Robert Pattinson pediu dicas de Christopher Nolan para viver Batman
Além de ser agora o novo Batman nos cinemas, Robert Pattinson também está trabalhando no filme “Tenet”, de Christopher Nolan, diretor da recente trilogia do “Cavaleiro das Trevas”. Em entrevista para a revista Variety, o ator abordou a coincidência e contou ter pedido dicas para interpretar o papel. “É tão bizarro. Eu fiquei tipo, ‘Que coincidência está acontecendo’. É absolutamente louco. Eu aproveitei para perguntar sobre coisas a ver com o traje, como obter mais movimentos nele”. Na longa entrevista, Pattinson também mencionou que esperava reação mais negativa dos fãs do personagem ao seu nome. “Foi menos cáustico do que eu esperava. É mais legal quando você é um azarão. Não há expectativas em cima de você”. E assumiu que procurou o diretor Matt Reeves (da franquia “Planeta dos Macacos”) e insistiu até o final para ficar com o papel. “Estava com Batman na mente há um tempo. É meio absurdo falar isso. Eu tinha essa ideia e fiquei incitando Matt. Ele não aceitava. E eu ficava falando para nos encontrarmos”. O vazamento do encontro para a imprensa, enquanto eles tentavam fazer tudo na surdina, deixou o ator com medo. “Quando aquela coisa vazou, eu fiquei puto. Todo mundo ficou chateado. Todo mundo da equipe estava em pânico. Eu achei que tínhamos estragado a coisa toda”. Mas seu nome acabou sendo confirmado. “Fiquei absolutamente aliviado quando Matt me chamou”. Outro ator bastante cotado para o papel era Nicholas Hoult, que interpreta o Fera nos filmes dos X-Men. Intitulado em inglês “The Batman”, o filme de Matt Reeves, estrelado por Robert Pattinson, ainda não cronograma de produção conhecido, mas sua previsão de estreia é para junho de 2021.
Festival de Veneza 2019 acumula coleção de polêmicas
O Festival de Veneza 2019, que começa nesta quarta (28/8), aposta nas estrelas de Hollywood, com vários lançamentos americanos, inclusive uma sci-fi estrelada por Brad Pitt (“Ad Astra) e seu primeiro filme de super-herói (no caso, supervilão: “Coringa”, de Todd Phillips) na disputa do Leão de Ouro. E embora chame muita atenção da mídia, o tapete vermelho cheio de estrelas de Hollywood é apenas parte da narrativa projetada pela seleção de filmes. A parte que reafirma Veneza como um palco estratégico para o lançamento de campanhas vencedoras do Oscar. Nos últimos anos, os vencedores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos iniciaram suas trajetórias com premières no festival italiano, culminando na coincidência da edição retrasada, em que “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, colecionou as duas estatuetas douradas: o Leão de Ouro e o Oscar. Em 2018, o vencedor de Veneza foi “Roma”, que conquistou quatro Oscars. O sucesso dessa proposta coincide com o período em que Alberto Barbera se tornou responsável por dirigir o evento, transformando o mais antigo festival de cinema do mundo, tradicionalmente voltado aos filmes europeus de arte, num desfile midiático de blockbusters americanos. Curiosamente, essa metamorfose é entendida como sinal de prestígio de Veneza. E embora “Coringa” deixe ainda mais evidente a crescente comicconização do festival, o problema é mais embaixo. A justaposição de Veneza com o Oscar vinha tirando o foco de uma narrativa constante de insensibilidade às demandas progressistas. Até este ano, quando a falta de tato ultrapassou todos os limites, tornando-se inaceitável. Para começar, apenas duas das 21 obras selecionadas para a competição principal são dirigidas por mulheres: “Babyteeth”, de Shannon Murphy, e “The Perfect Candidate”, de Haifaa Al-Mansour. Em entrevista coletiva, Barbera bateu na tecla de que isso tem a ver com a qualidade das obras selecionadas e não com o sexo das cineastas. Mas as mulheres estão vencendo prêmios em vários festivais, com obras de qualidade explícita. Não bastasse esse problema, a programação de Veneza resolveu acolher filmes de estupradores conhecidos e até a obra com a cena de estupro mais longa já filmada, que serão exibidos em sessões de gala. A lista destaca o novo filme de Roman Polanski, “An Officer and a Spy” (J’Accuse), que deve concentrar manifestações feministas pela ficha corrida do cineasta, estuprador confesso. Há ainda “American Skin”, novo projeto de Nate Parker, julgado por estupro de uma universitária. E uma exibição especial da versão “integral” de “Irreversível” (2002), de Gaspar Noé, conhecido por incluir a cena mais indigesta de estupro do cinema. Veneza também vai continuar exibindo produções de streaming, após premiar “Roma”, da Netflix, como Melhor Filme do ano passado. “The Laundromat”, de Steven Soderbergh, “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, e “O Rei”, de David Michôd, são os representantes da plataforma neste ano, na contramão dos esforços de Cannes para banir o streaming das premiações de prestígio internacional. Por sinal, a programação, que começa com a projeção de “The Truth”, novo drama do premiado cineasta japonês Hirokazu Kore-eda (“Assunto de Família”), se encerra com “Burnt Orange Heresy”, do italiano Giuseppe Capotondi, um diretor mais conhecido por comandar séries da Netflix. Em meio a tanta polêmica, as obras menos midiáticas arriscam-se a só chamar atenção se forem premiadas. Entre elas, há dois filmes de representantes da nova geração do cinema sul-americano, “Ema”, do chileno Pablo Larrain, e “Waiting for the Barbarians”, do colombiano Ciro Guerra – que na verdade é uma produção americana estrelada por Johnny Depp e Robert Pattinson. Quanto aos brasileiros, apenas dois longas foram selecionados em mostras paralelas – o documentário “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, dirigido por Bárbara Paz, na mostra Venice Classics, e “A Linha”, curta animado de Ricardo Laganaro, na seleção de produções de realidade virtual. Mas há uma produção de Rodrigo Teixeira estrelada por Wagner Moura entre os longas da competição principal: “Wasp Network”, dirigida pelo francês Olivier Assayas. E “Ad Astra”, a sci-fi de James Gray, estrelada por Brad Pitt, também tem produção da RT Features, de Teixeira. Além da programação de filmes, o festival vai homenagear a atriz americana Julie Andrews e o cineasta espanhol Pedro Almodovar com Leões de Ouro pelas respetivas carreiras no cinema. O anúncio dos premiados vai acontecer em 7 de setembro, com a entrega do Leão de Ouro pelo juri presidido pela cineasta argentina Lucrecia Martel (“Zama”). Até lá, Veneza vai dar muito o que falar, para o bem e para o mal.
Novo terror do diretor de A Bruxa ganha trailer tenso com Robert Pattinson e Willem Dafoe
O estúdio A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer do terror “The Lighthouse” (o farol), segundo longa do diretor Robert Eggers, do premiado “A Bruxa” (2015). Em preto e branco de forte influência noir e expressionista, o filme traz os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como trabalhadores solitários de um farol numa ilha deserta, no final do século 19. A situação de isolamento alimenta a tensão e a paranoia entre os dois, que precisam se abrigar no farol contra a fúria do tempo, enquanto antigos mitos marinhos ganham vida – veja pausadamente o trailer para perceber uma cena rápida de horror. O filme é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, que também coproduziu “A Bruxa”, e foi premiado em sua estreia mundial no Festival de Cannes com o Prêmio da Crítica de Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores. A estreia brasileira está marcada para 31 de outubro, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Festival de Veneza anuncia competição polêmica com quadrinhos, streaming e Polanski
A organização do Festival de Veneza 2019 anunciou sua seleção oficial nesta quinta (25/7). Sem exemplares do cinema nacional, mas com muitas estrelas de Hollywood, a lista da competição chama atenção por incluir pela primeira vez um filme de super-herói – no caso, supervilão – na disputa do Leão de Ouro. Trata-se de “Coringa”, de Todd Phillips, com Joaquin Phoenix no papel do personagem da DC Comics. Há até uma sci-fi, “Ad Astra”, de James Gray, estrelada por Brad Pitt e produzida pelo brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produz “Wasp Network”, do francês Olivier Assayas, estrelado por Wagner Moura. A lista segue inesperada com o novo filme de Roman Polanski, “An Officer and a Spy” (J’Accuse), que deve concentrar manifestações feministas pela ficha corrida do cineasta. Ainda mais que apenas dois filmes dirigidos por mulheres foram selecionados na competição principal: “Babyteeth”, de Shannon Murphy, e “The Perfect Candidate”, de Haifaa Al-Mansour. Estimulando ainda mais o confronto, a programação até incluiu uma exibição especial, fora da competição, da versão “integral” de “Irreversível” (2002), de Gaspar Noé, filme conhecido por incluir a mais longa e indigesta cena de estupro do cinema. Outros destaques da relação incluem “Ema”, do chileno Pablo Larrain, e “Waiting for the Barbarians”, do colombiano Ciro Guerra, que na verdade é uma produção americana estrelada por Johnny Depp e Robert Pattinson. Para completar, Veneza vai seguir exibindo produções de streaming, após premiar “Roma”, da Netflix, como Melhor Filme do ano passado. “The Laundromat”, de Steven Soderbergh, e “Marriage Story”, de Noah Baumbach, são alguns dos representantes deste ano. Quanto aos brasileiros, apenas dois longas foram selecionados em mostras paralelas – o documentário “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, dirigido por Bárbara Paz, na mostra Venice Classics, e “A Linha”, curta animado de Ricardo Laganaro, na seleção de produções de realidade virtual. O Festival de Veneza 2019 começa em 28 de agosto com a projeção de “The Truth”, novo drama do premiado cineasta japonês Hirokazu Kore-eda (“Assunto de Família”), e se encerra 7 de setembro, com o anúncio dos premiados pelo juri presidido pela cineasta argentina Lucrecia Martel (“Zama”). Confira abaixo a lista completa dos filmes anunciados. Competição principal – Leão de Ouro The Truth, de Hirokazu Kore-eda The Perfect Candidate, de Haifaa Al Mansour About Endlessness, de Roy Andersson Wasp Network, de Olivier Assayas Marriage Story, de Noah Baumbach Guest Of Honor, de Atom Egoyan Ad Astra, de James Gray A Herdade, de Tiago Guedes Gloria Mundi, de Robert Guediguian Waiting For The Barbarians, de Ciro Guerra Ema, de Pablo Larrain Saturday Fiction, de Lou Ye Martin Eden, de Pietro Marcello La Mafia Non E Piu Quella Di Una Volta, de Franco Maresco The Painted Bird, de Vaclav Marhoul The Mayor Of Rione Sanita, de Mario Martone Babyteeth, de Shannon Murphy Coringa, de Todd Phillips J’Accuse, de Roman Polanski The Laundromat, de Steven Soderbergh No. 7 Cherry Lane, de Yonfan Fora de competição – ficção Seberg, de Benedict Andrews Vivere, de Francesco Archibugi The Burnt Orange Heresy, de Giuseppe Capotondi The King, de David Michod Adults In The Room, de Costa Gavras Mosul, de Matthew Michael Carnahan Tutto Il Mio Folle Amore, de Gabriele Salvatores Fora de competição – exibições especiais No One Left Behind, de Guillermo Arriaga Electric Swan, de Konstantina Kotzamani Irreversível – Integral Verson, de Gaspar Noe ZeroZeroZero, de Stefano Sollima The New Pope, de Paolo Sorrentino Never Just A Dream: Stanley Kubrick And Eyes Wide Shut, de Matt Wells De Olhos Bem Fechados, de Stanley Kubrick Fora de competição – documentário Woman, de Yann Arthus-Bertrand, Anastasia Mikova Roger Waters Us + Them, de Sean Evans, Roger Waters I Diari Di Angela – Noi Due Cineaste. Capitolo Secondo, de Yervant Gianikian, Angela Ricci Lucchi Citizen K, de Alex Gibney Citizen Rosi, de Didi Gnocchi, Carolina Rosi The Kingmaker, de Lauren Greenfield State Funeral, dir: Sergei Loznitsa Collective, de Alexander Nanau 45 Seconds Of Laughter, de Tim Robbins Il Pianeta In Mare, de Andrea Segre Horizontes Zumiriki, de Osker Alegria Blanco En Blanco, de Theo Court Mes Jours De Gloire, de Antoine De Bary Pelican Blood, de Katrin Gebbe Un Fils, de Mehdi M Barsaoui Nevia, de Nunzia De Stefano Moffie, de Oliver Hermanus Hava, Maryam, Ayesha, de Sahraa Karimi Rialto, de Peter Mackie Burns The Criminal Man, de Dmitry Mamuliya Revenir, de Jessica Palud Giants Being Lonely, de Grear Patterson Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez Balloon, de Pema Tseden Just 6.5, de Saeed Roustaee Shadow Of Water, de Sanal Kumar Sole, de Carlo Sironi Atlantis, de Valentyn Vasyanovych Madre, de Rodrigo Sorogoyen Evento especial Goodbye Dragon Inn, de Tsai Ming-Liang Mostra Scoffini Effeto Domino, de Alessandro Rossetto Once More Unto The Breach, de Federico Ferrone, Michele Manzolini The Scarecrows, de Nouri Bouzid Chiara Ferragni – Unposted, de Elisa Amoruso Clássicos Veneza The Incredible Shrinking Man, de Jack Arnold The Grim Reaper, de Bernardo Bertolucci The Spider’s Strategem, de Bernardo Bertolucci The Criminal Life Of Archibaldo De La Cruz, de Luis Bunuel The Crossing Of The Rhine, de André Cayette Maria Zef, de Vittorio Cottafavi Crash, de David Cronenberg Francisca, de Manoel De Oliveira The House Is Black, de Forough Farrokhzad The White Sheik, de Federico Fellini Current, de Istvan Gaal The Hills Of Marlik, de Ebrahim Golestan Death Of A Bureaucrat, de Tomas Gutierrez Alea Out Of The Blue, de Dennis Hopper Ecstasy, de Gustav Machaty Mauri, de Merata Mita Pigeon Shoot, de Giuliano Montaldo Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, de Bárbara Paz New York, New York, de Martin Scorsese The Red Snowball Tree, se Vasiliy Shukshin Way Of A Gaucho, de Jacques Tourneur Realidade virtual – interativo These Sleepless Nights, de Gabo Arora Loveseat, de Kiira Benzing, Kevin Laibson Glimpse (Preview), de Benjamin Cleary, Michael O’Connor Porton Down, de Callum Cooper Bodyless, de Hsin-Chien Huang Pagan Peak VR, de Ioulia Isserlis, Max Sacker A Life In Flowers, de Armando Kirwin A Linha, de Ricardo Laganaro Inori, de Miwa Komatsu Cosmos Within Us, de Tupac Martir Doctor Who The Edge Of Time, de Marcus Moresby Britannia VR: Out Of Your Mind, de Kim-Leigh Pontin Downloaded, de Ollie Rankin The Key, de Celine Tricart Realidade virtual – linear Battle Hymn, de Yair Agmon Battlescar – Punk Was Invented By Girls, de Martin Allais, Nico Casavecchia Daughters Of Chibok, de Joel Benson Only the Mountain Remains (5×1 Project), de Chiang Wei Liang Ghost In The Shell: Ghost Chaser, de Hirokai Higashi Passenger, se Isobel Knowles, Van Sowerwine The Waiting Room VR, de Victoria Mappleback Black Bag, se Qing Shao VR Free, de Milad Tangshir Gloomy Eyes, se Tereso Jorge, Fernando Maldonado O [5×1 Project], de Qiu Yang Ex Anima Experience, de Pierre Zandrowicz, Bartabas Cinema universitário The End Of Love, de Keren Ben Rafael Lessons Of Love, de Chiara Campara This Is Not A Burial, It’s A Resurrection, de Jeremiah Lemonhang Mosese
Robert Pattinson teve que se vestir de Batman para ganhar papel no novo filme do super-herói
Os bastidores do teste que confirmou Robert Pattinson como o novo Batman foram desvendados numa reportagem da revista The Hollywood Reporter. Segundo a publicação, a audição em que ele venceu a disputa final com Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) aconteceu na sexta (31/5) e os dois atores precisaram se vestir com o traje do herói encapuzado para o diretor Matt Reeves definir qual seria contratado. O uniforme utilizado pertencia a um Batman anterior, mas não está claro se foi o mesmo trajado por Ben Affleck nos lançamentos mais recentes da Warner. O teste à caráter é costume nas adaptações do personagem. Christian Bale, por exemplo, fez seu teste para o papel usando o bat-uniforme de Val Kilmer. Pattison teria ficado melhor com o capuz. Ele tem um queixo quadrado que parece mesmo pertencer a um personagem de quadrinhos. Além disso, outro fator teria pesado a seu favor. Ao contrário de Nicholas Hoult, seu rival na disputa, Pattinson não tem no currículo nenhum filme de super-herói. Já Hoult interpreta o Fera na franquia “X-Men”. Nem os filmes da Marvel nem as produções da DC Comics estabelecem cláusulas contratuais que impeçam atores e atrizes de “pular a cerca” e estrelar lançamentos do universo rival de super-heróis. Por isso, Zachary Levi (“Thor: O Mundo Sombrio” e “Shazam!”) e Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia” e “Shazam!”) aparecerem em produções baseadas nos quadrinhos das duas editoras. Mas, de acordo com o THR, existe uma orientação interna para tentar evitar que isso aconteça, pois há temor de sobrecarregamento, que pode confundir o público. Deste modo, o fato de nunca ter sido super-herói foi considerado um grande diferencial e pesou na escolha de Pattinson. A definição de um ator de 32 anos também aponta que “The Batman” vai focar nos anos de formação do herói da DC Comics. Apesar da confirmação em diversos artigos na imprensa, a Warner ainda não fez nenhum anúncio oficial. Como o contrato prevê múltiplos filmes, ator e estúdio negociam detalhes. A expectativa é que Matt Reeves faça uma nova trilogia de Batman, estrelada por Pattinson. Vale lembrar que, após o fenômeno “Crepúsculo”, o ator se consagrou com grandes interpretações em filmes independentes, como “Bom Comportamento” e “The Lighthouse”, que foi premiado pela crítica no recente Festival de Cannes. Por sinal, seu próximo filme será uma produção do diretor Christopher Nolan, que dirigiu uma trilogia de Batman. Intitulado “Tenet”, este longa estreia em julho de 2020 e também está sendo produzido pela Warner Bros. “The Batman” só começará a ser filmado após Pattinson encerrar seu trabalho no filme de Nolan. A estreia do reboot da franquia de super-herói está marcada para junho de 2021.
Robert Pattinson será mesmo o novo Batman
A Warner já definiu. Segundo a imprensa americana, Robert Pattinson será mesmo o próximo Batman dos cinemas. A apuração de diversos sites revelam que o ex-vampiro de “Crepúsculo” será o Homem-Morcego no filme “The Batman”, que será dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e deve chegar aos cinemas em 2021. A decisão teria sido definida após a última rodada de testes nesta semana, que inclui o ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”, “Tolkien”). Pattinson saiu-se melhor. Ele será o sucessor de Ben Affleck, que interpretou o personagem em “Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça”. Outros que interpretaram o herói de Gotham City no cinema foram Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney e Christian Bale. De acordo com o site Deadline, Reeves quer fazer uma trilogia com Pattinson como Batman. Como o contrato prevê múltiplos filmes, ator e estúdio negociam os últimos detalhes. Por isso, apesar da definição, a Warner ainda não fez um anúncio oficial. Desde que o favoritismo de Pattinson para o papel vazou na imprensa, fãs tiveram reações divididas. Já há até petições para substituí-lo. Entretanto, quem acompanha cinema comemorou, apontando que após “Crepúsculo” Pattinson se consagrou com grandes interpretações em filmes recentes, como “Bom Comportamento” e “The Lighthouse”, que foi premiado pela crítica no recente Festival de Cannes. O próximo filme do ator será uma produção do diretor Christopher Nolan, que dirigiu três filmes de Batman. Intitulado “Tenet”, este longa estreia em julho de 2020 e também está sendo produzido pela Warner Bros.
Terror do diretor de A Bruxa coproduzido pelo Brasil vence Prêmio da Crítica em Cannes
Coprodução brasileira, o terror “The Lighthouse” (o farol), do americano Robert Eggers (“A Bruxa”), foi o vencedor do Prêmio da Crítica como Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes. Uma das obras mais elogiadas do festival deste ano, o longa atingiu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Rodado em preto e branco, traz Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Aquaman”) como dois sujeitos que têm de cuidar de um farol isolado na região da Nova Inglaterra, no século 19. O clima é gótico e ao estilo dos melhores contos de Edgar Allan Poe. Assim como aconteceu com a “A Bruxa”, filme de estreia de Eggers, “The Lighthouse” tem coprodução da produtora paulista RT Features, de Rodrigo Teixeira. A premiação do longa se soma à vitória de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, do cearense Karim Aïnouz, outra coprodução da RT Features, que foi eleito o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, a mais importante seção paralela do Festival de Cannes, dedicada a filmes mais ousados. Já o Prêmio da Crítica para Melhor Filme da mostra competitiva ficou com “It Must Be Heaven”, do palestino Elia Suleiman, que discute identidade no país do diretor, que muitos dizem não existir. A premiação é iniciativa da Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) e não é considerada um prêmio oficial de Cannes.
Novo filme de Christopher Nolan ganha título e aumenta elenco
O novo filme do diretor Christopher Nolan (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “Dunkirk”) ganhou título, revelou seu gênero e anunciou novidades em seu elenco. Segundo a revista Entertainment Weekly, o projeto da Warner se chama “Tenet” e será um thriller de ação, passado no mundo da espionagem internacional. Os novos atores confirmados na produção incluem dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”), além de duas novidades: Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), estrela veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood. Eles vão se juntar aos anteriormente anunciados Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”) e John David Washington (“Infiltrado na Klan”) “Tenet” terá filmagens em sete países diferentes e seguirá as preferências técnicas de Nolan, com registro por câmeras IMAX e filme analógico de 70mm. Por sinal, as filmagens já começaram, visando uma estreia em julho de 2020.
Robert Pattinson é favorito para virar o novo Batman do cinema
O ator Robert Pattinson, que já foi vampiro na franquia “Crepúsculo”, pode virar o homem-morcego no próximo filme de Batman. Ele seria o favorito do diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) para o papel, segundo apuraram diferentes publicações americanas – as rivais Variety e The Hollywood Reporter, entre elas. Quando desistiu do filme, o ator Ben Affleck revelou que o diretor buscava um ator bem mais jovem para o papel. Pattinson completou 33 anos nesta semana, uma década a menos que Affleck. Outros atores que estariam no radar de Reeves, segundo o THR, são Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”), Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) e Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”). As filmagens devem começar entre o fim de 2019 e o início de 2020 com produção da Warner Bros. O roteiro foi escrito pelo próprio Reeves, que pretende abordar o lado detetive de Batman, até então nuncaexplorado no cinema. Por coincidência, o próximo filme a ser rodado por Robert Pattinson é uma produção do diretor Christopher Nolan, que dirigiu três filmes de Batman. Ainda sem título, este longa estreia em julho de 2020 e também está sendo produzido pela Warner Bros.
Primeira foto do novo terror do diretor de A Bruxa junta Robert Pattinson e Willem Dafoe
O estúdio A24 divulgou a primeira foto do terror “The Lighthouse” (o farol), que junta os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”). Em preto e branco, a imagem registra a dupla em roupas de época, ao lado do farol do título. Segundo longa de Robert Eggers, diretor do premiado terror “A Bruxa” (2015), vencedor do Festival de Sundance, “The Lighthouse” é ambientado na Nova Escócia, no final do século 19, e irá abordar antigos mitos marinhos. O filme é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, que também coproduziu “A Bruxa”. A première mundial está marcada para a mostra Quinzena dos Realizadores, durante o Festival de Cannes.
Robert Pattinson entra no novo filme de Christopher Nolan
O novo filme misterioso do diretor Christopher Nolan começa a tomar forma. Segundo o site Deadline, o ator Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e a atriz Elizabeth Debicki (“As Viúvas”) entraram no elenco da produção. Eles se juntam ao primeiro ator anunciado: John David Washington, filho de Denzel Washington que estrelou “Infiltrado na Klan”. Não há nenhum informação sobre a produção além da data de estreia, marcada para 17 de julho de 2020 nos Estados Unidos. Nada mais foi divulgado a respeito do longa, nem mesmo seu título. Por conta disso, rumores sobre a possível trama são superficiais. Já houve quem descrevesse o filme como uma aventura inspirada por “Intriga Internacional”, clássico de 1959 de Alfred Hitchcock. E fontes da Variety acrescetam que se trata de “um grande épico de ação que será exibido em IMAX”. As filmagens devem começar nos próximos meses. Nolan também escreveu o roteiro e vai produzir o projeto, ao lado de sua parceira profissional de longa data, Emma Thomas.
Robert Pattinson canta “música espacial” em clipe de sci-fi francesa
A página da banda Tindersticks no YouTube publicou o clipe de “WIllow”, música da trilha sonora da ficção científica “High Life”, composta pelo cantor e guitarrista Stuart A. Staples. O vídeo minimalista mostra imagens do espaço e o interior escuro de uma nave, onde se encontram os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Jessie Ross (“The Frankenstein Chronicles”). E é o ator quem canta a música. Willow é o nome da filha (Ross) de seu personagem, para quem ele entoa a melodia no longa. “High Life” é a primeira sci-fi da cineasta Claire Denis, mas a quinta trilha de sua filmografia criada pelo líder dos Tindersticks. Staples compõe as músicas dos filmes da diretora francesa há 15 anos, desde “O Intruso” (2004). Na trama, prisioneiros condenados à morte trocam suas sentenças por uma missão espacial suicida para colher energia perto de um buraco negro. Paralelamente, a médica da nave realiza uma experiência própria, testando obsessivamente a capacidade da tripulação para se reproduzir no espaço. Não demora e os prisioneiros confinados se rebelam diante de um destino sombrio que alimenta desentendimentos e descamba em violência. O elenco também destaca Mia Goth (“A Cura”), o rapper André Benjamin (“Jimi: Tudo a Meu Favor”), a polonesa Agata Buzek (“Agnus Dei”), o alemão Lars Eidinger (“Personal Shopper”) e a francesa Juliette Binoche (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”), que interpreta a médica sádica. “High Life” teve première no Festival de Toronto, onde atingiu 86% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Premiado pela crítica no Festival de San Sebastian, o filme estreou em novembro na França e chega apenas em 5 de abril aos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Netflix compra suspense com dois astros dos Vingadores e diretor “brasileiro”
A Netflix adquiriu os direitos de exibição de “The Devil All the Time”, filme do diretor semi-brasileiro Antonio Campos (“Christine”) estrelado por uma constelação de astros, entre eles dois Vingadores: Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Chris Evans (“Capitão América: Guerra Civil”), além de Robert Pattinson (“Crepúsculo”), Mia Wasikowska (“A Colina Escarlate”), Tracy Letts (“The Sinner”), Bill Skarsgard (“It: A Coisa”) e Eliza Scanlen (“Sharp Objects”). Para completar o time de astros, o produtor é Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), que não deve aparecer na frente das câmeras. Nascido e criado em Nova York, Campos nunca viveu no Brasil, mas o nome denuncia sua origem. Ele é filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (do programa “Manhattan Connection”) e da produtora indie americana Rose Ganguzza (“Margin Call”, “Versos de um Crime”), e vem se destacando com filmes bem avaliados no circuito de festivais desde sua estreia, “Buy It Now” (2005), premiada no Festival de Cannes. Ele também dirigiu “Depois da Escola” (2008), “Simon Assassino” (2012) e “Christine” (2016), sempre gerando comentários positivos, além de ter assinado os primeiros episódios das duas temporadas da série “The Sinner”. Seu novo filme é a adaptação do livro de Donald Ray Pollock, inédito no Brasil, que foi lançado em Portugal com o título “Sempre o Diabo”. A trama é um suspense que envolve diversos habitantes de uma cidadezinha americana, a fictícia Knockemstiff, em Ohio. Os protagonistas são Willard Russell e seu filho. Enquanto busca desesperadamente uma forma de salvar sua mulher doente, o pai se volta para as preces, enquanto seu filho se transforma de antiga vítima de bullying num homem que toma decisões ousadas. A trama também inclui o corrupto xerife local, um casal de serial killers e um pastor que começa a duvidar de sua fé. “The Devil All the Time” ainda não tem data de lançamento definida.






