devem aparecer na produção, sem esquecer de coadjuvantes obrigatórios, como Comissário Gordon e Alfred. A produção ainda tem, portanto, muitos papéis para escalar antes de começar suas filmagens. A estreia está marcada apenas para junho de 2021.
Jonah Hill e Jeffrey Wright negociam participar do novo filme de Batman
Os atores Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”) e Jeffrey Wright (“Westworld”) abriram negociações com a Warner para atuar no novo filme do Batman. Segundo a revista Variety, Hill deve interpretar um vilão conhecido, possivelmente o Pinguim ou o Charada, enquanto Wright, de acordo com The Hollywood Reporter, estaria cotado para o papel do Comissário Gordon. O roteiro de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) deve exigir um Comissário negro, porque, segundo apurou o THR, Mahershala Ali (“Green Book”) era a principal opção antes de assinar com a Marvel para viver Blade no cinema. No caso de Hill, os produtores já estavam de olho no ator há tempos, mas as negociações foram interrompidas até que o papel do Batman fosse definido, o que aconteceu em maio, com a contratação de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”). Escrito e dirigido por Matt Reeves, “The Batman” chega aos cinemas em junho de 2021.
O Farol: Robert Pattinson e Willem Dafoe enlouquecem em novo trailer de terror
O estúdio indie A24 divulgou um novo pôster e o segundo trailer do terror “O Farol” (The Lighthouse). A prévia explora o enquadramento, a montagem e a projeção de luz e sombras dos clássicos expressionistas alemães, ao mostrar um mergulho na loucura dos protagonistas. Em preto e branco de forte influência expressionista, o filme traz os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como trabalhadores solitários de um farol numa ilha deserta, no final do século 19. A situação de isolamento alimenta a tensão e a paranoia entre os dois, que precisam se abrigar no farol contra a fúria do clima, enquanto antigos mitos marinhos ganham vida. O filme é o segundo longa do diretor Robert Eggers, do premiado “A Bruxa”, que assim como o longa de 2015 também é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira Exibido em première mundial no Festival de Cannes, conquistou o Prêmio da Crítica de Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores. A estreia brasileira está marcada para 31 de outubro, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Robert Pattinson pediu dicas de Christopher Nolan para viver Batman
Além de ser agora o novo Batman nos cinemas, Robert Pattinson também está trabalhando no filme “Tenet”, de Christopher Nolan, diretor da recente trilogia do “Cavaleiro das Trevas”. Em entrevista para a revista Variety, o ator abordou a coincidência e contou ter pedido dicas para interpretar o papel. “É tão bizarro. Eu fiquei tipo, ‘Que coincidência está acontecendo’. É absolutamente louco. Eu aproveitei para perguntar sobre coisas a ver com o traje, como obter mais movimentos nele”. Na longa entrevista, Pattinson também mencionou que esperava reação mais negativa dos fãs do personagem ao seu nome. “Foi menos cáustico do que eu esperava. É mais legal quando você é um azarão. Não há expectativas em cima de você”. E assumiu que procurou o diretor Matt Reeves (da franquia “Planeta dos Macacos”) e insistiu até o final para ficar com o papel. “Estava com Batman na mente há um tempo. É meio absurdo falar isso. Eu tinha essa ideia e fiquei incitando Matt. Ele não aceitava. E eu ficava falando para nos encontrarmos”. O vazamento do encontro para a imprensa, enquanto eles tentavam fazer tudo na surdina, deixou o ator com medo. “Quando aquela coisa vazou, eu fiquei puto. Todo mundo ficou chateado. Todo mundo da equipe estava em pânico. Eu achei que tínhamos estragado a coisa toda”. Mas seu nome acabou sendo confirmado. “Fiquei absolutamente aliviado quando Matt me chamou”. Outro ator bastante cotado para o papel era Nicholas Hoult, que interpreta o Fera nos filmes dos X-Men. Intitulado em inglês “The Batman”, o filme de Matt Reeves, estrelado por Robert Pattinson, ainda não cronograma de produção conhecido, mas sua previsão de estreia é para junho de 2021.
Festival de Veneza 2019 acumula coleção de polêmicas
O Festival de Veneza 2019, que começa nesta quarta (28/8), aposta nas estrelas de Hollywood, com vários lançamentos americanos, inclusive uma sci-fi estrelada por Brad Pitt (“Ad Astra) e seu primeiro filme de super-herói (no caso, supervilão: “Coringa”, de Todd Phillips) na disputa do Leão de Ouro. E embora chame muita atenção da mídia, o tapete vermelho cheio de estrelas de Hollywood é apenas parte da narrativa projetada pela seleção de filmes. A parte que reafirma Veneza como um palco estratégico para o lançamento de campanhas vencedoras do Oscar. Nos últimos anos, os vencedores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos iniciaram suas trajetórias com premières no festival italiano, culminando na coincidência da edição retrasada, em que “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, colecionou as duas estatuetas douradas: o Leão de Ouro e o Oscar. Em 2018, o vencedor de Veneza foi “Roma”, que conquistou quatro Oscars. O sucesso dessa proposta coincide com o período em que Alberto Barbera se tornou responsável por dirigir o evento, transformando o mais antigo festival de cinema do mundo, tradicionalmente voltado aos filmes europeus de arte, num desfile midiático de blockbusters americanos. Curiosamente, essa metamorfose é entendida como sinal de prestígio de Veneza. E embora “Coringa” deixe ainda mais evidente a crescente comicconização do festival, o problema é mais embaixo. A justaposição de Veneza com o Oscar vinha tirando o foco de uma narrativa constante de insensibilidade às demandas progressistas. Até este ano, quando a falta de tato ultrapassou todos os limites, tornando-se inaceitável. Para começar, apenas duas das 21 obras selecionadas para a competição principal são dirigidas por mulheres: “Babyteeth”, de Shannon Murphy, e “The Perfect Candidate”, de Haifaa Al-Mansour. Em entrevista coletiva, Barbera bateu na tecla de que isso tem a ver com a qualidade das obras selecionadas e não com o sexo das cineastas. Mas as mulheres estão vencendo prêmios em vários festivais, com obras de qualidade explícita. Não bastasse esse problema, a programação de Veneza resolveu acolher filmes de estupradores conhecidos e até a obra com a cena de estupro mais longa já filmada, que serão exibidos em sessões de gala. A lista destaca o novo filme de Roman Polanski, “An Officer and a Spy” (J’Accuse), que deve concentrar manifestações feministas pela ficha corrida do cineasta, estuprador confesso. Há ainda “American Skin”, novo projeto de Nate Parker, julgado por estupro de uma universitária. E uma exibição especial da versão “integral” de “Irreversível” (2002), de Gaspar Noé, conhecido por incluir a cena mais indigesta de estupro do cinema. Veneza também vai continuar exibindo produções de streaming, após premiar “Roma”, da Netflix, como Melhor Filme do ano passado. “The Laundromat”, de Steven Soderbergh, “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, e “O Rei”, de David Michôd, são os representantes da plataforma neste ano, na contramão dos esforços de Cannes para banir o streaming das premiações de prestígio internacional. Por sinal, a programação, que começa com a projeção de “The Truth”, novo drama do premiado cineasta japonês Hirokazu Kore-eda (“Assunto de Família”), se encerra com “Burnt Orange Heresy”, do italiano Giuseppe Capotondi, um diretor mais conhecido por comandar séries da Netflix. Em meio a tanta polêmica, as obras menos midiáticas arriscam-se a só chamar atenção se forem premiadas. Entre elas, há dois filmes de representantes da nova geração do cinema sul-americano, “Ema”, do chileno Pablo Larrain, e “Waiting for the Barbarians”, do colombiano Ciro Guerra – que na verdade é uma produção americana estrelada por Johnny Depp e Robert Pattinson. Quanto aos brasileiros, apenas dois longas foram selecionados em mostras paralelas – o documentário “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, dirigido por Bárbara Paz, na mostra Venice Classics, e “A Linha”, curta animado de Ricardo Laganaro, na seleção de produções de realidade virtual. Mas há uma produção de Rodrigo Teixeira estrelada por Wagner Moura entre os longas da competição principal: “Wasp Network”, dirigida pelo francês Olivier Assayas. E “Ad Astra”, a sci-fi de James Gray, estrelada por Brad Pitt, também tem produção da RT Features, de Teixeira. Além da programação de filmes, o festival vai homenagear a atriz americana Julie Andrews e o cineasta espanhol Pedro Almodovar com Leões de Ouro pelas respetivas carreiras no cinema. O anúncio dos premiados vai acontecer em 7 de setembro, com a entrega do Leão de Ouro pelo juri presidido pela cineasta argentina Lucrecia Martel (“Zama”). Até lá, Veneza vai dar muito o que falar, para o bem e para o mal.
Novo terror do diretor de A Bruxa ganha trailer tenso com Robert Pattinson e Willem Dafoe
O estúdio A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer do terror “The Lighthouse” (o farol), segundo longa do diretor Robert Eggers, do premiado “A Bruxa” (2015). Em preto e branco de forte influência noir e expressionista, o filme traz os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como trabalhadores solitários de um farol numa ilha deserta, no final do século 19. A situação de isolamento alimenta a tensão e a paranoia entre os dois, que precisam se abrigar no farol contra a fúria do tempo, enquanto antigos mitos marinhos ganham vida – veja pausadamente o trailer para perceber uma cena rápida de horror. O filme é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, que também coproduziu “A Bruxa”, e foi premiado em sua estreia mundial no Festival de Cannes com o Prêmio da Crítica de Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores. A estreia brasileira está marcada para 31 de outubro, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Festival de Veneza anuncia competição polêmica com quadrinhos, streaming e Polanski
A organização do Festival de Veneza 2019 anunciou sua seleção oficial nesta quinta (25/7). Sem exemplares do cinema nacional, mas com muitas estrelas de Hollywood, a lista da competição chama atenção por incluir pela primeira vez um filme de super-herói – no caso, supervilão – na disputa do Leão de Ouro. Trata-se de “Coringa”, de Todd Phillips, com Joaquin Phoenix no papel do personagem da DC Comics. Há até uma sci-fi, “Ad Astra”, de James Gray, estrelada por Brad Pitt e produzida pelo brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produz “Wasp Network”, do francês Olivier Assayas, estrelado por Wagner Moura. A lista segue inesperada com o novo filme de Roman Polanski, “An Officer and a Spy” (J’Accuse), que deve concentrar manifestações feministas pela ficha corrida do cineasta. Ainda mais que apenas dois filmes dirigidos por mulheres foram selecionados na competição principal: “Babyteeth”, de Shannon Murphy, e “The Perfect Candidate”, de Haifaa Al-Mansour. Estimulando ainda mais o confronto, a programação até incluiu uma exibição especial, fora da competição, da versão “integral” de “Irreversível” (2002), de Gaspar Noé, filme conhecido por incluir a mais longa e indigesta cena de estupro do cinema. Outros destaques da relação incluem “Ema”, do chileno Pablo Larrain, e “Waiting for the Barbarians”, do colombiano Ciro Guerra, que na verdade é uma produção americana estrelada por Johnny Depp e Robert Pattinson. Para completar, Veneza vai seguir exibindo produções de streaming, após premiar “Roma”, da Netflix, como Melhor Filme do ano passado. “The Laundromat”, de Steven Soderbergh, e “Marriage Story”, de Noah Baumbach, são alguns dos representantes deste ano. Quanto aos brasileiros, apenas dois longas foram selecionados em mostras paralelas – o documentário “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, dirigido por Bárbara Paz, na mostra Venice Classics, e “A Linha”, curta animado de Ricardo Laganaro, na seleção de produções de realidade virtual. O Festival de Veneza 2019 começa em 28 de agosto com a projeção de “The Truth”, novo drama do premiado cineasta japonês Hirokazu Kore-eda (“Assunto de Família”), e se encerra 7 de setembro, com o anúncio dos premiados pelo juri presidido pela cineasta argentina Lucrecia Martel (“Zama”). Confira abaixo a lista completa dos filmes anunciados. Competição principal – Leão de Ouro The Truth, de Hirokazu Kore-eda The Perfect Candidate, de Haifaa Al Mansour About Endlessness, de Roy Andersson Wasp Network, de Olivier Assayas Marriage Story, de Noah Baumbach Guest Of Honor, de Atom Egoyan Ad Astra, de James Gray A Herdade, de Tiago Guedes Gloria Mundi, de Robert Guediguian Waiting For The Barbarians, de Ciro Guerra Ema, de Pablo Larrain Saturday Fiction, de Lou Ye Martin Eden, de Pietro Marcello La Mafia Non E Piu Quella Di Una Volta, de Franco Maresco The Painted Bird, de Vaclav Marhoul The Mayor Of Rione Sanita, de Mario Martone Babyteeth, de Shannon Murphy Coringa, de Todd Phillips J’Accuse, de Roman Polanski The Laundromat, de Steven Soderbergh No. 7 Cherry Lane, de Yonfan Fora de competição – ficção Seberg, de Benedict Andrews Vivere, de Francesco Archibugi The Burnt Orange Heresy, de Giuseppe Capotondi The King, de David Michod Adults In The Room, de Costa Gavras Mosul, de Matthew Michael Carnahan Tutto Il Mio Folle Amore, de Gabriele Salvatores Fora de competição – exibições especiais No One Left Behind, de Guillermo Arriaga Electric Swan, de Konstantina Kotzamani Irreversível – Integral Verson, de Gaspar Noe ZeroZeroZero, de Stefano Sollima The New Pope, de Paolo Sorrentino Never Just A Dream: Stanley Kubrick And Eyes Wide Shut, de Matt Wells De Olhos Bem Fechados, de Stanley Kubrick Fora de competição – documentário Woman, de Yann Arthus-Bertrand, Anastasia Mikova Roger Waters Us + Them, de Sean Evans, Roger Waters I Diari Di Angela – Noi Due Cineaste. Capitolo Secondo, de Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi Citizen K, de Alex Gibney Citizen Rosi, de Didi Gnocchi, Carolina Rosi The Kingmaker, de Lauren Greenfield State Funeral, dir: Sergei Loznitsa Collective, de Alexander Nanau 45 Seconds Of Laughter, de Tim Robbins Il Pianeta In Mare, de Andrea Segre Horizontes Zumiriki, de Osker Alegria Blanco En Blanco, de Theo Court Mes Jours De Gloire, de Antoine De Bary Pelican Blood, de Katrin Gebbe Un Fils, de Mehdi M Barsaoui Nevia, de Nunzia De Stefano Moffie, de Oliver Hermanus Hava, Maryam, Ayesha, de Sahraa Karimi Rialto, de Peter Mackie Burns The Criminal Man, de Dmitry Mamuliya Revenir, de Jessica Palud Giants Being Lonely, de Grear Patterson Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez Balloon, de Pema Tseden Just 6.5, de Saeed Roustaee Shadow Of Water, de Sanal Kumar Sole, de Carlo Sironi Atlantis, de Valentyn Vasyanovych Madre, de Rodrigo Sorogoyen Evento especial Goodbye Dragon Inn, de Tsai Ming-Liang Mostra Scoffini Effeto Domino, de Alessandro Rossetto Once More Unto The Breach, de Federico Ferrone, Michele Manzolini The Scarecrows, de Nouri Bouzid Chiara Ferragni – Unposted, de Elisa Amoruso Clássicos Veneza The Incredible Shrinking Man, de Jack Arnold The Grim Reaper, de Bernardo Bertolucci The Spider’s Strategem, de Bernardo Bertolucci The Criminal Life Of Archibaldo De La Cruz, de Luis Bunuel The Crossing Of The Rhine, de André Cayette Maria Zef, de Vittorio Cottafavi Crash, de David Cronenberg Francisca, de Manoel De Oliveira The House Is Black, de Forough Farrokhzad The White Sheik, de Federico Fellini Current, de Istvan Gaal The Hills Of Marlik, de Ebrahim Golestan Death Of A Bureaucrat, de Tomas Gutierrez Alea Out Of The Blue, de Dennis Hopper Ecstasy, de Gustav Machaty Mauri, de Merata Mita Pigeon Shoot, de Giuliano Montaldo Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, de Bárbara Paz New York, New York, de Martin Scorsese The Red Snowball Tree, se Vasiliy Shukshin Way Of A Gaucho, de Jacques Tourneur Realidade virtual – interativo These Sleepless Nights, de Gabo Arora Loveseat, de Kiira Benzing, Kevin Laibson Glimpse (Preview), de Benjamin Cleary, Michael O’Connor Porton Down, de Callum Cooper Bodyless, de Hsin-Chien Huang Pagan Peak VR, de Ioulia Isserlis, Max Sacker A Life In Flowers, de Armando Kirwin A Linha, de Ricardo Laganaro Inori, de Miwa Komatsu Cosmos Within Us, de Tupac Martir Doctor Who The Edge Of Time, de Marcus Moresby Britannia VR: Out Of Your Mind, de Kim-Leigh Pontin Downloaded, de Ollie Rankin The Key, de Celine Tricart Realidade virtual – linear Battle Hymn, de Yair Agmon Battlescar – Punk Was Invented By Girls, de Martin Allais, Nico Casavecchia Daughters Of Chibok, de Joel Benson Only the Mountain Remains (5×1 Project), de Chiang Wei Liang Ghost In The Shell: Ghost Chaser, de Hirokai Higashi Passenger, se Isobel Knowles, Van Sowerwine The Waiting Room VR, de Victoria Mappleback Black Bag, se Qing Shao VR Free, de Milad Tangshir Gloomy Eyes, se Tereso Jorge, Fernando Maldonado O [5×1 Project], de Qiu Yang Ex Anima Experience, de Pierre Zandrowicz, Bartabas Cinema universitário The End Of Love, de Keren Ben Rafael Lessons Of Love, de Chiara Campara This Is Not A Burial, It’s A Resurrection, de Jeremiah Lemonhang Mosese




