Atriz de Fresh off the Boat fica pê da vida com renovação da série
A atriz Constance Wu soltou um monte de palavrões no Twitter após o anúncio da renovação de “Fresh off the Boat” para sua 6ª temporada. É raro um ator reclamar por ter o emprego garantido por mais um ano. E isso pegou tão mal que ela correu para se retratar após a grande repercussão causada por seus comentários. Constance Wu interpreta Jessica, a jovem matriarca da família Huang em “Fresh off the Boat”. É o principal papel feminino da série da rede ABC. Mas, recentemente, ela ganhou ainda mais projeção no cinema, graças ao sucesso de “Podres de Ricos”, em que viveu a grande protagonista. O filme vai ganhar sequência e é possível deduzir, por sua reação, que pode haver conflito de agenda. Em alta, ela também está sendo requisitada para várias outras produções, tendo filmado três longas nos últimos meses – ainda inéditos. Há também críticos que consideram que a série está transformando sua personagem, que era uma mãe tigre, numa idiota nas temporadas mais recentes. Matérias com esse tipo de análise foram compartilhadas pelos fãs da atriz após o aparente surto. A controvérsia começou assim que a notícia da renovação foi divulgada, quando Wu postou no Twitter: “Estou tão chateado agora que estou literalmente chorando. Ugh F*”. Ela seguiu com um tweet que dizia “Que f* infernal”. Como os fãs não entenderam nada, um usuário arriscou parabenizá-la pela renovação, dizendo que a renovação era “uma ótima notícia”. E recebeu como resposta que “Não, não é”. Wu também deixou um comentário no Instagram oficial da série, escrevendo um “Dislike” por extenso num post que comemorava a renovação. Após uma hora, ela voltou ao Twitter para esclarecer suas observações, dizendo que os palavrões não representavam nada demais, apenas “como eu normalmente falo” e que as pessoas estavam “fazendo muitas suposições” sobre o que seus tuítes significavam. Wu acrescentou que seus posts eram por outro motivo, mas concorda que foram “inoportunos”. Após mais duas horas, retornou para se dizer “muito grata” por o programa ter sido renovado e agradeceu aos fãs por seu apoio. “Os tuítes de hoje saíram no auge de um dia difícil e foram mal cronometrados com as notícias do programa. Por favor, saibam que estou muito grata pela renovação de ‘Fresh off the Boat’. Eu amo o elenco e a equipe. Tenho orgulho de fazer parte disso. Agradeço a todos os fãs que me apoiaram e também aos que apoiaram meu uso casual da palavra f*. Obrigado a vocês”. Veja abaixo as postagens com os palavrões integrais. So upset right now that I’m literally crying. Ugh. Fuck — Constance Wu (@ConstanceWu) May 10, 2019 Fucking hell. — Constance Wu (@ConstanceWu) May 10, 2019 That was not a rampage, it was just how I normally talk. I say fuck a lot. I love the word. Y’all are making a lot of assumptions about what I was saying. And no, it’s not what it’s about. No it’s not..what this is all about. Stop assuming. — Constance Wu (@ConstanceWu) May 10, 2019 Todays tweets were on the heels of rough day&were ill timed w/the news of the show. Plz know, Im so grateful for FOTB renewal. I love the cast&crew. Im proud to be a part of it. For all the fans support, thank u & for all who support my casual use of the word fuck-thank u too? — Constance Wu (@ConstanceWu) May 11, 2019
ABC renova Fresh off the Boat e mais quatro séries de comédia
Após embarcar no tsunami de cancelamentos desta sexta-feira (10/4), a rede americana ABC anunciou as renovações de quatro séries de comédia de sua programação. “Fresh off the Boat”, “American Housewife”, “Bless this Mess” e “Single Parents” escaparam dos cortes, garantindo novas temporadas. “Single Parents” e “Bless this Mess” vão para seus segundos anos, enquanto “American Housewife” comemora seu quarto aniversário e “Fresh Off the Boat” atinge a 6ª temporada. A continuidade dessas produções foi revelada após a ABC divulgar o fim das séries “Speechless” (na 3ª temporada), “Splitting Up Together” (na 2ª temporada) e das estreantes “The Kids Are Alright” e “The Fix”. Curiosamente, foi uma divisão igual: quatro canceladas e quatro renovadas, com duas veteranas e duas novatas em cada lado da equação financeira.
Série Máquina Mortífera é cancelada após três temporadas
A Fox anunciou o cancelamento de “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon) após três temporadas. A série, exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede Globo, terminou seu terceiro ano num cliffhanger (gancho para a continuação), que não terá resolução. Mas o cancelamento não surpreendeu quem acompanha as notícias sobre a produção. “Máquina Mortífera” vinha enfrentando diversos problemas nos bastidores. O ator Clayne Crawford, que vivia o personagem Martin Riggs, foi demitido ao final da 2ª temporada por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Damian Wayans, intérprete de Roger Murtaugh. Para justificar a saída do protagonista, os produtores resolveram matar Martin Riggs, que foi vivido por Mel Gibson nos filmes que originaram a série. E Murtaugh ganhou um novo parceiro: Wesley Cole, que nunca apareceu nos filmes. O papel foi interpretado por Seann William Scott (de “American Pie”) na 3ª e última temporada da série. Como se essa mudança radical no conceito da atração não fosse suficiente, Wayans surpreendeu a produção ao anunciar, durante uma entrevista realizada em outubro passado, que ia deixar a série. Ele alegou cansaço com a rotina da produção, que estaria afetando sua saúde. E isto foi antes da estreia do terceiro ano da produção. Em fevereiro, o produtor Matt Miller garantiu que os problemas com Wayans tinham sido resolvidos, e que as chances de renovação de “Máquina Mortífera” eram grandes. Mas a Fox pode ter se cansado de tanta confusão. A série “Máquina Mortífera” era inspirada na franquia cinematográfica de mesmo nome, estrelada por Mel Gibson e Danny Glover. Os quatro filmes da franquia foram lançados entre 1987 e 1998.
Grey’s Anatomy é renovada para mais duas temporadas
Após cancelar “For the People”, a rede americana ABC renovou as outras três séries da produtora Shonda Rhimes. E uma delas por dois anos. O drama médico “Grey’s Anatomy” garantiu a produção de suas 16ª e 17ª temporadas. A renovação de “Grey’s” amplia dois recordes que o drama já possuía. Com 17 temporadas, a série se tornará a mais longeva da história da ABC, e também a maior produção de tema médico da história da TV norte-americana, batendo “ER: Plantão Médico”, que durou 15 temporadas de 1994 a 2009. É possível que estes dois anos extras também marquem o final da série, já que a atriz Ellen Pompeo, intérprete da protagonista Meredith Grey, tem demonstrado interesse em viver outros papéis. Ela chegou a indicar que faria só mais uma temporada. A ABC aproveitou para renovar também o spin-off de “Grey’s Anatomy”, “Station 19”. O drama de bombeiros vai chegar a sua 3ª temporada. Mas sofrerá mudanças nos bastidores. A roteirista-produtora Krista Vernoff, que já é showrunner de “Grey’s”, vai fazer jornada dupla ao acumular a mesma função no spin-off. Por fim, “How to Get Away with Murder”, que traz Viola Davis no papel principal, foi renovada para a sua 6ª temporada. Davis ganhou um Emmy por sua performance na série, em 2015. Apesar das três séries na ABC, Rhimes não tem mais contrato de exclusividade com a emissora. No ano passado, ela assinou um acordo milionário com a Netflix e atualmente está focada em desenvolver novas produções para a plataforma de streaming.
For the People é cancelada após duas temporadas
A rede ABC anunciou o cancelamento de “For the People” após duas temporadas. A série era a produção menos vista de Shonda Rhimes, responsável por “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away With Murder”. Criada por Paul William Davies (roteirista de “Scandal”), “For the People” também era o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferenciava de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Ou seja, como “Raising the Bar”, exibida há dez anos no canal pago TNT. Vale lembrar que a ABC quase rejeitou a série, que para ser aprovada precisou ter seu piloto refilmado com mudanças no elenco. A atriz principal, Britt Robertson (das séries “Under the Dome” e “Girlboss”), foi acrescentada em cima da hora, em substituição a Britne Oldford (série “Hunter”). Os demais atores eram Jasmin Savoy Brown (série “Leftovers”), Ben Rappaport (“Mr. Robot”), Susannah Flood (“Chicago Fire”), Wesam Keesh (“Awkward.”), Regé-Jean Page (minissérie “Raízes/Roots”), Ben Shenkman (“Royal Pains”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Vondie Curtis-Hall (“Demolidor”) e Anna Deavere Smith (“Nurse Jackie”), além de Charles Michael Davis (“The Originals”) a partir da 2ª temporada. O último episódio vai ao ar na próxima quinta (16/5) nos Estados Unidos.
CBS renova seis séries veteranas, entre elas três remakes e a problemática Bull
A rede americana CBS anunciou a renovações de seis séries veteranas. “Hawaii Five-0” vai para sua 10ª temporada, “Madam Secretary” para a 6ª, “Bull” e “MacGyver” para a 4ª, “SEAL Team” e “S.W.A.T.” para a 3ª. São todas séries dramáticas, a maioria de ação, e metade é remake. E há pelo menos uma renovação polêmica. Muitos esperavam que “Bull” fosse acabar após a CBS pagar US$ 9,5 milhões à atriz Eliza Dushku, como indenização por ter sofrido assédio do ator principal da série, Michael Weatherly, e ter sido dispensada após denunciar o incômodo à produção. Weatherly disse que fez apenas piadas, não sofreu punição e emitiu um comunicado dizendo que não tinha culpa pela demissão da atriz. A CBS é a mesma rede que teve seu presidente Les Moonves envolvido em várias denúncias de assédio e abuso sexual, trazidas à tona em reportagens da revista New Yorker por diversas mulheres. Moonves foi o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Para evitar ser demitido do comando da empresa, ele pediu demissão em setembro, buscando realizar um acordo milionário para sua saída do cargo. Desde então, a rede CBS identificou o que classificou de “cultura de abuso” dentro da empresa. As seis séries se juntam às 10 atrações renovadas anteriormente – inclusive outro remake: “Magnum P.I.”, “Young Sheldon”, “Mom”, “NCIS”, “NCIS: Los Angeles”, “NCIS: New Orleans”, “Blue Bloods”, “FBI”, “God Friended Me” e “The Neighborhood”.
Série do filme O que Fazemos nas Sombras é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano FX renovou a série “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia vampírica homônima (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), para a 2ª temporada. Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme, Taika Waititi (que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. O filme original foi concebido como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses e venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Já a série sofreu várias mudanças, além da locação e do elenco. Para começar, os protagonistas não são três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Atualmente em seu quinto episódio (metade da 1ª temporada), a série vem atraindo cerca de 500 mil telespectadores ao vivo.
Kiefer Sutherland enfrenta eleições no trailer de Designated Survivor
A Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de “Designated Survivor”, a primeira que será lançada direto em streaming, após a plataforma salvar a atração cancelada pela TV americana. A prévia mostra que o presidente Kirkman, vivido por Kiefer Sutherland, vai disputar sua primeira eleição, já que não foi eleito para o cargo, mas começa fazendo tudo errado para permanecer na Casa Branca. Ao mesmo tempo, ele terá que enfrentar a ameaça de um ataque biológico iminente no país. A série dramática vai voltar com menos episódios (10), com um novo showrunner (Neal Baer, de “Under the Dome”) e sem a participação do ABC Studios. Ou seja, será uma produção original da Netflix, em parceria com o estúdio canadense Entertainment One. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). A estreia dos novos episódios está marcada para 7 de junho.
YouTube renova Cobra Kai para a 3ª temporada
Após anunciar que vai passar a exibir todas as suas produções originais de graça, com anúncios, a partir do final do ano, o YouTube também confirmou que a série “Cobra Kai” vai continuar. A atração foi renovada para sua 3ª temporada. A renovação aconteceu apenas oito dias após a estreia dos episódios da 2ª temporada no serviço YouTube Premium. A série que continua a história dos personagens de “Karatê Kid”, 30 anos depois dos acontecimentos do filme original, é o maior sucesso da plataforma paga da rede de vídeos. A 2ª temporada ainda registrou o renascimento da rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram no filme original, além de promover o retorno de um dos maiores vilões da franquia: o mestre John Kreese, interpretado pelo ator original, Martin Kove. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos ainda assinam a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”).
Black-ish é renovada e ganha novo spin-off
A rede ABC encomendou a 6ª temporada da série de comédia “Black-ish”, que virá acompanhada de um novo spin-off, “Mixed-ish”. A série derivada é um prólogo passado nos anos 1980 e gira em torno da versão adolescente da matriarca da família Johnson. Interpretada por Tracee Ellis Ross na atração original, Rainbow será vivida por Arica Himmell (“Thanksgiving”) no spin-off. A comédia foi desenvolvida sem alarde e colocada silenciosamente em produção. A ideia inicial era plantar seu piloto num contexto de flashback durante a série original. O capítulo chegou a ser gravado e estava pronto para ir ao ar na próxima terça (7/5). Mas, com a encomenda direta de “Mixed-ish”, a transmissão foi adiada e agora só irá ao ar na véspera da estreia da nova série, com mudanças no elenco adulto. Em “Mixed-ish”, a jovem Bow vai relatar sua experiência como filha de uma família mestiça nos anos 1980 e os dilemas que seus pais enfrentaram ao se mudar de uma comunidade hippie, onde suas diferenças eram aceitas, para os subúrbios, numa época em que o conservadorismo ainda se opunha à mistura racial entre casais. A atração será o terceiro programa da franquia, que ainda inclui “Grown-ish”, no canal pago Freeform, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi). A série original gira em torno das preocupações do patriarca da família Johnson, um homem negro bem-sucedido (vivido por Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra por crescerem num bairro de brancos ricos. Atualmente assistida por 5,1 milhões de telespectadores ao vivo, a atração original criada por Kenya Barris (“Um Salão do Barulho 3”) tem 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, é uma grande fonte de rendimentos para o ABC Studios, que negocia suas reprises com os canais pagos BET, FX e o site de streaming Hulu. “Black-ish” foi indicada três vezes como Melhor Série de Comédia no Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família. A nova temporada será a primeira sem participação ativa do criador Kenya Barris, que fechou contrato de exclusividade com a Netflix. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
2ª temporada de Succession ganha primeiro trailer
O canal pago HBO divulgou o trailer da 2ª temporada de “Succession”, uma das melhores surpresas do ano passado. A prévia mostra o que acontece quando um filho trai o próprio pai, se arrepende e passa a ser humilhado pela família. Produzida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015), a série acompanha uma família americana rica e influente, dona de um grande conglomerado de mídia, que também é poderosamente disfuncional. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a atração destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel do chefe da família Roy, um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria, prejudicando o filho que se considera mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”) para assumir seu lugar na empresa – e que alimenta uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos, vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). Adam McKay dirigiu o primeiro episódio, assistido por 582 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, enquanto o segundo foi assinado por Mark Mylod, responsável por seis capítulos de “Game of Thrones”. A 2ª temporada tem estreia prevista para agosto, em dia ainda não divulgado.
Hulu renova as séries de comédia PEN15 e Ramy
A plataforma Hulu renovou mais duas séries de comédia estreantes. “PEN15” e “Ramy” receberam encomenda de novas temporadas, duas semanas após a renovação de “Shrill”. “PEN15” foi criada pelas atrizes Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”), que revisitam suas próprias adolescentes no ano de 2000. Na trama, elas vivem duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que, sob as roupas e truques de rejuvenescimento, estão duas mulheres adultas de cerca de 30 anos de idade, que contracenam o tempo inteiro com crianças de verdade. Isto gera cenas bizarras e momentos incômodos, porque, como o título (uma referência ao órgão sexual masculino) sugere, um dos temas principais é a curiosidade das duas em relação ao sexo. A produção é da trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone) e recebeu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Ramy”, por sua vez, está sendo considerada uma das melhores surpresas desse começo de ano. Assim como seu intérprete, o comediante Ramy Yousseff, o personagem-título é filho de imigrantes egípcios, que atravessa uma jornada espiritual num bairro politicamente dividido de Nova Jersey. A série explora como é ser muçulmano nos Estados Unidos atuais, mostrando o protagonista dividido entre uma comunidade religiosa que acredita que a vida é um teste moral e a descrença de sua geração, que acha que a vida não tem consequências. A série é criação do próprio Ramy Youssef, em parceria com Ari Katcher (criador de “The Carmichael Show”) e o estreante Ryan Welch. A produção também inclui Jerrod Carmichael (o Carmichael do “The Carmichael Show”) e está a cargo do estúdio indie A24. Com as renovações, a plataforma aponta um caminho diferenciado para suas séries de comédia, que focam o inusitado e tramas pouco exploradas em outros locais. Vale lembrar que “Shrill” é sobre uma gordinha feliz com o próprio corpo.
Trailer da 3ª temporada de The Handmaid’s Tale anuncia revolução das mulheres
A plataforma Hulu divulgou o trailer da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que revela a data de estreia dos novos episódios. A prévia também mostra a determinação de June/Offred (Elizabeth Moss) para liderar uma revolução e surpreende com uma aliança entre a aia e sua patroa, Serena (Yvonne Strahovski). Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado e dar origem a um governo fundamentalista de extrema direita. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A 3ª temporada vai explorar a revolta das mulheres contra o regime de Gilead, o país fictício da trama – cujo nome vem da Bíblia. A estreia vai acontecer em 5 de junho nos Estados Unidos. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay.












